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Crise climática exige mudança na estratégia das grandes marcas

29 October 2026 at 18:56

Durante a COP30, em Belém, a conferência que reuniu o mundo para discutir o clima, um em cada quatro atendimentos nos ambulatórios do evento esteve ligado a pessoas sofrendo com o calor, segundo a pesquisadora Carla Mayumi. “As pessoas viveram, literalmente, na pele o que é o tema do evento”, disse a cofundadora da Talk Inc.

Para Carla, o episódio é símbolo de uma virada. Durante anos, sustentabilidade nas empresas foi sinônimo de mitigação: reduzir emissões, compensar carbono, publicar metas de longo prazo. Agora, além disso, entra em cena outra palavra. “Não é mais mitigar. Passamos do termo mitigar. Agora é adaptação”, afirmou.

A mudança está registrada nos próprios resultados da conferência. A decisão final da COP30 prevê triplicar o financiamento para adaptação nos países em desenvolvimento até 2035, e a presidência brasileira lançou, com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, um mutirão global contra o calor extremo. Para as marcas, sustenta Carla, a consequência é imediata: a crise climática deixa de ser assunto só do relatório anual de ESG e passa a definir o que se vende, quando, onde e como.

Para mostrar isso, ela apresentou o estudo “Fora da Estação”, feito pela Talk, com dezenas de exemplos de empresas que já estão se adaptando. A seguir, os principais.

O custo humano do calor

O ponto de partida é a dimensão social da crise. Segundo os dados apresentados por Carla, 62% dos brasileiros dizem que a mudança climática afeta muito a comunidade onde vivem. Em pesquisa da Talk com um instituto dedicado ao clima, divulgada cerca de um mês antes do evento, 33% relataram que eles ou alguém da família direta tiveram problema cardíaco ou de pressão associado ao calor extremo, e 40% mencionaram problemas respiratórios causados por fumaça ou poluição.

Nos grupos de pesquisa, contou Carla, apareciam histórias de quem mudou de cidade para fugir do calor ou de quem, no Rio de Janeiro, acorda de madrugada para pôr gelo na frente do ventilador e conseguir dormir. O impacto chega à economia: ela citou uma estimativa atribuída à Organização Internacional do Trabalho de R$ 6,8 bilhões em horas não trabalhadas no Brasil por afastamentos ligados ao calor, cerca de 1% do PIB.

O Japão foi o exemplo de como esse custo vira regulação. Desde junho de 2025, empregadores japoneses são obrigados a adotar protocolos contra a insolação em locais de trabalho com calor intenso, sob pena de multa de até 500 mil ienes. No Brasil, lembrou Carla, o iFood já orienta seus entregadores sobre como se proteger em dias de calor extremo, com itens como balaclava e protetor solar. “Então, é uma questão de saúde pública, é uma questão econômica”, resumiu.

Cadeias produtivas sob pressão

Os efeitos mais visíveis para o consumidor começam no campo. O exemplo mais didático citado por Carla foi o do chocolate. Entre 2023 e 2024, chuvas fora de época seguidas de seca na África Ocidental, região que concentra a maior parte da produção mundial de cacau, derrubaram safras em países como Gana e fizeram o preço da matéria-prima mais que dobrar. Os fabricantes reagiram aumentando preços ou reduzindo o teor de cacau, e ganharam espaço nas prateleiras os produtos rotulados como “sabor chocolate”. “Tudo começou por uma questão climática”, disse.

O risco climático também já virou produto financeiro. Carla citou os seguros agrícolas paramétricos, que pagam indenização automaticamente quando um indicador previsto em contrato, como temperatura ou volume de chuva, ultrapassa um limite. Segundo dados da FGV Agro mencionados por ela, esse tipo de seguro dobrou de tamanho em um ano no Brasil.

Na alta gastronomia, a adaptação virou conceito. O Tuju, restaurante paulistano com três estrelas do Guia Michelin, abandonou o cardápio organizado pelas quatro estações e passou a trabalhar com quatro menus guiados pelo regime de chuvas: Umidade, Chuva, Vendaval e Seca. A mudança ganhou força quando o El Niño impediu que julho secasse em São Paulo e a temporada de cogumelos durou quase o dobro do normal. “Esse cardápio talvez tenha mudado antes de chegar um dado num relatório para vocês”, observou Carla. “Muitas vezes são esses mercados mais premium que puxam algumas tendências.”

Frescor como atributo de produto

Do lado da demanda, a adaptação aparece em produtos que prometem conforto térmico. A moda foi, segundo Carla, um dos primeiros setores a sentir o efeito: coleções deixaram de ser desenhadas a partir das estações e das regiões, e a peça leve pensada para o Norte e o Nordeste passou a ser vendida também no Sudeste. Tecidos que esquentam menos começam a aparecer em grandes varejistas.

Na beleza, a brasileira Ricca lançou o Ice Mist, spray corporal que promete reduzir a sensação térmica em até 6 °C e que, segundo Carla, esgotou no e-commerce depois de viralizar nas redes. Na Coreia do Sul, a rede Olive Young registrou em julho de 2026 alta de 1.870% nas buscas por produtos refrescantes com controle de oleosidade e de 160% nas buscas por “cooling spray”, em relação a julho de 2025.

A lista de Carla incluiu colchões que se ajustam à temperatura de cada lado da cama, coletes refrescantes para pets, e até automóveis. A Nissan testou no Aeroporto de Haneda, em Tóquio, uma tinta de resfriamento desenvolvida com a empresa Radi-Cool que, segundo a montadora, reduz em cerca de 5 °C a temperatura interna do carro. “Refrescância, frescor, temperatura passam a fazer parte do desenvolvimento de produtos e marcas”.

A previsão de Carla é que etiquetas de “conforto térmico” se multipliquem e se diversifiquem, assim como já aconteceu com proteção solar ou impermeabilidade. “Daqui a uns cinco anos, vamos chutar, a pessoa vai estar comprando um carro e vai escolher essa ou aquela marca porque uma promete que resfria mais ou que não esquenta tanto no calor”, projetou.

