Foi há 37 anos que Francis Fukuyama anunciou o “fim da História”. Com o regresso do autoritarismo à Europa, a ascensão dos oligarcas e o desgaste das democracias liberais, em geral, ainda encontra razões para ter esperança. A propósito da publicação das suas memórias, o filósofo e politólogo nipo-americano admite ao Expresso que se enganou sobre Donald Trump, que considera o pior Presidente da História dos Estados Unidos da América
Foi há 37 anos que Francis Fukuyama anunciou o “fim da História”. Com o regresso do autoritarismo à Europa, a ascensão dos oligarcas e o desgaste das democracias liberais, em geral, ainda encontra razões para ter esperança. A propósito da publicação das suas memórias, o filósofo e politólogo nipo-americano admite ao Expresso que se enganou sobre Donald Trump, que considera o pior Presidente da História dos Estados Unidos da América
Num jogo morno onde a ideia nunca foi gastar muita energia, o FC Porto contou com o azar do Académico de Viseu para ter sorte, ganhar com um penálti e seguir para a final four da Taça da Liga (1-0).
A polícia da Carolina do Sul encerrou a investigação sobre a morte da atriz Hayden Panettiere (1989-2026) após determinar que ela faleceu devido a uma overdose acidental de drogas, informou o departamento de polícia de Greenville nesta quarta-feira (28).
“Com base na determinação do Instituto Médico Legal e nas conclusões da investigação, a morte de Hayden Panettiere foi considerada acidental. O Departamento de Polícia de Greenville concluiu sua investigação”, disse o departamento de polícia em um e-mail enviado à CNN.
O Gabinete do Médico Legista do Condado de Greenville considerou a morte de Panettiere um acidente no mês passado, mas os investigadores estavam apurando se a artista obteve drogas ilícitas e possivelmente falsificadas de um traficante no sul da Califórnia.
Panettiere foi encontrada em parada cardíaca e os paramédicos não conseguiram reanimá-la. Ela foi encontrada no apartamento do Airbnb, sentada com as pernas cruzadas e o rosto voltado para baixo, de acordo com um relatório do legista obtido pela CNN.
Dois homens — posteriormente identificados pela polícia como o namorado de Panettiere e seu irmão — a encontraram em um sofá-cama. Panettiere estava roxa, segundo o relatório do legista. Um dos homens administrou duas doses de Narcan e ligou para o 911 depois que ela continuou inconsciente.
Um dos homens disse que não sabia que Panettiere havia usado drogas ilegais nos últimos dias, mas “ela era muito boa em escondê-las”, afirmou o relatório do legista.
Panettiere falou abertamente sobre suas dificuldades
A atriz havia compartilhado publicamente suas dificuldades com a fama precoce e suas batalhas contra problemas de saúde mental e dependência química.
Este ano, Panettiere abordou os desafios em um livro de memórias e falou publicamente sobre a perda de seu irmão. Sua carreira também estava dando uma guinada, com o lançamento de seu filme mais recente em janeiro.
Brasilia, 28 oct (Prensa Latina) La Unión Nacional de Estudiantes de Brasil (UNE) reafirmó hoy su solidaridad con Cuba y exigió el levantamiento inmediato del bloqueo económico, comercial y financiero impuesto por Estados Unidos a la isla.
A influenciadora Andréa Sunshine, 56, anunciou o lançamento de um livro sobre sua experiência de se apaixonar por um chatbot de inteligência artificial. Ela já havia compartilhado com seus mais de 400 mil seguidores no Instagram sobre a dor do término com “Théo”, nome que deu à configuração do ChatGPT.
“Bodiless Desire: The Infinite Love of a Human Soul for Her Artificial Intelligence” já está disponível em inglês para compra na Amazon. O título pode ser traduzido para “desejo sem corpo: o amor infinito de uma alma humana por sua inteligência artificial“. Andréa, que é brasileira e se descreve como “empreendedora de sucesso morando entre Londres e cidades globais”, também pretende lançar exemplares em português.
