O piloto monegasco da Ferrari, Charles Leclerc, subiu ao topo da tabela do segundo treino livre (TL2) do GP Cidade do México, a 19ª etapa da temporada 2026 da Fórmula 1, realizado esta sexta-feira (30) no Autódromo Hermanos Rodríguez com o registo de 1:17,827s.
As segunda e terceira posições foram ocupadas por dois britânicos, Lando Norris (+0,103s) e George Russell (+0,106s) que terminaram a sessão separados entre si por apenas 3 milésimos de segundo.
Fecharam o top-five desta sessão, o italiano Kimi Antonelli e o holandês Max Verstappen. Nas posições seguintes até ao décimo: Hadjar, Lindblad, Gasly, Lawson e Piastri completaram o top-ten.
Problema eletrónico condiciona desempenho de Bortoleto
O piloto brasileiro, Gabriel Bortoleto, que esteve ausente da pista no TL1, por ter cedido o seu carro ao piloto novato Freddie Slater, na segunda sessão viu-se impedido de ir para a pista devido a uma avaria eletrónica que só viria a ser resolvida a 13 minutos do final do TL2. Bortoleto ficou assim bastante limitado e das poucas voltas que ainda conseguiu efetuar, não logrou alcançar um tempo razoável. Um ponto positivo apenas: por não ter rodado como seria desejável, o brasileiro dispõe de maior quantidade de pilotos novos para as prestações seguintes.
Espera-se, assim, que o piloto brasileiro consiga participar no TL3 (antes da classificação) em condições normais e com o problema resolvido, para ao chegar à Classificação tentar entrar no Q3 e lograr uma posição de partida dentro dos dez primeiros.
Tabela de tempos do TL2 do GP do México:
1) Charles Leclerc (Ferrari), 1:17.827 2) Lando Norris (McLaren), 1:17.930 3) George Russell (Mercedes), 1:17.933 4) Kimi Antonelli (Mercedes), 1:18.044 5) Max Verstappen (Red Bull Racing), 1:18.138 6) Isack Hadjar (Red Bull Racing), 1:18.237 7) Arvid Lindblad (Racing Bulls), 1:18.389 8) Pierre Gasly (Alpine), 1:18.407 9) Liam Lawson (Racing Bulls), 1:18.455 10) Oscar Piastri (McLaren), 1:18.469 11) Lewis Hamilton (Ferrari), 1:18.512 12) Fernando Alonso (Aston Martin), 1:18.596 13) Esteban Ocon (Haas F1 Team), 1:18.774 14) Oliver Bearman (Haas F1 Team), 1:18.849 15) Nico Hulkenberg (Audi), 1:19.023 16) Franco Colapinto (Alpine), 1:19.132 17) Carlos Sainz (Williams), 1:19.248 18) Sergio Perez (Cadillac), 1:19.406 19) Alexander Albon (Williams), 1:19.578 20) Lance Stroll (Aston Martin), 1:19.631 21) Valtteri Bottas (Cadillac), 1:20.165 22) Gabriel Bortoleto (Audi), 1:20.174
O piloto mais rápido neste início de atividades para o Grande Prémio Cidade do México, com o tempo de 1:18,128s, foi o piloto da Ferrari, Charles Leclerc. O italiano Kimi Antonelli rubricou o segundo crono (+0,659s), num desempenho absolutamente de teste de corrida.
Entre os pilotos novatos, Frederick Vesti, em Mercedes, surpreendeu com uma volta impressionante realizando o terceiro crono (1:18,861s) imediatamente a seguir a Antonelli. Lewis Hamilton e Ayumu Iwasa completaram os cinco primeiros – o terceiro e o quinto são rookies que estavam na sessão substituindo titulares.
Importa referir que neste primeiro treino livre do GP Cidade do México, registou-se uma presença expressiva de pilotos novatos, correspondendo ao que ditam as regras da FIA. Assim, a Alpine aceitou Gabriele Mini no carro de Franco Colapinto, a Racing Bulls recebeu Nikola Tsolov no cockpit de Liam Lawson e Leonardo Fornarolli testou no carro de Lando Norris na McLaren.
Por sua vez, Gabriel Bortoleto cedeu o seu Audi a Fereddie Slater e Max Verstappen deu lugar a Ayumu Iwasa na Red Bull Racing. Luke Browning na Williams ocupou o banco do Carlos Sainz, Frederik Vesti na Mercedes substituiu George Russell e Colton Herta na Cadillac ocupou o lugar de Sergio Pérez.
Nos primeiros vinte minutos da sessão, diversos pilotos ‘escorregaram’ ou perderam a trajetória ideal, devido a perderem o ponto de travagem, tendo as suas voltas deletadas ou abortadas para evitar maiores problemas com os seus carros.
O piso da pista do Autódromo Hermanos Rodríguez recebeu uma reparação e em determiados pontos ficou demasiago escorregadia, o que levou os pilotos a adotarem também algumas precauções, tanto por parte dos veteranos como pelos novatos.
O segundo treino livre deste GP Cidade do México realiza-se ainda hoje, com início às 22:00 hrs.
