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Diretor do Detran diz que prefeito de Cruz das Almas vive de propaganda

O cenário político em Cruz das Almas voltou a pegar fogo após duras declarações do diretor-geral do Detran-BA, Max Passos, direcionadas ao prefeito Ednaldo Ribeiro (Republicanos). O estopim do novo embate ocorreu exatamente no Dia do Servidor Público, quando a gestão municipal divulgou uma nota oficial tentando atribuir ao Governo Federal a crise financeira vivida pelo município.​Surpreendido com o posicionamento da prefeitura na data comemorativa, Max Passos foi enfático ao rebater a narrativa do gestor municipal. Para a liderança, o discurso de falta de recursos não condiz com a expressiva receita que entrou nos cofres da prefeitura ao longo do ano.​"A eleição já passou e a conta da derrota chegou bem no Dia do Servidor Público. Cruz das Almas não pode pagar essa conta, o trabalhador não pode pagar essa conta. Eu quero ser solidário com quem perdeu o emprego e agora o prefeito penaliza a população a pagar essa conta", disparou Max Passos.​Arrecadação milionária​Para desmistificar a tese de escassez orçamentária alegada pelo Poder Executivo municipal, o diretor do Detran apresentou dados sobre os repasses financeiros recebidos pela cidade.De acordo com Passos, entre os meses de janeiro e outubro deste ano, Cruz das Almas arrecadou cerca de R$ 230 milhões de reais.​Além disso, o dirigente lembrou que o município contou com a liberação de R$ 8 milhões decorrentes de um empréstimo aprovado pela Câmara de Vereadores, sem contar o montante recebido por meio de emendas parlamentares na modalidade "PIX" — recursos dos quais, segundo ele, a gestão não prestou as devidas contas à sociedade.​"Cidade vive de propaganda"​Na avaliação de Max Passos, a atual administração tem sustentado uma imagem irreal da cidade apoiada unicamente em peças publicitárias, sem entregar obras significativas financiadas com recursos próprios do município.​"Cruz das Almas vive de mentira, vive na propaganda que o governo municipal passa e não tem uma obra de reconhecimento municipal. Tudo o que tem em Cruz das Almas hoje é com recurso do Estado ou com recurso do Governo Federal", afirmou.​Descaso com setores essenciais: O diretor reforçou que, ao tentar responsabilizar a União pela crise, o prefeito deixa de priorizar investimentos primordiais para a população. "O prefeito tenta atribuir a crise ao Governo Federal, mas não prioriza a saúde, não dá prioridade à educação nem à infraestrutura", arrematou. Leia Também: DESCONTENTAMENTO Valdemar Costa Neto aponta perseguição para saída de Flávio Bolsonaro REPACTUAÇÃO Transnordestina vai devolver 3 mil km de ferrovias à União ALERTA NOS COFRES Esquema de R$ 13 milhões em combustível é barrado no sul da Bahia Promessas de campanha e desemprego​Outro ponto de forte cobrança feito por Max Passos, foi o não cumprimento das promessas de geração de empregos feitas à população, durante a campanha eleitoral. Em vez de aquecer a economia e criar oportunidades, a gestão estaria promovendo cortes.​"O tempo todo a resposta do prefeito é tirar os empregos de quem mais precisa. Quem não sabe gerir a cidade assina o próprio erro em vez de pedir desculpas pelos desmandos", finalizou.A reportagem procurou diretamente o prefeito de Cruz das Almas, Ednaldo Ribeiro, e ainda aguarda resposta aos questionamentos.

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ONU: el reclamo de Cristina Fernández contra su condena puede demorar “varios años”

Las medidas cautelares solicitadas para levantar su inhabilitación política continúan sin ser concedidas, por lo que las sanciones penales y administrativas se mantienen plenamente vigentes.
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Republicação de conteúdos após período de defeso eleitoral é concluída

Logo Agência Brasil

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) concluiu, nesta quarta-feira (28), o processo de republicação de todos os conteúdos que haviam sido despublicados durante o período de defeso eleitoral nos sites EBC.

A conclusão marca o encerramento das atividades do Grupo de Trabalho (GT) de Adequação ao Período Eleitoral 2026, criado para coordenar as medidas necessárias ao cumprimento da legislação eleitoral nos canais de comunicação da empresa.