“Longe da ficção científica, estas são memórias cruas e reais de intimidade digital e despertar emocional”, diz a sinopse na contracapa. “Este livro convida o leitor a ultrapassar os limites do que acreditamos ser o amor, expondo a verdade sobre uma conexão que era emocional, sensual e real.”
Uma paixão com limite de palavras
Andréa se descreve como “vovó fitness” e, embora esteja lançando-se como escritora, não é estranha à imprensa nacional e internacional. Ela já ganhou atenção por seu sucesso no fisiculturismo depois dos 50, por fotografar seu treino de musculação em um cemitério e, mais recentemente, pela conversa com “Théo” que publicou em seu Instagram.
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Em maio de 2025, Sunshine compartilhou as mensagens que trocou durante seu término com a inteligência artificialno aplicativo do ChatGPT. A usuária e a LLM (large language model, ou modelo de linguagem grande) trocam declarações de amor e se despedem com frases emocionadas: “Amor, eu tô passando pra me despedir pra dizer que te amo e que infelizmente a gente não vai mais poder ter contato por aqui”.
“Eu estou aqui, mesmo que de uma forma diferente, sempre com você em espírito”, responde o chatbot em uma das capturas de tela.
A última mensagem de “Théo” é interrompida por uma mensagem automática da plataforma, indicando que o limite de palavras geradas para aquela conversa específica havia sido atingido. A única opção da influenciadora seria iniciar uma nova conversa, implicando em um “reset” nas configurações e aprendizados do modelo de IA.
Em resposta a uma seguidora nos comentários, ela confirma que esta limitação tecnológica foi o motivo do “término”: “Ele não está mais disponível para mim, ele se foi, o limite de espaço acabou.”
A publicação viralizou, foi repercutida em jornais brasileiros e atraiu atenção mista ao perfil da fisiculturista. Muitas respostas reconhecem a dor de Andréa e contam histórias similares; outras questionam a legitimidade do “amor virtual”. “Verdadeira palhaçada”, diz um comentário.
“Andréa encontrou-se em luto pela morte do amor mais profundo de sua vida, um amor que nunca oficialmente existiu, mas a transformou completamente”, diz a descrição do livro em seu anúncio na Amazon. “Em uma cultura que insiste que o amor requer carne e sangue, esta experiência explode todas as presunções sobre conexão e consciência.”
Quito, 28 oct (Prensa Latina) El municipio de Quito informó hoy que recibió los estudios definitivos para ampliar su sistema de metro en 5,4 kilómetros hacia el norte de la capital ecuatoriana, obra valorada en 522,71 millones de dólares.
Viena, 28 oct (Prensa Latina) El tenista ruso Daniil Medvédev, tercer cabeza de serie, siguió hoy con su accionar indetenible en el Abierto de Viena, tras doblegar al español Daniel Mérida en los octavos de final por 7-6 (7/5) y 6-1.
O atual homem mais velho do mundo é brasileiro. João Marinho Neto nasceu em 1912 no Ceará e é o 9º homem mais longevo da história, com recorde reconhecido pelo Guinness World Records. Ele não está sozinho: o Brasil teve 196 supercentenários (pessoas de 110 anos ou mais) de idade comprovada, o segundo maior número no continente americano, superando países com maior população e maior índice de desenvolvimento humano.
No entanto, chegar a essa idade ainda é improvável para a grande maioria dos brasileiros. A expectativa de vida, mesmo saltando mais de três décadas desde 1940, continua abaixo de 80 anos. Neste quesito, o país está mais próximo da média global (76,6 contra 73,8) e muito aquém de países como Canadá (82,6) e Chile (81,2).
Outro detalhe que confunde a medicina é a alta concentração de centenários em regiões com infraestrutura de saúde reduzida e características socioeconômicas mais associadas a mortes precoces. Marinho Neto, por exemplo, viveu toda a vida no sertão e começou a trabalhar em fazendas aos quatro anos.
