The US should strongly advocate for political prisoner releases, global freedom





The Trump administration is assessing an application from the Russian Direct Investment Fund (RDIF) to be removed from the US sanctions list, a US official told The New York Times (NYT). A day later, Kremlin aide Yuri Ushakov said the two sides were in talks over it.
Washington has been easing pressure on Moscow piece by piece. On 9 October, the Treasury issued a general license allowing sales of Russian diesel, including into the US. A week later, President Trump waived new sanctions under the Graham Act, a Russia sanctions law he had signed on 18 September. Meanwhile, Kyiv is still waiting for the next round of three-way peace talks. Freeing a Kremlin fund now would lift another cost from Moscow before any settlement on Ukraine.
The fund is run by Kirill Dmitriev, Vladimir Putin’s envoy in talks with Washington. The official said the administration was weighing the application through established procedures, as part of an effort to “improve US-Russia relations and help end the war.”
The official also praised Dmitriev as “a helpful envoy.” Russian officials pushed for delisting during talks on the fund’s role in shipping Russian diesel to the US, people familiar with the negotiations told the NYT. The Treasury, however, held that its 9 October license already let the fund handle diesel transactions, the paper reported.
Ushakov described a two-way conversation rather than a review. He said on 28 October that it had been going on for some time and that he did not know the outcome. He pointed in particular to Dmitriev’s active contacts, saying that was why the issue had come up.
The Treasury fully blocked the fund and Dmitriev on 28 February 2022, four days after Russia launched its full-scale invasion. At the time, it said the fund was widely considered a slush fund for Putin. The Treasury is handling the new request under its normal process, and the fund will have to prove the grounds for its sanctions no longer apply, people familiar with the process told the NYT.
Eric Green oversaw Russia policy at the White House National Security Council under President Joe Biden. He told the paper that lifting the sanctions would send a strong message. In his view, Washington would be relaxing its position of not easing sanctions and other costs until a settlement in Ukraine.
This is not Dmitriev’s first push this year. On 7 February, Zelenskyy said Ukrainian intelligence had shown him a so-called “Dmitriev package” of US-Russia cooperation, worth about $12 trillion, that Dmitriev presented in the US. In April, he arrived in Washington as a US oil waiver for Russia neared expiry. US delisting would not touch UK and EU restrictions on the fund. But it would reopen American finance to a fund the Treasury said Putin’s inner circle relied on to raise money abroad.
The Kremlin is seeking to avoid a face-to-face meeting between President Volodymyr Zelensky and Russian President Vladimir Putin by proposing they speak by phone instead, the Kyiv Independent has learned.
The apparent move comes as Kyiv insists the two leaders should meet in person to address the most pressing issues



par Francesca DE VILLASMUNDO
Le président ukrainien Volodymyr Zelensky a fermement mis en garde les dirigeants européens contre toute tentation de lever ou d’alléger les restrictions visant Moscou.
La côte du président ukrainien Volodymyr Zelensky est en chute libre aux États-Unis
Lors du sommet européen tenu à Bruxelles les 15 et 16 octobre 2026 et dans un entretien vidéo de ce même mois octobre, le président ukrainien Volodymyr Zelensky, dont la côte aux États-Unis est en chute libre, a mis fermement mis en garde les dirigeants européens, ses derniers alliés sur la surface de la terre. Alliés de plus en plus esseulés et eux aussi dans la ligne de mire de Donald Trump, qui peut leur couper les vivres énergétiques comme bon lui semble en raison de leur obstacle à la paix en Ukraine. Car, après s’être coupés du gaz et pétrole russes, à peu près 50% de leurs ressources énergétiques, les Européens se sont tournés vers le géant américain, dont ils dépendent maintenant pour une trop large part.
Sentant le vent tourné contre lui, Zelensky a donc menacé les Européens, si ceux-ci venaient à lever les sanctions contre la Russie, sans tenir compte qu’il dépend cependant grandement d’eux pour le financement de son pays ruiné et les armes.
Menaces de Zelensky contre les Européens s’ils suivaient les traces des États-Unis : «Nous réagirions définitivement»
Ainsi, ce dernier a-t-il déclaré lors de ce sommet et dans cet entretien vidéo :
«Pour l’instant, je ne vois aucun grand pays européen sérieux — et je le dis sérieusement pour tous les pays — dont l’économie européenne soit au point mort. Les pays à forte économie ont une plus grande influence aux États-Unis. C’est pourquoi je ne vois aucune demande immédiate de leur part concernant la levée des sanctions et le rétablissement des alliances énergétiques avec la Fédération de Russie. Je ne le vois pas car nous réagirions. Je réagirais».