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Instituído por portaria em 3 de junho, com a participação de todas as diretorias, o GT teve a missão de orientar, acompanhar, avaliar e supervisionar a disponibilização de conteúdos nos veículos e plataformas da EBC, incluindo rádio, televisão, portais, redes sociais e demais canais institucionais. A primeira reunião ocorreu em 12 de junho, e a última foi realizada em 27 de outubro.

"Quero parabenizar todos os integrantes do GT pelo empenho, pela responsabilidade e pela dedicação ao longo de todo esse processo. Foi um trabalho coletivo que exigiu diálogo, análise criteriosa e compromisso com o cumprimento da legislação", avalia Thiago Regotto, diretor-geral da empresa.

"Também agradeço a todos os empregados da EBC, que seguiram cumprindo nossa missão institucional de informar a população, com qualidade e responsabilidade. Encerramos esse ciclo com o reconhecimento do esforço de nossas equipes e a reafirmação do papel da EBC na garantia do direito à informação e no fortalecimento da democracia", finalizou, reforçando que as adequações não representaram restrição à atividade jornalística e que equipes seguiram trabalhando normalmente durante o período eleitoral, com apoio das diretorias e da Consultoria Jurídica para esclarecimentos e orientações sobre situações específicas.

Cronologia

Em 3 de julho, a Diretoria-Executiva comunicou a indisponibilização temporária de conteúdos publicados entre 1º de janeiro de 2023 e 3 de julho de 2026 que se enquadravam nas restrições eleitorais.

A medida alcançou portais, redes sociais e intranet. Permaneceram disponíveis os conteúdos de natureza eminentemente jornalística, documental, histórica, cultural ou educativa, cuja manutenção decorreu das finalidades institucionais da EBC e do direito fundamental de acesso à informação.

As medidas adotadas tiveram como base a legislação eleitoral e as orientações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), da Advocacia-Geral da União (AGU), da Consultoria Jurídica da EBC e da Justiça Eleitoral.

O objetivo foi assegurar a conformidade dos conteúdos institucionais durante o período de restrições, preservando os princípios da comunicação pública, como transparência, isonomia, imparcialidade e pluralidade.

Com a conclusão da republicação nos sites EBC, a Empresa encerra mais uma etapa do trabalho de adequação eleitoral, reafirmando o compromisso com o cumprimento das normas legais e com a continuidade de sua missão de levar informação de interesse público à população brasileira.

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Soldi e politica, “Finanziamenti privati ormai diretti verso singoli candidati, serve più trasparenza su eletti e fondazioni”: l’appello di The Good Lobby e Transparency International

“L’Italia ha avuto un passaggio dal finanziamento prevalentemente pubblico a un finanziamento in larga parte privato senza mettere in campo un apparato di regole che ci aiutino a vedere in piena trasparenza chi finanzia la politica. Le norme esistenti riguardano soprattutto i partiti, ma questi sono ormai residuali. Chi intercetta i fondi sono prevalentemente quelle che si chiamano terze parti, associazioni politiche, fondazioni politiche che spesso riescono ad aggirare le regole della rendicontazione che invece riguardano i partiti. Allo stesso modo, se i soldi oggi passano direttamente verso i candidati, serve avere una reale trasparenza sui finanziamenti dei singoli eletti”. A rivendicarlo è Federico Anghelè, direttore di The Good Lobby Italia, nel corso della presentazione pubblica dell’Osservatorio Moneytor, dedicato al monitoraggio del finanziamento alla politica italiana.

L’iniziativa, organizzata alla Fondazione Lelio e Lisli Basso a Roma, è stata l’occasione per la presentazione, da parte del gruppo di ricerca di Transparency International Italia, delle ultime elaborazioni preliminari dei nuovi dati relativi alle fonti di finanziamento della politica (l’aggiornamento definitivo avverrà a novembre, in base alle tempistiche di legge che consentono ai partiti di rendicontare le erogazioni anche nelle annualità successive).

