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Messi no Newell’s? Jornalista argentino aponta possível retorno do craque

O astro Lionel Messi pode estar se preparando para um retorno ao futebol argentino. Segundo o jornalista Gonzalo Calvigioni, especialista na cobertura do Newell’s Old Boys, o camisa 10 estaria muito próximo de defender o clube que o revelou. A possibilidade seria para janeiro de 2027.

Em publicação nas redes sociais, Calvigioni informou que o assunto foi abordado primeiramente no programa Estadio 3, em Rosário.

Ele reforçou a projeção de data para o retorno do craque. “Lionel Messi nunca esteve tão perto de vir para o Newell’s. Seria em janeiro de 2027”, escreveu o jornalista.

Natural de Rosário, na Argentina, Messi iniciou sua jornada no futebol nas categorias de base do Newell’s Old Boys aos sete anos. Permaneceu no clube até os 13, antes de se mudar para a Espanha e integrar as categorias de base do Barcelona. Ele nunca atuou profissionalmente pela equipe argentina.

Fim da passagem pelo Inter Miami

Atualmente, o camisa 10 defende o Inter Miami, dos Estados Unidos. Contudo, o craque argentino teria decidido encerrar sua etapa na Major League Soccer (MLS) e se despedir do clube ao final da temporada de 2026, abrindo caminho para uma possível volta à sua terra natal.

Motivações para o retorno

Outra possível motivação para o retorno de Messi ao futebol sul-americano seria o provável fim de seu ciclo na seleção argentina. Os planos de futuro do astro teriam mudado, e a ideia de jogar pelo clube de seu coração começaria a ganhar força entre seus próximos.

Caso a volta de Messi ao futebol argentino se concretize, ele encontraria um de seus grandes companheiros de seleção jogando no rival do Newell’s. Ángel Di María, também campeão do mundo em 2022, retornou ao país natal para defender o Rosario Central, prometendo agitar ainda mais os clássicos locais.

Messi se torna acionista majoritário de clube da 2ª divisão espanhola

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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PSI avança impulsionado por Jerónimo Martins e BCP. Europa fecha maioritariamente em alta em dia de BCE

A bolsa lisboeta encerrou a sessão desta quinta-feira em terreno positivo, num dia marcado pelo otimismo generalizado nos mercados acionistas europeus, enquanto os investidores digeriam as decisões de política monetária e os dados macroeconómicos mais recentes. O índice PSI avançou 0,80%, fixando-se nos 9.319,57 pontos.

No índice nacional, o destaque positivo foi para a Jerónimo Martins, que liderou os ganhos ao valorizar 2,58% para 18,29 euros, seguida pelo BCP, que subiu 1,33% para 1,1050 euros. Ambas apresentaram contas do terceiro trimestre esta quarta-feira.

Do lado negativo, a Mota-Engil foi a única cotada a registar uma variação negativa relevante, cedendo 0,26% para 4,614 euros, num dia em que a generalidade dos títulos portugueses acompanhou a tendência altista europeia.‌

A nível europeu, o otimismo foi a tónica dominante, com a maioria dos principais índices a encerrar em alta. O índice pan-europeu Stoxx 600 registou um acréscimo de 0,82%, num movimento impulsionado pela expetativa em torno das decisões dos bancos centrais. O EuroStoxx 50, que agrega as maiores empresas da zona euro, fechou nos 6.212,35 pontos, uma subida de 0,72%.

Entre as principais praças, o DAX alemão destacou-se com um ganho de 1,45% para 26.076,22 pontos, seguido pelo CAC 40 francês, que avançou 1,05% para 7.970,00 pontos. O FTSE 100 britânico subiu 0,30% para 10.726,28 pontos, enquanto o FTSE MIB italiano registou um acréscimo de 0,39% para 50.017,50 pontos. A exceção foi o IBEX 35 espanhol, que contrariou a tendência e fechou em ligeira baixa de 0,16% para 18.852,69 pontos.‌

No seu habitual comentário de fecho, o Millennium investment banking destaca que “a generalidade das praças europeias encerrou em alta, num dia marcado por muitas contas empresariais e pelas decisões de política monetária do BCE. O Banco Central Europeu agiu como esperado e manteve as taxas de juro inalteradas, mas a grande surpresa foi o anúncio de saída antecipada da presidente Christine Lagarde, que ocorrerá a 7 de fevereiro de 2027″.

