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Gonzalo Bernardos, economista: "Mazón debió dimitir después de la DANA, Oscar Puente lo debió hacer después de Adamuz"

Nueve meses después del accidente ferroviario de Adamuz, que dejó 46 víctimas mortales el pasado mes de enero, España vuelve a enfrentarse a una tragedia que ha sacudido la confianza de los ciudadanos en la alta velocidad. El nuevo accidente ocurrido en Urda, en la provincia de Toledo, el pasado 28 de octubre, tras la colisión de un tren AVE de Renfe contra un convoy de Iryo detenido, ha dejado al menos 69 fallecidos y cerca de 200 personas atendidas en centros hospitalarios. Dos siniestros de enormes dimensiones en menos de un año han reabierto el debate sobre el mantenimiento de las infraestructuras, los sistemas de seguridad y la capacidad de respuesta de las administraciones públicas.

Lo más preocupante es que la tragedia de Adamuz todavía no cuenta con un informe técnico definitivo que permita esclarecer todas las circunstancias del accidente, mientras la investigación judicial continúa abierta. Ahora, Urda vuelve a situar a las autoridades ante preguntas incómodas sobre posibles fallos técnicos y decisiones tomadas desde los centros de control ferroviario.

Más allá de las investigaciones, las explicaciones técnicas y los cruces de acusaciones entre partidos, ambas tragedias han alimentado un profundo malestar ciudadano. Una parte de la sociedad reclama algo más que comparecencias institucionales y promesas de mejoras, exige responsabilidades políticas por una sucesión de acontecimientos que ha dejado 115 víctimas mortales.

La negativa del ministro de Transportes, Óscar Puente, a dimitir y las exigencias de la oposición han situado a los responsables políticos en el centro de la polémica. Mientras las familias esperan respuestas, crece la sensación de que nadie asume las consecuencias de lo ocurrido. La ciudadanía no solo quiere conocer qué falló en las vías, también quién debía garantizar la seguridad y por qué todavía no se han depurado responsabilidades.

Gonzalo Bernardos critica la no dimisión de Óscar Puente

El economista y profesor titular de Economía de la Universidad Barcelona Gonzalo Bernardos, dado a conocer en redes social y en diversos programas de televisión debido a sus opiniones y sus análisis divulgativos, expone en un post en X una dura crítica a la gestión gubernamental de las catástrofes. "Mazón debió dimitir el día después de la DANA, Oscar Puente lo debió hacer el día después de Adamuz", comienza explicando el profesional en una de sus últimas publicaciones. El experto manifiesta su descontento ante la ausencia total de dimisiones en España, que parece haberse convertido en una constante durante los últimos tiempos.

En la rueda de prensa de ayer, el ministro confirmó su seguimiento en el cargo. "Tras lo ocurrido en Urda, solo en España Oscar Puente podría seguir siendo Ministro de Transportes. Debemos exigir a nuestros dirigentes responsabilidad política", agrega. En otro post, el economista asegura lo siguiente acerca de las supuestas responsabilidades que se le han asignado a varios trabajadores. "En el salario que cobran, los operarios del centro de control de ADIF no está remunerada la responsabilidad de dirigir el tránsito de los trenes cuando falla la tecnología. Los responsables son los directivos y el ministro. En ADIF, en cualquier empresa y en cualquier país", agrega.

 

El economista critica la gestión de la última legislatura

Para Bernardos, el accidente de trenes de Urda, ha sido la gota que ha colmado el vaso en lo que se refiere al cómputo global de la última legislatura de Pedro Sánchez. Es por eso que, en otra publicación incide en todos los errores cometidos a lo largo de este gobierno. "Si alguien cree que la gestión del actual Gobierno ha sido buena en los últimos cuatro años, le agradecería que explicara los motivos. A mí me parece pésima", concluye. Por ello, a la espera de ver que sucede en las próximas elecciones generales del 29 de noviembre, la incertidumbre política y el descontento general es máximo.

© laSexta

Gonzalo Bernardos en laSexta Xplica
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Pleno del Partido y visita de presidente germano marcan semana china

Beijing, 31 oct (Prensa Latina) La quinta sesión plenaria del XX Comité Central Partido Comunista de China (PCCh) y el encuentro de alto nivel con el presidente alemán, de visita aquí, marcaron en China la semana noticiosa que finaliza hoy.