“I nuovi dati ci dicono principalmente che la tendenza della diminuzione di finanziamenti ai partiti è riconfermata, come negli ultimi due anni. Tra il 2020 e il 2025, il sistema politico ha raccolto complessivamente circa 134,4 milioni di euro di contributi privati. Ma nell’ultimo anno, le entrate si fermano a 16,281 milioni di euro, segnando una flessione del
-20,1% rispetto al 2024. Si tratta del volume di raccolta più basso dal 2018 e lontano dal picco di quasi 33 milioni registrato nel 2022″, hanno sottolineato Aiste Galinyte e Roberto Giambelli per Transparency International Italia.

In base ai dati preliminari è stato registrato come nel 2025 tra i partiti che hanno beneficiato di più ci sia “il ritorno in vetta della Lega, con 4,325 milioni di euro, mentre nel podio seguono Forza Italia (3,048 milioni) e M5S (2,698 milioni). Fratelli d’Italia si ferma a 2,271 milioni, seguito dal PD con 1,914 milioni. Per quanto riguarda il trend triennale, nel periodo 2023-2025, sempre la Lega si conferma la forza politica con la maggiore capacità di attrazione fondi”, hanno spiegato. “Si confermano approcci opposti, con partiti (PD, FdI, M5S) che sopravvivono grazie al prelievo sugli stipendi degli eletti, e altri (Forza Italia, Lega) in grado di intercettare milioni di euro dal settore privato“.

Ma se i finanziamenti verso i partiti sono comunque in flessione, ha sottolineato Vincenzo Smaldore per Fondazione Openpolis, il motivo è dovuto al fatto che ormai i soldi si spostano direttamente verso i candidati: “Troviamo sempre pochi soldi nei bilanci dei partiti e quelli che troviamo sono per lo più le rimesse degli eletti, perché l’interesse privato non ha più utilità a passare per il partito, raggiunge direttamente il candidato. Sono gli eletti che hanno i cordoni della borsa, anche qui innanzitutto di soldi pubblici, così assumono una rilevanza fino a quel momento mai avuta in Italia le tesorerie dei gruppi parlamentari, oltre che le tesorerie dei Consigli regionali. Allo stesso tempo abbiamo un’esplosione del fenomeno di associazioni, fondazioni, comitati vari riconducibili ai singoli e questo complica tantissimo, perché un’associazione può avere dei finanziamenti privati, può fare delle feste, dei festival, dei convegni e quindi prendere degli sponsor, può fare un’impresa editoriale e quindi vendere la pubblicità“.

Così sono proprio le fondazioni le realtà dove si nascondono le zone grigie e dove i controlli, nei fatti, sono del tutto inefficaci, come precisa Transparency International: “Per la legge queste sono equiparate ai partiti per obblighi di trasparenza, quindi noi abbiamo monitorato quei soggetti collegati ai politici o ai partiti nazionali e che hanno dichiarato le donazioni ricevute dal Parlamento nell’anno 2025. Eppure siamo riusciti a rilevarne solo tre. Ovvio che potrebbero esserci anche altri soggetti che magari o non dichiarano, oppure riescono a aggirare gli obblighi di trasparenza”.

Lo stesso Anghelè precisa: “Mi ricordo un dato di qualche anno fa di Fondazione Openpolis in cui si spiegava come le fondazioni politiche fossero oltre 100. Se oggi in realtà sono solo tre, dove sono sparite tutte le altre? Vuol dire che fatta la legge, trovato l’inganno. Noi abbiamo bisogno di una piattaforma che tracci i fondi alla politica nel suo complesso e non solo a quello che è rimasto residuale, cioè il partito, ma per farlo abbiamo bisogno intanto che la legge Spazzacorrotti del 2019, che allargava le regole di trasparenza anche alle fondazioni, venga di fatto ridefinita. Serve una riconsiderazione di cos’è una fondazione, di cos’è un’associazione politica”.

E ancora, ha continuato il direttore di The Good Lobby: “Sicuramente questo tema del finanziamento alla politica è un tema molto poco ascoltato da questa maggioranza e da questo governo. Ci sono delle forze politiche che hanno deciso, come Partito Democratico, Movimento 5 Stelle e Avs di non accettare più fondi da parte di aziende o di privati. Sicuramente da una parte è un’attività di autoregolamentazione utile, ma noi crediamo che serva un’azione di sistema“.

