‘Scared of crossing the border’: The Arizona farmers who rely on Mexican workers
“¿Truco o trato?”, repitieron los niños que acudieron a la tradicional entrega de caramelos en la Casa Blanca este pasado jueves. El presidente y la primera dama de Estados Unidos, Donald y Melania Trump, celebraron Halloween como es ya habitual con una decoración a la altura de la celebración y entregando estos dulces a menores de todas las edades.

John Lithgow, Tilda Swinton, and Gary Oldman also performed at the west London theatre for the ‘standard company rate’

© Getty Images

Publicado nas redes sociais pelo Centro Acadêmico Evaristo da Veiga e pela Associação Atlética Acadêmica Camillo Guerreiro, ambos do curso de direito, o ato buscou canalizar a angústia desses jovens com o resultado das urnas e deu origem a uma passeata que reuniu centenas de pessoas em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, em uma chuvosa noite de segunda-feira.
O protesto foi gestado na noite de domingo (4), diante do resultado eleitoral. O senador Flávio Bolsonaro (PL) tinha recebido 47% dos votos válidos, e o presidente Luiz Inácio Lula, agora reeleito, 45%. O placar inspirava preocupação dos estudantes, que viam Flávio como uma ameaça à educação.
"Ele tinha como proposta tirar as universidades do Ministério da Educação e passar para o de Ciência e Tecnologia, que tem menos verbas", explicou a universitária Valentina Cruz, que é diretora do Centro Acadêmico de Direito.
A proposta, de fato, constava no plano de governo do candidato do PL. Para Valentina, estava clara a necessidade de reagir ao resultado e iniciar uma mobilização por diálogo dentro da universidade.
"A vitória de Flávio claramente significaria corte em todas as áreas das universidades, da infraestrutura ao auxílio permanência, um roteiro conhecido", avaliou Valentina, em relação ao governo de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
Olhando para trás, Simão Gabriel Adorno, membro da atlética do direito, também observou que a reação levou em conta a experiência recente nas universidades públicas, durante o primeiro mandato de Jair Bolsonaro.
Ele lembra que a UFF esteve entre as primeiras federais a sofrer cortes, por promoverem "balbúrdia", nas palavras do então ministro da Educação, Abraham Weintraub. O ex-presidente endossou as críticas do MEC, chamando universitários de "idiotas úteis" e "massa de manobra".
Os jovens, na época, protestaram, mas não conseguiram deter o contingenciamento de até 30% das verbas, com impacto no funcionamento e nas bolsas de pesquisas, fundamentais para estudantes mais pobres, em geral negros e periféricos.
"Nós vimos como o bolsonarismo atacou as universidades na gestão do Jair, como a universidade foi vilipendiada, como eles desprezam as instituições de ensino publico. A gente sentia que estava arriscando a perder nossa faculdade, a nossa casa. A educação pública estava em risco", avaliou.
Os universitários do direito também não concordavam com a anistia defendida por apoiadores de Jair Bolsonaro, que está preso por liderar uma tentativa de golpe de Estado que culminou nos ataques à Praça dos Três Poderes do 8 de janeiro de 2023. Flávio Bolsonaro prometia que o pai seria libertado e subiria a rampa com ele em sua posse, caso fosse eleito.
Na noite da apuração, os universitários se articularam e decidiram convocar o ato na segunda.
"A gente precisava fazer algo. Era para ser uma coisa interna, de alunos e professores, representantes de algumas entidades, como a OAB [Ordem dos Advogados do Brasil], mas passaram-se as horas e éramos centenas", contou João Paulo Armando, outro diretor do centro acadêmico de Direitos.
Ali, eles também abriram a bandeira do Direito Antifascista, estandarte confeccionado em 2018, antes da primeira eleição de Jair.
"Para nós, do Direito, a situação (da vantagem) era absurda, sobretudo, diante da postura dele [Flávio] contra direitos civis, contra a Constituição [Federal] e em defesa da Ditadura [político-empresarial-militar]. Nós sabemos o que foi isso", afirmou, o jovem, ao lembrar Fernando Santa Cruz, aluno da instituição e militante político, desaparecido pelos militares em 1974.
Com a convocação, que trazia uma imagem do presidente Lula com jovens, outros cursos aderiram e pediram para se juntar.
"Vimos nosso país ameaçado, nossa democracia em risco, observamos as movimentações do governo Trump [presidente dos Estados Unidos], e decidimos ser um ponto de resistência no Sul Global", relembra Cauê Moraes Marins da Silva, de 22 anos, diretor do Centro Acadêmico de Relações Internacionais Sérgio Vieira de Melo, também da UFF.