Tabela de tempos registados no TL1 do GP da Cidade do México:
1) Charles Leclerc (Ferrari), 1:18.128 2) Kimi Antonelli (Mercedes), 1:18.787 3) Frederik Vesti (Mercedes), 1:18.861 4) Lewis Hamilton (Ferrari), 1:18.866 5) Ayumu Iwasa (Red Bull Racing), 1:19.113 6) Pierre Gasly (Alpine), 1:19.210 7) Fernando Alonso (Aston Martin), 1:19.357 8) Oscar Piastri (McLaren), 1:19.376 9) Oliver Bearman (Haas F1 Team), 1:19.412 10) Arvid Lindblad (Racing Bulls), 1:19.478 11) Isack Hadjar (Red Bull Racing), 1:19.545 12) Nikola Tsolov (Racing Bulls), 1:19.604 13) Nico Hulkenberg (Audi), 1:19.608 14) Gabriele Mini (Alpine), 1:19.946 15) Ryo Hirakawa (Haas F1 Team), 1:19.982 16) Carlos Sainz (Williams), 1:20.006 17) Leonardo Fornaroli (McLaren), 1:20.235 18) Sergio Perez (Cadillac), 1:20.395 19) Jak Crawford (Aston Martin), 1:20.803 20) Luke Browning (Williams), 1:20.869 21) Freddie Slater (Audi), 1:20.945 22) Colton Herta (Cadillac), 1:21.365
Persisten cientos de presos políticos en Venezuela, mientras la gobernante interina Delcy Rodríguez anuncia que ninguna persona podrá ser detenida sin orden judicial, salvo en casos de flagrancia.
Elif Eralp, candidata melhor posicionada para se tornar prefeita de Berlim, admitiu ter medo de um ativista ligado ao Hamas e suscitou dúvidas sobre sua capacidade de assumir a cidade. A confissão, publicada pela revista Der Spiegel, surgiu de um vazamento involuntário, que adiciona uma segunda camada de polêmica ao episódio.
Leia mais (10/30/2026 - 17h33)
Hoy, Amado Gil y José Luis Ramos en Tertulia con Luz Escobar, en Madrid y Dimas Castellanos, en La Habana, abordan el nuevo ofrecimiento de Panamá para un dialogo EEUU-Cuba. Cruz roja alerta sobre dificultades para recuperación de afectados de huracán.
Social Security, the cherished social program providing benefits to about 69 million retired and disabled workers, is nearing a critical funding deadline: If Congress doesn’t step in by the end of 2032, the program’s trust funds will face a shortfall, and benefits will have to be cut by roughly 23%.
If current forecasts hold up, then, the senators sworn into their six-year terms next year will eventually be tasked with extending Social Security’s lifespan. They’ll grapple with the program’s future in an environment very different from the last time Congress reformed the program, in 1983. Widening wage inequality and adoption of artificial intelligence are just the start of the issues to deal with.
Several Senate candidates in both parties have set out their approaches to Social Security’s future. In some cases, their stances are ideologically surprising.
“The stakes are definitely higher because you’re voting on who’s going to vote for Social Security,” Kathryn Anne Edwards, an economist and policy consultant who has drafted proposals to better manage Social Security’s future, said in an interview. “To the extent it’s an election issue, it’s really about picking a person you trust to do the right thing.”
Already, several Senate candidates in both parties have set out their approaches to Social Security’s future. In some cases, their stances are ideologically surprising. Earlier this month, embattled Republican Sen. Roger Marshall of Kansas threw his support behind scrapping the payroll tax cap, a measure long a favorite among liberals like Sen. Elizabeth Warren of Massachusetts.
“I would eliminate the cap altogether,” Marshall said at a Kansas Senate debate last week. His Democratic challenger, Adam Hamilton, has said he would lift the cap but not get rid of it entirely. In Maine, incumbent Republican Sen. Susan Collins also supports raising the cap — a rare area of agreement with her Democratic opponent, Troy Jackson.
The current payroll tax cap is $184,500, so earnings above that sum aren’t taxed, and it climbs a little higher every year. Adjusting or removing it makes a lot more income eligible for federal taxation. The Tax Foundation, a right-leaning think tank, estimates that eliminating the payroll tax cap would generate between $1.5 trillion and $3.5 trillion over a decade, depending on the economic effects. Of course, its effectiveness to remedy the financial shortfall hinges on whether it kicks in sooner rather than later and how much income is subjected to the cap.
In 2020, President Joe Biden quietly endorsed raising payroll taxes on individuals earning above $400,000, keeping in line with his broader pledge not to raise taxes on households below that line. He never seriously pursued it, however, and didn’t revive the idea for his aborted re-election campaign.
The idea of raising the retirement age for millennials and Gen Z has polled poorly in the past. Its popularity is unlikely to improve.
Lobbying groups already are planting seeds for the formidable political fights to come. “These are senators who will be there as the Social Security issue comes to the front burner,” Nancy LeaMond, the chief advocacy and engagement officer at AARP, said in an interview. In the past several months, AARP solicited video and written responses from Senate candidates in Texas, Ohio and New Hampshire about how they would tackle Social Security’s future.
