Sondagens preveem vitória democrata no Congresso americano

© SARAH YENESEL/EPA

© SARAH YENESEL/EPA
Managua, 30 oct (Prensa Latina) Nicaragua incorporó hoy el sistema de seguimiento TrackMan V3 en tres estadios para medir lanzamientos y batazos y enriquecer las transmisiones del Mundial de Béisbol Sub-23, que comenzará el 6 de noviembre.
The post Nicaragua pone el béisbol bajo el radar en el Mundial Sub-23 first appeared on Noticias Prensa Latina.
Centenas de pessoas de uma cidade ocupada no sul da Ucrânia, que sobreviveram durante meses sem suprimentos básicos, são retiradas nesta sexta-feira (30), sob um acordo de cessar-fogo negociado pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump.
A cidade de Oleshky, na região de Kherson, no sul da Ucrânia, está sob ocupação russa contínua desde abril de 2022. Segundo autoridades ucranianas, cerca de duas mil pessoas — incluindo 50 crianças — permanecem presas no município, que se encontra severamente destruído.
Todas as vias de acesso foram fortemente minadas ou estão repletas de drones, tornando a fuga impossível.
A situação humanitária deteriorou-se nos últimos meses. Segundo autoridades ucranianas, a cidade ficou sem alimentos e outros suprimentos em setembro, sem acesso à eletricidade, ao gás, a medicamentos e a outros itens essenciais.
Esse cenário crítico gerou preocupação em todo o mundo, levando organizações internacionais, líderes religiosos e outros a pedirem providências urgentes.
Relatos indicam que os moradores têm recorrido à busca por restos de comida e ao consumo de ervas silvestres, enquanto os corpos de pessoas que faleceram permanecem nas ruas.
A trégua temporária entrou em vigor na terça-feira (27) e, desde então, estendeu-se por toda a região de Kherson. O cessar-fogo também trouxe alívio à cidade — capital da região sob controle ucraniano —, que tem sido alvo de ataques quase constantes por drones russos.
O cessar-fogo deve expirar no domingo (1º).
O ombudsman da Ucrânia, Dmytro Lubinets, viajou a Oleshky para acompanhar pessoalmente os retirados até o território sob controle ucraniano — tornando-se a primeira autoridade ucraniana de alto escalão a viajar abertamente para áreas ocupadas sob controle russo desde o início da guerra.
“Estamos em Oleshky”, disse ele em um comunicado. “Pessoas que desejam ir para o território da Federação Russa estão se reunindo aqui, e há pessoas que querem partir para o território da Ucrânia. Todos terão essa oportunidade.”
A homóloga russa de Lubinets, Yana Lantratova, também estava presente em Oleshky; os dois foram vistos em vídeos, lado a lado, conversando com moradores locais.
A retirada estava programada para começar no início da tarde, no horário local. Segundo Lubinets, 25 ônibus, com capacidade para 750 passageiros, fazem parte da operação.
A previsão é que eles passem pela Crimeia, pela Rússia e pela Bielorrússia, chegando à fronteira ucraniana em algum momento do sábado.
Cerca de 40% da população da cidade, que antes da guerra era de aproximadamente 24 mil habitantes, conseguiu fugir para territórios sob controle ucraniano quando isso ainda era possível, no início do conflito — segundo o Instituto para o Estudo da Guerra (Institute for the Study of War), uma organização sediada nos EUA que monitora conflitos. Milhares de outras pessoas escaparam desde então, mas muitas permaneceram no local, seja por não conseguirem sair ou por não desejarem fazê-lo.
A cidade desempenha um papel importante nas operações militares da Rússia na região. Ela está situada perto das margens do rio Dnipro, exatamente em frente às posições ucranianas.
À medida que os dois lados trocam disparos, os moradores de Oleshky acabam ficando no meio do fogo cruzado.
Todas as rotas de fuga em direção à Ucrânia desapareceram gradualmente com a intensificação da ocupação russa.
