BYD tem mais trabalhadores que Toyota, GM, Ford e Tesla


A Ducati revelou nessa quinta-feira (29) a nova Monster Dark, modelo que resgata a proposta essencial da clássica naked sob o conceito “tudo o que precisa, nada mais”.
O lançamento aposta no apelo estético da decoração totalmente preta herdada da primeira geração, mantendo os elementos visuais característicos da linha, como o farol emoldurado, o tanque com perfil em dorso de bisão e a seção traseira curta.
A novidade estará disponível na rede de concessionários da marca a partir de novembro deste ano, contando inclusive com uma versão compatível com a licença de pilotagem A2 para o mercado europeu — espécie de “habilitação intermediária”, pensada para motociclistas jovens ou iniciantes que querem pilotar motos de alta cilindrada.
O visual da Monster Dark é demarcado pela pintura preta praticamente no corpo todo (na pouca carenagem que tem e nas rodas). O banco adota revestimento único para piloto e passageiro, enquanto componentes estruturais foram deixados expostos sem pintura, a exemplo do chassi dianteiro (Front Frame), das saídas do escapamento e dos dutos de admissão de ar. Os piscas utilizam iluminação estática.
O modelo serve como base para personalização por meio da linha de acessórios oficiais da marca, acessíveis pelo configurador oficial, que inclui itens como sistema de troca rápida de marchas Ducati Quick Shift 2.0, piloto automático, para-brisa e capa para o assento do passageiro.
A Monster Dark é equipada com o motor V2 de 890 cm³ com distribuição variável de válvulas, capaz de entregar 111 cv de potência a 9.000 rpm e 9 kgfm de torque a 7.250 rpm. Segundo a fabricante, mais de 80% do torque máximo permanece disponível entre 4.000 e 10.000 rpm.
Na parte de ciclística, a moto utiliza um quadro monocoque em alumínio associado a um subquadro traseiro híbrido em tecnopolímero e treliça. Esse conjunto permitiu uma redução de 4 kg no peso total em comparação com a geração anterior, fazendo a moto registrar 175 kg sem combustível.
A suspensão dianteira utiliza garfo invertido Showa de 43 mm, enquanto a traseira traz monoamortecedor Showa com regulagem de pré-carga. O sistema de freios é assinado pela Brembo, seguindo a tradição da marca, com pinças M4.32 e cilindro mestre radial PR16/21, operando sobre pneus Pirelli Diablo Rosso IV de medidas 120/70 na dianteira e 180/55 na traseira. A altura do assento em relação ao solo é de 81,5 cm.
O gerenciamento dinâmico da motocicleta é comandado por uma unidade de medição inercial de seis eixos. O pacote de série inclui frenagem ABS com função para curvas (Cornering ABS), controle de tração (Ducati Traction Control), controle de empinada (Ducati Wheelie Control) e controle de freio motor (Engine Brake Control), todos configuráveis em diferentes níveis. Há ainda quatro modos de condução predefinidos: Sport, Road, Urban e Wet.
As informações de pilotagem são exibidas em um painel TFT colorido de 5 polegadas (16:9 e 800×400 pixels), operado por um joystick no punhal. A tela conta com pré-instalação para o sistema multimídia da marca e para navegação curva a curva. Como opcional, o modelo pode receber o assistente de largada Ducati Power Launch.
Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati
Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati
Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati
Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati
Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati
Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati
Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati
Junto ao lançamento da versão Dark, a Ducati anunciou a campanha fotográfica IMLegend. O projeto reúne pilotos históricos e atuais da marca, além de proprietários conhecidos como “Monsteristi”, para celebrar os mais de 30 anos de trajetória da linha Monster na indústria de motocicletas.
Honda lança XR300L Tornado 2027 focando em segurança e tecnologia
A Bentley revelou nesta quinta-feira (29) os detalhes do programa de desenvolvimento do Torcal, o primeiro modelo 100% elétrico de sua história.
A frota de protótipos e veículos de pré-série acumulou mais de 1 milhão de quilômetros rodados em testes globais, enfrentando variações térmicas de -38 °C na Suécia até mais de 40 °C em regiões desérticas, além de ensaios em altitudes de até 4.200 metros acima do nível do mar em Pikes Peak, nos Estados Unidos.
O processo de engenharia do veículo combinou simulações virtuais em realidade estendida (XR) para o ajuste da cabine e ergonomia com métodos avançados de escaneamento a laser para verificação de montagem.
