Luanda, 26 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Angola propuso hoy un incremento salarial en la función pública del 10 por ciento para 2027, pero algunos dirigentes sindicales señalan está por debajo de lo acordado en 2024.
Federação Nacional dos Médicos considera que o despacho, além de acumular escalas e funções no mesmo médico, "suscita sérias dúvidas de legalidade" e não acrescenta um único médico ao SNS.
Antes da Federação Nacional dos Médicos, a Ordem dos Médicos e o Sindicato Independente dos Médicos já tinham declarado a sua preocupação face ao despacho
Em Lisboa, dirigente sindical espanhol Pablo García Bachiller defendeu que a luta pelo direito à habitação “é internacional” e que deve haver unidade de acção.
Após greve em abril, trabalhadores voltam a pressionar a administração da empresa municipal. Sindicato pode chamar a atenção da Câmara de Lisboa e recorrer à DGERT.
Em causa estão alegadas irregularidades nos contratos dos correspondentes internacionais, que os Órgãos Representativos dos Trabalhadores dizem ser uma tentativa de ingerência na esfera editorial.
Luísa Meireles afirmou ter recebido um email a indicar que "o CA tinha decidido contratar a jornalista X (para Bruxelas), pelo que estava disponível para receber uma proposta da Direção de Informação para a contratação dessa jornalista"
O Bloco junta-se à CGTP para dar mais força aos protestos da habitação. Já o Governo volta a ficar nas mãos do Chega que impôs novas condições na lei do arrendamento.
Pureza pede que protestos continuem e diz que seria positivo que a CGTP convocasse greve geral. Central sindical admite todas as formas de luta, mas avisa que greve "exige preparação".
Pureza recusou que o partido tenha qualquer intenção de "dirigir" os protestos "mas contribuir, isso sim, para a força do movimento da luta pela habitação"
José Manuel Pureza pede ação com impacto de rua que dê força ao movimento social. Ainda, atual e antigo presidente da Câmara Municipal de Valongo condenados à perda de mandato por abuso de poder.
O coordenador do Bloco de Esquerda esteve hoje reunido com uma delegação da CGTP. Ainda, já é conhecido o vencedor deste ano do prémio Shakarov para a liberdade de pensamento atribuído pelo PE.
"¿Contra quién es [la huelga general]? Pues allá cada uno que se tome la parte que le toca. Hay muchas responsabilidades compartidas".
Así ha respondido este jueves el secretario general de UGT, Pepe Álvarez, en Los Desayunos de RTVE y EFE. El líder de CCOO, Unai Sordo, por su parte, ha declarado que "nosotros no hemos canalizado esta huelga contra la oposición".
Al acto, celebrado en el Instituto Cervantes de Madrid, han asistido la vicepresidenta segunda y ministra de Trabajo y Economía Social, Yolanda Díaz, y la ministra de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones y portavoz del Gobierno, Elma Saiz.
Para Álvarez, la huelga general del 11-N viene precedida de un proceso que "ya dura bastante" en relación a la subida de unos salarios "que no llegan" y a lo que se suma "un factor que lo que lo estropea todo, que es la vivienda", informa Efe.
"Teniendo como teníamos previstas movilizaciones, porque la CEOE hace más de un año que no ha querido sentarse a negociar la renovación del acuerdo general para los convenios colectivos, nos ha parecido que este es el gran momento de plantear una gran movilización", ha afirmado el líder de UGT.
Sordo ha defendido que la huelga general es "a favor de un cambio sustancial de las políticas de vivienda".
"Queremos promover una gran movilización social", ha añadido Sordo, quien ha dicho que la huelga apela al conjunto de las administraciones públicas en materia de vivienda y a la patronal CEOE por los salarios.
El error de los partidos de izquierda
Pepe Álvarez ha pedido a los partidos de izquierda que "hablen de las cosas de la gente" y ha defendido que se equivocan hablando de sí mismos.