No fim da tarde, a articulação ganhou um tamanho inesperado, e os participantes já não cabiam mais no pátio. Eles decidiram, então, sair em caminhada. Valentina conta que viu uma senhora idosa, de bengala, aposentada, se aproximar e ficar emocionada.
"Ela estava lá, na chuva, conosco, e disse que o nosso futuro não podia ser entregue para a extrema-direita".
Mas teve também quem tenha criticado. Cauê lembra que ovos foram arremessados de sacadas contra os estudantes.
"Várias pessoas identificadas com o campo progressista e o PT foram agredidas e até mortas nesta eleição. A violência foi real, o que é um absurdo na democracia", disse. "Na manifestação do dia [5[, jogaram ovos contra nós em um ato pacífico, e, mesmo assim, nós continuamos".
A mobilização daquela segunda-feira ganhou tração ao longo de semana. Na quarta-feira (7), estudantes do Rio decidiram ocuparam as ruas do centro da cidade, em mais uma passeata alertando para o resultado eleitoral. A defesa da democracia e da educação pública de qualidade eram as principais bandeiras.
Assim, protestos se multiplicaram em cidades do país, como Brasília, onde uma multidão se reuniu na Esplanada dos Ministérios naquela semana. A sequência fez parte da campanha popular pela reversão do resultado eleitoral, que passou a focar na oportunidade de ganhar votos nulos e atrair eleitores que não tinham ido votar.
"A eleição de vários representantes do fascismo, da extrema-direita, me assutou", contou Isabela Casalini, de 21 anos, aluna de desenho industrial da UFF.
Ela revelou que tirou o título de eleitor aos 16 anos, para votar contra Jair Bolsonaro, nas eleições de 2022. "No dia 5, a gente tinha um sentimento de revolta", lembrou.
A jovem acredita que aquela manifestação tenha sido o pontapé para a mobilização crescente dos estudantes. E a intenção dela é permanecer nas ruas.
"Hoje, estou aqui de novo para comemorar nossa vitória e informar que não deixaremos de nos posicionar nos próximos anos", disse, em entrevista à Agência Brasil.
Não foi somente em 2026 que estudantes "levantaram o moral" e mudaram os rumos da história, analisa a historiadora pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), mestre em Comunicação pela UFF e jornalista da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) Carolina Barreto. Em outros momentos, eles também foram motores de transformação.
Pesquisadora de movimentos sociais, Barreto lembra que, mesmo antes da ditadura militar, em 1964, quando a luta dos estudantes se tornou mais conhecida e bastante reprimida, a União Nacional dos Estudantes (UNE) já tinha atuado contra o nazifascismo e pela criação da Petrobras, em defesa das riquezas nacionais.
"Na década de 1990, teve o Fora, Collor, [pedindo a deposição do presidente Fernando Collor de Mello], e, em junho de 2013, os estudantes atuaram de novo, apesar de o movimento ter sido mais difuso, mesmo trazendo pautas importantes, como a gentrificação, o encarecimento da vida nas cidades os gastos exorbitantes em eventos internacionais", examinou Barreto.
A historiadora é autora do livro "Quando 2013 encontra 1968", comparando a cobertura da imprensa de anos recentes com a da Marcha dos 100 mil, três meses depois do assassinato do estudante Edson Luis pela ditadura.
"A única vez que os estudantes ficaram de fora foi nos anos 1980, com o ascenso do movimento sindical, em São Paulo", destacou a pesquisadora.
O advogado Felipe Santa Cruz, filho do estudante e militante Fernando Santa Cruz, que cursou direito na UFF, avalia que a mobilização mostra que os estudantes estão na vanguarda da luta contra o autoritarismo.
"Nós estamos orgulhosos dos estudantes da UFF e dos estudantes de todo o país", declarou Felipe, que faz doutorado na Universidade Federal Fluminense, além de já ter presidido a OAB Nacional e a seccional do Rio de Janeiro.
"Os meninos e meninas da UFF se juntaram, foram às ruas espontaneamente, da forma mais bela, se indignaram com o risco que o país corria e tomaram a história nas próprias mãos", declarou. "Foi um ato muito bonito", finalizou.
Felipe tinha apenas 2 anos quando o pai se tornou um desaparecido político. Várias versões cercam o caso, ainda sem desfecho.
El enfrentamiento judicial entre Halle Berry y Olivier Martinez ha llegado a su fin, al menos por el momento. El pasado mes de agosto, el actor francés solicitó formalmente el cambio de tutela tras demandar a su exmujer por presunto abuso hacia su hijo en común, llegando a acusarla de un supuesto episodio de asfixia contra el pequeño. Ahora, la jueza ha tomado la determinación de conceder la custodia física principal del menor al intérprete galo.