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Helena Rêgo: “A literacia financeira continua a ser um desafio significativo”

A diretora da Academia CASA da APS, Helena Rêgo, diz em entrevista, que ainda há um longo caminho a percorrer na literacia financeira em Portugal e na avaliação de risco. Ferramentas cuja falta condiciona tudo o resto.

Portugal continua a enfrentar dificuldades na criação de hábitos de poupança. É um problema cultural, de falta de literacia ou de rendimento?

Todas essas dimensões contam, mas temos de começar por reconhecer que a capacidade de poupar depende do rendimento disponível. Para uma família que utiliza praticamente todo o rendimento em habitação, alimentação e outras despesas essenciais, a margem é muito reduzida.

Por sua vez, a educação financeira pode ajudar a organizar prioridades, compreender compromissos e preparar decisões. Deve começar cedo e acompanhar as diferentes fases da vida.

A liberdade de amanhã constrói-se com a capacidade de compreender a realidade de hoje, o que nem sempre é fácil, e de antecipar riscos, fazer escolhas hoje que nos permitam poder continuar a fazer essas escolhas ao longo da vida.

Tal como os Estados precisam de intelligence para antecipar ameaças e preservar a soberania, também as pessoas precisam de compreender os riscos, interpretar sinais e preparar alternativas para proteger a sua liberdade futura.

Com a minha atual experiência na APS compreendi melhor o valor de proteger aquilo que construímos e vejo os seguros como instrumentos que nos podem ajudar a preservar a nossa liberdade de escolha e não apenas como produtos financeiros. Era importante simplificar a linguagem, ajudar a construir uma cultura de prevenção que nos prepare para as dificuldades da vida antes de nos vermos confrontados com elas, e tornar as decisões de poupança mais acessíveis e próximas da realidade de cada pessoa. Começar a poupar o mais cedo possível! A poupança dá-nos margem de escolha.

Como avalia o nível de literacia financeira dos portugueses?

A literacia financeira dos portugueses continua a ser um desafio significativo. De acordo com o inquérito OCDE/INFE de 2023, promovido em Portugal pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros — Banco de Portugal, ASF e CMVM —, Portugal ficou em 13º lugar entre 39 países, com 63 pontos em 100. O indicador reúne conhecimentos, atitudes e comportamentos financeiros. Portugal ficou em 21º lugar na componente das lacunas de conhecimento, com cerca de 48% a atingirem o objetivo dos conhecimentos básicos, face a 58% na OCDE.

O problema não é exclusivamente português. De acordo com dados da Comissão Europeia de 2023, apenas 18% dos cidadãos da UE apresentavam níveis elevados de literacia financeira. Ainda assim, estes indicadores mostram que temos um caminho importante a percorrer.

Os dados nacionais noutros estudos revelam também diferenças significativas entre grupos da população, com níveis de literacia financeira mais baixos entre os jovens, os idosos e as pessoas com menor escolaridade.

O desafio passa por adquirir e transformar o conhecimento financeiro em ferramentas práticas para o dia a dia. É importante conhecer os conceitos, mas é preciso sobretudo saber comparar produtos, avaliar riscos, compreender as consequências das nossas decisões e planear.

Os riscos financeiros podem surgir de acontecimentos de saúde, climáticos, tecnológicos ou geopolíticos. Temos de ver o conceito desta forma alargada.

Os portugueses sabem avaliar os riscos financeiros a que estão expostos?

De um modo geral, ainda temos dificuldade em avaliar os riscos financeiros a que estamos expostos. E essa dificuldade não significa necessariamente que desconheçamos os riscos, mas que nem sempre conseguimos traduzir essa perceção nas suas verdadeiras consequências.

O grande desafio está em passar da consciência do risco à capacidade de avaliar o seu impacto e agir preventivamente. Começa por incentivar cada pessoa a fazer perguntas muito simples:

  • O que nos pode acontecer? É identificar os riscos reais da nossa situação pessoal e familiar, seja ao nível da saúde, de um acidente, de uma situação de incapacidade, da morte ou da própria habitação.

  • Qual o impacto financeiro? Porque há uma diferença entre um imprevisto que representa um incómodo e uma situação que pode comprometer seriamente o orçamento familiar, os rendimentos ou até a estabilidade financeira de uma família.

  • Tenho capacidade para suportar esse risco? Se acontecer alguma coisa, tenho poupanças suficientes para responder? Durante quanto tempo consigo suportar as minhas despesas se perder os meus rendimentos? E, se não tiver capacidade para absorver esse impacto, que soluções de proteção devo considerar?