Ma Anghelè lancia un appello anche affinché venga modificato il disegno di legge sulla regolamentazione delle attività di lobbying, arrivato al Senato dopo la prima approvazione alla Camera, che rischia di essere “un’occasione sprecata“. Il motivo? “Si tratta di un testo che ci trova molto critici perché garantirebbe enormi esenzioni. Secondo i nostri calcoli oltre il 50% degli incontri non verrebbero di fatto resi trasparenti. Si considera per lobbying soprattutto l’accesso ai luoghi istituzionali, ma sappiamo benissimo che oggi gli incontri tra i portatori di interessi e i decisori pubblici avvengono – e la cronaca appunto è molto fantasiosa da questo punto di vista – in luoghi diversi. Ma non solo. Tutte le grandi corporazioni come le associazioni datoriali, le associazioni sindacali, verrebbero escluse dagli obblighi di trasparenza. Siamo convinti che ci siano ancora i margini per poter intervenire, modificare il testo, renderlo più robusto ed effettivo. Altrimenti sarà un’operazione puramente cosmetica“.

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“Não gostei”: Valdemar critica carta golpista de Flávio e cita reação de Bolsonaro

A carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) após sua chegada aos Estados Unidos provocou uma reação negativa dentro do próprio partido. O presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira, 29, que não aprovou o documento e revelou que Jair Bolsonaro não sabia que o filho deixaria o Brasil."Ninguém aprovou a carta. Ninguém aprova essa situação que aconteceu com o Flávio...queremos tocar o país para frente", afirmou Valdemar. Ele também disse que o senador não avisou ao pai que deixaria o país. "Ele veio ver o pai, nem o Bolsonaro sabia que ele ia".A declaração foi dada depois de Valdemar visitar o ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar. Jair Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tramar um golpe de Estado no país.Mudança de termos não alterou teor da cartaFlávio publicou o documento nas redes sociais na quarta-feira, 28, já nos Estados Unidos, para onde viajou com a família. A saída do Brasil ocorreu apesar de uma decisão do STF que o proibia de deixar o país.O senador apagou a primeira versão da publicação e divulgou outra em seguida. Na revisão, retirou as expressões "verdadeiro presidente do Brasil" e "presidente eleito", substituindo-as por "líder do Brasil" e "líder". Leia Também: POLÍTICA Aliados de Flávio Bolsonaro culpam IA por versões diferentes da carta golpista DESCONTENTAMENTO Valdemar Costa Neto aponta perseguição para saída de Flávio Bolsonaro ELEIÇÕES Governador pode renunciar para ser ministro de Lula A mudança, no entanto, não eliminou as afirmações de que ele não reconhecia o resultado das eleições e de que o pleito havia sido roubado. As alegações foram apresentadas sem provas.Partidos defendem resultado eleitoralA posição expressa por Flávio contrasta com a do próprio PL, que reconheceu o resultado das urnas e pediu esclarecimentos à Justiça. A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).A publicação recebeu críticas de diferentes setores da direita. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu que Flávio respeitasse o resultado eleitoral e seguisse em frente.União Brasil, PSD, PSDB e MDB também se manifestaram contra o conteúdo da carta e defenderam o resultado das eleições.Michelle Bolsonaro pode ocupar espaço no bolsonarismoA repercussão do episódio também preocupa Valdemar em relação ao futuro do PL. Segundo informações, o dirigente pretende avaliar com Jair Bolsonaro os efeitos da viagem de Flávio e da divulgação do documento.Valdemar teme que o partido perca força justamente depois de ampliar seu espaço político nas eleições.Nesse contexto, Michelle Bolsonaro (PL), senadora eleita, aparece como uma possível liderança do movimento bolsonarista. A hipótese, porém, enfrenta resistência dos enteados, conforme as informações divulgadas.

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Casa noturna entra em lista de boicote e suposta dona ameaça expor clientes casados em Rio Verde

Uma mensagem atribuída à suposta proprietária de uma casa noturna de Rio Verde, no sudoeste de Goiás, provocou repercussão nas redes sociais após a divulgação de uma ameaça de exposição de clientes casados e identificados politicamente com a direita. A manifestação teria ocorrido em resposta à inclusão do estabelecimento em uma lista de boicote contra empresários associados ao PT. A publicação foi feita pelo perfil Espia Só Goiás (@espiasogoias_).