E, embora antes fosse possível escapar da cidade seguindo mais para dentro do território controlado pela Rússia, isso também se tornou impossível nos últimos meses, com a intensificação dos combates e o fato de todas as rotas de saída terem sido minadas ou estarem repletas de drones.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de minar as vias de acesso à cidade, em uma tentativa de impedir a saída dos moradores.
As bolsas americanas caem em sua maioria nesta sexta-feira (30), a medida que o plano agressivo de gastos com IA da Amazon e o alerta da Intel sobre o consumo de caixa intensificaram preocupações dos investidores com os custos de construção da infraestrutura de IA e o prazo de retorno do investimento. O Nasdaq cede a seu nível mais baixo em mais de três meses.
Às 10h53 (horário de Brasília), o Índice Dow Jones Industrial Average caía 0,39%, para 52.139,41 pontos. O S&P 500 perdia 1,22%, para 7.626,38 pontos, enquanto o Nasdaq Composite tinha queda de 2,21%, para 25.606,33.
A Amazon.com recuou 2% depois que a empresa divulgou uma forte saída de caixa no terceiro trimestre e sinalizou mais um aumento nos gastos de capital no próximo ano, além dos gastos já elevados. A empresa recuperou grande parte das perdas registradas no pré-mercado.
A Intel despencou mais de 30%, caminhando para sua maior perda em um único dia já registrada, depois que a fabricante de chips alertou que queimará caixa este ano devido a um mercado fraco de computadores pessoais, obstáculos na fabricação e gastos pesados para expandir a produção.
A queda provocou uma onda de vendas em ações globais do setor de chips, com a Nvidia caindo 3% e a AMD recuando 9,3%. O índice mais amplo do setor de chips registrou queda de 5,7%. As fabricantes de servidores Dell e HP perderam cerca de 9% cada uma.
A Amazon e a Intel caminham para perder cerca de US$ 200 bilhões em valor de mercado combinado, caso as perdas se mantenham, com o Nasdaq-100 podendo perder pouco mais de US$ 1 trilhão. O índice deve perder mais de US$ 2 trilhões neste mês.
As quedas acontecem também em dia preocupante para o mercado de cripto. Hackers roubaram mais de US$ 6 bilhões em criptomoedas nesta quinta-feira (29), estabelecendo um novo recorde para o maior assalto do tipo já registrado.
Diversos investigadores apontaram a Coreia do Norte como possível responsável pelo ataque à maior corretora de criptoativos do mundo, a Binance Global.
Nessa toada, os principais ativos apresentavam queda expressiva. Pela manhã, o Bitcoin – um dos ativos mais conhecidos do mundo -, cedia 1,50%, cotado a US$ 77.624 (R$ 417.610). Antes disso, a moeda chegou a ceder mais de 2%.
Enquanto isso, a Ethereum tinha queda de 3,27%, a US$ 2.244,6 (R$ 12.080).
*Com informações da Reuters
A norte-americana falou pela primeira vez um mês depois de sobreviver a duas doses de injeção letal e revelou as sequelas físicas e psicológicas que continua a enfrentar. Aos 50 anos, Christa Pike, que está no corredor da morte há mais de três décadas, não sabe o que lhe reserva o futuro e poderá voltar a enfrentar uma tentativa de execução.

“O povo cubano se prepara hoje para uma invasão real dos EUA. O governo e o povo cubanos não podem ignorar as pretensões dos EUA de uma invasão a Cuba. Isso é real”, afirmou o diplomata.
O diplomata sediado no Brasil acrescentou que “a maioria do povo cubano” defende a soberania do país e lutará contra uma invasão militar estrangeira.
“Cuba tem história, tem tradição de luta. Cuba tem tradição de preparação da população para essa luta, que é uma questão que não pode ser ignorada pelos EUA”, explicou.
Desde janeiro de 2025, com a volta de Donald Trump à Casa Branca, Washington tem aumentado a pressão contra Havana com uma série de novas sanções, entre elas, o bloqueio energético com ameaças a países que vendam petróleo à ilha, o que deixou Cuba três meses sem receber nenhum barril de petróleo.