A loja como abrigo

Os exemplos mais radicais vieram do Japão. A rede de shoppings Aeon criou espaços de refrescância, e uma loja da Muji montou uma área de resfriamento dentro do próprio shopping. Segundo Carla, cerca de 1.200 lojas no país foram designadas por prefeituras como abrigos oficiais contra o calor, parte de uma rede de “cooling shelters” que o governo japonês passou a estimular.

“O ponto de venda como ponto de refúgio climático. Olha quanto insight interessante pode nascer de uma ideia dessas”, disse. A mesma lógica vale para o que se vende ali: a Otsuka Pharmaceutical, dona da Pocari Sweat, criou o Ice Slurry, uma bebida semicongelada com eletrólitos, feita para baixar a temperatura do corpo, voltada ao consumo de massa. Carla a comparou, rindo, ao picolé de saquinho brasileiro.

Campanhas que leem o termômetro

Na comunicação, o clima virou gatilho de mídia. A Heineken lançou no inverno europeu de 2026 a campanha “You’re Getting Warm”, com painéis digitais acionados pela temperatura em cidades como Londres, Manchester, Amsterdã e Toronto: quando o frio aperta, as telas indicam a distância até o pub parceiro mais próximo. No Brasil, a Calçados Mundial veiculou um anúncio digital que troca a imagem conforme o clima do dia, com bota no frio e sandália no calor. Carla também exibiu um case da Brahma no Paraguai construído a partir do calor, que classificou como “genial”.

O esporte deu outro exemplo. Na Copa do Mundo de 2026, a Fifa instituiu pausas de cerca de três minutos para hidratação em cada tempo de todos os jogos, que rapidamente se tornaram espaço publicitário disputado pelas marcas. E a cultura acompanha: segundo o Climate Reality Check, teste da consultoria Good Energy, 31% dos filmes elegíveis indicados ao Oscar de 2026 abordaram a mudança climática de alguma forma, um recorde, contra 10% no ano anterior.

Sustentabilidade de baixa tecnologia

Depois de tantos exemplos tecnológicos, Carla encerrou com um projeto que vai na direção oposta. A Casa de Mainha, reforma feita pelo arquiteto pernambucano Zé Vágner na casa da mãe, em Feira Nova, no Agreste de Pernambuco, venceu em 2026 o prêmio Building of the Year, do site ArchDaily, na categoria Casas. O projeto usa uma linha de cobogós na fachada oeste, elemento vazado tipicamente brasileiro que deixa o ar circular, além de ventilação cruzada, mão de obra e materiais locais.

“A gente tem um back to basics, uma casa que simplesmente deixa ventilar melhor e protege as pessoas do calor”, disse Carla, ao destacar que o projeto concorreu com propostas ultramodernas. O caso resume uma ideia central da palestra: adaptação nem sempre exige inovação cara. Soluções vernaculares, baratas e de baixo impacto ambiental também são respostas à crise climática, e podem ser vantagem competitiva.

O papel do marketing

Ao final, Carla mostrou um mapa com os setores já afetados, de decoração e casa a agronegócio, eletrônicos, alimentação, eventos e esporte, e deixou espaço em branco para cada executivo completar com o próprio negócio. A tarefa, segundo ela, é voltar a ouvir o consumidor: que incômodo ele está sentindo, que atividade mudou de horário, que roupa, bebida ou comida ele passou a procurar.

É também, disse, um alerta para o diagnóstico. Uma queda nas vendas pode ter causa climática, e não de preço ou de produto. “Às vezes é que mudou a ocasião de consumo”, explicou, porque o consumidor passou a fazer a mesma atividade em outro horário do dia para fugir do calor. “O dado não tem imaginação, então o dado precisa de vocês”.

Ela concluiu com uma reflexão: o que já mudou na vida dos clientes e ainda está sendo tratado como tendência, quando já é presente? Para quem trabalha com marcas, sustentabilidade deixou de ser só compromisso com o futuro e passou a ser leitura do agora.

Nizan Guanaes quer usar IA para levar propaganda ao interior do País

29 October 2026 at 18:53

Nizan Guanaes passou a vida criando campanhas para os maiores anunciantes do país. Agora quer falar com quem nunca contratou uma agência. Ele contou que está lançando a própria inteligência artificial voltada à publicidade, e que o alvo não é a grande empresa.

“Eu quero ser a camiseta Hering, eu quero ser o jeans, coisas que são simples para o povo”, disse. “Eu quero ser a Shopee, eu quero ser a Zara. Eu quero ser o basicão.”

A comparação com marcas de massa resume a ambição do projeto. Em vez de sofisticação, acesso. Nizan descreveu como público as cidades pequenas e médias que ficaram fora do radar do mercado publicitário, citando lugares da Bahia, sua terra natal, como Trancoso e Belmonte, “onde nasceu meu tio”, e até “uma cidade próspera dentro do interior do Amapá, só que ela não tem acesso ao mercado publicitário”.

Sem jargão, em “brasileiro”

Para ele, o pequeno empresário não precisa de mais ferramentas sofisticadas. Precisa de algo que entenda. “Ele não quer complexidade. E ele não quer os termos da propaganda”, afirmou. “Então, primeiro, simples. Eu não vou nem falar português, vou falar brasileiro.”

A preocupação com a linguagem é o centro do discurso. Nizan disse que, enquanto as agências globais copiavam a cultura americana, ele preferiu falar a língua local, e criticou campanhas pensadas para júris de festival e não para o consumidor. Como exemplo do que chama de “a língua do povo”, citou slogans que improvisa para negócios populares, como o de uma funerária (“Por esse preço, nem morto”) e o de uma sorveteria de frutas naturais.

Quando a equipe de tecnologia que desenvolve a ferramenta perguntou qual era o briefing, a resposta foi uma personagem: “Imagina Dona Maria. Eu quero vender para o povão.”