“O organismo afirmou que a inflação subjacente permanece amplamente estável, enquanto os efeitos totais do choque energético continuam a manifestar-se, reafirmando o seu compromisso de garantir que a taxa de inflação se estabilize na sua meta de médio prazo de 2%/ano”, acrescenta o analista do BCP. 

“De resto, a notar o disparo da Soitec, depois de notas de mercado darem conta de uma potencial compra da Lumentum pela Marvell Tecnology, mostrando apetite pelo setor de fotónica para data centers. Em Portugal BCP e Jerónimo .Martins reagiram positivamente a contas e lideraram os ganhos no PSI. Na vizinha Espanha o IBEX foi castigado pela Banca, onde as contas do BBVA mostraram fraqueza no mercado doméstico”, concluiu o analista Ramiro Loureiro.

A sessão foi assim pautada pela cautela dos investidores face às decisões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e da Reserva Federal (Fed) dos EUA. O BCE optou por manter as taxas de juro inalteradas, em linha com as expectativas, mas o anúncio de que a presidente Christine Lagarde deixará o cargo antecipadamente, em fevereiro de 2027, introduziu um elemento de incerteza adicional no mercado.

Os economistas antecipam agora uma nova subida das taxas de juro por parte da Fed na reunião de dezembro, o que, a concretizar-se, poderá encerrar o atual ciclo de aperto monetário. A atenção dos investidores voltar-se-á, nas próximas sessões, para os indicadores de inflação e de atividade económica, que serão cruciais para aferir a trajetória futura da política monetária a nível global.

O contexto macroeconómico continua a ser desafiante. Os elevados preços da energia, as tensões fiscais e políticas em França e a desaceleração do crescimento do PIB na zona euro, que poderá ter abrandado para 0,2% no terceiro trimestre, continuam a condicionar as perspetivas. A inflação na zona euro acelerou para 3,8% em setembro, pressionada pela subida dos preços do petróleo e do gás, o que aumenta o risco de novas pressões inflacionistas e coloca o BCE numa posição delicada, dividido entre a necessidade de conter a inflação e a deterioração das perspetivas de crescimento.

No mercado energético, os preços do petróleo registaram um recuo, com o Brent a cair 0,7% para 114,50 dólares por barril e o WTI a descer 1% para 101,74 dólares. Esta descida surge após ganhos recentes e num contexto de elevada volatilidade geopolítica.

No mercado de dívida soberana, as yields das obrigações de referência a 10 anos registaram um movimento generalizado de descida. A yield da dívida alemã (Bund) recuou para 3,349%, uma descida de 4,38 pontos base, enquanto a de Portugal caiu para 3,833%, menos 7,91 pontos base. Em França, a yield a 10 anos situou-se em 4,892%, e nos EUA, a yield do Treasury a 10 anos desceu para 4,994%.

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Nearly 40 House Dems skip effort to end Ilhan Omar immigration probe

Nearly 40 House Democrats appear to have shunned an effort by their colleagues to end the federal probe into Rep. Ilhan Omar, D-Minn.

House Democrats led by Rep. Pramila Jayapal, D-Wash., sent a letter to the Trump administration earlier this week demanding a stop to the investigation into Omar's immigration paperwork, arguing it was a bid to sway her re-election campaign ahead of Tuesday's midterm Election Day.

The letter was backed by some 175 House Democrats, more than two-thirds of the caucus — though some notable names were left off.

Two of three of House Democrats' previous senior leadership did not sign the letter. Former House Speaker Nancy Pelosi, D-Calif., and former House Majority Leader Steny Hoyer, D-Md., did not sign on. Rep. Jim Clyburn, D-S.C., who previously served as House majority whip, was among the signatories, along with all three current members of House Democratic leadership.

175 DEMOCRATS DEMAND TRUMP ADMIN STOP ILHAN OMAR INVESTIGATION, WARN IT COULD HURT HER RE-ELECTION BID

Both Pelosi and Hoyer are retiring, but it's worth noting that nearing the exit did not stop other outgoing members like Rep. Nydia Velazquez, D-N.Y., from signing the letter.

THE HITCHHIKER'S GUIDE TO WHY REMOVING ILHAN OMAR FROM CONGRESS COULD BE HARDER THAN TRUMP EXPECTS

Democrats running in tight races also kept their distance from the public condemnation of the probe. Reps. Henry Cuellar, D-Texas, Tom Suozzi, D-N.Y., Marie Gluesenkamp Perez, D-Wash., and Don Davis, D-N.C., are among the names left off the letter as well.

