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Governo assume que avaliação a fornecedores de risco no 5G é “técnica” e “política”

30 October 2026 at 06:37

O Governo assumiu publicamente que as decisões da nova Comissão de Avaliação de Segurança do Ciberespaço (CASC), entidade que sucedeu ao organismo responsável pela decisão que expulsou a Huawei das redes 5G em Portugal, também são tomadas com base em critérios políticos, e não exclusivamente técnicos.

A orientação surge no mês em que o Ministério da Presidência confirmou ao ECO ter renovado as "restrições" inicialmente adotadas em maio de 2023, e que afetaram principalmente a empresa chinesa.

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Ericsson interessada em "ser um dos fornecedores do SIRESP"

O CEO da Ericsson Portugal assume interesse em equipar a futura rede do sistema de emergência português, mesmo sem novidades em relação ao modelo, afirmando maior rapidez no processo. Juan Olivera aborda ainda o facto de o DNA ter de avançar, uma vez que dará mais previsibilidade e vai aumentar o investimento no setor das telecomunicações.

Ericsson “adoraria participar” no futuro da rede Siresp

28 October 2026 at 13:15

A Ericsson está interessada em desempenhar um papel no SIRESP do futuro, caso a rede venha a transitar para uma tecnologia mais semelhante à usada atualmente pelas operadoras comerciais. "Adoraríamos participar, mas não está desenhada ainda", admitiu o CEO da Ericsson em Portugal e Espanha, Juan Olivera.

Num encontro com jornalistas esta quarta-feira, em Lisboa, o gestor espanhol alertou os decisores públicos para a necessidade de acelerar neste processo, definindo de forma clara o modelo a seguir. "Não é…

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"A Digi não comprou mais espectro porque não quis", defende Apritel

Secretário-geral da Apritel sustenta que a Digi poderia ter comprado espectro em 2021 e que não o fez "porque não quis". A associação dos operadores vinca que o remédio do "roaming" não funciona porque a operadora "low-cost" não negociou com os operadores e não pediu arbitragem do regulador.

NOS já normalizou falha na rede que afetou Lisboa e Porto

27 October 2026 at 17:28
Foi registado um pico de 2.379 reportes por volta das 14h50. A maioria dos problemas dizem respeito ao sinal móvel, 25% relativos à internet móvel e 12% e chamadas de voz.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

As falhas foram, sobretudo, reportadas em Lisboa e no Porto, mas também se registaram queixas em Braga, Aveiro, Coimbra e Faro

Redes de telecomunicações “seriam lançadas no caos” com propostas da Digi, diz Apritel

27 October 2026 at 15:11

As empresas de telecomunicações estão em polvorosa desde a consulta pública sobre a renovação das licenças de utilização de espetro que é proposta pela Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom). Depois de a Digi voltar a propor um leilão para os direitos que caducam no próximo ano, escudando-se num estudo do economista Abel Mateus, a Apritel deixou duras críticas ao relatório da Lisbon Economics.

A associação que representa os interesses da Meo, Nos e Vodafone considera que o estudo, que concluiu que a decisão do regulador vai congelar o mercado até 2041-2042, baseia-se em fundamentos incorretos. “Tem implícito que, sem a retirada de, pelo menos, parte do espetro atualmente detido pela Nos, Meo e Vodafone, o quarto operador não consegue crescer. Não é verdade – e facilmente se prova. Existem várias faixas de frequências disponíveis, no imediato e no futuro, para atribuição”, argumenta a Apritel.

Para as telecom incumbentes, os remédios propostos pela Digi fariam com que as redes ficassem um “caos” e até poderiam criar mais zonas brancas (sem cobertura) em Portugal. Se as licenças não forem renovadas, como pede a nova operadora, a partir de março de 2027 as suas concorrentes “ficariam sem o espetro necessário ao normal funcionamento das suas redes”. “Pura e simplesmente as redes deixariam de funcionar por falta de capacidade nas áreas metropolitanas e a cobertura territorial ficaria severamente afetada”, conjetura a associação.

Numa sugestão alternativa, a Apritel lembra que, tal como o estudo de Abel Mateus refere, ainda existem 10 MHz de espetro na faixa 700 MHz disponíveis para atribuição e enumera as faixas que estão livres:

  • Ainda abaixo dos 1 GHz, a faixa dos 600 MHZ poderá ser liberta já em 2030 (até 80 MHz) e 20 MHz (duplex gap) na faixa dos 700 MHz
  • 40 MHz na faixa dos 3,5 GHz disponíveis no imediato
  • Faixa dos 2300 MHz, poderá também ser utilizada para serviços móveis terrestres
  • 26 GHz, uma das faixas core 5G
  • Na década de 2030 serão atribuídas frequências para a rede móvel de sexta geração (6G)

A associação insiste no argumento de que, no leilão de 2021, a Digi podia ter comprado até 2×10 MHz nos 700 MHZ e 2×9 MHz nos 900 MHz e teria hoje 38 MHz abaixo de 1 GHz em vez de dez, o que a tornaria na segunda operador com mais espetro nos 900 MHz. “Se este era um estrangulamento, por que não o fez?”, questiona-se a Apritel sobre a decisão. Ainda antes de ser confrontada com esta dúvida, a Digi apontou apenas que pagou mais pelo espetro abaixo de 1 GHz do que os outros pagaram pelos 700 MHz.

