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Placas magnéticas automontáveis ​​poderão construir moradias espaciais do futuro

A humanidade tem grandes planos para residir no espaço, desde uma nova estação espacial em desenvolvimento até uma base planejada na Lua. Alguns até esperam que um dia as pessoas possam viver em Marte. Há trabalhos em andamento para descobrir como construir habitats que sustentem essas ambições.

Uma das inovações em teste é o TESSERAE: peças magnéticas automontáveis. Inventadas por Ariel Ekblaw durante seu doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), as peças podem ser empilhadas umas sobre as outras dentro de um foguete e liberadas no espaço, onde se conectam autonomamente — utilizando eletroímãs permanentes, câmeras e inteligência artificial — para criar uma forma predeterminada.

Uma vez que estejam interligadas, a estrutura pode ser pressurizada, permitindo que humanos vivam em seu interior.

“Elas podem se auto-montar em algo muito maior do que o tamanho do foguete em que foram lançadas”, disse Ekblaw, que agora é o fundador e CEO do Aurelia Institute, um laboratório sem fins lucrativos de pesquisa e desenvolvimento em arquitetura espacial que aprimorou ainda mais as peças.

Isso poderia permitir que os humanos construíssem “estruturas grandes e grandiosas dignas de ficção científica” no espaço, acrescentou ela.

‘Uma corrida ao ouro’

A partir do final da década de 1990, foram necessárias dezenas de missões para montar a Estação Espacial Internacional (ISS), que foi transportada peça por peça por foguetes até a órbita terrestre baixa. No espaço, braços robóticos e astronautas realizando atividades extraveiculares ajudaram na montagem.

Nos últimos anos, várias empresas têm desenvolvido novos tipos de estruturas espaciais projetadas para ocupar o mínimo de espaço possível nos foguetes que as transportam, além de testar novos métodos de construção.

Em 2016, a Bigelow Aerospace enviou uma estrutura inflável para a Estação Espacial Internacional (ISS). Ela foi inflada com 25 rajadas curtas de ar ao longo de 7 horas e permanece acoplada à ISS até hoje.

A Sierra Space vem testando seu habitat inflável de três andares e, no início deste ano, a Max Space, que possui uma parceria estratégica com a Voyager Technologies, apresentou novos módulos de habitat expansíveis. “Precisamos de imóveis que sejam escaláveis ​​e construídos para a forma como os humanos realmente viverão e operarão fora da Terra”, disse Saleem Miyan, cofundador e CEO da empresa, ao Space.com .

Alguns estão tentando reduzir completamente a necessidade de levar materiais ao espaço. Cientistas da Agência Espacial Europeia (ESA) exploraram a possibilidade de fabricar peças semelhantes às de LEGO a partir de poeira de meteorito , e a China está investigando como produzir peças com solo lunar.

Sandra Häuplik-Meusburger, arquiteta e pesquisadora espacial da Universidade Técnica de Viena, na Áustria, disse à CNN que existem inúmeros desafios na construção de habitats espaciais — desde como proteger os humanos da radiação, até o transporte de materiais e como projetar espaços “que possam funcionar por muito tempo para diferentes tipos de pessoas”.

Uma arquitetura adaptável, como a TESSERAE, poderia ser útil, “para que você possa construir algo e talvez daqui a 20 anos usá-lo para outra coisa”, acrescentou ela.

A capacidade de reconfiguração da tecnologia é uma de suas principais inovações, disse Ekblaw. “Você pode simplesmente remover as peças e colocar novas, reconfigurando o sistema”, afirmou.

Não se trata apenas de habitats. Algumas startups estão estudando a possibilidade de instalar centros de dados e fazendas solares no espaço, para aproveitar a luz solar disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Outras esperam levar a produção industrial para fora do planeta Terra.

“É como uma corrida do ouro neste momento”, disse Häuplik-Meusburger. Há “muito interesse por parte de muitos jogadores diferentes”.

