Mais de 100 pessoas concentraram-se hoje ao final da tarde na Praça da Liberdade em solidariedade com os manifestantes de Lisboa e Porto e em defesa da liberdade e da democracia.
O coletivo Algarve em Resistência exigiu este domingo, 25 de outubro, a demissão de Luís Montenegro, na sequência das intervenções policiais nas acampadas pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto. O grupo reclama também o apuramento público e independente de responsabilidades pelas agressões que denuncia.
Num comunicado, o coletivo manifestou solidariedade com as pessoas agredidas e detidas e rejeitou que se trate como uma questão de “ordem pública” aquilo que considera uma emergência social.
“No Algarve conhecemos bem esta realidade. Quando faltam casas, não podem sobrar bastonadas”, afirma o Algarve em Resistência, relacionando a contestação com as dificuldades de quem vive e trabalha na região.
Coletivo algarvio pede arquivamento dos processos e promete continuar nas ruas
Além da demissão e responsabilização do primeiro-ministro, o grupo exige o arquivamento dos processos contra todas as pessoas detidas, o respeito pelo direito de manifestação “a qualquer hora” e medidas imediatas e estruturais que garantam habitação acessível.
“Não foram as tendas que ocuparam o espaço público. Foi a especulação imobiliária que ocupou as nossas cidades e expulsou quem nelas vive e trabalha”, sustenta o comunicado.
O coletivo compromete-se ainda a acompanhar os detidos quando forem presentes a tribunal e a manter os protestos. Segundo a Lusa, as manifestações pelo direito à habitação regressam este domingo às praças de Lisboa, Porto e Faro.
SOS Racismo exige saída do ministro da Administração Interna
O SOS Racismo também condenou as intervenções desta madrugada, exigindo “o fim da violência policial e repressão brutal” e a “imediata responsabilização política e criminal das forças policiais e do Governo”.
Num comunicado citado pela Lusa, o movimento classificou a atuação contra as acampadas do Rossio, em Lisboa, e da Praça D. João I, no Porto, como uma “desproporcionada, violenta e ilegal investida”. Pediu, por isso, a “demissão imediata” do ministro da Administração Interna.
O movimento reclama um inquérito da Inspeção-Geral da Administração Interna à atuação da PSP e exige que o Governo e a direção nacional da polícia esclareçam “quem ordenou a intervenção, com que base legal e com que critérios de proporcionalidade”.
Pede igualmente uma tomada de posição do Presidente da República e o arquivamento dos processos por desobediência instaurados contra os manifestantes.
Ativista relata agressões a pessoas que estavam no chão
O SOS Racismo afirma ter acompanhado as acampadas no terreno, o que lhe permitiu testemunhar a conduta pacífica dos participantes e a posterior atuação policial.
Mariana Carneiro, membro do movimento, descreveu a presença de agentes fortemente equipados: “Parecia que estavam em batalha absoluta, a confrontar um inimigo com poder militar”.
A ativista afirmou ainda ter visto “muita gente no chão a ser espancada, a levar com o cassetete já estando no chão, portanto, não constituindo qualquer tipo de ameaça”.
Segundo os dados reunidos pelo SOS Racismo, mais de 30 pessoas receberam apoio médico no Rossio, prestado pelo grupo de primeiros socorros da acampada.
Balanços de feridos divergem entre polícia e movimentos
De acordo com a Lusa, a PSP dispersou as manifestações durante a madrugada, com bastonadas, balas de borracha e cães, em intervenções simultâneas em Lisboa e no Porto. As ações ocorreram após mais de duas horas de tensão e ordens de dispersão e retirada das tendas, que os participantes não acataram, invocando a proteção constitucional do direito à manifestação.
A PSP indicou sete feridos em Lisboa e oito no Porto, além de 31 detidos por desobediência na capital. O comunicado do Algarve em Resistência apresenta um balanço diferente, de 11 feridos, que também atribui à polícia.
O coletivo algarvio refere ainda a apreensão de mais de 170 tendas, um total de 86 pessoas detidas desde o início dos protestos e a interrupção do trabalho de uma equipa médica que assistia feridos.
Polícias antimotim avançam contra manifestantes durante um protesto pelo direito à moradia em Lisboa. Crédito: Lusa
Por sua vez, a Acampada de Lisboa fala em dezenas de feridos, afirmando que mais de 20 foram para o Hospital de São José e que outros receberam assistência no local. No Porto, o movimento aponta para 37 feridos.