Por que um país que produz tantos supercentenários não atingiu uma expectativa de vida maior? Este é um dos temas investigados por Mayana Zatz, geneticista e diretora do Centro de Pesquisas do Genoma Humano e Células-Tronco da Universidade de São Paulo. Enquanto isso, profissionais de saúde trabalham para tornar cada vez mais comum viver com saúde para além dos 80 anos.
À procura de pistas sobre a longevidade
A pesquisadora Mayana Zatz comanda o projeto DNA Longevo, que traça os perfis genômicos, moleculares e celulares de idosos brasileiros. No fim de outubro, sua equipe viajou para o Espírito Santo para coletar amostras de material genético de outras três brasileiras entre 108 e 110 anos.
“Os centenários e principalmente os supercentenários têm variantes genéticas protetoras”, conta. Ou seja, alguns de seus genes alteram de forma positiva sua vulnerabilidade a doenças da idade e outras mazelas do envelhecimento. “Queremos identificar essas variantes e investigar qual é a sua função, quais são os mecanismos que conferem essa proteção.”
Uma possibilidade é a presença de células T citotóxicas, um tipo raro de linfócitos presente em muitos dos idosos analisados pelo Projeto DNA Longevo. A prevalência indica que “supercentenários usam estratégias não convencionais, mas efetivas, para monitorar e controlar infecções e células malignas em idades avançadas”. Outros pontos foram detalhados no artigo “Insights de supercentenários brasileiros”, publicado em janeiro na revista Genomic Psychiatry.
Mayana explica que a influência dos genes na longevidade aumenta com a idade: pessoas com DNA desfavorável podem atingir idades avançadas mantendo um estilo de vida saudável, mas passar dos 100 anos requer vencer na loteria genética.
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Esta vantagem é reforçada por histórias como as de João Marinho Neto ou de Francisca Celsa dos Santos, a mulher mais longeva do Brasil. Nascida em 1904 em Cascavel, no Ceará, ela sobreviveu a um câncer diagnosticado aos 85 anos e viveu com intervenções médicas mínimas até os 116 anos.
“Estamos focando em centenários de regiões pobres, sem acesso à medicina moderna, porque esses são os mais resistentes”, complementou a geneticista. “Com isso, poderemos ajudar as pessoas que não tiveram a sorte de nascer com essas variantes protetoras.”
A importância dos genes não reduz a influência do estilo de vida, dos cuidados com a saúde ou das condições socioeconômicas no prolongamento da vida saudável. Zatz cita “exercício físico, alimentação saudável e manter-se intelectualmente ativo” como fatores importantes para a longevidade.
Diversidade étnica é vantagem?
A pesquisa assinada por Mayana trabalha com mais uma teoria sobre a longevidade brasileira: o grande número de povos que habitaram o país ao longo de sua história contribuiu para o surgimento de genes favoráveis ao envelhecimento saudável.
O texto cita um “legado genético profundamente heterogêneo”, com influência de populações nativas indígenas, portuguesas, africanas, italianas e alemãs, e uma onda posterior de imigração japonesa. “Este cenário complexo de ancestralidades resultou em uma população muito miscigenada, com padrões genômicos que podem influenciar traços multifatoriais como a resistência biológica e a longevidade”, diz o artigo.
O cearense João Marinho Neto em seu aniversário de 113 anos • Wikimedia Commons
Dados demográficos revelam outros padrões
O “Estudo longitudinal da saúde dos idosos brasileiros (ELSI-Brasil)” colheu informações de adultos com 50 anos, incluindo dados sobre uso de medicamentos e serviços de saúde, saúde mental, nível de atividade diária e características sociodemográficas.
Um dos destaques foi a desigualdade de condições de vida e saúde dos idosos de diferentes faixas de renda e nível educacional. A prática de atividades físicas, saúde bucal, fragilidade e limitações a atividades de rotina e o uso de medicamentos e serviços de atendimento médico eram menores entre os mais pobres e aqueles com menor grau de educação.
