In today’s newsletter: Benjamin Netanyahu has been left without a majority, now it is up to the coalition to find out whether the desire for change will prove to be a defining political moment
Good morning. It was described by many Israelis as the most consequential election in their country’s history. And, as the final votes were tallied, it has delivered a result that presents Israel with a significant dilemma.
Benjamin Netanyahu’s far-right coalition has lost its mandate while the opposition has a clear majority: but only if the Jewish Israeli opposition bloc, led by retired general Gadi Eisenkot, is prepared to make a governing pact with Palestinian Israeli parties, which have secured a historic result.
UK politics | John Healey has backed away from cutting the cost of welfare this parliament, amid dire warnings his first budget could lead to brutal spending cuts because of a £28bn shortfall in public finances.
Patrick Stewart | The acclaimed British stage and screen actor renowned for both Shakespeare and sci-fi, died at his home in Los Angeles after “a brief and poignant journey with Alzheimer’s disease and Lewy body dementia”, his longtime spokesperson said.
Environment | One of the most ambitious nature recovery projects ever undertaken in England can go ahead after campaigners announced they had raised £30m to buy an estate in Northumberland.
Europe | Spain began three days of mourning on Thursday for at least 69 people who died in a high-speed rail collision, as hospitals continued to treat dozens of injured passengers and train drivers went on strike to urge more investment in railway safety.
US news | The Trump administration has opened a criminal investigation in California over claims that thousands of noncitizens are registered to vote in the state, and has begun subpoenaing election officials.
Benjamín Netanyahu se ha lanzado a deslegitimar el proceso electoral israelí, es decir, la democracia que él mismo lidera, con una acusación de injerencia que no solo refleja su ya conocida tendencia a cuestionar las instituciones cuando estas no le benefician, sino su desprecio hacia el 20% de la población israelí que es de origen árabe y que en esta ocasión ha votado en masa. Lo hace después de perder la mayoría parlamentaria en las elecciones celebradas el martes y ante un escenario en el que los partidos árabes israelíes, con un resultado histórico, se han convertido en el potencial árbitro político del país.
Resultados finais em Israel confirmam a vitória do bloco de Netanyahu, com 53 deputados, mas sem maioria absoluta. Ainda nesta edição, PSP já planeia acompanhamento das acampadas previstas para sábado
El bloque Benjamín Netanyahu alcanzó 53 escaños frente a los 48 de la oposición y los 19 de las fuerzas árabes. Sin que ningún sector logre la mayoría absoluta de 61 escaños en la Knéset, se abren complejas negociaciones para destrabar la gobernabilidad en Israel.
Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu’s Likud party complained on Wednesday that this week's tumultuous election was “stolen by Arab parties that support terrorism and the elimination of the Jewish state.”
Results released by election officials on Thursday showed Netanyahu's bloc winning 53 seats in the 120-member assembly, well below the 68 seats it had controlled at its peak in the previous parliament.
Official turnout was 77.9%, with 5,716,665 total votes cast; Central Elections Committee reiterates that investigation into alleged voter fraud 'will not affect final results'
O Comitê Central de Eleições de Israel divulgou nesta quinta-feira (29) o resultado final da votação para o Parlamento do país. Ele ainda será certificado em 4 de novembro e está sujeito a “pequenas alterações”, segundo as autoridades.
O partido Likud, de Benjamin Netanyahu, continua sendo a maior legenda no Parlamento, tendo conquistado 27 cadeiras. O Yashar, de Gadi Eisenkot, principal rival do primeiro-ministro, ficará com 21.
O bloco do premiê conquistou um total de 53 cadeiras, mas ficou aquém de assegurar a maioria, que seria de 61 cadeiras — o Knesset tem, ao todo, 120 lugares.
Por sua vez, a oposição também falhou na tentativa de conquistar maioria: o bloco assegurou 48 assentos.
Os partidos árabes, agrupados na Lista Conjunta e no Ra’am, conseguiram um resultado expressivo, com 19 cadeiras. Assim, podem ser importantes para as alianças de formação de novo governo.
Veja como ficará a distribuição do Parlamento de Israel:
Likud: 27 cadeiras
Yashar!: 21 cadeiras
B’Yachad: 12 cadeiras
Lista Conjunta: 11 cadeiras
Os Democratas: 8 cadeiras
Ra’am: 8 cadeiras
Yisrael Beiteinu: 7 cadeiras
Otzma Yehudit: 7 cadeiras
Yahadut HaTorah: 7 cadeiras
Shas: 6 cadeiras
Religious Zionism: 6 cadeiras
Ao todo, 5.716.665 votos foram contabilizados. Destes, 5.690.778 foram considerados válidos, enquanto 25.887 votos foram invalidados.