Fox News Digital reached out to each of them for comment but did not immediately hear back.

ILHAN OMAR BELIEVES TRUMP RAID ON HOME WAS MEANT TO 'INTIMIDATE AND SCARE PEOPLE' FROM VOTING

"Congresswoman Omar is seeking reelection in Minnesota’s 5th congressional district in just one week. News of the search warrant, whether properly predicated or not, could affect voters’ decisions, which is exactly why federal law enforcement should not engage in such conduct when voters are casting their ballots. This type of interference strips Minnesotans of their right to a free and fair election guaranteed to them under the Constitution," the letter said.

"We stand with Congresswoman Omar and condemn the weaponization of law enforcement against her. You have already disgraced the offices you hold, and we demand you refrain from taking any further actions that could affect the outcome of the upcoming election."

ILHAN OMAR SHOULD BE JAILED, DEPORTED IF CITIZENSHIP FRAUD PROVEN, TOP HOUSE REPUBLICAN SAYS

Omar is under federal investigation over allegations she or her father lied about her birth year on immigration paperwork to obtain her citizenship when her family fled Somalia in the late 1990s. If she was 17 when her father obtained citizenship, as previously thought, she would have automatically qualified along with him. If she was 18 or older, which federal officials now suspect, she would have had to make her own application.

Her fellow House Democrats recounted the allegations in their letter, saying, "Your probe into the congresswoman reportedly concerns her late father’s filing of immigration paperwork after she fled Somalia’s civil war at age eight, making her a U.S. citizen at age seventeen."

But they argued it does not justify "a pre-dawn raid on her home for paperwork her father filed when she was a minor."

Federal agents executed a judicially authorized search warrant on Omar's home on Oct. 12, seizing multiple phones and notebooks, among other items.

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Omar has dismissed the investigation as a political attack against one of President Donald Trump's staunchest critics.

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Crisi Juventus: la squadra va in ritiro anticipato prima del Napoli. Il confronto tra Carnevali e i calciatori: cosa è successo

La Juventus va in ritiro anticipato in vista della sfida contro il Napoli. I bianconeri lo faranno da domani fino appunto alla gara di domenica sera con il Napoli in programma all’Allianz Stadium, alle 20:45. Una decisione presa dal tecnico Luciano Spalletti – che era stato pesante nel post Genoa nei confronti della squadra – di comune accordo con la società dopo una mattinata molto intensa.

Questa mattina infatti l’ad della Juventus Giovanni Carnevali ha avuto un confronto molto diretto con la squadra, richiamando tutti alle proprie responsabilità verso la proprietà, la società e i tifosi, e ribadendo la fiducia nel gruppo di lavoro, ma sottolineando con grande fermezza come il momento attuale non sia accettabile. La richiesta è stata molto chiara: serve una reazione immediata, forte e concreta. Ora tutti sono chiamati a dare una risposta sul campo, visto il periodo molto complicato, culminato con la sconfitta per 2-0 al “Ferraris” contro la squadra allenata da Daniele De Rossi. La decisione finale è stata quella di andare in ritiro al JHotel a partire da domani, con un giorno di anticipo. Periodo delicato e partita altrettanto delicata quella che i bianconeri si preparano ad affrontare domenica, contro un Napoli galvanizzato dalla vittoria per 1-4 di Monza arrivata nell’infrasettimanale, arrivata dopo il 3-3 contro la Roma dell’ultimo weekend.

La Juventus si trova al momento all’ottavo posto in classifica, con 14 punti, a 11 punti da Inter e Lazio capolista, e già a 6 punti dal quarto posto che vale la Champions League, obiettivo minimo dei bianconeri a inizio anno. La sfida di domenica è già uno spartiacque, anche perché se fino a questo momento Spalletti non è a rischio, una sconfitta (ma anche una non vittoria) contro il Napoli cambierebbe tutto. Spalletti lo sa e deve recuperare innanzitutto il rapporto con la squadra, “vittima” di un attacco proprio da parte del tecnico di Certaldo dopo il Genoa. “Dobbiamo metterci qualcosa in più, ammesso che questi calciatori ce l’abbiano”, ha dichiarato ieri Spalletti, mettendo in discussione le qualità tecniche e di personalità dei calciatori.