Protestos começaram no Porto e alargaram-se a Lisboa
A acampada do Porto teve início em 10 de outubro e foi alvo de uma primeira intervenção policial na madrugada de dia 15, que causou perto de 40 feridos. A ação ocorreu após uma manifestação que reuniu cerca de três mil pessoas na Praça D. João I, refere a Lusa.
Em Lisboa, a acampada começou em 17 de outubro, depois da manifestação convocada pela CGTP, que juntou milhares de participantes. As tendas montadas no Rossio foram retiradas numa primeira intervenção policial na terça-feira.
Neste sábado, após uma manifestação com dezenas de milhares de pessoas na Avenida da Liberdade, os participantes voltaram a montar tendas.
Os movimentos exigem a reversão da nova lei do arrendamento, o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, um travão à compra de habitação por fundos imobiliários e o aumento da oferta pública. Reclamam também a recuperação de imóveis devolutos para habitação e tetos “verdadeiramente acessíveis” às rendas.
O coletivo algarvio exige a demissão de Luís Montenegro e o arquivamento dos processos contra as pessoas detidas nos protestos pelo direito à habitação.
O Algarve voltou a registar, este sábado (24 de outubro), a temperatura mais alta de Portugal Continental, segundo os dados das estações meteorológicas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
A Póvoa de Santa Iria recebeu este sábado, 24 de outubro, o Campeonato Nacional de Pump Track, numa jornada que reuniu atletas oriundos do BMX, do BTT e do Freestyle na luta pelas camisolas de Campeão Nacional, tendo no final de uma tarde de competição intensa, Bernardo Rocha (Team BMX Quarteira) e Rita Xufre (Núcleo Bicross de Setúbal / VSPu) se sagrado Campeões Nacionais na categoria Elite.
A competição decorreu na pista asfaltada da Póvoa de Santa Iria, uma das principais infraestruturas nacionais dedicadas à modalidade. Após os treinos realizados durante a manhã, os participantes disputaram duas mangas cronometradas em formato “Flying Lap”, contando para a classificação final o melhor tempo obtido por cada atleta.
Na categoria Elite masculina, Bernardo Rocha foi o mais rápido do dia, ao completar o percurso em 16,177 segundos, superando o colega de equipa Leonardo Carmo, segundo classificado, e Manuel Magalhães (Linda a Pastora Sporting Clube), que completou o pódio. Já na Elite feminina, Rita Xufre conquistou o título nacional diante de Hannah Heyse (Team BMX Quarteira).
Bernardo Rocha (Foto: João Calado / FPC)
Nos escalões de formação, Gustavo Pereira (Clube Bicross de Portimão) venceu entre os Sub-15 masculinos, enquanto Mafalda Piedade (Team BMX Quarteira) triunfou em Sub-15 femininos. Em Sub-17, os títulos ficaram entregues a Martim Reis (Linda a Pastora Sporting Clube) e a Maria Pinto (Casa do Povo do Alqueidão), a atleta com o melhor tempo absoluto feminino.
Quanto aos mais jovens, Lourenço Bento (Linda a Pastora Sporting Clube) foi o vencedor em Sub-7 e em Sub-9 foi o colega de equipa Vicente Cardoso o mais rápido. Já nas Sub-9 femininas, Luna Alves (Team BMX Quarteira) foi a vencedora.
Na categoria Sub-11, Francisco Gil (Clube Bicross de Portimão) conquistou a vitória e nas femininas foi Maria Rebelo (Núcleo Bicross de Setúbal / VSPu) a vencedora do dia. Tomás Cardoso (Linda a Pastora Sporting Clube) triunfou em Sub-13 masculinos e Ema Emídio (Team BMX Quarteira) nas femininas.
Entre os veteranos, Fábio Jorge (Núcleo Bicross de Setúbal / VSPu) conquistou o título nacional de Master 30 masculino, Fábio Piloto (Casa do Povo do Alqueidão) venceu em Master 40 masculino, o colega de equipa Manuel Mendes triunfou em Master 50 masculino e também da Casa do Povo do Alqueidão, Alexandra Loureiro foi a mais forte na categoria Master feminina.