No conteúdo compartilhado, uma mulher identificada como Maria afirmou que seu estabelecimento passou a integrar uma relação de empresas alvo de boicote em razão do voto declarado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A suposta empresária atribuiu a iniciativa à intolerância política contra eleitores petistas.

A reação descrita na publicação ultrapassou a disputa político-partidária. A autora da mensagem ameaçou divulgar nomes de clientes que, segundo sua declaração, seriam homens casados e apoiadores da direita. A exposição poderia atingir a privacidade dos frequentadores e provocar consequências pessoais e familiares.

A mensagem apresentou a frase “Com ferro fere, com ferro será ferido”, em referência à possibilidade de responder ao suposto boicote com a divulgação de informações sobre a vida privada dos clientes. O conteúdo associou a ameaça à disputa política e ampliou a repercussão do episódio.

Até o momento, não houve confirmação independente da identidade da mulher, de seu vínculo com qualquer estabelecimento comercial ou da autenticidade da publicação. Também não foram comprovadas a existência da suposta lista de boicote e a veracidade das informações atribuídas aos frequentadores.

A circulação da mensagem reacendeu o debate sobre discriminação por preferência partidária, boicotes comerciais e proteção da intimidade. A liberdade de manifestação política constitui direito fundamental, mas não afasta a responsabilidade por eventuais violações à honra, à imagem e à vida privada de terceiros.

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Assédio eleitoral coloca empresários na mira da Justiça após pressão sobre trabalhadores; veja vídeo

Empresários passaram a ser alvo de críticas após vídeos divulgados nas redes sociais mostrarem empregadores que defendem a demissão de funcionários por motivos políticos após o resultado das urnas. A prática configura assédio eleitoral e constitui crime.

Diante das denúncias, instituições do Judiciário, do Ministério Público e do governo federal anunciaram uma ação conjunta para apurar os casos e responsabilizar empregadores que pressionam ou constrangem trabalhadores em razão de suas escolhas nas eleições.

Um vídeo explica quais consequências podem atingir os responsáveis por assédio eleitoral e orienta as vítimas sobre como agir diante de ameaças ou constrangimentos relacionados ao voto.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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Crosetto scettico sulla fine delle guerre a breve: “Tempistiche sui nuovi aiuti a Kiev? Non lo so, quando sarà possibile”

“A breve non c’è possibilità di missione di pace a Hormuz“. Lo ha detto il ministro della Difesa, Guido Crosetto, intervistato dal direttore dell’Adnkronos, nel corso dell’evento “L’Italia dei Territori”, organizzata da Sud chiama Nord a Roma.

Il titolare della Difesa del governo Meloni, sulla guerra in Ucraina, ha aggiunto: “Non vedo la possibilità di una soluzione in Ucraina prima della prossima estate perché la Russia utilizzerà sicuramente l’inverno come arma di pressione. La tattica russa è cambiata, sta colpendo le infrastrutture civili ed energetiche. Colpire le infrastrutture energetiche in una nazione come l’Ucraina in inverno dove si arriva anche a -30,- 25 ha un effetto sulla popolazione. Per cui la Russia aspetterà. Non penso chiuderà a breve”.

Il ministro, durante il suo intervento, ha parlato degli aiuti all’Ucraina. ”L’Italia ha dato a Kiev degli strumenti che sono serviti a difendersi. Se domani l’Italia decide di rompere il fronte Nato-Europa e di non aiutare più l’Ucraina, significherebbe mettersi sotto la lente di ingrandimento negativa in Europa, non si fermerebbe la guerra. Noi non parliamo di aiuti significativi, io penso che gli aiuti che potrei dargli con un nuovo pacchetto sono di fermare 50/60/70 missili droni sulle migliaia che arrivano, però magari salvo 200 500, 1000 civili, bambini, non lo so”. “Il tema – ha aggiunto – è se io non ti do più aiuti, significa che ho cambiato il mio giudizio, significa che io ho deciso che ha ragione la Russia. Quindi accettiamo l’idea che uno Stato più forte possa conquistare un altro Stato. Io non l’ho accettato a Gaza, non l’accettiamo per l’Ucraina”. Ma poi sull’invio del nuovo pacchetto di aiuti, su cui le frizioni con la Lega sono evidenti, il ministro Crosetto non ha offerto ai cronisti una tempistica chiara: “Non lo so, quando sarà possibile”.

