Jojo Todynho usou as redes sociais na manhã desta segunda-feira (26) para conversar com seus seguidores sobre o resultado das eleições 2026. Apoiadora assumida de Flávio Bolsonaro (PL), a influenciadora pediu reconciliação entre petistas e bolsonaristas após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em stories de seu perfil no Instagram, a campeã de ‘A Fazenda 12’ reconheceu a decisão das urnas e destacou que o resultado faz parte do processo democrático. “Pega o seu telefone, liga para aquela pessoa que vocês brigaram por política, sem necessidade. Porque está todo mundo de pé desde as cinco da manhã indo agilizar sua vida. Cabeça erguida sempre, sem desanimar. Não adianta querer se matar, faltar com respeito. Acabou”, iniciou ela.
“Graças a Deus, voltamos à programação normal. É isso, gente. Isso se chama democracia. O povo fez uma escolha. Claro que a gente queria outro tipo de escolha, porque cada um tem o direito de exercer aquilo que acredita, aquilo que é posicionado”, declarou.
Por fim, Jojo Todynho desejou um bom mandato de Lula. “Segue o baile, vamos torcer para que nosso país tome um rumo diferente, para que as coisas aconteçam sendo bom para todo mundo. O foco agora é cada um cuidar de si, como sempre foi e torcermos juntos para que as coisas melhorem. Tem que ser bom para todo mundo”, concluiu.
Após vitória de Lula, Jojo Todynho pede fim de brigas: “Isso é democracia” https://t.co/VuIzd9ZwyZ— Disseram (@disseramoficial) October 26, 2026
O resultado do segundo turno neste domingo, uma virada inédita do presidente Luíz Inácio Lula da Silva, demonstra que a política, como a conhecíamos, acabou de vez.
O resultado foi fruto de uma mobilização cidadã como nunca se viu desde que as redes sociais se tornaram onipresentes na vida dos brasileiros. A campanha digital, mobilizada especialmente por meio de um canal no WhatsApp que concentrou 5% da população — 1 em cada 10 eleitores de Lula — demonstrou que, na era digital, a política se faz com mobilização e participação. Este engajamento conseguiu dominar a conversa digital, saiu das redes e foi para as conversas no bar, em filas de supermercado. Conseguiu superar o boicote descarado da Meta, Big Tech que tem maior controle sobre a esfera de debate público no Brasil — são 110 milhões de usuários no Facebook, 130 milhões no Instagram e 160 milhões no WhatsApp. Foi também a mobilização da sociedade civil que levou essa empresa a ser questionada pela ONU, intimada pelo TSE e investigada pelo Ministério Público Federal.
Os jornalistas investigativos — em especial os de veículos independentes — trabalharam obstinadamente, incansavelmente. Do caso Dark Horse às ligações de Flávio com o Careca do INSS, foi graças ao trabalho de nossos colegas que o público foi informado sobre o passado do candidato do PL, fatos de interesse público fundamentais para o cidadão decidir seu voto.
Aqui na Agência Pública, revelamos as suspeitas de corrupção e omissão nos hospitais federais do Rio que eram o “feudo” de Flávio Bolsonaro durante o governo do seu pai; detalhamos laços do amigo de Flávio, Willer Tomaz, com o Careca do INSS; levantamos o estilo de vida de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo nos EUA, descobrimos uma empresa que Eduardo abriu com o passaporte Italiano no Bahrein, apuramos as medidas da Meta para prejudicar postagens da campanha de Lula. Mostramos como o assunto que mais afeta os brasileiros — a segurança pública — impacta nossas vidas. Revelamos mensagens inéditas que evidenciam como Daniel Vorcaro, do Banco Master, mantém uma relação umbilical com figuras da direita brasileira, e também da imprensa. Foi nosso jornalismo que revelou ao Brasil a história da professora Vânia de Souza Borges, que perdeu seu filho, Rafael Borges, para o vício em Bets, no especial Jogo Perigoso: o Brasil das Bets. No meio da campanha eleitoral, Vânia foi pessoalmente pedir ao presidente Lula a proibição das Bets – e foi atendida.
Nosso trabalho resultou em ataques, intimidação e assédio digitais. Também enfrentamos o boicote da Meta — tanto pela redução do alcance do Instagram quanto pela censura descarada de pelo menos um post que denunciamos na véspera do segundo turno. Mesmo assim, as revelações que apuramos voaram: foram amplamente republicadas, embasaram episódios da série documental do Youtube Revelando, viraram postagens de influenciadores e memes.
André Janones transformou uma de nossas matérias em uma “missão” do Canal Exército do Lula, comandando a tropa a pesquisar a frase “FLÁVIO BOLSONARO ESQUEMA PANDEMIA”. O primeiro resultado a aparecer foi a investigação da Agência Pública. No último domingo, antes da votação, no debate da TV Bandeirantes, o caso virou um questionamento ao candidato do PL em rede nacional.