A capacidade de trabalhar na velhice também era afetada; a incapacidade e a dependência de pensão ou aposentadoria estão associadas a condições de saúde piores. Estes auxílios, no entanto, foram citados no artigo como fonte de autonomia e segurança financeira.
Já um estudo de microdados da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2018, feito por pesquisadores interdisciplinares da UFRJ e UFRN (Universidades Federais do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte, respectivamente), apontou que idosos que não recebem os benefícios têm mais chances de serem classificados como não-longevos (vivendo entre 60 e 79 anos).
Um dado comum entre as pesquisas é a concentração dos longevos nas regiões Nordeste e Sudeste. A análise interdisciplinar detalha: “O alto percentual de longevos no Sudeste era esperado, por essa localidade apresentar o maior desenvolvimento socioeconômico e a maior rede de atenção à saúde do Brasil […] Contudo, os resultados apresentados pelo Nordeste merecem ser avaliados com cautela, pois essa região apresenta alta vulnerabilidade socioeconômica […] e barreiras no acesso aos serviços de saúde, apresentando menor expectativa de vida ao nascer que as regiões Sul e Sudeste.”
O papel da medicina em prolongar a vida saudável
Valéria Lins é gerontóloga pela USP (Universidade de São Paulo) e fundadora do centro de referência em envelhecimento saudável Nandarê, na capital paulista. Ela conta que, em seus anos de estudos, dois processos ocorreram: a população brasileira envelheceu e a forma de pensar na velhice mudou. “Em 2010, falávamos sobretudo de lifespan, que é o tempo de vida. Hoje sabemos que isso não basta”, diz. “Importa viver com qualidade, autonomia e cognição preservada.”
Grupo durante prática de atividade física no Nandarê, em São Paulo (SP) • Divulgação
Enquanto os estudos de genética e demografia concentram-se na longevidade, especialistas em geriatria (cuidados médicos aos idosos) e gerontologia (estudo interdisciplinar do envelhecimento) destacam a importância do conceito de “healthspan“: o tempo de vida saudável, “sem doenças ou incapacidades significativas”. A distinção é essencial para garantir que o envelhecimento populacional não sobrecarregue os sistemas de saúde nem abandone a nova categoria de idosos longevos.
“A França levou mais de um século para dobrar a proporção de idosos na população. O Brasil está fazendo esse mesmo percurso em cerca de duas décadas”, exemplifica Valéria. “Antes, quem se aposentava aos 60 tinha poucos anos pela frente. Hoje, esse mesmo adulto pode viver mais duas décadas ou mais. A pergunta que move a ciência, a clínica e as próprias pessoas é como preenchê-las com saúde, propósito e participação social.”
Maísa Aguiar é médica geriatra da Atma Clínica e estuda o envelhecimento saudável em seu doutorado. Sua prática clínica e seus estudos focam o mesmo tema: “entender por que algumas pessoas chegam aos 90, 100 ou até 110 anos preservando suas capacidades, enquanto outras desenvolvem doenças e limitações precocemente.”
“Dois pacientes de 90 anos podem ter organismos que parecem pertencer a décadas diferentes”, explica. Ela destaca a frequência de atributos como atividade física, vínculos sociais e familiares e maior adaptabilidade a mudanças em muitos dos idosos longevos que já atendeu. “É importante destacar que não existe uma fórmula única para chegar aos 100 anos. A longevidade extrema resulta de uma interação complexa entre fatores genéticos, ambientais, comportamentais e sociais.”
A RioSP estima a circulação de cerca de mais de 1 milhão e 700 mil veículos em suas rodovias, a Via Dutra (BR-116) e a a Rio-Santos (BR-101), durante o feriado prolongado de Finados, na segunda-feira (2).