O preço de um Big Mac

O modelo de negócio acompanha o discurso. “Eu vou ter o mesmo preço de um Big Mac”, disse Nizan na entrevista. Para explicar o que o produto vai entregar, ele recorreu ao jingle clássico do sanduíche, aquele que lista hambúrguer, alface, queijo e molho: a ideia é oferecer o essencial, sem acessórios.

A ferramenta não substitui a N Ideias, sua consultoria. Questionado se o novo projeto seguiria a lógica de equipe enxuta da empresa, que tem 12 profissionais, Nizan foi categórico: “Não.” Na divisão que ele desenha, a consultoria segue cuidando de problemas complexos, com estratégia sob medida feita por pessoas. A inteligência artificial fica com o volume e o básico, para quem hoje não tem nada.

É uma separação que ajuda a entender como um dos publicitários mais conhecidos do País enxerga a tecnologia: a máquina democratiza o acesso, mas não ocupa o lugar do pensamento estratégico.

Aprender fazendo

Na entrevista, Nizan rejeitou o tom apocalíptico que costuma cercar a IA. Comparou o temor atual às previsões que acompanharam a chegada do motor a combustão, quando se dizia que os cavalos ficariam sem função, e da eletricidade, vista por alguns como o fim do mundo. Na leitura dele, o desafio é de adaptação das pessoas, não de resistência à tecnologia.

Ele também admitiu que o projeto é uma aposta. “Eu quero aprender gastando dinheiro. Se não der certo, vai ser o curso mais caro que eu já tive na vida. Mas eu estou aprendendo. Aprendendo, fazendo.”

Autenticidade como ativo

A conversa partiu de uma pergunta sobre um paradoxo do momento: as redes sociais vêm valorizando conteúdos autênticos justamente quando a produção automatizada se multiplica. Nizan não respondeu diretamente sobre autenticidade, mas o projeto que descreveu conversa com essa questão.

Ao insistir na simplicidade e na língua de quem compra, ele coloca a autenticidade na mensagem e não na ferramenta. Nessa lógica, o que torna uma comunicação verdadeira não é ter sido feita por pessoa ou por máquina, e sim soar como quem a recebe.

“E fazer esses produtos terem sentido para os consumidores”, resumiu, ao descrever o objetivo do projeto. A direção, porém, já está clara: tecnologia para o básico, gente para a estratégia e o povo como briefing.

Marga Melià: “A Mallorca ens van educar que el turisme era intocable. Ara és un monstre que ens ha devorat”

29 October 2026 at 04:30

“Quan Europa va descobrir que Mallorca era més que Magaluf, la vida dels mallorquins va canviar...”, resumeix la cineasta Marga Melià (Palma, 44 anys), autora de Suportant el paradís (Nuu Films), un documental que retrata els efectes de la massificació d’una illa que ja fa anys va deixar de celebrar els rècords turístics. El documental, estrenat aquest estiu a l’Atlàntida Film Fest a Palma, recupera les reflexions sobre la trencadissa del paradís que, de manera visionària, Melià va enregistrar fa 15 anys de les primeres espases de la cultura mallorquina. Els escriptors Biel Mesquida i Carme Riera, el pintor Miquel Barceló o l’artista Susy Gómez, entre d’altres, narren l’especulació desenfrenada, el xoc cultural i el canvi de paradigma que travessa la més gran de les Balears, per on el 2025 van passar 13,5 milions de turistes. Especialment emotius són els testimonis inèdits dels ja desapareguts Agustí Villaronga, l’escriptor Tòfol Serra o el fotògraf Toni Catany, que ja llavors advertien dels efectes nocius del turisme de masses a l’illa. L’estrena a Barcelona tindrà lloc a la sala Zumzeig aquest dijous a les 19:00, en un acte en què Melià dialogarà amb les escriptores Mar Garcia Puig i Llucia Ramis. El documental estarà en cartellera fins al 4 de novembre als cinemes Texas de Barcelona i el 2027 se’n preveu la difusió a través de la plataforma Filmin.

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© Massimiliano Minocri

Marga Melià, autora del documental 'Suportant el paradís' a l'Espai Mallorca de Barcelona

La imaginación, grande y libre

29 October 2026 at 04:30

Pikachu es un pokemon de tipo eléctrico al que no le gusta ir en su pokeball. Prefiere la libertad, no estar encerrado en esa bola. Va con Ash, su entrenador. ¿Quién es Pikachu?, ¿cómo es?, ¿evoluciona? Yo sé poco o nada del universo Pokémon, pero que evolucionan sí lo sé. Y, de repente, me vi en un diálogo en el que se hablaba de bolas, de constreñir la libertad, de transformación, de ser uno y luchar para convertirse en otro, y pensé que todo cuadraba, que todo está relacionado. Que si cinco minutos antes me dicen que los pokémones y La bola negra tienen tanta relación y que Pikachu y Edmond de Bries tienen cosas en común, ni lo contemplo, pero, de repente, mis neuronas hicieron solas la conexión y tiene lógica.

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© Biblioteca Nacional de España

Edmond de Bries.

Montalegre sofre a primeira derrota no Campeonato de Portugal

28 October 2026 at 13:25

VTM

Minhotos superiorizaram-se na primeira parte. Montalegre equilibrou na segunda. Único golo surgiu de penálti. É fácil marcar grandes penalidades contra o emblema transmontano, em Braga foi igual.

O Ponte da Barca surpreendeu o Montalegre durante o primeiro tempo, foi melhor e esteve perto de marcar. O campeão da AF Viana do Castelo criava muito perigo, aproveitando a profundidade e falta de pressão dos barrosões. O conjunto da casa dava uma pálida imagem daquilo que fez, por exemplo, em Bragança. Aos 17’, depois de um canto na direita, volta a criar perigo, faltou o desvio fatal à baliza. Aos 28’, a bola voltava a rondar a baliza dos “Bravos do Barroso” com perigo e, no minuto seguinte, Lomba atira ao poste. O Montalegre reagiu e Mário Borges, em boa posição, proporciona grande intervenção a João Correia. Ao intervalo, 0-0.

