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- «Yo voté»: pegatinas electorales colman altar de migrante asesinado por ICE en Texas, EE.UU.
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- Una jueza federal prohíbe a agentes del ICE detener a personas por su apariencia latina en California
Una jueza federal prohíbe a agentes del ICE detener a personas por su apariencia latina en California
La apariencia, el idioma o el hecho de trabajar en determinados lugares no pueden convertirse en motivos suficientes para que agentes migratorios detengan a una persona en partes de California. Una jueza federal en ese Estado ordenó restringir estas prácticas al considerar que existe un amplio conjunto de pruebas sobre presuntos operativos basados en el perfilamiento racial de la población latina en el sur del Estado.

© Kevin Mohatt (REUTERS)
Governo de Trump deteve mais de 4.100 imigrantes em 10 dias

© ADAM DAVIS/EPA
Americano está menos suscetível a temas fora da economia, diz especialista
O eleitor americano médio está cada vez menos receptivo a pautas que fujam do campo econômico, como questões morais, migração e conflitos internacionais. Essa é a avaliação de Vinícius Rodrigues Vieira, professor de Relações Internacionais da FAAP, FGV e IDP, em entrevista ao WW, sobre a disputa das midterms, eleições de meio de mandato nos Estados Unidos previstas para o dia 3 de novembro.
Para Vieira, o tema central da eleição deve ser o custo de vida crescente dos estadunidenses. Segundo o especialista, Trump tenta enfatizar que, antes de seu governo, as condições econômicas seriam ainda piores — mas quem vai arbitrar essa disputa é o eleitor comum, que hoje demonstra menor suscetibilidade a argumentos de cunho não econômico.
Foco no cotidiano e desgaste com pautas amplas
Vieira destacou uma tendência observada ao redor do mundo: a de trazer as disputas eleitorais para o foco do dia a dia das pessoas, em vez de abordar temas mais amplos. “O que Trump fez, de fato, que afeta a vida sua?”, exemplificou o especialista, reproduzindo o tipo de questionamento que figuras como Barack Obama estariam utilizando para convencer eleitores mais centristas a migrar para o lado democrata.
O conflito no Oriente Médio, por exemplo, tem impacto indireto na vida da população — principalmente pelo preço do petróleo —, mas não mobiliza o eleitorado da mesma forma que questões econômicas imediatas.
Latinos podem ser fator decisivo no Texas
Vieira também apontou que o voto latino pode representar uma grande barreira para Trump e seus aliados no Texas — não apenas na disputa para governador, mas também nas eleições para a Câmara e o Senado.
De acordo com o especialista, os latinos foram fundamentais para o retorno de Trump à Casa Branca, especialmente nos chamados swing states (Estado-pêndulo). No entanto, mesmo em estados de maioria republicana consolidada nas últimas três décadas, observa-se um movimento de abertura ao voto democrata.
O especialista explicou que, no caso dos latinos especificamente, a questão econômica cede espaço a outro fator: a atuação do ICE (agência de imigração e controle de fronteiras dos EUA), cujas ações afetaram a comunidade de maneira que muitos não esperavam. “Era algo que a comunidade não esperava que iria afetá-los”, afirmou Vieira, sugerindo que esse descontentamento pode influenciar diretamente o comportamento eleitoral desse grupo nas midterms.
Pedágio free flow é realocado na Rodovia dos Imigrantes; entenda como fica