O Campeonato Nacional de Pump Track voltou assim a afirmar o crescimento da disciplina em Portugal, reunindo cerca de uma centena de praticantes de diferentes vertentes do ciclismo, num evento que uniu a fluidez técnica, a velocidade em pista e desempenhos de excelência. Para aceder à classificação completa clique aqui.
Com colaboração da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC)
Com uma adesão mais contida que em Lisboa e Porto, os manifestantes fizeram-se ouvir na tarde este sábado, 24 de outubro, em Coimbra e Faro, pelo direito à habitação e contra a Lei que está para ser aprovada na Assembleia da República, como mostra a reportagem da TVI.
Em Coimbra foram muitas dezenas que se manifestram e apelaram para que a Lei dos Despejos não seja aprovada. Em Faro cerca de uma centena de pessoas desceram a avenida 5 de Outubro rumo ao Largo da Pontinha, aproveitando depois um microfone aberto para clamarem pelo direito a casa própria numa região especialmente afetada pela crise na habitação, que é transversal a todo país.
O Lions Clube de Setúbal promove a 38.ª Feira da Ladra, iniciativa solidária, que decorrerá já nos próximos dias 30 e 31 de outubro e 1 de novembro, entre as 10h00 e as 18h00, na Delegação do INATEL de Setúbal, cuja receita reverterá a favor da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Setúbal.
A realização da Feira da Ladra pretende sensibilizar a comunidade local para a realidade das pessoas com deficiência intelectual, promovendo a solidariedade e a participação cívica através da angariação de receitas para a APPACDM.
A instituição tem como principal objetivo apoiar e promover a inclusão, a qualidade de vida e a plena cidadania de pessoas com deficiência intelectual, atrasos no desenvolvimento ou incapacidades, de todas as idades, bem como prestar apoio às respetivas famílias.
O apoio da comunicação social é particularmente importante para dar visibilidade a esta causa, incentivar a participação da população e contribuir para o sucesso da angariação de receitas. Nesse sentido, agradecemos a divulgação do evento nos vossos meios e canais editoriais, bem como a eventual presença de um representante para a sua cobertura jornalística.
Sobre o Lions Clube de Setúbal
O Lions Clube de Setúbal, fundado em 1974, é uma organização de serviço à comunidade que desenvolve e apoia iniciativas de carácter social, humanitário e de promoção da saúde. O Clube procura contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população, mobilizando voluntários, parceiros e instituições em torno de causas de interesse público. Através das suas iniciativas, o Clube mobiliza a comunidade em torno de causas solidárias, concretizando localmente a missão do movimento: servir, promover a paz e fomentar o entendimento entre os povos.
O Lions Clube de Setúbal integra o movimento Lions Clubs International, uma organização internacional de voluntários dedicada ao serviço das comunidades locais e à resposta a necessidades humanitárias em todo o mundo. O movimento tem como missão capacitar os voluntários para servir as suas comunidades, atender a necessidades humanitárias, promover a paz e fomentar o entendimento internacional.
A Driveway Transfers, empresa algarvia de transporte de passageiros, recebeu o prémio de segurança rodoviária de 2025 da Horizonte Seguro, numa cerimónia realizada a 20 de outubro de 2026, em Alcobaça, anunciou a empresa em informação enviada ao POSTAL.
De acordo com a operadora de transfers, a distinção reconhece o trabalho desenvolvido na formação e sensibilização dos motoristas, no acompanhamento dos indicadores de condução e na gestão da frota, com atenção à segurança e ao conforto dos passageiros.
Formação e verificações às viaturas entre as práticas destacadas
A empresa identifica as verificações aos veículos, a formação dos profissionais e as iniciativas internas regulares de sensibilização rodoviária como componentes da sua atividade diária. Estas ações procuram incentivar uma condução cuidadosa e responsável.
Na apresentação do trabalho que esteve na origem do reconhecimento, a Driveway Transfers refere uma gestão de frota que procura conciliar a eficiência operacional com a proteção dos passageiros, dos motoristas e dos restantes utilizadores da estrada.
A operadora associa também a distinção ao trabalho da equipa, destacando o profissionalismo e o sentido de responsabilidade dos seus trabalhadores. Na comunicação divulgada, dirige um agradecimento à Cartrack Portugal e à SEGEF pelo prémio.