Neste momento, a recusa de Flávio Bolsonaro em aceitar a derrota e as denúncias de “golpe” por parte de nomes importantes da extrema direita vão fortalecer a narrativa de perseguição, de fraudes nas urnas e de uma suposta “ditadura”. Figuras como Nikolas Ferreira, Pablo Marçal e Eduardo Bolsonaro já começaram a dizer que a ampliação do período de votação constitui “roubo”. Os contra-ataques à eleição popular serão fortalecidos, ainda, pelo controle do Senado e da Câmara Federal, onde o partido PL obteve a maior bancada desde 1990. É uma bancada empenhada em desconstruir avanços como a proibição das bets, o fim da escala 6 x 1, a proteção do meio ambiente e dos direitos dos indígenas e a regulação das Big Techs.
O contexto pós-eleitoral se complica ainda mais porque o repuxo bolsonarista insere-se em um movimento global de forças antidemocráticas que querem matar justamente o tipo de mobilização cidadã que se viu no Brasil. Os EUA e seus aliados mais próximos no continente — como a Argentina de Milei — não reconheceram, até o momento, a eleição de Lula.
Neste contexto, nosso jornalismo será ainda mais necessário. Nosso compromisso é seguir investindo no jornalismo investigativo, ampliar nossa presença no Youtube para participar cada vez mais do debate que ocorre em vídeos nas telas de todos os brasileiros, além de fortalecer as redes de colaboração internacionais que distribuem nossos conteúdos e ampliam a vigilância sobre a democracia brasileira. Sabemos que o jornalismo cada vez mais faz parte de uma disputa que não se esgota na votação. Defender a democracia é, neste novo contexto, uma tarefa cotidiana que continuará a impulsionar nosso trabalho ao lado da sociedade civil e de movimentos organizados.
Há muito trabalho a ser feito. Vamos a ele.
A direção
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O Centro Comercial Quinta Shopping na Quinta do Lago, convida famílias e visitantes a celebrar no dia 31 de outubro, o Halloween com uma programação temática que decorrerá entre as 11h00 e as 13h00 e entre as 14h00 e as 19h00.
Ao longo do dia, o Quinta Shopping transforma-se num ponto de encontro para momentos de criatividade, diversão e convívio, cujo programa inclui pinturas faciais, ateliers de máscaras e jogos temáticos de Halloween, pensados para envolver os mais novos numa experiência divertida.
A iniciativa estende-se também às lojas aderentes, onde haverá momentos de doçura ou travessura, convidando as famílias a explorar o espaço e a participar na celebração.
Com uma atmosfera ao ar livre, arquitetura inspiradora e uma oferta qualificada e diversificada de lojas, restauração e serviços, o Quinta Shopping reforça, com esta iniciativa, a sua programação de eventos ao longo do ano.
Sobre o Quinta Shopping
Localizado à entrada da Quinta do Lago, o Quinta Shopping é um Boutique Mall com uma oferta diversificada de lojas e serviços premium, restaurantes, bares e cafés. A sua praça central, as esplanadas e a arquitetura romântica e inspiradora proporcionam uma experiência tranquila e elegante, tornando o espaço num ponto de encontro para residentes e visitantes. Ao longo do ano, o Quinta Shopping promove eventos que dinamizam o espaço sem perder a sua identidade.
O Município de Olhão inaugurou, na passada sexta-feira, 23 de outubro, o Centro Municipal de Marcha e Corrida (CMMC), no Estádio Municipal de Olhão, uma iniciativa que pretende incentivar a prática regular de atividade física e promover hábitos de vida saudáveis junto da população, cuja atividade regular arranca já esta terça-feira, 27 de outubro.
A cerimónia contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Olhão, Ricardo Calé, que procedeu à assinatura do Protocolo de Colaboração Institucional para a Criação e Funcionamento do CMMC, formalizando a integração do Município no Programa Nacional de Marcha e Corrida (PNMC), promovido pela Federação Portuguesa de Atletismo (FPA).
O momento reuniu também o vereador do Desporto, representantes da Federação Portuguesa de Atletismo, da Associação de Atletismo do Algarve, do Instituto Português do Desporto e Juventude e da Junta de Freguesia de Pechão, parceiros do projeto, entre outras entidades locais e grupos informais.
A inauguração ficou marcada pelo descerramento da placa identificativa do Centro e pela realização de uma sessão de treino inaugural, aberta à população e orientada por técnicos especializados, assinalando o início oficial das atividades.
Aberto a todos os interessados na prática de marcha e corrida, o novo Centro pretende proporcionar condições adequadas para a prática regular de exercício físico, com acompanhamento técnico especializado, promovendo a segurança, a motivação e a adoção de estilos de vida mais ativos e saudáveis.
As sessões decorrem às terças e quintas-feiras, das 18h30 às 20h00, no Estádio Municipal de Olhão, sob orientação de técnicos municipais com formação específica.
A participação está sujeita a inscrição prévia, através do portal da Federação Portuguesa de Atletismo ou presencialmente junto dos técnicos responsáveis. A inscrição tem o custo de 1,20€/mês, que inclui o seguro desportivo obrigatório, sendo válida para cada época desportiva, de setembro a junho.
Com a criação do Centro, o Município de Olhão alarga as oportunidades de acesso à atividade física orientada, reforçando o compromisso com a promoção da saúde, bem-estar e desporto para todos.
