Morreu o ator Patrick Stewart
O ator Patrick Stewart (1940-2026), conhecido nos cinemas como o professor Xavier de “X-Men”, morreu aos 86 anos. A informação foi compartilhada em suas redes sociais, em que informam que o astro faleceu em sua casa na última quarta-feira (28), em meio ao tratamento da doença de Alzheimer e à demência.
“Anunciamos com grande tristeza o falecimento de Sir Patrick Stewart ontem, em sua casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos de sua querida esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada contra a Doença de Alzheimer e a demência por corpos de Lewy”, diz a nota.
Consagrado no papel de professor Xavier, a primeira aparição póstuma do ator nas telonas será em dezembro, com o lançamento de “Vingadores: Doutor Destino”. Meses antes de falecer, a breve aparição de Stewart no novo longa já havia sido confirmada. Ainda não há mais informações, mas a produção deve contar com uma homenagem para o artista.
Em comunicado oficial, a Marvel confirmou que essa será a última aparição de Patrick nos cinemas. Portanto, o eterno professor X não retornará para “Vingadores: Guerras Secretas”. Continuação prevista para chegar ao público em dezembro de 2027.
“Sir Patrick Stewart deixa um legado e uma marca cultural indelével. A Marvel Studios expressa suas mais profundas condolências à sua família, amigos e fãs em todo o mundo”, declara o comunicado de pesar oficial do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel).
Previsto para estrear no dia 17 de dezembro nos cinemas ao redor do Brasil, o longa reunirá heróis de diferentes equipes e universos — incluindo os novos Vingadores, Quarteto Fantástico, X-Men e Wakandanos — para enfrentar uma ameaça dita sem precedentes e, até o momento, a mais intimidadora do universo: o Doutor Destino (Robert Downey Jr.).
De acordo com declarações recentes do presidente do estúdio, Kevin Feige, a nova trama foi estruturada para entregar um desfecho impactante e chocante, preparando os espectadores diretamente para a continuação em “Vingadores: Guerras Secretas” — sequência já confirmada pelos produtores.
Patrick Stewart tornou-se ator aos 18 anos e ganhou reconhecimento nos palcos como membro da Royal Shakespeare Company a partir da década de 1960. Porém, foi somente depois de ser contratado, aos 47 anos, para “Star Trek: A Nova Geração” que ele alcançou a fama no mainstream, atuando até os 80 anos.
Anos depois, inicialmente, Stewart também hesitou em ser escalado para o papel do mutante cadeirante Professor X nos filmes dos “X-Men”, baseados no popular personagem dos quadrinhos da Marvel.
“Eu disse: ‘Olha, eu sei que isso não é ficção científica, mas é fantasia, e eu já fiz isso’. Mas eles me convenceram de que não seria como ‘Star Trek’, então eu aceitei. E mais uma vez, me enganei”, disse Stewart ao The Guardian.
Posteriormente, ao aceitar o desafio, ele se tornou uma peça fundamental de outra franquia milionária, começando com o primeiro filme, “X-Men”, em 2000, e seguido por vários outros lançamentos.
Além de diversos fãs e amigos enlutados, Patrick Stewart deixa a esposa, Sunny Ozell, com quem foi casado por 13 anos, e dois filhos, Daniel e Sophie, frutos do seu primeiro casamento com a atriz Sheila Falconer.
*Com informações e sob supervisão de Ana Beatriz Dias, da CNN Brasil.
Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”
O ator Patrick Stewart, conhecido por seu personagem em “X-Men”, o professor Xavier, morreu aos 86 anos após enfrentar complicações decorrentes da doença de Alzheimer e da demência com corpos de Lewy. Segundo informações publicadas em suas redes sociais, o ator faleceu em sua casa na última quarta-feira (28).
“Anunciamos com grande pesar o falecimento de Sir Patrick Stewart ontem, em sua casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos de sua amada esposa, Sunny, após uma breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e a demência com corpos de Lewy”, informaram.
O professor Xavier, de “X-Men”, não foi o único personagem de sucesso interpretado pelo ator, que também deu vida ao capitão Jean-Luc Picard na série de televisão “Star Trek”. Nos comentários, diversos fãs lamentaram a morte. “Devastado. Um dos maiores atores da nossa geração e uma inspiração constante para mim. Obrigado, Sir Patrick Stewart”, escreveu um internauta.
Patrick teve uma longa carreira no teatro clássico. Apesar disso, os filmes e as séries de ficção científica dos quais participou foram responsáveis por consolidar seu sucesso como ator. A CNN Brasil reuniu os principais papéis de Patrick ao longo da carreira. Confira:
Interpretou o lendário capitão Jean-Luc Picard, comandante da nave estelar USS Enterprise-D, conhecido por sua liderança diplomática, intelectualidade e firmeza moral. Ao contrário do capitão Kirk, da série clássica, que era mais impulsivo e focado em ação, Picard é um filósofo, arqueólogo e estrategista que prefere a negociação e a diplomacia antes de recorrer às armas.
Retomou o papel de Jean-Luc Picard em uma fase mais madura do personagem. O capitão está no final de sua vida, profundamente desiludido e afastado da Frota Estelar, lidando com o luto, o envelhecimento e o peso de suas escolhas passadas.