Na etapa complementar, entrou melhor a equipa da casa, a jogar mais rápido para desbloquear o nulo. Através de um cabeceamento perigoso, Neto atira muito perto do poste da baliza minhota. Aos 66’, Mário Borges cai dentro da área, mas o árbitro manda seguir. Dez minutos depois, após livre direto de Fellipe, o árbitro assinala grande penalidade contra o Montalegre – por mão dentro da área – que Luís Guerra transformou em golo.

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‘It’s the gay Titanic!’ Inside La Bola Negra, the maximalist queer spectacular bound for Oscars glory

28 October 2026 at 05:00

Oozing panache and bagging awards already, La Bola Negra is an eye-popping war and prejudice epic starring Penélope Cruz in a blond wig and Glenn Close speaking Spanish. We meet the ex-lovers who dreamed it up

When Javier Ambrossi and Javier Calvo – the directing duo known in their native Spain as “Los Javis” – began writing their queer epic La Bola Negra, they weren’t thinking about whether it would be stylish (which it is) or win numerous awards (which it has) or capture what they refer to as “the anti-fascist zeitgeist” (which it does). Instead, they thought only of scale. “I’m done with LGBTQ+ movies being niche,” says Ambrossi. “I was like, ‘Let’s make the biggest, gayest war movie ever.’” Job done.

At Cannes this year, the best director prize was awarded jointly to them and to Paweł Pawlikowski, who made the Thomas Mann road trip film Fatherland. La Bola Negra is now an Oscars frontrunner, with best picture and best director nominations all but guaranteed. Brimming with panache, the movie darts back and forth between three stories set in Spain: in 1932, a young man applying for membership of an exclusive casino is rejected on the grounds of his suspected homosexuality; in 1937, a callow nationalist soldier develops tender feelings for the injured republican prisoner under his watch; and in 2017, a queer historian inherits an unfinished story by Federico García Lorca. That story lends the movie its title and provides the thread that sews its strands together.

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© Photograph: Everett Collection Inc/Alamy

© Photograph: Everett Collection Inc/Alamy

© Photograph: Everett Collection Inc/Alamy

Governo simplifica acesso aos apoios e reforça capacidade de investimento dos viticultores 

27 October 2026 at 20:46

Os viticultores vão poder aceder mais cedo aos apoios destinados à reestruturação e conversão de vinhas, na sequência da portaria aprovada pelo Governo que elimina a exigência de início prévio dos investimentos para efeitos de pedido de adiantamento das ajudas do PEPAC. A medida reduz a carga burocrática associada ao processo, permitindo solicitar o adiantamento […]

More than 300 US military personnel to arrive in Colombia for anti-drug training

More than 300 U.S. troops are due to arrive in Colombia on Tuesday, October 27, to conduct military training exercises against drug trafficking, the U.S. Southern Command and Colombia’s Ministry of Defense confirmed Monday in two press releases. The joint exercise, called Southern Vanguard, will take place at the country’s largest military base in Tolemaida, in the municipality of Nilo, Cundinamarca, a few hours from Bogotá. It will run through November 11, 2026.

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© Nathan Posner (AP)

U.S. soldiers in a file photo.

Homem de 27 anos gravemente ferido em atropelamento

27 October 2026 at 10:49

VTM

O alerta do atropelamento foi dado às 8h42 e seguiram para o local os Bombeiros Voluntários de Murça, que prestaram o primeiro socorro à vítima, que, sabe-se agora, foi considerado ferido grave.

De acordo com a informação recolhida pela VTM junto do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Tâmega e Barroso, tratou-se de um despiste de uma viatura seguido de atropelamento na localidade de Serapicos, freguesia de Valongo de Milhais, no concelho de Murça.

Contactada a Guarda Nacional Republicana (GNR), que também se encontra no local, apurou-se que a vítima do atropelamento é um homem, de 27 anos, com ferimentos graves e que, por isso, precisa de meios de socorro diferenciado.

Por isso, foi enviado para o local da ocorrência o helicóptero do INEM, baseado em Macedo de Cavaleiros, para assegurar o transporte do ferido para o Hospital de Vila Real, da Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Estão ainda no local 22 operacionais, apoiados por seis meios terrestres, além do helicóptero do INEM.

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Tenis latinoamericano con jornada aciaga en torneo de Basilea

26 October 2026 at 22:12

Basilea, Suiza, 26 oct (Prensa Latina) El tenis latinoamericano tuvo hoy una jornada aciaga en la primera ronda del torneo de Basilea, con los reveses de los argentinos Juan Manuel Cerúndolo y Mariano Navone. Cerúndolo perdió ante el alemán Daniel Altmaier por 7-6 (7/5), 6-7 (4/7) y 4-6, y Navone frente al monegasco Valentin Vacherot en dos sets 3-6 y 6-7 (4/7).

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Seara aposta na conexão com consumidor para ganhar mercado

26 October 2026 at 22:00

O consumidor brasileiro está comendo de outro jeito, e a indústria corre para acompanhar. Em entrevista ao programa Valor de Marca desta semana, a diretora de marketing da Seara, Tannia Fukuda, descreveu como a empresa tenta transformar mudanças de hábito em preferência de marca. 

Segundo ela, as canetas emagrecedoras empurraram a proteína para o centro do prato, a air fryer obrigou a reescrever receitas e a marmita deixou de ser estigma. 

Há 13 anos na companhia, Tannia acompanhou o que chama de turnaround da marca – um processo estratégico e estrutural de reestruturação para reverter ou ampliar os focos de atuação de uma marca/empresa. A meta era fazer o consumidor perceber a Seara como “uma marca de alto valor”. 

Hoje, quando os clientes são questionados sobre a marca, duas palavras aparecem primeiro, segundo a executiva: “qualidade” e “inovação”. 