O desenvolvimento do sistema elétrico e de software adota ciclos de atualização a cada seis semanas, validados em laboratório e em pista antes da aprovação final.
O acumulador de energia do Bentley Torcal possui peso estimado em 625 kg e entrega densidade energética superior a 180 Wh/kg. Para garantir a integridade estrutural do componente, a fabricante instalou um escudo inferior de proteção em material composto contra impactos no assoalho do veículo.
O conjunto foi submetido a rigorosos testes de homologação internacional e segurança passiva. Entre os ensaios aplicados estão a resistência ao fogo por no mínimo duas horas sem propagação de chamas, testes de corrosão por névoa salina e a simulação de impacto por projeção de objetos contra o compartimento das células, na qual um projétil de aço de 111 gramas é disparado a velocidades superiores a 160 km/h contra a estrutura inferior.
Com a conclusão das fases de validação física e de software, a montadora britânica iniciou a remoção gradual das camuflagens da frota de testes. O processo de camuflagem do modelo variou entre adesivagem gráfica para distorção visual e painéis temporários de carroceria para ocultar as linhas finais do design durante as rodagens públicas.
A Bentley ainda não informou o início das entregas do Torcal aos clientes, mas está prevista para constar nas próximas etapas do cronograma de lançamento global da marca.
Range Rover lança primeiro modelo elétrico da história; confira
O Vaticano abriu ao público nesta quinta-feira (29) a exposição “Mercedes-Benz: Um Século de Papamóveis”, instalada em um pavilhão de vidro próximo à Pinacoteca Vaticana.
A mostra reúne oito automóveis históricos que retratam a evolução dos veículos oficiais utilizados pelos papas desde 1930, quando a Daimler-Benz presenteou o Papa Pio XI com um Mercedes-Benz Nürburg 460 Pullman Limousine.
A exibição marca uma parceria de quase 100 anos entre a montadora alemã e a Santa Sé, cobrindo a transição das limusines e landauletes — carroceria em que apenas a parte traseira do teto é retrátil — de luxo até a consolidação dos utilitários com cúpula transparente voltados à proximidade do público durante aparições oficiais.

A mostra reúne exemplares que acompanharam diferentes pontificados. Entre os destaques históricos está o 300 d Landaulet, entregue ao Papa João XXIII em 1960 com entre-eixos estendido e degraus retráteis automáticos nas portas traseiras.
Em 1965, o Papa Paulo VI passou a utilizar o 600 Pullman Landaulet, adaptado com portas alargadas, teto traseiro elevado e sistema de intercomunicação com o motorista.
O conceito moderno do Papamóvel estreou em 1980 com o Mercedes-Benz 230 G, criado para a visita do Papa João Paulo II à Alemanha. Desenvolvido sobre a plataforma da Classe G, o modelo introduziu o teto alto em acrílico transparente e pintura perolizada, priorizando a visibilidade e a segurança do pontífice.
A fórmula evoluiu posteriormente com o ML 430, utilizado na Jornada Mundial da Juventude de 2002 em Toronto, e com o ML 500, entregue em 2012 ao Papa Bento XVI com cúpula ampliada e novo projeto de iluminação interna.

Além da frota papal, a exposição conta com dois modelos que celebram os 140 anos de inovação da Mercedes-Benz: uma réplica do Benz Patent Motor Car de 1886, considerado o primeiro automóvel movido a motor de combustão interna do mundo, e uma unidade da nova geração do Classe S, modelo que realizou uma expedição por seis continentes no primeiro semestre do ano.
Os visitantes poderão conferir a frota de papamóveis na Praça dos Museus até o dia 31 de janeiro de 2027. O acervo exposto conta com os modelos:
O Bestune Pony de cinco portas é um novo carro elétrico de pequenas dimensões, que foi recentemente lançado na China. E, por lá, o preço começa no equivalente a cerca de 5.300 euros na Moeda local.
Estamos a falar de um pequeno hatchback de cinco portas e de quatro lugares, cuja bagageira pode chegar aos 1.052 litros dependendo da configuração dos bancos. Com design descontraído, é pequeno nas dimensões, mas rico em equipamento: tem volante multifunções, painel de instrumentos digital, ecrã tátil central e três grandes comandos físicos ao centro para a climatização.