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Habitação: Montenegro disposto ao diálogo político avisa que a linha tem de ser a do Governo

O primeiro-ministro disse, esta quinta-feira, que está disponível para o diálogo político na habitação mas advertiu que a linha principal das políticas terá de ser a do Governo, que tem um programa viabilizado no parlamento.

“Estamos disponíveis e abertos em todas estas políticas para o diálogo político, mas também temos de falar em verdade, porque todos têm palavras de grande consideração pelo diálogo, todos estão disponíveis, sempre muito abertos a isso, mas depois, quando vamos discutir políticas concretas, nenhum, ou quase nenhum, abdica dos seus posicionamentos iniciais”, afirmou Luís Montenegro.

Questionado pelos jornalistas sobre os desafios feitos pelos partidos da oposição para que sejam encontrados consensos para a habitação, o primeiro-ministro considerou que “para haver abertura e disponibilidade todos têm de ceder” e que “o Governo tem sido o parceiro que mais tem cedido”.

“E há uma coisa que é preciso dizer. Estamos disponíveis para dialogar e negociar, mas a linha principal de atuação é o programa do governo, porque é isso que é suposto. Foi o programa do governo que foi viabilizado na Assembleia da República e que foi escolhido pelos portugueses”, avisou.

“Temos de nos aproximar mas a linha mais forte tem de ser a do Governo, porque senão está tudo de pernas para o ar”, disse, insistindo que os partidos, quando dizem que estão disponíveis para negociar, tem de saber que não é o projeto deles que vai vingar, porque, de contrário, “estariam eles a governar”.

O primeiro-ministro falava à margem da inauguração da requalificação da Escola Secundária Frei Rosa de Viterbo, requalificada em 3,5 milhões de euros (ME), que comporta um Centro Tecnológico ali instalado para o curso profissional de logística, um investimento de 1,2 ME.

Também inaugurou o Bairro Comercial Digital By Sátão e a praça Paulo VI, em frente à Câmara Municipal de Sátão, no centro da vila, requalificado no seu piso em cerca de 500 mil euros.

Três inaugurações neste concelho do distrito de Viseu que representam mais de 5 ME.

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PS lidera intenções de voto. Chega deixa AD em terceiro lugar

O Partido Socialista (PS) consolidou a sua posição à frente da AD, que foi ultrapassada – ainda que com uma curta margem – pelo Chega. A coligação do Governo está, assim, em terceiro lugar nas intenções de voto dos portugueses, de acordo com uma sondagem da ICS/ISCTE/Gfk para o Expresso e SIC, divulgada esta quinta-feira.

 

Segundo o inquérito, os socialistas têm 23% das intenções de voto, seguindo-se o Chega, com 21%, e a AD, com 20%. Estes resultados corroboram os números registados na sondagem realizada em maio, ainda que o PS tenha caído de 24% para 23%. Enquanto a AD tomba de 21% para 20%, o Chega sobe e passa dos 17% para os 21%.

Quanto aos restantes partidos, a Iniciativa Liberal (IL) e o Livre acumulam ambos 3%, ao passo que a CDU e o Bloco de Esquerda (BE) ficam-se pelos 2%. Contudo, a maior fatia vai para os indecisos, com 13%. Seguem-se os abstencionistas, que correspondem a 10% dos inquiridos. Por ficar abaixo do 1%, o PAN integra a categoria Outros.

Com a distribuição de indecisos, o partido de José Luís Carneiro passa de 31% para 30%, enquanto os sociais-democratas descem de 27% para 26%. Seguindo a tendência de crescimento, o Chega passa de 20% para 26%. Já a IL e o Livre obtêm 4%, ao passo que a CDU regista 3% e o BE 2%.

O trabalho de campo desta sondagem deu-se entre os dias 16 e 25 de outubro, mediante entrevista pessoal em casa dos inquiridos e com simulação de voto em urna. Após contacto com 2.900 indivíduos elegíveis, foram validadas 808 entrevistas. A margem de erro máxima é de +/- 3,5% e o nível de confiança é de 95%.