Minissérie na qual interpretou o capitão Ahab, papel que lhe rendeu indicações ao Emmy e ao Globo de Ouro. A minissérie é considerada uma das adaptações para a TV mais fiéis e imponentes do clássico livro de Herman Melville. Dividida originalmente em dois episódios, a produção se destaca pela atuação magnética de Patrick Stewart. Seu personagem é um homem devorado pelo ódio e guiado por uma obsessão autodestrutiva: caçar Moby Dick, a lendária baleia branca que arrancou sua perna.
Na franquia dos mutantes da Marvel, Patrick Stewart deu vida ao professor Charles Xavier (Professor X), líder telepata, mentor e coração dos X-Men. Ele se tornou a personificação perfeita do personagem dos quadrinhos. Ele defende o sonho de uma convivência pacífica entre humanos e mutantes, servindo como contraponto idealista ao seu melhor amigo e rival, Magneto (Ian McKellen), que prefere a linha-dura e a guerra.
Após o fim da série de TV “A Nova Geração”, “Star Trek” migrou para o cinema. Diferentemente do ritmo episódico e altamente filosófico da TV, os filmes da franquia focaram muito mais na ação e nos efeitos especiais. No cinema, o capitão Picard precisou se transformar em um “herói de ação”. Ele corre, atira com rifles a laser e entra em combates físicos.
Patrick Stewart participou da ambiciosa adaptação do livro de Frank Herbert, dirigida por David Lynch. Ele interpretou Gurney Halleck, o mestre de armas da Casa Atreides e um dos mentores militares mais leais do jovem Paul Atreides (Kyle MacLachlan). O filme dividiu opiniões por seu visual exótico e roteiro apressado, bem diferente da versão recente de Denis Villeneuve.
Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”
O ator Patrick Stewart, conhecido por dar vida ao professor Xavier na franquia “X-Men”, morreu aos 86 anos. Nos filmes da Marvel, o personagem depende de uma cadeira de rodas para se locomover; no entanto, a limitação física era restrita às telas e ao papel.
A notícia da morte do artista foi compartilhada nas redes sociais, em que dizia que o astro faleceu em casa na última quarta-feira (28), após uma batalha contra a doença de Alzheimer e a demência.
“Anunciamos com grande pesar o falecimento de Sir Patrick Stewart ontem em casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos da amada esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e a demência corporal de Lewy”, citaram.
Em entrevista ao The Guardian, Stewart abordou o debate atual sobre se atores sem deficiência deveriam interpretar personagens com deficiência. Ele observou que, embora o argumento a favor da representação autêntica “venha de uma ótima intenção”, acreditava que restringir esses papéis seria uma “resistência à criatividade” e poderia privar o público de grandes atuações.
O argumento, segundo o portal, é que um ator ainda pode alcançar a “verdade” fingindo algo que não vivenciou? “Isso está absolutamente correto. A realidade teatral é muito mais complexa do que algumas pessoas pensam. Se as regras de ‘autenticidade’ tivessem existido nos últimos 100 anos, teríamos perdido muitas performances. Eu ainda quero explorar tudo como ator”, citou na ocasião.
Além disso, durante uma participação no programa “Late Night with Conan O’Brien”, Patrick Stewart contou, em tom de brincadeira, que, após o término das filmagens do primeiro filme dos “X-Men”, o estúdio leiloou a cadeira de rodas personalizada do personagem. Ela foi comprada pelo próprio advogado. Quando o estúdio começou a filmar “X-Men 2” e precisou da cadeira de volta, o advogado a alugou para o estúdio por uma quantia considerável.
Além do papel como mentor na franquia de sucesso da Marvel, Stewart também ficou conhecido pelo papel como Capitão Jean-Luc Picard na longa série de televisão “Star Trek”.
Nas redes sociais, além de uma homenagem ao ator, a família de Patrick resgatou um trecho da biografia “Making It So: A Memoir”. “Como eu, Jean-Luc viveu uma vida incomum, que o levou muito além dos limites da experiência humana normal. Mas ele também é alguém que se manteve fiel às raízes terrenas, pois são elas que lhe deram sua identidade. No fim, ele sente o chamado do lar, assim como eu.”
Nos comentários, diversos fãs lamentaram a morte. “Devastado. Um dos maiores atores da nossa geração e uma inspiração constante para mim. Obrigado, Sir Patrick Stewart”, citou um internauta. “Eu esperava que esse dia nunca chegasse. Adeus… uma das nossas almas mais brilhantes”, citou outro. “Descanse em paz, professor. Vai deixar saudades”, escreveu um terceiro.
Stewart casou-se três vezes e teve dois filhos. O terceiro casamento, em 2013, foi com a musicista americana Sunny Ozell.
Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”
O ator Patrick Stewart saiu da pobreza na Inglaterra para se tornar um aclamado ator do teatro shakespeariano e, mais tarde, alcançou a fama mundial como o erudito Capitão Jean-Luc Picard na série de TV “Star Trek: A Nova Geração” e como o telepata Professor Charles Xavier nos filmes dos “X-Men”, morreu aos 86 anos.
Stewart, que recebeu o título de cavaleiro (Sir) em 2010 pelas mãos da Rainha Elizabeth II por suas contribuições à arte dramática, faleceu em sua casa em Los Angeles, de acordo com um comunicado publicado em sua conta no X (antigo Twitter).
“Anunciamos com grande tristeza o falecimento de Sir Patrick Stewart ontem, em sua casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos de sua querida esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada contra a Doença de Alzheimer e a demência por corpos de Lewy“, dizia a nota.
Stewart tornou-se ator aos 18 anos e ganhou reconhecimento nos palcos como membro da Royal Shakespeare Company a partir da década de 1960.