O interior minimalista tem dois ambientes cromáticos possíveis (um claro, outro escuro). O pedal do acelerador tem um símbolo de "play" e o do travão o símbolo de "pausa", vindos do universo digital (como a reprodução de áudio e vídeo).
Não há uma consola central tradicional nem apoio para braços, mas existe um porta-copos e também um espaço de armazenamento no tablier. Os bancos dianteiros reclinam a 170º, formando uma área de descanso. O do condutor pode ter aquecimento e pode ser eletricamente ajustável.
Mede 3.350 milímetros de comprimento, 1.540 milímetros de largura e 1.600 milímetros de altura, tendo um desenho simples e uma dianteira alegre com faróis quadrangulares (sendo os cantos arredondados). Há cinco cores de carroçaria disponíveis.
No patamar de entrada, o Bestune Pony de cinco portas tem 222 km de autonomia e custa 39.900 yuan (cerca de 5.370 euros à taxa de câmbio atual). A bateria é de 17 kWh. A tração é traseira, num carro com um motor de 41 cv que pode atingir os 103 km/h de velocidade.
Também há variantes com 328 km de autonomia (bateria de 27,2 kWh) a partir dos 44.900 yuan (algo como 6.000 euros).
O problema? O automóvel só está disponível na China, pelo que não o poderá comprar em Portugal ou na Europa. De referir que não há quaisquer informações sobre uma eventual exportação e os preços não são necessariamente equivalentes àqueles que se poderiam encontrar por cá, dependendo desde logo da fiscalidade.

Chama-se FIAT Multiplina e é uma espécie de "irmão crescido" do Topolino. O modelo é totalmente elétrico, foi esta semana ao Salão Automóvel de Paris e pode chegar ao mercado em 2028.
Bernardo Matias | 16:40 - 14/10/2026
O interior dos automóveis da MINI distingue-se rapidamente pelo ecrã circular, seja o modelo qual for. Está em posição central, tem um toque algo retro e serve para o infoentretenimento e como painel de instrumentos.
Apesar de ser um traço único que acrescenta personalidade aos veículos, tem alguns inconvenientes de usabilidade. Por exemplo, ao ligar um smartphone via Android Auto ou Apple CarPlay, as aplicações ficam num espaço confinado dentro do ecrã e não ocupam uma área mais extensa como noutros ecrãs automóveis.
Para além disso, concentra o infoentretenimento e o painel de instrumentos, sendo complementado por um head-up display em que estão apenas informações chave para o condutor no seu campo de visão. Olhar para um velocímetro requer desviar o olhar para o mostrador circular.
Em todo o caso, a MINI não tem planos para abandonar esta solução peculiar. Foi o que disse à publicação Drive Alexander Brockhoff, diretor-geral da MINI Austrália: "O ecrã circular é único da MINI e queremos mantê-lo como parte da história. Sim, com o Apple CarPlay, é preciso como que mantê-lo contido num círculo no ecrã. Mas se o sistema de navegação local for usado, é óbvio que utiliza todo o ecrã. Quando os clientes experimentam, penso que funciona muito bem".
O responsável acredita que a tecnologia pode criar margem para aprimorar o conceito, que não deve deixar os modelos da marca do Grupo BMW: "Penso que, do ponto de vista do design, é importante mantermos vivo este tipo de caráter. E a tecnologia irá sempre evoluir mais para tornar as integrações ainda melhores no futuro".
Os painéis de instrumentos centrais circulares estrearam-se nos MINI ainda nos anos 1950 e não foram abandonados quando a marca ficou sob a alçada do Grupo BMW. Com os anos, o conceito evoluiu, chegou a ser trocado por um ecrã central apenas para o infoentretenimento e em 2023 chegou ao design atual - ecrã central tátil circular OLED que concentra várias funções.

Voltámos a estar atrás do volante de um MINI - desta feita, o mais desportivo que já conduzimos até ao momento: o MINI JCW 2.0 de três portas, um hot hatch com mais de 200 cv.
Bernardo Matias | 07:46 - 13/09/2026
No próximo ano, o Governo vai dar um apoio de até 80 por cento para a compra de carros elétricos, destinados a pessoas com menores rendimentos.
A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, anunciou a criação inédita de "apoio à aquisição de veículos elétricos dirigido especificamente aos mais carenciados". Ainda não se conhecem pormenores, mas sabe-se que que a comparticipação pode chegar a 80 por cento do preço e abrange 20 mil automóveis.
