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Novo apoio pretende garantir igualdade de oportunidades no ensino superior

VTM

Esta medida encontra-se prevista no projeto do regulamento municipal de Bolsas de Capacitação e Formação para Jovens do município de Boticas, que foi aprovado pela câmara municipal na reunião de 17 de setembro. O regulamento encontra-se em consulta pública por um período de 30 dias úteis, durante o qual os interessados poderão apresentar sugestões e observações.

Segundo Guilherme Pires, presidente da Câmara Municipal de Boticas, esta medida tem como objetivo apoiar os jovens do concelho e garantir a igualdade de oportunidades de acesso ao ensino superior. “Investir nos nossos jovens é investir no futuro de Boticas”.

O autarca destacou ainda a importância de dar a todos os jovens a oportunidade de prosseguir os estudos, desenvolver competências e construir um futuro com mais possibilidades. “Porque as oportunidades devem ser para todos. Porque o futuro de Boticas começa nos nossos jovens”.

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Jornadas científicas promoveram debate sobre saúde pélvica e a quebra de tabus

VTM

Intitulado “Saúde Pélvica sem Tabus: Desafio Clínico, Integrador e Inovador”, o evento pretendeu fomentar a partilha de conhecimentos, experiências e boas práticas clínicas, realçando a importância de uma abordagem multidisciplinar e fundamentada em dados científicos.

Segundo Alexandrina Gomes, presidente da comissão científica do evento, este representou uma oportunidade para “afirmar Chaves como um ponto de encontro científico entre Portugal e a Galiza, promovendo a cooperação transfronteiriça e a criação de novas parcerias no âmbito da saúde”.

A responsável salientou igualmente o papel do programa científico na criação de um espaço dinâmico e privilegiado para a partilha de conhecimentos, experiências e boas práticas clínicas, que aproximou profissionais de saúde dos dois territórios, promovendo uma abordagem integradora e inovadora da saúde pélvica ao longo do ciclo de vida.

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Competição internacional trouxe visitantes e dinamizou economia local

VTM

Segundo Fátima Fernandes, presidente da Câmara de Montalegre, a realização de um evento desta dimensão constituiu uma oportunidade de promover internacionalmente o concelho. “É uma oportunidade única para promover o território, já que estas corridas são transmitidas para todo o mundo, e também para o negócio e a economia local”, sublinhou.

Segundo a autarca, as equipas começaram a chegar ao concelho vários dias antes da competição, muitas acompanhadas pelas respetivas famílias, o que contribuiu para a procura de alojamento, restauração, e comércio local.

Novidades

Uma das principais novidades do RallyX Global Final foi a introdução da categoria FC1 Hypercar, que inclui veículos elétricos de elevada potência (1100 cavalos), com tração integral e capacidade de aceleração dos 0 aos 100 km/h em cerca de 1,4 segundos.

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Castanha, cogumelos e cabrito à mesa na Mostra Gastronómica

VTM

Na apresentação do evento, os alunos do ensino profissional de Cozinha e Pastelaria do agrupamento de escolas confecionaram algumas iguarias inspiradas no livro “Sabores Pedagógicos”, entre as quais aveludado de castanha, folhado de cogumelos, risoto de cogumelos e natas de castanha.

Maria Magalhães, professora e formadora na área da restauração, cozinha e pastelaria, explicou que a escolha da castanha se deve à época e à abundância deste fruto na região, versátil para muitos pratos. “Dá para fazer mil e uma coisas com a castanha”, desde entradas a pratos principais e sobremesas, destacou a professora.

O livro nasceu da vontade de valorizar o trabalho desenvolvido pelos alunos que passaram pela escola. “Porque não pomos em prática aquilo que os nossos alunos fizeram tão bem?”, questionou a docente, explicando que a obra representa “um bocadinho de todos nós, da escola”.

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Aprovada a adjudicação para a requalificação do centro de saúde

VTM

A reunião de câmara de Vila Pouca de Aguiar ficou marcada, também, pela questão da redução da distribuição de água pela VMPS aos aguiarenses, com todo o executivo unido contra a decisão unilateral da empresa, considerada “inaceitável” por todos os partidos.

Ainda antes de dar início à longa ordem de trabalhos, Manuel Borges Machado, do PS, pediu a palavra para levantar questões sobre a situação que envolve a VMPS. Seguiu-se José Diegas, do MAI e, por último, a presidente da câmara, Ana Rita Dias, explicou que iria aguardar uma resposta até ao final da semana passada, para depois ser tomada uma posição conjunta com a oposição.