Empresa pretende manter investimento na prevenção
A Driveway Transfers considera o reconhecimento um incentivo para continuar a investir na formação, na prevenção e na melhoria das suas operações.
A empresa defende ainda a participação de mais operadores de transporte e outras empresas em iniciativas de sensibilização rodoviária. Na sua perspetiva, estes projetos permitem valorizar boas práticas e reforçar a responsabilidade partilhada na prevenção de acidentes e na redução de comportamentos perigosos na estrada.
A ocupação de Santo António de Arenilha antes da construção da vila pombalina está no centro do novo livro de Fernando Pessanha, apresentado a 24 de outubro, em Vila Real de Santo António. Com base em fontes documentais, o historiador contestou a ideia de que não existiam população nem estruturas organizativas no local onde começou a ser construída a nova vila, em 1774.
A sessão, promovida pela Câmara Municipal para assinalar o Dia do Exército, esgotou a lotação do salão nobre da Capitania do Porto ainda antes do início da cerimónia, levando parte do público a acompanhar a apresentação a partir do átrio. A iniciativa integrou as comemorações dos 250 anos das festividades da fundação de Vila Real de Santo António.
Cartas e mapas sustentam leitura de continuidade histórica
Ao longo de cerca de 45 minutos, Fernando Pessanha percorreu a história do extremo sudeste algarvio entre a Guerra Fantástica de 1762 e a Grande Batalha do Guadiana de 1801, tendo como fio condutor o percurso do oficial de infantaria Francisco de Mendonça Pessanha Mascarenhas.
Governador do termo de Santo António de Arenilha e, posteriormente, primeiro governador da nova vila pombalina, o militar é a figura central da obra O “Inteligente, pratico, activo e zeloso dos interesses de S. Magde” Francisco de Mendonça Pessanha Mascarenhas, 1.º governador da “Nova Vila de Santo António de Arenilha” / Vila Real de Santo António.
Recorrendo a correspondência e documentação cartográfica, o autor defendeu uma continuidade histórica que remonta à fundação da vila original e sede de concelho, em 1513. Nesta leitura, a construção iniciada em 1774, conhecida a partir de 1775 como Vila Real de Santo António, não representa o início da ocupação humana daquele território.
O investigador reconheceu, contudo, uma mudança de modelo político e organizativo, expressa na arquitetura e no urbanismo iluminista do século XVIII.
Obra prefaciada pelo historiador António Ventura
Fernando Pessanha é técnico superior da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e investigador da Universidade Nova de Lisboa e da Academia de Marinha. O livro conta com prefácio de António Ventura, historiador e catedrático emérito da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Entre os presentes na apresentação estiveram António Fragoso de Almeida, vice-reitor da Universidade do Algarve, e Pedro Albuquerque, docente de arqueologia da Universidade de Sevilha.
Guitarra portuguesa abriu a cerimónia
A sessão começou com um momento de guitarra portuguesa por Filipe Santos. Seguiram-se as boas-vindas do primeiro-tenente Domingos, adjunto do capitão do porto, às instalações da Marinha Portuguesa.
O vereador do Património Material e Imaterial, Fernando Horta, destacou a importância da iniciativa para a identidade histórica, cultural e patrimonial do concelho.
No encerramento, o presidente da Câmara Municipal, Álvaro Palma de Araújo, felicitou Fernando Pessanha pelo trabalho de investigação e salientou a adesão do público a uma sessão dedicada à história do extremo sudeste algarvio.
A 10.ª edição do Jazz nas Adegas começa a 6 de novembro e percorre várias quintas de Silves, com concertos, provas de vinho e gastronomia local. Os bilhetes, com um custo de 35 euros, começam a ser vendidos a 22 de outubro, às 16:00.
O Município de Silves prepara a 10.ª edição do Jazz nas Adegas, um ciclo de concertos que decorre entre novembro de 2026 e maio de 2027, em diferentes espaços de produção vitivinícola do concelho. A iniciativa combina música ao vivo, provas de vinhos e gastronomia, proporcionando ao público uma experiência cultural ligada à tradição e à identidade local.
A programação arranca nos dias 6 e 7 de novembro, na Quinta João Clara, em Alcantarilha, com atuações da Feel Good Band, dando início a uma temporada que percorrerá várias adegas e quintas do concelho.