Dos días después del trágico accidente ferroviario en la localidad toledana de Urda, decenas de familias continúan buscando a sus desaparecidos y pidiendo ayuda en redes sociales por si alguien pudiera aportar alguna pista sobre su paradero. Entre las personas que buscaban a uno de sus familiares se encontraba el actor César Vicente, que hasta el final ha mantenido la esperanza de encontrar con vida a su padre antes de confirmar públicamente su trágico fallecimiento.


John Lithgow, Tilda Swinton, and Gary Oldman also performed at the west London theatre for the ‘standard company rate’

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© BITO CELS (teatre LLiure) (EL PAÍS)
‘It was more macho, alpha, you know, wanting the posh house and the car and the supermodel girlfriend,’ said Brook of the actor after he found success

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‘It was more macho, alpha, you know, wanting the posh house and the car and the supermodel girlfriend,’ said Brook of the actor after he found success

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Despite several retellings of Jane Austen’s 1813 classic, its much-quoted first line has never made it to the screen
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© Netflix
A mediados del siglo XIX, Sant Feliu de Guíxols tenía 42 fábricas de tapones y un puerto desde el que los embarcaban a Francia, Inglaterra o Nueva York. El corcho llegaba directamente desde los alcornocales de las Gavarres, pero también en barco desde Portugal. Para agilizar su transporte, en 1892 se inauguró un ferrocarril de vía estrecha que unía Girona con los talleres corcheros de Cassà de la Selva, Llagostera y Sant Feliu de Guíxols. Así nacía el Feliuet, un tren que dejó de circular en 1969 y cuyo trazado es hoy la vía verde del Carrilet II.