Saúde

Passada esta fase da reunião, vários pontos foram aprovados por unanimidade, até à proposta para alteração orçamental permutativa, sendo explicado pelo chefe de divisão que será preciso reforçar a verba para o concurso da renovação das extensões de saúde de Campo de Jales e Pedras Salgadas, uma vez que o anterior ficou novamente deserto. Neste caso, serão mais 83 mil euros acrescentados à verba para o concurso.

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Aguiarenses exigem explicações sobre corte na distribuição de Água das Pedras

VTM

A VMPS – Águas e Turismo, S.A. decidiu limitar a entrega a uma grade por pessoa e por mês, em dias previamente definidos, uma alteração que a autarquia considera unilateral e contrária aos compromissos assumidos com a comunidade.

A presidente da câmara, Ana Rita Dias, afirma que o município e a Junta de Freguesia de Bornes de Aguiar não foram previamente informados da decisão, tendo tomado conhecimento da mesma através de uma comunicação da empresa. “Entendemos que foi uma postura, digamos assim, um pouco autoritária”, disse a autarca sobre o assunto, acrescentando que “temos um protocolo com a VMPS que foi assinado em 2021 e foi reiterado em 2023, que estabelece claramente qual a distribuição de água à população”.

Em comunicado conjunto, câmara e junta de freguesia recordam o protocolo assinado, que manteve as obrigações estabelecidas. O documento prevê o fornecimento anual de cerca de 200 mil litros de água mineral natural gasocarbónica à população local. Segundo a câmara, este compromisso remonta a 1912.

“O que nós tínhamos acordado e tínhamos dialogado em reuniões que antecederam esta decisão foi que, quando houvesse alguma alteração, o município deveria ser informado, assim como a junta de freguesia”, explicou Ana Rita Dias. A autarquia enviou, a 7 de outubro, um ofício à VMPS a manifestar a sua discordância e a pedir esclarecimentos, mas, até ao fecho desta edição, continuava sem resposta.

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População mantém o bloqueio aos trabalhos em Covas do Barroso

VTM

Perante o resultado da ação, que interrompeu durante todo o dia os trabalhos da empresa, cerca de 40 pessoas estão no local desde as seis horas da manhã, impedindo o acesso às máquinas de perfuração.

Em comunicado, a Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso (UDCB) revelou que durante o dia de ontem, a mobilização chegou a “reunir cerca de 50 pessoas e conseguiu interromper os trabalhos de prospeção da empresa”.

Já a ação de hoje pretender “dar continuidade a uma resistência que já tinha levado à interrupção dos trabalhos a 9 de outubro, ocasião em que 27 pessoas foram identificadas pela polícia”.

A população de Covas do Barroso mantém há oito anos a oposição à exploração de lítio no seu território, considerado pela FAO como património agrícola mundial.

Os trabalhos decorrem numa área de baldio abrangida por uma servidão administrativa que permite à empresa realizar operações de sondagem, apesar da oposição dos proprietários e compartes. Esta autorização dada pelo Governo permite à Savannah aceder a terrenos sobre os quais a comunidade mantém direitos e usos coletivos, contornando a recusa local em autorizar os trabalhos. A sua aplicação tem agravado a contestação ao projeto e alimentado um conflito em que está em causa o poder de decisão da comunidade local sobre o seu próprio território.

Citada em comunicado, Rita Mó, presidente da Junta de Freguesia de Covas do Barroso, refere que este protesto é sinal de determinação da comunidade local. “Com este bloqueio, a comunidade está, mais uma vez, a mostrar o quão longe está disposta a ir para defender a sua terra. Para nós Covas do Barroso não é um lugar qualquer. É o sítio onde nascemos, crescemos, e onde queremos fazer a nossa vida. Temos muito amor à nossa aldeia, aos nossos costumes, às nossas paisagens. E se para defender a aldeia tivermos de continuar a fazer bloqueios, que assim seja. Vamos continuar a lutar até travarmos este projeto”.

Na mesma nota de imprensa, Aida Fernandes, presidente dos Baldios de Covas do Barroso, sublinha que “toda a gente aqui está a lutar pelos seus próprios motivos pessoais, mas também por uma razão coletiva. Aqui crescemos a olhar para o baldio como a nossa herança comum, algo que é ao mesmo tempo de todos e de ninguém. Para nós é um lugar cheio de afetos, memórias, histórias. Não aceitamos que de um dia para o outro, a partir de gabinetes de Lisboa, decidam que o vão expropriar em nome de uma empresa privada. É muito revoltante. E por isso é que a comunidade se levanta com tanta determinação, para proteger o que é seu por direito”.

Armando Gonçalves, morador na aldeia de Romainho, explica o que o levou a estar presente no protesto. “Nós estamos a lutar pela nossa aldeia. Mas não apenas. Não quero que os meus netos um dia acordem num país em que os agricultores não têm direitos”.

 

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