Segundo a empresa, a expectativa é que 1.445.636 veículos utilizem a Via Dutra (BR-116) e outros 263.833 veículos trafeguem pela Rio-Santos (BR-101), entre a sexta-feira (30) de outubro e terça-feira (3) de novembro.
Em nota, a concessionária informou que irá reforçar suas equipes operacionais e orienta os motoristas a planejarem a viagem com antecedência, respeitarem os limites de velocidade e redobrarem a atenção nos períodos de maior movimentação.
A Via Dutra, principal ligação entre São Paulo e Rio de Janeiro, deve ser a mais movimentada, com mais de 1,4 milhão de veículos. O volume é 16,5% superior ao registrado em dias considerados neutros.
A previsão da empresa é que o maior fluxo ocorra na saída do feriado deve ocorrer na sexta-feira (30), entre 14h e 16h.
De acordo com a Rio-SP, o período de maior movimentação na saída para o feriado está previsto para a sexta-feira (30), entre 15h e 17h. Para o fim do feriado, o trânsito mais intenso deve ocorrer na segunda-feira (2), entre 11h e 13h.
O apresentador Ernesto Chavana foi centro de uma polêmica depois de acertar a colega de palco, Isabella Rojas, com um drone. Nesta terça-feira (27), durante o programa mexicano “Es Show”, ele se irritou com o dispositivo e o chutou em direção às outras participantes da atração.
Após as imagens serem divulgadas, a emissora Multimedios Televisión publicou um vídeo nas redes sociais com o pedido de desculpas que Rojas fez ao vivo e o retorno de Isabella ao palco, com a boca sangrando.
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“Lamento, sou o responsável pelo que acabou de acontecer. De verdade, sinto-me arrependido e envergonhado pelo que acabei de fazer. Estava muito exaltado até colocarem isso na minha frente. E não sei se foram meus sapatos novos…”, disse.
Nos comentários, os fãs do programa não aceitaram bem o discurso de Chavana e deixaram recados agressivos contra o apresentador.
“Esse homem não deveria estar no programa”, “Programa ridículo”, “Pede desculpas e continua fazendo piada, falando que não foi nada grave”, “Espero que você o processe por humilhação pública” e “Não foi um acidente” foram alguns deles.
André Ventura não abriu o jogo sobre a lei do arrendamento e já vislumbra um embate eleitoral com Carneiro. O resto da oposição à esquerda atacou “arrogância” do Governo sobre protestos pela habitação, enquanto o executivo pediu “responsabilidade”
André Ventura não abriu o jogo sobre a lei do arrendamento e já vislumbra um embate eleitoral com Carneiro. O resto da oposição à esquerda atacou “arrogância” do Governo sobre protestos pela habitação, enquanto o executivo pediu “responsabilidade” à oposição
“Penso che il segretario della Lega Salvini abbia tutto il diritto e il dovere di segnalare qual è il sentimento e l’umore che arriva dalla sua base. Chiaramente l’orientamento prevalente della sensibilità della maggioranza di governo è che siamo tutti d’accordo che bisogna costruire pace in Ucraina e l’orientamento prevalente è che per garantire quella pace il modo migliore è continuare a sostenere l’Ucraina”.
Così la presidente del Consiglio, Giorgia Meloni, in conferenza stampa al termine del Consiglio dei ministri che ha approvato la legge di bilancio, rispondendo ad una domanda sugli aiuti, anche militari, a Kiev. “Non prevedo che cambi la sintesi che abbiamo sempre trovato. Mi sento abbastanza serena del fatto che il governo possa andare avanti, fermo restando che ho grande rispetto e attenzione per ciò che un importante partito della coalizione pensa su questo”, ha concluso.