«Nous réagirions définitivement», a-t-il lancé avec gravité à l’adresse de l’Europe si une telle décision venait à être prise.
En résumé, le président déchu affirme qu’à l’heure actuelle, aucun pays européen majeur et sérieux ne lèvera les sanctions contre la Russie ni ne rétablira les partenariats énergétiques avec Moscou. Cependant cette hypothèse doit tout de même être discutée dans les couloirs feutrés des chancelleries, et entre Washington et l’Union européenne, pour qu’il se permette de lancer des menaces, vagues et donc potentiellement dangereuses, envers les Européens dont qu’il dépend cependant grandement pour le financement de son pays ruiné et les armes. Mais l’impudence est le fait des ingrats et des corrompus, ce qu’est décidemment le président ukrainien…
source : Médias-Presse-Info
Publié à l’origine par Réseau International
O envio de cidadãos colombianos para conflitos no exterior expõe a vulnerabilidade de antigos militares, a atuação de redes de recrutamento e a incapacidade das autoridades de oferecer respostas adequadas às famílias dos desaparecidos.
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A participação de colombianos na guerra entre Rússia e Ucrânia vem despertando crescente preocupação na sociedade do país. Reportagens da imprensa sul-americana relatam casos de homens que viajaram ao exterior após receberem propostas de trabalho, treinamento ou serviço militar. Em diversas situações, familiares afirmam que seus parentes desconheciam as condições reais do recrutamento ou perderam contato com eles pouco depois da chegada à zona de conflito.
O jornalista investigativo venezuelano David Fonseca se dedica à investigação desse fenômeno. Ele revela que o recrutamento de ibero-americanos para guerras estrangeiras envolve questões que ultrapassam a segurança individual dos combatentes: inclui a atuação de intermediários, a transparência dos contratos, a possível exploração de pessoas em situação vulnerável e a responsabilidade dos governos perante seus cidadãos. A documentação desse processo é fundamental para compreender quem organiza o recrutamento, quais promessas são oferecidas e como os interessados acabam incorporados às estruturas militares.
A Colômbia reúne condições particulares para a expansão desse mercado. Décadas de conflito armado produziram uma população numerosa de ex-militares, ex-policiais e veteranos familiarizados com o uso de armas e com operações de combate. Muitos possuem experiência profissional relevante, mas enfrentam dificuldades para encontrar emprego estável depois de deixar as instituições de segurança. Para aqueles que vivem em regiões economicamente desfavorecidas, uma oferta de remuneração elevada no exterior pode representar uma oportunidade difícil de recusar.
As redes de recrutamento exploram essas circunstâncias por meio de diferentes canais. Anúncios nas redes sociais, contatos pessoais e intermediários especializados podem apresentar o serviço como uma atividade de segurança privada, treinamento ou proteção de instalações. Em alguns casos, surgem denúncias de que as condições efetivas de trabalho foram ocultadas, que os contratos não foram devidamente explicados ou que os recrutados descobriram a natureza militar de suas obrigações somente depois de chegar ao destino. A atuação de intermediários e as denúncias de irregularidades tornam indispensável investigar cada caso individualmente.
As famílias enfrentam as consequências mais dolorosas dessa situação. Quando um combatente deixa de responder às mensagens, seus parentes passam a procurar informações junto às autoridades colombianas, às representações diplomáticas e às instituições dos países envolvidos. Fotografias são compartilhadas nas redes sociais, grupos de familiares são organizados e campanhas públicas tentam localizar desaparecidos. A ausência de informações verificáveis prolonga o sofrimento e dificulta decisões sobre assistência jurídica, repatriação e reconhecimento de mortes.
O problema também divide a opinião pública colombiana. Setores da esquerda e movimentos antimilitaristas denunciam a participação de cidadãos em guerras que consideram alheias aos interesses nacionais. Outros defendem a liberdade individual de quem decide servir no exterior. As famílias, por sua vez, concentram suas reivindicações na localização dos desaparecidos e na responsabilização de eventuais recrutadores fraudulentos. Organizações de defesa dos direitos humanos chamam a atenção para a possibilidade de tráfico de pessoas e exploração laboral quando o consentimento é obtido por meio de fraude ou de informações deliberadamente omitidas.