Vitória por 3-1 frente ao Futebol Clube Castrense, em Aljustrel, marca mais um momento histórico para o clube da cidade Quarteira.
A equipa sénior feminina do Quarteira Beach Sports conquistou, no passado sábado de manhã, a Supertaça da Associação de Voleibol do Algarve e Alentejo (AVAL), ao vencer o Futebol Clube Castrense por 3-1, num encontro disputado em Aljustrel.
Este triunfo representa mais um marco histórico para o clube, que conquista assim a sua primeira Supertaça AVAL, reforçando o percurso de sucesso que a equipa tem vindo a construir no voleibol regional.
A participação na Supertaça AVAL surgiu como reconhecimento de uma época memorável para o Quarteira Beach Sports, em que a equipa sénior feminina conquistou, pela primeira vez na história do clube, o título de Campeã Regional do Algarve e Alentejo e a Taça AVAL, após vencer o Futebol Clube Castrense. Duas conquistas históricas que abriram caminho a mais um desafio: a luta pela Supertaça.
Na final disputada em Aljustrel, a formação de Quarteira voltou a demonstrar a sua qualidade, determinação e espírito de equipa, superando novamente o Futebol Clube Castrense e confirmando o excelente momento vivido pelo grupo.
Com este resultado, as seniores femininas do Quarteira Beach Sports escrevem mais uma página importante na história do clube e afirmam-se como uma referência do voleibol regional, dando continuidade a um percurso marcado pela ambição, pelo trabalho e pela conquista de novos objetivos.
A Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve assinala o Dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral (AVC), celebrado a 29 de outubro, com um conjunto de iniciativas em Faro, Portimão e Lagoa, destinadas a sensibilizar a população para a prevenção do AVC, identificar os fatores de risco e a incentivar para a adoção de hábitos de vida saudáveis.
Em Faro, a Unidade de AVC, em parceria com o Serviço de Saúde Ocupacional, promove, a 29 de outubro, um rastreio dirigido aos profissionais da ULS Algarve. A iniciativa decorre entre as 9h00 e as 14h00, no hall do edifício principal, e pretende reforçar a importância da vigilância da saúde e da prevenção desta doença.
No Hospital de Portimão, também no dia 29 de outubro, o programa inclui uma exposição de e-Poster com indicadores de qualidade da Via Verde AVC e da Unidade de AVC, sessões individuais de educação para a saúde sobre prevenção e controlo dos fatores de risco e a atividade ‘Um Minuto no Lugar de Quem Vive um AVC’. Esta última consiste numa experiência de simulação de défices neurológicos, que procura sensibilizar os participantes para algumas das dificuldades enfrentadas pelas pessoas que sofreram um AVC.
As iniciativas prosseguem no dia 30 de outubro, entre as 9h00 e as 12h30, no Mercado Municipal de Portimão, com rastreios de fatores de risco de AVC, sessões individuais de educação para a saúde e aconselhamento sobre prevenção, hábitos de vida saudáveis e vigilância da saúde. A exposição de e-Poster com indicadores de qualidade da Via Verde AVC e da Unidade de AVC estará igualmente patente neste espaço.
Em Lagoa, no dia 8 de novembro, entre as 9h00 e as 12h30, o Auditório Carlos do Carmo acolhe uma ação de sensibilização que inclui rastreios de fatores de risco, com avaliação da tensão arterial e da glicemia, uma sessão de educação para a saúde dedicada à prevenção do AVC e a caminhada ‘Todos os minutos contam’.
Com estas iniciativas, a ULS Algarve pretende reforçar a literacia em saúde e alertar para a importância da prevenção e do controlo dos fatores de risco, contribuindo para a redução do impacto do AVC na população.
O AVC é uma emergência médica em que o reconhecimento dos sinais de alerta e a rapidez na procura de assistência são fundamentais. Perante sinais como desvio da face, falta de força num braço ou alterações na fala deve ligar imediatamente para o 112.
Unidade Móvel Médico-Social percorre o concelho com equipas de enfermagem, aproximando a vacinação das populações e facilitando o acesso dos utentes mais idosos e vulneráveis.
O Município de Mértola, através da Unidade Móvel Médico-Social (UMMS), em articulação com a Unidade de Cuidados na Comunidade do Vale do Guadiana, promove, entre 28 de outubro e 30 de novembro, uma Campanha de Vacinação contra a Gripe e a Covid-19 que irá abranger todas as freguesias do concelho.
A iniciativa assume um caráter pioneiro e diferenciador na região, ao apostar num modelo descentralizado de vacinação. Enquanto, regra geral, a vacinação é realizada nos Centros de Saúde e nas farmácias aderentes, em Mértola são os profissionais de saúde que vão ao encontro das populações, através da UMMS, levando equipas de enfermagem às diferentes freguesias do concelho.
Esta resposta de proximidade procura ultrapassar algumas das dificuldades que caracterizam um território de grande dimensão e dispersão geográfica, onde reside uma população significativamente envelhecida e onde as deslocações para acesso a cuidados de saúde podem representar um obstáculo, sobretudo para os cidadãos mais vulneráveis.