O comparecimento de eleitores às urnas foi o mais alto em décadas, com 77,9%.
Veja o número de votos por partido
Likud, partido de Netanyahu, lidera com 1.167.458 votos válidos (20,52%)
Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 913.502 votos (16,05%)
Juntos, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, com 531.414 votos (9,34%)
Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 500.147 votos (8,79%)
Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 366.352 votos (6,44%)
Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 337.413 votos (5,93%)
Ra’am (Lista Árabe Unida), com 337.253 votos (5,93%)
Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 326.624 votos (5,74%)
Judaísmo Unido da Torá, com 312.604 votos (5,49%)
Shas, partido religioso sefardita, com 299.506 votos (5,26%)
Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 290.451 votos (5,10%)
O que acontece agora?
Depois que os resultados forem certificados, o processo eleitoral passa para o presidente de Israel, Isaac Herzog.
Em uma série de reuniões em Jerusalém, Herzog iniciará uma rodada de consultas durante a qual cada partido eleito recomendará seu candidato ao cargo de primeiro-ministro.
Com base nessas recomendações, o presidente encarregará um dos candidatos com a tarefa de tentar formar um governo.
Depois de receber a incumbência, o candidato iniciará semanas de negociações políticas sobre cargos ministeriais, prioridades orçamentárias e compromissos de governo.
Essa pessoa designada pelo presidente terá um prazo de 28 dias — provavelmente prorrogável por mais 14 dias — para formar um governo.
Se não conseguir, o presidente israelense passará a incumbência a outro candidato, que terá mais quatro semanas.
Se essa segunda tentativa também fracassar, o Parlamento terá um curto prazo para apresentar outro candidato. Caso isso não aconteça, o país irá automaticamente a novas eleições.
A coalizão do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não conseguiu obter maioria no Knesset, o Parlamento de Israel, nas eleições gerais do país.
O bloco formado por partidos de direita e ultraortodoxos obteve 53 cadeiras, abaixo das 61 necessárias para formar a maioria.
Os resultados finais foram divulgados pela Comissão Central de Eleições de Israel, após a conclusão da contagem dos votos e a revisão dos dados.
Leia Mais:
Já Likud, partido do primeiro-ministro, liderou a disputa, conquistando 27 das 120 cadeiras do Knesset.
O partido foi o mais votado, seguido pelo Yashar, do ex-chefe militar e principal rival de Netanyahu, Gadi Eisenkot, que garantiu 21 assentos. O Juntos, do ex-premiê, Naftali Bennett, por sua vez, conquistou 12 cadeiras, enquanto a Lista Conjunta, da aliança de partidos árabes, ficou com 11.
Os Democratas e o Ra’am terão oito representantes cada. Já o Yisrael Beytenu, o Otzma Yehudit e o Judaísmo Unido da Torá conquistaram sete cadeiras cada. O Shas e o Sionismo Religioso ficaram com seis assentos cada.
Ao todo, 11 listas de candidatos conseguiram superar a cláusula de barreira (de 3,25% dos votos) e terão representantes no Parlamento israelense. As demais candidaturas não atingiram o percentual mínimo exigido para conquistar cadeiras.
Segundo a Comissão Central de Eleições, o comparecimento às urnas foi de 77,9%. Foram contabilizados 5.716.665 votos, dos quais 5.690.778 foram considerados válidos e 25.887, inválidos.
Veja o número de votos por partido
Likud, partido de Netanyahu, lidera com 1.167.458 votos válidos (20,52%)
Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 913.502 votos (16,05%)
Juntos, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, com 531.414 votos (9,34%)
Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 500.147 votos (8,79%)
Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 366.352 votos (6,44%)
Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 337.413 votos (5,93%)
Ra’am (Lista Árabe Unida), com 337.253 votos (5,93%)
Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 326.624 votos (5,74%)
Judaísmo Unido da Torá, com 312.604 votos (5,49%)
Shas, partido religioso sefardita, com 299.506 votos (5,26%)
Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 290.451 votos (5,10%)
O que acontece agora?
As autoridades israelenses têm até o dia 4 de novembro para certificar os resultados. Enquanto isso, o presidente israelense, Isaac Herzog, realizará uma rodada de consultas com todos os principais líderes partidários.
Na sequência, ele convidará os líderes que, em sua avaliação, possuem as maiores chances de formar um governo. Esse processo pode levar semanas.