Testes da ISS

As placas já foram testadas como pequenas estruturas dentro da Estação Espacial Internacional, em 2020 e 2022
As placas já foram testadas como pequenas estruturas dentro da Estação Espacial Internacional, em 2020 e 2022 • Instituto Aurélia

TESSERAE — sigla para Tessellated Electromagnetic Space Structures for the Exploration of Reconfigurable, Adaptive Environments (Estruturas Espaciais Eletromagnéticas Tesseladas para a Exploração de Ambientes Reconfiguráveis ​​e Adaptáveis) — foram testadas em pequena escala a bordo da ISS em 2020 e 2022 , com placas de alguns centímetros de largura.

Em dezembro ou janeiro, as mais recentes placas de interconexão — que possuem câmeras em suas bordas para permitir que as placas se vejam enquanto se auto-montam — serão testadas dentro da Estação Espacial Internacional (ISS). Se tudo correr bem, as placas formarão uma estrutura esférica pela primeira vez, disse Ekblaw — “talvez do tamanho de uma bola de praia gigante”.

Depois disso, o próximo teste será conduzido pela Rendezvous Robotics, uma empresa derivada do Instituto Aurelia, que ajudará a comercializar a tecnologia. Em 28 de outubro, a empresa anunciou que havia captado US$ 20 milhões em financiamento.

As placas atualmente em desenvolvimento pela Rendezvous Robotics utilizam eletroímãs e têm entre 30 e 90 centímetros de largura. A empresa está trabalhando para aumentar o tamanho e planeja realizar sua primeira demonstração em 2028, fora da Estação Espacial Internacional (ISS), em algum lugar no ambiente hostil do espaço. Isso envolverá a automontagem de várias placas em um formato plano, disse Ekblaw, que também é cofundador e presidente do conselho da Rendezvous Robotics.

Esta imagem mostra como as peças poderiam ser montadas no espaço
Esta imagem mostra como as peças poderiam ser montadas no espaço • Robótica de Encontro

Grandes obras de infraestrutura podem estar distantes. Ekblaw afirmou que os primeiros casos de uso realistas para a tecnologia poderiam ser grandes antenas para telecomunicações e painéis solares. Em seguida, “elas podem contribuir para o futuro da construção de data centers de IA no espaço”, disse ela. “Basicamente, qualquer coisa que envolva grande infraestrutura no espaço.”

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Emilia Redolar, neurocientífica: “Como mujer trans, no me siento tan laboralmente empoderada como cuando me llamaba Diego”

Un recuerdo infantil de la doctora Emilia Redolar (Teruel, 52 años) tiene como escenario la carpintería de su abuelo, un cuchillo y el deseo de cortarse el pene. Su abuela le enseñó a coser, pero, al descubrir que se había hecho una falda, le pidió que eso quedase entre ellas. Al iniciar los trámites de su cambio de sexo en el DNI, Redolar eligió llamarse como ella: Emilia (dejando atrás el nombre de Diego, con el que había firmado sus anteriores libros). Hoy, tras cinco décadas sintiéndose mujer en cuerpo de hombre, firma su primer libro con ese nombre. La entrevista es en el piso de Sant Cugat (Barcelona) que comparte con su hija Martina.

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© Caterina Barjau (EL PAÍS)

Emilia Redolar, retratada en Barcelona.
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¿La IA es herramienta o creador?

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En las Metamorfosis de Ovidio la historia de Pigmalión acaba bien. El escultor, célibe, que reprocha a las mujeres que ha conocido sus “numerosos vicios”, esculpe un marfil al que besa, al que viste con gemas, perlas y vestidos. Sabe que se enamora de lo falso. Cuando hace su ofrenda a Venus, no se atreve a pedir que la estatua se convierta en su esposa: pide, con timidez, una “semejante” a la de marfil. La diosa entiende lo que de verdad desea, y cuando Pigmalión vuelve a casa y besa la figura, el marfil se ablanda bajo sus dedos, se entibia, es carne. A fuerza de deseo, la imitación se vuelve verdadera, y deja de importar la diferencia entre una forma “con la que ninguna mujer nacer puede” y una mujer nacida.

