Em decisão assinada às 16h07, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, deu meia hora para que o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) preste informações sobre a situação do transporte por ônibus urbano na cidade de Salvador.
Pelo mesmo prazo, a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) deve apresentar um parecer sobre o pedido para que o horário de votação seja prolongado até as 19h nas cidades baianas de Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas. A solicitação foi feita pela coligação do presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva.
Mais cedo, o presidente do TRE-BA, desembargador Maurício Kertzman Szporer, determinou a prisão do secretário de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, após inspeção da Justiça Eleitoral constatar dezenas de ônibus impedidos de deixar as garagens por ordem da secretaria.
Em nota, a prefeitura de Salvador disse que os ônibus ficaram retidos para a retirada de adesivos com o número de Lula que haviam sido colados na véspera por sindicalistas, impedindo a circulação dos veículos.
Na mesma decisão, o TRE-BA ordenou a retomada imediata da circulação dos ônibus na capital baiana, sob pena de multa de R$ 1 milhão por hora em caso de descumprimento.. Agora, Nunes Marques deseja saber se a decisão foi cumprida, antes de decidir sobre o pedido de prorrogação.
Salvador é o maior colégio eleitoral da Bahia, com 1.951.716 de eleitores aptos a votar, seguido de Feira de Santana (434.532).
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou neste domingo (25) o restabelecimento imediato da frota integral do transporte público de Salvador operando com frequência equivalente à de dias úteis e mantida a gratuidade integral aos passageiros.
Na decisão, o presidente do TRE-BA, Maurício Kertzman Szporer, define multa no valor de R$ 1 milhão por hora em caso de descumprimento da ordem. O desembargador pede ainda imediata expedição de ofício à Delegacia Geral de Polícia Civil da Bahia para fiscalizar o cumprimento, incluindo a utilização de drones para esse fim.
Diante da decisão, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, em seu perfil na rede social X, disse ter colocado a Polícia Militar e a Secretaria da Segurança Pública à disposição para identificar policiais com habilitação categoria D, aptos a dirigir os ônibus, caso se faça necessário.
“Não vou aceitar o que estão fazendo com a população baiana, tentando impedir que as pessoas exerçam seu direito ao voto. Vamos garantir que o povo tenha condições de votar”, postou.
Prefeitura
A Prefeitura de Salvador informou, em nota, ter determinado que todos os ônibus fossem liberados das garagens, ainda que estivessem com adesivação considerada como propaganda irregular, facilitando a locomoção de eleitores neste domingo.
“A prioridade segue sendo a circulação de veículos e o deslocamento da população. A operação já está sendo normalizada através do diálogo entre as equipes da secretaria e representantes sindicais”, destacou o comunicado.
Entenda
No período da manhã, eleitores relataram dificuldades para chegar aos locais de votação em Salvador em meio a queixas sobre demora e problemas na circulação de ônibus durante o segundo turno das eleições.
De acordo com o governo baiano, fiscais encontraram ônibus aptos para operação que permaneciam nas garagens durante a vistoria realizada no dia da votação.
Em publicação na rede social X, o secretário da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH), Felipe Freitas, afirmou ter recebido do sindicato dos trabalhadores do transporte a informação de que motoristas não teriam sido convocados para operar toda a frota.
Na postagem, o secretário defendeu medidas para evitar que eleitores fossem prejudicados por dificuldades de deslocamento.
A fim de garantir condições de deslocamento para o exercício do voto, o Procon-BA, a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações (Agerba) e a SJDH organizaram a operação Vai e Vota para fiscalizar a gratuidade do transporte público e receber denúncias durante o segundo turno das eleições.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), afirmou que a frota estava disponível para atender à população e atribuiu os problemas registrados a questões operacionais nas garagens e a mobilizações que teriam atrasado a saída dos veículos.
Segundo ele, o município já disponibiliza transporte gratuito em dias de eleição antes mesmo das determinações judiciais relacionadas ao tema. Ele acrescentou que a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) registrou a retenção de 75 ônibus em uma garagem no bairro de Caminho de Areia, fato que teria afetado o início da operação do sistema.
VW investment, creating 4,500 jobs in Georgia, comes amid Trump’s damaging tariffs, intense Chinese competition and costly shift towards EVs
Audi has said it will spend $4bn (£3bn) to build its first factory in the US, as its parent company, Volkswagen, struggles with the impact of steep tariffs imposed by Donald Trump.