Ao levar a vacinação diretamente às comunidades, o Município de Mértola e a Unidade de Cuidados na Comunidade do Vale do Guadiana procuram facilitar o acesso a este importante instrumento de prevenção, promovendo simultaneamente uma resposta mais próxima, acessível, inclusiva e humanizada.
A vacinação constitui uma das principais formas de prevenção da Gripe e da Covid-19, contribuindo para reduzir o risco de doença grave e de complicações associadas, particularmente entre a população mais envelhecida e vulnerável.
Mais do que uma campanha de vacinação, esta iniciativa materializa uma visão de saúde de proximidade, em que são os serviços que procuram chegar às pessoas e adaptar a resposta às características concretas do território.
Com esta aposta pioneira através da Unidade Móvel Médico-Social, o Município de Mértola reforça o seu compromisso com a prevenção, a proximidade e o cuidado, procurando garantir que a distância não seja uma barreira no acesso à saúde.
O Município de Serpa abre, a partir de 28 de outubro, as candidaturas à atribuição de bolsas de estudo e de mérito a estudantes do ensino superior, no âmbito do ano letivo 2026/2027, cuja medida foi deliberada pela Câmara Municipal em reunião de 21 de outubro e representa um investimento municipal de 18.000 euros.
O presidente da Câmara Municipal de Serpa, Francisco Picareta, sublinha o compromisso do Município com a qualificação dos jovens, referindo que “esta é a primeira vez, neste século, que os estudantes de Serpa vão ter bolsas de estudo, uma medida de apoio aos nossos jovens e às suas famílias, uma ajuda para poderem prosseguir os seus estudos.”
“É, ainda, a primeira vez que serão reconhecidos o esforço e o mérito de quem se distingue academicamente. Sobretudo, queremos que os nossos jovens tenham melhores condições para construir o seu percurso e contribuir para o desenvolvimento do nosso concelho. Esta é mais uma medida que contribuirá para os apoiar”, acrescenta o edil.
No total, serão atribuídas 12 bolsas de estudo, no valor unitário de 1.250 euros, e seis bolsas de mérito, no valor unitário de 500 euros.
O novo Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas de Estudo e de Mérito, contempla duas modalidades de apoio destinadas a estudantes que residam no concelho há, pelo menos, três anos:
Bolsas de estudo, de natureza socioeconómica, destinadas a estudantes de agregados familiares com menores recursos económicos, para atenuar os encargos da frequência do ensino superior e promover a igualdade de oportunidades;
Bolsas de mérito, destinadas a reconhecer e incentivar percursos de excelência académica, valorizando o desempenho escolar dos estudantes residentes no concelho.
Podem candidatar-se estudantes que se encontrem matriculados e a frequentar cursos de ensino superior — CTeSP, licenciatura, mestrado integrado ou mestrado — em instituições de ensino superior públicas, privadas ou cooperativas reconhecidas pelo Estado português.
Os documentos necessários e outra informação relevante serão disponibilizados no site da autarquia.
Iniciativa inspira-se no Ano Internacional da Mulher Agricultora e decorre a 3 de dezembro, com participação gratuita
A Escola Profissional de Alte promove, no dia 3 de dezembro de 2026, o Encontro sobre o Papel da Mulher na Agricultura e no Desenvolvimento Local, uma iniciativa que se inspira nas comemorações do Ano Internacional da Mulher Agricultora.
Declarado pelas Nações Unidas para 2026, o Ano Internacional da Mulher Agricultora procura dar visibilidade ao papel essencial das mulheres nos sistemas agroalimentares, da produção ao comércio, um contributo muitas vezes pouco reconhecido.
Neste contexto, o seminário pretende contribuir para a redução das diferenças de género na agricultura, para a melhoria dos meios de subsistência das mulheres nos territórios rurais e para incentivar a fixação de mulheres, em particular das mais jovens, no setor, reconhecendo o seu contributo para o desenvolvimento local.
O encontro reunirá agricultoras(es), investigadoras(es), técnicas(os), dirigentes, estudantes e membros da comunidade, num espaço de reflexão, inspiração e partilha de conhecimento e experiências. Pretende ainda valorizar o papel das mulheres na preservação dos saberes locais e na construção de comunidades mais fortes e sustentáveis.
O programa inclui comunicações, testemunhos na primeira pessoa e momentos de debate, culminando com uma visita à Quinta do Freixo. Pretende-se, assim, promover o diálogo entre tradição, inovação e desenvolvimento sustentável dos territórios rurais.
Para aceder ao programa, clique aqui. A participação é gratuita, mas implica uma inscrição clicando aqui.
Com esta iniciativa, os promotores convidam todos a conhecer histórias de dedicação, inovação e futuro que inspiram todas as gerações, pelo que para mais informações, deve contactar pelo e-mail: epalte@epalte.pt , ou pelo telefone +351 289 478 100 (custo de chamada local).
