75 sismos em São Miguel desde 20 de outubro

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Albufeira recebeu, de 23 a 25 de outubro, jovens atletas de 13 associações do país para o Torneio Interassociações Regionais de Ténis de Mesa, cuja competição reuniu provas por equipas e de singulares nos escalões de sub-15 e sub-19 e contou com a presença do vice-presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Jorge Carmo.
Seleções do continente, da Madeira e da Ilha Terceira encontraram-se no Pavilhão Municipal de Olhos de Água, onde os jovens atletas representaram as respetivas associações regionais na disputa dos títulos coletivos e individuais.
Nas provas por equipas, a Associação de Ténis de Mesa do Porto conquistou os títulos de sub-19 masculinos e sub-15 femininos. A Madeira venceu em sub-15 masculinos, enquanto Vila Real assegurou o primeiro lugar em sub-19 femininos. A seleção madeirense destacou-se também pela presença nas quatro finais.

As provas de singulares terminaram no domingo, com Beatriz Pinto e Carlos Gonçalves, ambos de Vila Real, a conquistarem os títulos de sub-19 femininos e masculinos, respetivamente. No escalão de sub-15, Matilde Sousa, do Porto, venceu a prova feminina, enquanto Tiago Morais da Madeira, alcançou o primeiro lugar na competição masculina.
A par da competição, a Federação Portuguesa de Ténis de Mesa celebrou o seu 82.º aniversário, no dia 24 de outubro, numa gala que reuniu centenas de atletas, treinadores e dirigentes. A cerimónia homenageou as conquistas internacionais da última época e reconheceu o contributo de diferentes gerações para a história e o desenvolvimento da modalidade.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Jorge Carmo, marcou presença na entrega de troféus e na gala, tendo na ocasião, sublinhado que, “receber em Albufeira jovens atletas de diferentes regiões do país é valorizar o futuro do desporto e o trabalho das associações na formação das novas gerações”.

O torneio contou com o apoio da Câmara Municipal de Albufeira, no âmbito de Albufeira Cidade Europeia do Desporto 2026, cuja realização reforçou a presença do ténis de mesa no calendário desportivo do concelho, numa aposta na diversidade de modalidades e no acolhimento de competições de âmbito nacional.

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Nasceu na Madeira, tem a forma de uma filhó beirã e emigrou até ao Havai. O historiador Duarte Nuno Chaves reconstituiu o percurso do frito mais célebre de São Miguel

Nasceu na Madeira, tem a forma de uma filhó beirã e emigrou até ao Havai. O historiador Duarte Nuno Chaves reconstituiu o percurso do frito mais célebre de São Miguel


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É na madrugada deste domingo, 25 de outubro, que quando forem 02h00 em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, os relógios atrasam 60 minutos, passando para a 01h00, entrando assim no dito Horário de Inverno.
Na Região Autónoma dos Açores, a mudança será feita à 01h00 da madrugada de domingo, passando para o relógio para as 00h00, ou seja, para a meia-noite.
Sobre esta mudança de horário, no último domingo de outubro e no último domingo de março, entrando neste último no Horário de Verão, vários estudos têm associado a mudança da hora a efeitos nos padrões de sono, na produtividade e na saúde mental e cardiovascular.
As teorias não são consensuais, mas a prática revela por vezes dificuldades na adaptação aos novos horários. Por outro lado, a dita poupança de energia, também não é consensual, e por isso os países da União Europeia não se entendem sobre o abandono desta prática que já foi abandonada por vários países, incluindo o Brasil.
Recorde-se que em março, fonte da Comissão Europeia disse à agência Lusa que seria apresentado este ano um estudo com vista ao fim da mudança da hora, caso para questionar: Mudança da hora vai mesmo acabar?
A Comissão Europeia considera que é possível e vai apresentar estudo. O debate sobre o acerto sazonal tem acontecido na União Europeia desde pelo menos 2018. Em 2019, o Parlamento Europeu votou a favor do fim da mudança horária até 2021, na sequência de uma consulta pública da Comissão Europeia, em que 84% dos 4,6 milhões de inquiridos manifestaram essa posição.

A medida nunca avançou por falta de consenso no Conselho da União Europeia, onde os ministros dos estados-membros não concordaram numa posição comum própria para responder à proposta legislativa. Resta esperar, sabe-se lá até quando, que os ministros se entendam.

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