The German brand’s chief executive, Gernot Döllner, joined Trump on stage at a campaign rally on Saturday night to announce the factory in Macon, Georgia, in an unusual move by a big European brand just days before the US midterm elections.
Subscribe now with a one-month trial for only $1, then enjoy the first year at an exclusive rate of just $99. Germany resists as France’s debt troubles threaten contagion Diego Faßnacht reports that France’s rising borrowing costs and political paralysis are colliding with Germany’s resistance to larger EU commitments, exposing a widening fault line in Europe’s […]
“Questo governo, nel mondo della cultura, del cinema, del teatro e della musica, ha fatto un disastro. In quattro anni non ha combinato un cazzo, ma ci ha rovinato dei piani che erano praticamente fatti”. Manuel Agnelli non risparmia critiche all’esecutivo guidato da Giorgia Meloni durante il confronto con Andrea Scanzi, lo scorso 15 ottobre alla Casa del Cinema, nell’ambito della 21ª edizione della Festa del Cinema di Roma. L’incontro, intitolato I cattivi maestrie promosso dalla Siae, ha ripercorso la carriera del musicista, fondatore e frontman degli Afterhours, soffermandosi sul suo rapporto con la televisione e soprattutto sul ruolo degli artisti nel dibattito pubblico.
Agnelli contesta in particolare le scelte del governo nel settore musicale: “C‘era una legge sulla musica già approvata, che doveva diventare decreto attuativo e che è stata smantellata. Ma gliela metteremo nel culo”.
La critica si estende anche alla situazione generale del Paese: “La sicurezza nelle strade, l’inflazione, è tutto peggiorato. Milano è la città più pericolosa d’Italia in questo momento. Va bene, parlate male di chi volete, degli immigrati, dei maranza, ma fate qualcosa”.
Nonostante la disillusione verso la politica, il musicista continua a considerare il voto uno strumento indispensabile. “Non mi piacciono i proclami politici, quelli partitici ancora meno, quindi non ho mai detto votate Tizio o votate Caio, però ai concerti ho cominciato a dire: andate a votare”. Anche quando manca una piena convinzione, sostiene, partecipare alle elezioni serve a mantenere un equilibrio tra le diverse forze politiche, impedendo che la società si sposti eccessivamente in una sola direzione.
Il dialogo con il giornalista de Il Fatto Quotidiano affronta anche una questione che divide il mondo dello spettacolo: gli artisti devono esporsi politicamente? Scanzi cita Francesco De Gregori, il quale ha dichiarato di provare imbarazzo quando un uomo di spettacolo prende posizioni nette su questioni internazionali complesse.
“Siamo in democrazia, è giusto che sia così, lui ha tutto il diritto di pensarla diversamente – risponde il musicista –. Ma io sono convinto che sia più opportuno, in questo momento storico, dare un esempio di partecipazione e comunicare a tutti che si può partecipare, che è legittimo farlo”.
E aggiunge: “De Gregori secondo me avrebbe fatto meglio a dire: io non credo in questa cosa e non voglio partecipare, ma è legittimo se qualcuno invece lo fa”.
A preoccuparlo è soprattutto la crescente insofferenza verso chi sceglie di prendere posizione pubblicamente. “La gente si è abituata a non partecipare e a considerare una rottura di balle quando qualcuno partecipa”, osserva, riferendosi alle critiche rivolte agli studenti che manifestano o agli artisti che esprimono opinioni sui media. Un atteggiamento che considera tanto più contraddittorio nell’epoca dei social: “I social sono un monnezzaio mostruoso, pieno di gente che si collega e vomita di tutto. Perché quello non è un problema e poi uno pubblicamente non può dire qualcosa della quale si prende la responsabilità mettendoci la faccia?”.
L’ex giudice di X Factor rivendica quindi il diritto di intervenire anche nei programmi di approfondimento politico, come Otto e mezzo, al quale ha partecipato insieme a Scanzi: “Sono un cittadino che paga le tasse, va a votare e lavora, quindi ho tutto il diritto di avere un’opinione e di esprimerla. Il megafono che ho me lo sono costruito io e ho il diritto di utilizzarlo con responsabilità, ma come voglio”.