O Auto ao Minuto foi olhar para o mercado automóvel português e reuniu cinco modelos cujo preço seria inferior a 5.000 euros para o seu proprietário caso usufrua de uma comparticipação de 80 por cento na aquisição.
No configurador oficial da marca, o Citroën ë-C3 com a motorização de entrada surge por 18.240 euros - ou seja, comparticipado a 80 por cento ficaria nos 3.648 euros na variante Autonomia Urbana.
Com 113 cv de potência e até 205 km de autonomia (a bateria é de 30 kWh), é um modelo citadino que entra no segmento B. Tem mais de quatro metros de comprimento e um estilo que aponta para os crossovers. A velocidade máxima é de 125 km/h.
Dispõe de um interior simples, com head-up display, suporte central para smartphone e ar condicionado manual. Leva até cinco pessoas. Reconhece os limites de velocidade, tem sensores de estacionamento traseiro, aviso de colisão frontal, cruise control com limitador de velocidade e sistema ativo de aviso de saída de faixa, entre outros recursos.
O Leapmotor T03 é proposto a partir dos 18.800 euros atualmente no site oficial da marca - ou seja, com um apoio de 80 por cento à compra, o cliente teria de suportar apenas 3.760 euros.
É um citadino de dimensões compactas (mede 3,6 metros de comprimento) inserido no segmento A, com um motor elétrico de 95 cv e autonomia de até 265 km (é recarregável em 36 minutos, dependendo das condições). O equipamento é vasto, incluindo bancos dianteiros reguláveis, volante multifunções, painel de instrumentos digital de oito polegadas, ecrã tátil central de 10,1 polegadas.
Há um conjunto vasto de assistências à condução de série, desde o cruise control adaptativo ao assistente de manutenção de faixa, passando pela câmara e sensores de estacionamento traseiros. No Leapmotor T03 podem seguir até quatro pessoas.
A terceira proposta neoclássica elétrica da Renault é o novo Twingo E-Tech. O preço começa nos 19.490 euros, o que significa que com um apoio de 80 por cento ficaria nos 3.898 euros. É outro citadino de segmento A de pequenas dimensões, com 3,7 metros de comprimento.
O motor elétrico debita 82 cv e a bateria tem 27,5 kWh de capacidade, suficientes para 264 km de autonomia (ciclo combinado WLTP). A versão Evolution é a da entrada na gama, incluindo painel de instrumentos digital de sete polegadas, ecrã central de 10,1 polegadas com sistema openR Link, rádio integrado, bancos traseiros deslizantes. Leva quatro pessoas a bordo.
As ajudas à condução incluem ajuda ao estacionamento traseiro, regulação e limitador de velocidade, sistema de controlo de velocidade inteligente, travagem regenerativa no modo B e assistência à manutenção na via e deteção frontal. Há ar condicionado manual e volante multifunções regulável.
A entrada na gama da BYD faz-se com o citadino elétrico de segmento B Dolphin Surf - que custa atualmente em Portugal 21.497 euros na sua versão mais básica. Se a comparticipação de 80 por cento for aplicável, fica a custar 4.299 euros.
A bateria de 30 kWh resulta numa autonomia combinada de até 220 km (variante Active), sendo recarregável dos 10 aos 80 por cento em meia hora. O motor elétrico dá tração dianteira, com 88 cv de potência.
É um carro de dimensões contidas (fica abaixo dos quatro metros de comprimento), que tem um design que faz lembrar super desportivos. O equipamento é vasto desde o nível de entrada, incluindo câmara e sensores de estacionamento traseiros, controlo inteligente do limite de velocidade, cruise control adaptativo e inteligente, alerta de colisão dianteira, entre outros.
Há funcionalidade bidirecional vehicle-to-load (V2L), controlo por voz inteligente, integração de smartphones via Android Auto e Apple CarPlay, painel de instrumentos digital de sete polegadas, ecrã tátil central rotativo de 10,1 polegadas, ar condicionado manual. Seguem a bordo até quatro pessoas, com o banco do condutor ajustável eletricamente.
Existiriam outros modelos mais baratos a mencionar, mas pelo nome sonante que é, temos de fechar a lista com o novo Volkswagen ID. Polo. A marca propõe-o a partir dos 24.702 euros, o que com um apoio de 80 por cento resultaria num custo de 4.940 euros.