Mas foi só depois de ser contratado aos 47 anos para “Star Trek: A Nova Geração” — série de TV exibida entre 1987 e 1994 como continuação da obra original dos anos 1960 — que ele alcançou o grande público, atuando até passar dos 80 anos.
“Faça acontecer”, dizia frequentemente seu personagem Picard ao dar ordens a um subordinado, ou às vezes usando o bordão “Engajar”.
Foi um papel que ele chegou a hesitar em aceitar, depois que seu grande amigo e também ator shakespeariano Ian McKellen o aconselhou a recusar “Star Trek” e permanecer no teatro.
Stewart aceitou o papel e se tornou tanto um favorito dos fãs quanto parte indispensável de uma lucrativa franquia de ficção científica, interpretando Picard não apenas em 176 episódios ao longo de sete temporadas da série, mas também em vários filmes de “Star Trek” e, posteriormente, na série de streaming “Star Trek: Picard”, lançada em 2020, quando ele tinha 79 anos.
“À medida que as sete temporadas da Nova Geração passavam, a distinção entre Jean-Luc Picard e Patrick Stewart ficava cada vez mais tênue, até que se tornou impossível para mim saber onde ele terminava e eu começava. Muito do que eu acreditava e sentia foi parar naquela série”, disse Stewart ao jornal The Guardian em 2022.
Stewart também hesitou inicialmente em aceitar o papel do mutante e usuário de cadeira de rodas, Professor X, nos filmes “X-Men”, baseados nos populares quadrinhos da Marvel.
“Eu disse: ‘Olha, eu sei que isso não é ficção científica, é fantasia, e eu já fiz isso’. Mas eles me convenceram de que não seria como ‘Star Trek’, então eu aceitei. E, mais uma vez, provei estar errado”, disse Stewart ao The Guardian.
Ele se tornou peça fundamental de outra franquia bilionária a partir do primeiro “X-Men”, em 2000, seguido por diversos outros filmes.
Stewart nasceu em 13 de julho de 1940, na cidade inglesa de Mirfield, em Yorkshire.
Foi criado na pobreza, com um pai que, segundo ele, voltou da Segunda Guerra Mundial alcoólatra e sofrendo de estresse pós-traumático, agredindo fisicamente a mãe de Stewart. O ator lembrava de colocar seu próprio corpo entre o pai e a mãe para tentar protegê-la.
Quando criança, disse Stewart, atuar tornou-se um “porto seguro” depois que um professor de escola o apresentou a Shakespeare — especificamente “O Mercador de Veneza” — durante uma aula quando ele tinha 12 anos.
Ele começou a perder o cabelo aos 17 e estava completamente calvo aos 19. Ficou envergonhado na época, mas acabou aceitando a calvície.
“Star Trek”, criada por Gene Roddenberry, apresentava uma visão esperançosa do futuro, com a humanidade aventurando-se pelo cosmos em naves espaciais que superavam a velocidade da luz e encontrando raças alienígenas.
A popularidade duradoura da série original e o sucesso dos filmes derivados levaram Roddenberry a criar a sequência “A Nova Geração”.
O personagem Picard era o oposto do destemido e, por vezes, não intencionalmente caricato Capitão James T. Kirk (interpretado por William Shatner na série original) — pensado para ser mais cerebral e disciplinado, embora às vezes parecesse rígido, sem humor ou prepotente.
Stewart lembrava-se de ser um pouco sério demais com seus colegas de elenco no início.
“Conto a história de quando convoquei uma reunião com os atores principais e disse que achava que não éramos disciplinados o suficiente, que não deveríamos brincar tanto no set, mas sim levar tudo a sério”, disse Stewart ao The New Yorker em 2023.
“E um dos atores disse: ‘Ah, qual é, Patrick, a gente tem que se divertir um pouco’. Eu bati no braço da cadeira e disse: ‘Não estamos aqui para nos divertir’ — o que eles nunca me deixaram esquecer. Eles me ensinaram muito sobre descontrair e ser mais livre”, acrescentou Stewart.
Stewart também sentia que a série melhorou com o tempo, criticando sua própria interpretação de Picard nas duas primeiras temporadas.
“Achei que faltava intimidade. Era muito autoritário, mas havia poucas outras qualidades nele”, disse Stewart, acrescentando que seu trabalho melhorou nas temporadas seguintes.
Na verdade, o melhor trabalho de todo o elenco pode ter sido o final da série em duas partes, envolvendo viagens no tempo.
Ele se tornou Sir Patrick Stewart quando foi condecorado pela rainha no Palácio de Buckingham em 2010. Ele disse a jornalistas que seus heróis eram os atores britânicos Laurence Olivier, John Gielgud e Alec Guinness, que também haviam sido condecorados, acrescentando que estar “nessa companhia é a maior honra que já me aconteceu profissionalmente”.
Stewart foi casado três vezes e teve dois filhos. Seu terceiro casamento, em 2013, foi com a música americana Sunny Ozell.
Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”
Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”, morreu aos 86 anos. A informação foi compartilhada em suas redes sociais, em que informam que o astro faleceu em sua casa na última quarta-feira (28), após uma batalha contra a doença de Alzheimer e a demência.
“Anunciamos com grande pesar o falecimento de Sir Patrick Stewart ontem em sua casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos de sua amada esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e a demência corporal de Lewy”, citaram.