Una convinzione che non si traduce, tuttavia, nell’ambizione di intraprendere una carriera politica. Alla domanda se qualcuno gli abbia mai proposto di candidarsi, risponde con ironia: “Sono impresentabile. L’unica cosa buona che ho è che so coniugare i congiuntivi, che è una cosa molto rara in Parlamento”. Poi chiarisce: “Dobbiamo sapere dove siamo più efficaci e dove siamo più forti. Io penso che lì in mezzo mi maciullerebbero in 30 secondi. Ci sono delle dinamiche pazzesche, non è che vai lì con la visione del sole nascente. È proprio una corte di serpenti e quella roba non mi interessa”. Ricorda invece l’esperienza del padre, impegnato prima nella politica nazionale e successivamente in quella territoriale, dove aveva trovato la possibilità di misurare i risultati concreti del proprio lavoro.
C’è spazio anche per un bilancio della lunga esperienza a X Factor, che Agnelli ha deciso di interrompere quando ha capito di non poter più utilizzare il programma per raccontare la musica come avrebbe voluto: “Quando la produzione è cambiata, paradossalmente proprio nell’anno in cui ho vinto, ho deciso di smettere perché non riuscivo più a raccontare. Il mio personaggio diventava macchiettistico, il giudice cattivo che deve sempre rompere il cazzo. E quando diventi una macchietta perdi totalmente l’efficacia”. Una scelta che ha comportato anche una rinuncia economica considerevole: “Mi hanno offerto 870mila euro per fare la stagione dopo e ho detto di no”.
Agnelli riconosce di potersi permettere una simile decisione, ma respinge le accuse di chi lo considera ‘un venduto’ per aver partecipato a un talent televisivo. “Molti di quelli che mi danno del venduto perché sono andato in televisione avvelenerebbero tutta la famiglia per 870mila euro”. E ricorda che compromessi e interessi economici non sono estranei neppure all’ambiente della musica alternativa, citando le riviste musicali che, a suo dire, subordinavano la concessione delle copertine all’acquisto di spazi pubblicitari. Una denuncia alla quale accompagna, però, il riconoscimento del ruolo fondamentale svolto da quelle stesse testate nella crescita della scena rock italiana degli anni Novanta.
Dalla televisione alla musica, fino alla politica, emerge una concezione dell’impegno pubblico che Agnelli rivendica come esercizio di libertà e responsabilità individuale, indipendentemente dal mestiere che si svolge o dalla notorietà di cui si gode. “Partecipare alla vita pubblica è un dovere ed è anche un diritto. E forse ce lo siamo dimenticati”.
È partito ieri sera 22 ottobre il primo appuntamento dei Live Show di X Factor 2026, in onda su Sky e disponibile su Now. Ad aprire lo show un opening a sorpresa sul remix di “Berghain” di Rosalia, Björk & Yves Tumor, che ha dato il benvenuto sul palco alla conduttrice Giorgia e ai quattro giudici: Francesco Gabbani, Irama, Jake La Furia e Paola Iezzi.
Per Marco Mengoni, super ospite dell’X Factor Arena, è stato un ritorno a “casa”: a distanza di 17 anni dalla sua vittoria nel talent, il cantante è risalito su quel palco per due momenti, un medley d’apertura e la presentazione del nuovo singolo “Giornate perse”.
I 12 concorrenti in gara si sono sfidati in due manche che si sono chiuse con l’eliminazione di Alice Fregoso, della squadra di Gabbani. Il team del giudice, però, è tornato a quota tre componenti grazie al rientro di Teo Bok, uscito vincitore dal televoto flash che lo ha visto sfidare Timothée Bonnardel nell’ambito degli Škoda X Pass assegnati da Giorgia.
La serata si è aperta con la presentazione dei due Škoda X Pass di Giorgia, Timothée e Teo. Timothée ha cantato “(Sittin’ On) The Dock of the Bay” di Otis Redding, Teo “Don’t Stop Me Now” dei Queen. Si è tenuto un televoto di 200 secondi, il cui esito è stato reso noto solo a fine puntata.