O primeiro líder designado tem 28 dias para formar um governo, com a possibilidade de uma prorrogação de 14 dias caso não consiga fazê-lo.
Se o primeiro candidato não obtiver sucesso, o presidente pode transferir a incumbência para um segundo candidato, que terá 28 dias para formar um governo.
Caso a segunda tentativa também fracasse, a maioria dos membros do Knesset pode solicitar ao presidente que encarregue um terceiro candidato, que terá, então, 14 dias para montar uma coalizão.
Se tudo isso falhar, haverá uma nova eleição.
(Com informações de Kara Fox e Tal Shalev, da CNN)
Israel is facing political uncertainty after an election that produced no clear governing majority. But what do the results reveal about how Israelis want leaders to confront the country's challenges? Nick Schifrin discussed that with Tamir Hayman, former chief of Israeli military intelligence and current executive director of the Institute for National Security Studies.
The Israeli military intensified its deadly attacks on Palestinians in different parts of the Gaza Strip in the last 24 hours that preceded the announcement of the Knesset election results, which are expected by the morning of Friday, October 30.
At least six Palestinians were killed and dozens of others wounded in Israeli strikes that targeted different areas of the war-torn enclave.
The fatalities include four government employees, who were killed in an Israeli strike on the Ministry of Economy in the Al-Mawasi area, west of the southern city of Rafah. Thirty others were wounded in the same offensive.
The Gaza-based government media office condemned the assault in a statement published on Telegram, describing it as “a new crime and a horrific massacre that targeted a group of civilian public-sector employees.”
It added that “targeting government teams and civilian public employees is part of the organized crime that the Israeli occupation has practiced, and a malicious exposed attempt to push towards chaos and disorder by undermining the work of government crews and institutions, which seek to maintain the stability and safety of society.”
Meanwhile, two people were killed and several others were wounded when an Israeli drone struck a civilian vehicle near the entrance to the Al-Maghazi refugee camp, in the central Deir al-Balah Governorate.
The latest deaths take the toll of people killed by Israel in Gaza since the US-brokered ceasefire deal was reached in October 2025 to more than 1,574 people, with 5,867 others wounded, according to Gaza’s Health Ministry.
The ministry also reported that at least 74,570 people have been killed since Israel started its genocidal aggression on the besieged strip in October 2023.
As eleições em Israel nesta semana terminaram sem que um bloco político conseguisse garantir clara maioria no Parlamento, o que deve gerar negociações delicadas para formação de um novo governo.
Benjamin Netanyahu permanecerá no cargo como primeiro-ministro interino, mas enfrenta um Parlamento com maioria da oposição que busca destituí-lo.
Aqui estão alguns cenários que podem acontecer nos próximos dias e meses.
Outra eleição
Após a divulgação dos resultados finais oficiais das eleições — o que deve ocorrer na próxima semana –, o presidente de Israel, Isaac Herzog, iniciará consultas com representantes dos partidos e, em seguida, indicará o candidato que considerar ter as melhores chances de formar um governo.
Se o candidato não conseguir formar um governo, outro poderá tentar e, caso esse também falhe, o Knesset poderá indicar outro. Há um prazo de cerca de 100 dias para esse processo.
Se ninguém tiver sucesso, será realizada outra eleição.
Herzog afirmou na quarta-feira (28) que tudo deve ser feito para evitar uma nova eleição e pediu aos partidos que participarem das consultas com ele com a mente aberta.
Governo de unidade
O partido Likud, de Netanyahu, que ainda deve conseguir a maior quantidade de assentos no Knesset, poderia formar uma coalizão com partidos de oposição de centro e de direita, como o Yashar, de Gadi Eisenkot — o segundo maior partido —, o “Israel, Nosso Lar”, de Avigdor Lieberman, e a facção “Juntos”, de Naftali Bennett.
Esse agrupamento garantiria 66 cadeiras, uma maioria no Parlamento de 120 cadeiras.
No entanto, essa opção parece remota neste momento, pois significaria que Netanyahu provavelmente teria que abandonar seus aliados políticos “naturais”: os partidos de ultradireita e os judeus ultraortodoxos.
Além disso, os partidos da oposição teriam que quebrar sua principal promessa aos eleitores, que era destituir Netanyahu.
Ainda assim, se nenhum dos lados conseguir formar um governo ao final de semanas de negociações prolongadas, um governo de unidade poderá surgir como última opção.
A retomada dos confrontos com o Irã, ou com outros atores, também poderia aproximar os lados.
