A Biblioteca Municipal Padre Alves Vieira, em Vieira do Minho, acolhe, a partir deste sábado, uma nova atividade dirigida às famílias, que propõe “explorar o universo das histórias através da prática do yoga”.
Orientadas por Bárbara Nogueira, as sessões convidam crianças e adultos a “descobrir uma história de forma diferente, recorrendo a posturas de yoga inspiradas nas personagens, nos cenários e nos acontecimentos do livro escolhido”.
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Esta iniciativa pretende “proporcionar momentos de partilha e interação entre os participantes, aliando a leitura ao movimento, à imaginação e ao bem-estar, num ambiente lúdico e enriquecedor para toda a família”.
A atividade terá uma periodicidade mensal e, de acordo com a autarquia, permitirá às famílias participar regularmente nesta experiência que cruza a literatura com a prática do yoga, incentivando o “gosto pelos livros e promovendo o convívio entre diferentes gerações”.
Com esta iniciativa, a Biblioteca Municipal reforça a sua “aposta na dinamização de atividades que aproximam os livros dos leitores, criando novas formas de contacto com a leitura e promovendo experiências culturais dirigidas à comunidade”.
A empresa municipal Esposende Ambiente vai investir mais de 212 mil euros na instalação de sistemas de telemetria nos contadores de água das zonas centro e sul daquela cidade, foi hoje anunciado.
Em comunicado, o município refere que aquela medida permitirá a recolha remota e regular dos consumos, reforçando o acompanhamento da rede e a capacidade de deteção de situações anómalas.
“A Esposende Ambiente passa a dispor de informação mais regular e rigorosa sobre os consumos. O sistema permitirá reduzir a necessidade de leituras presenciais e identificar mais rapidamente situações como consumos continuados ou fora dos padrões habituais, disponibilizando uma ferramenta adicional para uma utilização mais responsável da água”, sublinha o comunicado.
A tecnologia deverá também simplificar procedimentos internos relacionados com a gestão das leituras, análise de consumos, tratamento de informação e planeamento de intervenções.
A empresa municipal prevê, assim, uma utilização mais eficiente dos recursos humanos e técnicos afetos ao serviço.
O investimento integra uma candidatura apresentada ao Norte 2030, que obteve um apoio de quase 146 mil euros.
Em paralelo com a instalação da telemetria, a Esposende Ambiente dará continuidade à substituição dos contadores de água, no âmbito do controlo metrológico dos equipamentos de medição.
Esta substituição decorre de uma obrigação legal da entidade gestora do serviço.
A professora catedrática Assunção Flores, que preside ao Instituto de Educação da Universidade do Minho, foi nomeada, pelo secretário de Estado Adjunto e da Educação, presidente do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC).
Em comunicado, a academia minhota explica que este organismo é responsável pelo planeamento estratégico e pela definição das orientações técnico-pedagógicas da formação contínua e especializada de docentes. “Assumo este cargo com sentido de responsabilidade, ciente dos desafios que a formação de professores atualmente enfrenta”, diz Assunção Flores, que investiga há três décadas nas áreas da formação, do desenvolvimento profissional dos professores, do currículo e da avaliação.
Criado em 1994 e com sede em Braga, o CCPFC é responsável pela acreditação de entidades formadoras, formadores, ações de formação contínua de professores e cursos de formação especializada em Portugal, além de produzir pareceres e relatórios e de participar na avaliação do sistema nacional de formação contínua.
“O seu papel é particularmente relevante para os docentes dos ensinos básico e secundário, já que a formação contínua está associada ao seu desenvolvimento profissional e à progressão na carreira. Esta entidade foi já presidida por nomes como Sérgio Machado dos Santos, João Formosinho, João Lopes e Rui Trindade”, salienta o comunicado.
Assunção Flores é licenciada em Ensino de Português-Francês e mestre em Educação pela UMinho, e doutorada em Educação pela Universidade de Nottingham (Reino Unido). É membro da direção da Rede Europeia de Políticas de Formação de Professores e do Fórum Internacional para o Desenvolvimento dos Formadores de Professores. Foi membro do Conselho Geral do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) e é, desde 2022, conselheira no Conselho Nacional de Educação (CNE), onde coordena a Comissão Especializada Permanente “Docentes e outros profissionais da educação”.