La princesa Leonor ha dado un nuevo paso en su camino hacia la futura jefatura del Estado. La heredera, que cumple este sábado 31 de octubre 21 años, protagonizó el pasado viernes una de las imágenes más significativas de los Premios Princesa de Asturias 2026 al recibir por primera vez en solitario a los galardonados. Sin la presencia de Felipe VI, la reina Letizia ni la infanta Sofía, la hija mayor de los reyes asumió un papel que hasta ahora había compartido con su familia, reforzando así su protagonismo en una cita que lleva su nombre.
El encuentro, celebrado en el salón Covadonga del Hotel de la Reconquista de Oviedo, reunió a figuras de distintos ámbitos culturales, científicos y sociales. Entre ellas se encontraban personalidades de la talla del futbolista Leo Messi, la cantante Patti Smith, representantes de Studio Ghibli y el escritor británico Julian Barnes. Más allá de las fotografías y los saludos protocolarios, la jornada sirvió para observar cómo evoluciona la presencia pública de la princesa y de qué manera comienza a imprimir un sello propio a sus responsabilidades.
Este avance no llega por sorpresa. Durante la edición anterior, Felipe VI ya había dejado entrever que su hija debía ganar espacio en los premios que llevan su título. La pasada semana, ese relevo gradual se tradujo en una imagen inédita: Leonor al frente de la recepción, sin el acompañamiento presencial de sus padres. Para Ana Jiménez, experta en construcción de autoridad y marca personal, este movimiento encaja con una transformación más amplia de la identidad pública de la heredera.

“La princesa Leonor está viviendo una etapa especialmente interesante desde el punto de vista de su marca personal”, explica Jiménez en declaraciones a Infobae. “Durante años, su imagen pública estuvo definida principalmente por su condición de heredera al trono, pero sus últimas apariciones permiten observar una evolución: empieza a proyectar una identidad en la que conviven su responsabilidad institucional, su formación académica y una dimensión personal cada vez más visible”.
Uno de los elementos que la especialista destaca es el contenido del discurso pronunciado por Leonor durante esta edición. La princesa no se limitó a ensalzar la trayectoria de los premiados, sino que también puso sobre la mesa inquietudes que atraviesan a buena parte de su generación. El acceso a la vivienda, las dificultades para construir un futuro profesional, la incertidumbre y el desencanto social han encontrado espacio en sus palabras, junto con una reflexión sobre el peso de las redes sociales.
Para Jiménez, elegir estos asuntos tiene una relevancia que va más allá de la intervención puntual. “Desde el punto de vista de la comunicación, esta elección resulta significativa porque intenta acercar una figura institucional a conversaciones que forman parte de la realidad cotidiana de muchos jóvenes”, señala.
La experta, no obstante, introduce un matiz importante: la posición de Leonor es privilegiada y su experiencia no puede equipararse a la de la mayoría de las personas de su edad. Por ello, considera que el valor comunicativo reside en reconocer esas preocupaciones e incorporarlas al discurso institucional, no en presentar a la princesa como alguien que vive las mismas circunstancias que el resto de los jóvenes.
La construcción de una imagen cercana también pasó por las referencias culturales y personales. “La cercanía no siempre se construye contando grandes intimidades, sino compartiendo pequeños detalles que permiten reconocer a la persona detrás de la responsabilidad que representa”, apunta Jiménez. En su opinión, una sonrisa, una referencia personal o una forma de expresarse menos distante pueden transmitir naturalidad sin necesidad de renunciar a las exigencias del protocolo.
La relación con la infanta Sofía también ha contribuido a mostrar una faceta menos formal de la princesa. Las miradas y los gestos de complicidad entre ambas hermanas han ofrecido momentos espontáneos en medio de una agenda cuidadosamente organizada. La especialista advierte, sin embargo, de que no es necesario interpretar cada gesto familiar como parte de una estrategia de comunicación: su valor está en permitir que el público conozca otras dimensiones de Leonor, más allá de su condición de futura reina.

A esta evolución se suma su recorrido académico. Tras completar su formación militar, la princesa ha comenzado sus estudios de Ciencias Políticas en la Universidad Carlos III de Madrid. Esta nueva etapa amplía la imagen de una heredera que, además de participar en ceremonias y compromisos oficiales, continúa preparándose para las responsabilidades que asumirá en el futuro.
La recepción en solitario de los premiados representa otro avance en ese proceso. Leonor empieza a dejar atrás el papel de acompañante de los Reyes para ocupar un lugar propio en actos de especial relevancia. Pero, según Jiménez, el reto no consiste únicamente en ganar visibilidad, sino en convertirla en autoridad y confianza.
“El principal desafío de su marca personal está precisamente en encontrar el equilibrio entre la autoridad que le proporciona su posición y la confianza que deberá construir a través de sus actuaciones”, afirma. Y añade una de las claves de su análisis: “El reconocimiento institucional se hereda, pero la credibilidad pública no puede darse por garantizada”.