Na sequência, eles detalham: “Ele foi mantido no abraço caloroso da família e amigos, cercado por música ao vivo, oração, lágrimas, risos e o tipo de emoção profunda que só ele poderia inspirar depois de uma vida inteira de devoção a todos nós. Nós sempre valorizaremos a facilidade pacífica e o reflexo em seu rosto, um lembrete duradouro de sua graça invencível”.
Além do papel como mentor na franquia de sucesso da Marvel, Stewart também ficou conhecido por seu papel como Capitão Jean-Luc Picard na longa série de televisão “Star Trek”.
Nas redes sociais, além de uma homenagem ao ator, a família de Patrick resgatou um trecho de seu livro, “Making It So: A Memoir”. “Como eu, Jean-Luc viveu uma vida incomum, que o levou muito além dos limites da experiência humana normal. Mas ele também é alguém que se manteve fiel às suas raízes terrenas, pois são elas que lhe deram sua identidade. No fim, ele sente o chamado do lar, assim como eu.”
Nos comentários, diversos fãs lamentaram a morte. “Devastado. Um dos maiores atores da nossa geração e uma inspiração constante para mim. Obrigado Sir Patrick Stewart”, citou um internauta. “Eu esperava que esse dia nunca chegasse. Adeus… uma das nossas almas mais brilhantes”, citou outro. “Descanse em paz, professor. Vai deixar saudades”, escreveu um terceiro.
Stewart tornou-se ator aos 18 anos e ganhou reconhecimento nos palcos como membro da Royal Shakespeare Company a partir da década de 1960. Mas foi somente depois de ser contratado, aos 47 anos, para “Star Trek: A Nova Geração” — uma série de TV que foi ao ar de 1987 a 1994 como uma sequência da série original “Star Trek” da década de 1960 — que ele alcançou a fama no mainstream, atuando até os 80 anos.
Era um papel que ele havia hesitado em aceitar, depois que seu amigo de longa data e também ator shakespeariano, Ian McKellen, o aconselhou a rejeitar “Star Trek” e permanecer no teatro.
Stewart aceitou o papel e se tornou um dos favoritos dos fãs e uma parte indispensável de uma lucrativa franquia de ficção científica, interpretando Picard não apenas em 176 episódios ao longo de sete temporadas da série, mas também em vários filmes de “Star Trek” e na série de streaming “Star Trek: Picard”, que começou a ser exibida em 2020, quando ele tinha 79 anos.
Inicialmente, Stewart também hesitou em ser escalado para o papel do mutante cadeirante Professor X nos filmes dos “X-Men”, baseados no popular personagem dos quadrinhos da Marvel.
“Eu disse: ‘Olha, eu sei que isso não é ficção científica, mas é fantasia, e eu já fiz isso’. Mas eles me convenceram de que não seria como ‘Star Trek’, então eu aceitei. E mais uma vez, me enganei”, disse Stewart ao The Guardian.
Ele se tornou uma peça fundamental de outra franquia milionária, começando com o primeiro filme, “X-Men”, em 2000, e seguido por vários outros.
Stewart casou-se três vezes e teve dois filhos. Seu terceiro casamento, em 2013, foi com a musicista americana Sunny Ozell.
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O filme “A Bola Preta” (“La Bola Negra”), dirigido por Javier Calvo e Javier Ambrossi e cotado para disputar o Oscar 2027, está entre os destaques da programação do 34º Festival MixBrasil, que acontece de 11 a 22 de novembro, em São Paulo. Considerado o maior festival cultural LGBTQIA+ da América Latina, o evento reúne produções nacionais e internacionais que exploram diferentes identidades e formas de expressão.
“A Bola Preta” foi vencedora do prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes 2026 e conquistou o Prêmio do Público no Festival de Toronto. No Brasil, o longa abriu a 28ª edição do Festival do Rio e tem estreia marcada para 14 de janeiro de 2027 nos cinemas.
A produção acompanha três homens cujas vidas estão conectadas pelo desejo, pela dor e pela herança ao longo de diferentes períodos históricos: 1932, 1937 e 2017.
No elenco, estão Penélope Cruz (“O Convite”), Glenn Close (“Atração Fatal”), Guitarricadelafuente e Miguel Bernardeau (“Elite”).
Além do longa espanhol, a programação internacional incluirá títulos como “A Greve”, “Adeus, Amor”, “Agroqueer”, “Barbara Forever” e “Este Corpo Meu”.
Entre as produções brasileiras, 84 obras foram selecionadas entre 614 inscrições, representando 16 estados e o Distrito Federal. A seleção contempla longas, médias e curtas-metragens, além de séries.
A programação completa, com dias e horários dos filmes, será lançada em breve no site oficial do Festival MixBrasil.
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“Jogos Vorazes: O Amanhecer da Colheita” só chega em 19 de novembro nos cinemas brasileiros, mas alguns críticos especializados já puderam conferir o mais novo filme da franquia distópica de sucesso e, até o momento, o destacam como uma “adaptação perfeita”.
As primeiras impressões começarão a sair nas redes sociais e “Jogos Vorazes: O Amanhecer da Colheita” já está sendo aclamado. A trama é ambientada 24 anos antes dos acontecimentos do primeiro livro da saga, quando Katniss (Jennifer Lawrence) e Peeta (Josh Hutcherson) participaram dos Jogos Vorazes pela primeira vez.
O novo período abordado no universo fictício é conhecido como “Massacre Quaternário“, quando 48 tributos dos 12 distritos foram convocados para os jogos, incluindo Haymitch Abernathy.
Griffin Schiller, do DiscussingFilm, chamou o longa de “Rogue One” e “Andor” da franquia “Jogos Vorazes”, fazendo referência a filmes renomados do universo de “Star Wars”.