Governo de minoria de Eisenkot
Se Herzog escolher Eisenkot primeiro, ele poderia tentar formar um governo com os aliados “naturais” do Yashar — Juntos, Os Democratas e Israel, Nosso Lar — apoiado pelos dois partidos árabes de Israel, mesmo que eles não sejam integrantes desse governo: Ra’am e a Lista Conjunta.
A coalizão de Eisenkot somaria 48 cadeiras, de acordo com a última apuração de votos, com os partidos árabes somando 19 cadeiras, o que, juntos, alcançaria uma maioria de 67 cadeiras.
Mas, mesmo que Eisenkot volte atrás em sua promessa de campanha de não incluir partidos árabes no governo e aceite o apoio deles, seria difícil convencer muitos israelenses, cujas atitudes em relação à minoria árabe de Israel se endureceram ainda mais desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023.
Netanyahu concentrou sua campanha em deslegitimar o apoio dos partidos árabes, que alcançaram níveis recordes nas eleições.
Por enquanto, apenas o partido “Os Democratas”, de centro-esquerda, se manifestou publicamente pedindo a inclusão desses partidos.
Ambos os partidos árabes sinalizaram que estão dispostos a cooperar com a chapa de Eisenkot.
O Ra’am integrou-se ao governo de Naftali Bennett em 2021, a primeira vez que um partido árabe independente entrou em uma coalizão israelense. Esse governo caiu após 18 meses.
Netanyahu com maioria para um governo de direita
A coalizão de Netanyahu deve sair das 64 cadeiras que detém no Parlamento para 53, de acordo com os últimos resultados eleitorais.
Mas o líder mais longevo de Israel é visto como um dos políticos mais habilidosos do país e poderia dividir a oposição ao atrair integrantes de seus partidos para o seu lado.
Ele já conseguiu fazer isso antes, inclusive como líder da oposição na corrida para as eleições de 2022, das quais saiu vitorioso. Mas a coalizão contra a qual ele lutava na época tinha uma vantagem muito menor e ele não precisou de muitos desertores para desestabilizar seus rivais políticos.
Il «Grande Progetto» volto a «mantenere [la civiltà occidentale] al vertice del mondo» (come ha affermato il Segretario di Stato statunitense Marco Rubio) richiede che gli strumenti per garantire l’obbedienza siano di due tipi: La creazione di un fervore rivoluzionario distruttivo dal basso (oggi definito «cambio di regime»); e, in secondo luogo, l’uso di ciò che Theodore Herzl, in una famosa frase, definì «il terribile potere del denaro di esercitare una pressione irresistibile sulla politica internazionale», al fine di cooptare gli strati dominanti in una rete di potere che promuovesse il «progetto» del Grande Disegno.Questo è ciò che stiamo osservando nella guerra di Trump contro l’Iran.
L’attacco israelo-americano del giugno 2025 era principalmente un attacco di decapitazione volto a neutralizzare sia la leadership politica che quella militare dell’Iran, mentre elementi armati addestrati dal Mossad, il MEK e i separatisti baluchi tra gli altri sarebbero stati infiltrati in Iran per fomentare la rivoluzione dalla base. A quel tempo, il figlio dell’ex Scià – in modo poco plausibile – veniva presentato ai media occidentali come il futuro leader dell’Iran.
Non ha funzionato. E ora Netanyahu sta sostenendo che Israele disponga di «nuove prove» del fatto che l’Iran si stia orientando verso la produzione di un componente bellico nell’ambito del proprio programma nucleare. Sta dicendo a Trump che ora deve portare a termine l’opera di distruzione dell’Iran. E per motivare ulteriormente Trump, il principale quotidiano israeliano Ma’ariv riporta che Israele ha trasmesso direttamente alla Casa Bianca i sondaggi del Likud, secondo cui Netanyahu potrebbe vincere le elezioni israeliane del 27 ottobre. Secondo l’articolo, queste informazioni del Likud (che contraddicono la maggior parte degli altri sondaggi israeliani) hanno spinto Trump a esprimere il proprio pieno sostegno elettorale a Netanyahu.
Allo stesso tempo, i miliardari filosionisti stanno esercitando il «terribile potere del denaro» su Trump: «Non accetteremo nulla di meno della sconfitta dell’Iran. Se continuerà a cercare un accordo, le ritireremo il nostro sostegno finanziario».