Uno sfogo arrivato dopo una serie di frasi già pesanti nelle precedenti conferenze stampa e dopo lo sfogo di qualche settimana fa di Gleison Bremer, che aveva puntato il dito contro i compagni. Intanto è arrivata una sola vittoria nelle ultime quattro sfide tra campionato ed Europa League. Poco per una squadra come la Juve. Serve invertire la rotta già domenica o arriveranno inevitabilmente le prime conseguenze.

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Terrorismo, 17enne indagata a Ragusa per auto-addestramento e apologia

Un’ordinanza di collocamento in comunità è stata disposta dal Tribunale per i Minorenni di Catania nei confronti di una 17enne di Ragusa con origini albanesi. È accusata di auto-addestramento e apologia con finalità di terrorismo, anche internazionale. Secondo quanto ricostruito dagli investigatori, sui social ha pubblicato contenuti di matrice jihadista: video di propaganda con esecuzioni sommarie, materiale apologetico dello Stato islamico e manuali di auto-addestramento e fabbricazione di esplosivi fatti in casa. Si indaga anche sui contatti della giovane: è accusata di aver avuto contatti con sedicenti membri dello Stato Islamico e con altre persone che su internet promuovevano azioni terroristiche.

I contenuti di matrice jihadista sono stati notati dall’Aisi, che ha così allertato la Polizia di Stato di Ragusa: gli approfondimenti della Digos ragusana, poi, hanno rilevato come anche in ambiente scolastico la ragazza avesse mutato le proprie abitudini, frequentando solo le compagne di classe di religione islamica. Per gli investigatori, dopo il sequestrato e l’analisi del dispositivo della giovane, il processo di radicalizzazione è emerso definitivamente: oltre al materiale di propaganda, sono stati rinvenuti richiami alla simbologia di estrema destra e scambi di materiale inerente a radicalismo violento e antisemitismo. La ragazza aveva condiviso anche il video dell’aggressione violenta dello scorso marzo avvenuta ai danni di una professoressa di francese e compiuta da uno studente 13enne in provincia di Bergamo.

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A motori spenti, le tasse volano *

Chi vola finanzia l’aeroporto con il biglietto e, spesso, con gli acquisti nel terminal. Fino al 2014 almeno metà dei guadagni di negozi e parcheggi serviva per legge ad abbassare le tariffe. Oggi decide il gestore, e la quota può essere zero.

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“Bisogna mettere qualcosa in più, sempre che questi calciatori ce l’abbiano”: l’accusa di Spalletti. La sua Juve non c’è più

Non è ironica per niente, la sorte. Ma definire ‘agghiacciante’, parola guarda un po’ di contiana memoria, la tremenda sconfitta subita dalla Juventus contro il Genoa è, in effetti, abbastanza ironico. Basta un rapidissimo sguardo alle statistiche per attribuire tutti i meriti di questo 2-0 alla formazione di De Rossi, che contro quella di Spalletti ha giocato una grande partita. Maggiore distanza coperta, solo tre tiri in meno degli avversari, un expected goal (fonte Sofascore) di 1.01 contro 1.26 dei bianconeri e una maggiore copertura di campo. Di fatto, è stata una partita giocata alla pari. E senza nulla togliere ai rossoblù, la classifica impone una riflessione: la Juventus è davvero questa?

È ovvio, la riposta è no. Non può essere così. Ma Spalletti a fine partita è stato chiaro: “Penso di essere ancora l’uomo giusto per risollevare questo gruppo”. Di fatto, un anno dopo il suo arrivo, la Juventus sembra aver fatto dei passi indietro paurosi. E la panchina scotta, non può essere altrimenti. Spalletti, questo, lo sa molto bene e non l’ha minimamente nascosto. I problemi sono diversi e partono da uno spogliatoio che appare scollato: prima, la rabbia di Conceiçao sostituito nella partita contro il Celta; poi, le parole di Bremer che ha criticato pubblicamente il gruppo dopo il 3-0 subìto contro la Lazio, facendo arrabbiare l’allenatore; quindi le considerazioni dello stesso Spalletti, che ha parlato di poca personalità e poca voglia di emergere. “Dobbiamo metterci qualcosa in più, ammesso che questi calciatori ce l’abbiano”, ha dichiarato ieri Spalletti.