Tem sido consultora/avaliadora de projetos científicos em vários países, como Bélgica, Finlândia e Noruega. Foi visiting scholar nas universidades de Cambridge, Glasgow e Londres, e a única portuguesa a presidir ao Conselho Internacional de Educação para o Ensino (ICET) e à Associação Internacional de Estudo dos Professores e do Ensino (ISATT).
Na UMinho, liderou ainda o Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC) e vários projetos financiados.
Com mais de 300 publicações, integra o top 2% de cientistas mais influentes do mundo e soma diversos prémios, como da Associação Americana de Investigação em Educação.
O humorista Ricardo Araújo Pereira é um dos destaques do Festival Literário Utopia, que se realiza a partir de 13 de novembro, em Braga, com uma programação dedicada à literatura, ao pensamento e ao encontro entre diferentes linguagens artísticas.
O elemento dos Gato Fedorento e apresentador do programa da SIC “Isto é gozar com quem trabalha” vai estar no dia 21 de novembro, no Espaço Vita, para a apresentação do novo livro de Frederico Lourenço, “A Bíblia para Jovens”, que contará, também, com a participação dos sacerdotes Paulo Terroso e Rui Santiago.
Já na edição do ano passado, o comediante marcou presença no Festival Utopia, também na apresentação de um livro de Frederico Lourenço, para uma conversa descontraída em que a religião se cruzou com os limites do humor.
A programação inclui ações de formação, “iniciativas que promovem o pensamento crítico”, numa parceria com a Associação Portuguesa de Ética e Filosofia, “conversas, apresentações de livros, jantares literários, [e] sessões de literacia financeira”, segundo comunicado da organização enviado à agência Lusa.
O festival é organizado pela consultora editorial The Book Company em parceria com a Câmara de Braga, e, este ano, realça “um crescimento de atividades para os mais novos”, sendo todos os eventos gratuitos exceto os jantares literários, no dia 18, com Fernando Ribeiro e, no dia 20, com João Tordo.
Este ano, o festival prevê organizar 45 eventos na programação infantil, incluindo sessões de histórias, leituras musicadas, apresentações de livros e oficinas criativas. O Utopia conta com o espetáculo conjunto de Sofia Vieira, do projeto Aqui Há Gato, e Rute Cancela, “que procura despertar a curiosidade, estimular a criatividade e cultivar, desde cedo, o gosto pelos livros”.
A abertura oficial está prevista para 13 de novembro, às 21:00, no Auditório do Espaço Vita, o palco central do certame, sendo antecedida por uma conversa na Livraria Centésima Página sobre três títulos de teatro: “Macbeth”, de Shakespeare, “Frei Luís de Sousa”, de Almeida Garrett, e “Casa de Bonecas”.
No dia seguinte, o Muzeu recebe o escritor Onésimo Teotónio Almeida para uma “reflexão livre sobre o ano que passou”, no âmbito do projeto “O que fica do que passa”.
A literacia financeira é uma das novidades da edição deste ano, que a organização apresenta como “a maior de sempre”, reunindo nomes da literatura, do humor e de outras áreas artísticas, entre eles, Teolinda Gersão, Valter Hugo Mãe, Ricardo Araújo Pereira, Maria do Rosário Pedreira ou Salvador Martinha.
Entre outras iniciativas, no dia 21 de novembro realiza-se uma conversa entre os escritores Francisco José Viegas e José Eduardo Agualusa, que parte de uma seleção de entrevistas do arquivo da revista Ler “para revisitar vozes da literatura”, a que se segue outra conversa segundo o mote “A importância de ler mulheres”, com as escritoras Déa Paulino, Maria do Rosário Pedreira e Teolinda Gersão, moderada pela apresentadora televisiva Ana Daniela Soares.
Ainda no dia 21 é apresentado o novo livro de Frederico Lourenço, “A Bíblia para Jovens”, que conta com a participação de Ricardo Araújo Pereira e dos sacerdotes Paulo Terroso e Rui Santiago.
À tarde, a escritora Patrícia Reis entrevista Valter Hugo Mãe, tendo como fio condutor “fotografias pessoais e de arquivo”, revisitando o percurso do autor de “O Século dos Imbecis”, saído este ano. A jornada encerra com um concerto de Manuel Cruz, no Theatro Circo, às 21:00.
