❌

Normal view

As embalagens dos alimentos vão ficar cada vez mais pequenas

By: ZAP
23 October 2026 at 21:30
Supermercados do futuro deverão apostar em embalagens mais pequenas e em mais doses individuais. Há três culpados. Agregados familiares mais pequenos, aumento do custo de vida, mudanças nos hábitos alimentares. Todos vão trazer uma mudança: pacotes mais pequenos nas prateleiras dos supermercados. A conclusão é de um relatório da NielsenIQ, que conclui que os supermercados de 2035 poderão vender cada vez mais produtos em formatos reduzidos. As embalagens de grandes dimensões, mais associadas à poupança e ao consumo familiar, poderão perder protagonismo nos próximos anos. O relatório da empresa de análise de consumidores aponta para uma crescente procura de embalagens

Lufthansa escolhida para comprar parte da TAP: Miguel Pinto Luz explica o que vai mudar na companhia aérea portuguesa

23 October 2026 at 21:20

A TAP prepara-se para entrar numa nova fase da sua história, depois de o Governo português ter escolhido a Lufthansa para adquirir uma participação no capital da companhia aérea. A operação deverá permitir reforçar a presença internacional da transportadora, embora existam condições para garantir que a empresa mantém a sua identidade portuguesa e o aeroporto de Lisboa como principal centro de operações.

O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, explicou recentemente o que poderá mudar na companhia após a entrada do grupo alemão. Segundo o Notícias ao Minuto, o governante utilizou as redes sociais para destacar as perspetivas de crescimento da TAP, apontando para uma maior capacidade de expansão e para o reforço das ligações aéreas a partir de Portugal.

O que vai mudar na TAP com a chegada da Lufthansa?

Entre as principais alterações esperadas está o aumento da capacidade da TAP para competir no mercado internacional. Miguel Pinto Luz considera que a integração num grupo com a dimensão da Lufthansa poderá proporcionar novas oportunidades à transportadora portuguesa, nomeadamente no desenvolvimento da sua rede de destinos e no reforço das ligações existentes.

Segundo a mesma fonte, o ministro destacou três objetivos: aumentar a dimensão operacional, melhorar a conectividade e criar condições para o crescimento da companhia. O governante garantiu ainda que a identidade portuguesa será preservada, tal como a importância de Lisboa enquanto centro de operações, conhecido no setor da aviação como hub.

Grupo alemão apresenta proposta superior a mil milhões de euros

A proposta selecionada pelo Governo prevê um encaixe global de 1.201 milhões de euros, correspondente à alienação de até 49,9% do capital da TAP. Deste montante, 1.025 milhões dizem respeito à aquisição de 44,9% das ações pelo grupo alemão, enquanto os restantes valores incluem ajustamentos financeiros e a participação de 5% reservada aos trabalhadores.

A operação ainda depende da concretização de diferentes procedimentos contratuais. Nesta primeira fase, o Estado português deverá conservar uma participação maioritária de 50,1% na transportadora, pelo que a escolha da Lufthansa não significa que a companhia aérea tenha sido integralmente vendida ao grupo alemão.

Lufthansa terá de pagar um sinal que pode chegar aos 30 milhões

Uma das condições estabelecidas pelo Governo diz respeito ao pagamento inicial que a Lufthansa terá de efetuar antes da concretização da venda. O valor corresponde a 2,5% do montante oferecido pelas ações, podendo situar-se nos 25,6 milhões de euros ou aproximar-se dos 30 milhões, dependendo da parcela da proposta considerada para o cálculo.

Além deste pagamento, o grupo alemão terá de apresentar uma garantia bancária destinada a assegurar o montante remanescente da operação. O Governo pretende concluir a assinatura dos contratos até ao final de 2026, embora a concretização da transação dependa ainda dos procedimentos e autorizações necessários.

Quando ficará concluída a privatização da TAP?

Apesar de a Lufthansa já ter sido escolhida como parceira estratégica, a conclusão da operação não será imediata. Segundo o calendário apresentado pelo Executivo, a primeira fase da privatização deverá ficar concluída até ao início de 2028, estando ainda por cumprir diferentes etapas administrativas e contratuais.

O processo poderá também abrir caminho a uma segunda fase de privatização, embora essa possibilidade não faça parte da venda agora selecionada e dependa de decisões posteriores. Para já, as mudanças anunciadas por Miguel Pinto Luz traduzem os objetivos do Governo para a companhia, que pretende reforçar a sua capacidade de crescimento internacional, mantendo a marca TAP e a ligação estratégica a Portugal.

Leia também: Governo aprova novas regras de acesso aos terminais rodoviários após conflito em Sete Rios

41,5%: Portugal foi o país da UE onde os preços das casas mais subiram desde 2020

By: Lusa
23 October 2026 at 18:20
Subida foi de 81,9%, desde 2010. Constrói-se menos de um quarto do que no início do século, habitação social só atrás da Lituânia. Dois em três portugueses considera habitação uma prioridade para intervenção e a maioria vê custos da casa condicionarem outras despesas. Os preços da habitação em Portugal aumentaram 41,5% entre 2020 e 2025 e 81,9% desde 2010, respetivamente a maior e a terceira maior subidas da União Europeia, segundo o Pordata, da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS). De acordo com dados estatísticos compilados pela FFMS para um novo conteúdo intitulado “Factualmente”, cuja primeira edição reúne dados sobre

Guimarães: IPSS aumenta salário mínimo para 1.120 euros e reconhece que “ainda é pouco”

23 October 2026 at 18:48

O Centro Social de Guardizela, em Guimarães, anunciou hoje que vai aumentar o salário base dos seus trabalhadores de 1.050 euros para 1.120 euros.