La Juve appare in crisi e molto discontinua: gli errori individuali, clamorosi, che hanno portato alle reti degli avversari (con Cambiaso e Kalulu a emergere in negativo più di tutti), sono segno di una distrazione che in Serie A, non solo in casa bianconera, non ci si può permettere. E fa specie pensare che in nove partite, la Juve abbia preso sì 10 gol, ma con 4 clean sheet: sono il segno di una mancanza di continuità che non può appartenere a chi punta come minimo al quarto posto. Che al momento, sembra proprio un’utopia.

La sensazione è che la partita persa contro il Genoa abbia aperto una voragine, che Spalletti dovrà colmare il prima possibile, onde evitare scenari peggiori. E la partita contro il Napoli di domenica prossima sembra proprio lo spartiacque peggiore che potesse capitare: la squadra di Allegri, pure molto altalenante, cerca una conferma dopo il buon 4-1 rifilato al Monza. Chi perde, resta indietro e rischia di staccarsi troppo dal vertice. Chi vince, invece, si rilancia. In casa Juve, intanto, le riflessioni continuano e una sconfitta potrebbe essere davvero esiziale per l’allenatore toscano. Che i bianconeri, l’anno scorso, li ha risollevati anche solo in parte, facendo un discreto lavoro da subentrato. Ma ora è tutto in mano a lui.

Serie A, la Juventus perde ancora: la nuova classifica

1. Inter — 25 punti
2. Lazio — 25 punti
3. Roma — 21 punti
4. Como — 20 punti
5. Milan — 18 punti
6. Napoli — 14 punti
7. Frosinone — 14 punti
8. Juventus — 14 punti
9. Torino — 13 punti
10. Cagliari — 13 punti
11. Bologna — 11 punti
12. Atalanta — 10 punti
13. Genoa — 10 punti
14. Lecce — 9 punti
15. Sassuolo — 8 punti
16. Monza — 7 punti
17. Udinese — 5 punti
18. Parma — 5 punti
19. Fiorentina — 4 punti
20. Venezia — 3 punti

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Chi è Tiziana Landoni, la gip che ha scarcerato Siher e provocato l’ira di Meloni

Fino a pochi giorni fa il suo nome era conosciuto quasi esclusivamente negli ambienti giudiziari. Oggi Tiziana Landoni è una delle magistrate più discusse d’Italia, finita al centro di uno scontro istituzionale che coinvolge Palazzo Chigi, il governo e i vertici del Tribunale di Milano. Il motivo è la decisione di non convalidare il fermo di Youssef Siher, il trentenne attivista pro Palestina accusato dalla Procura di istigazione a delinquere aggravata dalla finalità di terrorismo e di violenza organizzata nelle manifestazioni pubbliche, in relazione all’attività dei canali social del Movimento 17 ottobre.

Una decisione che la presidente del Consiglio Giorgia Meloni ha definito “vergognosa”, provocando la dura reazione dei vertici della giustizia milanese. Ma chi è la giudice che, con un’ordinanza di 37 pagine, ha respinto la ricostruzione degli inquirenti e disposto la liberazione dell’attivista?

Chi è Tiziana Landoni: gli inizi a Gela, poi Busto Arsizio e Milano

Di Tiziana Landoni si conoscono soprattutto le tappe del percorso professionale. Minuta, giovane, in magistratura da circa dodici anni, come la descrive il Corriere della Sera, ha alle spalle tre esperienze giudiziarie. La prima a Gela, in Sicilia, dove ha lavorato come giudice del dibattimento. Una delle sedi tradizionalmente considerate disagiate, nelle quali vengono spesso destinati i magistrati all’inizio della carriera.

Successivamente il trasferimento al Tribunale di Busto Arsizio, in provincia di Varese, dove ha affrontato numerosi procedimenti di cronaca giudiziaria. Tra questi, un’inchiesta su presunte tangenti legate alla gestione delle salme delle vittime del Covid nell’obitorio di Saronno, una vicenda di rapine a una gioielleria di Arconate e il caso di un primario di una clinica privata accusato di violenza sessuale ai danni di una ex compagna, che avrebbe narcotizzato con un’iniezione di antidolorifico.