É precisamente aqui que a literacia financeira e a proteção através dos seguros assumem um papel fundamental. Não conseguimos prever tudo o que vai acontecer, mas podemos preparar-nos financeiramente para diferentes cenários.

A APS defende que a literacia do risco deve fazer parte da literacia financeira. O que significa, concretamente?

A literacia do risco é uma dimensão estratégica, que permite antecipar e gerir os inúmeros riscos pessoais, sociais, da natureza, tecnológicos, económicos e geopolíticos que atravessam todas as esferas da vida humana. Neste contexto, a APS reconfigurou o seu Programa de Educação Financeira, iniciado em 2012, evoluindo para uma abordagem mais ampla: o Programa de Literacia do Risco.

Dentro desta missão, promove um conjunto diversificado de ações e iniciativas que visam realçar o papel do seguro na sociedade, tornando acessíveis os seus conceitos-chave e os mecanismos de proteção e mutualização a todos — crianças, jovens, adultos e seniores.

O aumento da esperança de vida coloca novos desafios à poupança. Estamos suficientemente conscientes?

Em Portugal, a esperança de vida à nascença atingiu os 82,7 anos em 2024. Vivemos mais anos, o que é uma excelente notícia, mas isso coloca-nos um desafio financeiro incontornável: como vamos financiar um tempo de reforma potencialmente mais longo?

Os estudos confirmam que não estamos suficientemente conscientes. Continuamos, de alguma forma, a olhar para a reforma como uma fase da vida em que teremos um rendimento garantido, mas estamos menos preparados para perceber quanto tempo essa fase pode durar e como a vamos financiar.

Os números devem levar-nos a refletir. A taxa de substituição das pensões públicas poderá sofrer uma redução significativa nas próximas décadas. As projeções da Comissão Europeia apontam para uma taxa de substituição de 38,5% em 2050.

Isto significa que a pensão pública não será suficiente para manter o nível de vida a que estamos habituados durante a vida ativa. Podemos continuar a trabalhar se tivermos saúde, mas o ideal seria ter soluções de poupança de longo prazo, como os PPR, ou mecanismos de adesão automática à poupança para a reforma (auto-enrolment), entre outras iniciativas que incentivem a constituição de uma reserva complementar.

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Governo aprova novo programa especial do Parque Nacional da Peneda-Gerês

O Governo aprovou o novo Programa Especial do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), que estabelece regras atualizadas para a gestão e proteção daquele território, procurando conciliar a conservação da natureza com as necessidades das populações locais, das autarquias e das atividades económicas tradicionais.

O diploma prevê também a atualização dos limites geográficos do Parque Nacional e define um novo enquadramento para a proteção do território, com regras mais claras para a realização de intervenções, a manutenção de infraestruturas essenciais e o desenvolvimento de atividades compatíveis com os objetivos de conservação ambiental.

A aprovação é considerada pela Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, um passo importante para modernizar a gestão do Parque, ultrapassar dificuldades identificadas na aplicação das regras anteriores e reforçar a ligação entre a conservação da natureza e o desenvolvimento sustentável das comunidades locais.

“O Parque Nacional da Peneda-Gerês é um património natural extraordinário, que temos a responsabilidade de proteger. Mas essa proteção não pode significar o afastamento das populações, a degradação das aldeias ou a impossibilidade de manter serviços e atividades essenciais”, afirmou a governante.

Maria da Graça Carvalho defende que o objetivo passa por garantir “um Parque Nacional vivo, onde a conservação da natureza e a presença humana se reforcem mutuamente”.

A ministra destaca ainda a importância de estabelecer regras “claras, proporcionais e adequadas à realidade do território”, que permitam recuperar habitações, manter caminhos, prevenir incêndios e apoiar atividades económicas tradicionais, salvaguardando os valores naturais que justificam a classificação e proteção do Peneda-Gerês.

Com este novo programa, o Governo pretende, assim, promover uma gestão mais ajustada à realidade do território, garantindo a proteção ambiental sem descurar a qualidade de vida das populações que vivem e trabalham no Parque Nacional.

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Governo aprova novo programa especial do Parque Nacional da Peneda-Gerês

O diploma prevê também a atualização dos limites geográficos do Parque Nacional e define um novo enquadramento para a proteção do território, com regras mais claras para a realização de intervenções, a manutenção de infraestruturas essenciais e o desenvolvimento de atividades compatíveis com os objetivos de conservação ambiental.