Em março deste ano, Trump chegou a dizer que teria a “honra de tomar Cuba”. Meses depois, em outubro, o presidente disse que iriam “cuidar de Cuba” depois de lidarem com o Irã, que foi atacado pelos EUA e por Israel em uma guerra que se arrasta desde fevereiro.
Em outra declaração, Trump defendeu que seria possível chegar “a um acordo” com Cuba. “Não acho que precisaremos das forças armadas”, disse.
As medidas de asfixia econômica contra Cuba vêm escalando mês a mês, levando à redução dos voos interacionais à Cuba, saída de empresas hoteleiras estrangeiras e mesmo da empresa de cartões Visa, afetando o setor do turismo, o principal do país.
Em janeiro deste ano, a Casa Branca classificou Cuba de uma “ameaça incomum e extraordinária” contra os EUA, acusando o país de abrigar adversários dos estadunidenses, “focado em roubar informações sensíveis de segurança nacional dos Estados Unidos”.
Ao mesmo tempo, o secretário do Departamento de Estado Marco Rubio, filho de família cubana, tem elevado o tom contra o governo do presidente Miguel Díaz-Canel.
“Faremos o possível para tomar medidas que iniciem esse processo de mudança [em Cuba]. E será um processo que não será fácil”, afirmou em coletiva de imprensa, em setembro deste ano.
O representante de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, classifica as acusações dos EUA de “ridículas”.
“Cuba não é uma ameaça para os EUA. Um país bloqueado, pequeno e economicamente asfixiado não tem a capacidade de pôr em risco a primeira potência do mundo. Essa acusação é ridícula”, completou.
Ainda segundo o representante de Havana, uma agressão militar dos EUA contra Cuba seria um genocídio “porque é uma potência nuclear atacando um pequeno país que fica a 90 milhas desse país”.
Ao mesmo tempo, Palomo destaca que a posição geográfica de Cuba é “complicada” para os EUA e que uma invasão levaria os cubanos que vivem em território estadunidense a se voltar contra o governo Trump.
“Eles não têm guerras em suas fronteiras há muito tempo. Uma guerra em Cuba vai afetar toda a região. Uma guerra em Cuba pode começar, você não sabe como vai terminar”, alertou.
O aperto do cerco econômico a Cuba compõe uma nova ofensiva dos EUA para derrubar o governo liderado pelo Partido Comunista, que desafia a hegemonia política de Washington na América Latina há mais de seis décadas.
O embaixador de Cuba reconheceu que a ilha tem problemas, como outros países, mas argumentou que a nação é impedida de se desenvolver pelo bloqueio econômico imposto pelos EUA.
“Nós cubanos temos problemas, mas os cubanos têm o direito de resolver os próprios problemas por vontade própria vontade. Não por uma agressão militar. Esse não é o caminho”, disse.
Nas últimas semanas, o Departamento de Estado dos EUA adotou nova sanção contra empresas de “tecnologias sensíveis” que tenham relação com a ilha caribenha. A Justiça dos EUA chegou ainda a decretar, neste mês, a prisão do ex-presidente cubano Raúl Castro.

© TNS

© JEON HEON-KYUN/EPA
Addis Abeba, 30 oct (Prensa Latina) Ministros de comunicación, información, tecnologías de la información y la comunicación instaron a acelerar la implementación de los compromisos digitales continentales y a fortalecer la acción colectiva para avanzar hacia un Mercado Digital Africano Único, se conoció hoy.
The post África demanda acelerar implementación de compromisos digitales first appeared on Noticias Prensa Latina.
Questionado sobre se, aos 80 anos, estaria cansado de percorrer o país em campanha, Trump garantiu que se sentia "perfeitamente bem" e insultou o jornalista.

Managua, 30 oct (Prensa Latina) Nicaragua y Türkiye reafirmaron su compromiso de fortalecer la cooperación bilateral durante la celebración del aniversario 103 de la fundación de la República turca, realizada en esta capital, trascendió hoy.
The post Nicaragua y Türkiye reafirman voluntad de fortalecer cooperación first appeared on Noticias Prensa Latina.