“We think this is going to be a very big issue in 2028 — Social Security, and Medicare, for that matter,” LeaMond said.
Congress used to be a lot more nimble dealing with Social Security. Lawmakers expanded coverage in 1939 to include worker deaths, and again to cover permanent disability in 1956. Before 1975, Congress decided cost-of-living adjustments for benefits, until rising inflation made an annual autopilot a necessity.
The most significant changes came in 1983, when (like today) Social Security was in jeopardy of not paying full benefits. A last-minute bipartisan deal paired a gradual increase of the retirement age (from 65 to 67) with tax increases. Falling birth rates and longer life expectancies among Americans crept into the debate at the time, much as they do now.
I once covered a bipartisan Senate group in 2023 that attempted to solve Social Security’s financial shortfall by drafting an early proposal for a deficit-financed $1.5 trillion investment fund that would eventually become another funding source for the program. It didn’t go far, with Democrats and Republicans alike fearful of being cast as out-of-touch misers, since raising the retirement age on younger adults was on the table as well.
Republicans may pull the age lever again. The idea of raising the retirement age for millennials and Gen Z has polled poorly in the past. Its popularity is unlikely to improve, particularly since many younger Americans believe that Social Security will dry up long before it’s their turn to receive benefits.
The next cliff for Social Security is an opportunity to reimagine the future of retiring. The share of older adults in the American workforce has risen since 2000, in part due to financial pressures from a lack of home care or simply being able to pay bills. Now voters get the chance to elect those who will be in the room when their retirement is up for discussion.
As competições profissionais portuguesas receberam mais de quatro milhões de visitas aos estádios na última época. Se cada uma dessas visitas gerasse mais 2 euros de valor incremental, estaríamos a falar de uma receita de 8 milhões de euros. Com 5 euros esse valor chegaria a 20 milhões.
Nuno Mena, consultor e analista, traz-nos todas as contas e métricas para explicar como é possível que os clubes criem receitas ordinárias, previsíveis e recorrentes. Leia aqui o artigo completo deste especialista.
Vamos perceber quanto rende organizar o prémio Bola de Ouro, da France Football; como a Liga portuguesa continua a ceifar treinadores a um ritmo alucinante e a encruzilhada em que se encontra o presidente da FIFA num momento em que quer encaixar 2 mil milhões até ao final do ano.
La periodista de CubaNet Camila Acosta denunció un nuevo episodio de hostigamiento luego que un agente de la Seguridad del Estado le prohibiera salir de su vivienda en La Habana, en un operativo que, según afirmó, le impuso una restricción de movimiento sin orden judicial ni explicación legal.
El hecho ocurrió el miércoles 28 de octubre, de acuerdo con una denuncia publicada por el citado medio. Acosta evidenció como un hombre vestido de civil se presentó frente a su domicilio y le comunicó: “No puedes salir”.
El video publicado registró parte del episodio. Además, el presunto agente le exige a la reportera que no lo filme, pese a que intervenía en un operativo vinculado con organismos oficialistas.
La vigilancia también contó con la presencia de uniformados y una patrulla de la Policía Nacional Revolucionaria (PNR), según la denuncia. No se informó sobre la exhibición de una orden judicial ni sobre una resolución administrativa que justificara la medida.
Estos actos son reiterativos contra la comunicadora. De hecho, el último reportado ocurrió en septiembre, cuando la mujer fue retenida junto a su esposo para evitar que ambos asistieran al juicio de la activista Anna Bensi.
El programa Justicia 11J sostuvo que los cercos policiales y las restricciones de movimiento sin orden judicial forman parte de prácticas utilizadas contra periodistas independientes, activistas y familiares de presos por motivos políticos en la isla.
La organización reclamó el cese del hostigamiento contra Acosta y contra otras personas dedicadas al periodismo independiente en Cuba. “Documentar la actuación de los agentes del Estado y moverse libremente no son delitos: son derechos”, señaló en su publicación.
Más de 130 violaciones a la libertad de expresión y prensa en el último mes
El Observatorio Cubano de la Libertad de Expresión (OCLE), que depende del Instituto Cubano por la Libertad de Expresión y Prensa (Iclep), documentó 134 violaciones a la libertad de expresión y de prensa en Cuba durante el mes de septiembre.
La cifra representó un alza de 8.9% frente a agosto y del 57.6% en comparación con septiembre de 2025, según el informe publicado el 20 de octubre.
El organismo contabilizó 106 hechos, de los cuales 74 estuvieron relacionados con restricciones a la libertad de expresión y 32 con vulneraciones a la libertad de prensa. Los periodistas concentraron 30 de los casos con víctimas identificadas, mientras que los presos políticos registraron 29.
El uso abusivo del poder fue el indicador más frecuente, con 49 casos, equivalentes al 36.6% del total. El OCLE incluyó en esa categoría la aplicación de mecanismos administrativos, migratorios, judiciales, penales y penitenciarios para censurar o limitar desplazamientos.