En esa construcción confluyen, por tanto, su preparación, los valores que transmite y su capacidad para atender las inquietudes sociales sin ocultar las diferencias entre su realidad y la de los ciudadanos a los que se dirige. Para la experta, la esperanza, la curiosidad intelectual y la voluntad de aprendizaje empiezan a formar parte de una identidad más completa.
“Lo interesante es que Leonor no necesita parecer una joven cualquiera para conectar con su generación. Su realidad es distinta y siempre lo será. Su oportunidad está en demostrar que, desde esa posición, puede comprender el contexto en el que vive, escuchar las inquietudes de la sociedad y desarrollar una voz propia”, concluye Jiménez.

Durante la época de Halloween 2026, algunas personas pueden optar por ver películas o series de terror en Netflix.
Los códigos secretos de Netflix permiten explorar subcategorías específicas dentro del catálogo de terror. Para utilizarlos, los usuarios pueden ingresar el código correspondiente y acceder a contenidos vinculados con ese tipo de historias.
La selección incluye producciones de monstruos, vampiros, zombis, asesinos en serie y relatos sobrenaturales, entre otras alternativas para Halloween.

Durante Halloween de 2026, muchas personas buscan películas y series de terror para ver en casa, pero Xuper TV, antes llamada Magis TV, no es una alternativa recomendable.

La aplicación ofrece contenidos audiovisuales y deportes en vivo sin una suscripción mensual, aunque su instalación y uso pueden exponer a los usuarios a riesgos de seguridad y también a problemas legales.
ESET, compañía de ciberseguridad, analizó la APK de Magis TV y detectó permisos críticos e invasivos que no corresponden a una plataforma convencional de streaming.
La firma clasificó este tipo de servicios como aplicaciones potencialmente indeseables y advirtió que esas autorizaciones podrían ser utilizadas con fines maliciosos.

El principal problema es que las aplicaciones de streaming no oficiales suelen distribuirse fuera de Google Play Store y App Store.
Para instalarlas, los usuarios deben recurrir a sitios web alternativos que pueden evitar los controles de calidad y seguridad de las tiendas oficiales. Esa vía facilita la distribución de software malicioso.
David González Cuautle, investigador de ESET Latinoamérica, señaló que la habilitación excesiva de permisos especiales y críticos es una señal de riesgo.
Según explicó, estas aplicaciones pueden comprometer tanto el dispositivo como toda la red doméstica. Además, podrían servir como puerta de entrada para malware, incluidos spyware, troyanos y herramientas orientadas al robo de información personal.

El uso de Xuper TV también plantea un riesgo legal. ESET indicó que retransmitir contenidos sin los derechos correspondientes vulnera la propiedad intelectual y puede derivar en bloqueos de proveedores de internet o acciones judiciales.
La advertencia se extiende a los Set-Top Boxes, dispositivos que se conectan al televisor para acceder a aplicaciones y contenidos audiovisuales.
Si fueron modificados para instalar aplicaciones piratas, firmware no oficial o archivos descargados desde páginas externas, pueden transformarse en puertas de entrada para malware y spyware en el hogar.
YouTube, Pluto TV, Prime Video, RTVE Play y Plex son cinco alternativas para ver películas y series gratis en Fire TV. YouTube ofrece videos, documentales, conciertos, contenido educativo y series web sin necesidad de pagar una suscripción para acceder a su catálogo abierto.
Pluto TV reúne canales en vivo, películas, series y programas como CSI Miami, The Walking Dead, Daredevil y Naruto. Una de sus ventajas es que permite acceder a los contenidos sin iniciar sesión.
Prime Video cuenta con una sección llamada “Free”, donde se pueden encontrar títulos gratuitos como Alvin y las ardillas 2, El justiciero y Sin rastro.
RTVE Play, la plataforma de Radio Televisión Española, ofrece series, películas, documentales, informativos y programas como MasterChef. Plex, por su parte, incluye publicidad y propone producciones como Medici, The Dick Van Dyke Show y Hot Ones.

