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Governo de Trump deteve mais de 4.100 imigrantes em 10 dias

30 October 2026 at 10:33
As detenções fazem parte de uma operação chamada Lone Star Mission, realizada entre 19 e 29 de outubro. Os detidos estavam em situação migratória irregular e apresentavam registos criminais.

© ADAM DAVIS/EPA

Apenas 34% das pessoas presas pelo ICE durante os primeiros 14 meses do governo de Trump tinham uma condenação criminal

Americano está menos suscetível a temas fora da economia, diz especialista

30 October 2026 at 06:21

O eleitor americano médio está cada vez menos receptivo a pautas que fujam do campo econômico, como questões morais, migração e conflitos internacionais. Essa é a avaliação de Vinícius Rodrigues Vieira, professor de Relações Internacionais da FAAP, FGV e IDP, em entrevista ao WW, sobre a disputa das midterms, eleições de meio de mandato nos Estados Unidos previstas para o dia 3 de novembro.

Para Vieira, o tema central da eleição deve ser o custo de vida crescente dos estadunidenses. Segundo o especialista, Trump tenta enfatizar que, antes de seu governo, as condições econômicas seriam ainda piores — mas quem vai arbitrar essa disputa é o eleitor comum, que hoje demonstra menor suscetibilidade a argumentos de cunho não econômico.

Foco no cotidiano e desgaste com pautas amplas

Vieira destacou uma tendência observada ao redor do mundo: a de trazer as disputas eleitorais para o foco do dia a dia das pessoas, em vez de abordar temas mais amplos. “O que Trump fez, de fato, que afeta a vida sua?”, exemplificou o especialista, reproduzindo o tipo de questionamento que figuras como Barack Obama estariam utilizando para convencer eleitores mais centristas a migrar para o lado democrata.

O conflito no Oriente Médio, por exemplo, tem impacto indireto na vida da população — principalmente pelo preço do petróleo —, mas não mobiliza o eleitorado da mesma forma que questões econômicas imediatas.

Latinos podem ser fator decisivo no Texas

Vieira também apontou que o voto latino pode representar uma grande barreira para Trump e seus aliados no Texas — não apenas na disputa para governador, mas também nas eleições para a Câmara e o Senado.

De acordo com o especialista, os latinos foram fundamentais para o retorno de Trump à Casa Branca, especialmente nos chamados swing states (Estado-pêndulo). No entanto, mesmo em estados de maioria republicana consolidada nas últimas três décadas, observa-se um movimento de abertura ao voto democrata.

O especialista explicou que, no caso dos latinos especificamente, a questão econômica cede espaço a outro fator: a atuação do ICE (agência de imigração e controle de fronteiras dos EUA), cujas ações afetaram a comunidade de maneira que muitos não esperavam. “Era algo que a comunidade não esperava que iria afetá-los”, afirmou Vieira, sugerindo que esse descontentamento pode influenciar diretamente o comportamento eleitoral desse grupo nas midterms.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Pedágio free flow é realocado na Rodovia dos Imigrantes; entenda como fica

29 October 2026 at 12:23

A Rodovia dos Imigrantes, principal ligação entre a capital paulista e a Baixada Santista, terá uma mudança no sistema de cobrança de pedágio com a implantação de um novo pórtico eletrônico instalado no km 37+300 da pista norte, no sentido São Paulo. A instalação foi feita na madrugada desta quinta-feira (29). A entrada em operação, porém, dependerá da conclusão dos testes e da homologação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).

A previsão é que o sistema free flow comece a funcionar ainda em 2026, mas não há data confirmada. A mudança busca reduzir filas e melhorar a fluidez do trânsito, especialmente em feriados prolongados e durante a temporada de verão, quando o movimento em direção ao litoral aumenta.

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O ponto escolhido é diferente do projeto inicial, que previa a instalação do equipamento no km 29. Segundo a Artesp, a estrutura já instalada nesse trecho será mantida para monitoramento operacional da rodovia, enquanto o novo pórtico ficará no km 37+300.

A alteração ocorreu após pressão de moradores da região do Pós-Balsa, em São Bernardo do Campo. A agência afirma que a escolha atual levou em conta critérios técnicos, ambientais e sociais, incluindo a manutenção dos deslocamentos das comunidades próximas.

O local fica antes do início do trecho de serra, onde, conforme a Artesp, não há condições técnicas para instalar o equipamento. A implantação foi realizada pela concessionária Ecovias.

Como usar o pedágio eletrônico?