“É uma história sóbria, porém poderosa, sobre perdas devastadoras e o preço necessário da rebelião por um amanhecer que talvez nunca vejamos. Como um grande fã da série e especialmente deste livro, não poderia ter pedido uma adaptação mais perfeita.”
“Ancorado por atuações incríveis (Zada é uma estrela), este thriller emocional aborda com maestria os temas do custo da revolução e de como todos precisamos fazer a nossa parte”, escreveu Gavin Spoors, do FilmCritics UK, por sua vez.
Há, ainda, outros destaques para a atuação de Joseph Zada.
“Um dos maiores destaques? Joseph Zada”, escreveu Perri Nemiroff, do Collider. “Eu tinha grandes expectativas para ele depois de assistir ‘Mentirosos’, mas ele me deixou de queixo caído várias vezes. Sua capacidade de capturar o calor e o charme de Haymitch e, em seguida, entrelaçá-los com a raiva e a dor que ‘Jogos Vorazes’ desperta é soberba. Grande parte deste filme está sobre seus ombros, e ele se sai brilhantemente em cada detalhe. Este é apenas o começo para Zada.”
O elenco principal do novo filme conta com Zada, na versão mais jovem de Abernathy, Mckenna Grace (Maysilee Donner) e Whitney Peak (Lenore Dove Baird).
Além dos atores principais da narrativa, o elenco também conta com Kieran Culkin e Maya Hawke como Caesar Flickerman e Wiress, respectivamente; Elle Fanning como Effie; Jesse Plemons como Plutarch Heavensbee; Kelvin Harrison como Beetee e Lili Taylor como Mags.
“Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita” estreia em 19 de novembro nos cinemas.
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Ao longo dessa trajetória, o festival já alcançou cerca de 2,5 milhões de espectadores e se consolidou como o principal evento nacional dedicado à cinematografia francesa.
Neste ano, a programação ocupa aproximadamente 100 cinemas e reúne comédias, dramas, suspenses políticos, animações e documentários. Os valores dos ingressos variam de acordo com o local de exibição.
Na curadoria desde a primeira edição, a francesa Emmanuelle Boudier vive há 22 anos no Brasil. Para ela, apresentar filmes de diferentes países é uma forma de estimular o pensamento crítico, especialmente em um cenário no qual a diversidade de perspectivas se torna cada vez mais necessária.
Segundo ela, o festival procura oferecer alternativas a uma programação frequentemente dominada pelo cinema norte-americano.
“O cinema faz com que a gente abra a mente para coisas que não conhecemos.”
Entre os destaques desta edição está De Gaulle: A França Livre, de Antonin Baudry. A obra acompanha a decisão do general Charles de Gaulle de organizar a resistência francesa depois da derrota do país diante da Alemanha nazista, em 1940. Para Emmanuelle Boudier, a escolha tem relação direta com o momento atual.
“É uma mensagem de que nunca devemos desistir dos nossos ideais, da nossa liberdade, da democracia.”
A programação também inclui o thriller político Júpiter, de Alexandre Smia, exibido fora de competição no Festival de Veneza de 2026. A trama acompanha um presidente recém-eleito diante de uma crise internacional que ameaça desencadear uma guerra nuclear.
O filme será exibido no Brasil antes da estreia francesa, prevista para 18 de novembro.
A curadora explica que a seleção deste ano procurou equilibrar filmes mais densos com produções leves, capazes de oferecer momentos de diversão.
Um dos destaques é O Beijo Elétrico (La Vénus électrique), de Pierre Salvadori, comédia romântica ambientada em Paris, em 1928, que abriu o Festival de Cannes de 2026.
O filme acompanha Antoine Balestro, um pintor que perde a inspiração após a morte da esposa e tenta entrar em contato com ela por meio de uma vidente. O que ele não sabe é que a mulher participa de uma farsa para ajudá-lo a recuperar a criatividade.
Outra comédia é Bem-vindos à La Comédie-Française, de Martin Darondeau e Bertrand Usclat. A história acompanha Nina, uma diretora que está prestes a estrear na tradicional companhia teatral francesa, mas precisa lidar com atrasos, problemas técnicos e desentendimentos que ameaçam a apresentação.
O longa recebeu quatro prêmios no Festival Internacional de Cinema de Comédia de l'Alpe d'Huez e superou 900 mil espectadores na França.
Para Emmanuelle Boudier, a comédia francesa encontra boa receptividade entre os brasileiros.
O suspense O Fantasma da Ópera (Le Fantôme de l'Opéra), de Alexandre Castagnetti, ambienta sua história nos recantos do Palais Garnier, em Paris. A trama acompanha uma jovem bailarina envolvida em uma história de amor, mistério e acontecimentos inexplicáveis.
A seleção também traz o curta-metragem Duas Pessoas Trocando Saliva (Deux personnes échangeant de la salive), de Natalie Musteata e Alexandre Singh, vencedor do Oscar de 2026 de melhor curta-metragem em live action.
Ambientada em uma sociedade repressiva, a história acompanha duas mulheres que se aproximam em um contexto no qual o beijo é proibido e punido com a morte.
Além de apresentar filmes ao público, o festival busca fortalecer a relação entre as indústrias audiovisuais brasileira e francesa. Uma das iniciativas é o laboratório de escrita de roteiros, que promove encontros entre roteiristas dos dois países.