Il debutto dei Live dello show Sky Original prodotto da Fremantle ha registrato ascolti in salita, stabilendo un nuovo primato stagionale che include anche gli episodi delle selezioni. La Total Audience complessiva ha raggiunto 918mila spettatori, con uno share del 4,4% per il primo passaggio su Sky Uno, segnando un incremento dell’11% rispetto al kick off della stagione precedente.
Il guardaroba è quello delle grandi spedizioni: cofano importante, passaruota marcati, protezioni nere e un contenitore sul portellone che richiama la classica ruota di scorta. Dentro, invece, c’è un vano portaoggetti da 21,3 litri. Un dettaglio che racconta la filosofia della GWM H7: interpretare lo spirito dell’avventura con soluzioni pensate anche per la vita quotidiana. Perché fra una gita fuori porta e il parcheggio sotto casa, un posto in più dove sistemare le cose torna sempre utile.
Great Wall Motor allarga la propria offerta italiana con un Suv a cinque posti lungo 4,68 metri, largo 1,95 e alto 1,84. La presenza scenica è assicurata dalle proporzioni squadrate, dai 21 centimetri di altezza da terra e dal portellone ad apertura laterale. Una soluzione caratteristica, per la quale occorre prevedere un po’ di spazio dietro la vettura quando si caricano i bagagli.
L’abitacolo punta sull’accoglienza. La posizione di guida rialzata offre una buona visuale e dietro lo spazio è generoso, anche per i passeggeri più alti. La plancia abbina una strumentazione digitale da 12,3 pollici a uno schermo centrale da 15,6, con Apple CarPlay e Android Auto senza fili. Per alcune funzioni del climatizzatore restano i tasti fisici: una scelta pratica, che permette di regolare la temperatura senza dover cercare ogni volta un menu.
La dotazione è uno degli argomenti più convincenti dell’H7: la full hybrid, proposta nell’allestimento Premium, comprende tetto panoramico apribile, climatizzatore bizona, head-up display, sedili anteriori riscaldati e ventilati e ricarica wireless per lo smartphone. I rivestimenti sono in pelle sintetica e come detto non mancano vani distribuiti nell’abitacolo, compreso uno scomparto nel bracciolo che può essere raffreddato o riscaldato attraverso il climatizzatore.
Il bagagliaio offre 341 litri nella configurazione standard, che diventano 586 sfruttando il vano fino al tetto e 1.404 abbattendo gli schienali posteriori. Una capacità da valutare secondo le proprie esigenze di viaggio, a fronte di uno spazio per gli occupanti particolarmente ampio.
La versione full hybrid Hi2 abbina un quattro cilindri 1.5 turbo a benzina da 150 cavalli a un motore elettrico da 177, per una potenza complessiva di 247 cavalli e trazione anteriore. La batteria è da 1,53 kWh, mentre la trasmissione dedicata dispone di due rapporti. Non serve collegarsi a una presa: il sistema gestisce automaticamente il funzionamento dei propulsori e recupera energia nelle decelerazioni. GWM dichiara 8,1 secondi nello scatto da zero a cento e un consumo medio WLTP di 6,5 litri ogni cento chilometri, equivalenti a circa 15,4 km/l.
Su strada, la componente elettrica sostiene con efficacia la massa di quasi due tonnellate. Partenze e riprese sono vivaci, con una risposta pronta all’acceleratore che rende agevoli gli inserimenti nel traffico e i sorpassi. Sul fondo scivoloso conviene dosare la richiesta di potenza, perché la spinta sulle ruote anteriori può chiamare in causa il controllo di trazione.
La seduta alta e il cofano ben visibile aiutano a percepire gli ingombri, mentre le telecamere facilitano le manovre. L’assetto, affinato per le strade europee con la collaborazione di Racing Syn, accompagna con una guida fluida. Sulle sconnessioni più marcate la risposta diventa più decisa, ma l’impostazione complessiva si presta ai viaggi e all’impiego familiare. Il pedale del freno richiede un breve adattamento nella prima parte della corsa.
La dotazione di sicurezza comprende sette airbag e oltre venti sistemi di assistenza, fra cui cruise control adattivo, frenata automatica d’emergenza e monitoraggio dell’angolo cieco. Il mantenimento di corsia interviene talvolta con una certa energia: una taratura che potrebbe guadagnare in progressività.
