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Grupo Indra acelera encomendas no 3.º trimestre e mantém crescimento de dois dígitos

30 October 2026 at 00:26

O Grupo Indra acelerou a captação de encomendas no terceiro trimestre, voltando a registar crescimentos de dois dígitos nas receitas e no resultado operacional, anunciou hoje a empresa.

Nos primeiros nove meses de 2026, as receitas aumentaram 29%, para 4.645 milhões de euros, com subidas em todas as divisões, com destaque para a Defesa (100%) e Tráfego Aéreo (23%).

A carteira de encomendas atingiu 22.165 milhões de euros no final de setembro, mais 133% em termos homólogos, impulsionada pelos setores da Defesa e do Espaço, nomeadamente pela integração da Hispasat e Hisdesat e pelos contratos do programa IRIS².

A entrada de encomendas nos nove meses fixou-se em 8.085 milhões de euros, mais 82%, com uma aceleração de 139% apenas no terceiro trimestre, sobretudo devido a contratos de 1.926 milhões de euros do programa europeu IRIS².

O EBITDA cresceu 62% e o EBIT 42%, para uma margem de 9,8%, face a 8,8% no mesmo período de 2025. O resultado líquido foi de 355 milhões de euros, mais 22%.

Em comunicado, o presidente executivo do Grupo Indra, Josep Maria Recasens, afirmou que “o terceiro trimestre confirma a força do nosso crescimento e demonstra o potencial do Espaço como um dos principais motores do Grupo Indra”.

“O contrato relacionado com o IRIS² representa um marco para a empresa e reforça a nossa posição para liderar grandes programas tecnológicos e industriais europeus”, acrescentou.

O responsável sublinhou ainda que o grupo está a construir “uma Indra mais integrada, mais industrial e mais orientada para o produto”, preparada para traduzir o crescimento da carteira em resultados sustentáveis, numa altura em que prepara o novo Plano Estratégico, a apresentar em novembro.

O grupo, que no terceiro trimestre anunciou a compra de 30% da TRC (IndraMind) e de 100% da Dares Technology, reafirmou as metas financeiras para 2026: receitas superiores a 7.000 milhões de euros, EBIT acima de 700 milhões e free cash flow superior a 375 milhões.

O Indra Group (Grupo Indra) é um grande grupo multinacional de origem espanhola, líder nos setores de defesa, aeroespacial, gestão de tráfego aéreo, mobilidade inteligente e tecnologias de informação

 

Pérez-Llorca lidera os principais rankings jurídicos da América Latina em 2026

30 October 2026 at 00:16

A Pérez-Llorca consolidou-se como a sociedade de advogados ibero-americana líder nos principais diretórios jurídicos da América Latina publicados em 2026. Os resultados das últimas edições do Legal 500 Latin America, Chambers & Partners Latin America e Latin Lawyer 250 colocam a Sociedade no topo em número de áreas de prática reconhecidas nas categorias mais elevadas.

Na sequência da recente publicação do Legal 500 Latin America 2027, a Pérez-Llorca conta com 22 áreas de prática classificadas em Tier 1 – o maior número entre as sociedades ibero-americanas -, às quais se juntam 12 áreas em Band 1 no Chambers & Partners Latin America 2027 e 58 práticas reconhecidas na categoria Elite do Latin Lawyer 250.

A Pérez-Llorca é ainda a única sociedade de advogados ibero-americana com todos os seus escritórios na América Latina reconhecidos na categoria Elite, um resultado que a coloca numa posição de liderança nos três principais diretórios do mercado jurídico latino-americano.

A edição de 2027 do Legal 500 Latin America é particularmente relevante: a Sociedade alcança 59 classificações de áreas de prática, face às 57 de 2026, e 119 reconhecimentos individuais nas categorias Hall of Fame, Leading Partners, Next Generation Partners e Leading Associates, elevando para 178 o número total de distinções.

O crescimento é de dois Tier 1 face à edição anterior. Todos os países da América Latina onde a Pérez-Llorca está presente melhoraram ou mantiveram os seus resultados. Em concreto, o Peru alcança 14 práticas em Tier 1, a Colômbia soma seis e o México mantém as suas duas práticas em Tier 1.

Segundo a Sociedade, a liderança alcançada nestes três diretórios representa um novo reconhecimento da estratégia de construir uma plataforma jurídica ibero-americana de referência, assente na integração de sociedades líderes nos respetivos mercados, na excelência técnica e na colaboração entre escritórios e áreas de prática.

Com presença no México, Colômbia e Peru, bem como em Espanha, Portugal e nos principais centros financeiros e regulatórios internacionais, a Pérez-Llorca reforça a sua capacidade para assessorar empresas, investidores e instituições nas suas operações e projetos mais complexos, combinando o conhecimento dos mercados locais com uma visão integrada da prestação de serviços jurídicos.