Ainda assim, na opinião da Apritel, a Digi dispõe de uma dotação de espetro “particularmente favorável” quando se compara com outros quartos operadores na Europa, nomeadamente a Play na Polónia ou a Free em França, portanto não sofre de “qualquer estrangulamento” ao seu crescimento.

 

E o facto de não ter roaming nacional? “O quarto operador, desde 2021, usufrui do direito de negociar com os restantes operadores um acordo de roaming, em cujo processo pode socorrer-se da intervenção do regulador em caso de ausência de acordo. Nunca pediu tal intervenção”, retorquiu a Associação dos Operadores de Comunicações Eletrónicas em Portugal.

As redes nacionais, que lideram hoje a Europa, seriam lançadas no caos e Portugal retrocederia décadas para garantir espetro a um operador que objetivamente, e por todas as métricas e benchmarks, dele não necessita.

Apritel - a Associação dos Operadores de Comunicações Eletrónicas em Portugal

No que diz respeito à redução dos preços das telecomunicações em 2025, para a qual a entrada da Digi terá contribuído, a Apritel dissocia um movimento de outro, desde logo porque a receita média por serviço das operadoras caiu 31% entre 2010 e 2025.

“Estes indicadores não são o resultado da entrada do novo operador, mas fruto de um investimento continuado do setor, não obstante a queda persistente das receitas, de mais de 6,6 mil milhões de euros entre 2016 e 2024”, defende a Apritel, acrescentando que não era preciso ter entrado um novo operador para que houvesse queda de receitas, liderança europeia em qualidade e tecnologia, investimento e alterações significativas de quotas de mercado no móvel.

O famoso toque da Nokia ouve-se há mais de 120 anos

By: ZAP
25 October 2026 at 20:30
Já estávamos com saudade de ouvir isto … O toque mais famoso da história dos telemóveis não nasceu num estúdio: são uns segundos de “Gran Vals”, peça para guitarra que o espanhol Francisco Tárrega escreveu em 1902. No fim dos anos 1990 e início dos 2000, havia um som que se ouvia em todo o lado. Nas ruas, nos cafés, aeroportos, centros comerciais, salas de reuniões. Nos cinemas, a meio dos filmes, como não podia deixar de ser. E em casa, até em casa. Se um telemóvel tocava, era quase certo que dava aquela melodia. Nessa altura ainda não se

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Já estávamos com saudade de ouvir isto ... O toque mais famoso da história dos telemóveis não nasceu num estúdio: são uns segundos de "Gran Vals", peça para guitarra que o espanhol Francisco Tárrega escreveu em 1902. No fim dos anos 1990 e início dos 2000, havia um som que se ouvia em todo o lado. N

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Irão tem planos detalhados para atacar cabos submarinos do Golfo se a guerra recomeçar

By: ZAP
25 October 2026 at 06:40
A Guarda Revolucionária do Irão ameaça atacar sete grandes cabos de internet sob o Estreito de Ormuz. Teerão traçou planos pormenorizados para atacar cabos submarinos de comunicações no Golfo, caso os Estados Unidos e Israel voltem a atacar o Irão, disseram à Reuters dois altos responsáveis da segurança iraniana. As declarações surgiram depois de responsáveis iranianos terem avisado que os cabos submarinos da região podem tornar-se alvos num novo conflito, se a diplomacia com Washington colapsar. Os dois responsáveis, que falaram sob anonimato, deram poucos detalhes e não disseram ao certo como nem onde Teerão levaria a cabo esses ataques.

Digi admite abandonar Portugal. E a fatura pode chegar ao cliente

By: ZAP
24 October 2026 at 09:30
A Digi ameaça abandonar Portugal se a Anacom renovar quase sem concurso as licenças de espetro da Meo, Nos e Vodafone. Quem perde são os consumidores: 3,5 mil milhões de euros em 15 anos. A Digi admitiu esta sexta-feira sair de Portugal, noticiou o ECO. Não é uma decisão, é uma hipótese — mas é a primeira vez que a quarta operadora a assume. “Um dos desfechos pode ser sairmos de Portugal”, disse em Lisboa o diretor executivo do grupo, Valentin Popoviciu, que deu o exemplo da Deutsche Telekom, que deixou a Roménia por não conseguir competir com a Vodafone

Digi defende leilão em vez de renovação de licenças móveis

23 October 2026 at 13:15
A Digi apela ao regulador para reconsiderar o processo de renovação de licenças. Encomendou um estudo em que defende que, se sair do mercado, os consumidores “podem perder 3,5 mil milhões de euros".

© Bloomberg via Getty Images

ARTE alerta para SMS falsos da Chave Móvel Digital

21 October 2026 at 17:03
Mensagens simulam comunicações legítimas da CMD para induzir cidadãos a clicar em ligações ou fornecer dados. Autoridades de cibersegurança acompanham a situação.

© dpa/picture alliance via Getty I

A Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE) adianta que "as autoridades nacionais de cibersegurança estão a acompanhar a situação e a adotar as medidas necessárias"

Meo, Nos e Vodafone juntam-se no reforço da segurança

20 October 2026 at 12:12
As três principais operadoras móveis nacionais juntaram-se à iniciativa global GSMA Open Gateway para disponibilizar componentes de segurança adicionais nas aplicações dos seus clientes.

© NUNO VEIGA/LUSA

Vodafone critica: Anacom "quer fazer política"

15 October 2026 at 14:55
A Vodafone critica o processo de renovação das licenças móveis, considerando que será tardia. Contesta prazos que estão previstos para a renovação, dizendo que a Anacom anda a fazer política setorial.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

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