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Governo aprova novo programa especial do Parque Nacional da Peneda-Gerês

O diploma prevê também a atualização dos limites geográficos do Parque Nacional e define um novo enquadramento para a proteção do território, com regras mais claras para a realização de intervenções, a manutenção de infraestruturas essenciais e o desenvolvimento de atividades compatíveis com os objetivos de conservação ambiental.

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Galp admite novos investimentos em Sines mas pede maior previsibilidade regulatória

Os investimentos atualmente em curso em Sines, nomeadamente na produção de hidrogénio verde e na construção de uma unidade de produção de combustíveis sustentáveis para aviação, e combustíveis renováveis para transporte rodoviário, permitem assegurar, segundo a empresa, o cumprimento das metas nacionais obrigatórias de incorporação destes combustíveis até 2030

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Galp admite novos investimentos em Sines mas pede maior previsibilidade regulatória

Os investimentos atualmente em curso em Sines, nomeadamente na produção de hidrogénio verde e na construção de uma unidade de produção de combustíveis sustentáveis para aviação, e combustíveis renováveis para transporte rodoviário, permitem assegurar, segundo a empresa, o cumprimento das metas nacionais obrigatórias de incorporação destes combustíveis até 2030

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Agricultores dos Açores reivindicam 23 milhões de ajudas do Governo

A Federação Agrícola dos Açores (FAA) escreveu ao Presidente da República, primeiro-ministro e partidos políticos a reivindicar 23 milhões de euros relativos a apoios extraordinários na sequência da guerra na Ucrânia, que remontam ao governo de António Costa.

Na missiva enviada a António José Seguro, a FAA considera que os agricultores açorianos “não podem continuar a aguardar por uma solução para uma situação cuja injustiça foi reconhecida e para a qual foi assumido um compromisso de correção”, esperando que o valor seja transferido até 31 de dezembro.

Na carta enviada a Luís Montenegro, a FAA recorda que esta é uma situação que o próprio primeiro-ministro reconheceu “como injusta e assumiu o compromisso de corrigir”.

A FAA considera que a inscrição no Orçamento do Estado “representou um passo importante para a resolução dessa situação”, mas “volvidos vários meses os agricultores continuam sem receber os montantes previstos, apesar de ser um compromisso que importa cumprir”.

A federação apela à tomada de medidas para a resolução do problema através da assinatura de um protocolo do Governo com o Governo dos Açores, sendo que uma missiva foi também enviada aos deputados eleitos pelo círculo eleitoral dos Açores para a Assembleia da República.

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Binance. Como um portátil causou o maior ataque cripto

É o maior roubo registado no setor dos criptoativos. Para já, as análises atribuem “com elevada confiança” a responsabilidade a um grupo cibercriminoso com ligações à Coreia do Norte.

© VCG via Getty Images

A Binance foi fundada em 2017 e opera uma plataforma de negociação de criptoativos
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Medios de Italia llaman la atención sobre masiva huelga general

Roma, 31 oct (Prensa Latina) La amplia participación popular, los enfrentamientos registrados en Roma y Turín y las reivindicaciones contra el encarecimiento de la vida centran hoy la repercusión en los medios italianos de la huelga general celebrada la víspera en este país.

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Estos son todos los informes que debes aportar si has recurrido una incapacidad permanente por vía judicial según una experta

La Seguridad Social reconoció en septiembre un total de 8.317 nuevas altas iniciales de incapacidad permanente, según los últimos datos oficiales del Instituto Nacional de la Seguridad Social (INSS), publicados el pasado 30 de octubre. Estas prestaciones, dirigidas a trabajadores cuyas limitaciones de salud les impiden desarrollar su actividad laboral en determinadas condiciones, dejaron una renta mensual media de 1.205,43 euros. La edad media de las personas que accedieron a este reconocimiento se situó en los 54 años, una cifra que refleja el impacto de estas situaciones en plena etapa laboral.

El reparto por grados muestra que la incapacidad permanente total, tanto en su modalidad ordinaria como cualificada, concentró la mayor parte de los reconocimientos. En concreto, el 45,06% de las nuevas altas correspondió a la total con una prestación del 55%, mientras que el 26,58% se situó en la modalidad del 75%. Por su parte, la incapacidad permanente absoluta representó el 26,27% y la gran invalidez, el 2,08%. Detrás de estos porcentajes hay miles de trabajadores que afrontan un cambio radical en su vida profesional y personal, en ocasiones después de meses o incluso años de incertidumbre sobre su situación médica y laboral.