O movimento mais recente é o das canetas emagrecedoras. Tannia cita “números oficiais” segundo os quais 10% dos lares já têm algum usuário do medicamento. “Os impactos acabam sendo para a ingestão da família inteira”, afirma. “No final do dia, a proteína ganha o seu protagonismo.” 

A linha Seara Protein, lançada em 2025 com três pratos prontos, foi desenvolvida com nutricionistas e médicos. Uma descoberta guiou o portfólio, conta a executiva: não adianta concentrar a meta proteica no jantar. 

“O corpo humano tem um limite e uma tolerância por refeição”, diz. A empresa passou a trabalhar com uma porção de 20 a 40 gramas de proteína por refeição. Outra conclusão das pesquisas: “As pessoas não querem abrir mão do sabor, mas querem muito bater as suas metas de proteína.” 

A diretora ainda compara o momento à pandemia, que acelerou o e-commerce de alimentos e bebidas. “Agora vem esse novo movimento das canetas emagrecedoras, e a gente imagina que vai existir uma nova readequação dessa ingestão”, diz.

A cozinha da air fryer

A air fryer é outro motor de inovação. “O micro-ondas demorou quase 50 anos para entrar nos lares brasileiros. A air fryer entrou nesses últimos cinco anos e hoje tem maior presença do que o próprio micro-ondas”, afirma.

A empresa ouviu de consumidores que eles iam “fazendo tentativa e erro até dar certo” ao adaptar congelados ao aparelho. A resposta foi uma linha pensada primeiro para a air fryer. A pizza foi desenhada para caber na bandeja do eletrodoméstico, e a lasanha ganhou embalagem própria.

Segundo Tannia, os dois produtos levaram a Seara à liderança nos mercados de pizza congelada e de prato pronto congelado. A linha já inclui pescados, aperitivos, frangos e suínos. Na mesma lógica, a empresa entrou recentemente no mercado de marmitas.

“As marmitas deixaram de ser algo muito das classes menos privilegiadas e se tornaram o dia a dia das pessoas. As pessoas querem comida de verdade, comida feita em casa, comida saudável”, ressalta.

Com juros e endividamento altos, o preço pesa na gôndola. Tannia, porém, defende a proposta de valor acima do desconto. “Quando a proposta de fato se confirma, o consumidor tem prazer em pagar mais por essa oferta”, afirma.

Para tirar o consumidor de uma marca habitual, ela resume a filosofia da casa: “Não existe marketing sem negócios e não existe negócios sem construção de marca”.  A executiva também rebate a ideia de que o marketing é o primeiro a sofrer cortes.

“O marketing foi quem ajudou a viabilizar as escolhas de negócio da companhia”, diz. Na Seara, segundo ela, “construir marca é construir valor e conversão imediata”. A conversão rápida, explica, vem da presença das categorias nas casas.

Ela cita frango em 98% dos lares, margarina em 95% e linguiça em 80%. A empresa acompanha dois grupos de indicadores. De um lado, os de negócio, como volume, faturamento e giro na loja. Do outro, os de saúde de marca, como consideração e preferência nos lares.

Do Rock in Rio à gôndola 

No campo das experiências, a aposta é a música. A Seara patrocina o Rock in Rio desde 2019 e está na quarta edição. “A música, assim como a comida, são agregadores”, diz Tannia. No último festival, a marca levou uma experiência de churrasco. Segundo a executiva, um em cada quatro produtos vendidos no evento foi de churrasco, e a Seara foi a marca mais comentada nas redes. 

O trabalho começa antes do evento e termina no supermercado, quando o consumidor volta para reabastecer a sua geladeira. “Nesse momento, temos que ser a resposta”, afirma. Por isso o trade marketing, a equipe comercial e os varejistas trabalham de forma sincronizada. 

Outras frentes seguem a mesma linha. Uma delas é a parceria com a Netflix em torno da série Bridgerton. Ela se apoia num dado da empresa: 90% de quem assiste a séries come enquanto assiste. Tannia brinca que a marca já está numa “última refeição”, o pós-jantar, que é o momento de maratonar. 

Público por interesse, não por classe 

A segmentação também mudou. “Não dá mais para codificar essas pessoas por classe social, por gênero, por idade”, diz. A Seara organiza o público por interesses, como música e esporte, e escolhe influenciadores e conteúdos para cada comunidade.

A divisão da verba entre TV, redes e eventos varia por categoria. Uma pesquisa recente mostrou que, no período do churrasco, o consumidor estava “mais offline do que online”. A inteligência artificial ajuda a mapear tendências, mas não substitui o julgamento, diz a executiva.

“A grande verdade é que a decisão ainda é do marketing.” Para separar tendência de modismo, ela olha para fora. Os Estados Unidos são, segundo ela, um grande reflexo do que virá ao Brasil. A Europa traz uma exigência maior com saudabilidade, e a Ásia, com praticidade e tecnologia. 

A tendência que Tannia vê como permanente é a da indulgência. Na pandemia, as pessoas redescobriram a cozinha. Depois, buscaram equilíbrio, mas sem abrir mão do gosto. “O paladar não retrocede”, resume. 

Céu noturmo do Vale do Tua renova certificação até 2028

25 October 2026 at 13:05

VTM

O céu noturno Dark Sky Vale do Tua renovou a certificação como Destino Turístico Starlight até 31 de dezembro de 2028. O reconhecimento, atribuído pela Fundação Starlight, abrange os cinco municípios integrados no Parque Natural Regional do Vale do Tua (PNRVT), sendo eles Alijó, Carrazeda de Ansiães, Mirandela, Murça e Vila Flor.

A certificação distingue territórios com condições adequadas à observação astronómica e que desenvolvem medidas de proteção do céu noturno. A avaliação inclui critérios relacionados com a qualidade do céu, a transparência atmosférica, a nebulosidade, a prevenção da poluição luminosa e a organização da oferta turística.

O Vale do Tua foi o primeiro destino localizado numa área protegida em Portugal a obter esta certificação. O projeto resulta da colaboração entre o PNRVT e a Associação Dark Sky e está integrado na Rede Dark Sky Portugal.