Grupo INFORM cria EVOTESS para levar inteligência artificial à logística dos materiais de construção

30 October 2026 at 00:13

O Grupo INFORM anunciou a criação da EVOTESS, uma nova empresa independente, integralmente detida pelo grupo, especializada na aplicação de inteligência artificial e tecnologias avançadas de otimização à logística da indústria dos materiais de construção.

A nova empresa surge apoiada em mais de 35 anos de experiência acumulada pela INFORM no desenvolvimento de soluções para os setores do cimento, betão, agregados e asfalto. A EVOTESS pretende ajudar as empresas destas indústrias a planear e gerir operações logísticas de forma mais eficiente, recorrendo a tecnologias de Inteligência Artificial (IA), Machine Learning e otimização matemática.

Segundo o grupo, a nova estrutura dá continuidade ao trabalho já desenvolvido internacionalmente pela INFORM nesta área. As tecnologias da empresa são atualmente utilizadas por alguns dos maiores operadores mundiais do setor dos materiais de construção, entre os quais a Heidelberg Materials, a Holcim e a CRH.

Para o mercado português, a criação da EVOTESS é apresentada como uma oportunidade para acelerar a adoção de soluções tecnológicas capazes de melhorar a eficiência operacional, otimizar a utilização de recursos e apoiar os processos de transformação digital da indústria.

Citado em comunicado, João Faísca, CEO da INFORM Portugal, afirma que a criação da EVOTESS reforça a aposta do grupo na especialização tecnológica e na capacidade de responder aos desafios enfrentados pelas empresas do setor.

“A criação da EVOTESS reforça a nossa aposta na especialização tecnológica e na capacidade de responder aos desafios de uma indústria cada vez mais pressionada para aumentar a eficiência e controlar custos”, refere o responsável.

A empresa considera que a crescente necessidade de otimização de operações, associada à pressão sobre custos e sustentabilidade, está a acelerar a procura por ferramentas de inteligência artificial capazes de melhorar a tomada de decisão e aumentar a produtividade em atividades logísticas complexas.

Com esta aposta, o Grupo INFORM procura consolidar a sua presença num segmento considerado estratégico para a transformação digital da indústria dos materiais de construção.

PME alertadas para preparar próxima crise, investir em dados e planear financiamento

29 October 2026 at 20:35

As pequenas e médias empresas (PME) devem preparar-se desde já para futuras crises, reforçar a utilização de dados fiáveis na tomada de decisões e encarar o financiamento como um exercício de planeamento e não apenas de emergência, defenderam participantes na 4.ª edição do Fórum PME Magazine, que decorreu na quarta-feira, em Oeiras.

O encontro reuniu empresários, gestores e especialistas para debater temas como gestão do risco, inteligência artificial (IA), financiamento e internacionalização, numa edição que assinalou também o 10.º aniversário da PME Magazine.

Na sessão de abertura, o economista e ex-ministro da Economia Manuel Caldeira Cabral alertou para a crescente incerteza no comércio global, considerando que o fim da “era das regras” exige às empresas maior capacidade de adaptação.

“Não sei qual é a próxima crise. Eu penso que ninguém aqui sabe, mas vai aparecer”, afirmou, defendendo que as PME devem preparar planos alternativos para fornecedores, reforçar a cibersegurança e apostar numa resiliência financeira, operacional e humana.

Num painel dedicado à redução do risco empresarial, Pedro Rodrigues, cofundador e diretor executivo da Indie Energy, apontou a renegociação dos contratos de energia como uma medida imediata de redução de custos, enquanto Sandra Laranjeiro dos Santos, sócia fundadora da Cooperate Legal Services, aconselhou as empresas a reverem os seus contratos mais relevantes, sublinhando que a prevenção reduz encargos jurídicos futuros.

A inteligência artificial foi outro dos temas centrais do fórum. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), recordados durante o debate, apenas 11,5% das empresas com 10 ou mais trabalhadores utilizavam IA em 2025.

Os participantes defenderam uma adoção gradual da tecnologia, assente em dados de qualidade e em equipas preparadas para utilizar as ferramentas disponíveis.

Pedro Monteiro, da Konica Minolta Portugal, considerou que as empresas devem “começar pelos dados”, independentemente da sua dimensão, enquanto Pedro Petiz, da TEKEVER, advertiu para o risco de a IA ser usada apenas para substituir colaboradores mais experientes, cujo conhecimento continua a ser essencial para validar os resultados produzidos pela tecnologia.

A sessão da tarde abriu com uma intervenção de Sílvia Mota, CEO da MEXT, do Grupo Mota-Engil, e fundadora da Moon Capital, que destacou a necessidade de as empresas ganharem escala, prepararem processos de sucessão e procurarem fontes de financiamento alternativas ao crédito bancário tradicional.

“Existe vontade de investimento, mas falta criar as condições para converter em crescimento”, afirmou.