Promovido pela Câmara Municipal de Silves, o evento procura aproximar os visitantes dos produtores locais e proporcionar um contacto mais direto com os músicos, através de espetáculos realizados em espaços diferentes das salas de concerto convencionais.
Bilhetes custam 35 euros e incluem provas de vinho, tapas e visitas culturais
Os ingressos para as primeiras sessões estarão disponíveis a partir das 16:00 de quinta-feira, 22 de outubro, através da plataforma BOL e dos pontos de venda FNAC, Worten, El Corte Inglés, CTT, Pousadas da Juventude e quiosques Serveasy.
Cada bilhete tem um custo de 35 euros e destina-se exclusivamente a maiores de 18 anos.
Além do acesso ao concerto, o ingresso inclui provas de vinho e tapas, a oferta de uma garrafa de vinho e um voucher para visitar o Castelo de Silves e o Museu Municipal de Arqueologia.
A iniciativa pretende, desta forma, proporcionar uma experiência que vai além da música, associando os espetáculos à descoberta dos vinhos produzidos no concelho e à valorização do património histórico e cultural de Silves.
Programação reúne diferentes estilos e formações de jazz
A 10.ª edição do Jazz nas Adegas apresenta um conjunto diversificado de artistas e projetos musicais, abrangendo diferentes linguagens do jazz e sonoridades próximas deste género.
Depois da abertura com a Feel Good Band, na Quinta João Clara, o ciclo prossegue nos dias 27 e 28 de novembro, com os Low Tech Groove, na Cabrita Wines, em Silves.
Em dezembro, nos dias 4 e 5, a Quinta do Francês, em Odelouca, recebe os Scooby 4 Tet.
Já em janeiro de 2027, a programação contempla as atuações dos Betty and the Boopers, nos dias 8 e 9, na Quinta do Barradas, em Silves, e do Sonic Bloom Jazz Collective, nos dias 29 e 30, na Quinta do Malaca, em Real Picadeira, Pêra.
O mês de fevereiro fica marcado pela participação do Silves Filarmónica Combo, no espaço Dito Cujo, na Casa Islâmica, em Silves.
Em março, o Sofia Moreira Quarteto atua nos dias 5 e 6, na Herdade Barranco do Vale, em São Bartolomeu de Messines, seguindo-se os Diga Diga Doo’s, nos dias 19 e 20, na Paxa Wines, em Silves.
Concertos prolongam-se até maio de 2027
A programação de abril começa nos dias 9 e 10, com o Al Guitar Duo, no Barranco Longo, no Algoz.
Nos dias 23 e 24 de abril, a Quinta do Rogel, em Silves, recebe o Jaime Almeida Trio, dando continuidade ao ciclo de concertos em espaços ligados à produção de vinho.
Em maio, estão previstas as atuações do Marta Santa Maria Trio, nos dias 7 e 8, na Patuá Wine, em Silves, e da OJA, no dia 15, na Quinta dos Sentidos.
O programa anunciado termina nos dias 21 e 22 de maio, com os Funky Noise, no Convento do Paraíso, em Silves.
Entre os projetos musicais referidos pelo município para esta edição encontra-se ainda The Invisible Tuba, embora o programa divulgado não indique a data ou o local da respetiva atuação.
Jazz nas Adegas celebra dez edições de ligação entre música e património vitivinícola
Ao longo de dez edições, o Jazz nas Adegas tem levado a música a espaços de produção de vinho, contribuindo para diversificar a programação cultural do concelho e proporcionar novas experiências aos visitantes.
O Município de Silves considera que esta iniciativa permite valorizar os produtores vitivinícolas e dar maior visibilidade aos produtos locais, estabelecendo uma ligação entre a cultura, o turismo e a atividade económica.
A realização dos concertos em adegas e quintas pretende também promover o contacto entre artistas, produtores e público, num ambiente de proximidade que constitui uma das características do evento.
A edição de 2026/2027 volta a contar com a parceria do Agrupamento de Escolas Silves Sul, reforçando a ligação do projeto à comunidade educativa.
Com o regresso do Jazz nas Adegas, a Câmara Municipal de Silves pretende continuar a valorizar o património vitivinícola e a criação artística, associando a música à promoção da identidade cultural e económica do concelho.
Para informações adicionais, os interessados podem contactar o setor de Turismo do Município de Silves através do telefone 282 440 800, extensão 2743, ou do endereço eletrónico turismo@cm-silves.pt.