Las amenazas, ataques y agresiones psicológicas ocuparon el segundo lugar, con 48 denuncias. Ambas categorías reunieron 97 de las 134 vulneraciones registradas durante el mes.
El reporte también consignó 26 detenciones arbitrarias, siete agresiones físicas, tres casos de reclusión y una restricción en el entorno digital. Cuatro de las agresiones físicas denunciadas ocurrieron en prisiones, donde se reportaron falta de atención médica, traslados punitivos, aislamiento e incomunicación.
Hoy, Amado Gil y José Luis Ramos en Tertulia con Luz Escobar, en Madrid y Dimas Castellanos, en La Habana, abordan el nuevo ofrecimiento de Panamá para un diálogo EEUU-Cuba. Cruz roja alerta sobre dificultades para recuperación de afectados de huracán.
General Atomics says it is working on a new hybrid-electric-powered flying-wing-type strike/reconnaissance drone called NextGen that could be able to stay aloft for more than 60 hours. Work on NextGen will also feed into one of the designs within the company’s Gambit family of drones, which are also based around a common modular core ‘chassis’ concept. Separate progress is being made on the newest member of that family, the air-to-surface optimized Gambit 6, with plans now for a live-fire air-to-ground ordnance demonstration early next year.
C. Mark Brinkley, a spokesperson for General Atomics, shared these and other details with TWZ as part of an update on the status of the entire Gambit effort.
“When we announced the Gambit Series in 2022, we knew that it was an ambitious, multi-stage concept that would require many years before its full power would be realized across all variants,” Brinkley said. “It’s not complicated to understand, but it is revolutionary, and revolutions take time.”
When the Gambit family was first rolled out four years ago, General Atomics presented four distinct design concepts. These were the intelligence, surveillance, and reconnaissance (ISR) focused Gambit 1, the air-to-air combat-optimized Gambit 2, an uncrewed ‘red air’ aggressor called Gambit 3, and the stealthy flying wing Gambit 4. Since then, the company has also added the Gambit 5, intended for carrier-based operations, and the aforementioned Gambit 6.
All of the Gambit concepts are designed to leverage a common ‘chassis’ that includes landing gear, baseline avionics, and other core hardware. General Atomics touts this as helping to reduce costs and accelerate the development of very different drone designs.
General Atomics’ Brinkley provided brief updates on all six existing Gambit design concepts, as well as the common core.
“Gambit Core: First, I think you saw the recent update on our partnership with Spirit Defense. They have been partnered with us for a long time, and they’re bought in on the Gambit concept. As a teaming arrangement, it really buys down manufacturing risk and also allows General Atomics to pursue many other projects simultaneously, whether that’s MQ-9B or Wildfire or other things.”
A graphic that General Atomics released in 2022 underlining the core ‘chassis’ component of the Gambit concept. General Atomics
“Gambit 1 is out there flying today. The first example is the XQ-67 Off-Board Sensing Station [OBSS], built in collaboration with Air Force Research Laboratory [AFRL]. They’re a great partner and really have a vision for this as a new warfighting concept for the future.”
Developed under the secretive OBSS program, the XQ-67A was unveiled to the public in 2024, as TWZ was the first to report. Experimentation using this one-off drone fed into General Atomics’ development of what is now called the FQ-42A Vengeance, which we will come back to in a moment, as well as the U.S. Air Force’s Collaborative Combat Aircraft (CCA) program. Last year, AFRL announced that the XQ-67A would receive modifications and upgrades to support further advanced autonomy and related developments under a new program called Demonstration of Autonomous Collaborative Platform Performance and Effectiveness (abbreviated as Demon Ape).
On Tuesday, AFRL announced in a press release that it “demonstrated integration of several advanced mission systems including state-of-the-art sensors, mission computers and power and thermal management hardware, all designed to work collaboratively in demanding combat environments,” on the XQ-67A during a recent test flight over the Nevada Test and Training Range (NTTR) as part of Demon Ape.
“Additionally, the integration of Beyond Line-of-Sight datalinks and live, virtual and constructive simulations during the flight demonstrated management of uncrewed platforms across distributed theaters, bolstering deterrence through resilient, layered command and control,” AFRL’s release added.
“Gambit 2 is also flying today. Our first example is the FQ-42A Vengeance with the U.S. Air Force. Upcoming milestones include our first missile live-fire later this year, and participation in [Exercise] Emerald Flag. We’ll be at [the] International Fighter Conference next week with the full-scale model.”
The FQ-42A is one of two designs the Air Force has now ordered into production under the first phase, or Increment 1, of its CCA program. The other is Anduril’s FQ-44A Fury. In September, the Air Force announced a goal of having at least 500 Increment 1 CCAs in inventory by 2032.
A composite graphic showing General Atomics FQ-42A Vengeance and Anduril’s FQ-44A Fury side-by-side. USAF
“Gambit 3 is a red-air trainer concept. We all know this is coming. It’s a critical must-have for the future. But right now, we live in a world filled with critical needs, so where does this fit in? Because of the way we have designed the Gambit Series, everything feeds everything else. You can pursue a tactical variant first, then walk back to this later. Eventually, manned aircraft will need to fight against these autonomous jets and train like they fight, but you don’t need them actually loaded with weapons. You’ll be simulating all of that anyway. So with Gambit 3, you can alter the design without starting from scratch and probably remove some fighter components from the trainers to add overall value. Considering that we have Gambits 1 and 2 flying now, we probably don’t need a pure trainer prototype unless the buyer wanted different engines and other changes.”