Vivillon Motivo Pokébola volverá a estar disponible por primera vez desde 2016. Los jugadores de Leyendas Pokémon: Z-A podrán obtener esta forma especial, que hasta ahora solo se había distribuido mediante eventos.
La campaña permitirá conseguir un Vivillon Motivo Pokébola si la comunidad mundial alcanza 660.000 puntos Vivillon al evolucionar Spewpa. Pokémon todavía no informó la fecha en la que se habilitará la distribución final de esta variante.
Los jugadores pueden recibir un Spewpa mediante la función Regalo misterioso. El plazo para reclamarlo vence el 18 de noviembre, y el Pokémon evoluciona al llegar al nivel 12.

Vivillon es el Pokémon número 666 de la Pokédex y pertenece a los tipos Bicho y Volador. Es la evolución de Spewpa, que a su vez evoluciona desde Scatterbug.
La particularidad de Vivillon está en sus alas: puede presentar distintos motivos. El Spewpa distribuido en la campaña puede evolucionar de forma aleatoria en uno de 16 diseños disponibles, aunque quedan excluidos el Motivo Floral, el Motivo Marino, el Motivo Vergel y el especial Motivo Pokébola.
El Vivillon Motivo Pokébola se distingue por un diseño inspirado en la clásica Poké Ball. La forma solo había estado disponible mediante distribuciones especiales: la primera se realizó en París en 2014 y la última, en 2016.

Leyendas Pokémon: Z-A es una aventura de rol ambientada en Ciudad Luminalia, donde se desarrolla un plan de renovación urbana para convertir el lugar en un espacio compartido entre personas y Pokémon.
El juego modifica el sistema tradicional de la franquicia con combates en tiempo real: los Entrenadores y sus Pokémon pueden desplazarse durante las batallas, mientras que el alcance, el área de efecto y el tiempo de activación de los movimientos influyen en cada enfrentamiento.
La aventura también incluye los Juegos Z-A, una competición nocturna en la que los jugadores comienzan en el rango Z y deben ganar combates para avanzar hasta el rango A. Durante el día, pueden capturar Pokémon en las zonas salvajes, entrenar a su equipo y reunir objetos antes de volver a competir.

Pokémon UNITE finalizará su servicio el 23 de marzo de 2027 en Nintendo Switch y dispositivos móviles, según The Pokémon Company. Desde esa fecha, los jugadores no podrán iniciar sesión ni participar en partidas, lo que pondrá fin a casi seis años de actividad del título de estrategia y acción en tiempo real.
El juego se estrenó en Nintendo Switch el 21 de julio de 2021 y luego llegó a dispositivos móviles.
Durante su funcionamiento, propuso partidas de cinco contra cinco en las que cada participante controlaba un Pokémon, lo hacía subir de nivel y buscaba sumar más puntos que el equipo rival antes de que terminara el límite de 10 minutos.

La compañía suspendió la venta de gemas Aeos el 27 de octubre de 2026. Sin embargo, los usuarios podrán gastar las que ya tengan en sus cuentas hasta el cierre definitivo.
Se interrumpieron las nuevas suscripciones y las renovaciones automáticas de UNITE Club, aunque quienes mantengan una membresía activa conservarán sus beneficios hasta el fin del período contratado.
Antes del cierre, Pokémon UNITE recibirá una actualización el 12 de noviembre de 2026.