La scelta dei motori è ampia. Accanto alla full hybrid c’è un 2.0 turbobenzina da 215 cavalli con trazione integrale e cambio a doppia frizione a nove rapporti. Le due versioni plug-in si rivolgono invece a chi può ricaricare e vuole percorrere buona parte degli spostamenti quotidiani in elettrico.
La Plug-in Hi2 2WD offre 326 cavalli, mentre la Hi4 dispone di un motore elettrico per ciascun asse e raggiunge 435 cavalli. Per quest’ultima la casa cinese indica uno zero-cento in 4,9 secondi: una bella riserva di prestazioni per un Suv dall’impostazione familiare. Entrambe sono equipaggiate con una batteria da 33,7 kWh e supportano la ricarica in corrente continua fino a 85 kW, con un passaggio dal 30 all’80% – se le colonnine lo permettono – in circa 19 minuti. Le autonomie elettriche indicate sono rispettivamente di 150 e 129 chilometri; i dati delle plug-in restano tuttavia soggetti al completamento dell’omologazione.
Il listino, infine: dai 37.000 euro della full hybrid Premium. La benzina con trazione integrale costa 39.500 euro, la plug-in 2WD 41.490 euro nell’allestimento Business e 43.490 in Premium. Al vertice si colloca la plug-in integrale Hi4 Premium, a 46.000 euro. Al lancio, la full hybrid è proposta a 29.990 euro con permuta o rottamazione, escludendo anche la messa su strada. La garanzia di sette anni o 150.000 chilometri, estesa a otto anni o 160.000 chilometri per la batteria, rafforza una proposta che trova nel rapporto fra prezzo e dotazioni uno dei suoi punti di forza.
Defence secretary says Britain must manufacture at scale as Germany’s Rheinmetall opens Midlands factory
For the last 20 years, Britain was unable to put a barrel on its tanks without buying from abroad. Relying on foreign allies seemed like a reasonable choice during years of relative security (for wealthy countries at least) after the end of the cold war.
Got an opinion on anything you've read in the Kyiv Independent? Send it to letters@kyivindependent.com — your letter may appear in our Letters section.
Mark Cary, United States
member
I vividly remember when the Soviet Union collapsed. I was in my second year in college studying
Leave it to Arundhati Roy to deliver a scorching, dizzying essay on the perils of artificial intelligence that references Greek mythology, Francis Ford Coppola, the Bible, India’s industrial history, and Tie Me Up! Tie Me Down! Plus, Emily Dickinson features in the lede:
The auguries are raining down hard. Think or Sink. Comply or Die. Look Up or be Left Out. And so, with these not-so-gentle threats, it has come to pass that the Age of AI—Actual Idiocy, Actual Super Idiocy, Recursive Snowballing-Idiocy—is upon us. Heck, I’ve already used two dashes in this opening paragraph. That, as they say, is a tell. So, perhaps I haven’t written this essay at all. You’d have to use an AI app to check if it’s actually AI, and whether I’m really, or not really, or only partially me. You can no longer use your instincts. You have to use the App. Now that AI owns the em dash, what will future generations make of Emily Dickinson and her love of them? Has she been fed to the machine, too? Will they love her less? Are we being gradually locked out of language? Does it matter anymore?
Britain’s gold-plated public sector pensions bill is on course to hit a record £60bn next year, yet is almost entirely ignored in favour of calls to cut the state pension on which many low income retired people depend.
O Município de Almodôvar recebeu um novo trator destinado a reforçar a capacidade de intervenção nos trabalhos de gestão de combustível e prevenção de incêndios rurais.
O equipamento, segundo a autarquia almodovarense, foi atribuído ao abrigo do Programa de Mecanização para a Gestão de Combustível, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através de um protocolo de cedência celebrado com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
Trata-se de um reforço de meios que se enquadra na estratégia do Executivo Municipal de procurar oportunidades de financiamento e investir em equipamentos que permitam aumentar a capacidade operacional e melhorar a eficácia dos trabalhos de prevenção no concelho.
Importa salientar, segundo a autarquia de Almodôvar, que a gestão de combustível assume um papel fundamental na prevenção de incêndios rurais, através da manutenção de faixas e áreas estratégicas, contribuindo para reduzir a carga de vegetação combustível e a sua continuidade.