A Rodovia dos Imigrantes, principal ligação entre a capital paulista e a Baixada Santista, terá uma mudança no sistema de cobrança de pedágio com a implantação de um novo pórtico eletrônico instalado no km 37+300 da pista norte, no sentido São Paulo. A instalação foi feita na madrugada desta quinta-feira (29). A entrada em operação, porém, dependerá da conclusão dos testes e da homologação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).
A previsão é que o sistema free flow comece a funcionar ainda em 2026, mas não há data confirmada. A mudança busca reduzir filas e melhorar a fluidez do trânsito, especialmente em feriados prolongados e durante a temporada de verão, quando o movimento em direção ao litoral aumenta.
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O ponto escolhido é diferente do projeto inicial, que previa a instalação do equipamento no km 29. Segundo a Artesp, a estrutura já instalada nesse trecho será mantida para monitoramento operacional da rodovia, enquanto o novo pórtico ficará no km 37+300.
A alteração ocorreu após pressão de moradores da região do Pós-Balsa, em São Bernardo do Campo. A agência afirma que a escolha atual levou em conta critérios técnicos, ambientais e sociais, incluindo a manutenção dos deslocamentos das comunidades próximas.
O local fica antes do início do trecho de serra, onde, conforme a Artesp, não há condições técnicas para instalar o equipamento. A implantação foi realizada pela concessionária Ecovias.
Como usar o pedágio eletrônico?
Com a entrada em operação do Siga Fácil — como é chamado o sistema de pedágios eletrônico do governo paulista — a tarifa de R$ 40,60, atualmente cobrada em um único sentido para quem segue ao litoral, será dividida em duas cobranças de R$ 20,30 por sentido. O valor total de uma viagem de ida e volta permanecerá em R$ 40,60, sem considerar eventuais mudanças tarifárias futuras.
O sistema utiliza câmeras, sensores e antenas para identificar os veículos por meio da placa ou de uma tag eletrônica. A passagem ocorre sem a necessidade de parar ou reduzir a velocidade para pagar o pedágio.
Motoristas que já utilizam tag não precisarão alterar o procedimento: a cobrança continuará automática. Quem não tiver o dispositivo deverá consultar os canais oficiais do Siga Fácil e pagar posteriormente, por Pix ou cartão de crédito, pelo site do sistema ou em totens de autoatendimento instalados em pontos do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI). O prazo informado para pagamento é de até 30 dias após a passagem.
Dados da concessionária obtidos entre junho e outubro de 2026 indicam que aproximadamente 75% dos veículos registrados no SAI tinham tag ativa. Entre caminhões e ônibus, o índice chegava a 93%; entre veículos de passeio, era de 70%. Os demais eram identificados por reconhecimento automático de placas, tecnologia conhecida como OCR.
Free-Flow: as diferentes formas de pagamento do pedágio eletrônico
- El País
- El cuidado entre activistas como forma de resistencia: “Si nosotras no estamos bien, ¿quién va a seguir la lucha?”
El cuidado entre activistas como forma de resistencia: “Si nosotras no estamos bien, ¿quién va a seguir la lucha?”
Este proyecto de periodismo fotográfico fue encargado por Ember Mental Health. Ember financia y acompaña a organizaciones comunitarias de salud mental para que crezcan y se consoliden, fortaleciendo el ecosistema global de cuidados.