No debate sobre financiamento, os oradores defenderam uma maior previsibilidade nos apoios públicos e criticaram os atrasos nos processos de aprovação.

Tiago Braga, da Start PME, referiu que uma decisão prevista para 90 dias pode demorar até um ano, enquanto Bernardo Seixas, da Granter, considerou essencial reduzir o tempo entre a abertura de concursos e a disponibilização efetiva dos fundos.

Por seu lado, Pedro Flores, diretor executivo do Grupo Your, sustentou que as empresas devem encarar o financiamento como uma componente estratégica da gestão. “Hoje em dia já não se pode pensar em financiamento como emergência, tem de se pensar em financiamento como planeamento”, afirmou.

O responsável da Start PME deixou ainda um apelo às empresas: “Parem de querer dinheiro para o dia seguinte. Façam o planeamento”.

No painel dedicado à internacionalização, os participantes distinguiram os conceitos de exportação e internacionalização e alertaram para a importância da reputação nos mercados externos.

Luís Martins, da Delta Cafés, salientou que “uma coisa é exportar e outra coisa diferente é internacionalizar”, enquanto Nuno Trigo, do Feel Group, explicou que a entrada da empresa no mercado brasileiro foi precedida por mais de um ano de análise e pela identificação de um parceiro local.

Já Ricardo Mira, da ION, resumiu o peso da reputação empresarial: “A comunicação é o que nós falamos de nós. A reputação é o que falam de nós”.

Durante o evento foram ainda atribuídos os Prémios PME Pitch, que distinguiram a PlayerSet, plataforma de inteligência aplicada ao futebol apresentada por Margarida Cavaca, e os Prémios Social CEO 2026.

Na categoria Social CEO, Rui Miguel Nabeiro, líder do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, voltou a conquistar o primeiro lugar, repetindo a vitória alcançada em 2025. Mário Ferreira, da Douro Azul, ficou em segundo lugar, enquanto Ana Figueiredo, da MEO, ocupou a terceira posição.

O diretor-geral da PME Magazine, Daniel Marques, considerou que o fórum cumpriu o objetivo de fornecer “ideias concretas para decidir melhor num mundo instável”, encerrando uma edição marcada pelo foco na preparação das empresas para um contexto económico mais incerto.

Universidade de Aveiro na origem da inovação portuguesa premiada nos EUA

29 October 2026 at 00:30

A placa de comando Voronoi, da empresa portuguesa OLI, venceu o DPHA Product of the Year Award 2026, na categoria de Inovação, nos Estados Unidos da América. A solução foi desenvolvida em parceria com a Universidade de Aveiro.

O produto é fabricado em BIO ABS, material que incorpora 50% de matérias-primas de origem biológica renovável, como plantas, algas e resíduos orgânicos. Segundo a OLI, esta composição reduz a dependência de recursos fósseis.

A geometria da placa baseia-se no diagrama de Voronoi e apresenta uma estrutura facetada. A empresa afirma que os vincos estruturais permitem uma redução de 20% no consumo de matéria-prima, sem comprometer a resistência e a durabilidade.

A Voronoi está disponível em oito cores, com a pigmentação incorporada diretamente no polímero. Esta solução dispensa acabamentos metalizados, o que, de acordo com a empresa, simplifica a produção e diminui o impacto ambiental.

O desenvolvimento da placa enquadra-se no projeto OLIPUSH, integrado na Agenda ILLIANCE e financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O projeto resulta de colaboração entre a indústria e a academia.

O prémio é atribuído pela Decorative Plumbing & Hardware Association (DPHA), associação norte-americana do setor de equipamentos para casas de banho e cozinhas.

A OLI, sediada em Portugal, produz autoclismos e outros equipamentos para casas de banho e está presente em mais de 80 países.

 

ID Logistics acelera crescimento para 25,6% no terceiro trimestre com receitas de 1.177,9 milhões

29 October 2026 at 00:18

A ID Logistics registou no terceiro trimestre de 2026 receitas de 1.177,9 milhões de euros, um crescimento de 25,6% face ao período homólogo e de 25,0% em dados comparáveis, acelerando face aos 22,6% do segundo trimestre e aos 17,2% do primeiro.

Em comunicado, o grupo francês de logística contratual, cotado na Euronext Paris, refere que o desempenho reflete a solidez da execução, a expansão internacional e os investimentos em tecnologia. Quase 80% da atividade é já gerada fora de França.

O presidente e diretor-executivo, Eric Hémar, sublinhou que o modelo de negócio está a ganhar escala e que o grupo entra nos últimos meses do ano com forte dinamismo comercial, após ter lançado 27 novas operações desde janeiro, das quais 10 apenas no terceiro trimestre.

Por região, a América do Norte confirmou-se como principal motor de crescimento, com uma progressão comparável de 48,1% no terceiro trimestre. A Europa, excluindo França, cresceu 23,4%, França 8,3% e as restantes regiões 35,9%, impulsionadas nomeadamente pelo arranque de operações na Austrália.