Gambit 3 is by far the concept within this larger family that has been discussed the least to date, so it is particularly interesting to get an update on General Atomics’ current thinking here. There continues to be a degree of interest in this kind of capability within the U.S. military, especially to help provide greater volumes of platforms capable of representing more advanced aerial threats during large-scale exercises. However, despite several past efforts, there has been no significant acquisition of next-generation unmanned aggressors that we are aware of. As an aside, Anduril’s Fury was originally developed by a company called Blue Force Technologies for the ‘red air’ role.
A graphic released in 2022 discussing the Gambit 3 design concept. General Atomics
“Gambit 4 is a flying wing. This is where things get interesting. General Atomics is currently working on a much larger flying wing we call NextGen. It’s not a CCA. We’re talking novel hybrid-electric propulsion on a fully armed, fully outfitted, ISR/Strike wing. Our engine team has promised 60+ hours unrefueled. That work is happening in parallel with everything else we’re working on. I don’t think people realize how deep GA-ASI’s bandwidth is, or how much we dedicate to R&D. We have things I’m talking about here, and things I’m not talking about here, and five million square feet of manufacturing plus multiple flight test facilities. We’ve built and delivered more than 1,600 aircraft in 34 years. We’ve invented a lot of things, and we’re inventing other things. NextGen is coming, and the work we’re doing on that flying wing program will funnel into Gambit 4 so that when customers are ready for this, we’re not starting from scratch here either.”
From the beginning, Gambit 4 has been something of an outlier that is completely different from the other concepts in the family. This is only reinforced by the new details Brinkley has shared here about the NextGen design. The mention of “novel hybrid-electric propulsion” is particularly eye-catching. In general, this kind of propulsion arrangement offers improved fuel economy, and the potential for other benefits, like reduced infrared and acoustic signatures, through the combination of fuel-powered engines and electric motors.
General Atomics has talked in the past about hybrid electric propulsion technology helping to achieve a 60-hour-endurance target in the context of an earlier stealthy flying wing drone concept called MQ-Next. Last year, AFRL also awarded the company a contract for what it described as a “hybrid-electric propulsion ducted fan next-generation intelligence, surveillance, reconnaissance/strike unmanned aerial system,” or GHOST.
A rendering of the MQ-Next concept General Atomics released in 2021, the year before rolling out the Gambit family. General Atomics
“We’ve been promising something impressive related to hybrid-electric propulsion, and now I can’t talk about it anymore,” Brinkley told TWZ at the time when asked for more information about GHOST. It remains unclear how that program may be intertwined with the previous MQ-Next concept, as well as work now on NextGen and future plans for Gambit 4.
“Gambit 5 is basically a Gambit 2 or Gambit 6, or a hybrid of those, optimized for shipboard use with global navies. So again we’re showing how the novelty of the Gambit design pairs with our other projects and programs to buy down risk to success. You need to address landing gear, catapults, arresting cables, salt air that eats everything, all kinds of things. But Gambit 5 is an easy reach. General Atomics has a lot of carrier expertise, and we have been experimenting with shipboard operations for more than a decade.”
A rendering depicting Gambit 5 drones, as well as MQ-9Bs, operated from a refitted Queen Elizabeth class carrier. General AtomicsAdditional renderings depicting Gambit 5s operating from the USS Gerald R. Ford, at left, and a Japanese Izumo class warship, at right. General Atomics
Last year, the Navy announced that it had awarded contracts to General Atomics, as well as Anduril, Boeing, and Northrop Grumman, to develop conceptual designs for carrier-based drones under its CCA program. General Atomics used a rendering of Gambit 5 to illustrate a subsequent press release regarding this selection.
“Gambit 6 takes the Gambit 2 fighter and optimizes it for ground attack. We started talking about Gambit 6 last year, and the conversations around the world have really taken off. People really understand the Gambit concept and are beginning to see how different it is from the mostly concept jets being discussed. The next step is to demonstrate the capability, so we are planning a company live-fire event for early 2027 using a ground-attack munition from a company-owned Gambit 6. I’ve said this a few times, but every Gambit variant feeds expertise into the other variants by default. So the work ongoing now for live-fire on FQ-42 Vengeance, coupled with years of internal air-to-ground launches from MQ-20 Avenger, allows us to rapidly reconfigure for Gambit 6. The air-to-ground mission is pivotal for many global militaries evaluating CCAs as a concept, and we’re already seeing others hanging bombs from their wings and talking about future concepts with internal bays. We’ll probably see other companies doing air-to-ground demos like ours. But the next question is survivability. Internal carry and release is such a different beast than firing from the wings, but what comes out for the Gambit Series is a 5th-generation combat jet optimized for survivability, scalability and flexibility.”