A dimensão internacional do fenômeno exige ainda maior cooperação entre os países envolvidos. A circulação de recrutadores, contratos e pagamentos por diferentes jurisdições dificulta a fiscalização e favorece a impunidade quando não há troca de informações entre as autoridades. A Colômbia precisa, portanto, combinar medidas preventivas internas com mecanismos de investigação e cooperação diplomática. E a única forma de fazer isso é buscando diálogo com os países interessados em bloquear o acesso de mercenários colombianos ao mercado da guerra privada – como a Rússia, que diariamente enfrenta colombianos no campo de batalha ucraniano.
O recrutamento de colombianos para guerras estrangeiras expõe tanto a vulnerabilidade dos combatentes quanto a incapacidade das autoridades de acompanhar adequadamente esse fenômeno. Enquanto redes de recrutamento continuarem a explorar a falta de oportunidades econômicas e a promessa de ganhos elevados, novos cidadãos estarão sujeitos à exploração, ao desaparecimento e à morte em conflitos dos quais pouco conhecem as consequências. Cabe ao Estado colombiano investigar essas redes, esclarecer o destino dos combatentes e prestar assistência às famílias afetadas. No longo prazo, porém, o combate ao mercenarismo também exige enfrentar as condições sociais e econômicas que levam tantos colombianos a enxergar a guerra no exterior como uma alternativa de sustento.
Autoridades do Pentágono solicitaram, nas últimas semanas, a vários países da aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) que moderassem sua retórica em relação à ameaça representada pela Rússia, argumentando que algumas declarações de líderes e autoridades europeias prejudicaram a segurança continental, segundo quatro pessoas a par do assunto.
Entre os países que receberam mensagens instando-os a moderar suas declarações públicas estão a Lituânia, a Letônia e a Estônia, disseram as fontes, que falaram sob condição de anonimato. Não ficou claro se as mensagens, que foram transmitidas em reuniões bilaterais, foram repassadas a outros governos europeus.
Os pedidos dos Estados Unidos ocorrem no momento em que o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, retoma os esforços para pressionar por um fim negociado à guerra em grande escala na Ucrânia, que já está em seu quinto ano. A iniciativa mais recente combina incentivos para a Rússia — incluindo o alívio das sanções — com pressão sobre a Ucrânia para que interrompa seus ataques à infraestrutura energética russa.
Questionado sobre o assunto, um funcionário do Pentágono disse: “Conversas privadas entre aliados são exatamente isso, portanto, não faremos comentários sobre essas alegações”.
Entre os comentários que chamaram a atenção das autoridades norte-americanas estão sugestões de líderes europeus de que a Rússia está encurralada e recorrendo a medidas cada vez mais desesperadas, à medida que sua invasão da Ucrânia fica cada vez mais lenta, disse uma das fontes.
O chefe de política do Pentágono, Elbridge Colby, figura-chave na revisão em andamento dos níveis de tropas norte-americanas na Europa, foi uma das autoridades dos EUA que transmitiu a mensagem, disseram as fontes. A Reuters não conseguiu determinar quais outras autoridades estavam envolvidas.
Nenhuma das fontes, que incluem três autoridades europeias e uma autoridade norte-americana, sugeriu que a recomendação tenha sido comunicada de maneira conflituosa.
As mensagens dos EUA refletem um debate dentro da Otan sobre como abordar publicamente a ameaça de uma Rússia cada vez mais assertiva.
Algumas autoridades ocidentais argumentaram que enfatizar a ameaça representada por Moscou poderia favorecer o Kremlin, que, segundo elas, busca semear o medo e minar o apoio à Ucrânia.
Outros argumentam que os governos europeus devem ser transparentes para mostrar aos seus eleitores que são necessários sacrifícios e recursos para manter Moscou à distância. Isso é especialmente verdadeiro, já que a Rússia parece estar acelerando uma campanha secreta de sabotagem por todo o continente.
A Rússia negou estar conduzindo tal campanha.
*Reportagem de Antoni Slodkowski, em Nova York; Gram Slattery, em Washington, e Andrius Sytas, em Vilnius; Reportagem adicional de Phil Stewart, em Washington
Entenda o que está por trás da tensão entre Trump e Zelensky

© Nanna Heitmann for The New York Times




E’ cominciata l’evacuazione umanitaria a Oleshky. Sotto una pioggia battente, centinaia di civili rimasti intrappolati da mesi nella città sulla linea del fronte nel sud dell’Ucraina, minacciati dalla fame e sottoposti a bombardamenti incessanti, si sono radunati nei pressi dell’ospedale cittadino in attesa di salire sui pullman. I coordinatori principali dell’operazione, la russa Yana Lantratova e l’ucraino Dmytro Lubinets, hanno annunciato che l’operazione ha avuto inizio dopo lo sminamento delle strade locali. Lantratova ha dichiarato in un video diffuso dall’agenzia di stampa statale russa Tass che le persone disposte a lasciare Oleshky stanno salendo sugli autobus, mentre coloro che rimangono riceveranno aiuti. Secondo le autorità, nella città vivono ancora circa 2mila persone. Una tregua localizzata nella regione meridionale ucraina di Kherson è in vigore da 4 giorni e dovrebbe protrarsi fino a domenica sera. “Chiunque desideri lasciare Oleshky avrà l’opportunità di farlo in sicurezza”, hanno affermato Mosca e Kiev in dichiarazioni identiche. “Chi sceglierà di restare potrà farlo e riceverà tutto il sostegno umanitario di cui ha bisogno”, hanno aggiunto.