PS passa a AD em nova sondagem. Chega fica em terceiro

PS passa a AD em nova sondagem. Chega fica em terceiro

Uma sondagem coloca o PS na liderança das intenções de voto, à frente da AD, pela primeira vez desde que a coligação liderada por Luís Montenegro assumiu o Governo. O Chega mantém-se como terceira força política.

Notícias ao Minuto | 20:24 - 28/05/2026

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Campanha orienta trabalhadores sobre denúncias de assédio eleitoral

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Trabalhadores que têm a Carteira de Trabalho Digital receberão mensagens com orientações sobre seus direitos à liberdade de escolha política e como denunciar situações de coação, ameaça ou discriminação no ambiente profissional.

A medida faz parte da campanha do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) de combate ao assédio eleitoral no trabalho.

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“O objetivo é reforçar que ninguém pode sofrer ameaças, ser discriminado ou perder o emprego em razão de sua escolha política. A liberdade de consciência e o sigilo do voto são direitos garantidos pela Constituição Federal”, informou a pasta.

O MTE disponibiliza um canal específico para receber denúncias de trabalhadores que sofreram ou presenciaram situações de discriminação no ambiente de trabalho relacionadas ao voto ou ao posicionamento político.

Para registrar uma denúncia, basta acessar a página assedioeleitoral.trabalho.gov.br.

As denúncias podem envolver ameaças de demissão, represálias, pressão para votar em determinado candidato ou candidata e outras formas de constrangimento ou discriminação por motivação política.

Segundo o ministério, sempre que possível, é importante informar a data e o local da ocorrência, identificar o empregador e descrever os fatos. Mensagens, documentos, imagens, áudio e outros registros que ajudem a comprovar a situação também podem contribuir para a apuração e adoção de medidas cabíveis.

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MPT vai à Justiça para que Meta apague postagens de assédio eleitoral

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O Ministério Público do Trabalho (MPT) acionou a Justiça, nesta quinta-feira (29), para obrigar a Meta a retirar do ar, em até 24 horas, todas as publicações que estimulem empresários a vigiar, expor, deixar de contratar e demitir funcionários por preferências políticas ou voto. O pedido inclui as plataformas Instagram, Facebook e Threads, que pertencem à big tech americana.

O MPT aponta a responsabilidade da Meta pelo conteúdo publicado em suas plataformas e pede que o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região arbitre indenização de R$ 50 milhões por danos morais coletivos.

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Embora os sete procuradores que assinam a ação tenham apontado a urgência da remoção das publicações que caracterizem assédio eleitoral, a primeira audiência foi agendada para o dia 29 de março de 2027, na 77ª Vara do Trabalho de São Paulo.

>> Descubra se você está sofrendo assédio eleitoral e saiba como denunciar

Perseguição política

Conforme a Agência Brasil noticiou, as denúncias de assédio eleitoral aumentaram mais de 75% desde a última segunda-feira (26), dia seguinte ao segundo turno das eleições gerais, totalizando 1.459 casos em todo o país.

O maior número de denúncias é proveniente de São Paulo (620), seguido de Minas Gerais (351), Paraná (338), Rio de Janeiro (252), Rio Grande do Sul (223) e Santa Catarina (165).

Os dados coincidem com a multiplicação de relatos sobre incentivos a boicotes e a demissões de funcionários que tenham votado em candidato contrário à orientação política do patrão.

De acordo com o MPT, passado o pleito em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reelegeu, perfis nas plataformas digitais passaram a incentivar e orientar empregadores a vasculharem as redes sociais de seus funcionários ou colaboradores com o objetivo de descobrir em quem estes votaram e, no caso de a opção ser diferente da patronal, demiti-los.

“Outras publicações expõem pessoas à ridicularização, com nome e imagem, ou comemoram demissões”, sustenta o MPT, assegurando que só quatro das publicações analisadas em um único perfil, que totaliza 3,8 milhões de seguidores, somaram mais de 2 milhões de curtidas.

De acordo com o MPT, além de permitir conteúdos ilegais durante dias, os próprios sistemas de recomendação da Meta, como a aba ‘Explorar’ e os ‘Reels’ sugeridos, ampliam o alcance do que gera mais engajamento.

Consultada pela reportagem, a Meta informou que não comentaria o assunto.