No dia 22, às 14:30, no Auditório do Espaço Vita, a jornalista Maria João Costa entrevista o ator, escritor e apresentador brasileiro Lázaro Ramos.
Neste dia está ainda agendada a conversa “Língua geral do esquecimento”, entre os escritores José Eduardo Agualusa, João Tordo e o músico Dino d’Santiago, “para refletir sobre a língua portuguesa enquanto território comum entre diferentes geografias, identidades e memórias”.
O Bloco de Esquerda (BE) exige ao Governo e à Reitoria da Universidade do Minho “respostas concretas” para resolver a degradação das instalações da instituição, com particular incidência no campus de Gualtar, em Braga.
O partido apela que se crie um “plano urgente de reabilitação das infraestruturas, financiamento público adequado e medidas que garantam residências universitárias dignas, seguras e economicamente acessíveis”.
“É igualmente fundamental assegurar a acessibilidade de todos os espaços e a transparência quanto às intervenções previstas e aos respetivos prazos”, acrescenta.
O BE lembra que mais de mil estudantes da UMinho denunciaram publicamente a degradação das instalações da instituição, nomeadamente infiltrações, tetos falsos deteriorados, humidade persistente, equipamentos em risco de queda, instalações sanitárias inoperacionais e falhas de acessibilidade, no campus de Braga.
“Uma realidade inaceitável numa instituição pública de ensino superior, que compromete a segurança, o bem-estar e as condições de aprendizagem da comunidade académica”, frisa o BE, que enviou ontem um conjunto de questões ao Governo, por intermédio do deputado Fabian Figueiredo.
Para o BE, a situação torna-se “ainda mais grave perante os aumentos das mensalidades das residências universitárias dos Serviços de Ação Social da Universidade do Minho (SASUM), que, em alguns casos, ultrapassaram os 60%”.
“É inaceitável exigir aos estudantes que paguem mais por alojamentos que não garantem condições dignas. Num contexto de crise habitacional e de dificuldades económicas crescentes, estes aumentos agravam as desigualdades e colocam mais obstáculos ao acesso e à permanência no ensino superior”, refere.
Para o Bloco de Esquerda, esta realidade “não pode ser dissociada do subfinanciamento crónico do ensino superior público, que tem contribuído para o adiamento de obras essenciais de conservação e reabilitação”.
“O Governo não pode continuar a ignorar os problemas estruturais das instituições, nem transferir para os estudantes os custos de uma falta de investimento que compromete os seus direitos (…) Os estudantes não podem continuar a pagar a fatura do subfinanciamento do ensino superior. Garantir condições dignas para estudar e viver não é um luxo: é uma responsabilidade pública e uma condição essencial para um ensino superior verdadeiramente inclusivo e acessível a todos”, conclui.
O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) anunciou hoje uma ação pública para quinta-feira para denunciar assédio laboral a 12 funcionárias do lar do Centro Paroquial e Social de Barroselas, em Viana do Castelo.
Contactada pela agência Lusa, a coordenadora da delegação de Viana do Castelo do CESP, Carmen Carvalho, afirmou que “as trabalhadoras do lar têm passado por algumas situações muito complicadas a nível de direitos laborais e de alguma pressão psicológica”.
“O nosso propósito amanhã [quinta-feira] é exatamente mostrar à população o que não está bem. A nova direção tomou posse há cerca de um ou dois meses e, em cerca de ano e meio, já caíram quatro direções. A nossa missão é mostrar à população o descontentamento e a frustração das trabalhadoras”, apontou Carmen Carvalho.
A ação pública está agendada para as 16:30 junto ao Centro Paroquial e Social – Casa São Pedro, em Barroselas.
O caso foi denunciado publicamente em setembro pelo ex-presidente do conselho fiscal do Centro Paroquial e Social de Barroselas Ricardo Barbosa que participou ao Ministério Público (MP) alegadas irregularidades no lar de idosos.
Ricardo Barbosa disse ter “fortes indícios de gestão danosa, assédio laboral, contratação fraudulenta, falta de funcionários, insuficiência de prestação de cuidados adequados aos idosos e violação consecutiva dos estatutos da instituição”, presidida pelo pároco da freguesia.
