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Excedente cai para cinco mil milhões até setembro. Estado arrecadou 76% da receita fiscal prevista


O excedente orçamental do Estado reduziu-se para 5.064,4 milhões de euros até setembro, o que se traduz numa diminuição de 1.238,5 milhões de euros face ao mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados divulgados esta sexta-feira pela Entidade Orçamental. Uma evolução que resulta de um aumento da despesa (12%), influenciada pelos efeitos dos pagamentos do SNS, superior ao da receita (9,8%).

Até setembro, a despesa consolidada das Administrações Públicas registou um incremento de 12% face ao período homólogo. Entre as principais rubricas, assinala-se um aumento de 59,8% da despesa de investimento, excluindo os encargos com as Parcerias Público-Privadas (PPP), associado à execução do PRR.

A pressionar a despesa esteve ainda um crescimento de 5,6% das despesas com pessoal, impulsionado, principalmente, pelas medidas de valorização remuneratória, e uma subida de 8,4% das transferências, resultado sobretudo de maiores transferências no âmbito dos financiamentos do PRR destinados à Inovação Empresarial.

Fonte: Execução Orçamental de setembro, Entidade Orçamental

Paralelamente, a despesa com a aquisição de bens e serviços aumentou 22,1%, refletindo em larga medida o efeito da regularização de pagamentos de dívidas do SNS, bem como pelo efeito dos pagamentos de encargos relativos a anos anteriores aos beneficiários da ADSE. Ademais, a despesa com subsídios cresceu 12,7%, associada particularmente aos apoios das tempestades do início do ano.

Por outro lado, destaca-se que o crescimento de 9,8% da receita consolidada das Administrações Públicas, refletindo o “desempenho de todas as componentes da receita, com destaque para a receita não fiscal e não contributiva e para a receita fiscal”.

Estado arrecadou 76,3% da receita fiscal orçamentada

A receita fiscal do Estado subiu 6,5% até setembro, face ao período homólogo, atingindo 51.161,9 milhões de euros. Um montante que significa que já entraram nos cofres públicos 76,3% da receita fiscal prevista pelo Governo para a globalidade do ano.

Este crescimento foi impulsionado sobretudo pelo IRS e pelo IVA, com contributos positivos de 4,0 e 3,7 pontos percentuais, respetivamente, parcialmente compensados pela evolução negativa do IRC (-1,0 pontos percentuais) e do ISP (-0,3 pontos percentuais).

Nos impostos diretos,  a receita arrecada com o IRS aumentou 13,5%, apesar da subida dos reembolsos e restituições pagos. “Para esta evolução contribuiu o crescimento das retenções na fonte que foi influenciado por um efeito de base decorrente da aplicação das tabelas de retenção na fonte em 2025, com impacto na receita de setembro desse ano, que não se repetiu no período homólogo de 2026”, detalha a Entidade Orçamental.

Em sentido contrário, o Estado arrecadou menos 6,2% em receita de IRC face ao período homólogo, refletindo, nomeadamente, a redução dos pagamentos por autoliquidação (-9,8%) e o aumento dos reembolsos e restituições pagos (8,5%).

Nos impostos indiretos, a receita em sede de IVA cresceu 9,4%, enquanto, em sentido contrário, a receita líquida de ISP registou
uma diminuição de 5,6%.

Paralelamente, a contribuir para o crescimento da receita estive o aumento de 6,7% das contribuições para sistemas de proteção social, essencialmente por efeito da evolução das contribuições para a Segurança Social (7,3%), enquanto a receita não fiscal e não contributiva apresentou um acréscimo de 26,4%.

Os dados divulgados esta sexta-feira pela Entidade Orçamental são na ótica de caixa (contabilidade pública), diferente da ótica de compromissos (contabilidade nacional) apurada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e utilizada nas comparações internacionais.

(Notícia em atualização)

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‘Amateur morons’: Flávio Bolsonaro’s short-lived ‘president-elect’ claim met with mockery

Brazilian media ridicule defeated candidate over ‘shameful’ absconsion to US and bizarre letter with wrong coat of arms

Flávio Bolsonaro had hoped that by Sunday night people would be calling him the next president of Brazil.