El parche incluirá un evento especial y una función de Biblioteca, que permitirá consultar algunos registros y contenidos una vez que el servicio deje de estar disponible. Para acceder a esa herramienta después de marzo de 2027, los jugadores deberán descargar los datos necesarios antes de la fecha límite.
El calendario competitivo continuará hasta 2027. El torneo Pokémon UNITE Aeos Crown 2027 Tokyo mantendrá sus eliminatorias, previstas para comenzar el 5 de diciembre de 2026.
De esta manera, el juego tendrá una última etapa de contenidos, recompensas y competencias antes de despedirse definitivamente de sus dos plataformas.

Uber, Amazon e Instacart presentaron una demanda federal contra la ciudad de Nueva York para bloquear una ley que prohíbe a las plataformas de reparto desactivar a un repartidor sin una causa justificada o una razón económica real. La norma entra en vigor en enero, según Bloomberg Law.
La demanda se presentó el 28 de octubre de 2026 en el tribunal federal del Distrito Sur de Nueva York, en Manhattan, con el número 1:26-cv-09455. El texto tiene 94 páginas y siete cargos, según Courthouse News Service. Los representan los estudios Sidley Austin y Gibson Dunn & Crutcher.
Las empresas sostienen que la ley viola la Primera y la Decimocuarta Enmienda de la Constitución de Estados Unidos, que protegen la libertad de expresión y el debido proceso, además de la cláusula de contratos. Argumentan que la ciudad reescribe los acuerdos que ya tienen con los repartidores.
En la demanda, las compañías afirman que las desactivaciones son “relativamente raras” y que casi siempre se vinculan con seguridad o fraude. Según su texto, la ley las obligaría a reabrir casos de repartidores que fueron dados de baja por esas razones.
La Ley Local 34 impide que un servicio de reparto desactive a un trabajador contratado salvo que demuestre una causa justificada, como una falta de conducta, o un motivo económico genuino. Obliga a avisar al repartidor antes de la baja, según PYMNTS.
Según Reuters, citada por PYMNTS, la demanda también cuestiona que algunas obligaciones alcancen decisiones de desactivación tomadas desde 2021. Las empresas planean pedir una medida cautelar, una orden judicial que suspenda la ley mientras avanza el caso.
Instacart publicó el 28 de octubre un texto con su postura. Dice que la ley demorará la eliminación de cuentas que representen riesgos de seguridad y que podría obligarla a divulgar información sensible sobre cómo detecta el fraude.
La empresa afirmó que la norma “hará más difícil” aplicar estándares contra conductas inseguras, acoso, robo y fraude. Sostuvo que envió más de 50 preguntas al Departamento de Protección del Consumidor y el Trabajador de la ciudad y que no recibió respuesta.
Instacart aseguró que, con o sin la ley, sus compradores reciben una explicación del motivo de la baja, una vía de apelación y una revisión humana de la decisión final.
Las compañías comparan la ley con la Ley Local 52, que regula las desactivaciones de conductores de Uber y Lyft. El 21 de julio, el juez federal Gregory Woods la bloqueó con una medida cautelar y escribió que beneficia a una parte pequeña de los conductores, según Reuters.
Woods consideró que Uber y Lyft probablemente demostrarían que la ley afecta gravemente sus contratos. Esa norma debía entrar en vigor el 28 de julio. El fallo no la anuló de forma definitiva: el litigio sigue abierto.
Instacart describe la Ley Local 34 como “sustancialmente similar” a la Ley Local 52. Los representantes de la ciudad no respondieron de inmediato a la consulta de Courthouse News Service sobre la demanda.
DoorDash anunció la compra de Instacart por USD 17.000 millones, en una operación aprobada por ambos directorios que busca reforzar su posición frente a Walmart y Amazon en el delivery de supermercados en Estados Unidos.