Segundo a coordenadora do CESP, os casos de “insuficiência de trabalhadores e falta de condições adequadas” ficaram patentes “em julho e agosto quando as trabalhadoras sofreram oito alterações da escala do horário”.
“Uma delas apanhou uma falta injustificada porque lhe alteraram o horário e ela estava de folga, não soube da alteração, não compareceu ao trabalho”, especificou.
O sindicato avançou com uma queixa junto da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) que, em agosto, enviou o relatório das inspeções feitas na instituição.
“O relatório identifica medidas a tomar por parte da direção do lar, mas até hoje nada mudou”, destacou.
A coordenadora do CESP referiu que a taxa de absentismo entre as funcionárias é “muito grande” por estarem “constantemente de baixa”.
“Não aguentam a sobrecarga de trabalho. A instituição também não consegue contratar mais trabalhadores por ser um meio pequeno”, explicou.
Além do respeito pela legislação laboral e medidas que garantam condições de trabalho dignas, o sindicato reclama “cuidados seguros e de qualidade” para os idosos.
“A situação do lar é impensável e requer uma intervenção urgente. Sem trabalhadores suficientes não há condições para cuidar dos idosos com dignidade e segurança”, sustentou.
Carmen Carvalho adiantou que o sindicato reuniu-se com o Centro Distrital de Segurança Social de Viana do Castelo e foi informado de que continua a decorrer uma investigação.
“Ainda esta semana estiveram lá novamente”, contou.
O sindicato reuniu-se duas vezes com a direção, presidida pelo pároco da freguesia, mas sem resultados.
“O senhor padre não tem respostas”, observou.
Por se tratar de “uma instituição canónica o bispo de Viana do Castelo é o último árbitro na sua gestão”, atirou.
Em setembro, a Lusa contactou a Diocese de Viana do Castelo que disse ter ouvido, “em várias ocasiões, todas as partes envolvidas neste processo com vista à resolução da situação e ao restabelecimento do normal funcionamento da instituição”.
Sobre as denúncias apresentadas, a diocese referiu “respeitar a liberdade dos seus autores e a autonomia das instituições competentes, confiando que os procedimentos em curso contribuam para o cabal esclarecimento dos factos e para o apuramento da verdade”.
O Centro de Engenharia Biológica da UMinho (CEB) desenvolveu revestimentos naturais que melhoram a resistência do papel, permitindo criar embalagens capazes de substituir plásticos de origem fóssil.
Estas soluções melhoram o desempenho dos materiais celulósicos, tornando-os mais aptos para aplicações que exigem proteção contra humidade, gorduras ou gases.
O trabalho integrou o Projeto From Fossil to Forest, que reuniu entidades do sistema científico e tecnológico e empresas do setor para criar embalagens e produtos à base de celulose — o biopolímero natural mais abundante do planeta —, promovendo alternativas renováveis e de menor impacto ambiental.
O CEB explica que para alcançar este objetivo, foram concebidos e caracterizados diferentes revestimentos biopoliméricos, cuja aplicação foi inicialmente testada à escala laboratorial nas suas instalações. Posteriormente, as soluções mais promissoras foram validadas em escala piloto e industrial, permitindo demonstrar a sua viabilidade em contexto produtivo.
“Esta transição da investigação laboratorial para a aplicação industrial constituiu uma das etapas mais relevantes do Pacto de Inovação”, afirma a instituição, revelando também que o processo envolveu a adaptação e otimização das formulações desenvolvidas para assegurar o seu desempenho ao longo das diferentes fases de produção, incluindo em condições reais de fabrico.
As novas soluções vão contribuir para a redução da dependência de matérias-primas fósseis e ajudar a diminuir a pegada carbónica associada às embalagens, promover modelos de economia circular e reduzir a acumulação de resíduos plásticos no ambiente.
De referir ainda o alinhamento do From Fossil to Forest com os objetivos do European Green Deal, apoiando uma bioeconomia assente em recursos renováveis.
O trabalho permitiu a obtenção de protótipos funcionais e deu origem a resultados com potencial de valorização tecnológica.
Entre os avanços alcançados, destaca-se a preparação de um pedido de patente associado a uma formulação de revestimento desenvolvida pela UMinho, bem como a produção de novos conhecimentos científicos que darão origem a publicações especializadas.