De acordo com Emmanuelle Boudier, a organização recebeu mais de 150 projetos este ano e selecionou 15 produções. O laboratório estimula a troca de experiências e pode abrir caminho para futuras parcerias e coproduções.
Moradora do Rio de Janeiro há mais de duas décadas, ela diz que a experiência transformou sua própria identidade. Foi no Brasil que criou os três filhos e construiu uma relação afetiva com a cidade. “Às vezes me sinto muito carioca e também muito parisiense.”
Para ela, viver entre culturas diferentes é uma oportunidade de conhecer outras perspectivas e ampliar a própria visão de mundo, princípio que também orienta o festival.

Em 2026, o LEFFEST – Lisboa Film Festival celebra uma data redonda: 20 edições e uma longa história marcada por retrospetivas, estreias mundiais e filmes estreados ou premiados ao longo do ano nos principais festivais internacionais.
O festival decorre de 6 a 15 de novembro e dissemina a programação por cinco salas da cidade. Aos espaços habituais do Cinema Medeia Nimas, Cinema São Jorge, Teatro do Bairro e Culturgest junta-se, nesta edição, o Cinema NOS Vasco da Gama, no Parque das Nações. Se, nos tempos que correm, ir à sala de cinema pode ser considerada uma opção de nicho, a inclusão de uma sala da NOS num recinto comercial vem demonstrar que, afinal, pode não ser bem assim.
A programação, como sempre, é eclética. Não se pretende agradar a todos, antes exibir obras cinematográficas que, na perspetiva de quem programa – o produtor Paulo Branco – merecem a atenção do público. Na Seleção Oficial, estão 11 filmes em competição. Entre eles, “Mariage au goût d”orange”, do francês Christophe Honoré, “Os Christophers”, do norte-americano Steven Soderbergh, e “Scherzetto”, do italiano Mario Martone. O romeno Radu Jude também faz parte da lista, com o “Diário de uma Criada de Quarto”, numa reinterpretação do clássico de Octave Mirbeau, assim como o mexicano Fernando Eimbcke, que traz ao LEFFEST a obra “Moscas”, reconhecida no Festival de Berlim.
Em competição estarão, também, a cineasta alemã Valeska Grisebach com “The Dreamed Adventure”, galardoada em Cannes, a austríaca Sandra Wollner com “Everytime”, distinguida na secção Un Certain Regard, e o russo Kantemir Balagov com “Butterfly Jam”. A representação latino-americana fica a cargo de “La perra”, da chilena Dominga Sotomayor, enquadrada na secção Quinzena dos Cineastas. A fechar a competição estará “Notre Salut”, do belga Emmanuel Marre, e “Ela Olhava Sem Nada Ver”, que leva a assinatura da atriz e realizadora francesa Fanny Ardant.
O LEFFEST não é feito apenas de competição entre cinematografias. Também acolhe antestreias fora de concurso e produções premiadas no circuito dos festivais ao longo do ano. Destaque para “Soudain”, de Ryusuke Hamaguchi, cujas intérpretes foram distinguidas em Cannes, “Bajañí”, do espanhol Fernando Trueba, “Coward”, do belga Lukas Dhont, “Fatherland”, do polaco Paweł Pawlikowski, e “Ink”, do britânico Danny Boyle, que abriu o Festival de Veneza.
O premiado e deliciosamente controverso cineasta dinamarquês Lars von Trier será objeto de uma retrospetiva praticamente integral da sua filmografia. E não será a única. Kelly Reichardt, Sophie Letourneur e o português Tiago Guedes, todos com presença confirmada em Lisboa, também verão as suas obras exibidas no LEFFEST, a que se soma o ciclo dedicado ao realizador sul-coreano Lee Chang-dong.
O júri da Seleção Oficial é presidido pelo realizador canadiano David Cronenberg, que estará em Lisboa para falar sobre o seu filme “M. Butterfly”, de 1993, numa conversa aberta ao público com a atriz Barbara Sukowa. Numa extensa lista de presenças o LEFFEST já anunciou que Abel Ferrara e Béatrice Dalle estarão na apresentação de “Salò, ou os 120 Dias de Sodoma”, de Pier Paolo Pasolini.
Frédéric Bonnaud, diretor-geral da Cinemateca Francesa, é outra das presenças confirmadas. A ele caberá falar sobre o filme “The Stranger”, de Orson Welles. Já a exibição de “My Brother’s Wedding” será acompanhada por Charles Burnett, figura central do movimento L.A. Rebellion. O cineasta britânico Mike Leigh marcará presença à distância para apresentar “Tender Loving Care”.
Como já é habitual, o LEFFEST propõe um programa que ultrapassa os limites da sala de cinema, criando pontes com outras artes e disciplinas. Consulte aqui tudo o que vai acontecer nos dez dias do festival.
A experiência junta uma refeição a 230 metros de profundidade e visita à coleção de Santa Bárbara. A primeira sessão pública está marcada para 12 de novembro.
O conteúdo Marmitas dos antigos mineiros inspiram almoços na mina de sal-gema de Loulé aparece primeiro em Barlavento.
O clássico “A Paixão de Cristo” retorna aos cinemas brasileiros no próximo dia 10 de dezembro em resolução 4K.
Estrelado por Jim Caviezel, 58, ator que vai interpretar o ex-presidente Jair Bolsonaro, 71, em “Dark Horse”, o filme acompanha as últimas doze horas da vida de Jesus Cristo, desde a agonia no Jardim das Oliveiras até a crucificação.