Este valor está 200 euros acima do salário mínimo nacional (SMN) de 2026 e, em 2027, será previsivelmente 150 euros superior. Isto porque, de acordo com o Orçamento do Estado para 2027, o SMN será de 970 euros no próximo ano.

A IPSS, que conta com valências destinadas a crianças e idosos, considera que este “acréscimo ainda é pouco face ao excelente profissionalismo e dedicação diária” dos seus trabalhadores. Contudo, sublinha que é “um passo firme na sua valorização”.

“Este aumento representa um grande esforço financeiro, mas demonstra também uma gestão de excelência e um profundo respeito por todas as equipas que asseguram as valências da instituição”, refere o Centro Social de Guardizela, numa nota publicada nas redes sociais.

Fundado em 2005, o Centro Social de Guardizela dispõe de um lar, apoio domiciliário, centro de dia e universidade sénior. Para a comunidade infantil, conta com berçário, creche, pré-escolar, CATL e acompanhamento ao estudo.

O conteúdo Guimarães: IPSS aumenta salário mínimo para 1.120 euros e reconhece que “ainda é pouco” aparece primeiro em O MINHO.

Frusoal produz mais de 40.000 toneladas de fruta por ano no Algarve e assegura 220 empregos diretos

23 October 2026 at 18:40

Mais de 40.000 toneladas de fruta são produzidas anualmente por uma organização algarvia que reúne dezenas de agricultores e assegura centenas de postos de trabalho na região. Com uma atividade centrada sobretudo nos citrinos, a empresa comercializa grande parte da produção em Portugal, mas também está presente em vários mercados internacionais, incluindo países fora da Europa.

Trata-se da Frusoal, sediada em Vila Nova de Cacela, no concelho de Vila Real de Santo António, que reúne atualmente 65 produtores agrícolas. De acordo com o portal de notícias ECO, a organização registou um volume de negócios conjunto de 34,4 milhões de euros em 2025 e assegura 220 empregos diretos, aos quais se juntam outros 150 postos de trabalho indiretos associados às equipas de colheita.

Empresa reúne dezenas de produtores em 1.500 hectares

Fundada em 1990, a Frusoal desenvolve a sua atividade numa área agrícola de aproximadamente 1.500 hectares, apresentando-se como a maior organização de produtores de citrinos em Portugal. As laranjas, tangerinas e outros citrinos representam cerca de 80% da produção, embora a empresa tenha vindo a apostar noutras culturas para diversificar a sua oferta.

Segundo a mesma fonte, entre os produtos comercializados encontram-se também figos, dióspiros e abacates. A organização começou a desenvolver produção própria em 2007 e, dois anos depois, adquiriu a Tavifruta, uma operação que permitiu aumentar a capacidade de processamento e passar a utilizar um segundo armazém. Atualmente, a própria Frusoal é o maior produtor entre os seus associados.

Cerca de 75% da fruta é vendida em Portugal

A maior parte da produção destina-se ao mercado nacional, sobretudo através das principais cadeias de supermercados e hipermercados. Esta distribuição representa aproximadamente 75% do total comercializado, enquanto os restantes 25% seguem para mercados estrangeiros, permitindo à organização manter relações comerciais com compradores de diferentes países.

O ECO refere que Espanha, França, Alemanha, Reino Unido, Polónia e Suíça estão entre os destinos da fruta produzida pelos agricultores associados. Mais recentemente, a empresa começou também a vender para o Canadá e pretende alargar a presença internacional a Itália e aos países escandinavos, numa estratégia de expansão para novos mercados.

Frusoal investe mais de meio milhão de euros num laboratório

Além da produção e comercialização de fruta, a empresa decidiu reforçar a investigação agrícola através de um investimento de 515.000 euros. O montante foi destinado à criação do Laboratório Frusoal InovCitrus, apresentado esta sexta-feira, 23 de outubro, com o objetivo de desenvolver soluções para problemas que afetam os pomares algarvios.

O novo centro de investigação e desenvolvimento pretende estudar formas de combater pragas e doenças, encontrar utilizações alternativas para subprodutos agrícolas e melhorar as práticas de cultivo. João Duarte, diretor financeiro da Frusoal, explicou ao mesmo jornal que a intenção é aproximar o conhecimento científico das necessidades dos agricultores, procurando respostas que possam ser aplicadas diretamente nos terrenos de produção.

Praga detetada em Tavira será o primeiro alvo da investigação

Um dos primeiros desafios do laboratório será estudar o inseto Scirtothrips aurantii, conhecido como tripes sul-africano, que foi identificado pela primeira vez em Portugal em dezembro de 2022, no concelho de Tavira. A praga alimenta-se de partes das plantas em desenvolvimento, incluindo folhas, rebentos e frutos, podendo provocar danos que dificultam a comercialização da produção.

Segundo a publicação, em janeiro, a Direção-Geral da Alimentação e Veterinária contabilizava 106 zonas demarcadas no Algarve devido à presença deste inseto. O projeto de investigação decorrerá durante três anos, até 2028, e procurará compreender o comportamento da praga em pomares de laranjeiras, tangerineiras, limoeiros e limeiras. Os trabalhos contam com a colaboração do InnovPlantProtect e o apoio da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, incluindo ensaios em terrenos dos produtores associados e no Centro de Experimentação Agrária de Tavira.