A Polícia Judiciária (PJ), informa que através da Unidade de Informação Criminal, no âmbito da cooperação internacional, desenvolveu um conjunto de diligências que conduziram à localização e detenção, na zona de Serpa, de um cidadão estrangeiro, com 33 anos, procurado no Brasil pelos crimes de ofensas à integridade física.
Os factos ocorreram em 2023, quando o agora detido se deslocou a casa da ex-companheira, alegadamente insatisfeito com o fim da relação entre ambos, ocorrida meses antes.
Nessa altura, proferiu ameaças e insultos verbais contra a vítima, agredindo-a fisicamente, mesmo sabendo que esta estava grávida, batendo-lhe na cabeça e na zona do rosto e puxando-lhe o cabelo.
O detido reside em Portugal, contudo desenvolvia a sua atividade laboral em Espanha (trabalhador agrícola), razão pela qual nem sempre vinha dormir a casa, dificultando a sua localização e detenção.
A PJ informa ainda que o detido foi presente ao Tribunal da Relação de Évora que determinou que aguardasse o processo de extradição em prisão preventiva.
O Auditório da Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, em Olhão, acolheu no passado dia 22 de outubro, o seminário ‘Crianças e Jovens na Era da IA — Impactos, Desafios e Oportunidades’, promovido pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Olhão, e pelo Centro de Bem-Estar Social Nossa Senhora de Fátima.
A iniciativa teve como principal objetivo promover a reflexão e a partilha de conhecimentos sobre o impacto crescente da Inteligência Artificial na vida das crianças e dos jovens, numa sociedade em que a evolução tecnológica apresenta novas oportunidades, mas também desafios que exigem atenção e respostas adequadas.
A sessão de abertura contou com a participação do Cónego Carlos Aquino, Presidente da Direção do Centro de Bem-Estar Social Nossa Senhora de Fátima de Olhão; do Custódio Moreno, Vereador da Câmara Municipal de Olhão; da Ofélia Ramos, Presidente do Centro Distrital da Segurança Social de Faro; e da Sara Patrocínio, Presidente da CPCJ de Olhão.
Ao longo da manhã, quatro especialistas de diferentes áreas partilharam os seus conhecimentos e perspetivas sobre a relação entre a Inteligência Artificial, o pensamento humano e o desenvolvimento das crianças e dos jovens, moderados pelo Dr. Bruno Cantigas, Diretor Técnico do Centro de Bem Estar Social Nossa Senhora de Fátima.
O primeiro painel contou com a intervenção do Dr. Paulo Carrasco, que apresentou o tema ‘IA e a Nova Literacia: Como preservar o pensamento humano na era da automação’, abordando a importância de desenvolver competências que permitam acompanhar a evolução tecnológica sem perder de vista o pensamento crítico e a capacidade de reflexão.
Seguiu-se a Dra. Mónica Mexia, com a apresentação ‘Não puxem a ficha. O desafio de viver com a inteligência artificial’, que trouxe à reflexão os desafios associados à convivência com estas novas tecnologias.
Após uma pausa para convívio e partilha entre os participantes, a Dra. Ana Simão apresentou o tema ‘Entre o cérebro e o algoritmo: pensar, sentir e agir na era da Inteligência Artificial’, promovendo uma reflexão sobre a influência da tecnologia nos processos de pensamento, nas emoções e nos comportamentos.
O último momento de intervenção esteve a cargo do Dr. Pedro Dias, com a apresentação ‘O Pensamento Mágico’, seguindo-se uma mesa aberta e um debate final, que permitiram aos participantes colocar questões, partilhar experiências e aprofundar as diferentes perspetivas apresentadas.
A diversidade dos temas e das abordagens contribuiu para uma reflexão abrangente sobre as oportunidades proporcionadas pela Inteligência Artificial, mas também sobre os riscos e as questões que se colocam ao nível da segurança, da privacidade, do desenvolvimento emocional e das relações interpessoais.
Para a CPCJ de Olhão e para o Centro de Bem-Estar Social Nossa Senhora de Fátima, a realização deste seminário representou uma oportunidade para sensibilizar a comunidade e reforçar a importância de uma intervenção informada, preventiva e ajustada às novas realidades que influenciam a vida das crianças e dos jovens.
A iniciativa reforçou ainda a importância do papel das famílias, das escolas, das instituições e da comunidade no acompanhamento das gerações mais novas, promovendo uma utilização consciente, crítica e responsável das novas tecnologias.
Num mundo em constante transformação, acompanhar a evolução tecnológica é fundamental, mas garantir que as crianças e os jovens crescem em segurança, com os seus direitos respeitados e com oportunidades para um desenvolvimento saudável continua a ser uma responsabilidade de todos.
De acordo com as informações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o anticiclone dos Açores está a servir de barreira ao frio vindo do Atlântico, onde se registam grandes tempestades.
Num cenário bem diferente, em Portugal, os próximos dias deverão ser marcados por uma subida das temperaturas máximas, com valores que fazem lembrar o verão.
As temperaturas mais elevadas vão sentir-se no interior e no Sul do país, no entanto, o distrito de Santarém deverá ser o mais quente, com os termómetros a chegar aos 30 graus na sexta-feira, sendo que apesar do calor durante o dia, as noites vão continuar frescas.