Instead, the far-right politician’s decision to flee to the US after losing the election and – for 58 minutes – to declare himself “Brazil’s true president-elect”, has made him a laughing stock, with Brazilian newspapers and commentators raining a barrage of scornful adjectives down on the conquered candidate.

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© Photograph: Adriano Machado/Reuters

© Photograph: Adriano Machado/Reuters

© Photograph: Adriano Machado/Reuters

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IA já é rotina no marketing, mas formação dos profissionais ficou para trás

A inteligência artificial entrou de vez no dia a dia do marketing brasileiro. Segundo o estudo Tendências de Marketing 2026, da Conversion, 82,4% dos profissionais da área usam ferramentas de IA diariamente. Em 2024, eram 43,7%. A preparação das equipes, porém, não acompanhou esse ritmo. 

Para Paulo Ilha, cofundador e sócio da Galeria, a lacuna é de formação.

“É difícil hoje ter um time que está plenamente preparado. As pessoas chegam em uma organização, precisam ser treinadas, se desenvolver e ter espaço para novas ideias dentro das organizações”, disse ele ao programa Valor de Marca, da CNN Brasil.

Uso amplo, uso raso 

Os números da Conversion de 2025 mostram que a adoção ainda é superficial. Do total, 88,2% usam a IA sobretudo para perguntas e respostas em tarefas do dia a dia. Só 6,1% automatizam fluxos de trabalho, e 2,7% operam agentes autônomos. 

O apoio das empresas também é limitado. Segundo o levantamento, 28,7% delas não têm nenhuma iniciativa formal de capacitação em IA, e 41,1% oferecem apenas cursos gratuitos ou de baixo custo, como vídeos e webinários.

Entre os profissionais, 22,9% dizem receber pouco ou nenhum apoio para desenvolver essas habilidades. Quase metade das empresas (47,1%) não tem política nem processo formal para o uso da tecnologia. 

Ilha vê a IA como uma ferramenta que amplia o trabalho humano. “O que a IA faz é potencializar o capital humano”, afirmou. Ele descreve o ganho em duas frentes.

“Na análise, a agência sempre observa o negócio do cliente e o comportamento das pessoas, e a IA faz com que isso seja muito mais ágil, muito mais rápido. Na produção, é mais eficiente, muitas vezes o custo é mais baixo”. 

Cortes lá fora, contratações aqui 

Nas grandes holdings globais de publicidade, a automação veio junto com cortes. Ao concluir a compra da Interpublic, em dezembro de 2025, a Omnicom anunciou mais de 4.000 demissões e a incorporação de marcas históricas, como DDB e FCB, a outras agências do grupo.

Em abril deste ano, o Financial Times informou que o WPP planeja cortar £ 500 milhões em custos anuais até 2028. Ilha reconhece o risco, mas aposta no sentido oposto.

“A tecnologia é uma facilitadora, mas não tira, em hipótese alguma, o valor do capital humano”, ressaltou.

Para ele, a própria complexidade do consumo atual protege a profissão. “Se fosse simples, você automatizava tudo”, afirmou. “Esse desafio é tão complexo que ele só aumenta o valor das agências e dos profissionais de hoje.” 

A Galeria, ao menos, vem contratando. A agência fez cem contratações só no primeiro semestre de 2026, segundo a Propmark. 

O que muda no perfil profissional 

Na visão de Ilha, o profissional mais valioso será o que testa, mede e corrige o rumo. “É preciso o tempo todo testar soluções, conexão de um meio com as pessoas, medir o impacto disso e tomar decisões de ajuste”, observou. A ferramenta ajuda, mas é necessário algum especialista que para fazer aquilo funcionar do melhor jeito”. 

Ele também defende equipes menos compartimentadas. “Passa por você cada vez mais ter organizações que não tenham silos. A tomada de decisão é multidisciplinar”, complementa.

O julgamento sobre o que vai ao ar continua humano, avaliou. “Entre aquilo que é produzido e aquilo que é criado, seja a estratégia, a criação, a estratégia de mídia de uma campanha, existe ali o fator de conhecimento humano. Essa tomada de decisão é extremamente diferenciadora”, orientou. Isso inclui a criatividade para criar uma abordagem única. 