É um elétrico de tração dianteira com 116 cv de potência, cuja autonomia combinada é de 323 km (a bateria é de 37 kWh). Mede 4,0 metros de comprimento, sendo um veículo do segmento B com lotação para cinco pessoas.
Há volante multifunções, sensores de estacionamento traseiros, painel de instrumentos digital de 10,25 polegadas e ecrã central tátil de 12,9 polegadas para o sistema de infoentretenimento Innovision. O quadrante e o ecrã podem adotar um estilo retro, com instrumentos que fazem lembrar os do primeiro Golf, havendo também o regresso em peso dos comandos físicos.
O VW Polo tem assistente de manutenção na faixa, assistência de mudança de faixa, limitador de velocidade e ar condicionado automático de uma zona.

O Governo anunciou um novo apoio para a compra de carros elétricos, destinado especialmente aos mais carenciados. A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, revelou que o apoio abrangerá mais de 20 mil veículos, com uma comparticipação de até 80%.
Beatriz Vasconcelos com Lusa | 08:15 - 29/10/2026

© PHILIPPRUPPRECHT
O Omoda 4 fez a sua estreia europeia há poucas semanas no Salão Automóvel de Paris (França) e é uma das próximas apostas da Omoda & Jaecoo também em Portugal.
Numa recente viagem a Wuhu (China), o Auto ao Minuto teve um primeiro contacto breve com o SUV compacto - que será 100 por cento elétrico e híbrido.
Destinado a um público jovem, segue a linguagem de design Cyber Mecha. Essa inspiração numa cultura conhecida por franquias como "Transformers" significa que estamos perante um automóvel com aspeto futurista. As suas linhas geométricas e angulares conferem-lhe também uma identidade desportiva e imponente. Encontramos uma dianteira particularmente agressiva com linhas afiadas e uma grelha de grandes dimensões na proposta híbrida - devemos mesmo dizer que nos faz lembrar, em certa medida, uma marca taurina italiana.
O tejadilho desce suavemente até um spoiler, num perfil lateral no qual também se destacam as cavas das rodas esculpidas e de grandes dimensões. A traseira é marcada não só pelo para-choques amplo, como também pela assinatura luminosa cujas linhas parecem formar raios e os vincos angulares.
A inspiração em super desportivos encontra eco por dentro, onde há um botão de ignição protegido por um capa vermelha. Tem um novo assistente com inteligência artificial, tal como 19 sistemas de assistência à condução.
O Omoda 4 mede 4.424 milímetros de comprimento, 1.863 milímetros de largura e 1.570 milímetros de altura e tem uma distância entre eixos de 2.700 milímetros. Transporta cinco pessoas e pesa 1.550 kg (híbrido) ou 1.760 kg (elétrico).
O automóvel tanto pode ser híbrido (com o sistema Super Hybrid System), como elétrico. O híbrido tem propulsor a gasolina turbocomprimido 1,5 litros de quatro cilindros em linha aliado a dois motores elétricos. O sistema debita até 224 cv fe potência e 295 Nm de binário, sendo capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em 8,1 segundos e de atingir os 180 km/h. A transmissão automática dedicada 1DHT é de uma só relação, sendo que o carro funciona em modo elétrico a baixas velocidades se a bateria de tração (1,83 kWh) estiver carregada.
Mas o Omoda 4 também pode ser totalmente elétrico, com um motor de 218 cv e 275 Nm com o qual pode acelerar dos 0 aos 100 km/h em 7,9 segundos e atingir os 172 km/h. A autonomia pode superar aos 450 km, graças a uma bateria de 67 kWh.
Versão elétrica à esquerda e híbrida à direita© Notícias ao Minuto
A primeira experiência que tivemos no Omoda 4 foi breve e na versão híbrida. Estivemos na posição de passageiro e também conduzimos num percurso de slalom e com o piso húmido. Não puxámos muito pelo veículo, tendo em conta as condições e a marcação do itinerário com pinos - que, a espaços, nos fez hesitar no caminho a tomar.
A impressão inicial deixou-nos a ideia de uma direção precisa e com mais "feedback" do que noutras propostas da marca. A aceleração é responsiva e a travagem eficaz e confortável. Quando a velocidade sobe, o motor a gasolina faz-se ouvir, mas não se tornou demasiado ruidoso a partir do habitáculo.
Pareceu-nos, também, manter-se bem equilibrado, com um controlo de carroçaria competente. O piso muito liso de parque de estacionamento não nos permitiu perceber a suavidade do pisar no asfalto - já que não lidámos com irregularidades típicas das estradas como buracos ou tampas de esgoto.