Precisamente, una de las cuestiones que puede marcar la diferencia en estos procedimientos es la documentación médica que se aporta durante el proceso judicial. Muchos trabajadores, después de recibir una resolución desfavorable del INSS, deciden acudir a los tribunales para intentar conseguir el reconocimiento de una prestación que consideran necesaria por sus limitaciones de salud. Sobre esta situación ha llamado la atención Míriam Ruiz Acosta, abogada de Compromiso Legal, conocida en redes sociales por sus publicaciones divulgativas sobre los derechos laborales.

Una sentencia del Supremo explica por qué debes aportar los informes

En uno de sus últimos vídeos, la experta lanza una advertencia importante a quienes tienen pendiente un juicio por incapacidad permanente. Su recomendación es clara, aportar todos los informes médicos que se reciban desde la presentación de la demanda hasta la celebración de la vista, sin limitarse a los documentos que ya existían cuando se inició el procedimiento. El motivo está relacionado con una sentencia del Tribunal Supremo del 16 de abril de 2026, la número 396/2026, que aborda qué sucede cuando las enfermedades o lesiones de un trabajador evolucionan después de que la Administración haya rechazado su incapacidad permanente.

Según explica Ruiz Acosta, el criterio judicial permite reconocer la prestación si durante el proceso se acredita que las patologías han empeorado o han aparecido nuevas limitaciones que impiden trabajar, aunque esas condiciones no fueran suficientemente graves cuando se presentó la demanda. La clave está en que el reconocimiento puede llevar aparejada una fecha de efectos económicos posterior, coincidente con el momento en que se acredita que las lesiones han adquirido carácter incapacitante.

Un ejemplo para entender el efecto de entregar los documentos después

Para entender las consecuencias prácticas, la abogada plantea el caso de un trabajador al que le deniegan la incapacidad permanente el 1 de septiembre de 2024 y cuya celebración del juicio está prevista para el 1 de junio de 2026. Si el juez determina que, en la fecha de la denegación, sus problemas de salud todavía no justificaban el reconocimiento de la prestación, la evolución posterior puede cambiar el resultado.

Por ejemplo, si durante esos meses se agravan sus enfermedades y los nuevos informes médicos acreditan que ya no puede desempeñar su profesión habitual o cualquier actividad laboral, dependiendo del grado solicitado y de las limitaciones demostradas, el tribunal podría reconocerle la incapacidad permanente. No obstante, los efectos económicos no tendrían por qué retrotraerse a septiembre de 2024, sino que podrían fijarse en una fecha posterior, cuando se constate la situación invalidante. De ahí la importancia de conservar y aportar cada nuevo informe, prueba diagnóstica y valoración médica antes del juicio, siempre que resulte pertinente para acreditar la evolución clínica.

© Freepik

Tribunal médico
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Idade da reforma em 2028: já se sabe quando será possível calcular o novo limite

A idade normal de acesso à reforma para 2028 ainda não está fixada. As primeiras indicações deverão surgir a 27 de novembro, com a divulgação de novos dados sobre a esperança de vida aos 65 anos, que permitirão aplicar a fórmula prevista na lei.

O que será divulgado em novembro

Segundo o Economia e Finanças, o Instituto Nacional de Estatística (INE) tem prevista para essa data a publicação das tábuas de mortalidade provisórias referentes ao período de 2024 a 2026.

O indicador relevante para o cálculo é a esperança média de vida aos 65 anos. Este traduz o número médio de anos que uma pessoa poderá ainda viver quando atinge essa idade, mantendo-se as condições de mortalidade observadas.

A divulgação permitirá antecipar a idade normal de acesso à pensão em 2028, mas será necessário aguardar pelos números para conhecer o resultado.

Governo terá de publicar o valor oficial

A legislação estabelece que a idade normal de acesso à pensão varia em função da evolução da esperança média de vida aos 65 anos.

Como recorda a Portaria n.º 476/2025/1, o limite deve ser publicado por portaria no segundo ano imediatamente anterior àquele a que se refere. Por aplicação dessa regra, a idade para 2028 deverá ser oficializada em 2026.

Há, portanto, dois momentos distintos: a divulgação dos dados estatísticos, que permite fazer o cálculo, e a publicação do diploma que fixa legalmente a idade de acesso.