Alti funzionari della sicurezza israeliani, sia in carica che in pensione, confutano tuttavia la necessità di un attacco imminente all’Iran e l’affermazione di Netanyahu relativa a nuove prove che l’Iran si stia muovendo verso l’arma nucleare –il Capo di Stato Maggiore delle Forze di Difesa Israeliane (IDF) Zamir ha dichiarato al Canale 13 israeliano: «Non vediamo la necessità di attaccare l’Iran prima delle elezioni»; Il principale stratega militare israeliano Udi Evental ha messo in guardia: «Una guerra per ostacolare le elezioni e la democrazia, non per ostacolare il programma nucleare dell’Iran. Netanyahu, che si sospetta sia immerso fino al collo in considerazioni politiche e personali estranee alla questione, non è idoneo a prendere una decisione del genere. Non glielo si deve permettere».
Che esistano o meno prove del genere non ha davvero importanza. Probabilmente non esistono. L’affermazione costituisce semplicemente il pretesto con cui si sta esortando gli Stati Uniti ad agire per ‘portare a termine l’opera’ contro l’Iran. Come sempre, Netanyahu ha dichiarato negli ultimi giorni: «L’Iran sta ancora una volta cercando di sviluppare le sue armi di morte… C’è un solo modo per eliminare questa minaccia una volta per tutte: rovesciare il regime in Iran, e questa è la mia direttiva all’IDF, al Mossad e alle agenzie di sicurezza».Un alto funzionario iraniano ha dichiarato a Drop Site che l’attuale valutazione dei servizi segreti interni di Teheran indica un’elevata probabilità che possano iniziare bombardamenti su larga scala – anche prima delle elezioni israeliane di martedì.
Il punto è che all’Iran non interessa chi vincerà le elezioni di medio termine, né chi conquisterà la presidenza degli Stati Uniti nel 2028. Per la leadership iraniana è tutto uguale. Comprendono bene il concetto del «Grande Disegno» (come potrebbero non farlo?).In Iran è ben chiaro che il Paese è impegnato in una lunga guerra contro l’intero blocco atlantista: Israele, i suoi servizi di intelligence, i suoi arsenali, i suoi satelliti, la sua industria militare e la sua macchina mediatica. Non importa se alla Casa Bianca ci sia un repubblicano o un democratico. Gli alti funzionari iraniani ritengono che entrambi i partiti siano stati comprati dal terribile potere sionista del denaro.
Comprendere il «Progetto» significa comprendere che la classe dei finanziatori sionisti non si accontenterà mai di un «accordo o compromesso». Essi sostengono con certezza che l’Iran alla fine verrebbe meno a qualsiasi acconsentimento ipotizzato alle richieste statunitensi. Gli israeliani e i loro alleati della classe dei finanziatori semplicemente non credono (e lo ripetono incessantemente) che l’Iran accetterebbe mai di sottomettersi a Israele, né di accettare il dominio politico e culturale degli Stati Uniti. Potrebbero avere ragione. Perché? Semplicemente perché l’Iran possiede una civiltà profonda, che affonda le sue radici in un complesso di credenze e pratiche specificamente persiano-iraniane risalenti al secondo millennio a.C.: il mazdeismo, una cosmologia del dramma divino, rappresentata dalla lotta continua tra Luce e Oscurità.
Il rinomato studioso, il professor Henri Corbin, ha sostenuto che «l’Iran era situato in una posizione centrale… non essendo solo una nazione o un impero, ma un universo spirituale». Egli concepiva quindi l’Iran come una forza mediatrice, sia geograficamente che metafisicamente.
Per millenni, gli iraniani hanno percepito il mondo come dotato di una chiara dimensione metafisica – e di una storia. È quindi improbabile che possano essere attratti da un atteggiamento materialistico e nichilista di stampo occidentale. Gli Stati civilizzatori, siano essi l’Iran o la Russia, che abbracciano valori contrari non soccomberebbero mai al «Grande Disegno». Di conseguenza, devono essere distrutti.
Cosa significa questa storia metafisica? Significa che l’Iran si sta preparando alla guerra, non a un «accordo». Mohsen Rezaei, segretario del Consiglio Supremo di Sicurezza Nazionale iraniano e rappresentante personale della Guida Suprema, l’Ayatollah Mojtaba Khamenei, ha affermato che, «Se la domanda è se l’Iran abbia ancora la capacità di proseguire le operazioni con missili e droni [in caso di attacco], la risposta è “sì” … Gli Stati Uniti dispongono di risorse preziose nella regione. In caso di guerra, anche cavi, centri dati e strutture di intelligenza artificiale potrebbero rientrare nel raggio d’azione. Se il conflitto dovesse riprendere, avremo un piano più ampio». «Tutti devono comprendere che un’azione contro l’Iran comporta un costo».