Ainda assim, segundo o IPMA está prevista chuva para esta terça-feira em algumas zonas do país.
A subida das temperaturas deverá manter-se até ao próximo domingo, num cenário que antecipa uma espécie de verão de São Martinho, cujo dia apenas se celebra a 11 de novembro.
O professor Elton Freitas, da Universidade Federal de Sergipe (UFS), publicou um vídeo nas redes sociais em que critica o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) por causa da gravação feita no Nordeste. Ele afirma que o parlamentar mineiro chegou à região com câmera de cinema, iluminação e teleprompter, montou a estrutura na casa de uma família humilde e concluiu que o Nordeste foi esquecido.
O professor cita os bastidores vazados do material. Segundo ele, a equipe pediu para esconder a antena parabólica da casa por ser “tecnológica demais” e uma voz comentou sobre a moradora: “ela faz uma cara de coitada, que chega a dar dó”. Elton rebate a fala e afirma que a expressão usada não corresponde à realidade da população nordestina.
Elton Freitas lembra que a gravação ocorreu em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, cidade do agronegócio e um dos maiores PIBs do estado, com campus da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), criada em 2013. Ele questiona a tese de abandono e cobra coerência entre o cenário escolhido e a mensagem divulgada pelo deputado.
O professor recorre à história para definir o que considera abandono real. Na seca de 1979 a 1983, pesquisadores estimam pelo menos 700 mil mortos de fome e sede, a maioria crianças. Ele apresenta o dado como exemplo do que a ausência de políticas públicas produziu na região.
Elton cita indicadores de saúde para mostrar a evolução do Nordeste. Em 1980, de cada mil crianças nascidas na região, 97 morriam antes de um ano. Em 2010, o número caiu para 23. Ele atribui a queda à chegada de cisternas, do Bolsa Família, da aposentadoria rural, da energia elétrica e das universidades no interior.
O professor afirma que a seca de 2012 foi mais forte que a de 1980 e não produziu morte em massa, saque ou êxodo. Segundo ele, o resultado decorre de política pública e não de sorte. Ele cita a instalação de mais de 1 milhão de cisternas como parte desse conjunto de ações.
Elton Freitas apresenta dados econômicos da região. Hoje, mais de 90% da energia eólica do Brasil sai do Nordeste. Em Camaçari, onde a Ford encerrou as atividades em 2021, a BYD já montou 100 mil carros. Ele usa os números para rebater a imagem de região sem atividade produtiva.
O professor reconhece que a região tem problemas graves e aponta falta de saneamento, segurança e emprego. Ele afirma, no entanto, que a solução não depende de esconder antena para retratar a população como miserável. Para Elton, o Nordeste é resistência, e a frase virou lema pessoal dele.
Ele encerra com uma reflexão sobre os riscos da exposição pública e sobre o que tem a perder com o posicionamento.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) divulgou, na madrugada desta segunda-feira (26/10), um vídeo em inglês nas redes sociais em que pede à comunidade internacional que não reconheça a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na gravação, ele afirma, sem apresentar provas, que houve fraude no processo eleitoral e defende o cancelamento do pleito. “Não reconheçam estas eleições. Precisamos cancelar esta eleição. Ela foi claramente fraudulenta. Mas precisamos de pressão internacional”, declarou.
Eduardo sustenta que a virada de Lula entre o primeiro e o segundo turno seria “estatisticamente impossível”. Ele cita a soma dos votos de candidatos derrotados no primeiro turno e afirma que o petista não teria como ter ampliado sua votação na proporção registrada. O ex-deputado questiona ainda a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, que prorrogou o horário de votação em duas horas.
O argumento de Eduardo, no entanto, não menciona o aumento no comparecimento de eleitores entre os dois turnos. A abstenção caiu de 33,4 milhões no primeiro turno para 30,5 milhões no segundo, o que significa que mais de 128,1 milhões de brasileiros votaram neste domingo, ante 125 milhões na primeira etapa. Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio, uma diferença de cerca de 4,4 milhões de votos.
A Justiça Eleitoral negou as acusações e classificou a informação como falsa. O TSE esclareceu que fiscais do PL acompanharam normalmente o Teste de Integridade das Urnas e a totalização dos votos, com registros que comprovam a presença dos representantes. O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu o respeito ao resultado das urnas e afirmou que a democracia exige o reconhecimento da vontade manifestada pelos eleitores.
A publicação de Eduardo ocorre após seu irmão, Flávio Bolsonaro, afirmar que não reconhece a derrota e anunciar que pedirá a anulação da eleição. Flávio criticou a prorrogação do horário de votação, mas não citou que a própria campanha do PL também solicitou a extensão em cinco estados. Os presidentes do STF, do TSE, do Senado e da Câmara já reconheceram o resultado.
Promovida através da Escola de Ciências Humanas e Sociais (ECHS) e coordenada pelos professores António Dias e Patrícia Martins, do Departamento de Economia, Sociologia e Gestão, a iniciativa integrou o programa nacional «Dias da Integridade e Anticorrupção», desenvolvido em parceria com o Ministério da Justiça e o Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC).