Leia também: Governo aprova novas regras de acesso aos terminais rodoviários após conflito em Sete Rios

Brasil llega a la transición presidencial: crisis de endeudamiento y una economía que pierde impulso

23 October 2026 at 18:25
El próximo Gobierno brasileño heredará una economía marcada por un déficit fiscal cercano al 9,5% y una deuda pública que ronda el 83% del PIB y una inflación anual del 4,58%. Con las tasas de interés alrededor del 14% y el crecimiento económico desacelerándose, el saneamiento de las cuentas públicas será uno de los principales desafíos. A esto se suman la reforma tributaria prevista para 2027, los cambios laborales y la necesidad de reorientar las relaciones comerciales con Estados Unidos y las potencias del Sur Global.

Gas a +200% rispetto al pre guerra in Iran: inverno a rischio stangata sulle bollette

23 October 2026 at 18:19

Oltre tre volte tanto. Le quotazioni del gas sul mercato Ttf di Amsterdam hanno superato oggi i 93,5 euro al megawattora, contro i 30 di fine febbraio subito prima dell’inizio della guerra in Iran e della riduzione delle forniture attraverso lo Stretto di Hormuz. Fa +200%, a spanne. La corsa riporta l’energia – oltre al caro carburanti che ha scatenato le proteste di autotrasportatori e agricoltori – al centro delle preoccupazioni per l’inverno, quando riscaldamenti accesi e consumi di conseguenza più alti metteranno ulteriormente sotto pressione i bilanci di famiglie e imprese. Mentre il “tetto al prezzo del gas” che il governo Meloni rivendica di aver ottenuto dalla Ue non migliorerà la situazione.

Tornando ai prezzi, il paragone con la crisi del 2022, quando il gas arrivò a 311 euro al megawattora nell’agosto successivo all’invasione russa dell’Ucraina, a prima vista rassicura: oggi non va così male. Ma i prezzi attuali, pur molto sotto quel picco, sono comunque un problema per un continente che dipende ancora pesantemente dalle importazioni. E in particolare per un Paese, l’Italia, in cui il metano continua a pesare molto nella produzione di elettricità e dunque a determinarne il prezzo. Il nostro “mix energetico fortemente dipendente dalle fonti fossili“, annota l’Ufficio parlamentare di bilancio nella nota sulla congiuntura di ottobre, “contribuisce alla maggiore esposizione del nostro Paese alle oscillazioni delle quotazioni delle materie prime energetiche”. Rendendo più rapida, tra l’altro, la propagazione dei rincari dell’energia ai prezzi di beni e servizi, il che gonfia l’inflazione.

Sul fronte delle quantità disponibili, va detto, l’Italia arriva all’inverno con una buona copertura. È stato raggiunto con dieci giorni di anticipo rispetto all’avvio della stagione invernale l’obiettivo del 90% di riempimento degli stoccaggi a fronte di una media europea del 74,5%, con la Germania al 61%. Ma se le riserve allontanano il rischio di una carenza immediata e permettono di affrontare con maggiore sicurezza l’aumento dei consumi, non congelano i prezzi: il gas stoccato viene progressivamente utilizzato e le nuove forniture risentono delle quotazioni internazionali. Se il Ttf resterà vicino ai 90-100 euro, le bollette seguiranno, ovviamente con effetti che dipenderanno anche dai contratti di fornitura e dai tempi di aggiornamento delle tariffe.

La settimana scorsa Facile.it ha stimato che, con le attuali tariffe del mercato libero a prezzo bloccato, il costo medio per riscaldare casa in inverno potrebbe arrivare a 1.016 euro: il 26% in più rispetto al 2025 a parità di consumi. Per chi ha invece un contratto indicizzato, il comparatore aveva previsto a fine agosto una spesa di 709 euro per il gas nel periodo settembre-dicembre, il 43% in più rispetto allo stesso periodo del 2025. Ma da allora il Psv, il prezzo di riferimento del gas all’ingrosso in Italia, è salito fino a 0,99 euro al metro cubo. Aggiornando la stima, l’esborso sale a 750-780 euro, con un aumento annuo superiore al 50%.

È in questo contesto che il governo il 16 ottobre ha presentato come un ottimo risultato l’intesa preliminare con Bruxelles per mettere un tetto al costo del gas utilizzato nelle centrali elettriche. La soglia indicativa è di 59-60 euro al megawattora, contro i 40 euro inizialmente richiesti da Roma che puntava a ottenere il risultato rimborsando ai produttori di elettricità i soldi pagati per le quote europee di emissione. La Commissione ha detto no e alla fine l’accordo è che l’Italia riscriverà il decreto Bollette della scorsa primavera, finora inapplicato, prevedendo un meccanismo di compensazione dei maggiori costi di approvvigionamento dei produttori termoelettrici. L’obiettivo è abbassare il prezzo all’ingrosso della corrente, che in Italia viene fissato in base al costo di produzione negli impianti alimentati a metano. Ma la misura non riguarda il riscaldamento domestico. Non solo: non garantisce uno sconto uniforme a tutti i consumatori: andrà a beneficio, nel 2027, solo di quelli che hanno un contratto a prezzo variabile. I quali peraltro saranno chiamati a coprire i costi del meccanismo attraverso oneri in bolletta.

L'articolo Gas a +200% rispetto al pre guerra in Iran: inverno a rischio stangata sulle bollette proviene da Il Fatto Quotidiano.