Alti funzionari iraniani ritengono che la guerra sia imminente. L’Iran dispone di piani di ampia portata (in caso di attacco) che coinvolgono anche l’Arabia Saudita e la sua leadership, ha lasciato intendere un alto funzionario iraniano. Karl Miller (dal campo) afferma che, a questo proposito, un quarto della produzione petrolifera saudita è già stato distrutto e che i danni causati dagli attacchi di rappresaglia di AnsarAllah interessano l’intera catena produttiva saudita – «dalla testa di pozzo alla stazione di servizio» – e che l’Arabia Saudita sta colmando il deficit attingendo alle proprie riserve.
Il rapporto di Miller, citato da Larry Johnson, avverte che,«se i canali di esportazione dell’Arabia Saudita dovessero chiudersi, il suo petrolio non avrebbe altra destinazione se non le proprie raffinerie, le proprie centrali elettriche e i propri serbatoi di stoccaggio. Una volta che lo stoccaggio fosse pieno, si raggiungerebbe all’incirca il limite massimo di produzione che l’Arabia Saudita potrebbe mantenere. Se Ras Tanura e Yanbu venissero chiusi contemporaneamente, il Regno sarebbe costretto a chiudere la maggior parte dei propri giacimenti petroliferi. Questo è esattamente lo scenario che la campagna di Ansar Allah contro l’oleodotto, il Mar Rosso e i terminali del Golfo è volta a provocare». «Qualsiasi nuova campagna americana o israeliana contro l’Iran si abbatterà su un sistema energetico saudita che non dispone più di margini per assorbirla», osserva Larry Johnson.
Qualsiasi nuovo attacco all’Iran, per estensione, significherà la fine del Golfo così come lo conosciamo, la fine del petrodollaro e la fine del Golfo come principale fornitore di liquidità per Wall Street e il mondo della tecnologia.
Ciononostante, secondo quanto riferito, Trump avrebbe affermato che gli Stati Uniti non stanno attualmente negoziando con l’Iran e che qualcosa accadrà «molto presto».
Forse. (Ma con Trump tutto si riduce a speculazioni). Se però sta bluffando, non funzionerà, e la sua umiliazione sarà ancora più profonda.
Un uomo che conosce Trump meglio di molti altri (avendo scritto quattro libri su di lui), Michael Wolff, sostiene che se i Democratici vinceranno nelle elezioni di medio termine del 3 novembre –
«Cercheranno di far capire al mondo che è “un nuovo giorno”. Trump, dal canto suo, cercherà di far capire al mondo che è ancora lui a controllare la scena. Ci sarà una serie di eventi di questo tipo (come una presunta invasione di Cuba, ad esempio) di portata superiore a qualsiasi cosa possiamo immaginare. Non si mostrerà umile. Il concetto di umiltà non esiste nell’animo di Donald Trump. Pertanto, farà esattamente il contrario».
With both blocs short of a 61-seat majority, their leaders and respective allies must decide which divisive issues are worth prioritizing, and which promises are worth reneging on
Golan meets Eisenkot, Lapid and Mansour Abbas in coalition push; Ra'am leader says minority government unlikely; Liberman keeps distance from opposition partners; opposition chiefs vow fraud probe won't delay new Knesset
The ultra-Orthodox United Torah Judaism party would abstain from votes rather than join the coalition, according to Channel 12; military draft remains major obstacle to agreement
Prime minister claims Arab Israeli parties used foreign backing to steal elections, in which his coalition lost its majority
Benjamin Netanyahu has been accused of using smear tactics to cling to power, after he claimed that Arab Israeli parties had used foreign backing to “steal” Tuesday’s election, in which the prime minister’s coalition lost its parliamentary majority.
Netanyahu and his allies called on the internal security service, Shin Bet, to investigate alleged vote buying and other irregularities in Palestinian communities in Israel, supposedly funded by foreign money.
The anti-Netanyahu parties won a Knesset majority, but they do not have the means to translate that into even a minority government. The failure is staggering, and may echo long into Israel's future
Qatar reportedly implicated, but Likud statement doesn't name Gulf state; Eisenkot says allegations must not delay Knesset's swearing-in; Herzog: 'We must avoid tarnishing an entire community'
TEL AVIV, Israel - Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu's governing coalition remained well short of a parliamentary majority Thursday as newly counted ballots showed a dramatic surge in support for Arab parties, potentially giving the opposition enough votes to challenge his control of parliament.