Encontramos um ecrã central tátil vertical com um sistema de infoentretenimento que não foge muito ao que já está no mercado. O condutor vê as informações essenciais num painel de instrumentos digital facilmente legível por trás de um volante de três raios relativamente pequeno, mas grosso. O banco pareceu ser ergonómico, mas a brevidade do contacto não nos permite tirar ilações sólidas sobre o conforto do mesmo.
Há controlos essenciais na consola central, ao alcance rápido do condutor (embora tenhamos ficado com a sensação de que podem não ser muito intuitivos). Na mesma zona, existe não só um acabamento que imita o padrão de fibra de carbono, como também suporte para copos e o carregador sem fios para smartphones. Atrás, o espaço para pernas é satisfatório, mas não abundante.
O Omoda 4 vai chegar a Portugal no próximo ano. Ainda não existem datas concretas, nem preços, mas quando tal acontecer junta-se a uma gama que atualmente tem três modelos e começa nos 29.900 euros com o Omoda 5 híbrido. No topo está o Omoda 9 híbrido plug-in desde os 43 mil euros acrescidos de IVA.

O Auto ao Minuto esteve recentemente na China e visitou a fábrica da Chery em Wuhu, onde são produzidos os carros de marcas como a Omoda & Jaecoo. A fábrica ocupa 830 mil metros quadrados e tem capacidade para produzir 300 mil unidades por ano.
Bernardo Matias | 13:30 - 27/10/2026
A Rodovia dos Imigrantes, principal ligação entre a capital paulista e a Baixada Santista, terá uma mudança no sistema de cobrança de pedágio com a implantação de um novo pórtico eletrônico instalado no km 37+300 da pista norte, no sentido São Paulo. A instalação foi feita na madrugada desta quinta-feira (29). A entrada em operação, porém, dependerá da conclusão dos testes e da homologação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).
A previsão é que o sistema free flow comece a funcionar ainda em 2026, mas não há data confirmada. A mudança busca reduzir filas e melhorar a fluidez do trânsito, especialmente em feriados prolongados e durante a temporada de verão, quando o movimento em direção ao litoral aumenta.
O ponto escolhido é diferente do projeto inicial, que previa a instalação do equipamento no km 29. Segundo a Artesp, a estrutura já instalada nesse trecho será mantida para monitoramento operacional da rodovia, enquanto o novo pórtico ficará no km 37+300.
A alteração ocorreu após pressão de moradores da região do Pós-Balsa, em São Bernardo do Campo. A agência afirma que a escolha atual levou em conta critérios técnicos, ambientais e sociais, incluindo a manutenção dos deslocamentos das comunidades próximas.
O local fica antes do início do trecho de serra, onde, conforme a Artesp, não há condições técnicas para instalar o equipamento. A implantação foi realizada pela concessionária Ecovias.
Com a entrada em operação do Siga Fácil — como é chamado o sistema de pedágios eletrônico do governo paulista — a tarifa de R$ 40,60, atualmente cobrada em um único sentido para quem segue ao litoral, será dividida em duas cobranças de R$ 20,30 por sentido. O valor total de uma viagem de ida e volta permanecerá em R$ 40,60, sem considerar eventuais mudanças tarifárias futuras.
O sistema utiliza câmeras, sensores e antenas para identificar os veículos por meio da placa ou de uma tag eletrônica. A passagem ocorre sem a necessidade de parar ou reduzir a velocidade para pagar o pedágio.
Motoristas que já utilizam tag não precisarão alterar o procedimento: a cobrança continuará automática. Quem não tiver o dispositivo deverá consultar os canais oficiais do Siga Fácil e pagar posteriormente, por Pix ou cartão de crédito, pelo site do sistema ou em totens de autoatendimento instalados em pontos do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI). O prazo informado para pagamento é de até 30 dias após a passagem.
Dados da concessionária obtidos entre junho e outubro de 2026 indicam que aproximadamente 75% dos veículos registrados no SAI tinham tag ativa. Entre caminhões e ônibus, o índice chegava a 93%; entre veículos de passeio, era de 70%. Os demais eram identificados por reconhecimento automático de placas, tecnologia conhecida como OCR.
Free-Flow: as diferentes formas de pagamento do pedágio eletrônico
O Grupo Renault anunciou uma descida das vendas automóveis, que contrasta com um aumento da receita nos primeiros nove meses do ano.