Já vão 16: Primark vai abrir mais uma loja em Portugal e com mais de 3 mil metros quadrados

23 October 2026 at 18:10

Uma nova megaloja da Primark está prestes a abrir portas em Portugal, mesmo a tempo das compras de Natal. A conhecida cadeia de moda anunciou a inauguração de um espaço comercial com mais de 3 mil metros quadrados, reforçando a sua presença no mercado português.

A abertura está marcada para 19 de novembro de 2026, no GaiaShopping, em Vila Nova de Gaia, e será a primeira loja da marca neste concelho.

Segundo a Marketeer, a nova unidade será a 16.ª loja da Primark em Portugal e faz parte de um plano de expansão que representa um investimento de 45 milhões de euros no mercado nacional.

Nova Primark terá mais de 3 mil metros quadrados

A loja ficará instalada num único piso do GaiaShopping e contará com uma área comercial superior a 3 mil metros quadrados.

Os consumidores poderão encontrar uma vasta seleção de artigos de moda para diferentes idades, produtos de beleza, acessórios, decoração para a casa e outros artigos essenciais para o dia a dia.

A oferta incluirá também as coleções de outono e inverno, numa altura em que muitos portugueses começam a preparar as compras para a época natalícia.

A inauguração acontece precisamente algumas semanas antes do Natal, permitindo aos consumidores da região conhecer o novo espaço durante um dos períodos de maior movimento comercial do ano.

Primark reforça presença na região do Grande Porto

Com esta abertura, a cadeia de moda passa a contar com três lojas na região do Grande Porto.

Atualmente, a marca já está presente no NorteShopping, em Matosinhos, e no Parque Nascente, em Gondomar.

A chegada ao GaiaShopping permitirá reforçar a cobertura comercial da empresa e aproximar a oferta dos consumidores de Vila Nova de Gaia e dos concelhos vizinhos.

Nelson Ribeiro, responsável de vendas da Primark em Portugal e Espanha, considera que a abertura representa um marco importante para a empresa.

Segundo o responsável, citado em comunicado divulgado pela marca, o objetivo passa por aproximar a Primark dos consumidores de Gaia e das restantes localidades da região.

Investimento de 45 milhões de euros em Portugal

A nova loja integra o plano de investimento de 45 milhões de euros anunciado pela Primark para o mercado português.

A estratégia passa por continuar a expandir a rede comercial da marca, apostando em novas localizações e reforçando a presença em regiões onde já existe procura pelos seus produtos.

Com a inauguração de Vila Nova de Gaia, a Primark passa a contar com 16 estabelecimentos em território nacional.

A abertura está confirmada para quinta-feira, 19 de novembro, permitindo aos consumidores visitar a nova megaloja antes do início da época de compras de Natal.

Leia também: Tavira lança concurso para exploração de sete lojas em mercados municipais com valores a partir de 250 euros

Abel Mateus defende que o Estado não pode renovar licenças de telecomunicações com objetivo de maximizar receitas e critica relatório Draghi

23 October 2026 at 17:34

Antigo presidente da Autoridade da Concorrência defende um maior debate em tornou da cedência aos privados de licenças de espectro de comunicações. Considera que se trata de um bem público escasso e que não deve ser visada apenas a maximização das receitas. Critica relatório Draghi que sugeriu prazos de validade alargados ou ilimitados para as licenças de rede móvel

Portugueses ‘correm’ atrás dos Certificados de Aforro: há 2 anos que as poupanças aumentam todos os meses

23 October 2026 at 16:50

As famílias portuguesas continuam a reforçar as poupanças aplicadas em Certificados de Aforro, um produto de dívida pública que registou aumentos mensais durante dois anos consecutivos. A procura ultrapassou as expectativas do Governo, que decidiu aumentar em seis mil milhões de euros o limite de emissão de certificados previsto para 2026, permitindo acomodar um volume superior de subscrições até ao final do ano.

O montante aplicado em Certificados de Aforro atingiu 45.391 milhões de euros no final de setembro, o valor mais elevado desde o início da série estatística do Banco de Portugal. Segundo o Jornal de Negócios, os dados divulgados na quinta-feira, 22 de outubro, mostram um crescimento de aproximadamente 787 milhões de euros face a agosto, prolongando uma tendência de subida que já dura há 24 meses.

Governo aumenta limite de emissão em seis mil milhões de euros

A procura pelos produtos de poupança do Estado levou o Ministério das Finanças a rever os valores inicialmente estabelecidos para este ano. O limite conjunto de emissão de Certificados de Aforro e Certificados do Tesouro, anteriormente fixado em 10 mil milhões de euros, foi aumentado para 16 mil milhões, através de uma alteração publicada esta sexta-feira, 23 de outubro, em Diário da República.

Segundo a mesma fonte, o Executivo justifica a decisão com o interesse demonstrado pelos particulares, que tem ultrapassado as previsões elaboradas no início de 2026. A revisão também considera a procura pela nova série de Certificados do Tesouro, disponibilizada em julho, embora este produto continue a apresentar um saldo negativo entre o dinheiro aplicado e os montantes retirados pelos aforradores.

Portugueses já têm mais de 45 mil milhões de euros aplicados

Os Certificados de Aforro continuam a destacar-se entre os produtos de poupança disponibilizados pelo Estado. Só nos primeiros nove meses de 2026, o valor acumulado nestes instrumentos aumentou cerca de 5,2 mil milhões de euros, refletindo a continuidade do interesse das famílias por uma aplicação financeira com capital garantido pelo Estado.