No plano comercial, o grupo destaca a elevada procura e a conquista de novos contratos. Nos Estados Unidos, vai acompanhar o crescimento da Nutrabolt, especialista em bebidas energéticas e nutrição desportiva, com uma terceira operação numa instalação dedicada de 60.000 metros quadrados em Jacksonville, na Florida. No Canadá, onde entrou há um ano, prevê abrir até final do ano a terceira instalação, mecanizada, no leste do país, para tratamento de vestuário e calçado de um cliente de longa data líder mundial do comércio eletrónico, o que constituirá a primeira operação de logística de moda da ID Logistics na América do Norte.

Para o resto do ano, a ID Logistics mantém a confiança em alcançar mais um exercício de forte crescimento, com prioridades centradas no arranque das instalações recentemente abertas e na preparação do pico de atividade do quarto trimestre, com a Black Friday e a época natalícia. As receitas do quarto trimestre de 2026 serão publicadas em 26 de janeiro de 2027, após o fecho do mercado.

IPSS empregam cerca de 250 mil pessoas e prestam apoio diário a pelo menos 500 mil cidadãos

29 October 2026 at 00:14

A comunicação estratégica continua a ter um papel secundário em grande parte das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), comprometendo a visibilidade do trabalho desenvolvido e a capacidade de captar financiamento. A conclusão resulta de um estudo realizado junto de 254 instituições e serve de base ao livro IPSS – Instituições Particulares de Solidariedade Social em Portugal, da autoria de Agostinho Branquinho, apresentado esta terça-feira no Porto.

A obra resulta de uma investigação desenvolvida no âmbito de um doutoramento aprovado com distinção e louvor e traça um retrato abrangente do setor social português, analisando modelos de governação, a relação das instituições com o Estado e os desafios de sustentabilidade financeira. Entre as principais conclusões está a reduzida utilização da comunicação estratégica como ferramenta de reforço da notoriedade pública e de mobilização de recursos.

Durante a apresentação, Agostinho Branquinho, atual primeiro-secretário da Área Metropolitana do Porto e antigo secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, defendeu que as instituições sociais desempenham um papel essencial no funcionamento da sociedade. “Estas instituições são o principal garante da democracia”, afirmou.

O autor apontou ainda a invisibilidade pública das IPSS como um dos principais obstáculos enfrentados pelo setor. “Raramente aparecem nos media e, quando aparecem, é por questões negativas. É contra isso que temos de lutar”, sublinhou.

De acordo com os dados divulgados na sessão, referentes a 2025, as instituições de solidariedade social empregam cerca de 250 mil pessoas e prestam apoio diário a pelo menos 500 mil cidadãos. Para Agostinho Branquinho, uma comunicação mais profissionalizada e estruturada pode contribuir para reforçar a confiança pública, atrair mecenato e diversificar as fontes de receita.

O livro apresenta dez recomendações destinadas a fortalecer a comunicação das IPSS, aumentar a sua visibilidade e promover maior autonomia financeira. Entre as soluções defendidas pelo autor estão a partilha de serviços e recursos entre organizações, através de centrais de compras e de seguros, bem como a possibilidade de fusão entre instituições para ganhar escala e eficiência.

A sustentabilidade financeira foi outro dos temas centrais da sessão. O presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), padre Lino Maia, alertou para a pressão crescente sobre as instituições, numa altura em que o envelhecimento da população coloca novos desafios às respostas sociais. O dirigente defendeu a inovação nos serviços prestados, a valorização dos trabalhadores do setor e a procura de fontes alternativas de financiamento.

Segundo os números apresentados, o Estado suporta cerca de 40% das despesas das instituições, enquanto os utentes contribuem com aproximadamente 33%, persistindo um défice de financiamento que obriga as organizações a procurar receitas complementares.

Também António Tavares, provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto, destacou a importância de demonstrar o impacto concreto da intervenção social. “O mérito deste livro é dar rosto aos números”, afirmou, acrescentando que a capacidade de adaptação aos novos desafios será determinante para o futuro das instituições.

A apresentação decorreu na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, e reuniu diversas personalidades do setor social e político, entre as quais Pedro Duarte, presidente da Câmara Municipal do Porto e do Conselho Metropolitano do Porto, os antigos autarcas Rui Rio e Ricardo Rio, bem como representantes de vários municípios da Área Metropolitana do Porto.

Além do trabalho de investigação de Agostinho Branquinho, a publicação integra textos de Pedro Passos Coelho, padre Lino Maia, António Tavares e Pedro Duarte.

Received — 28 October 2026 ⏭ O Jornal Económico

KPMG Law promove ciclo de conferências sobre contratação pública, urbanismo e Tribunal de Contas

28 October 2026 at 22:28

A KPMG Law vai promover entre novembro de 2026 e janeiro de 2027 um ciclo de conferências dedicado a três reformas legislativas com impacto na atividade empresarial, no investimento e na relação com a Administração Pública.