Segundo António Luís Marques, diretor do PNRVT, “a renovação agora conseguida confirma a importância do trabalho feito e reforça a vontade de prosseguir a melhoria contínua, garantindo a preservação deste recurso natural e a qualificação das experiências de astroturismo a quem visita o território”.

O PNRVT pretende alargar a oferta turística associada à observação do céu através do projeto, aprovado no âmbito da Linha +Interior Turismo. Uma das medidas previstas é a criação de um observatório astronómico móvel, equipado com telescópios, material audiovisual e outros instrumentos de observação.

O equipamento deverá apoiar a realização de atividades de divulgação científica e integrar-se numa oferta que inclui experiências relacionadas com a gastronomia e os vinhos, os percursos pedestres, a observação de aves e o património cultural e arqueológico.

A iniciativa pretende associar a observação astronómica a outros recursos do território e envolver os agentes turísticos e as comunidades locais.

António Luís Marques considera que “a proteção do céu noturno está diretamente ligada à valorização do património natural e cultural e à criação de novas oportunidades para as comunidades locais”.

A certificação agora renovada mantém-se válida até ao final de 2028, período durante o qual o destino terá de continuar a assegurar os critérios associados à proteção do céu noturno e à qualificação da atividade turística.

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A simple saliva test could help families avoid cancer. So why aren't more people getting it?

24 October 2026 at 10:03
Photo collage of a spit test and a cancer patient
Lynch syndrome, a hereditary condition that increases cancer risk, has no symptoms. Most people don't realize they have it until after a cancer diagnosis.

iStock; Tyler Le/BI

After Bryce Ramsey was diagnosed with stage 3 colon cancer at 33, she learned another piece of shocking news: She had a genetically high chance of developing it from the very beginning.

Ramsey tested positive for Lynch syndrome, a silent, inherited condition that heightened her lifetime risk of being diagnosed with colorectal cancer by up to 56% for her variant. It also put her at greater risk of developing ovarian, uterine, stomach, pancreatic, and other forms of cancer.

Before she learned she had Lynch, Ramsey urged her relatives to also get screened for colon cancer. Since then, her father, brother, and aunt have all been diagnosed with various stages of colon cancer. Like Ramsey, her aunt also tested positive for Lynch.

"I was the whistleblower," Ramsey, 40, based in Mississippi, told Business Insider. Ramsey now wants her two young sons to test for Lynch once they're in their early 20s, the recommended starting age for her specific Lynch mutation.

Bryce Ramsey chemo
Bryce Ramsey only learned she had Lynch syndrome after being diagnosed with colon cancer.

Bryce Ramsey

Like most genetic testing, Lynch syndrome testing is relatively quick, cheap, and non-invasive. It involves a saliva test, a cheek swab, or a blood test, with the latter having the least room for error.

Still, it hasn't caught on: About 1 in 279 Americans (1.2 million people) are estimated to have Lynch syndrome, including between 3 to 5% colon cancer patients. Yet an estimated 95% of Americans with Lynch syndrome have no idea they have it.

All the while, cases of colon, breast, uterine, and pancreatic cancers are rising in young people, with colon cancer the deadliest cancer for adults under 50. "If you don't know, then you can't get help," Ramsey said, including earlier screenings or preventive measures such as hysterectomies.

"Ignorance is not always bliss."

The 'lowest hanging fruit' for cutting down cancer risk

Some experts view broader Lynch syndrome testing as a way to get more people screened for cancer before symptoms arise — and a way to potentially help entire families better understand their cancer risks.

Like Ramsey, the majority of people diagnosed with Lynch syndrome only get screened after they have cancer. In the US, the CDC's general guidelines recommend that colon and uterine cancer patients have tumors biopsied for Lynch, followed by Lynch syndrome screening for the patient if there are abnormal findings.

Some experts believe the lack of early genetic testing is a huge missed opportunity for reducing cancer risk. One 2021 study found that about 16.4% of 713 early-onset colorectal cancer cases could have been prevented if patients knew either their family history or had been genetically screened, and would have subsequently started getting colonoscopies sooner.

Lynch syndrome testing "has got so much potential, but it's not being utilized," Heather Hampel, a professor at City of Hope in California who specializes in clinical cancer genomics and Lynch syndrome, and a co-author of the study, told Business Insider.

While Lynch syndrome remains unknown to most Americans, some health systems are trying to expand testing to the broader population. Helix, a genetic screening company that first started out as a consumer DNA marketplace, started partnering with 17 health systems in 2021 as part of its "Population Genomics Initiative." The goal has been to introduce broader population-scale genomic programs that include testing for Lynch syndrome.

Employees at Helix
Helix offers broad, population-based Lynch syndrome testing through participating health systems.

Helix

Dr. Cassie Hajek, the medical director of Helix, told Business Insider that most patients diagnosed with one of these hereditary conditions by Helix were completely taken aback by the news. "They're kind of operating on the assumption that their risk is just as it is in the general population, but in fact, it's significantly elevated," she said. "The whole goal is to identify these patients hiding in plain sight."

By knowing their genetic predispositions for cancer, they can both more easily start earlier cancer screenings and also inform their family members of their potential genetic risks.

Hampel noted that lowering overall cancer rates is complicated. We still don't know why colon cancer cases are rising so rapidly among young people, and lifestyle factors like sedentary routines and diets high in ultra-processed foods are far more difficult to control for.

"If the lowest-hanging fruit is family history and gene testing, and we can't even prevent those," Hampel said, "how are we ever going to prevent things where we need people to make lifestyle or behavioral changes?"

The ripple effects for families

Michelle York was 33 when she first heard of Lynch syndrome.

Up until that point, all she'd known was that her mom's side of the family had a long cancer history. Her great-grandmother died from colon cancer. Her grandfather had stomach and brain cancer. Her great-aunts died from liver, ovarian, and breast cancer, respectively. Her mother's cousin died from pancreatic cancer.

Michelle York with mother and siblings
York (second from left) with her mother, sister, and brother — all of whom tested positive for Lynch syndrome.