A evolução está também relacionada com a remuneração oferecida pelos certificados, cuja taxa-base acompanha a Euribor a três meses. Esta voltou a atingir o limite máximo de 2,5% na série atualmente comercializada, a que podem acrescer prémios de permanência. Contudo, importa distinguir o aumento do valor total aplicado de novas subscrições, uma vez que a evolução do montante acumulado também pode refletir juros capitalizados.

Certificados do Tesouro seguem caminho contrário

Apesar do crescimento dos Certificados de Aforro, os Certificados do Tesouro continuam a perder dinheiro aplicado pelos particulares. No final de setembro, o montante existente nestes produtos situava-se nos 6.330,95 milhões de euros, menos 110,4 milhões do que no mês anterior. Considerando os primeiros nove meses do ano, a redução acumulada aproxima-se dos 1,4 mil milhões de euros.

O Jornal de Negócios acrescenta que a tendência de diminuição se mantém desde novembro de 2021, não tendo sido invertida pela chegada da nova série de Certificados do Tesouro, em julho. Esta modalidade apresenta taxas de juro fixas, que aumentam ao longo do prazo do investimento, mas as subscrições realizadas continuam a ser insuficientes para compensar os resgates e os títulos que chegam ao vencimento.

Poupanças das famílias ultrapassam os 51 mil milhões de euros

Apesar dos resultados distintos, o conjunto dos dois produtos de poupança do Estado continua a crescer. No final de setembro, os portugueses tinham aproximadamente 51.722 milhões de euros aplicados em Certificados de aforro e do Tesouro, mais 676,5 milhões do que em agosto. O crescimento foi assegurado pelos Certificados de Aforro, que compensaram a diminuição registada no outro instrumento.

Os dados mostram ainda que os Certificados de Aforro representam a maior parte das aplicações das famílias nestas duas modalidades. Ao contrário dos Certificados do Tesouro, que oferecem uma remuneração definida para diferentes períodos, os Certificados de Aforro apresentam uma componente variável, associada à evolução das taxas de juro de referência, além dos prémios de permanência previstos nas condições de cada série.

Revisão também abrange outros instrumentos de dívida pública

A alteração aprovada pelo Governo não se limita aos certificados destinados às famílias. O limite de emissão de outra dívida pública fundada aumenta de 32 mil milhões para 36,5 mil milhões de euros, numa decisão relacionada com as disponibilidades financeiras existentes em várias entidades do setor público e com a possibilidade de utilização de certificados especiais de dívida de curto prazo.

Em contrapartida, foram reduzidos os limites de emissão de obrigações do Tesouro, de 35 mil milhões para 27,5 mil milhões de euros, e de bilhetes do Tesouro, de 18 mil milhões para 15 mil milhões. Estas alterações dizem respeito à gestão do financiamento do Estado e não modificam, por si só, as condições de remuneração dos certificados já subscritos pelas famílias portuguesas.

Leia também: Governo aprova novas regras de acesso aos terminais rodoviários após conflito em Sete Rios

Frusoal investe 515 mil euros em laboratório para proteger citrinos do Algarve

23 October 2026 at 16:40

A Frusoal apresentou esta sexta-feira, 23 de outubro, em Tavira, o Laboratório Frusoal InovCitrus, um investimento de 515 mil euros dedicado à investigação na cultura dos citrinos. O primeiro projeto centra-se no estudo de uma praga originária da África do Sul que ameaça os pomares algarvios.

A investigação, prevista para o triénio 2026-2028, procurará compreender o ciclo de vida e a evolução das populações de Scirtothrips aurantii, conhecido como tripes dos citrinos da África do Sul. O objetivo é produzir conhecimento que permita desenvolver estratégias de proteção mais eficazes e sustentáveis para os produtores.

“Há três anos que a citricultura algarvia convive com uma praga sobre a qual sabemos ainda muito pouco. O InovCitrus nasce para transformar essa falta de conhecimento em decisões práticas e eficazes para os nossos produtores”, afirma Tomás Magalhães, técnico responsável pelo primeiro projeto do laboratório, na nota de imprensa enviada ao POSTAL.

Crédito: POSTAL | HDF

Praga detetada pela primeira vez em Tavira

Segundo a informação divulgada pela Frusoal, o Scirtothrips aurantii foi detetado pela primeira vez em Portugal em dezembro de 2022, no concelho de Tavira, e está classificado como praga de quarentena na União Europeia.

Em janeiro de 2026, os dados da DGAV citados no comunicado apontavam para 106 zonas demarcadas no Algarve para esta espécie, cinco para Scirtothrips dorsalis e duas com a presença de ambas.

O inseto alimenta-se de tecidos jovens, incluindo rebentos, folhas e frutos em desenvolvimento, provocando cicatrizes na superfície dos frutos, junto ao pedúnculo. Embora os danos sejam essencialmente estéticos, podem impedir a sua comercialização em fresco.

A Frusoal refere prejuízos económicos que podem ultrapassar os 50%, comparando-os com valores habituais na ordem dos 20%, particularmente na lima e no limão. O comunicado não especifica a base de cálculo destas percentagens.

A identificação do inseto exige equipamentos de elevada ampliação: os ovos medem menos de 0,2 milímetros e os adultos cerca de um milímetro. A organização sublinha ainda a escassez de literatura científica sobre a espécie no contexto europeu.