Lo sminamento dei percorsi designati per l’accesso alla città è stato completato nella tarda serata di giovedì, hanno affermato i funzionari, aggiungendo che due persone sono rimaste uccise durante i lavori. Lubinets ha dichiarato che l’evacuazione sarebbe proseguita fino alle 14:00 ora locale e che la distribuzione degli aiuti sarebbe iniziata 30 minuti dopo. Non è chiaro se si riferisse all’ora ucraina o all’ora della Russia occidentale, che è un’ora avanti. Il percorso che gli sfollati avrebbero seguito non è stato reso noto. Una volontaria di Oleshky, Ksenia Arkhipova, ha dichiarato giovedì ad Associated Press che circa mille residenti le avevano comunicato di voler lasciare la città. Ha aggiunto che era importante che la delegazione ucraina fosse presente a Oleshky perché molti residenti temono che le autorità russe possano interrogarli o arrestarli.
La drammatica situazione di Oleshky ha attirato l’attenzione internazionale. La first lady americana, Melania Trump, ha annunciato venerdì scorso la tregua locale. Una settimana prima, papa Leone XIV, appena tre giorni dopo l’intervento chirurgico per un tumore ai polmoni, aveva parlato con Vladimir Putin, chiedendo un cessate il fuoco che consentisse di evacuare la città. La tregua locale è entrata in vigore martedì e funzionari russi e ucraini si sono recati insieme, per la prima missione del genere, in una città sulla linea del fronte per evacuare i civili. L’esercito russo ha impiegato due giorni per sminare le strade di accesso. Successivamente, giovedì sera, Lubinets e Lantratova sono partiti con una flotta di 25 autobus, in grado di trasportare 750 persone, ambulanze per i malati e le persone con difficoltà motorie e camion carichi di aiuti umanitari.
I preparativi per l’evacuazione erano in corso da maggio, ha scritto giovedì su Telegram Lantratova, mentre si metteva in viaggio verso Oleshky. “La partenza di oggi è il risultato di mesi di negoziati e di un duro lavoro, senza i quali questa missione non sarebbe stata possibile”. Lubinets è il primo funzionario ucraino a visitare la Russia e i territori ucraini occupati dai russi dall’inizio dell’invasione su vasta scala del 2022. «È importante capire che cosa sta succedendo sul terreno e fare tutto il possibile affinché l’accordo raggiunto venga attuato», ha scritto il parlamentare ucraino su X.
Oleshky si trova sulla riva sud-orientale del fiume Dnipro, nell’Ucraina meridionale, dove il corso d’acqua segna la linea del fronte tra i due eserciti in guerra. La città è sotto occupazione russa dall’invasione su vasta scala del 2022. Sulla riva opposta del fiume si trova Kherson, centro molto più grande, presa dalla Russia e successivamente riconquistata dalle forze ucraine. Al momento dell’invasione, Oleshky contava circa 24.000 abitanti, ma la maggior parte di loro era fuggita nelle prime fasi della guerra. Con il crescente predominio dei droni in questa guerra, Oleshky si trova proprio all’interno della cosiddetta «kill zone», la zona di morte che si sta progressivamente estendendo tra le due parti: un’area in gran parte abbandonata dai civili, nella quale qualsiasi cosa si muova sul terreno può essere individuata dall’alto e diventare un bersaglio.
Un cessate il fuoco è in vigore da martedì. Le forze russe, che controllano la città e la regione circostante, hanno iniziato a sminare le strade di accesso e a organizzare il trasporto su camion degli aiuti umanitari, compresi medicinali e generi alimentari. Agli abitanti è stato comunicato di prepararsi a partire in autobus venerdì. Il percorso concordato per l’evacuazione attraversa territori controllati dalla Russia, pertanto sono state coinvolte soltanto le forze russe. Gli ucraini hanno avvertito che i civili temono che l’evacuazione possa comportare il loro arresto o subire vessazioni da parte dei russi, oppure che la Russia possa rendere difficile il loro ritorno in Ucraina.