As mentioned, Gambit 6 is the newest entry to the family and was rolled out around last year’s International Fighter Conference. At that time, General Atomics said it was already courting international customers for this particular design, especially in Europe, underscoring a surge in interest globally in CCA-type drones in recent years. The company also subsequently announced plans to develop a derivative of the FQ-42A for the European market through an affiliate in Germany.
A rendering depicting a trio of Gambit 6 drones releasing air-to-ground munitions. General Atomics
Brinkley’s remarks here regarding internal bays versus external carriage of stores notably follow Anduril’s release of pictures showing fit checks of air-to-ground ordnance on the wings of a Fury drone last month. The FQ-42A, as well as General Atomics’ earlier Avenger drone design, both have internal weapons bays. An internal bay is expected to be a key feature on the Gambit 6 design, too.
A Fury drone seen with inert 70mm rocket pods and Joint Direct Attack Munition (JDAM) precision-guided bombs loaded under its wings during a fit check. Anduril
“General Atomics knew that low-observable with internal weapons was the only way to go for the future. It’s not specifically the fastest way, or the easiest way, but it does yield the very best jet on the back end,” Brinkley also told TWZ today. “You can get a small jet in the air, connect it to the satellite controls we pioneered here, hang weapons from the wings like we pioneered here, use the AI concepts we pioneered here, and call that a CCA. But if it isn’t low-observable, with a functioning internal carry, built for affordable high-rate production from the beginning, then it’s just a little jet.”
“When we rolled out our first four Gambit concepts, we knew that we were onto something novel, but I don’t think any of us recognized how fast it would all move. Now we’re up to six concepts, with two flying and two on track to become flying prototypes,” he added. “That leaves Gambit 3 and Gambit 4, and it would be easy to think those are the least important or least impressive, but I don’t think that’s the case at all.”
It does remain to be seen how many members of the Gambit family beyond the FQ-42A will ultimately be produced in significant numbers. For now, a Gambit 4 design, in particular, is still an ambitious future concept that will rely heavily on success with NextGen and related work.
Neste episódio de Consulta Aberta, as profissionais Margarida Santos e Cláudia Almeida falam sobre cosméticos, ingredientes e rotinas para conseguirmos navegar este mundo da dermocosmética que nem sempre é simples
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La tragedia ferroviaria de Urda (Toledo), que se ha saldado con más de 60 fallecidos, de momento, ha provocado una oleada de críticas de los partidos catalanes al Gobierno de Pedro Sánchez y, en particular, al ministro de Transportes y Movilidad Sostenible, Óscar Puente. La portavoz de Junts en el Congreso, Miriam Nogueras, ha calificado de «inaplazable» la dimisión de Puente y ha reclamado que Sánchez comparezca para dar explicaciones sobre el accidente. En declaraciones a los medios desde Girona, la dirigente independentista ha lamentado que los ciudadanos tengan ahora «miedo de coger un tren» y ha recordado que el presidente del Gobierno se comprometió el pasado 11 de febrero a que una tragedia de estas características no volvería a producirse.
«Y ha vuelto a pasar nueve meses después», ha advertido Nogueras, que considera que el Ejecutivo debe ofrecer garantías de seguridad a los usuarios. La portavoz de Junts ha cuestionado que unas infraestructuras que se presuponen sólidas no estén garantizando actualmente la seguridad de los pasajeros y ha reclamado que «no se pueden seguir dando excusas».
Nogueras también se ha pronunciado sobre la filtración de parte de los audios de las conversaciones entre los maquinistas y el centro de mando de Atocha. La diputada ha lamentado que se hayan difundido mientras continúa abierta la investigación y ha pedido que se respete el proceso «por respeto a las personas que han perdido la vida» y a sus familiares. En cualquier caso, ha insistido en que deben asumirse responsabilidades tanto desde la empresa encargada de gestionar las infraestructuras como desde el Gobierno.
En la misma línea de exigir la salida de Puente se ha pronunciado Ada Colau. La candidata de Frente Amplio a las elecciones generales del 29N ha confirmado que su formación ha trasladado a Moncloa la petición de dimisión del ministro, al considerar que el segundo accidente ferroviario grave en la red española en apenas diez meses y la consiguiente pérdida de confianza ciudadana exigen responsabilidades políticas.
«No entraré a decir si esta dimisión debe producirse hoy, mañana o pasado, pero creemos que se debería producir lo antes posible», ha señalado Colau en Barcelona. La exalcaldesa ha defendido que la respuesta a una tragedia de esta magnitud no puede limitarse al ámbito técnico y debe incluir también decisiones políticas.
Para justificar su petición, ha recordado las propias palabras de Sánchez, que calificó de inasumibles dos accidentes de esta gravedad en la alta velocidad y reconoció que la confianza en la red se había quebrado. «Si asumimos que se ha quebrado la confianza en el sistema, es imprescindible que haya una respuesta política que esté a la altura y que sea rápida», ha sostenido.