Pedro Madeira, sócio-gerente da Frusoal. Crédito: Frusoal

Investigação acompanha laranja, tangerina, limão e lima

O projeto “Determinação da Fenologia e Ciclo de Vida dos Tripes em Pomares de Citrinos do Algarve” vai acompanhar a dinâmica populacional da praga em pomares de laranja, tangerina, limão e lima.

A análise terá em conta as fases de desenvolvimento das culturas, as condições do solo e do clima, as plantas infestantes presentes nos pomares e os usos dos terrenos adjacentes.

O trabalho será desenvolvido em colaboração com o InnovPlantProtect, entidade especializada em entomologia agrícola, e com o apoio do Centro de Experimentação Agrária de Tavira, da CCDR Algarve. A coordenação cabe à equipa técnica da Frusoal.

As atividades decorrerão em pomares da organização e dos seus associados, bem como em campos do Centro de Experimentação Agrária de Tavira. O conhecimento produzido será divulgado em ações a agendar ao longo dos três anos.

Laboratório pretende ir além do estudo de pragas

A investigação integra o objetivo de investigação e desenvolvimento do 9.º Programa Operacional da Frusoal, para 2026-2028, enquadrando-se nas prioridades de investimento em I&D do PEPAC, segundo a organização.

Além das pragas e doenças, o laboratório pretende estudar novos aproveitamentos para subprodutos e métodos de cultivo que contribuam para uma agricultura mais sustentável.

“Queremos um laboratório com os pés nos pomares: que trabalhe de perto com o sistema científico regional e nacional, mas sempre com uma visão prática, orientada para quem produz”, afirma João Duarte, diretor financeiro da Frusoal.

“A nossa ambição é afirmar o Frusoal InovCitrus como referência de conhecimento para a agricultura algarvia e a citricultura nacional”, acrescenta.

Crédito: Frusoal
Créditos: Frusoal

Leia também: Tavira celebra 100 anos do Posto Agrário com fórum dedicado às raças autóctones do Algarve

Frusoal apresenta laboratório de 515 mil euros dedicado à investigação dos citrinos

23 October 2026 at 16:20

Novo centro de I&D dedicado à citricultura arranca com o estudo do ciclo de vida do inseto tripes dos citrinos da África do Sul, praga que já conta com 106 zonas demarcadas no Algarve.

O conteúdo Frusoal apresenta laboratório de 515 mil euros dedicado à investigação dos citrinos aparece primeiro em Barlavento.

Digi admite sair de Portugal se não tiver condições para concorrer e apela a Anacom que reconsidere prorrogação automática das licenças

23 October 2026 at 16:33

Operador lamenta que a ANACOM esteja a reverter políticas que o fizeram investir em Portugal há quatro anos e apela ao regulador que reconsidere a decisão de prorrogar os direitos de espectro em nome da concorrência leal no mercado. Estudo liderado por Abel Mateus estima perda de 3,5 mil milhões de euros em 15 anos caso a Digi saia de Portugal

Frusoal apresenta laboratório InovCitrus em Tavira

23 October 2026 at 16:14

A apresentação do laboratório Frusoal InovCitrus está a decorrer esta sexta-feira, 23 de outubro, na Tavifruta, em Tavira. A iniciativa reúne no programa o projeto de investigação e desenvolvimento InovCitrus, o estudo dos tripes e a apresentação de uma plataforma webGIS.

De acordo com o programa enviado ao POSTAL, a sessão de abertura, marcada para as 16h00, contempla intervenções de Pedro Madeira, sócio-gerente da Frusoal, e de Fernando Severino, vice-presidente da CCDR Algarve.

Organização de produtores e investigação no programa

A evolução da Frusoal enquanto organização de produtores e o papel dos programas operacionais são os temas da apresentação a cargo de João Duarte, diretor financeiro da empresa. Esta intervenção inclui também o projeto de investigação e desenvolvimento InovCitrus.

O programa dedica o momento seguinte ao estudo dos tripes. Tomás Magalhães, técnico da Frusoal InovCitrus, tem a seu cargo a apresentação do enquadramento, do método de análise e dos objetivos deste trabalho.

A agenda combina, assim, uma abordagem ao percurso da organização de produtores com a divulgação do projeto e de uma das suas áreas de estudo.

Plataforma webGIS e encerramento institucional

A apresentação da plataforma webGIS está prevista para as 16h45, numa intervenção de Ilaria Marengo, da InnovPlantProtect.

O encerramento encontra-se agendado para as 17h00, com intervenções previstas de José Aplonário, presidente da CCDR Algarve, e de Ana Paula Martins, presidente da Câmara Municipal de Tavira.

Leia também: Frusoal lança centro de I&D para a citricultura e avança com estudo sobre praga nos pomares do Algarve

Caro carburante, i limiti e le trappole del decreto-spot di Meloni. Lo sconto di 45 centesimi sul gasolio per gli agricoltori? È teoria