A iniciativa abordará a revisão do Código dos Contratos Públicos (CCP), a revisão do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE) e a reforma da Lei de Organização e Processo do Tribunal de Contas, reunindo membros do Governo, académicos, especialistas e autores dos diplomas.

Segundo a sociedade de advogados, o objetivo é analisar as alterações introduzidas por estas reformas, os desafios da sua implementação e os efeitos práticos para empresas, investidores e entidades públicas.

A primeira conferência realiza-se em Lisboa, a 11 de novembro, e será dedicada à revisão do CCP, em vigor desde 1 de outubro deste ano. Segue-se, a 26 de novembro, uma sessão centrada na revisão do RJUE e nas alterações associadas ao denominado “Simplex Urbanístico 2.0”.

O ciclo encerra em janeiro de 2027 com um debate sobre a reforma da Lei do Tribunal de Contas, aprovada pelo parlamento em 21 de outubro, que prevê mudanças no modelo de controlo financeiro público, incluindo o aumento do limiar dos contratos sujeitos a visto prévio e o reforço da fiscalização.

Entre os participantes estarão os juristas Pedro Costa Gonçalves, Fernanda Paula Oliveira e Rui Medeiros. O encerramento ficará a cargo do ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias.

Para o responsável da KPMG Law em Portugal, Luís Magalhães, as alterações legislativas em análise têm impacto direto nas decisões das empresas e na concretização de investimentos, sendo importante compreender a forma como as novas regras serão aplicadas na prática.

TAP lança rota direta entre Lisboa e Reiquiavique no verão de 2027

28 October 2026 at 22:24

A TAP Air Portugal vai passar a ligar Lisboa a Reiquiavique, na Islândia, a partir de 1 de abril de 2027, com uma operação sazonal de três voos semanais que decorrerá até outubro, reforçando a sua rede de destinos no Norte da Europa.

Segundo a companhia aérea, a nova rota será operada às terças, quintas e sábados, com partida do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, às 21h05 e chegada ao Aeroporto Internacional de Keflavík às 00h55 do dia seguinte.

No sentido inverso, os voos partirão de Reiquiavique às quartas, sextas e domingos, às 01h45, aterrando em Lisboa às 07h25.

Com esta nova ligação, a TAP pretende reforçar a conectividade entre Portugal e a Islândia, oferecendo uma ligação direta entre os dois países e facilitando, através do seu ‘hub’ de Lisboa, o acesso dos passageiros islandeses à restante rede de destinos da companhia.

A transportadora considera que a nova operação cria novas oportunidades de viagem nos dois sentidos, aproximando mercados turísticos com características distintas.

A Islândia é atualmente um dos destinos turísticos mais procurados da Europa, destacando-se pelas suas paisagens vulcânicas, cascatas, glaciares, geiseres e zonas geotérmicas.

Entre os principais pontos de interesse figuram o chamado Círculo Dourado, que inclui o Parque Nacional de Thingvellir, a cascata de Gullfoss e a área geotérmica de Geysir, bem como a costa sul da ilha.

Os bilhetes para a nova rota já se encontram disponíveis, com tarifas de ida e volta a partir de 349 euros, incluindo taxas, segundo a companhia.

IA transforma procura de escritórios na Europa e abre oportunidades para Portugal, segundo Colliers

28 October 2026 at 22:12

A inteligência artificial está a ganhar peso na procura de escritórios na Europa, com Londres, Paris e Berlim a destacarem-se como os principais polos de desenvolvimento do setor, segundo um estudo da Colliers, que identifica oportunidades para Portugal na atração de investimento tecnológico e na expansão das infraestruturas digitais.

O relatório AI Clusters in Europe: Where AI companies are growing and what it means for office demand, publicado pela equipa de investigação da Colliers EMEA em setembro, identifica ainda Munique, Zurique, Amesterdão, Dublin, Estocolmo, Varsóvia, Barcelona e Helsínquia como cidades em crescimento na área da inteligência artificial.

Em Londres, as empresas de inteligência artificial representaram 19% da absorção de escritórios no segundo trimestre de 2026, face a 10% nos três meses anteriores, segundo o estudo. A Colliers alerta, contudo, que parte da procura poderá não estar refletida nas estatísticas tradicionais, uma vez que muitas empresas começam por recorrer a espaços flexíveis antes de avançarem para contratos de arrendamento de maior dimensão.

O crescimento destas empresas está a alterar as necessidades do mercado imobiliário comercial. Apesar da adoção do trabalho híbrido, os escritórios continuam a desempenhar um papel importante na colaboração, investigação, recrutamento e desenvolvimento de equipas. A proximidade a universidades, o acesso a profissionais qualificados, a qualidade dos edifícios e a flexibilidade dos espaços são fatores cada vez mais relevantes.