Estas intervenções são essenciais para reforçar a proteção de pessoas, habitações, atividades económicas e espaços naturais, num concelho marcado pela extensa área rural e pela dispersão das povoações. Assim, a disponibilidade de meios mecânicos adequados constitui uma mais-valia para a execução regular dos trabalhos no terreno e para responder às necessidades de gestão de combustível.
Na comunicação dirigida à imprensa, o Município de Almodôvar sublinha que a prevenção exige planeamento, capacidade operacional e continuidade, assumindo o investimento em equipamentos como uma componente importante da segurança do território e das populações.
A autarquia garante que continuará a procurar soluções de financiamento e a reforçar os meios disponíveis, de modo a assegurar uma intervenção preventiva regular e contribuir para um concelho mais preparado e resiliente face ao risco de incêndio rural.
One drone launched another drone, which then shot down a third. All three were unmanned, and all at sea off Ukraine.
Ukraine’s Navy has destroyed a Russian Shahed attack drone with a Sting interceptor launched from the Sargan 3000 unmanned surface vessel, the Navy said, showing sailors adapting to new aerial threats with sea-launched interceptors.
Russian Shaheds threaten Ukraine’s ports, coastline and the ships that approach them, so meeting those drones out at sea, before they reach land, matters for the whole southern defense.
A Ukrainian Navy sea drone, the Sargan 3000, destroyed a Russian Shahed kamikaze drone with a Sting interceptor drone
Ukrainian troops continue to adapt to new threats to protect civilians and infrastructure Ukrainian Navy pic.twitter.com/kXvnqaebAw
The Sting is built to destroy Russian kamikaze drones such as the Shahed, Geran and Lancet, as well as reconnaissance drones, with quick deployment, a short training course and a top speed of 280 km/h, its producer, Wild Hornets, says.
The interceptor that has become Ukraine’s Shahed-killer
The Sting has earned its place at the front. The Ukrainian FPV interceptor has proven highly effective in combat, with a typical hit rate of 80 to 90% depending on the unit, and on some days reaching 100 percent, one launch for one kill.
It is currently Ukraine’s most productive Shahed interceptor, according to the Wild Hornets, having destroyed more than 3,000 drones in its first seven months of use. Mounting it on a sea platform extends that record from land into the Black Sea.
A drone boat that keeps finding new ways to kill
The Sargan 3000 has become a multi-purpose hunter. In July, Ukrainian naval personnel used a Sargan 3000 to sink a Russian second-rank border patrol ship.
In October, the same drone boat shot down a Russian Shahed with a turret-mounted machine gun over the Black Sea. Ukraine’s Navy took the Sargan 3000 into service in April 2026, and the drone boat has a combat radius of up to 1,600 kilometers, letting it clear the sky far from shore without putting a sailor in range.
O ator americano Michael Forest, conhecido por interpretar o deus grego Apolo na série “Jornada nas Estrelas”, morreu aos 97 anos, na última quarta-feira. A causa da morte não foi informada.
Ele nasceu Gerald Michael Charlebois em Dakota do Norte, nos Estados Unidos, em 1929, e vivia numa instituição de repouso para idosos em Nevada nos últimos anos. A morte foi confirmada por um amigo numa publicação no Facebook.
Forest era conhecido como um homem de porte atlético e tinha um currículo extenso como ator coadjuvante no cinema e televisão, que iniciou na década de 1950.
Carreira no cinema e na televisão
Além de participações em séries e novelas que inclui ainda “Além da Imaginação” e “The Dick Van Dyke Show”, atuou em diversos filmes do ator e diretor Roger Corman e emprestou a voz a projetos de animação, animes e videogames.
Como dublador, participou de títulos como “Power Rangers” e “World of Warcraft”. Ele era fluente em italiano e dublou centenas de filmes nos anos em que morou em Roma, além de atuar em produções de outros países da Europa.
Entre seus inúmeros papéis, estão particapações em “A Besta da Caverna Assombrada”, “Atlas” e “Náufrago”.
Vida pessoal
Forest foi casado com a atriz Diane Hale por 52 anos, até a morte dela, em 2022. Não há informações se eles tiveram filhos juntos.