23 October 2026 at 16:13

Il consiglio dei Ministri ha varato d’urgenza un decreto legge per il caro carburante, promettendo agli agricoltori 60 milioni di euro per un contributo a fondo perduto sul costo del gasolio, mentre il ministro Francesco Lollobrigida dice che “ci sono studenti, agricoltori e autotrasportatori perbene utilizzati come massa critica per iniziative illegali che non possono essere tollerate”, parlando di “tenuta sociale ed economica del Paese”. Ma da una lettura del testo dell’esecutivo (che dovrà poi essere convertito in legge) emergono diverse zone d’ombra che rischiano di svuotare quello che dovrebbe essere un aiuto per moltissime aziende. Per loro, infatti, quei soldi non sono disponibili automaticamente. Oltre al fatto che nel decreto non c’è neppure l’ombra di interventi strutturali sulla filiera. Gli agricoltori, infatti, denunciano da anni un problema sistemico: i costi (non solo quelli legati ai carburanti, ma in genere alle produzioni e anche ai fertilizzanti) sono esplosi, mentre i prezzi dei prodotti pagati ai campi rimangono troppo bassi, spesso inferiori ai costi stessi di raccolta. E questo, a dire il vero, è un problema precedente agli ultimi conflitti, come raccontato a più riprese da ilfattoquotidiano.it. Detto, quindi, che il decreto non affronta il divario tra i ricavi della grande distribuzione e le perdite dei produttori, è legittimo qualche dubbio sulla capacità di tamponare anche la sola emergenza del carburante. Eppure per Coldiretti il decreto “è un segnale concreto di attenzione verso un settore strategico per il Paese” e le risorse “rappresentano un sostegno fondamentale per le imprese”.

La misura varata per gli agricoltori e quei 45 centesimi (solo teorici)

“Stanziamo 60 milioni di euro per un contributo a fondo perduto sul costo del gasolio agricolo che, nei fatti, si tradurrà in uno sconto fino a 45 centesimi al litro per oltre 120 milioni di litri” ha dichiarato la presidente del Consiglio, Giorgia Meloni, in un video pubblicato al termine del Consiglio dei ministri. Ma quei 45 centesimi al litro di sconto sono ‘teorici’. Ed è qui che è servita la prima trappola: la verità è che non si sa a chi andranno quei soldi e chi saranno i beneficiari. La cifra reale emersa dal testo è di 121 milioni di litri complessivi e si tratta del tetto massimo di carburante complessivo che lo Stato può sussidiare con quei 60 milioni. Quindi il governo dichiara sì un aiuto “fino a 45 centesimi al litro”, ma può farlo su “121 milioni di litri”. Se le richieste delle aziende agricole supereranno complessivamente quella cubatura nel periodo coperto, il contributo reale per singolo litro verrà rimodulato al ribasso. Dai 45 centesimi si dovrà man mano scendere. Brutta notizia: la misura deve coprire i costi sostenuti tra il 1 giugno e il 15 ottobre 2026. Un intervallo di tempo che coincide esattamente con la stagione dei raccolti e della lavorazione intensiva del terreno (da giugno a settembre), ossia il periodo in cui i consumi di gasolio agricolo toccano i massimi annuali in Italia.

Confagricoltura Emilia-Romagna: “Distanza tra risorse e fabbisogno”

Tanto per avere un’idea, in Italia si consumano mediamente circa tra i 2,2 e i 2,5 miliardi di litri di gasolio agricolo all’anno. Solo nel periodo di quattro mesi e mezzo preso in esame, i consumi stimati del settore superano ampiamente il miliardo di litri. Lo sanno bene al ministero dell’Ambiente e della Sicurezza energetica che, insieme alle Regioni, gestisce l’anagrafe degli utenti dei carburanti agevolati tramite i registri Uma (Utenti Motori Agricoli). E lo sa bene Confagricoltura. “Il periodo interessato dalla misura coincide, per numerose produzioni agricole, con alcune delle operazioni più impegnative dal punto di vista energetico: dalla raccolta dei cereali alle lavorazioni del terreno, fino alle attività legate alle colture estive e alle semine autunnali” fa notare il Consiglio direttivo di Confagricoltura Emilia-Romagna, riunitosi sotto la presidenza di Marcello Bonvicini. Si aggiungono, poi, i consumi di carburante legati all’irrigazione “particolarmente rilevanti quest’anno a causa della siccità e delle temperature eccezionalmente elevate che hanno interessato l’Emilia-Romagna e numerose altre aree del Paese, rendendo necessari interventi irrigui più frequenti e prolungati per salvaguardare le produzioni agricole”. Numeri che evidenziano “una distanza significativa tra le risorse disponibili e il fabbisogno delle imprese. Non si tratta di mettere in discussione la necessità dell’intervento – spiega il Consiglio direttivo di Confagricoltura Emilia-Romagna – ma di essere consapevoli che un sostegno di questa entità, pur utile, può incidere soltanto in misura limitata sui costi sostenuti dalle aziende”.

La trappola del 20 per cento

Di fatto, c’è un altro problema: il contributo può arrivare al massimo al 20% della spesa ammessa, ossia di quanto è stato pagato. Perché quel 20% arrivi a valere 45 centesimi, l’agricoltore in questione dovrebbe aver pagato il gasolio 2,25 euro al litro, ma in Italia – nonostante i rincari – gli agricoltori lo hanno pagato al massimo tra 1,50 e 1,70 euro al litro. Nel primo caso, il 20% corrisponde a 30 centesimi e non ai 45 massimi. Morale: il tetto massimo del 20% impedirà comunque di raggiungere i 45 centesimi, indipendentemente dai fondi totali. A quel punto entra in gioco l’effetto scala: le grandi aziende possiedono ampie estensioni di terreno, macchinari pesanti e flotte di trattori che consumano decine di migliaia di litri di gasolio all’anno. Moltiplicando anche solo 30 centesimi per volumi enormi, il contributo finale ottenuto in termini assoluti resta comunque significativo sul bilancio aziendale. Ma per un agricoltore piccolo è un’altra storia. Se lo sconto reale scende a 30 centesimi al litro a causa del tetto del 20%, su poche centinaia o migliaia di litri il risparmio totale monetario diventa irrilevante. Il contributo, tra l’altro, spetta solo per gli acquisti effettuati dal 1 giugno al 15 ottobre, quindi le aziende agricole già in crisi di liquidità, che hanno dovuto ridurre le lavorazioni o comprare il minimo indispensabile, riceveranno solo una piccola parte di quanto annunciato.