Com a entrada em operação do Siga Fácil — como é chamado o sistema de pedágios eletrônico do governo paulista — a tarifa de R$ 40,60, atualmente cobrada em um único sentido para quem segue ao litoral, será dividida em duas cobranças de R$ 20,30 por sentido. O valor total de uma viagem de ida e volta permanecerá em R$ 40,60, sem considerar eventuais mudanças tarifárias futuras.

O sistema utiliza câmeras, sensores e antenas para identificar os veículos por meio da placa ou de uma tag eletrônica. A passagem ocorre sem a necessidade de parar ou reduzir a velocidade para pagar o pedágio.

Motoristas que já utilizam tag não precisarão alterar o procedimento: a cobrança continuará automática. Quem não tiver o dispositivo deverá consultar os canais oficiais do Siga Fácil e pagar posteriormente, por Pix ou cartão de crédito, pelo site do sistema ou em totens de autoatendimento instalados em pontos do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI). O prazo informado para pagamento é de até 30 dias após a passagem.

Dados da concessionária obtidos entre junho e outubro de 2026 indicam que aproximadamente 75% dos veículos registrados no SAI tinham tag ativa. Entre caminhões e ônibus, o índice chegava a 93%; entre veículos de passeio, era de 70%. Os demais eram identificados por reconhecimento automático de placas, tecnologia conhecida como OCR.

Free-Flow: as diferentes formas de pagamento do pedágio eletrônico

 

El cuidado entre activistas como forma de resistencia: “Si nosotras no estamos bien, ¿quién va a seguir la lucha?”

29 October 2026 at 04:30

Este proyecto de periodismo fotográfico fue encargado por Ember Mental Health. Ember financia y acompaña a organizaciones comunitarias de salud mental para que crezcan y se consoliden, fortaleciendo el ecosistema global de cuidados.

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© Ana María Arévalo Gosen

Yanina Cruz, trabajadora social y coordinadora de la respuesta humanitaria de Centro 32, está con su hijo mayor en la sala de su casa, en Tijuana, México, el 14 de mayo de 2026. Esta organización, situada en la ciudad fronteriza de Tijuana, acompaña a personas migrantes y desplazadas que necesitan apoyo psicosocial y ayuda humanitaria. Cruz ayuda a las familias migrantes que necesitan alimentos, ropa, pañales y otros apoyos básicos. Su jornada de cuidados, sin embargo, no termina al salir del trabajo: vive con sus dos hijos, de 19 y 17 años, y algunos días comienza a las cinco de la mañana preparando sus comidas antes de salir hacia los albergues. Después de atender durante horas a familias que atraviesan situaciones de desplazamiento y precariedad, Cruz puede tardar hasta dos horas en transporte público en regresar a casa. “Llego cansada, pero nos vemos, cocino algo y comemos juntos”, cuenta. Después suele salir a caminar. Su rutina muestra otra dimensión de estas redes: las mujeres que sostienen necesidades esenciales de otras familias regresan después a sostener también las propias.

© Ana María Arévalo Gosen

Integrantes del equipo de Centro 32 comparten unos chilaquiles preparados por Lourdes Medano, fundadora y directora de la organización, en Tijuana, el 12 de mayo de 2026. Comer juntas, conversar, reírse o detener durante unas horas el ritmo de trabajo forma parte de las prácticas con las que el equipo intenta proteger su propia salud mental y mantener la cohesión interna. “Hay un desgaste para nosotras, un desgaste por compasión, porque siempre estamos escuchando historias”, explica Medano. Para ella, cuidar a quienes acompañan es una condición para que la respuesta comunitaria pueda sostenerse: “Todas paramos y descansamos. Buscamos sostenernos unas a otras”. El Centro 32 no solo sostiene a quienes migran, construye redes allí donde las respuestas existentes resultan insuficientes, sino que, al mismo tiempo, se pregunta cómo cuidar a quienes pasan años sosteniendo a otras personas.

© Ana María Arévalo Gosen (EL PAÍS)