A poucos dias das eleições intercalares de 3 de novembro, as sondagens dão uma ligeira vantagem à candidata democrata, Mary Peltola, no Alasca, um estado tradicionalmente conservador.

Manila, 30 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Filipinas aseguró hoy estar preparado para afrontar posibles emergencias, incluidos desastres naturales y amenazas a la seguridad, ante las alertas internacionales sobre escenarios de crisis.
The post Filipinas asegura preparación gubernamental ante posibles crisis first appeared on Noticias Prensa Latina.
Uma colisão entre helicópteros deixou três mortos perto de um aeroporto no estado do Oregon, nos EUA, nesta quinta-feira (29), informou o xerife do Condado de Yamhill.
O Gabinete do Xerife foi acionado para o local, próximo ao Aeroporto Municipal de McMinnville, juntamente com forças de segurança locais, bombeiros e equipes de resgate médico. McMinnville fica a cerca de 64 quilômetros a sudoeste de Portland.
Um dos helicópteros transportava duas pessoas: um instrutor de voo do Texas e um aluno-piloto do Reino Unido, informou o xerife Sam Elliott durante uma coletiva de imprensa na noite desta quinta-feira.
O piloto do outro helicóptero, que era o único ocupante, foi identificado como um homem de Newberg, no Oregon, disse o xerife.
O gabinete do xerife pediu ao público que evite a área e tenha “paciência enquanto respondemos a este incidente crítico”.
A investigação sobre o acidente, ocorrido por volta das 14h15,horário local (18h15, em Brasília), está sendo conduzida pelo NTSB (Conselho Nacional de Segurança nos Transportes), segundo a FAA (Administração Federal de Aviação), que também está apurando o caso.
Um dos helicópteros envolvidos no acidente era operado pela Jerry Trimble Helicopters, uma escola de treinamento de voo em helicópteros e empresa de locação para voos particulares, informou a companhia em um comunicado.
“A Jerry Trimble Helicopters está profundamente entristecida ao confirmar que uma de nossas aeronaves esteve envolvida em um incidente aéreo nesta tarde”, declarou a empresa.
A empresa acrescentou que está colaborando com as autoridades na investigação.
As sondagens nacionais indicam uma provável vitória democrata na Câmara dos Representantes e no Senado.

A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, afirmou nesta quinta-feira (29) que os Estados Unidos sugeriram que o país realize eleições presidenciais no próximo ano — um cronograma que ela já havia defendido anteriormente.
Essa foi a primeira declaração de peso de Machado desde que retornou ao país, no último fim de semana.
O retorno de Machado à Venezuela traz o risco de tensionar suas relações com a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, cuja gestão esteve envolvida na operação que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro, em janeiro. Maduro enfrenta acusações nos EUA por tráfico de drogas e tortura — alegações que ele nega.
Washington declarou que Machado — que já foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz — tem todo o direito de estar na Venezuela; contudo, Trump também elogiou a presidente interina, Delcy Rodríguez.
A administração Trump apoia negociações entre o governo de Rodríguez e grupos de oposição — das quais o movimento “Vente Venezuela”, de Machado, não participa — visando a uma reestruturação do Conselho Nacional Eleitoral e da Suprema Corte da Venezuela antes do próximo pleito.
Machado agradeceu a Trump e ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, pelo papel que desempenharam na destituição de Maduro, ressaltando que a relação entre os dois países baseia-se no respeito mútuo e atende aos interesses de ambas as nações.
“O secretário de Estado Marco Rubio estabeleceu uma sequência de etapas para avançar rumo a uma transição democrática, deixando claro que eleições presidenciais serão realizadas em 2027″, afirmou Machado, acrescentando que trabalhará para garantir que todos os venezuelanos aptos a votar possam exercer seu direito em qualquer eleição futura.
O Departamento de Estado dos EUA não respondeu prontamente a um pedido de comentário.
Anteriormente, Rubio havia manifestado a expectativa de que Machado apoiasse as negociações.
Em uma coletiva de imprensa em Caracas, Machado evitou responder a perguntas sobre declarações feitas por Trump — em janeiro, quando ele disse que ela não teria apoio suficiente para liderar a Venezuela de imediato; e nesta semana, quando sugeriu que a Venezuela poderia se tornar o 51º estado americano.