Tempistica e burocrazia

Il decreto affida la gestione e l’erogazione dei flussi ad Agea, l’Agenzia per le erogazioni in agricoltura, che ha cinque giorni dall’entrata in vigore del provvedimento per definire modalità e termini di trasmissione della documentazione e pagamenti diretti nei trenta giorni successivi. Storicamente, i portali telematici agricoli subiscono forti rallentamenti in queste occasioni, rischiando di creare un collo di bottiglia per i Centri di Assistenza Agricola (CAA) che devono caricare le fatture e i piccoli produttori che non hanno canali di acquisto tracciabili massivi o che faticano a produrre tempestivamente la documentazione rischiano di rimanere esclusi o di subire i ritardi peggiori. Il Consiglio direttivo di Confagricoltura Emilia-Romagna richiama l’attenzione sull’importanza delle modalità di attuazione degli interventi: “L’esperienza degli anni passati, in particolare per alcuni crediti d’imposta, ha evidenziato come finestre temporali eccessivamente ristrette e vincoli nell’utilizzo delle agevolazioni possano limitarne sensibilmente l’efficacia, impedendo alle imprese di sfruttare pienamente i benefici previsti”. Anche per il credito d’imposta sul carburante agricolo riconosciuto nel 2026, la normativa stabilisce il termine del 31 dicembre per l’utilizzo in compensazione. Una scadenza che “rischia di penalizzare le imprese che non dispongono, nel periodo previsto, di sufficienti debiti fiscali e contributivi da compensare. Non basta stanziare risorse: occorre creare le condizioni perché arrivino realmente alle imprese”.

L'articolo Caro carburante, i limiti e le trappole del decreto-spot di Meloni. Lo sconto di 45 centesimi sul gasolio per gli agricoltori? È teoria proviene da Il Fatto Quotidiano.

Terminal Portuário de Setúbal tem uma nova grua com alcance de 40 metros

23 October 2026 at 14:50

Um guindaste móvel portuário versátil e de alto desempenho

O Terminal Portuário da SAPEC, no Porto de Setúbal, recebeu uma nova grua portuária móvel Liebherr LHM 280, um investimento que permitirá reforçar a capacidade operacional e a eficiência na movimentação de mercadorias.

De acordo com informação do Porto de Setúbal, a grua tem uma capacidade máxima de elevação de 84 toneladas e um alcance de 40 metros, pelo que o novo equipamento apresenta características que permitem a movimentação de vários tipos de carga, proporcionando maior versatilidade às operações portuárias em contentores, carga geral, granéis e cargas pesadas.

Importa referir que esta aquisição “integra os investimentos associados à prorrogação da concessão do Terminal de Granéis Sólidos da SAPEC e constitui um passo importante na modernização desta infraestrutura”, ao mesmo tempo que contribui para a melhoria das condições operacionais do Porto e para a criação de novas oportunidades de negócio.

“30 dias, 30 denúncias de publicidade não identificada por influencers”

23 October 2026 at 14:59

CONSULTÓRIO DO CONSUMIDOR / DECO

“30 dias, 30 denúncias de publicidade não identificada por influencers”

A DECO INFORMA… 

Como a DECO já havia denunciado há pouco mais de um ano , apesar do marketing de influência dominar o ambiente digital e estar cada vez mais profissionalizado, é reduzido o número de influencers que identifica corretamente a natureza comercial dos conteúdos que publica e rara a utilização das etiquetas de “parceria remunerada” disponibilizadas pelas plataformas digitais de forma a tornar claro que se trata de um anúncio.

O exercício realizado pela DECO demonstra como o scroll nas redes sociais está carregado de conteúdos comerciais de influencers que preferem apresentar os conteúdos como sugestões desinteressadas e experiências pessoais e que exploram, cada vez mais, setores e produtos que trazem outro tipo de complexidade e de potenciais danos.

Entre publicidade mais banal a hotéis, marcas de roupa e cosméticos, com códigos de desconto e sorteios à mistura, está cada vez mais presente também a publicidade não identificada a suplementos alimentares, sem a sua identificação enquanto tal e a procedimentos estéticos, incluindo aplicação de injetáveis como botox.

A grande maioria das denúncias está a ser encaminhada para a Direção Geral do Consumidor, Comércio e Serviços – DGC, mas também a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica – ASAE e a Entidade Reguladora da Saúde – ERS receberam denúncias no seu âmbito de competências.

A DECO vê com preocupação que a natureza comercial dos conteúdos continue de forma reiterada a não ser identificada e que as publicações de influenciadores cada vez mais explorem áreas como a saúde e alimentação e promovam a publicidade a produtos e serviços potencialmente mais problemáticos a diferentes níveis.

Defende, por isso, mais fiscalização e que produtos e serviços que trazem maiores riscos exigem regras mais apertadas, apelando à introdução de um conjunto de restrições que melhor proteja os consumidores nos canais digitais e não só.

Para mais informação ou denúncias, contacte a equipa da DECO através de deco@deco.pt, whatsapp  966 449 110 ou 21 371 02 00.

Leia também: “O que influencia as escolhas dos consumidores, como planeiam as compras e que fatores determinam a escolha das lojas e dos produtos?”

❌