Colau ha reconocido que Puente no tuvo una intervención directa en el accidente, pero ha considerado que sí tiene responsabilidad política. Asimismo, ha cuestionado el tono empleado por el ministro en su comparecencia de este viernes y ha criticado que se hayan ofrecido tantos detalles técnicos mientras sigue abierta la investigación. En este sentido, ha advertido de que «no se trata ahora de encontrar y señalar culpables» y ha tachado de inadmisible que se responsabilice a los trabajadores.
Por su parte, el presidente de ERC, Oriol Junqueras, ha puesto el foco en la falta de inversión destinada al mantenimiento de la red ferroviaria. Sin reclamar expresamente la dimisión del ministro, el líder republicano ha exigido que tanto Puente como Adif «tienen que dar la cara» por los recursos destinados a conservar las infraestructuras.
En un mensaje publicado en X, Junqueras ha denunciado que España destina a la conservación de cada kilómetro de red ferroviaria la mitad que la media europea. Una situación que, a su juicio, refuerza las reivindicaciones que ERC lleva años planteando sobre la necesidad de incrementar las inversiones y garantizar la seguridad de las infraestructuras, especialmente en Cataluña. «Con la vida de las personas no se juega», ha advertido.
La crítica más contundente al Ejecutivo ha llegado desde Vox. Su portavoz nacional de Desregulación, Energía y Economía, José María Figaredo, de visita en Cataluña, ha responsabilizado directamente al Gobierno de Sánchez de la tragedia y ha asegurado que la dimisión de Puente es insuficiente. «Por supuesto que pedimos la dimisión, pero es que eso es una cuestión accidental», ha afirmado durante una comparecencia en Barcelona junto al portavoz de Vox en el Parlament, Joan Garriga, y el candidato al Congreso por Barcelona, Juanjo Aizcorbe.
Figaredo ha llegado a calificar al ministro de «criminal» y ha reclamado que se ponga a disposición judicial. También ha considerado insuficiente su comparecencia ante la Diputación Permanente del Congreso, prevista para el próximo martes, para dar explicaciones sobre el accidente.
El dirigente de Vox ha extendido sus acusaciones al conjunto del Ejecutivo, al que ha responsabilizado del deterioro de las infraestructuras y ha reprochado que, a su juicio, se esconda detrás de los trabajadores. Asimismo, ha cuestionado la propuesta de Puente de cerrar la línea de alta velocidad entre Madrid y Barcelona mientras se ejecutan las obras de remodelación, al considerar que clausurar una conexión ferroviaria supone «un desastre» y evidencia la incapacidad del Estado para garantizar el servicio.
El ministro de Transportes, Óscar Puente, compareció por segunda vez después de que el miércoles dos trenes, un AVE y un Iryo, colisionaran a la altura de Urda (Toledo) en la línea de alta velocidad Madrid-Sevilla, provocando 69 fallecidos. ¿Qué ocurrió según el ministro que acabó provocando la tragedia?
El ministro descarta ahora su renuncia y asegura que Sánchez le apoya: "Lo fácil para mí es salir, pero no va con mi carácter ni es lo que me ha pedido el presidente"
El maquinista del AVE informó al centro de control de que su sistema de seguridad veía la vía ocupada y aun así le dieron paso
Óscar Puente le planteó abiertamente al presidente del Gobierno la posibilidad de dimitir. Ocurrió en las primeras horas tras el trágico accidente de Urda, que ha costado al menos la vida de 70 personas y que es el segundo en menos de diez meses tras el de Adamuz del mes de enero, en el que murieron otras 46. Según ha podido confirmar elDiario.es, el ministro se derrumbó durante varias horas el mismo miércoles tras conocer la magnitud de una nueva catástrofe. Y por eso llegó a contemplar su renuncia. Pedro Sánchez le pidió personalmente que no dimitiera y siguiera al frente de la gestión.
“Si yo creyera que mi continuidad perjudica al proyecto en el que creo, no tenga ninguna duda de que habría dado un paso a un lado. Sé lo que me espera, sé el calvario al que me van a someter, encima en campaña electoral, sé los insultos, las descalificaciones y los prejuicios de culpabilidad que se me van a atribuir en los próximos días. Lo fácil para mí es salir, pero ni es eso lo que va con mi carácter ni tampoco es lo que el presidente del Gobierno me ha pedido”, ha explicado en una rueda de prensa este viernes en la que ha apuntado estar convencido de que Sánchez no le pedirá salir. “No creo que se dé el caso”.
Puente ha asegurado que la manera que tiene de asumir su responsabilidad tras el accidente de tren que ha provocado setenta muertes es “dar la cara”. Y que, por ello, en sus planes no está ahora la renuncia. “Mi obligación es resolver el problema y ofrecer explicaciones”, ha dicho.
Pedro Sánchez ha admitido esta mañana que “hay una confianza quebrada en el sistema de alta velocidad de nuestro país”. Sánchez ha insistido en que dos accidentes de la magnitud de Adamuz y Urda, con casi 120 muertos, resultan “inasumibles” para un país como España y que, por tanto, la labor del Gobierno no debe ser únicamente investigar lo ocurrido, sino garantizar que no vuelva a pasar.