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Cuando Putin dice que Musk es un genio

Vladímir Putin afirmó el pasado miércoles que Elon Musk es un genio. Lo hizo en un evento en el cual se refirió al proyecto de conectividad por satélite ruso Rassvet, que busca emular los servicios prestados por Starlink, la impresionante constelación de artefactos espaciales desarrollada por el magnate. El comentario se produjo pocas semanas después de una grave alteración del servicio de la empresa estadounidense a las fuerzas armadas de Ucrania, que lo necesitan como elemento existencial de su capacidad de defensa. El suministro se ha reanudado posteriormente, pero las vitriólicas e injustificadas críticas de Musk a Kiev siguen.

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© Evan Vucci (REUTERS)

Elon Musk, el pasado 8 de octubre en Washington.
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El Niño pode agravar fome de 1,84 milhões de moçambicanos

Entre outubro de 2026 e março de 2027, 254 mil pessoas poderão atingir níveis de emergência alimentar e 103.600 crianças sofrer desnutrição aguda.

© LUÍSA NHANTUMBO/LUSA

A mesma projeção indica que mais de 103.600 crianças menores de cinco anos poderão sofrer de desnutrição aguda, assim como mais de 11.100 mulheres grávidas ou lactantes
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Nicaragua llama a reforzar protección de niños en Internet

Managua, 30 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Nicaragua llamó hoy a padres, tutores, docentes y autoridades a reforzar la vigilancia sobre el acceso de los niños a internet, con el objetivo de proteger su seguridad y bienestar.

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Microscópio que analisa partículas cinco mil vezes menores que um fio de cabelo será utilizado em faculdade de SP a partir de 2027

Um microscópio eletrônico de transmissão (TEM, na sigla em inglês), capaz de analisar materiais milhares de vezes menores que um fio de cabelo, chegou à Ilum Escola de Ciência, graduação do CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais). O equipamento ainda passa por ajustes técnicos e deve ser incorporado definitivamente à grade curricular em 2027.

Segundo a professora Valéria Spolon Marangoni, coordenadora de laboratórios da Ilum, o microscópio será utilizado em aulas práticas de disciplinas experimentais e em projetos de pesquisa desenvolvidos pelos estudantes.

“Já nesta etapa inicial, o equipamento está sendo disponibilizado para atividades didáticas de Laboratórios Avançados, Iniciação à Pesquisa I e Projetos Finais”, explica.

Além de permitir a visualização da estrutura dos materiais, o equipamento revela como os átomos estão organizados e identifica a composição química das amostras. Essas características ajudam a compreender e determinar o comportamento de cada material.

O TEM também é capaz de analisar estruturas cerca de sete vezes menores que o vírus da Covid-19, por exemplo.

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Acesso à técnica na graduação

Microscópio eletrônico de transmissão
Microscópio eletrônico de transmissão • Divulgação/Ilum

Embora algumas universidades ofereçam treinamento e acesso a microscópios eletrônicos de transmissão para estudantes de graduação, geralmente por meio de projetos específicos ou laboratórios compartilhados, a utilização contínua do equipamento como parte da grade curricular ainda é rara no Brasil.

Infraestrutura dedicada

O microscópio será instalado no novo Laboratório Lise Meitner, em um espaço construído especialmente para recebê-lo. A operação do equipamento exige condições ambientais controladas, incluindo sistemas de climatização para garantir a estabilidade necessária às análises.

 

*Sob supervisão de Thiago Félix

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Fondo Verde de ONU dona recursos para proyecto hídrico de Bogotá

Bogotá, 30 oct (Prensa Latina) El Fondo Verde de Naciones Unidas donará 38,5 millones de dólares para proteger las fuentes de agua que abastecen a esta capital y a zonas aledañas en Colombia, confirmó hoy la Alcaldía.

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