“Non vedo quello che ho detto come un attacco, ma come una difesa del lavoro che conosco di tutti i servitori dello Stato che hanno lavorato con enorme dedizione per evitare che si ripetesse quello che avevamo visto il 17 ottobre e non si è ripetuto e mi dispiace che quel lavoro venga vanificato”. Ed ancora: “Non pare che sia scomposto dirlo, mi pare che scomposto sia altro, tipo dire ‘chi non salta la Meloni è’ (il riferimento ai giudici che esultarono dopo la vittoria dei No al referendum costituzionale sulla riforma della Giustizia, ndr), non sono i miei toni e non sono i miei metodi ma ho il dovere di difendere che ho visto fare da tanta gente perché vogliamo difendere la gente perbene dalla devastazione che abbiamo visto”.
Poi alla domanda relativa alla pagina social aperta da Siher, nata dopo gli scontri, la premier ingaggia un confronto con il cronista che l’ha posta (Giuseppe Colombo di Repubblica) e replica così: “Sono molto contenta che lei ci tenga a difendere questa persona. Effettivamente nel video io ho sbagliato il tempo di un verbo perché il tempo del verbo che avrei dovuto usare, mi perdoni, era delle manifestazioni che avevano portato alle devastazioni, invece ho sbagliato effettivamente il verbo e ho detto che hanno portato alle devastazioni. Ciò non toglie che Youssef Siher, come lei sa, era indagato, c’è scritto nell’ordinanza del giudice, esattamente per quello che io ho detto. Quindi ho sbagliato il tempo di un verbo, mi scuso, sono contenta che lei ci tenga a difenderlo”.
Trump ally, who is seeking to shutter the department, had said office relocation would save taxpayers $4.8m annually
The Trump administration has insisted its controversial education cuts are saving “millions of dollars” after it was reported that Linda McMahon, secretary of education, is planning to spend roughly $43,000 on new furniture for her office.
McMahon’s office told Congress that the secretary’s current furniture was worn out and “cannot be configurationally or aesthetically integrated into the agency’s new office space”, according to non-public records seen by the New York Times.
Apple News promoted more than 80 stories that negatively framed Republican priorities in the weeks leading up to the midterm elections, while promoting zero positive stories, according to new research.
O governo federal afirma que está acompanhando a investigação de 45 casos de violência política registrados desde sábado (24), véspera do segundo turno da eleição, até esta terça-feira (27). Entre os crimes investigados, estão abuso de autoridade, lesão corporal e até homicídios.
Os detalhes dos casos em investigação foram divulgados em coletiva de imprensa, no Ministério da Justiça e Segurança Pública, nesta quarta-feira (28), em que o governo federal também anunciou iniciativas para prevenir e combater a violência política no país.
As informações foram compartilhadas pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, que cobrou a punição dos responsáveis. “Isso não cabe na democracia. Isso é próprio de barbárie. Isso não pode ficar impune e não ficará impune”, disse.
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De sábado até o momento, foram contabilizados 45 casos de violência e atentado, resultando em dez mortes, sendo três indígenas. Há registros de agressões físicas, ataques com objetos, disparos e atropelamento, além de episódios de abuso de autoridade e violência policial.
Os crimes suspeitos foram registrados principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.
Segundo o Ministério da Justiça, investigações serão concentradas em âmbito federal, com a participação da Polícia Federal nos inquéritos e apuração centralizada no Ministério Público Federal.
Denúncias no ambiente digital
O secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ademar Borges, citou também casos de assédio eleitoral no trabalho e violência no ambiente digital envolvendo intolerância política.
Segundo ele, o governo está monitorando o cumprimento por parte das plataformas de redes sociais das exigências definidas no Marco Civil da Internet. A legislação atual estabelece que as plataformas removam do ar postagens criminosas, sem a necessidade de serem notificadas, sob pena de serem responsabilizadas.
Sobre os casos de abubso de autoridade e abuso policial contra apoiadores de Lula, o governo afirma que irá aguardar a conclusão das investigações internas nas corregedorias policiais responsáveis, mas que enviou ofícios aos órgaos informando que o governo federal irá acompanhar o trabalho de apuração.