Sempre a Busto Arsizio, Landoni si era occupata di un caso di aggressione con l’acido ai danni di un uomo, sfregiato dall’ex compagna. La condanna a sette anni e mezzo aveva suscitato le proteste della vittima, che riteneva la pena troppo lieve. La sentenza, tuttavia, teneva conto della riduzione di un terzo prevista dal rito abbreviato, a fronte di una richiesta dell’accusa di nove anni.

Nel 2024 l’arrivo al Tribunale di Milano, dove Landoni lavora come giudice per le indagini preliminari. Il suo ufficio è al settimo piano del Palazzo di giustizia. Qui ha affrontato anche procedimenti relativi ai reati del cosiddetto Codice Rosso, prima che il suo nome diventasse improvvisamente di dominio pubblico.

Dalla scarcerazione di Siher ai prossimi casi: Ramy ed Equalize

A portarla al centro dell’attenzione nazionale è stato il procedimento su Youssef Siher, assegnatole perché si trovava di turno. La gip ha respinto la richiesta di convalida del fermo e quella di custodia cautelare in carcere avanzate dalla Procura, escludendo la sussistenza di gravi indizi di colpevolezza per i reati contestati e del pericolo di fuga. Nelle motivazioni, Landoni ha distinto le espressioni di critica politica, anche particolarmente aspre, da un’effettiva istigazione a commettere reati. Secondo la giudice, i messaggi attribuiti a Siher non contenevano un concreto incitamento alla violenza né un richiamo alle devastazioni avvenute a Milano il 17 e 18 ottobre. Ma il fascicolo Siher potrebbe essere soltanto il primo di una serie di procedimenti destinati a riportare Landoni sulle pagine dei giornali.

Il prossimo 6 novembre sarà infatti chiamata a esaminare la richiesta di rinvio a giudizio relativa alla morte di Ramy Elgaml, il diciannovenne deceduto durante un inseguimento dei carabinieri a Milano. La Procura chiede il processo per il militare alla guida dell’auto inseguitrice, accusato di omicidio stradale per eccesso colposo nell’adempimento del dovere, e per altri carabinieri coinvolti nell’inchiesta con accuse di depistaggio.

Il 3 dicembre sarà invece la volta di un altro procedimento di grande rilievo, l’inchiesta Equalize sui presunti dossieraggi illeciti, che coinvolge la società investigativa milanese al centro di un vasto caso di accessi abusivi e raccolta di informazioni riservate. Due vicende molto diverse, ma entrambe particolarmente delicate per le implicazioni giudiziarie e l’attenzione mediatica.

La firma sull’appello per Gaza e il particolare che riguarda la pm Crupi

A rendere ancora più acceso il dibattito intorno a Landoni è stata la scoperta della sua adesione, nel settembre 2025, all’Appello dei Giuristi per Gaza, un documento sottoscritto da 3.135 tra magistrati, avvocati e professori universitari per richiamare le istituzioni italiane al rispetto dei diritti fondamentali e del diritto internazionale. Una circostanza rilanciata dal vicepremier Matteo Salvini, che ha messo in relazione la firma con la decisione sul caso Siher, sollevando interrogativi sull’imparzialità della magistrata.

C’è però un particolare significativo, evidenziato dal Corriere della Sera: tra i firmatari dello stesso appello figura anche Francesca Crupi, la pubblico ministero che per Siher aveva invece chiesto la custodia cautelare in carcere. Nell’elenco dei sottoscrittori, Landoni compare al numero 766, Crupi al numero 305. Un elemento che rende più complesso il tentativo di leggere la decisione giudiziaria esclusivamente attraverso le convinzioni personali attribuite alla gip.

Lo scontro con Meloni e la difesa dei vertici del Tribunale di Milano

La decisione di Landoni ha innescato una reazione durissima da parte del governo. La premier Giorgia Meloni l’ha definita “vergognosa”, sostenendo che rappresenti una mortificazione del lavoro delle forze dell’ordine e degli inquirenti. Il ministro dell’Interno Matteo Piantedosi l’ha giudicata “assolutamente non condivisibile”, mentre il ministro della Giustizia Carlo Nordio ha manifestato sorpresa per l’esito del procedimento.

A difendere la magistrata sono intervenuti il presidente del Tribunale di Milano Fabio Roia e la presidente della sezione Gip-Gup Vincenza Maccora. In una nota congiunta hanno definito “irricevibili” gli attacchi provenienti da esponenti politici, ricordando che il giudice è chiamato a valutare autonomamente gli elementi presentati dall’accusa e dalla difesa.