Em Portugal, a oportunidade passa também pelo reforço das infraestruturas digitais e pela capacidade de atrair empresas e talento especializado. O Plano Nacional de Centros de Dados, aprovado em abril de 2026, prevê 15 iniciativas para o período de 2026-2027, abrangendo áreas como regulação, energia, infraestruturas e desenvolvimento do mercado.

De acordo com uma análise da Colliers publicada em maio, Portugal contabilizava mais de 2,6 gigawatts (GW) de capacidade de centros de dados planeada, dos quais cerca de 1.389 megawatts (MW) de capacidade de tecnologias de informação (TI) previstos na região de Lisboa. Estes valores dizem respeito a projetos planeados e não à capacidade já instalada ou operacional.

A concretização deste potencial depende, entre outros fatores, da disponibilidade de energia e de ligações à rede elétrica, da previsibilidade dos processos de licenciamento e da mobilização de investimento privado.

Para o mercado de escritórios, o desenvolvimento da inteligência artificial poderá criar oportunidades em localizações com boas ligações de transportes, proximidade a centros de investigação e acesso a talento. Ainda assim, a Colliers sublinha que o investimento em centros de dados não implica necessariamente um aumento proporcional da procura de escritórios, uma vez que os dois segmentos imobiliários apresentam dinâmicas e necessidades distintas.

O desafio para Portugal será, assim, transformar o investimento em infraestruturas digitais em atividade económica, inovação e emprego qualificado, reforçando a capacidade de atrair empresas tecnológicas e profissionais especializados.

Kadora atribui quatro bolsas de alojamento a estudantes em Portugal e Espanha

28 October 2026 at 22:10

O grupo de residências universitárias Kadora atribuiu quatro bolsas de alojamento a estudantes do ensino superior em Portugal e Espanha para o ano académico 2026/2027, anunciou hoje a empresa em comunicado.

O programa, lançado este ano pela primeira vez, contempla três bolsas de alojamento no valor individual superior a 10.000 euros (num apoio conjunto de mais de 30.000 euros), atribuídas através de concurso interno. Uma destas bolsas destina-se à cidade do Porto e as restantes duas a residências em Espanha.

A quarta bolsa foi desenvolvida em parceria com a organização não governamental espanhola Periodistas Solidarios e assegura alojamento e alimentação completa na residência da Kadora em Sevilha durante um ano letivo.

A iniciativa surge “num contexto em que a habitação jovem volta a estar no centro da discussão pública”, numa altura em que escasseiam as soluções de alojamento acessível para estudantes universitários.

Segundo dados do Relatório sobre o Alojamento Estudantil em Portugal 2026, da consultora Cushman & Wakefield, citados pela empresa, apenas 7% dos estudantes do ensino superior no país têm acesso a camas em alojamento estudantil especializado, uma taxa que atinge os 10% no Porto.

“Não encaramos esta iniciativa como uma ação isolada, mas como uma forma concreta de colocar os estudantes no centro das nossas decisões”, salienta João Teixeira, diretor das residências Kadora Porto, citado na nota de imprensa.

No Porto, o grupo opera duas residências universitárias no polo da Asprela — Campus Street e Polo Universitário —, com uma capacidade combinada de 1.245 camas.

Com presença em Portugal, Espanha e Itália, a Kadora gere atualmente oito unidades e mais de 4.000 camas distribuídas pelas cidades do Porto, Barcelona, Granada, Sevilha, Saragoça e Turim.

Cegid e Católica Porto SBE lançam programa executivo de liderança

28 October 2026 at 22:07

A Cegid e a Católica Porto School of Business and Economics (SBE) têm candidaturas abertas para a primeira edição do programa “Liderança e Human Skills – Capacitação para Liderança”, uma formação executiva 100% online que arranca em novembro.

O programa, que resulta da primeira parceria entre a Cegid Academy e a Católica Porto SBE, é limitado a 20 vagas e será lecionado através da plataforma My Learning da Cegid Academy, com certificação conjunta das duas instituições.

Dirigido a profissionais com responsabilidades de liderança ou com potencial de progressão para funções de gestão, o curso combina competências técnicas e comportamentais e visa responder à evolução das funções, dos modelos de trabalho e das necessidades do mercado.

Os conteúdos foram desenvolvidos pela Católica Porto SBE e a componente letiva desta edição ficará a cargo do professor catedrático Arménio Rego, especialista em liderança e gestão de pessoas.

Em comunicado, a diretora da Cegid Academy na Ibéria e África, Susana Teixeira, refere que o programa está alinhado com a estratégia da academia de “contribuir para a formação e para o desenvolvimento das pessoas e das organizações”.

“Investir nas competências dos profissionais, oferecendo-lhes um mindset e ferramentas de excelência, é fundamental para a sustentabilidade dos negócios, preparando-os para responder aos seus desafios atuais e futuros”, sublinha.