Cuestionado por las negociaciones entre los distintos partidos de cara a las elecciones generales del próximo 29 de noviembre, Álvarez ha pedido "avanzar" para conseguir una "mayoría de progreso en el Parlamento".
Elma Saiz y Yolanda Díaz, en el Instituto Cervantes, escuchan a los líderes sindicales. | EFE
"Es tan obsceno el programa de la ultraderecha que interpela a todo el mundo", ha añadido.
Por su parte, Unai Sordo, ha dicho que no comparte que haya un fracaso en la configuración de las izquierdas en estas elecciones, sino más bien al contrario, ya que "concurren en las próximas elecciones construyendo un frente democrático sin precedentes en los últimos 40 años en nuestro país".
Igualmente, ha insistido en que lo importante es que las fuerzas "hablen de los problemas de la gente y se trata de que se presenten ante la sociedad como canales para solucionar o para reconducir los problemas de la gente y no al revés".
O STM repudia narrativas que responsabilizam migrantes pela crise da habitação e critica a "instrumentalização" política do tema, em resposta às declarações do ministro Nuno Melo.
A central sindical responde ao apelo dos promotores da acampada pela habitação, que pediram uma "greve geral ibérica" para 11 de novembro. UGT ainda não se pronunciou.
A concentração está marcada para as 11h00 de 22 de outubro, em frente ao Centro de Congressos de Lagoa. A FESAHT exige melhores salários e condições de trabalho.
Serviços mínimos voltaram a registar-se na linha 3 (Cacilhas - Universidade) entre as 7h00 e as 9h00. A partir de quinta-feira e até 27 de outubro, a paralisação será restrita "às duas últimas horas".
O coordenador da central sindical na região, Rui Teixeira, a estrutura reivindica o aumento geral de todos os salários de pelo menos 15%, num mínimo de 150 euros, para todos os trabalhadores, em 2027.
A estrutura também defende a fixação de preços máximos nos bens e serviços públicos essenciais para "aliviar as famílias e as micro e pequenas empresas"
Uma "greve total" está prevista para esta terça e quarta-feira, segundo responsáveis do SMAQ. A linha que liga Cacilhas-Universidade contou com serviços mínimos entre as 7h00 e as 9h00.
A União dos Sindicatos do Algarve, estrutura intermédia regional da CGTP-IN, realiza no dia 23 de outubro de 2026 o seu XI Congresso, no auditório da Escola Secundária João de Deus em Faro, a partir das 9 horas.
O Congresso é o órgão máximo deliberativo da USAL/CGTP-IN, que reúne quadrienalmente para aprovar o relatório da atividade desenvolvida pela União, para definir as orientações para a atividade sindical do quadriénio 2026-2030 e para eleger uma nova Direção da USAL.
O Congresso contará com a presença de mais de 100 delegados, representantes dos trabalhadores dos vários setores de atividade e é o momento alto de análise e discussão da situação política e sindical, da ação reivindicativa, dos problemas concretos dos locais de trabalho, apontando as estratégias para a ação sindical integrada dos próximos 4 anos.
No final do Congresso, a partir das 18H30, os delegados e outros trabalhadores do Algarve realizarão uma manifestação pela Av. 5 de outubro até à Praça da Liberdade, afirmando a unidade e organização dos trabalhadores em torno dos sindicatos de classe da CGTP-IN.
A luta continua pelo aumento dos salários e pensões, contra o brutal custo de vida, em defesa e reforço dos serviços públicos e pelo cumprimento do direito à habitação.
Câmara foi condenada "a pagar o suplemento de penosidade e insalubridade com retroativos a 1 de janeiro de 2021", dando "razão à posição há muito defendida pelos trabalhadores e pelo STAL".
O coordenador da Frente Comum sublinhou o facto de o Governo não ter tido em conta o aumento do custo de vida. A estrutura sindical tem um plenário marcado para o dia 27 de outubro.