La oferta, de USD 65 por acción, implica una prima del 26% y se financiará principalmente con efectivo, aunque los accionistas podrán elegir acciones o una combinación. La fusión sumará la red tecnológica y logística de DoorDash a las casi 100.000 tiendas de Instacart.
La compañía combinada ofrecerá 50.000 comercios adicionales, mientras Instacart cerrará Caper Cart en 2027, con costos estimados de hasta USD 80 millones.
Las acciones de Intel cayeron entre 18% y más de 20% en las operaciones posteriores al cierre del jueves 29 de octubre de 2026, después de que la empresa pronosticara para el cuarto trimestre ingresos y ganancias inferiores a lo esperado, según Reuters. La compañía citó la debilidad del mercado de PC y una explosión en una fábrica de Israel.
Intel prevé ingresos de entre USD 15.000 y 16.000 millones en el cuarto trimestre. Los analistas consultados por LSEG esperaban USD 17.070 millones. La ganancia ajustada proyectada es de 25 centavos por acción, frente a los 43 centavos que anticipaba el mercado.
La cotización cerró la jornada regular en USD 92,07 y bajó a USD 75,88 en la sesión posterior, según Yahoo Finance. Es el nivel más bajo desde abril, según eThe Oregonian. Las acciones de Intel habían subido más de 100% en lo que va de 2026.
El tercer trimestre, terminado el 26 de septiembre, dejó ingresos de USD 16.510 millones, un 21% más que un año antes y en línea con lo previsto. La ganancia ajustada fue de 52 centavos por acción, por encima de los 40 centavos estimados.
Las ventas de la división de chips para computadoras bajaron 5%, a USD 8.100 millones, y quedaron por debajo de los USD 8.980 millones que esperaba el mercado. El negocio de centros de datos e IA, en cambio, subió 78%, a USD 7.300 millones, según CNBC.
El director financiero, David Zinsner, dijo: “Vemos que la desaceleración de las PC continuará al menos durante la primera mitad del próximo año”. Intel proyecta, según Quartz, que el mercado de PC caerá 12% en 2026 y otro 10% en 2027.
El director ejecutivo, Lip-Bu Tan, atribuyó parte del problema al precio de la memoria. “Los precios de la memoria subieron mucho. Mi predicción es que en 2027 será un problema muy grave para todos”, dijo a Bloomberg, según Quartz. La empresa tenía previsto subir 10% los precios de sus procesadores para PC en octubre.
Zinsner dijo a Reuters que la explosión de octubre en la planta de Kiryat Gat, en Israel, restará unos USD 300 millones a los ingresos del cuarto trimestre y unos 200 puntos básicos al margen bruto. Se espera un efecto similar en el primer trimestre, unos USD 600 millones en total. CNBC indicó que el accidente mató a dos trabajadores e hirió de gravedad a un tercero.
La fábrica estuvo parada dos semanas y fabrica sobre todo chips para centros de datos. Intel aún evalúa cuántas obleas, los discos de silicio donde se fabrican los chips, se pueden aprovechar. Zinsner indicó que la producción empezaría a recuperarse hacia el fin de esa semana.
Tan reconoció a Bloomberg, según Quartz, que no pueden cumplir con los pedidos de los clientes. La empresa dice que no logra producir suficientes procesadores Xeon, los de servidores, para una demanda que superó sus cálculos. The Oregonian advirtió que eso la expone a perder mercado frente a rivales.
Intel elevó a USD 20.000 millones su previsión de inversión de capital para 2026, desde los USD 18.000 millones de julio, y dijo que en 2027 el gasto aumentará de forma considerable. En agosto había reunido USD 23.000 millones con una oferta de acciones.
La caída arrastró a otras empresas en la sesión posterior: AMD bajó 4% y Broadcom 2%, según Reuters.
Un analista de Rosenblatt Securities atribuyó el movimiento al “contagio” del ánimo negativo, y Reuters recordó que esos movimientos suelen exagerarse fuera del horario regular. AMD presentará resultados la próxima semana y Nvidia lo hará a mediados de noviembre, según CNBC.