La familia de Medano, la fundadora del Centro 32, se instaló en Tijuana porque su padre era bracero y viajaba durante meses a Estados Unidos para trabajar, por lo que la ciudad fronteriza permitía mantener a la familia más cerca. “Mi padre se iba seis meses y regresaba. Yo era pequeña y no entendía bien qué pasaba: se iba, desaparecía un tiempo y luego volvía”, recuerda Medano. Esa experiencia marcó su manera de entender la separación familiar y la migración, aunque las personas que Centro 32 acompaña hoy atraviesan desplazamientos mucho más largos y condiciones muy distintas a las que conoció su familia. En la imagen, Lourdes Medano camina junto al muro fronterizo entre México y Estados Unidos, en Tijuana, el 12 de mayo de 2026. Recuerda una infancia en la que cruzaba a pie al otro lado y observa cómo, con los años, las barreras se han vuelto más altas, extensas y difíciles de atravesar.
“Las vallas y los muros no han detenido la migración; exponen más a las personas”, sostiene Medano. Para ella, el contraste entre los derechos reconocidos sobre el papel y las posibilidades reales de ejercerlos está en el centro del problema: “La ley dice que tenemos derecho a la salud, pero ¿dónde?”. Centro 32 intenta acompañar parte de ese vacío, aunque Medano insiste en que la responsabilidad última corresponde al Estado.

© Ana María Arévalo Gosen (EL PAÍS)

Gricelda Flores, psicóloga de Centro 32, regresa a casa después de una larga jornada de trabajo de campo en Tijuana, el 13 de mayo de 2026. Durante la semana recorre albergues y espacios comunitarios para ofrecer atención psicológica individual y grupal a personas migrantes y desplazadas. Su trabajo ocurre, en gran medida, allí donde están quienes necesitan acompañamiento, en una ciudad donde las organizaciones comunitarias han terminado cubriendo parte de las necesidades de salud mental que no encuentran una respuesta suficiente en las instituciones.

Al terminar el día, Flores intenta recuperar una parte de sí misma fuera del trabajo. Cuenta que al volver a casa busca “componerse y reponerse”: leer cómics, cenar algo ligero o pasar tiempo con su familia. Esa transición cotidiana entre escuchar durante horas las historias de otros y encontrar una forma de dejarlas atrás muestra también el costo emocional de convertirse en parte de la red que sostiene a quienes atraviesan la migración.

© Ana María Arévalo Gosen

Flores dirige un ejercicio durante un taller sobre estrés y cuidado psicosocial para personas en movilidad en La Casita UT, en Tijuana, el 13 de mayo de 2026. Buena parte del trabajo de la organización ocurre fuera de su oficina, en albergues y otros espacios de la ciudad, llevando atención psicológica y actividades grupales allí donde se encuentran las personas migrantes.

Flores llegó a Centro 32 como voluntaria y terminó incorporándose al equipo. La experiencia también modificó su propia relación con el cuidado: “No sabía pedir ayuda. No sabía que podía apoyarme en alguien”. En una organización construida alrededor del acompañamiento, aprender a dejarse sostener se convirtió también en parte del trabajo.

© Ana María Arévalo Gosen

Lejos de Tijuana, en Ciudad de México, vive Teresa 'Tessy' Villalobos, psicóloga, terapeuta familiar y cofundadora de REDIGE, una red que acompaña a defensoras de derechos humanos, supervivientes y familiares de víctimas, con especial atención al desgaste emocional de quienes pasan años buscando justicia y sosteniendo a otras mujeres. Su camino hacia el activismo comenzó de una manera muy distinta al de las mujeres de Tijuana. Sucedió después de que su hija sobreviviera a violencia sexual y decidiera denunciar. Al acompañarla durante el proceso judicial, Villalobos empezó a encontrarse con otras madres, supervivientes y familias atravesando recorridos similares. "Ahí me cayó el veinte de que no era algo que nos estaba pasando a nosotras. Buscar justicia en este país es una lucha de persistencia; denunciar es apenas el comienzo", cuenta. Para ella, muchas mujeres terminan convirtiéndose en defensoras porque la violencia las atravesó primero: "No estamos aquí por voluntad. Nos gustaría estar haciendo muchas otras cosas y no tener que luchar contra una violencia que no debería existir".

© Ana María Arévalo Gosen

Para REDIGE, el autocuidado forma parte de la posibilidad misma de sostener esas luchas en el tiempo. "Nos dimos cuenta de que las mujeres que acompañaban a otras estaban absolutamente drenadas", explica Villalobos. "Hay que cuidar a las mujeres que acompañan a las mujeres, porque si no sus luchas no persisten, o persisten a costa de su propia salud". Pos eso, la ONG construye redes horizontales en las que quienes sostienen también puedan ser sostenidas. "Si nosotras no estamos bien, ¿quién va a seguir la lucha?". En la imagen, Villalobos, Gisela Carmona, codirectora, y otra integrante del equipo preparan los materiales para un retiro dirigido a nuevas participantes, el 17 de mayo de 2026. Durante estos encuentros, mujeres defensoras de derechos humanos, supervivientes y familiares de víctimas trabajan sobre el desgaste que producen años de violencia, búsqueda de justicia y acompañamiento a otras.