With 93.8% of ballots counted as of 4 a.m. ET Thursday (10 a.m. local time in Israel), including votes from the double-envelope count, Netanyahu's right-wing and religious bloc was projected to win 53 seats in Israel's 120-member Knesset, compared with 48 for the opposition bloc led by former military chief Gadi Eisenkot. The two predominantly Arab parties were projected to secure a combined 19 seats, bringing the potential anti-Netanyahu parliamentary majority to 67.
The updated figures showed Netanyahu's Likud remaining the largest individual party with 26 seats, followed by Eisenkot's Yashar party with 21 and former Prime Minister Naftali Bennett's Beyachad party with 12. The figures remain preliminary.
The results leave neither Netanyahu nor Eisenkot with the 61 seats required to form a government independently, raising the prospect of difficult coalition negotiations or another election.
The biggest shift came from Israel's Arab voters, whose turnout surged compared with previous elections, potentially reshaping the country's political balance.
Arab voter participation reached approximately 80%, compared with 53.2% in the 2022 election, according to the Israel Democracy Institute. The 2026 figure remains preliminary.
The Joint List was projected to win 11 seats, while Ra'am was projected to secure eight. Together, their 19 seats would nearly double the Arab parties' representation from the 10 seats they won in 2022.
Overall voter turnout reached 77.7% by the official 10 p.m. closing time on election night, the highest level at that hour since 1999, according to Israel's Central Elections Committee.
The increased Arab participation could prove decisive in determining the next government's composition. Although Eisenkot and several other opposition leaders ruled out including Arab parties in their governing coalition during the campaign, their parliamentary support could allow the opposition to replace Knesset Speaker Amir Ohana, a Netanyahu ally, and gain greater control over the legislative agenda even before a new government is formed.
The political stakes intensified Thursday following a Channel 12 report alleging that substantial sums originating in Qatar may have been transferred to influence voter participation in Arab communities.
According to N12, some of the funds allegedly traveled through financial channels previously used to transfer money to terrorist organizations, including currency exchanges.
The allegations have not been independently substantiated, and investigators have yet to establish whether foreign financing occurred or whether election-related crimes were committed.
Channel 12 reported that Shin Bet Director David Zini presented intelligence concerning suspected foreign interference to Central Elections Committee Chairman Justice Noam Sohlberg, prompting the judge to order an investigation.
In a letter published by N12, Sohlberg instructed the domestic security agency to investigate the allegations and identify evidence that could either substantiate or disprove them. He requested findings within one week, citing the limited time available during the election count.
The judge's letter did not publicly identify Qatar as the suspected foreign actor. That identification came from N12's reporting.
Qatar strongly denied the allegations Thursday, accusing Israeli politicians of attempting to drag the Gulf nation into Israel's domestic political disputes following the election.
"We categorically deny allegations that Qatar has interfered in Israeli elections or funded any activities intended to influence their outcome," Qatari Foreign Ministry spokesperson Dr. Majed Al-Ansari wrote on X.
Al-Ansari accused Israeli politicians and their allies in the media of launching a "disinformation campaign," saying Qatar had been accused of financing Netanyahu, the Israeli left and now Arab voters.
"If these claims were to be believed, Qatar would apparently own all of Israel," he wrote. "Qatar should not be used as a scapegoat for the political failures of certain Israeli politicians," Al-Ansari added, insisting that Qatar had no involvement in Israel's electoral process and would continue its diplomatic and humanitarian efforts in the region.
Acting Central Elections Committee director general Dean Livne also rejected the allegations in a letter to Yesh Atid MK Vladimir Beliak, who sits on the committee. "The Knesset elections were conducted lawfully. The integrity of the elections at polling stations was rigorously safeguarded, and to the best of our knowledge, there is no basis for allegations of systematic violations of election integrity."
Israel's Shin Bet security agency clarified Thursday that the intelligence behind the investigation was gathered independently and did not originate from any political party. It said no one outside the agency, except Central Elections Committee Chairman Justice Noam Sohlberg, had access to the information before the election ended.
The agency stressed that the investigation remains ongoing and warned against drawing premature conclusions.
The investigation "does not cast aspersions on or accuse an entire sector that went out to vote democratically and lawfully," the Shin Bet said in a statement translated from Hebrew.
The agency also confirmed that Shin Bet Director David Zini had briefed Netanyahu, Eisenkot and opposition leader Yair Lapid on the allegations, with Sohlberg's approval.
But the allegations have already become part of the political confrontation over whether opposition parties should cooperate with Arab lawmakers.