O diretor de Formação Executiva da Católica Porto SBE, Carlos Vieira, considera que “num contexto empresarial em constante transformação, é essencial desenvolver soluções de formação que respondam às necessidades reais das organizações”.

“Esta parceria com a Cegid permite aproximar o conhecimento académico da prática empresarial, especialmente num setor de elevada evolução tecnológica, reforçando a nossa aposta em programas relevantes, atuais e alinhados com os desafios do tecido empresarial”, afirma.

A Cegid é um grupo europeu especializado em soluções de gestão empresarial na cloud para as áreas financeira, de recursos humanos e de retalho, e conta com mais de 5.000 colaboradores e mais de um milhão de clientes em 130 países.

LG regista crescimento de 55,9% no lucro operacional acumulado até ao terceiro trimestre

28 October 2026 at 22:03

A LG Electronics encerrou o terceiro trimestre de 2026 com receitas consolidadas de 23,82 biliões de wones (cerca de 16,09 mil milhões de euros) e um lucro operacional de 781,9 mil milhões de wones (528 milhões de euros), segundo dados divulgados pela empresa.

No acumulado dos primeiros nove meses do ano, as receitas consolidadas atingiram 71,38 biliões de wones (48,21 mil milhões de euros), traduzindo um acréscimo de 9,2% em comparação com o período homólogo. No mesmo período, o lucro operacional registou um forte impulso, crescendo 55,9% para 4,03 biliões de wones (2,72 mil milhões de euros).

A multinacional destacou que todas as quatro principais unidades de negócio se mantiveram rentáveis, sustentadas pela solidez nas áreas de eletrodomésticos, soluções para veículos e por uma recuperação significativa no segmento de media e entretenimento. Destaque ainda para o avanço nas encomendas de soluções de refrigeração para centros de dados de inteligência artificial, que superaram os 3 biliões de wones (2,03 mil milhões de euros).

🔴 Parlamento vota OE2027. Siga aqui o debate no Parlamento

28 October 2026 at 10:22

Siga aqui em direto o debate no Parlamento do Orçamento de Estado para 2027


 

10h17: Governo reclama maior redução de impostos deste século

O ministro das Finanças abriu o debate deste quarta-feira e salientou que “desde abril de 2024, reduzimos os impostos em 5,2 mil milhões de euros, 1,1 pontos percentuais do PIB. Nunca neste século se baixou tanto os impostos em Portugal”, sublinhou.

Miranda Sarmento: “Reduzimos os impostos em 5,2 mil milhões, a maior redução deste século”


 

07h00: Manifestações dominam debate com oposição 

A crise da habitação e as manifestações em Lisboa e no Porto dominaram o primeiro dia de debate do OE2027, com o primeiro-ministro a defender a política do Governo e a atuação da PSP, enquanto a oposição acusou o Executivo de falhar nas respostas à crise e criticou as medidas previstas para o setor. O primeiro-ministro garantiu abertura a propostas dos partidos, mas insistiu na necessidade de aumentar a oferta de casas defendendo u o novo regime jurídico do arrendamento. Veja aqui os principais momentos do debate desta terça-feira.

Manifestações dominam debate do OE2027, com oposição a criticar Governo e atuação policial

A primeira página do Jornal Económico de 28 de outubro

28 October 2026 at 00:01

Agora é mais fácil ler o seu Jornal Económico em formato digital. De segunda a sexta-feira, a partir da meia-noite, pode ver a primeira página e ler os principais conteúdos de cada edição no nosso espaço reservado a assinantes, o JE Leitor. Para receber a edição completa, subscreva a newsletter Edição da Manhã e terá o Jornal Económico no seu email, de segunda a sexta-feira, às 7h00.

Veja aqui a primeira página do Jornal Económico desta quarta-feira, 28 de outubro:

Received — 27 October 2026 ⏭ O Jornal Económico

Imagem e reputação de Portugal mantêm-se em nível “moderado” e valem 257,1 mil milhões de euros

27 October 2026 at 20:21

Portugal ocupa a 21.ª posição num ‘ranking’ de 30 países na avaliação da sua imagem e reputação, mantendo um desempenho classificado como “moderado”, revela o estudo anual da consultora OnStrategy divulgado esta terça-feira.

De acordo com o documento, a reputação da marca Portugal regista uma pontuação global de 61,7 pontos numa escala de 100, sendo mais favorável junto do público externo (62,6 pontos) do que do público interno (60,9 pontos).

A avaliação revela que os principais “embaixadores” do país são os turistas e os líderes empresariais, quer nacionais quer internacionais. Em sentido oposto, os cidadãos nacionais (59,1 pontos) e os emigrantes (58,2 pontos) surgem como os principais potenciais detratores da imagem do país.