© Ana María Arévalo Gosen

Gisela Carmona, codirectora y tallerista de REDIGE, coloca ambas manos sobre el pecho durante un microtaller de biodanza en el jardín de Snow Apple, en Ciudad de México, el 16 de mayo de 2026. La jornada reunió a mujeres vinculadas a los procesos de acompañamiento de la organización y propuso, mediante el movimiento y la conciencia corporal, algo que REDIGE considera esencial para sostener el trabajo de defensa de derechos humanos: que quienes cuidan a otras puedan detenerse también a reconocer su propio cansancio, sus límites y sus necesidades.

© Ana María Arévalo Gosen

Lidia Florencio Guerrero, integrante de Justicia para Diana y de la red REDIGE, enciende una vela en la habitación que perteneció a su hija, Diana Velázquez Florencio, en Chimalhuacán, Estado de México, el 19 de mayo de 2026. En el cuarto se conservan retratos, imágenes y objetos que mantienen viva su memoria. Diana tenía 24 años cuando fue víctima de feminicidio el 2 de julio de 2017. Desde entonces, Lidia y su hija Laura sostuvieron juntas una larga búsqueda de justicia frente a las irregularidades y omisiones que marcaron la investigación.
La historia de Lidia condensa una de las realidades que atraviesan a REDIGE: mujeres que, empujadas por la violencia, la pérdida y la falta de respuestas suficientes, terminan convirtiendo el duelo en organización, memoria y acompañamiento para otras.

© Ana Maria Arevalo Gosen

La Glorieta de las Mujeres que Luchan, en Paseo de la Reforma, Ciudad de México, es un espacio que se ha convertido en un lugar de memoria, denuncia y encuentro para mujeres y colectivas que exigen justicia frente al feminicidio, las desapariciones y otras formas de violencia de género. Para Villalobos, la Glorieta marcó un momento decisivo: allí buscó a otras madres que, como ella, acompañaban a hijas sobrevivientes de violencia sexual y comprendió que la experiencia que atravesaba su familia formaba parte de un problema mucho más amplio.

En una de sus visitas encontró alrededor de 250 testimonios relacionados con violencia sexual y sus procesos de denuncia. Para ella, esa acumulación de historias hizo visible una violencia frecuente, pero todavía atravesada por el silencio, el estigma y la dificultad de ser creída. Fue también una de las experiencias que la llevaron a buscar a otras mujeres y a convertir una vivencia íntima en una red de acompañamiento colectivo. Este proyecto de periodismo fotográfico fue encargado por Ember Mental Health. Ember financia y acompaña a organizaciones comunitarias de salud mental para que crezcan y se consoliden, fortaleciendo el ecosistema global de cuidados.

Regresaron a Venezuela 300 migrantes deportados de EEUU

29 October 2026 at 02:35

Caracas, 28 oct (Prensa Latina) Un total de 300 migrantes deportados de Estados Unidos arribaron hoy a Venezuela en dos vuelos de la Gran Misión Vuelta a la Patria.

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El Gobierno entrega al Supremo la lista con los nacionalizados por la ‘ley de nietos’

28 October 2026 at 15:35

El Gobierno ha entregado este miércoles al Tribunal Supremo la lista con las identidades de los nacionalizados por la llamada ley de nietos que le reclamó el pasado viernes. Aunque la Abogacía del Estado cifró en 163.020 personas los inscritos en el Censo Electoral de Residentes Ausentes (CERA) afectados por la suspensión del derecho al voto decretada por la Sala de lo Contencioso-Administrativo, fuentes del Gobierno señalan que la relación final, tras repasar todos los expedientes, contiene un total de 163.355 nombres, de los que hay 901 cuyos expedientes acreditan la condición de exilio, que ha sido certificada por los cónsules. Según la orden dictada por el Supremo, solo estos podrán votar en las elecciones del 29-N.

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© Juan Ignacio Roncoroni ((EPA) EFE)

Personas hacen fila en el Consulado General de España la semana pasada, en Buenos Aires (Argentina).

Imigração. Jurista diz que lei é excessivamente restritiva

28 October 2026 at 15:39
A jurista Ana Rita Gil criticou a falta de resposta da administração aos imigrantes, afirmando que AIMA não tem uma linha de atendimento. Neste momento há 85 processos de imigrantes pendentes.