Ao longo do projeto, foram realizadas sessões no Agrupamento de Escolas de Santa Marta de Penaguião, Agrupamento de Escolas Dr. Bento da Cruz (Montalegre), Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo (Chaves), Agrupamento de Escolas Dr. João Araújo Correia (Peso da Régua), Agrupamento de Escolas Diogo Cão (Vila Real) e Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo (Peso da Régua).
As ações procuraram sensibilizar os jovens para a importância da integridade, da responsabilidade cívica e da cidadania ativa, promovendo a reflexão sobre valores fundamentais para a construção de uma sociedade mais ética e participativa.
A iniciativa contou ainda com o envolvimento de estudantes da UTAD, proporcionando-lhes uma experiência de aprendizagem prática e o desenvolvimento de competências transversais, como comunicação, liderança, trabalho em equipa e intervenção cívica.
O acolhimento por parte das escolas foi muito positivo, sendo destacadas a qualidade das sessões, a proximidade com os alunos e o elevado nível de participação registado. Algumas das escolas participantes manifestaram já interesse em aprofundar a colaboração com a UTAD, através da realização de novas iniciativas no próximo ano letivo.
Face ao impacto alcançado, está prevista a continuidade do projeto, reforçando o compromisso da UTAD com a promoção da cidadania, da ética e da integridade junto da comunidade educativa.
«Educar para a cidadania é também educar para a integridade.» Com esta iniciativa, a UTAD reafirma o seu papel na formação de cidadãos mais conscientes, responsáveis e participativos.
Oficina do projeto Pertence IPTSP discute responsabilidades de cuidado e propõe caminhos para uma comunidade acadêmica mais acolhedora
Como conciliar a vida acadêmica com as responsabilidades de cuidado? E de que maneira a universidade pode acolher essas demandas para garantir condições de acesso e permanência? Essas questões orientam a oficina “Maternagem e Questões Relacionadas a Gênero”, realizada na manhã desta quinta-feira (22), na Sala Multimídia do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás (IPTSP/UFG).
Conduzida pela professora Dr.ª Fernanda Ramos Pereira, da UFG, a atividade integra a Trilha do Conhecimento do Pertence IPTSP – Projeto de Permanência, Transformação, Equidade e Necessidades da Comunidade Estudantil. A proposta é envolver a comunidade acadêmica em uma reflexão sobre maternidade, maternagem e as condições disponíveis para quem precisa conciliar estudo, trabalho e cuidado.
“A oficina tem como premissa fazer um processo de reflexão coletiva com a comunidade acadêmica que circula e vivencia o IPTSP”, explica Fernanda.
A discussão amplia o olhar sobre o cuidado, compreendido como uma responsabilidade coletiva. Segundo a professora, embora essas atividades não devam ser atribuídas exclusivamente às mulheres, são elas que acabam mais impactadas pelas desigualdades de gênero relacionadas a essas demandas.
“Nesse contexto, a oficina propõe discutir como a universidade tem acolhido as necessidades de quem cuida e quais mudanças podem contribuir para que essas pessoas tenham condições de participar da vida acadêmica”, destaca ela.
Da memória à construção de propostas
A atividade foi estruturada em três momentos. O primeiro convidou os participantes a resgatar memórias de figuras femininas que marcaram suas trajetórias e a compartilhar os motivos pelos quais essas mulheres se tornaram referências.
Na sequência, o grupo foi provocado a refletir sobre o acolhimento das demandas de cuidado no ambiente universitário, considerando sua relação com o acesso, a permanência e as desigualdades de gênero.
O encerramento foi dedicado à elaboração de ideias e propostas de transformação. “A intenção é que a reflexão coletiva contribua para identificar possibilidades de tornar o cotidiano universitário mais acolhedor e atento às diferentes experiências de sua comunidade”, conclui Fernanda.
Duas selfies separadas resolvem o recado de quem quer um rap curto no feed sem marcar ensaio e sem instalar aplicativo. Rap Duo AI recebe uma foto de cada pessoa, mesmo que as duas não tenham sido tiradas no mesmo lugar, e devolve o vídeo da dupla em cerca de três minutos. O que decide a letra não é um ajuste escondido no fim da página. A letra segue a língua do tema que foi digitado, e é isso que muda o uso para quem publica em português.
A linha que entra no campo de tema, neste exemplo, é esta: Dois primos de Goiânia contam o churrasco no quintal da avó. A frase está em português, com cidade, parentesco e o quintal. O rap que sai dela também sai em português, para a família reconhecer a avó e o churrasco na voz, em vez de um refrão genérico que serviria para qualquer lugar.
O Que A Dupla Quer Publicar No Feed
O leitor que abre o celular depois do almoço quer um clipe curto, da ordem de doze segundos, em que duas pessoas aparecem cantando juntas. O vocal, a batida e o movimento da boca nascem no mesmo arquivo. O formato é vertical, no tamanho em que o feed já mostra vídeo. O assunto, aqui, é doméstico e local: dois primos, um churrasco, o quintal de uma avó em Goiânia.