Valor de Marca 

O “Valor de Marca” é um novo programa do CNN Money apresentado por Muriel Porfiro, que reúne líderes de marketing para discutir as estratégias por trás da construção de grandes marcas. O programa vai ao ar às segundas-feiras, às 19h, no CNN Money. 

A atração também marca a estreia da editoria Valor de Marca no portal da CNN Brasil, com participação de Fernando Miranda, estrategista de marketing e negócios do CNN Money, e parceria com o Nosso Meio, portal especializado em marketing, comunicação e negócios. 

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Super El Niño deve causar mais de 850 mil mortes no mundo e 19 mil no Brasil até março, diz estudo

O fenômeno climático El Niño deve causar 857.400 mortes adicionais ao redor do mundo até março de 2026 segundo estudo do painel Climate Impact Lab, da Universidade de Chicago. No Brasil, os óbitos nos próximos seis meses devem chegar a 19.500.

Os pesquisadores apontam que entre junho e setembro de 2026 o Super El Niño já ocasionou a morte de 484.500 pessoas no mundo devido ao calor acima do normal que o fenômeno causou.

Nos próximos seis meses mais 372.900 mortes devem ocorrer, com destaque para a Índia e Nigéria. O país asiático deve sofrer com a perda de 55 mil vidas até março, totalizando 160 mil óbitos. Já o país africano deve registrar o maior número nos próximos seis meses, com 56.100 vítimas adicionais, totalizando 69.700 desde junho.

O estudo calcula como “mortes adicionais” aquelas que excederiam o número esperado para os mesmos meses em um ano considerado normal, comparando as médias esperadas entre 1996 e 2025. Ela é portanto uma projeção de mortalidade e não uma contagem de mortes que já ocorreram.

Impactos no Brasil

Em quarto lugar entre os países que mais devem ter mortes adicionais causadas pelo El Niño está o Brasil, com uma estimativa de 26.700 mortes até março, sendo 19.500 previstas apenas para os próximos seis meses.

O estado com o maior número deve ser o Pará, com 3.800 mortes previstas até março, superando as mortes esperadas em países como Venezuela (3.600) e Colômbia (3.300).

Em seguida aparecem os estados do Maranhão (2.800), Amazonas (2.200) e Bahia (2.100) no acumulado de 10 meses de incidência do El Niño. A universidade alerta que o número ficará acima da média a cada mês no país.

Veja lista dos países com mais mortes esperadas:

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Estimativas correspondme as mortes adicionais causadas pelo calor entre junho de 2026 e março de 2027 • Reprodução/Climate Impact Lab

Chama a atenção dos pesquisadores que os maiores países poluentes, China e Estados Unidos, além de países desenvolvidos aparecem no fim da lista, apesar de serem os que consequentemente mais contribuem para as mudanças climáticas.

Alertas sobre um El Niño sem precedentes

O El Niño é um fenômeno climático causado pelo aquecimento anormal das águas do oceano pacífico equatorial e acontece de forma cíclica em um intervalo de 2 a 7 anos e de maneira intercalada com períodos neutros e sob o efeito do La Niña, o resfriamento acima da média das águas.

Porém, a OMM (Organização Meteorológica Mundial) alertou no último dia 21 que o El Niño atual deve ser um fenômeno sem precedentes e um dos mais fortes da história, com expectativa de deve atingir o seu pico ainda este ano.

Seus principais efeitos acontecem na América do Sul e Central, segundo a OMM. No Brasil, os mais severos são especialmente chuvas intensas na região Sul e secas prolongadas no Norte e Nordeste.

Ainda de acordo com a agência da ONU (Organização das Nações Unidas), o El Niño deve durar até pelo menos fevereiro do ano que vem, mas os seus efeitos vão ser sentidos por muito mais tempo e vão se espalhar cada vez mais.

Consequências do El Niño na população

Nesse sentido, segundo levantamento da Lancet Countdown, iniciativa internacional que monitora as mudanças climáticas e a saúde mundial, os últimos 11 anos foram os mais quentes já registrados.

“Agora, um El Niño severo ameaça agravar os impactos das mudanças climáticas e desencadear crises humanitárias climáticas sem precedentes no mundo todo. Devido às ameaças crescentes na última década, as mudanças climáticas se tornaram uma emergência global de saúde. Enfrentá-la exige correção urgente de rumo para promover ações coordenadas e baseadas em evidências através das fronteiras, a fim de proteger a saúde e a sobrevivência”, aponta o relatório.