Há anos, Machado cultiva uma relação com Trump, tratando-o como um aliado.
A líder opositora acrescentou que viu com bons olhos o fato de Rodríguez — em declarações feitas mais cedo naquele dia — também ter defendido a realização de eleições.
Ela ressaltou que aqueles que auxiliarem o país em sua transição de volta à democracia precisarão de garantias. Machado defendeu a necessidade de um processo de justiça de transição, a criação de uma comissão da verdade e uma reestruturação das forças de segurança estatais.
Machado, de 59 anos, retornou à Venezuela no domingo (25), após várias tentativas frustradas ao longo deste ano. Ela foi impedida de concorrer na eleição de 2024, mas seu representante obteve uma vitória expressiva, segundo a contagem de votos apresentada pela oposição na ocasião. As instituições venezuelanas, contudo, apoiaram Maduro.
A Venezuela precisa de contratos transparentes, licitações abertas para projetos públicos e arbitragem internacional, a fim de garantir que tanto os investidores quanto o povo venezuelano obtenham o máximo proveito de futuros investimentos, afirmou Machado.
O governo interino de Rodríguez firmou acordos com diversas empresas interessadas nos setores de petróleo, gás e mineração, com o apoio dos Estados Unidos. Entre eles, destaca-se um acordo entre a norte-americana Blue Energy Partners e o governo dos EUA para a exportação da produção proveniente de 17 campos venezuelanos.
Machado declarou que o contrato da NABEP (Blue Energy Partners) — o qual ela não chegou a examinar — “evidentemente não reflete os níveis de transparência que a sociedade venezuelana deseja”, especialmente devido à figura do CEO da empresa, Alejandro Betancourt. Betancourt já foi alvo de investigações nos Estados Unidos, na Espanha e na Suíça — inclusive por lavagem de dinheiro —, embora nunca tenha sido formalmente denunciado.
“Quero enfatizar, para todos os investidores que hoje analisam a Venezuela, ou que entraram no país recentemente: todo contrato assinado legalmente será respeitado”, disse Machado, acrescentando que alguns contratos poderão ser “ajustados a novas condições que apresentaremos, as quais serão muito mais vantajosas”.
O país necessita de um acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional) para definir como administrará sua enorme carga de dívidas e atenderá às necessidades humanitárias urgentes, afirmou Machado.
Machado — que viveu na clandestinidade por mais de um ano antes de deixar o país, período durante o qual muitos de seus colaboradores próximos foram detidos — ressaltou que a libertação dos prisioneiros políticos é fundamental para a restauração da democracia.
Há anos, a oposição venezuelana e grupos de defesa dos direitos humanos denunciam que o governo utiliza detenções para suprimir a dissidência. O governo, por sua vez, nega a existência de prisioneiros políticos.
Segundo a organização jurídica Foro Penal, 322 prisioneiros políticos encontram-se encarcerados na Venezuela; mais da metade deles sequer foi condenada. Cerca de 11 mil pessoas estão submetidas a outras restrições, como a prisão domiciliar.
A Foro Penal tem como foco garantir “a destruição do aparato repressivo” — especialmente no que diz respeito à nova alta corte —, a libertação imediata e integral de presos políticos, a revogação de leis repressivas e a criação de uma eventual comissão da verdade, afirmou à Reuters, nesta semana, o vice-presidente da organização, Gonzalo Himiob.
Rodríguez declarou, ainda nesta quinta-feira, que mais de 9 mil pessoas foram libertadas ou tiveram restrições legais removidas no âmbito de uma lei de anistia limitada.
Na segunda-feira (26), Machado visitou seu advogado, Perkins Rocha, que foi detido após a votação de 2024 e mantido por 18 meses no Helicoide, em Caracas — local onde, segundo defensores e ex-detentos, ocorrem atos de tortura. Rocha permanece em prisão domiciliar e teve seu pedido de anistia rejeitado.
Entenda por que os EUA estão interessados no petróleo da Venezuela