© MIGUEL A. LOPES/EPA

Os imigrantes são residentes no território português e ficam em situação irregular por "problemas criados pela própria AIMA", afirma a jurista

Burocracia dificulta integração dos imigrantes

28 October 2026 at 13:46

VTM

O problema foi destacado por Vânia Holanda, presidente da Associação de Brasileiros do Distrito de Vila Real (ABRAVIR), à margem do I Fórum das Migrações, promovido pelo município em parceria com a associação, no âmbito da Semana da Igualdade.

“Temos sentido uma grande dificuldade, inclusive muitos infelizmente têm até ido embora devido às questões burocráticas, às dificuldades de regularização”, afirmou à VTM. Apesar dos obstáculos, continuam a chegar pessoas de várias nacionalidades, por motivos profissionais, académicos e de investimento.

Vânia Holanda considera que Portugal precisa de mão de obra e de estudantes, mas defende maior clareza nos procedimentos. “A comunidade brasileira, os imigrantes, não querem que a coisa perca o controlo, mas que isso seja um pouco mais célere e descomplicado”, sublinhou.

A presidente da ABRAVIR explicou que a realização do fórum respondia a uma necessidade sentida há algum tempo, perante o aumento da população migrante e a diversidade de problemas relacionados com o trabalho, a universidade e a regularização documental. O objetivo passou por criar um espaço para esclarecer dúvidas e aproximar a comunidade das entidades públicas.

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Deportados por EE. UU.: migrantes LGBTIQ+, atrapados entre dos persecuciones

27 October 2026 at 16:55
Huyeron de sus países para escapar de la persecución, pero las deportaciones impulsadas por Estados Unidos los han situado de nuevo en peligro. Migrantes LGBTIQ+ expulsados a terceros países denuncian amenazas, discriminación y el temor a ser devueltos a lugares donde su orientación sexual o identidad de género puede ponerlos en riesgo. Una investigación de Human Rights Watch documentó casos de personas deportadas a países africanos que criminalizan las relaciones entre personas del mismo sexo o donde las personas LGBTIQ+ sufren abusos. ¿Qué ocurre cuando la deportación no conduce a un lugar seguro? En esta emisión de Migrantes, escuchamos a algunas de las personas afectadas y analizamos las consecuencias de esta política para los derechos humanos.

Leitão Amaro: "Somos um Governo orgulhoso das polícias"

26 October 2026 at 16:03
Sem mencionar os protestos pela habitação, Leitão Amaro disse que "há quem esqueça que não há convivência sã em democracia sem regras". "A função das nossas polícias é defender regras".

© JOSÉ COELHO/LUSA

Pedidos de nacionalidade pendentes ultrapassam os 690 mil

21 October 2026 at 09:18
Instituto dos Registos e do Notariado tem mais de 690 mil pedidos de nacionalidade pendentes, mais 38% do que em 2025. Deste total, 23% diz respeito a pedidos de descendentes de judeus sefarditas.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

Cerca de um quarto dos pedidos pendentes diz respeito a imigrantes que vivem em Portugal

Ceuta. Retiradas 300 toneladas de resíduos em acampamentos

19 October 2026 at 23:37
Cerca de 200 trabalhadores mobilizados para limpar zonas onde viviam 500 migrantes desde finais de julho, após entrada massiva de mais de 80.000 pessoas.

© RAFAEL PENA/EPA

A Polícia Nacional retirou cerca de 500 migrantes que viviam nestes acampamentos finais de julho

4.400 mortes de crianças migrantes: número é maior, diz ONU

14 October 2026 at 15:24
Organizações dizem que mortes de crianças nas rotas migratórias podem não estar a ser notificadas e ser registadas erradamente como mortes de adultos. Em onze anos morreram 4.400 menores.

© SHAHZAIB AKBER/EPA

As crianças são frequentemente negligenciadas nestas estatísticas, denunciam a OIM e outras organizações agrupadas na Aliança Internacional de Dados sobre Crianças em Movimento (IDAC)

Polícia Marítima resgata 45 pessoas em operação na Grécia

11 October 2026 at 16:26
Na sequência de um pedido de intervenção das autoridades gregas, foi intercetada uma embarcação, de onde se resgataram as 45 pessoas (incluindo uma grávida).

© YANNIS KOLESIDIS/EPA

Embarcação com 53 migrantes intercetada em Lanzarote

10 October 2026 at 13:51
Após a intercetação, a embarcação foi levada para o cais de Los Mármoles, onde a equipa de saúde local em Arrecife prestou assistência aos migrantes. Nenhuma das pessoas teve de ser hospitalizada.

© ADRIEL PERDOMO/EPA

Tripulação recebeu cuidados médicos após o desembarque
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