Lançado originalmente em 2004, com direção de Mel Gibson, o longa, conhecido por sua abordagem intensa, retrata o sofrimento e evidência temas como amor, sacrifício, perdão e redenção, centrais à fé cristã.
Na época, a estreia de “A Paixão de Cristo” se tornou um grande acontecimento religioso e cultural. No Brasil, igrejas organizaram sessões exclusivas, reservaram salas inteiras e promoveram a venda antecipada de ingressos entre suas comunidades.
A comoção entre espectadores católicos e protestantes marcou a repercussão do longa, que ultrapassou US$ 600 milhões em bilheteria mundial e se consolidou como um marco na relação entre fé e cinema.
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Elisa Tolomelli, produtora executiva de “Cidade de Deus” e “Central do Brasil”, fará um filme de terror slasher. O longa-metragem nasce do curta de terror “A Última Fita”, criado por Caroline Adrielli.
O projeto está em desenvolvimento em parceria com a Inova Filmes. “Escolhi produzir esse filme porque vi na história potencial para um longa e, na Carol, clareza sobre o que e como quer contar. Assisti ao curta e ele me mostrou que ela compreende a linguagem do terror e consegue realizá-la mesmo com poucos recursos. Essa capacidade pesou na minha decisão. Vamos desenvolver esse universo e dar à história as condições de realização que ela merece”, afirma Elisa Tolomelli.
Com 18 minutos e finalizado em julho de 2026, o curta já soma seis prêmios internacionais em festivais de cinema, com reconhecimentos que incluem Melhor Direção e Melhor Roteiro.
Na história, cinco jovens alugam uma casa de temporada e encontram fitas VHS que registram crimes brutais cometidos no local na década de 90. Isolados e sem sinal telefônico, percebem que o assassino continua por perto e que podem ser os próximos a aparecer nas gravações.
O público poderá conhecer o curta que deu origem ao projeto do longa-metragem em uma sessão especial de Halloween. “A Última Fita” terá sua estreia em São Paulo no sábado (31), às 18h30, no Museu da Imagem e do Som (MIS-SP), em um evento gratuito e aberto ao público.
O terror slasher se tornou um dos subgêneros mais populares do terror a partir dos anos 1970. Ele é ideal para quem gosta de ver muitas mortes na frente da tela. Normalmente apresenta um assassino psicopata que assassina violentamente uma série de pessoas do elenco.
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*Publicado por Ana Beatriz Dias, da CNN Brasil
Em meio ao avanço da inteligência artificial na indústria cinematográfica, “O Bosque Selvagem” surge como uma celebração da arte feita por mãos humanas. O animador brasileiro Thiago Calçado, que integra a equipe da nova produção em stop-motion do estúdio Laika (“Coraline”, “Paranorman”), acredita que o filme representa uma defesa da arte feita por humanos. A obra estreia nesta quinta-feira (29) nos cinemas brasileiros.
Em entrevista à CNN Brasil, o profissional, que também trabalhou em produções como “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016) e “Pinóquio” (2022), de Guillermo del Toro, destacou a importância do trabalho artesanal por trás da animação, que levou cerca de cinco anos para ser produzida.
“Eu acho que esse filme é uma bandeira do tipo pró-arte, feito pelas mãos de artistas, de humanos para humanos. Vai ser uma bandeira”, afirmou.
Calçado também criticou o uso crescente da inteligência artificial na criação artística e ressaltou que o cuidado dos profissionais envolvidos na produção é um dos principais diferenciais do longa.
“A IA está tomando conta de uma maneira muito vazia, e esse filme vem para mostrar como é possível fazer arte, dar alma para uma história, sendo feita por artistas que estão lá se dedicando há cinco anos. Não é algo vazio, efêmero. É para apreciar, ver os detalhes, o cuidado na atuação dos personagens, cenário, iluminação, ritmo da história”, declarou.
O resultado de “O Bosque Selvagem” evidencia características da criação humana que, em sua avaliação, ainda estão distantes das possibilidades oferecidas pela tecnologia.
“É uma coisa única que, por enquanto, a IA está muito longe de atingir. Eu não acho que a IA é uma ameaça depois de ver um filme como esse“, completou.
Dirigido por Travis Knight, o longa contou com mais de mil profissionais ao longo de seu desenvolvimento e exigiu a construção de 132 cenários físicos, 233 bonecos e mais de 142 mil rostos substituíveis, utilizados para reproduzir as expressões dos personagens quadro a quadro.
Ao todo, foram 231 semanas de produção para dar vida à história, que acompanha uma jovem em uma jornada por uma floresta misteriosa. O filme aborda temas como amor, luto e os limites das escolhas humanas.
Responsável por sucessos como “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), a Laika é conhecida pela aposta no stop-motion, técnica que utiliza bonecos e cenários físicos fotografados quadro a quadro para criar a ilusão de movimento, combinando o trabalho artesanal com recursos tecnológicos.
“O Bosque Selvagem” chega aos cinemas com 99% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e já é apontado como um possível concorrente ao Oscar 2027 de Melhor Animação.
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Botta e risposta serratissimo tra Massimo D’Alema e Lilli Gruber a Otto e mezzo, su La7. L’ex premier, oggi presidente della fondazione Italianieuropei, è ospite della trasmissione per presentare il suo nuovo libro, “Eravamo comunisti”, edito da Feltrinelli. Ma la conduttrice lo incalza ripetutamente sulle difficoltà del campo progressista, sulle divisioni tra Pd e M5s, sull’assenza di un programma comune e sulle primarie. D’Alema replica, si spazientisce, rivendica le proprie opinioni, mentre a seguire la schermaglia, divertito, c’è anche il filosofo Massimo Cacciari, altrettanto critico nei confronti del centrosinistra.
