Brasil: Supremo prorroga votação para as presidenciais por mais duas horas
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, confirmou hoje a marcação, para novembro, de uma reunião com a Rússia, mediada pelos Estados Unidos

A Cidade Universitária, em Lisboa, transformou-se hoje num cenário de divisão profunda entre apoiantes de Lula da Silva e de Flávio Bolsonaro, espelhando assim a polarização que corre nas veias desta nação lusófona sul-americana

José Carlos Almeida Rosa, ‘repórter’ de texto e fotografia de Faro, recebeu de António Barros a “Anilha de Ouro da Geral” durante a entrega de prémios da União Columbófila Ouriquense, realizada a 24 de outubro, no restaurante “Pátio de Ourique”.
A distinção desportiva tinha sido conquistada pelo pombo de António Barros com a anilha n.º 3442372/23. O columbófilo ofereceu-a ao ‘repórter’ como reconhecimento pelo seu trabalho na promoção e divulgação da modalidade, de acordo com o relato enviado ao POSTAL pelo próprio José Carlos.
Época de 2026 termina com prémios e convívio
O almoço assinalou o encerramento oficial da época desportiva de 2026 e reuniu participantes e representantes de entidades locais para distinguir os columbófilos e os seus pombos que mais se destacaram ao longo da campanha.
Além da entrega de prémios, o encontro proporcionou um momento de convívio entre os praticantes de uma modalidade ligada às tradições e à vida associativa de Ourique.
Entre os presentes estiveram Jorge Canhestro, presidente da Junta de Freguesia de Ourique, e Nádia Lima, presidente da União de Freguesias de Panóias e Conceição.
Direção destaca apoio das autarquias
Pedro Pinto, presidente da direção da União Columbófila Ouriquense, agradeceu a presença dos participantes e o contributo de quem acompanha a atividade da coletividade.
O dirigente salientou o apoio e o patrocínio do Município de Ourique e das juntas de freguesia do concelho, considerando estas parcerias fundamentais para desenvolver a atividade desportiva, promover a columbofilia e dar continuidade a uma tradição que reúne diferentes gerações.
Os órgãos sociais entregaram também lembranças de agradecimento aos parceiros institucionais: Município de Ourique, Junta de Freguesia de Ourique, União de Freguesias de Panóias e Conceição, Junta de Freguesia de Santa Luzia e Junta de Freguesia de Santana da Serra. O gesto assinalou a colaboração destas entidades com a coletividade.







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O coletivo Algarve em Resistência exigiu este domingo, 25 de outubro, a demissão de Luís Montenegro, na sequência das intervenções policiais nas acampadas pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto. O grupo reclama também o apuramento público e independente de responsabilidades pelas agressões que denuncia.
Num comunicado, o coletivo manifestou solidariedade com as pessoas agredidas e detidas e rejeitou que se trate como uma questão de “ordem pública” aquilo que considera uma emergência social.
“No Algarve conhecemos bem esta realidade. Quando faltam casas, não podem sobrar bastonadas”, afirma o Algarve em Resistência, relacionando a contestação com as dificuldades de quem vive e trabalha na região.
Coletivo algarvio pede arquivamento dos processos e promete continuar nas ruas
Além da demissão e responsabilização do primeiro-ministro, o grupo exige o arquivamento dos processos contra todas as pessoas detidas, o respeito pelo direito de manifestação “a qualquer hora” e medidas imediatas e estruturais que garantam habitação acessível.
“Não foram as tendas que ocuparam o espaço público. Foi a especulação imobiliária que ocupou as nossas cidades e expulsou quem nelas vive e trabalha”, sustenta o comunicado.
O coletivo compromete-se ainda a acompanhar os detidos quando forem presentes a tribunal e a manter os protestos. Segundo a Lusa, as manifestações pelo direito à habitação regressam este domingo às praças de Lisboa, Porto e Faro.
SOS Racismo exige saída do ministro da Administração Interna
O SOS Racismo também condenou as intervenções desta madrugada, exigindo “o fim da violência policial e repressão brutal” e a “imediata responsabilização política e criminal das forças policiais e do Governo”.
Num comunicado citado pela Lusa, o movimento classificou a atuação contra as acampadas do Rossio, em Lisboa, e da Praça D. João I, no Porto, como uma “desproporcionada, violenta e ilegal investida”. Pediu, por isso, a “demissão imediata” do ministro da Administração Interna.
O movimento reclama um inquérito da Inspeção-Geral da Administração Interna à atuação da PSP e exige que o Governo e a direção nacional da polícia esclareçam “quem ordenou a intervenção, com que base legal e com que critérios de proporcionalidade”.
Pede igualmente uma tomada de posição do Presidente da República e o arquivamento dos processos por desobediência instaurados contra os manifestantes.
Ativista relata agressões a pessoas que estavam no chão
O SOS Racismo afirma ter acompanhado as acampadas no terreno, o que lhe permitiu testemunhar a conduta pacífica dos participantes e a posterior atuação policial.
Mariana Carneiro, membro do movimento, descreveu a presença de agentes fortemente equipados: “Parecia que estavam em batalha absoluta, a confrontar um inimigo com poder militar”.
A ativista afirmou ainda ter visto “muita gente no chão a ser espancada, a levar com o cassetete já estando no chão, portanto, não constituindo qualquer tipo de ameaça”.
Segundo os dados reunidos pelo SOS Racismo, mais de 30 pessoas receberam apoio médico no Rossio, prestado pelo grupo de primeiros socorros da acampada.
Balanços de feridos divergem entre polícia e movimentos
De acordo com a Lusa, a PSP dispersou as manifestações durante a madrugada, com bastonadas, balas de borracha e cães, em intervenções simultâneas em Lisboa e no Porto. As ações ocorreram após mais de duas horas de tensão e ordens de dispersão e retirada das tendas, que os participantes não acataram, invocando a proteção constitucional do direito à manifestação.
A PSP indicou sete feridos em Lisboa e oito no Porto, além de 31 detidos por desobediência na capital. O comunicado do Algarve em Resistência apresenta um balanço diferente, de 11 feridos, que também atribui à polícia.
O coletivo algarvio refere ainda a apreensão de mais de 170 tendas, um total de 86 pessoas detidas desde o início dos protestos e a interrupção do trabalho de uma equipa médica que assistia feridos.