Michelle York

York's mother, a nurse at the time, had come across the term through her work. She tested positive for Lynch, along with York, her two siblings, aunt, uncle, and cousin.

At first, the news caused some anxiety. "Does this mean I'm going to get cancer at a young age?" York, 43 and based in Los Angeles, told Business Insider. "Does this mean every time I don't feel well, I'm going to immediately think I have cancer?"

However, once York and her family started getting routine cancer screenings, including annual colonoscopies, they felt more reassured than afraid, because they knew they could catch cancer early. York's mother had multiple precancerous polyps removed.

"None of us have had cancer yet, but we've had lots of scares," York said. She also wants her kids, ages 17 and 14, to test once they're older.

York's mother triggered something called "cascade testing," in which other family members test for Lynch and can take preventive measures to reduce their cancer risk.

Dr. Sapna Syngal, the director of research at the division of cancer genetics and prevention at the Dana-Farber Cancer Institute in Boston and the founder of its Lynch Syndrome Center, sees cascade testing for Lynch as a "real opportunity" to lower cancer risk, she told Business Insider.

Particularly for young people, if they test positive for Lynch in their 20s and start getting cancer screenings, "there's a really, really good chance that you could prevent that cancer by taking out polyps earlier on," she said.

There are also financial benefits to knowing you have a genetic predisposition to cancer. While insurance coverage for Lynch-related cancer screenings can vary, Hajek said her patients typically have a more "straightforward" experience in getting otherwise expensive screenings like colonoscopies covered. York, for example, said her insurance covered her cancer screenings once she got her Lynch syndrome diagnosis.

Michelle York with family
York, pictured with her family, wants her kids to test for Lynch syndrome when they're old enough.

Michelle York

Ultimately, Hajek said Lynch syndrome testing can help patients get more precise care than simply knowing they have a family history of cancer. Just as testing positive for Lynch can prompt someone to start cancer screenings sooner, testing negative can also relieve a person of anxiety about being at high risk of early-onset cancer and potentially call for less frequent cancer screenings than if they had Lynch.

York said she's ultimately grateful for finding out and knowing she can catch any early signs of cancer by starting annual screenings such as colonoscopies in her 30s — over a decade before the average-risk recommended screening age of 45. Both Ramsey and York also had hysterectomies and oophorectomies unrelated to cancer, which brought extra relief in also reducing their uterine and ovarian cancer risks to essentially zero.

"I think knowledge is power," York said. "Now, it almost feels comforting because I know that I started doing this young."

Lynch needs its Angelina Jolie

Angelina Jolie in 2013
Angelina Jolie appearing on the red carpet a month after her May 2013 op-ed revealing her BRCA1 diagnosis and decision to undergo a preventive double-mastectomy.

LEON NEAL/AFP via Getty Images

In 2013, Angelina Jolie revealed in a New York Times op-ed that she had tested positive for BRCA1, a gene that increases the risks of breast and ovarian cancer.

Her revelation — and subsequent operations to remove her breasts and ovaries — sparked an international drive to get tested for BRCA1/BRCA2. Years later, a study found that 15 business days after Jolie's op-ed went live, BRCA testing rose 64% in the US.

Over a decade later, researchers and patients are working to make Lynch syndrome screening similarly universal.

Getting every person screened comes with its own obstacles.

Lynch could be added to the list of genetic conditions screened for in newborn heel tests. However, critics of the idea believe it can create years of stress when the person with Lynch isn't recommended to start getting colonoscopies until they're in their early 20s.

Other routes, such as including Lynch syndrome testing when people join the military or go to college, would miss broad swaths of the population.

There's also the question of funding. Helix, for example, doesn't bill patients and instead relies on the participating health systems for financial support. Few hospital systems can afford to prioritize testing for a gene condition that impacts a small portion of the population.

Bryce Ramsey in DC
Ramsey's advocacy work includes raising more awareness around colon cancer as well as Lynch syndrome.

Bryce Ramsey

Syngal said one immediate option for getting more people screened for Lynch is to follow York's route: consider getting tested if you have a family history of colon or other relevant cancers.

Since their diagnoses, Ramsey and York have tried to spread the word about Lynch syndrome testing. Ramsey is an official advocate for the non-profit Lynch Syndrome Awareness, while York, a full-time content creator, has shared her story on social media.

"It's scary when you first find out that you have a genetic mutation that predisposes you to cancer," York said. "But at the end of the day, knowing that and taking those precautions could ultimately save your life."

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Associação de Ponte da Barca pede árvores para reflorestar a Serra Amarela

23 October 2026 at 19:09

A Associação Cultural Recreativa e Desportiva Entre Ambos-os-Rios, Ponte da Barca, apelou hoje à dádiva de árvores para continuar com a reflorestação da Serra Amarela, que ficou em cinzas, em 2025, após um incêndio que durou 12 dias.

“Precisamos de árvores autóctones. Temos cerca de 300 a 400 que plantámos o ano passado, produzidas a partir de sementes recolhidas localmente. Quantas mais conseguirmos reunir, melhor, para que a Serra Amarela volte a ganhar raízes. O objetivo é podermos criar um anel de proteção da aldeia de Lourido e Froufe”, afirmou Tanya Pires, da direção da associação.

Além das árvores, a associação precisa “de voluntários, ferramentas e outros meios” necessários à operação de reflorestação.

Em 2025, as aldeias de Lorido, Froufe, Sobredo e Ermida, inseridas na União das Freguesias de Entre Ambos-os-Rios, Ermida e Germil e integradas na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês, na encosta da Serra Amarela, foram das afetadas pelos incêndios de julho de 2025.

Segundo o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), as chamas consumiram 5.786 hectares do PNPG. O ICNF indicou que, no total, o incêndio atingiu uma área de 7.550 hectares.

“No ano passado conseguimos plantar cerca de mil árvores, cedidas por várias entidades e particulares, sendo uma grande parte disponibilizada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), mas em julho ardeu tudo”, sublinhou. 