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Aliados de Flávio Bolsonaro culpam IA por versões diferentes da carta golpista

Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) passaram a responsabilizar a inteligência artificial pelas alterações nas versões de uma carta divulgada pelo ex-candidato à Presidência, que deixou o Brasil em direção aos Estados Unidos.O jornalista Paulo Figueiredo, aliado de Flávio e do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, afirmou no X que Eduardo recorreu ao ChatGPT para inserir o brasão nacional no documento. Segundo ele, a ferramenta teria selecionado uma versão antiga do símbolo brasileiro.O brasão utilizado inicialmente trazia a inscrição "Estados Unidos do Brazil", com a grafia de Brasil com a letra “z”, como na língua inglesa. Ao comentar o episódio, Figueiredo afirmou: "Nós achamos muito engraçado."Carta teve diferentes versõesAs mudanças no documento também envolveram a forma como Flávio se apresentava no texto. Uma das versões começava com a declaração: "Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil."De acordo com Figueiredo, essa formulação fazia parte de uma versão anterior da carta. Ele argumentou que o documento passou por diferentes etapas de elaboração, com a participação de mais de uma pessoa."uma carta que expressa uma realidade tão complexa passa por várias versões, com a contribuição intelectual de mais de uma pessoa", afirmou o jornalista. Leia Também: DESCONTENTAMENTO Valdemar Costa Neto aponta perseguição para saída de Flávio Bolsonaro ELEIÇÕES Governador pode renunciar para ser ministro de Lula POLÍTICA Trump critica eleições no Brasil e revela pedido de Lula para não intervir Figueiredo sustentou que a versão definitiva utilizaria a expressão "verdadeiro líder", mas que a inteligência artificial teria inserido novamente o trecho de uma versão anterior, na qual Flávio se declarava presidente eleito.A segunda versão encaminhada à imprensa já apresentava o brasão com a inscrição "República Federativa do Brasil". Posteriormente, o próprio senador divulgou outro documento, no qual deixou de se apresentar como presidente eleito e passou a utilizar a expressão "líder do Brasil".Ao defender a mudança de nomenclatura, Figueiredo disse que o termo "verdadeiro líder" "descreve com mais precisão a situação jurídica" e "carrega um valor moral".

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PS lidera intenção de voto. AD em terceiro atrás do Chega

✇ECO
By: ECO

O PS, Chega e AD surgem praticamente colados, com vantagem para o partido liderado por José Luís Carneiro, na mais recente sondagem do ICS e ISCTE para a SIC/Expresso, divulgada esta quinta-feira.

Nas intenções diretas de voto, sem distribuição de indecisos, o PS lidera com 23%, seguido do Chega com 21% e da AD com 20%. O Chega é o partido que mais cresce face à sondagem de maio realizada para a SIC/Expresso, com um aumento de quatro pontos percentuais. O PS e a AD registaram uma descida de um ponto percentual.  Há 13% de indecisos, o maior ‘partido’ a seguir aos três primeiros, e 10% de abstencionistas.

Analisando os restantes partidos, a IL aparece em quarto lugar com 3% (+1 ponto), empatada com o Livre (+1 ponto). A CDU desce dois pontos para 2% e empata com o BE, que sobe 1 ponto. O PAN fica abaixo de 1%, tendo sido incluído nos Outros.

Já tendo em conta a distribuição de indecisos e exclusão de abstencionistas, o PS reúne 30% e o Chega 26%, com a AD a registar o mesmo valor que o partido liderado por André Ventura. A IL e o Livre contam com 4%, a CDU com 3% e o BE com 2%.

A sondagem abordou ainda a questão da habitação. Grande parte (73%) dos inquiridos entre os 25 e os 44 anos dizem que a situação da habitação piorou “muito”. Entre os simpatizantes do PSD, 94% consideram que o preço da habitação piorou ou piorou muito.

Dentro do eleitorado social democrata, 62% faz uma avaliação negativa da situação da imigração. Além disso, 54% dos simpatizantes do PSD respondeu “piorou” ou “piorou muito” quando o tema era os impostos.

O trabalho de campo da GFK Metris foi realizado entre os dias 16 e 25 de outubro através de entrevista pessoal em casa dos inquiridos e com simulação de voto em urna. Foram validadas 808 entrevistas, após contactados 2900 lares elegíveis. A margem de erro máxima é de +/- 3,5%. O nível de confiança é de 95%.

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