Por sua vez, a Acampada de Lisboa fala em dezenas de feridos, afirmando que mais de 20 foram para o Hospital de São José e que outros receberam assistência no local. No Porto, o movimento aponta para 37 feridos.
Protestos começaram no Porto e alargaram-se a Lisboa
A acampada do Porto teve início em 10 de outubro e foi alvo de uma primeira intervenção policial na madrugada de dia 15, que causou perto de 40 feridos. A ação ocorreu após uma manifestação que reuniu cerca de três mil pessoas na Praça D. João I, refere a Lusa.
Em Lisboa, a acampada começou em 17 de outubro, depois da manifestação convocada pela CGTP, que juntou milhares de participantes. As tendas montadas no Rossio foram retiradas numa primeira intervenção policial na terça-feira.
Neste sábado, após uma manifestação com dezenas de milhares de pessoas na Avenida da Liberdade, os participantes voltaram a montar tendas.
Os movimentos exigem a reversão da nova lei do arrendamento, o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, um travão à compra de habitação por fundos imobiliários e o aumento da oferta pública. Reclamam também a recuperação de imóveis devolutos para habitação e tetos “verdadeiramente acessíveis” às rendas.
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Uma ordem de despejo, quatro filhos menores e um rendimento de cerca de mil euros. Foi este o cenário apresentado numa reportagem do programa Repórter SÁBADO, publicada em 4 de agosto de 2025, sobre Ana Filipa, em Odivelas. Na altura, a mãe enfrentava a possibilidade de perder a casa onde vivia há mais de dez anos, sem conseguir suportar os preços do arrendamento.
Segundo a apresentação da reportagem, a família estava na iminência de ser despejada. A dificuldade não se limitava à saída daquela habitação: encontrar outra casa compatível com os rendimentos disponíveis era o problema seguinte.
“Vou pegar nos meus filhos e vou para aonde, vou para a rua?”, questionava, sem saber onde poderia ficar com as crianças.
O rendimento de mil euros referido pela SÁBADO era apresentado como insuficiente para arrendar uma alternativa aos preços então praticados.
De acordo com a mesma publicação, a Câmara Municipal de Odivelas afirmava não dispor de casas para realojar aquela família e indicava que Ana Filipa teria de procurar uma habitação no mercado de arrendamento.
O relato refere-se à situação divulgada em agosto de 2025. Essa publicação não esclarece se o despejo chegou a concretizar-se ou se a família encontrou entretanto uma solução habitacional, pelo que não permite apresentar o caso como uma ameaça de despejo ainda existente em outubro de 2026.
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Um homem de 59 anos, que se encontrava em liberdade condicional depois de cumprir uma pena de 21 anos de prisão, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeitas de violação e roubo de uma peregrina do Caminho de Santiago de Compostela. O crime ocorreu em agosto, no concelho de Vila do Conde.
A vítima, uma cidadã estrangeira de 39 anos, encontrava-se a percorrer o conhecido itinerário de peregrinação quando foi surpreendida pelo suspeito, que terá aproveitado o conhecimento da zona para concretizar o ataque.
Segundo um comunicado divulgado pela Polícia Judiciária este domingo, 25 de outubro, a mulher foi abordada durante o percurso e obrigada a praticar atos sexuais mediante o recurso à violência física.
Além da agressão sexual, o suspeito terá roubado vários bens que a peregrina transportava consigo.
Um dos aspetos que mais se destaca neste caso é o historial criminal do homem, que já tinha sido condenado por crimes contra a liberdade sexual.
De acordo com a PJ, o suspeito encontrava-se desempregado e apresentava um extenso registo criminal, incluindo a prática reiterada de crimes de natureza sexual.
O homem estava em liberdade condicional, depois de ter cumprido uma pena de prisão efetiva de 21 anos.
As autoridades descrevem uma atuação inesperada e violenta, sublinhando que o suspeito se aproveitou das vulnerabilidades da vítima e do conhecimento que tinha da área envolvente.
Segundo a PJ, o homem demonstrou ainda um comportamento compulsivo associado à satisfação sexual.
Depois do ataque, a peregrina apresentou queixa às autoridades, dando início a uma investigação destinada a identificar o responsável.
A Polícia Judiciária realizou várias diligências de recolha de prova que permitiram localizar o suspeito e proceder à sua detenção, fora de flagrante delito.
A investigação culminou na identificação de um homem que, segundo as autoridades, já tinha antecedentes pela prática de crimes semelhantes.
O detido será agora presente ao Tribunal de Instrução Criminal de Matosinhos para primeiro interrogatório judicial.
Durante esta diligência, o juiz decidirá quais as medidas de coação a aplicar ao suspeito, tendo em consideração os factos investigados e os elementos recolhidos pelas autoridades.
O homem encontra-se indiciado pelos crimes de violação e roubo, mantendo-se a presunção de inocência até existir uma decisão judicial definitiva.