Os dados anunciados esta quinta-feira (29 de outubro) mostram que o grupo vendeu menos 2,2 por cento de automóveis nos nove primeiros meses do ano face ao mesmo período de 2025, num total de 1.662.222 veículos. Já no terceiro trimestre (julho a setembro), a descida foi de seis por cento com 497.799 viaturas comercializadas.
A estatística inclui automóveis ligeiros de passageiros e de mercadorias, assim como as três marcas do conglomerado (Alpine, Dacia e Renault).
Por marca, a Renault cresceu 1,1 por cento no acumulado de janeiro até setembro, graças à renovação da gama e à maior disponibilidade de automóveis eletrificados. A Alpine avançou 65,6 por cento, com o A290 a destacar-se, ao passo que a transição da oferta custou à Dacia uma quebra de vendas de 9,7 por cento.
Apesar de ter vendido menos, o Grupo Renault registou uma subida de 6,6 por cento na receita do setor automóvel no acumulado de janeiro até setembro - totalizando 36.641 milhões de euros. No terceiro trimestre houve uma estabilização nos 9.835 milhões de euros (muito ligeiramente abaixo dos 9.839 milhões de euros do período homólogo de 2025).
A empresa salientou num comunicado o forte ritmo de crescimento das vendas de carros elétricos na Europa, onde "melhorou mais a qualidade das suas vendas" no terceiro trimestre do ano.
No acumulado dos nove primeiros meses de 2026, aponta uma evolução negativa das vendas de ligeiros de passageiros na Europa, contrastando com um aumento no norte da Europa. Já ao nível internacional, a Renault enaltece o crescimento em mercados estratégicos como a Índia, Brasil ou Turquia.
A margem operacional do grupo situou-se em torno dos 5,5 por cento, enquanto o fluxo de caixa livre do setor automóvel ronda os mil milhões de euros.
Em comunicado, o diretor financeiro do Grupo Renault, Duncan Minto, explicou: "As nossas vantagens competitivas são construídas em três marcas complementares, uma pegada industrial altamente utilizada e flexível, uma forte rede de concessionários e pós-venda e a nossa financeira Mobilize Financial Services. Em conjunto, estes pontos fortes permitem-nos adaptar de forma célere à procura do cliente em evolução enquanto protegemos o valor através de crescimento disciplinado, gestão rigorosa do inventário e um foco claro em canais de venda de alta qualidade e valores residuais. Esta agilidade foi particularmente evidente no terceiro trimestre, ao termo-nos adaptado com sucesso à rápida mudança do mix energético da Europa, alavancando a nossa estratégia dupla de veículos elétricos e híbridos a par da eficiência da nossa configuração de produção e de cadeia de abastecimnento".

O Renault 5 E-Tech recriou o desenho clássico dos anos 1980 com modernidade e inovação. O diretor de design do Grupo Renault, Laurens van den Acker, explicou que o motor elétrico foi chave para o formato do carro.
Notícias ao Minuto | 16:47 - 28/10/2026
A inteligência artificial está cada vez mais presente no quotidiano, e as futuras regras de Fórmula 1 terão a sua ajuda - na sequência de uma parceria entre a FIA e a Amazon Web Services (AWS) anunciada esta quarta-feira (28 de outubro).
A AWS será a parceira oficial de inteligência artificial e computação em nuvem da entidade federativa, com a sua tecnologia a "ajudar a moldar o futuro do desporto motorizado" - o que inclui as "simulações aerodinâmicas que fundamentam os futuros regulamentos de monolugares".
A informação consta de um comunicado, no qual também se pode ler que a AWS "irá ter um papel chave na definição dos regulamentos técnicos para a próxima geração de carros de Fórmula 1". As simulações aerodinâmicas da FIA são levadas a cabo com a tecnologia de computação da AWS e, por outro lado, a empresa americana dará às equipas técnicas e de engenharia "ferramentas de inteligência artificial para reforçar a capacidade da federação desenvolver regulamentos que promovam a segurança, desempenho e sustentabilidade no desporto".
A colaboração agora anunciada prevê, também, o contributo das ferramentas da AWS ao nível da "infraestrutura digital que governa o desporto e torna mais fácil que as pessoas de todo o mundo participem".