For more than three decades, Michael Gove has been a leading figure in British Conservatism. As a journalist, government minister and now editor of the Tory bible the Spectator, he has helped shape the right even as it has moved further rightwards. In the latest episode of Radical Thinking, Gove joins Aditya Chakrabortty to discuss the future of the right, his record on Brexit and austerity, and the Spectator’s position on Islam
To read the fruits of Michael Gove’s dalliance with the Marxism Todaygang, look up his essay in a 1998 collection called The Moderniser’s Dilemma: Radical Politics in the Age of Blair
For a slalom ride through Michael Gove’s years in power, read The Demented Dalek by the historian Richard J Evans in the London Review of Books
To learn more on what’s become of the British right, there’s a Guardian column by Aditya
Phil also writes a very good blog on British politics, which keeps a close eye on how each party is trying to marshall a coalition of voters. Here he is on Kemi Badenoch
Geoffrey Wheatcroft does an entertaining short narrative in Bloody Panico!:
For more on the economics of the Cameron years, this paper is acute on how the Tories failed to move the UK away from being a country of renters towards a country of makers. Two of its authors will join us for a podcast later in the series.
And if you want to read how Brexit may have cost the UK 8% of GDP, there’s this paper based on data from the Bank of England
Finally, on the Spectator, read Nesrine Malik’s recent Guardian column
A recent breakthrough in airborne drone control has offered a tangible glimpse into the future of US air combat, signaling the US Air Force’s accelerating push to integrate autonomous wingmen alongside frontline fighters. This month, The War Zone (TWZ) reported that a US Air Force F-22 Raptor pilot successfully controlled an uncrewed YFQ-44A Fury fighter […]
A Russian drone tore a hole in the shield over Chornobyl’s dead reactor. Now the G7 is paying to patch it.
The Group of Seven nations plans to allocate 260 million euros ($292 million) to repair the New Safe Confinement at the Chornobyl Nuclear Power Plant, First Deputy Prime Minister and Energy Minister Denys Shmyhal says.
The confinement, a 35-story steel arch sealing the reactor that exploded in the 1986 disaster, was damaged by a Russian drone strike in February 2025. Full restoration will cost at least 500 million euros, the European Bank for Reconstruction and Development (EBRD) estimates, so the G7 pledge covers just over half, leaving about 240 million euros still to raise.
Shmyhal calls the decision an important step toward restoring nuclear safety at the plant, which the Russian strike had compromised. The money will go to priority work, including resealing the structure and restoring its ventilation system.
“Thank you to France and personally to Minister Roland Lescure for leadership in mobilizing international support,” Shmyhal says, crediting France and the EBRD with co-chairing the effort.
The night a drone pierced the sarcophagus
The damage dates to 14 February 2025. A Russian drone carrying a high-explosive warhead punched a hole through the arch’s roof and ignited a fire in the cladding, breaching the structure’s seal and ventilation.
The attack caused a 15 m² breach in the inner and outer cladding and damaged around 200 m² of panels.
"It was a targeted Russian attack on the Chornobyl station with a drone that is an analog of the Iranian Shahed," Ukrainian President Zelenskyy said at that time.
A bill only half-covered, and a 2030 deadline
The G7 money closes only part of the gap. Partners must still raise roughly 240 million euros more, and Ukraine hopes to secure it at a donor conference in Paris co-chaired by Ukraine, France and the EBRD, Shmyhal says.
The clock matters as much as the cost. The work must be finished by 2030 to limit corrosion and protect the arch’s 100-year design life, the EBRD says, turning a repair bill into a race against the rust the strike set loose.
For more than three decades, Michael Gove has been a leading figure in British Conservatism. As a journalist, government minister and now editor of the Tory bible, the Spectator, he has helped shape the right even as it has moved further rightwards. In the latest episode of Radical Thinking, Gove joins Aditya Chakrabortty to discuss the future of the right, his record on Brexit and austerity, and the Spectator’s position on Islam
To read the fruits of Michael Gove’s dalliance with the Marxism Today gang, look up his essay in a 1998 collection called The Moderniser’s Dilemma: Radical Politics in the Age of Blair
For slalom ride through Michael Gove’s years in power, read The Demented Dalek by the historian Richard J Evans in the London Review of Books
To learn more on what’s become of the British right, there’s a column by me for the Guardian
Phil also writes a very good blog on British politics, which keeps a close eye on how each party is trying to marshall a coalition of voters. Here he is on Kemi Badenoch
Geoffrey Wheatcroft does an entertaining short narrative in Bloody Panico!:
For more on the economics of the Cameron years, this paper is acute on how the Tories failed to move the UK away from being a country of renters towards a country of makers. Two of its authors will join us for a podcast later in the series.