Com 74 anos, Aldomiro Santos vive num quarto no centro de Lisboa pelo qual paga 500 euros por mês. Recebe pouco mais de 600 euros de reforma, o que lhe deixa uma margem reduzida para suportar as restantes despesas.
A sua história integra uma reportagem do jornal Expresso sobre pessoas que não conseguem ter uma casa só sua. O caso foi também apresentado pelo semanário nas redes sociais, com uma pergunta do reformado: “Isto é alguma vida? Isto não é nada”.
A diferença entre os valores divulgados da pensão e da renda é de pouco mais de 100 euros mensais. Essa é a parcela da reforma que resta depois de assegurado o pagamento do alojamento, antes das restantes despesas.
O quarto tornou-se o espaço onde Aldomiro faz a sua vida. Apesar de ter trabalhado durante décadas, o rendimento da reforma não lhe permite encontrar uma solução habitacional independente, segundo o retrato apresentado pelo jornal.
Aldomiro não é o único pensionista naquela situação. O prédio onde vive tem oito quartos, cada um ocupado por um reformado. Os valores pagos pelos residentes variam entre os 400 e os 500 euros mensais.
No seu caso, a renda corresponde ao valor mais elevado desse intervalo. À pressão financeira juntam-se as condições descritas na publicação: o cheiro a inseticida no quarto é apresentado como “muito intenso, quase nos entontece”.
Ao longo da vida, Aldomiro desempenhou diferentes trabalhos, incluindo o de canalizador. Aos 74 anos, gostaria de continuar a trabalhar, relata o jornal.
A saúde, porém, já não lhe permite fazê-lo. A vontade de manter uma atividade profissional esbarra, assim, nas limitações físicas, enquanto o pagamento do quarto continua a absorver a maior parte da sua pensão.
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El candidato demócrata al Senado de Estados Unidos por Michigan, Abdul El Sayed, criticó durante años a Barack Obama al considerar que durante su presidencia había “perpetuado la guerra, vulnerado nuestras libertades civiles y deportado a más personas que cualquier predecesor”. Anoche, ambos líderes se abrazaron en la intimidad del polideportivo de un instituto en Detroit y unieron sus fuerzas, ante los vítores de un público entregado, contra un enemigo común: la agenda ultraderechista, corrupta e imperialista de Donald Trump.


Como en cualquier viaje, aunque éste no sea a ninguna parte, la incertidumbre domina en el preciso instante de la partida.
