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Lixo do teatro transformado em miniaturas mágicas

23 October 2026 at 06:02
Do desenho em AutoCAD a sete testes para criar uma tempestade em miniatura, a cenógrafa revela como reciclou antigos filtros e cartazes do Teatro Viriato para construir a maquete.

O caderno secreto que revela os bastidores do teatro

22 October 2026 at 06:01
Um caderno gigante com a silhueta do Teatro Viriato desmistifica o processo artístico de Ângela Rocha, expondo dúvidas, ensaios e parcerias locais até à grande maquete comemorativa.

Artista de Nagoselo do Douro dá vida à pintura com vinho  

21 October 2026 at 12:19

VTM

Natural de Nagoselo do Douro, no concelho de São João da Pesqueira, Eugénia Sousa é uma jovem artista que tem vindo a desenvolver um percurso criativo marcado pela versatilidade técnica, pelo rigor do detalhe e pela expressão artística. Aos 29 anos, encontra na pintura uma forma de explorar diferentes linguagens visuais, dando vida a rostos, figuras e elementos da natureza através de uma abordagem que privilegia o realismo.

O seu trabalho distingue-se pela capacidade de experimentar diferentes técnicas e materiais, procurando novas formas de expressão e explorando as potencialidades de cada suporte. Entre as suas experiências artísticas encontra-se a pintura com vinho, uma abordagem particularmente interessante pela ligação entre a criação artística e um dos produtos mais emblemáticos da região do Douro.

Nesta técnica, Eugénia Sousa utiliza diferentes castas e as tonalidades naturais que cada uma oferece, transformando as características cromáticas do vinho em matéria de criação. Uma forma original de cruzar arte, experimentação e identidade regional, valorizando também a riqueza de um território profundamente associado à cultura vitivinícola.

A sua expressão artística estende-se igualmente à pintura de murais, demonstrando uma abertura a diferentes escalas e contextos de intervenção. Neste âmbito, Eugénia Sousa participou nas duas últimas edições do Douro Street Art, realizadas no concelho de São João da Pesqueira. A presença da artista neste festival, que promove a criação artística e a valorização da identidade local através da arte urbana, constitui mais um testemunho do dinamismo criativo do concelho e da afirmação de talentos que, a partir das suas raízes, contribuem para enriquecer a paisagem cultural do Douro.

Ainda assim, uma parte significativa da sua produção centra-se na criação de retratos, trabalhos nos quais procura captar os traços, as expressões e os pormenores que tornam cada representação única.

Em muitas das suas composições, os rostos e as figuras surgem associados a elementos naturais, como flores e folhas, criando uma ligação entre a figura humana e a natureza. Esta combinação acrescenta dimensão estética e personalidade às obras, revelando uma abordagem criativa que alia a atenção ao detalhe à sensibilidade na composição.

Entre o realismo dos retratos, a experimentação com materiais e a intervenção em murais, o percurso de Eugénia Sousa evidencia a diversidade de possibilidades que a pintura oferece enquanto forma de expressão individual.

Através do seu trabalho, a artista leva também o nome de Nagoselo do Douro e do concelho de São João da Pesqueira para o universo da criação artística, contribuindo para dar visibilidade ao talento local e à diversidade de percursos criativos que existem no território.

 

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5.000 chaves secretas enviadas pelo correio em Viseu

21 October 2026 at 06:01
Ângela Rocha comemora os 25 anos do Teatro Viriato distribuindo chaves mestras pelas casas da cidade para abrir 25 janelas interativas de uma maquete dedicada às profissões do teatro.

Plantas de vassoura e grés negro no fim de uma exposição

20 October 2026 at 06:02
Encerrando o percurso pelas obras de Liliana Velho no Teatro Viriato, plantas de braceijo e grés negro simbolizam o renascimento e a coesão, num convite para acompanhar a evolução da exposição.

Barro vermelho do Alentejo esconde um segredo em Viseu

19 October 2026 at 06:02
Moldado em barro vermelho de Vendas Novas, um coração desintegra-se na parede. A artista explora o simbolismo do amor e da perda através de formas abstratas que nascem da ação do tempo no campo.

Biblioteca Municipal de Loulé promove um sábado cheio de música, criatividade e histórias em família

17 October 2026 at 07:06

A Biblioteca Municipal de Loulé e o seu polo de Quarteira recebem, no próximo sábado, dia 17, um conjunto de atividades dirigidas aos mais novos e às suas famílias, com propostas que aliam a música, a expressão artística e a leitura, promovendo o desenvolvimento infantil e o gosto pelos livros desde a primeira infância.

O programa inclui sessões de sensibilização musical para bebés e crianças, um atelier de pintura inspirado na obra do autor e ilustrador francês Hervé Tullet e duas iniciativas dedicadas à partilha de histórias em família.

A manhã começa com a atividade “Pequenos sons, grandes sorrisos”, dinamizada por Ricardo Jorge, com sessões às 10h00, para bebés dos 0 aos 30 meses, e às 11h00, para crianças dos 2 anos e meio aos 5 anos. Ambas decorrem na Biblioteca Municipal de Loulé e destinam-se a crianças acompanhadas por um adulto.

A experiência musical assume um papel importante no desenvolvimento infantil, sobretudo nos primeiros anos de vida. Através de conteúdos adequados, do contacto com diferentes estímulos sonoros e da exploração sensorial, os bebés e as crianças são convidados a observar, imitar e experimentar, desenvolvendo capacidades físicas, cognitivas, sociais e emocionais.

Cada sessão tem uma duração aproximada de 40 minutos, sendo permitida a participação de cada bebé ou criança numa única sessão por professor.