And if you want to read how Brexit may have cost the UK 8% of GDP, there’s this paper based on data from the Bank of England
Finally, on the Spectator read Nesrine Malik’s recent column in The Guardian
As the Trump administration's short-lived Department of Government Efficiency (DOGE) project implemented its plan to downsize the federal workforce, there was much wailing from the liberal institutions in Washington, D.C.
Federal employee unions filed lawsuits to block the effort. NPR ran profiles of federal workers who, for the first time, faced the prospect of potentially not having absolute job security forever. The Brookings Institution wondered how many jobs the federal government could shed before it crashes.
The answer: plenty. The Trump administration has cut more than 10 percent of the federal workforce, and the government hasn't crashed. Indeed, it hasn't even shrunk—if you're counting by dollars spent instead of people employed.
In a new article for City Journal, Manhattan Institute senior fellow Judge Glock highlights the tremendous gap between the dire predictions about DOGE's cuts and the reality that has emerged, more than a year after DOGE was shut down. Despite having only a modest impact on spending, Glock writes, DOGE "had a massive impact on the federal civil service."
This is true—to a point, more on that in a moment—and notable. Aside from a modest downsizing in the 1990s, the number of people employed by the federal government has been steadily growing for decades. Reversing that trend is one of the few genuinely libertarian accomplishments by the Trump administration.
The cuts to the federal workforce prove that "DOGE worked," argues Glock.
Well, hold on.
Elon Musk and Vivek Ramaswamy (who departed the DOGE project before Trump's inauguration and is now running for governor of Ohio) set some very ambitious goals after being appointed DOGE co-chairs in late 2024. In an op-ed for The Wall Street Journal in November 2024 where they promised "we won't just write reports or cut ribbons. We'll cut costs."
Yes, Musk and Ramaswamy also said they would reduce the federal workforce. But that was presented as a natural consequence of cutting spending, not as the primary goal.
Think about it like this. If I spent months promising my friends and family that I would lose 50 pounds on a new diet, and then didn't lose any weight, would it be fair to say the diet worked?
What if I reduced the number of donuts I eat every day, but still didn't lose any weight? Sure, that might be good for my health in some way—just like reducing unnecessary workers in the federal government is good for America's fiscal health—but it certainly wouldn't mean I had achieved the goal of losing weight.
Finally, even the claim that DOGE cut the federal workforce requires an asterisk. As Glock also notes in his report, the decline in federal workers has been offset by an increase in federal contractors.
It's not a one-for-one trade, of course. The new contractors are overwhelmingly concentrated in places like the Department of Homeland Security and the Pentagon, while the cuts mostly targeted other areas, like the Department of Health and Human Services.
"Most of that increase came from the buildup in homeland-security and defense contracting, including purchases such as surveillance aircraft and tanks, rather than substitutes for government workers," Glock writes. "DOGE achieved real contract savings, but these were more than offset by higher spending elsewhere, reflecting a shift in priorities rather than an overall reduction in contracting."
So, the government is eating fewer donuts but more pizza.
There might be libertarian reasons to prefer contractors over government employees. They are less likely to hold those jobs for life, for one. But there's nothing inherently good about a government policy that cuts jobs in some areas just to create more room in the budget for poorly trained immigration enforcement agents and defense contractors. That may even be a negative outcome for liberty.
In the end, the DOGE project looks less like a meaningful attempt at cutting government spending or employment levels and more like a way to purge parts of the federal workforce likely to get in Trump's way during his second term. "As long as [Trump's] larger commitment is to extending his power rather than rolling back power itself, you shouldn't expect the government to stop growing," as Reason's Jesse Walker wrote last year in comparing DOGE to President Richard Nixon's attempted purge of the civil service.
Did DOGE work? Only if you grade it on a pretty dramatic curve.
Yes, it proved that a president can slash bureaucratic jobs—particularly the bloated managerial and administrative types—without doing much damage to the government's core responsibilities. That's a lesson future administrations should remember.
Maybe, someday, a president will try applying the same logic to government spending too.