A longo prazo, os resultados obtidos no âmbito do projeto poderão acelerar a adoção de soluções de embalagem mais sustentáveis em diversos setores industriais, contribuindo para reduzir a utilização de plásticos convencionais sem comprometer o desempenho dos materiais.
A Câmara de Caminha vai implementar um projeto educativo que utiliza as artes para promover a inclusão social, a criatividade e o respeito pela diversidade entre os mais jovens, revelou hoje a autarquia.
O projeto-piloto vai abranger duas turmas do 1.º ano do ensino básico, uma no Vale do Âncora e outra no Vale do Coura, adiantou, em comunicado, o município.
“Caso os resultados sejam positivos e os objetivos definidos sejam alcançados”, está previsto “alargar gradualmente o programa a mais turmas e escolas do concelho já no próximo ano letivo”, indicou a Câmara.
A iniciativa resulta de uma parceria com a Associação Yehudi Menuhin Portugal e da implementação do Programa MUS-E, que a autarquia diz ser “uma referência nacional e internacional na promoção da inclusão social, do respeito pela diversidade e da não discriminação através das diferentes expressões artísticas”.
“Criado sob a chancela de Yehudi Menuhin, o Programa MUS-E utiliza diferentes linguagens artísticas, como a música, as artes plásticas, o teatro e a expressão corporal, em contexto escolar, com o objetivo de desenvolver competências criativas, expressivas, relacionais e comunicativas nas crianças”, descreve a Câmara.
Através da arte, o projeto “promove a inclusão social e educativa, contribuindo para a prevenção de situações de discriminação, exclusão e violência, bem como para o reforço do diálogo intercultural, da igualdade de oportunidades e do respeito pelos direitos humanos”, acrescenta.
O município espera ainda reforçar a articulação com o Agrupamento de Escolas, os artistas e a comunidade local, a par de estimular a participação das famílias em atividades culturais.
Por outro lado, pretende “valorizar o património cultural e a identidade do território e contribuir para uma política municipal integrada nas áreas da educação, cultura e inclusão”.
As sessões têm uma duração semanal de 45 minutos por turma, estando previstas também ações de formação destinadas aos docentes e oficinas abertas à participação das famílias e da comunidade local.
Duas mulheres ficaram feridas devido a um despiste de automóvel, ao princípio da tarde desta terça-feira, na Estrada da Caniçada, em Vieira do Minho.
Ao que O MINHO apurou, as vítimas, ambas com cerca de 60 anos, sofreram ferimentos ligeiros.
O despiste ocorreu cerca das 14:30 na Estrada Nacional 304 (mais conhecida como Estrada da Caniçada).
Os primeiros socorros foram prestados pelos Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho e pela Delegação de Rio Caldo da Cruz Vermelha Portuguesa, que depois conduziram as vítimas para o Hospital de Braga.
A ocorrência foi registada pelo Posto Territorial de Vieira do Minho da GNR.
O Presidente da República, António José Seguro, atribuiu o título de Membro Honorário da Ordem do Mérito à Associação Humanitária dos Bombeiros de Paredes de Coura, que está a celebrar 100 anos.
Em comunicado, a autarquia courense explica que a cerimónia de imposição da condecoração, que serve como um reconhecimento nacional e oficial do Estado português a um século de dedicação, abnegação e serviço público prestado à comunidade, decorreu esta manhã no Palácio de Belém, na presença dos representantes do Comando, Direção e presidente da Câmara.
“Com um percurso assinalável de entrega e dedicação à comunidade courense, esta distinção com o título de Membro Honorário da Ordem do Mérito é mais um marco a assinalar a tantos outros que engrandecem a nossa Associação centenária”, salienta a autarquia.
Num ano marcado pela inauguração da nova Unidade Local de Formação de Bombeiros do Alto Minho, sediada em Paredes de Coura, bem como a exposição documental “Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários – 100 anos de história e dedicação aos courenses” a que se junta ainda este mês a apresentação do livro com a história dos bombeiros de Paredes de Coura, esta distinção pelo Presidente da República, na qual também estiveram mais nove corporações de todo o país, é considerada pela Câmara como “mais um registo assinalável na história centenária dos bombeiros courenses”.
Ajuntamento espontâneo de centenas de jovens e estudantes da Universidade do Minho, no centro de Braga, entoou Grândola Vila Morena, em solidariedade para com acampadas em Lisboa e Porto.