No próximo dia 08 de novembro, a associação volta a juntar a população de Entre Ambos-os-Rios para a apresentação do projeto da Reflorestar Portugal, associação sem fins lucrativos dedicada à regeneração ecológica, reflorestação biodiversa, agrofloresta e capacitação de comunidades em Portugal”.

A iniciativa inclui um magusto e música minhota com os Zuca-Truca.

“Mais do que plantar árvores, queremos criar raízes, aproximar pessoas, cuidar do que é nosso e envolver as próximas gerações na proteção da serra Amarela”, explicou Tanya Pires.

Este ano, a associação de Entre-Ambos-os-Rios volta a contar com a colaboração da Reflorestar Portugal, que tem vindo “a acompanhar a comunidade e a desenvolver propostas para tornar as aldeias mais preparadas e resilientes aos incêndios rurais”.

“Desta colaboração realizou-se uma Assembleia de Cidadãos na freguesia, onde a população teve oportunidade de partilhar preocupações, experiências e ideias para o futuro”, explicou Tanya Pires.

Dessa auscultação à população “surgiram propostas que a Reflorestar Portugal pretende transformar num projeto de capacitação e formação dirigido às comunidades locais, cuja concretização dependerá da obtenção dos apoios e financiamento necessários”.

Um dos projetos vai arrancar no dia 10 de novembro com a criação de “um viveiro pedagógico em colaboração com a escola básica de Entre-Ambos-os-Rios.

O viveiro vai ser instalado nas traseiras do pavilhão gimnodesportivo, equipamento onde as crianças da escola praticam exercício físico.

Assim, as crianças podem semear, acompanhar o crescimento e cuidar das plantas desde o início. Uma espécie de maternidade de árvores autóctones”, especificou.

A iniciativa “contará com a participação de uma especialista que, de forma educativa e descontraída, irá mostrar às crianças a importância das sementes que tantas vezes vemos cair no chão, sem lhes darmos grande atenção”. 

“É um projeto muito interessante, sobretudo pela ligação entre as crianças, a comunidade e o futuro da nossa floresta”, reforçou Tanya Pires.

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Crescere in Italia: una generazione, ma esperienze diverse

23 October 2026 at 09:03

Crescere nello stesso paese e frequentare le stesse scuole non garantisce le stesse esperienze di inclusione sociale. Perché deve esserci anche la possibilità di costruire relazioni, non essere discriminati, partecipare e avere voce nella società.

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New York City International Book Fair kicks off with 160 events, twice as many as last year

21 October 2026 at 15:36

The eighth edition of the New York City International Book Fair (FILNYC) arrives in Manhattan stronger and more ambitious than ever. This year’s edition has double the number of activities, offering 160 events over five days, including panel discussions, workshops, professional sessions for the publishing industry, book clubs and, for the first time, programming for children and young adults, with dedicated spaces providing resources for teachers who want to promote reading in Spanish.

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© FILNYC

New York International Book Fair in an undated photo.

Social media, cattivi maestri

20 October 2026 at 09:32

L’uso precoce dei social media ha un’influenza negativa sui risultati scolastici. Introdurre l’educazione alla cittadinanza digitale nelle scuole e iniziative rivolte ai genitori aiutano a contrastare il fenomeno, ma serve una regolazione più stringente.

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CVA promove Vinhos do Algarve em Copenhaga

15 October 2026 at 18:31

A internacionalização dos Vinhos do Algarve passa também pelo contacto direto com novos mercados e pela criação de oportunidades de negócio além-fronteiras, pelo que foi com esse propósito que a Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA) esteve em Copenhaga, entre os dias 6 e 8 de outubro, numa iniciativa dedicada à divulgação da produção vitivinícola regional junto de profissionais e consumidores dinamarqueses.

A participação teve início a 6 de outubro, na Portugalwines Copenhagen 2026, uma iniciativa organizada pela AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, no Richmond Hotel.

O evento reuniu 12 produtores portugueses de diferentes regiões e foi dirigido a profissionais do mercado, entre importadores, distribuidores, especialistas de vinho e representantes da restauração e do retalho.

No âmbito do evento, a CVA teve a possibilidade de realizar uma prova de vinhos dirigida a profissionais do setor, nomeadamente importadores e representantes da restauração, na qual apresentou uma seleção de Vinhos do Algarve e destacou a diversidade da produção regional e as características distintivas dos vinhos deste território.

O programa incluiu ainda uma masterclass dedicada aos Vinhos do Algarve, conduzida por Gilmar Brito, dirigida a importadores e profissionais da restauração dinamarquesa. A sessão proporcionou um contacto mais aprofundado com os vinhos da região, através da apresentação de diferentes estilos e castas, e permitiu dar a conhecer as particularidades da produção vitivinícola algarvia a potenciais parceiros do mercado dinamarquês.

Nos dias 7 e 8 de outubro, a promoção dos Vinhos do Algarve prosseguiu em dois espaços de restauração de Copenhaga. No dia 7, o restaurante Búzio recebeu uma ação dedicada aos vinhos algarvios, seguindo-se, no dia 8, a mesma iniciativa, mas no restaurante Fanico. Desenvolvidas em parceria com a AICEP, estas ações proporcionaram momentos de prova que aproximaram os vinhos algarvios do público dinamarquês.

A CVA adianta ainda que as ações decorreram no âmbito de uma iniciativa de internacionalização cofinanciada pelo Programa Regional Algarve 2030. A presença na Dinamarca procurou ampliar a notoriedade dos Vinhos do Algarve no mercado dinamarquês, desenvolver contactos com potenciais parceiros comerciais e criar condições para novas oportunidades de exportação.

L’IA e il paradosso della produttività

9 October 2026 at 08:25

L’IA velocizza singole mansioni, ma per il momento non cambia la filiera nel suo insieme, con pochi effetti sulla produttività. Perché la capacità tecnologica non si traduce automaticamente in valore per l’impresa e per il sistema che se ne dota.

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