© Ana María Arévalo Gosen

© Ana María Arévalo Gosen

© Ana María Arévalo Gosen (EL PAÍS)
“Las vallas y los muros no han detenido la migración; exponen más a las personas”, sostiene Medano. Para ella, el contraste entre los derechos reconocidos sobre el papel y las posibilidades reales de ejercerlos está en el centro del problema: “La ley dice que tenemos derecho a la salud, pero ¿dónde?”. Centro 32 intenta acompañar parte de ese vacío, aunque Medano insiste en que la responsabilidad última corresponde al Estado.

© Ana María Arévalo Gosen (EL PAÍS)
Al terminar el día, Flores intenta recuperar una parte de sí misma fuera del trabajo. Cuenta que al volver a casa busca “componerse y reponerse”: leer cómics, cenar algo ligero o pasar tiempo con su familia. Esa transición cotidiana entre escuchar durante horas las historias de otros y encontrar una forma de dejarlas atrás muestra también el costo emocional de convertirse en parte de la red que sostiene a quienes atraviesan la migración.

© Ana María Arévalo Gosen
Flores llegó a Centro 32 como voluntaria y terminó incorporándose al equipo. La experiencia también modificó su propia relación con el cuidado: “No sabía pedir ayuda. No sabía que podía apoyarme en alguien”. En una organización construida alrededor del acompañamiento, aprender a dejarse sostener se convirtió también en parte del trabajo.

© Ana María Arévalo Gosen

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© Ana María Arévalo Gosen
La historia de Lidia condensa una de las realidades que atraviesan a REDIGE: mujeres que, empujadas por la violencia, la pérdida y la falta de respuestas suficientes, terminan convirtiendo el duelo en organización, memoria y acompañamiento para otras.

© Ana Maria Arevalo Gosen
En una de sus visitas encontró alrededor de 250 testimonios relacionados con violencia sexual y sus procesos de denuncia. Para ella, esa acumulación de historias hizo visible una violencia frecuente, pero todavía atravesada por el silencio, el estigma y la dificultad de ser creída. Fue también una de las experiencias que la llevaron a buscar a otras mujeres y a convertir una vivencia íntima en una red de acompañamiento colectivo. Este proyecto de periodismo fotográfico fue encargado por Ember Mental Health. Ember financia y acompaña a organizaciones comunitarias de salud mental para que crezcan y se consoliden, fortaleciendo el ecosistema global de cuidados.
Regresaron a Venezuela 300 migrantes deportados de EEUU
Caracas, 28 oct (Prensa Latina) Un total de 300 migrantes deportados de Estados Unidos arribaron hoy a Venezuela en dos vuelos de la Gran Misión Vuelta a la Patria.
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- Fallece a los 96 años Dolores Huerta, pionera del movimiento sindical y campesino en los EE.UU.
Fallece a los 96 años Dolores Huerta, pionera del movimiento sindical y campesino en los EE.UU.
El Gobierno entrega al Supremo la lista con los nacionalizados por la ‘ley de nietos’
El Gobierno ha entregado este miércoles al Tribunal Supremo la lista con las identidades de los nacionalizados por la llamada ley de nietos que le reclamó el pasado viernes. Aunque la Abogacía del Estado cifró en 163.020 personas los inscritos en el Censo Electoral de Residentes Ausentes (CERA) afectados por la suspensión del derecho al voto decretada por la Sala de lo Contencioso-Administrativo, fuentes del Gobierno señalan que la relación final, tras repasar todos los expedientes, contiene un total de 163.355 nombres, de los que hay 901 cuyos expedientes acreditan la condición de exilio, que ha sido certificada por los cónsules. Según la orden dictada por el Supremo, solo estos podrán votar en las elecciones del 29-N.

© Juan Ignacio Roncoroni ((EPA) EFE)
Burocracia dificulta integração dos imigrantes
VTM
O problema foi destacado por Vânia Holanda, presidente da Associação de Brasileiros do Distrito de Vila Real (ABRAVIR), à margem do I Fórum das Migrações, promovido pelo município em parceria com a associação, no âmbito da Semana da Igualdade.
“Temos sentido uma grande dificuldade, inclusive muitos infelizmente têm até ido embora devido às questões burocráticas, às dificuldades de regularização”, afirmou à VTM. Apesar dos obstáculos, continuam a chegar pessoas de várias nacionalidades, por motivos profissionais, académicos e de investimento.
Vânia Holanda considera que Portugal precisa de mão de obra e de estudantes, mas defende maior clareza nos procedimentos. “A comunidade brasileira, os imigrantes, não querem que a coisa perca o controlo, mas que isso seja um pouco mais célere e descomplicado”, sublinhou.
A presidente da ABRAVIR explicou que a realização do fórum respondia a uma necessidade sentida há algum tempo, perante o aumento da população migrante e a diversidade de problemas relacionados com o trabalho, a universidade e a regularização documental. O objetivo passou por criar um espaço para esclarecer dúvidas e aproximar a comunidade das entidades públicas.
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Deportados por EE. UU.: migrantes LGBTIQ+, atrapados entre dos persecuciones