“La responsabile libertà di giudizio non può risentire di aspettative politiche o di suggestioni estranee al procedimento”, hanno sottolineato i due magistrati, ricordando che le decisioni giudiziarie possono essere contestate e impugnate, ma non devono trasformarsi in attacchi personali. Solidarietà è arrivata anche dall’Associazione nazionale magistrati, che ha richiamato i principi di autonomia e indipendenza della magistratura.

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Direzione investigativa antimafia, il 35esimo anniversario: la cerimonia in diretta con Piantedosi, Melillo e Pisani

A partire dalle 10, oggi giovedì 29 ottobre, è prevista la cerimonia celebrativa del 35° anniversario dell’istituzione della Direzione Investigativa Antimafia. Nella Sala Petrassi dell’Auditorium Parco della Musica di Roma, sono attesi: la presidente della Commissione parlamentare Antimafia, Chiara Colosimo, il procuratore nazionale antimafia e antiterrorismo, Giovanni Melillo, il ministro dell’Interno, Matteo Piantedosi e il Capo della Polizia, il prefetto Vittorio Pisani.

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Un vecchio divano e i bicchieri di vino: lo splendido brindisi dei due anziani tifosi a bordo campo | Domeniche Bestiali

Il pallone dei massimi livelli è diventato salottiero. Palati fini, poltrone comode, luci di scena, ricchi premi e cotillon. Attenzione: nessuno pensi che le domeniche bestiali non abbiano il proprio salotto. Ce l’hanno eccome, solo che è più rustico, più spartano, più vero: si utilizza persino il “seau à glace”, però senza sapere che si chiama così. Questo per non far perdere di vista il pallone, che da queste parti resta ancora il cuore della domenica: ma il rischio che si perda di vista è concreto, a volte dolorosamente concreto. E allora bisogna avere il coraggio di tenere alta l’attenzione: anche a costo di restare isolati.

MAI DOMA
Il coraggio delle donne è sempre da apprezzare: se gli uomini sono animali da branco le donne non hanno paura di dire ciò che pensano anche se da sole. Ad un arbitro, ad esempio, come nel caso della sostenitrice della Janus Euganea, Promozione Veneto: “Dalla metà del 2° tempo numerosi sostenitori della Società ospitante proferivano plateali insulti verso il Direttore di Gara. Reiterati a fine gara da una isolata sostenitrice mentre l’Arbitro rientrava negli spogliatoi”.

STINCO D’ANGOLO
“Dobbiamo far male da calcio piazzato”, “colpiamoli su palla inattiva”: quante volte abbiamo sentito cose del genere da allenatori e addetti ai lavori? A volte però questi consigli vengono presi troppo in parola, come nel caso del Monterrey, con Diego Rossi che era pronto a battere un calcio d’angolo. Ha provato a farlo troppo in fretta, col guardalinee che ancora era sulla lunetta, e così invece che il pallone ha colpito lo stinco dell’assistente e poi se stesso. Il guardalinee, piuttosto grosso e muscoloso, è rimasto illeso. Diego Rossi, mingherlino, è rimasto invece a terra dolorante.

RUBA PALLA
Altro dettame ormai assai in voga: oggi forse due gol su tre arrivano da palla rubata e i calciatori in grado di farlo sono merce pregiata. Avrà voluto mettersi in mostra allora il tifoso della Reggina che ha tentato di rubare un pallone, correndo per tutto il campo…e portando una sanzione da 600 euro al club: “Per avere un proprio sostenitore invaso il terreno di gioco e dopo aver sottratto un pallone ad un raccattapalle, corso da una porta all’altra, senza arrecare problemi di sicurezza e all’incolumità dei calciatori e delle persone presenti nel recinto di gioco. Veniva bloccato e allontanato dalle forze dell’ordine presenti”.

IL SALOTTO
L’ennesima bellissima immagine di calcio bucolico che ci regala la splendida pagina Facebook “Abruzzo Calcio Ignorante”: il salotto attorno al campo dell’Asd Aielli 2015, società dilettantistica della Prima Categoria abruzzese. Un parcheggio di auto, due bobine di legno usate come tavolini, un divano recuperato e ad occuparlo due meravigliosi vecchietti che brindano: attenzione, con un vino che pare pure importante, tanto da meritare il “seau à glace”. Ed è subito domenica bestiale.

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