Netanyahu and Likud had challenged the legitimacy of the Arab parties' electoral gains. On Wednesday, before the latest Qatari allegations emerged, Likud accused Arab parties of stealing the election through alleged voter fraud, accusations that had not been substantiated.
In a statement Thursday, Likud argued that the suspected foreign interference made cooperation with the Arab parties unacceptable.
"After it became clear that foreign actors attempted to take control of the Knesset, it is obvious that no Zionist party must cooperate with Ra'am and the Joint List, replace the Knesset speaker using votes bought with cash, or establish a government dangerous to Israel," the party said.
The assertion that parliamentary seats were obtained through purchased votes has not been established by the investigation.
Hauser Tov, a political reporter for Israel's Haaretz newspaper, argued on X that the statement revealed Likud's immediate political objective: preventing the opposition from using its potential parliamentary majority to replace the Knesset speaker.
Israeli journalist Amir Tibon wrote on X, "The main reason they want to prevent this is so that the Knesset won't vote to establish a state commission of inquiry into October 7." He argued that such an investigation could examine Qatari involvement in Gaza and Israel.
Eisenkot responded to the allegations Thursday, after meeting with Israel Security Agency (Shin Bet) Director David Zini. "Foreign involvement in Israel is unacceptable and profoundly serious, particularly when it involves a country that funds and supports Hamas," Eisenkot said. "It is serious when it occurs in the Prime Minister’s Office, and it is serious if it occurs in the electoral process."
He called on the Shin Bet to investigate the allegations thoroughly and take the strongest possible action against anyone found to have attempted to compromise the election's integrity.
Eisenkot also accused Netanyahu and his allies of conducting "an illegitimate influence operation targeting the Israeli public," claiming its purpose was to delay the publication of the results and undermine the legitimacy of the newly elected Knesset.
Israeli political commentator Amit Segal also cautioned against assuming the allegations would lead to the cancellation of election results.
"The likelihood of the entire election being invalidated is extremely slim, given the time constraints," Segal wrote on X. He suggested the developments could instead intensify discussions about a unity government or another election.
Meanwhile, Democrats party leader Yair Golan urged opposition leaders to move quickly toward forming a new government.
"The people have spoken. Sixty-seven seats demanded change," Golan wrote Thursday on X, adding that he intended to spend the day meeting with political partners and coalition negotiators. "I intend to leave no stone unturned, act in every possible way and do everything necessary to fulfill the voters' will," he added.
The comments underscored the central question emerging from the election: whether parties united in their opposition to Netanyahu can overcome their differences, particularly over cooperation with Arab lawmakers.
Could Trump help broker a unity government?
Another possibility is a national unity coalition involving Netanyahu's Likud and Eisenkot's Yashar party, potentially excluding the Arab parties and Netanyahu's far-right allies.
Such an arrangement could also align with the preferences of figures close to President Donald Trump, who publicly endorsed Netanyahu ahead of the election.
According to Ynet diplomatic correspondent Itamar Eichner, sources close to Trump said the president wants to ensure that far-right National Security Minister Itamar Ben-Gvir is excluded from the next Israeli government, with Finance Minister Bezalel Smotrich potentially excluded as well.
A separate Ynet report said Trump associates had contacted Israeli political figures to assess the prospects for a unity government and expressed a preference for a stable coalition without Ben-Gvir.
Trump himself has not publicly endorsed a specific unity arrangement.
Asked Wednesday by Axios whether he would become involved in efforts to establish a Netanyahu-led unity government, Trump said, "I will take a look."
A unity government involving Netanyahu and Eisenkot would face substantial obstacles. Eisenkot repeatedly pledged during the campaign not to join a Netanyahu-led government, while Netanyahu's far-right partners have warned against efforts to exclude them.
The ultra-Orthodox parties present another potential route to a parliamentary majority. Netanyahu's projected 53 seats include 14 held by Shas and United Torah Judaism, which have traditionally aligned with him.
Those 14 seats, combined with Eisenkot's projected 48-seat opposition bloc, would mathematically produce a 62-seat majority. But such an arrangement would face major disagreements over military conscription, as Eisenkot has pledged to expand mandatory service to ultra-Orthodox men, while the religious parties have sought to preserve exemptions for yeshiva students.
Political divisions within Eisenkot's own bloc would present additional obstacles to such a coalition.
For now, the foreign interference allegations remain under investigation, while the election results continue to show Netanyahu's existing coalition without the parliamentary majority required to govern on its own.