La discussione parte dalla difficoltà delle opposizioni a intercettare il disagio delle nuove generazioni. “Perché questo centrosinistra non riesce a rappresentare questi giovani?”, domanda Gruber. “Il suo è un giudizio molto drastico”, obietta D’Alema. “Lo dicono gli stessi giovani”, ribatte la giornalista. A rincarare la dose interviene Cacciari, che critica il Pd e l’intero campo progressista per la loro incapacità di organizzarsi e di affrontare questioni decisive come la scuola e i “salari da fame” dei giovani precari. Il filosofo richiama l’esperienza del vecchio Partito comunista, sottolineando la distanza tra la sua capacità di presenza nella società e quella dell’attuale sinistra.
D’Alema prova a ridimensionare le critiche: “Non voglio fare la difesa d’ufficio del Pd, però si sono battuti per il salario minimo e per la difesa della sanità pubblica“. Ammette che la risposta delle opposizioni potrebbe essere insufficiente rispetto alla gravità della situazione del Paese, ma invita Gruber a rivolgere quelle contestazioni ai diretti interessati: “Lei dedicherà una bella serata a questi argomenti, chiamerà qui Schlein e Conte e chiederà conto a loro“.
La risposta della conduttrice è pungente: “Sì, quando decideranno di venire qui e di farsi fare qualche domanda, molto volentieri”. Poi torna alla carica: il campo largo, sostiene, non ha un programma condiviso, manca l’unità e le divisioni sono particolarmente evidenti sulla guerra.
D’Alema osserva che anche nella maggioranza di governo esistono divergenze sul tema, a suo giudizio ancora più gravi. Ma Gruber insiste sulle difficoltà dell’opposizione. E l’ex premier lascia trasparire una prima dose di insofferenza: “La prossima volta scriverò un libro sul campo largo, così approfondiremo qui la tematica”.
La battuta non ferma la giornalista: “Glielo devo chiedere perché le elezioni politiche saranno praticamente dopodomani”. “Lei non deve nulla. Lei fa giustamente quello che vuole, non quello che deve”, ribatte D’Alema. “La devo riportare al campo largo”, insiste Gruber. “Credevo che qui dovessimo parlare del mio nuovo libro“, osserva sarcasticamente l’ex presidente del Consiglio.
La conduttrice incalza: “Giorgia Meloni può dormire sonni tranquilli fin quando il centrosinistra non è unito”. L’ex premier sbotta: “Gentile amica, diciamo così, se avessi saputo di essere stato invitato a un comizio contro il campo largo mi sarei preparato. La questione è che lei ha una visione catastrofica dell’opposizione“. “Non lei, io”, interviene Cacciari, che ride di fronte allo scontro tra i due. “Sì, voi. Io sono più ottimista“, risponde D’Alema.
Gruber non demorde: “Lei ha detto che le primarie sono divisive. Quindi lei voterà alle primarie oppure no?”. D’Alema sbuffa, pronuncia un “Vabbè” e rimane per qualche secondo in silenzio, visibilmente seccato. “Non ho fatto una domanda scabrosa”, osserva la conduttrice. “No, no, no. Mi avvalgo della facoltà di non rispondere”, taglia corto D’Alema.
Poi arriva la spiegazione politica della sua contrarietà alla scelta preventiva del candidato premier: “Alle elezioni politiche i cittadini con il voto scelgono una coalizione e indicano anche quale partito vogliono che sia prevalente. Quindi, in una democrazia parlamentare, il presidente del Consiglio è il frutto del voto popolare, non di una decisione che viene presa prima dai partiti”. “Ma c’è questa nuova legge elettorale“, gli fa notare Gruber.
A questo punto, D’Alema pronuncia l’attacco più duro della serata: “Io la ritengo una finzione incostituzionale. Adesso si pronuncerà la Corte costituzionale, perché il tentativo di trasformare in modo surrettizio le elezioni politiche nell’elezione diretta del presidente del Consiglio è una truffa. È una truffa! Noi siamo governati da truffatori“.
D’Alema insiste soprattutto sulle prerogative costituzionali del capo dello Stato: “Oltretutto in questa legge truffa hanno dovuto scrivere: ‘Fermo restando le prerogative del capo dello Stato’. L’articolo 92 dice che è il capo dello Stato a indicare i ministri. E quindi sostanzialmente crei un’illusione. Ma perché dobbiamo inseguirli sul terreno di una truffa? Questa è l’espressione di una cultura antidemocratica, perché la destra è destra”.
E rivolge un rilievo anche al centrosinistra: “Io sarei stato fermo, almeno fino alla pronuncia della Corte, e non mi sarei precipitato a scegliere il leader per una competizione elettorale in cui non si elegge il leader”. Gruber ne approfitta per tornare alla questione che attraversa tutta l’intervista: “Quindi Schlein e Conte si azzuffano inutilmente?”. È l’ennesimo pungolo che D’Alema mostra di non gradire. E arriva un’altra replica stizzita alla conduttrice: “Questa è la mia opinione. Gruber, se lei vuole polemizzare con Schlein e Conte, cosa che fa spesso, si trovi degli interlocutori adeguati“.
L'articolo D’Alema: “Siamo governati da truffatori”. E sbotta con Gruber: “Mi ha invitato a un comizio contro il campo largo?” proviene da Il Fatto Quotidiano.
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