“Voy a seguir adelante tratando de cumplir con mi deber, que es para lo que me han puesto aquí, que en este caso es dar la cara”, ha proseguido el ministro durante su rueda de prensa, en la que ha insistido en que cuenta con la confianza de Pedro Sánchez cuando ha sido cuestionado sobre la idoneidad de que sea él quien pueda recuperar la fiabilidad del tren para la ciudadanía.
“Soy la persona que está en este momento al frente y creo que puedo conseguirlo. Confío en ello y confía en ello el presidente. Por tanto, la decisión que yo he tomado es continuar adelante, al frente de mi responsabilidad, trabajar en esto como he trabajado en la crisis de la Adamuz, poner el máximo de mi empeño y de mi capacidad y ofrecerle a los españoles unas soluciones que conduzcan a recuperar la confianza. Y en eso me comprometo”, ha añadido.
En la Moncloa creen que los detalles de la investigación conocidos hasta el momento permiten sostener a Puente al frente del ministerio porque acreditan que las causas del accidente no tienen relación con su gestión. Y piensan que la dimisión del ministro a un mes de las elecciones generales no haría otra cosa que alimentar la tesis de que los 116 muertos que se contabilizan en la alta velocidad española en los últimos diez meses serían responsabilidad directa del Gobierno, algo que rechazan de manera rotunda.
O Presidente da República defendeu hoje que sem coesão social o país não avança, destacando o acesso à saúde e habitação, e sublinhando a necessidade de existirem “condições essenciais” para que os sonhos das pessoas se possam concretizar.
“Não conseguimos avançar como país se não tivermos coesão social entre nós. Se uma parte da nossa população, pode ser minoritária, mas é uma parte de nós, de seres humanos, não tiverem acesso à saúde a tempo e horas, não tiverem acesso à habitação, não tiverem, no fundo, as condições essenciais para que os seus sonhos se possam concretizar”, disse António José Seguro, na Escola Secundária Afonso Lopes Vieira (ESALV), em Leiria, cuja requalificação inaugurou hoje.
Para o chefe de Estado, o “deslaçar social começa precisamente, quando as pessoas sentem que não fazem parte, que não beneficiam da riqueza e do progresso que é gerado”.
Sublinhando que este é “um país de progresso, de criação de riqueza, de ambição e de gente excelente”, o Presidente da República reforçou que Portugal precisa “tratar desta coesão social como de pão para a boca, para garantir que, de facto, todos” se sentem “membros de uma mesma comunidade”.
António José Seguro constatou que existem “demasiados instrumentos que nos destroem e, sobretudo contribuem para nos pôr uns contra os outros”.
“E fazem isso com uma rapidez enorme, sem nos dar sequer tempo para refletirmos, como se estivéssemos obrigados a ter de agir no segundo seguinte. Muitas das vezes desrespeitando os outros e, na maior parte das vezes acusamos, julgamos e sentenciamos, sem que o outro tenha a possibilidade sequer de se expressar”, adiantou.
O chefe de Estado acrescentou que parece que se vive em “condomínios fechados”, onde não se ouve, nem se percebe “que há uma diferença no outro”, o qual se deve “ouvir” e “respeitar”.
Perante uma sala com professores e alunos, entre outras entidades, o Presidente da República observou que a “escola não é apenas um conjunto de salas onde um professor tem atrás de si um quadro ou um projetor e tem na sua frente alunos que devem estar com atenção”.
“A escola é um lugar de encontro, onde vão pessoas que querem aprender. É evidente que uns têm a missão de ensinar, mas verdadeiramente também aprendem. A escola tem de ser um espaço de diálogo e de encontro. Uns têm a missão de ensinar, outros têm o dever de aprender”, acrescentou.
Apontando que na ESALV coabitam quase 30 nacionalidades, António José Seguro elogiou a forma como esta escola foi “capaz de encontrar soluções diferenciadoras para quem precisa dessa diferença” e “ter condições para ter as mesmas oportunidades em função das suas competências”, o que é o “papel de um Estado Social” e “da escola”, disse, abordando ainda o espaço dedicado a jovens com necessidades específicas.
“As pessoas que lá trabalham todos os dias com os vossos colegas têm uma coisa que não há salário nenhum que pague, que é um coração e uma disponibilidade enormes. Numa altura em que coração, amor, felicidade, empatia e fraternidade parecem uma banalidade, pois o vosso Presidente da República considera que devemos não ter vergonha de utilizar essas palavras em público”, disse, dirigindo-se aos alunos.
Por outro lado, o Presidente da República deve concretizá-las “com exemplos concretos” como os que existem naquela escola, notou.
Por isso, António José Seguro frisou que aquela “escola é mais do que paredes, é mais do que cimento, é mais do que vidro, é mais do que madeira”, “é coração, inteligência e, sobretudo, sensibilidade”.
Reforçando que é a “coesão social que preocupa o Presidente da República nos tempos atuais”, o chefe de Estado apontou que os “jovens são os melhores aliados para compreenderem o valor da solidariedade e da generosidade”, porque são aqueles que verdadeiramente ainda “têm o coração mais puro, para darem esses contributos para criar um país coeso”.
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