Para 2027, estão confirmados os 66 anos e 11 meses

A idade normal de acesso à pensão em 2027 já foi fixada em 66 anos e 11 meses, através da portaria publicada a 29 de dezembro de 2025.

Em 2026, o limite é de 66 anos e nove meses. A passagem para o valor aprovado para 2027 representa, assim, um aumento de dois meses.

Estes valores dizem respeito à idade normal de acesso à pensão de velhice do regime geral da Segurança Social. O limite para 2028 dependerá dos novos dados e da respetiva formalização legal.

Leia também: Portagens podem subir 3,82% a partir de 1 de janeiro de 2027: o que está previsto para a A22?

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Empresário checo oferece 30 mil milhões pela dona da Ray-Ban

Em plena guerra familiar na EssilorLuxottica, o empresário checo, Michal Strnad, fez uma proposta de 30 mil milhões de euros para ficar com a Delfin, o veículo da família Del ​Vecchio.

© Bloomberg via Getty Images

Michal Strnad, de 34 anos, comprou, no início do ano, uma posição na italiana Pirelli
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Canal de Panamá eleva a 33 los tránsitos diarios de buques

Ciudad de Panamá, 31 oct (Prensa Latina) El Canal de Panamá incrementó a 33 los tránsitos diarios de buques por la vía interoceánica, uno más que el nivel anterior, trascendió hoy.

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Un trabajador de un restaurante que aprovechaba su empleo para robar aceite, pan y otros productos para montar su negocio de burritos es despedido, pero la Justicia lo declara improcedente

Un trabajador que aprovechaba su empleo en un restaurante para llevarse a casa aceite, pan y otros productos con los que montar su negocio de burritos terminó despedido por la empresa. Sin embargo, el caso dio un giro cuando la Justicia declaró improcedente el despido.

Es algo confuso e, incluso, muchos lectores lo considerarán totalmente injusto, pero el abogado laboralista Ignacio de la Calzada ha detallado por qué se ha terminado dando este desenlace.

En resumidas cuentas, De la Calzada ha recordado que no cualquier incumplimiento de un empleado justifica que se haya de establecer la sanción más grave por parte de una empresa.

El valor de los productos y la falta de pruebas sobre una apropiación reiterada

El trabajador se llevaba distintos productos del restaurante en el que trabajaba para utilizarlos en su propio negocio. La empresa decidió despedirlo al conocer estos hechos, decisión que parece totalmente justificado. Sin embargo, el tribunal tuvo en cuenta varias circunstancias antes de valorar la procedencia de la sanción.

Entre ellas figuraban el reducido valor de los productos, la falta de acreditación de que la apropiación se hubiera producido de forma reiterada y las dificultades para concretar algunos de los hechos incluidos en la carta de despido.

Estos elementos resultaron determinantes para que la Justicia considerase que la empresa no había justificado adecuadamente la decisión.

La carta de despido, un documento clave para justificar la decisión de la empresa

De la Calzada insiste precisamente en la forma en la que la compañía comunicó el despido. "Una cosa es que el trabajador haya hecho algo mal y otra muy distinta es que ese comportamiento justifique el despido", explica.

Es entonces cuando el abogado reitera que la empresa no puede limitarse a señalar que el empleado ha incumplido sus obligaciones, también debe ser capaz de acreditar los hechos, demostrar que revisten suficiente gravedad y detallarlos correctamente en la carta de despido.

En este caso, los problemas para concretar determinadas conductas y la falta de pruebas suficientes sobre su reiteración debilitaron la posición de la empresa. "La chapuza de la carta de despido", resume.

No obstante, el profesional advierte de que esta resolución no significa que los trabajadores puedan llevarse productos de su empresa sin consecuencias. Dependiendo de las circunstancias, una conducta de este tipo puede justificar perfectamente un despido disciplinario y, de hecho, asegura que en la mayoría de los casos puede ser motivo suficiente para extinguir la relación laboral.

Eso sí, "si la carta de despido es una chapuza, no concreta los hechos y tú no puedes defenderte, es muy posible que sea improcedente", sentencia.

© Canva

Un trabajador de un restaurante que aprovechaba su empleo para robar aceite, pan y otros productos para montar su negocio de burritos es despedido, pero la Justicia lo declara improcedente

© La Razón

Ignacio de la Calzada, abogado laboralista, sobre lo que nunca debes hacer al pedir las vacaciones: "Luego no te quejes"
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