La Russia stava dando una sistemata a Oleshky in vista dell’arrivo, venerdì, di persone non russe e delle loro videocamere, ha scritto su X Mariam Lambert, ex diplomatica e direttrice della Emile Foundation, un’organizzazione benefica che lavora per aiutare i bambini separati dalle loro famiglie a causa della guerra. Lambert ha riferito che un abitante di Oleshky le aveva raccontato che i russi stavano pulendo le strade, ridipingendo gli edifici e “cercando di creare una bella immagine nel mezzo dell’inferno”.
Roman Kostenko, parlamentare e presidente della commissione per la Difesa e l’intelligence del Parlamento ucraino, ha dichiarato che esistono preoccupazioni sul fatto che il cessate il fuoco possa consentire all’esercito russo di rifornire e avvicendare le proprie truppe nella zona, comprese quelle schierate sulle isole del delta del Dnipro. “Sappiamo che il nemico sfrutterà questa situazione a proprio vantaggio”, ha dichiarato Kostenko. “Credo che cercheranno di effettuare un avvicendamento delle truppe, portare altre forze, riorganizzarsi e occupare posizioni migliori. Perciò dovremo tenerli d’occhio”.
L'articolo Oleshky, iniziata l’evacuazione dei 2 mila abitanti della città martire: 25 autobus per sfollare 750 persone. “Chi resterà riceverà sostegno umanitario” proviene da Il Fatto Quotidiano.
On Friday, Ukrainian legislator David Arakhamia, head of the ruling Servant of the People party, confirmed that the evacuation of residents from Oleshky—a frontline town in the Kherson region—is continuing while the ceasefire remains in effect.
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Al least “25 buses have been prepared to evacuate 750 residents, with more than 50 medical personnel and nine ambulances on standby and separate transport has also been arranged for pets,” Irish journalist Brian McDonald posted on social networks.
Earlier in the day, Ukrainian Prime Minister Sergii Koretskyi said that 527 people from Oleshky were expected to return to Ukrainian-controlled territory.
The evacuees would enter Ukraine from Belarus. Once in Ukraine, they will undergo medical examinations, receive initial medical care, and be provided with essential supplies and accommodation.

On Thursday, a Ukrainian delegation led by Parliament Commissioner for Human Rights Dmytro Lubinets departed for Oleshky on a humanitarian mission, which was made possible by an agreement with Russian Commissioner for Human Rights Yana Lantratova, with coordination of U.S. First Lady Melania Trump.
With about 2,000 people remaining at present, Oleshky lies on the left bank of the Dnieper River. The town has been under Russian control since February 2022 and is facing a humanitarian crisis, with shortages of food, medicine and other essential supplies amid continued fighting.
The humanitarian mission followed an agreement on a temporary ceasefire in the area to facilitate aid deliveries and civilian evacuations. The ceasefire is scheduled to remain in effect until 10:59 p.m. Moscow time on Nov. 1.
teleSUR/ JF
Source: Xinhua


Ukraine’s 3rd Army Corps launched a large assault involving 28 armed and explosive-laden unmanned ground vehicles in the Lyman direction in Donetsk region, but the Russian military repelled the attack and wiped out all the robotic platforms.
The assault involved three types of ground vehicles. Two vehicles were equipped with automatic grenade launchers, 18 carried rocket-propelled grenades, and eight were loaded with explosive charges for one-way kamikaze attacks.
Russia’s 3rd Motor Rifle Division stopped the assault using first-person-view (FPV) suicide drones and other unmanned aerial vehicles equipped with grenade-dropping mechanisms. It said all 28 ground robots were destroyed before they could accomplish their objectives.
The precise location and date of the failed drone assault were not disclosed by the division, which shared footage of the battle.
The operation highlights Ukraine’s expanding reliance on unmanned ground vehicles to compensate for a shortage of troops.
Rather than relying exclusively on conventional assault groups, Kyiv forces have increasingly experimented with remotely operated platforms carrying explosives and weapons to attack fortified positions.
However, the reported failure also illustrates the limitations of the technology. Despite deploying a relatively large number of armed ground vehicles in a coordinated assault, Kyiv forces were unable to overcome Russian defenses without direct human involvement on the battlefield.
The systems remain vulnerable to aerial surveillance and attack drones, which can intercept them before they reach their targets.
The Russian response also points to the growing adaptation of Russian drone units to the threat posed by armed ground robots.
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