Entre os vários atributos analisados, o item “Beleza, Valores, Cultura e Tradições” é o único a atingir o patamar de “excelência” (mais de 80 pontos) tanto para o público interno (89,8 pontos) como para o externo (82,6 pontos).

Por outro lado, a “Exposição, Comunicação e Relevância Internacional” continuam a ser apontadas como os fatores mais vulneráveis pelos inquiridos externos. No caso do público interno, juntam-se às fragilidades áreas como o “Ambiente Político e Económico”, “Governo e Ética”, “Liderança e Visão” e “Segurança e Estilo de Vida”.

No plano regional, apenas Lisboa, Porto, Madeira e Algarve (Faro) recolhem consenso como ativos impulsionadores da imagem do país, com destaque para o Porto (88,0 pontos internamente) e Lisboa (78,9 pontos externamente). A OnStrategy assinala que, de forma geral, as regiões dependem mais da marca Portugal para a sua projeção do que o inverso, sobretudo no mercado externo.

Ao nível dos setores de atividade, o Turismo, a Alimentação e Bebidas e o Desporto sobressaem como os principais motores da reputação nacional. Entre as marcas corporativas e comerciais, Cristiano Ronaldo, as regiões de Lisboa e Algarve, a Vista Alegre, o Porto, a Madeira, o SL Benfica e a Delta figuram entre os raros nomes reconhecidos como embaixadores internacionais do país.

O estudo calcula ainda o valor financeiro da marca Portugal em 257,1 mil milhões de euros, o equivalente a 83,3% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Enquanto o PIB português cresceu 6% entre 2024 e 2025, o valor financeiro da marca registou uma progressão de apenas 0,8%.

Na tabela global liderada pelos Estados Unidos (73,7 pontos), China (73,3) e Japão (72,1), Portugal (61,7) surge à frente de países como a África do Sul (61,2), Polónia (60,9), Índia (60,1) e Grécia (58,7).

O trabalho de campo da OnStrategy decorreu durante o primeiro semestre de 2026, envolvendo mais de 140 mil inquiridos em 30 países, no âmbito de metodologias em conformidade com as normas internacionais.

🔴 Parlamento debate Orçamento do Estado para 2027. Acompanhe aqui

27 October 2026 at 14:50

7h00: Orçamento tem via verde na generalidade, mas protestos aumentam pressão

A aprovação do Orçamento do Estado está, à partida, garantida, depois de o PS ter assegurado que se vai abster. Mas a crescente pressão social em torno do custo de vida e da habitação promete aquecer o debate, que começa esta terça-feira, às 15h. Para a hora do plenário, esta terça-feira à tarde, está marcada uma nova manifestação, desta vez em frente ao Parlamento.

Orçamento tem via verde na generalidade, mas protestos aumentam pressão

Gonçalo Andrade e Sousa assume a liderança da prática de Direito Público e Regulatório da Linklaters em Lisboa

27 October 2026 at 14:20

A Linklaters reforçou a sua equipa em Lisboa com a integração de Gonçalo Andrade e Sousa, que assume a partir de agora a liderança da área de Direito Público e Regulatório do escritório.

O novo responsável tem como missão contribuir para o desenvolvimento estratégico da área em Portugal e prestar acompanhamento a clientes em dossiês complexos, respondendo aos crescentes desafios regulatórios e à transformação contínua dos setores público e privado, segundo o comunicado da sociedade de advogados.

Ao longo da sua carreira, Gonçalo Andrade e Sousa tem prestado assessoria regulatória e transacional em projetos de iniciativa pública e privada, com especial incidência nos setores da energia e das infraestruturas. A sua experiência abrange igualmente operações de M&A, financiamento e desenvolvimento de projetos que envolvem ativos altamente regulados, tais como as áreas da água e resíduos, telecomunicações, ambiente e centros de dados.

Na Linklaters, integrará a área de Finance, Energy & Infrastructure, trabalhando em estreita colaboração com as restantes áreas do escritório, tanto a nível local como internacional.

A chegada de Gonçalo Andrade e Sousa surge num momento em que a sociedade de advogados procura reforçar a sua capacidade de resposta aos principais temas que dominam a agenda económica atual, incluindo a transição energética e a descarbonização, a segurança energética, o crescimento das infraestruturas digitais e da procura de energia associada à inteligência artificial, bem como o aumento do investimento privado e transfronteiriço em infraestruturas.

Citado no comunicado oficial, Gonçalo Veiga de Macedo, Sócio responsável pela área de Finance, Energy & Infrastructure em Lisboa, sublinha que esta integração representa um passo significativo no reforço da oferta em Direito Público e Regulatório.

O responsável acrescenta que a experiência e o profundo conhecimento do mercado demonstrados por Gonçalo Andrade e Sousa complementam de forma relevante as competências e a capacidade da equipa para continuar a apoiar os clientes nas matérias mais desafiantes, em projetos e operações estratégicas com dimensão nacional e internacional.

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