Neste âmbito, as duas partes lançaram no ano passado a Plataforma de Licenciamento Digital - que veio simplificar a administração das licenças para os vários intervenientes, desde pilotos a voluntários. É uma plataforma que será alvo de desenvolvimento contínuo, para chegar a mais autoridades desportivas nacionais e ter mais recursos.
A AWS será, igualmente, parceira oficial dos Prémios FIA anuais e parceira oficial da plataforma global de eventos FIA Sustainable Innovation Series.
Em comunicado, o presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, comentou: "A tecnologia está a mudar todas as partes do nosso desporto e a FIA tem de liderar a mudança. A nossa nova parceria com a AWS irá apoiar tudo, desde os carros do futuro aos clubes de base onde tantas carreiras começam. Ao trazer cloud e tecnologia de IA de classe mundial para o coração da FIA, podemos tornar as coisas mais simples para pilotos, oficiais e voluntários participarem, ajudar os nossos clubes membros a trabalharem de forma mais eficiente e aproximar-nos da nossa ambição de duplicar a participação global no desporto motorizado".

É já no próximo fim de semana que se realiza o GP da Cidade do México de Fórmula 1 - que pode, com alto grau de probabilidade, consagrar Andrea Kimi Antonelli como o novo campeão do mundo. Conheça os horários e saiba tudo o que precisa para acompanhar.
Bernardo Matias | 20:00 - 28/10/2026
Arrivano le targhe personalizzate. Tra le tante misure su famiglie, giovani, energia e difesa, compare a sorpresa la possibilità di personalizzare le targhe di auto e moto. L’annuncio arriva direttamente da Giorgia Meloni durante la conferenza stampa a margine del Consiglio dei Ministri che ha confermato il testo della legge di Bilancio 2027.
Per la premier ci si potrà “più o meno sbizzarrire” e ha commentato che la creatività degli italiani potrebbe farsi valere. Questo ha un costo di 600 euro. La possibilità era già prevista nel Codice della Strada, ma non c’erano normative per attuarla.
È stata proprio la presidente del Consiglio Giorgia Meloni ad annunciare la novità delle targhe personalizzabili durante la conferenza stampa per la Manovra 2027.
Infatti, una delle novità inserite nella legge di bilancio approvata dal consiglio dei Ministri nella giornata di mercoledì 28 ottobre è la possibilità di personalizzare le targhe dei propri veicoli a due e quattro ruote.
Per Meloni:
Ci si potrà più o meno sbizzarrire come si ritiene, ovviamente sostenendo un costo e qualcosa mi dice che la creatività degli italiani qui potrebbe farsi valere.
Una possibilità che era già prevista dal Codice della Strada, quella delle targhe personalizzate, ma che non poteva essere attuata in mancanza di un decreto e di norme specifiche.
Ora arriva l’ok, sostenendo un costo di 600 euro. Nello specifico, per le due targhe dell’auto (anteriore e posteriore) si dovranno versare 500 euro al Poligrafico dello Stato e una maggiorazione del 20%, pari a 100 euro, al Ministero delle Infrastrutture e dei Trasporti.
Per le moto il prezzo è inferiore perché dovrà essere richiesta una sola targa personalizzata. Il costo in questo caso è di 360 euro in totale.
Attenzione: chi sceglie la targa personalizzata non dovrà pagare il contrassegno di 41,78 euro per l’immatricolazione e la messa su strada.
Al momento le targhe per auto e moto sono una sequenza di lettere e numeri. Nello specifico, due lettere seguite da tre numeri e infine altre due lettere.
Non è chiaro ancora cosa si potrà fare e quali siano i limiti, potrebbe infatti cambiare lo schema. La stessa Giorgia Meloni ha però parlato di “più o meno sbizzarrire” lasciando intendere che ci saranno dei limiti.
Tra questi è probabile che saranno escluse combinazioni di lettere e numeri che possono essere offensive, ambigue o che rendano due targhe uguali.
La riforma del Codice della Strada è ancora al vaglio di diversi pareri. Il governo dovrà quindi emanare il decreto legislativo per il nuovo Codice della Strada nella prossima primavera 2027.
Secondo le tempistiche dovrebbe entrare in vigore il 30 aprile 2027, con le regole che si applicheranno sulle strade dal 1° gennaio 2028.
L’Aci, come riporta Open, precisa che non è detto che le targhe personalizzate siano disponibili fin dal primo giorno e dipenderà, come sempre in questi casi, dalle norme di attuazione.