Também na manhã de sábado, às 10h30, a Biblioteca Municipal de Loulé acolhe um atelier de pintura inspirado na obra de Hervé Tullet, dinamizado por Joana Charneco.

Pensada para crianças dos 4 aos 10 anos, acompanhadas por um adulto, esta atividade propõe uma experiência artística livre, divertida e interativa. A partir de algumas das obras do autor e ilustrador francês, os participantes são convidados a explorar cores, formas e movimentos, através da pintura e do desenho, contribuindo para a criação de uma grande obra coletiva.

Num ambiente onde não há respostas certas ou erradas, o atelier pretende estimular a imaginação, a experimentação e a criatividade, valorizando a expressão individual e a criação em conjunto.

A tarde é dedicada à leitura e à descoberta de histórias. Às 15h30, a Biblioteca Municipal de Loulé promove mais uma sessão da “Hora do Conto para Pais e Filhos”, dirigida a famílias, com a leitura do livro “Vem aí o lobo!”, de Émile Jadoul.

Às 16h00, o programa prossegue no Polo da Biblioteca Municipal em Quarteira, com a iniciativa “Conta-me um conto”, que apresenta a história “As emoções do pequeno gato ansioso”, de Audrey Bouquet e Fabien Öckto Lambert. A sessão convida miúdos e graúdos a partilharem momentos de leitura e a descobrirem histórias que dão espaço à imaginação e à expressão das emoções.

A participação nas atividades está sujeita a inscrição prévia, através do e-mail biblioteca@cm-loule.pt

Recorde-se que, até 29 de outubro, o edifício-sede da Biblioteca Municipal de Loulé recebe a Exposição “E em vez do medo? Arteopatia – A arte como cura”.

Através da arte podemos transformar o medo em coragem, criatividade e expressão. Esta exposição reúne trabalhos realizados por alunos do 5º, 6º, 7º e 8º anos da EB 2, 3 São Pedro do Mar, Quarteira, no âmbito do projeto Ponto de Encontro do Plano Nacional das Artes, desenvolvido pela Biblioteca Municipal de Loulé e o Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres, Quarteira.

Partindo da pergunta “E em vez do medo”, os alunos exploram emoções, medos, e estratégias para os enfrentar, através de mapas mentais, cartazes e criações artísticas. O percurso culminou na construção de “Caixas Cura para o Medo”, objetos que traduzem, de forma criativa e simbólica, diferentes formas de lidar com aquilo que nos assusta.

Com esta programação, a Biblioteca Municipal de Loulé reforça a sua aposta na promoção da leitura, da criatividade e do desenvolvimento infantil, proporcionando experiências culturais e educativas que aproximam os livros, a música e as artes das crianças e das suas famílias.

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Ovelhas atacaram planta e o resultado virou arte

16 October 2026 at 06:02
Inspirada por ramos secos de um cato roído por ovelhas no campo, Liliana Velho combinou elementos efémeros da natureza com cerâmica para recriar as artérias de um coração surpreendente.

Amigos, ódio ou engate: para que serve o Facebook hoje?

15 October 2026 at 12:55
A propósito da estreia de “O Veredito Social” e no 20.º aniversário da rede social de Mark Zuckerberg, esta semana falamos sobre likes e perfis, algoritmos e cronologias, bons textos e má língua.

Como a lã de ovelha da aldeia transformou uma exposição

15 October 2026 at 06:18
Utilizando lã de ovelha cozida a uma estrutura de arame e copinhos de barro que brincam com sombras, a artista traz a essência do campo e do mundo rural para o centro do Teatro Viriato.

Atirar sal a 1300ºC no forno deu em arte

14 October 2026 at 06:01
Num dos raros fornos de grés de sal em Portugal, Liliana Velho moldou num só dia um coração realista e rochoso, onde uma reação química extrema criou uma vidragem natural com tons fascinantes.

Segredo na cerâmica: o truque proibido de Liliana Velho!

13 October 2026 at 06:02
A artista partilha o processo espontâneo de criar um coração em desagregação, revelando impressões digitais no barro e uma técnica arriscada de cozedura única que provoca efeitos visuais únicos.

Coração ganha vida e foge para o campo? Descubra em Viseu!

12 October 2026 at 06:02
Liliana Velho revela no Teatro Viriato como a autotomia inspirou a sua nova exposição: a incrível metamorfose de um coração em formas marinhas e rochosas que desafiam o público de Viseu.

Frescos romanos del siglo I a.C. aparecen junto al lugar donde votaban los griegos de Agrigento

Hace unos veintidós siglos, el sitio donde hoy se excava en el Valle de los Templos era el lugar donde los ciudadanos libres de Akragas, el nombre griego de Agrigento, se reunían para decidir los asuntos de su ciudad. Ese edificio, un graderío semicircular que los arqueólogos llaman ekklesiasterion (de ekklesía, «asamblea» en griego), es […]

De todos los animales del arte egipcio, casi solo los perros tenían nombre: aparece uno único en la tumba de un escriba de Tutmosis I

Entre todos los animales que aparecen en las tumbas y en el arte del Antiguo Egipto, muy pocos llevan nombre propio, y casi todos los que lo llevan son perros. También hubo caballos con nombre, aunque se conservan muchos menos. De los gatos, tan ligados hoy a la imagen de Egipto, la bibliografía solo maneja […]

Tres glifos pintados hace 1.500 años en una cueva mexicana confirman que Teotihuacan tuvo un sistema de escritura como el de los mayas o los aztecas

Durante décadas, los expertos discutieron si Teotihuacan —la ciudad que dominó el centro de México entre los siglos I y VI d. C., con una población que pudo alcanzar los 125.000 habitantes— poseía un sistema de escritura verdadero o si, por el contrario, sus signos eran simples emblemas decorativos. La pregunta no era menor: los […]

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