Além das mortes por desidratação e insegurança alimentar, o aumento das temperaturas favorece a transmissão de doenças como a dengue, visto que o mosquito Aedes aegypti (vetor responsável pelo vírus) se reproduz em ambientes mais quentes e úmidos.

Emissões precisam diminuir

Cientistas alertam que o El Niño atual foi intensificado por conta das mudanças climáticas, ocasionadas principalmente pela emissão de CO2 (gás carbônico) na atmosfera. Os maiores responsáveis por isso são a queima de combustíveis fósseis para produção de energia e desmatamento segundo a ONU.

Segundo a organização, o aumento da temperatura contribui para o desequilíbrio de estações climáticas e aumento da ocorrência de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, secas prolongadas, tornados e chuvas torrenciais.

Nesse sentido, em 2015 foi assinado em 2015 o Acordo de Paris, que tem como meta a redução das emissões de gases do efeito estufa para limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C acima do período pré-industrial. Porém, previsões meteorológicas indicam que esse nível crítico de 1,5 °C deve ser atingido já em 2030, e para tentar evitar esse cenário, a ONU indica que são necessários cortes de 18% nas emissões até 2030 e 45% até 2035, bem como a ampliação contínua da remoção de gás carbônico ao longo do século.

*Sob supervisão de Manuella Dal Mas

Mortes, incêndios e secas: tempestades de calor atingem 85% do planeta

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João Lucas dá “pista” sobre Bruna Marquezine ser madrinha do bebê de Sasha

O cantor João Lucas, 26, marido de Sasha Meneghel, 28, deu “pistas” sobre a atriz Bruna Marquezine, 31, vir a ser madrinha do primeiro filho do casal.

O artista republicou, nas redes sociais, um vídeo em que a atriz é mencionada como futura madrinha do bebê. O casal anunciou a gravidez na manhã de quinta-feira (29). Bruna e Sasha mantêm uma amizade de longa data, que começou quando elas ainda eram crianças — e dura até hoje.

Bruna Marquezine celebrou a novidade nas redes sociais. Nos comentários do post que confirma a gestação, a atriz deixou vários comentários, acompanhados de emojis de corações vermelhos. “Amo, amo, amo vocês”, “Que alegria, meu Deus”, “Viva!!”, escreveu ela.

Nas redes sociais, o casal compartilhou a novidade com os seguidores, publicando imagens do ultrassom e um registro em que o músico aparece beijando a barriga de Sasha.

Os papais escolheram apenas um coração vermelho para acompanhar a publicação, que reuniu diversos outros comentários carinhosos de fãs e amigos.

Xuxa revela que dá banho em Sasha: “Como se fosse um bebê”

 

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Intel sufre la mayor caída en Bolsa de su historia: se hunde casi un 30% quemando 130.000 millones de dólares de capitalización

Desplome histórico en las acciones de Intel. Los títulos de la tecnológica estadounidense se están hundiendo este viernes cerca de un 29% tras publicar unas previsiones para el cuarto trimestre por debajo de las estimaciones del mercado ante una caída de las ventas del mercado de ordenadores personales. El porcentaje significa que Intel va camino de cerrar la peor sesión en Bolsa de toda su historia. La mayor caída, hasta ahora, tuvo lugar el 2 de agosto de 2024, cuando se dejó un 26%, tras presentar pérdidas por el deterioro de su división de fabricación y anunciar 15.000 despidos. Con la bajada, Intel ha quemado cerca de 130.000 millones de dólares en capitalización bursátil, y está arrastrando a otros grupos del sector de los semiconductores como Nvidia, Broadcom, Micron Technology y AMD, que también sufren fuertes castigos.

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© JOHN G. MABANGLO (EFE)

Sede de Intel.
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IP inicia obras na EN2 em Abrantes

Empreitada tem um prazo de execução de 90 dias e deverá estar concluída até 26 de janeiro de 2027. IP tem duas outras obras de reabilitação rodoviária no concelho de Abrantes.

© Getty Images

A intervenção responde aos danos provocados pelas intempéries do início do ano, que originaram deslizamentos de terras e obrigaram ao encerramento temporário daquele troço da EN2
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