Esse recorte cabe numa página de cidade porque o fato que importa não é o aplicativo em abstrato. O fato é que a língua da canção pode ser a mesma língua da legenda que a família vai ler. Se a legenda fala de Goiânia e a voz canta noutra língua, o clipe não coincide com o texto que a dupla acabou de escrever. A regra de aprovação, antes de publicar, é essa correspondência entre a frase digitada e a língua que se ouve.
Passo A Passo Para Gerar O Rap Em Português
O caminho cabe em poucos gestos, e o gesto que não pode ser pulado é a frase do tema. Sem ela, o rap vira animação genérica. Com ela em português, a letra acompanha o português. No meio da página, um AI Rap Video Generator pede as fotos, o tema e o palco, e o botão na tela traz o texto “Make our rap video”. Rap Duo AI não grava a dupla no quintal. Usa as selfies que já existem e escreve a letra em volta do texto que foi colocado no tema.
Separe duas fotos, uma pessoa em cada arquivo, de frente e com luz no rosto.
Afaste óculos escuros, máscara e filtro pesado, porque a boca precisa ser lida.
Digite o tema em português. A linha de trabalho é: Dois primos de Goiânia contam o churrasco no quintal da avó.
Escolha o palco. Studio Booth serve quando o clipe deve parecer uma gravação, e não uma festa já filmada.
Ajuste modelo, resolução, duração e formato. A duração fica perto de doze segundos, e o formato permanece vertical.
Aperte o botão e espere. A maior parte dos vídeos fica pronta em dois ou três minutos.
A Linha De Tema Em Português Do Brasil
A página lista os idiomas do site: inglês, mandarim, italiano, espanhol, português do Brasil e francês. O idioma padrão do rap acompanha o idioma escolhido no site. Português do Brasil está nessa lista, então um leitor com o site nesse idioma já faz parte da língua certa quando ainda não digitou nada. O vazio, porém, não conta a história do churrasco. Tema vazio vira um rap genérico de animação, ainda na língua do site, sem a avó, sem o quintal e sem Goiânia. A família teve um incentivo solto, não a frase que queria publicar.
Quando o tema é digitado, o eixo muda. O rap segue a língua do texto digitado, e não apenas a língua do menu. Por isso a linha em português é o exemplo que importa, mesmo para quem já deixou o site em português do Brasil. Se a mesma ideia for escrita noutra língua, a letra tende a sair nessa outra língua, e a legenda em português não coincide com a voz. A frase pronta evita o desvio porque já está na língua em que a família fala: Dois primos de Goiânia contam o churrasco no quintal da avó. Dentro do Rap Duo AI, essa frase é o texto em volta do qual a letra é escrita. Nomes, lugar e ocasião entram ali, não num comentário depois do clipe pronto.
Vale separar os três casos, porque eles se confundem com facilidade. No primeiro, o site está em português do Brasil e o tema fica vazio: sai um rap genérico nessa língua. No segundo, o site está em qualquer idioma da lista e o tema é a frase do churrasco: o rap segue o português dessa frase. No terceiro, alguém traduz a frase para outra língua por hábito de teclado: o rap segue essa outra língua, e o clipe não passou na revisão de quem escreveu a legenda em português. O caso que esta dupla quer é o segundo. A linha de exemplo existe para ser copiada e ajustada, não para ser traduzida antes de entrar no campo.
Erros Que Impedem O Rosto De Entrar No Clipe
O erro mais comum não está na frase. Está na foto. Óculos escuros, máscara ou filtro pesado escondem a boca, e o movimento que deveria nascer com o vocal não tem o que seguir. O rosto distorce, ou simplesmente não sustenta uma boca cantando, e o arquivo não entra como material da dupla. Duas pessoas na mesma selfie também quebram o recado, porque cada foto deve trazer um rosto só.
O retrabalho de marcar outro churrasco só para gravar de novo é o gargalo que o clipe evita. Minutos desde o clique no botão, em geral dois ou três, substituem uma tarde inteira de ensaio entre a grelha e a sombra da árvore. Se a primeira foto foi tirada com filtro de beleza, o caminho é trocar a selfie, não reunir a família de novo. A frase do tema pode estar perfeita e ainda assim o arquivo não entra se a boca não aparece. Idioma e rosto são checagens diferentes, e as duas acontecem antes do botão.
Uma Foto Com Um Rosto E Luz Frontal
Cada primo manda a própria foto. Elas não precisam ter sido feitas no mesmo dia, nem no mesmo quintal. A luz fica na frente do rosto, de preferência de uma janela ou de uma lâmpada que não venha só de trás da cabeça. O Rap Duo AI usa a foto para montar o vídeo, e a cara precisa estar inteira, sem óculos e sem máscara. Um primo em Goiânia e outro em outra cidade ainda formam a dupla, desde que cada arquivo tenha um rosto só, de frente, com a boca visível. Foto antiga serve, se a luz e o rosto único estiverem lá.
Como Conferir O Idioma Antes De Publicar
Antes de soltar o arquivo no feed, ouça a primeira frase cantada e compare com a linha que foi digitada. Se o tema era “Dois primos de Goiânia contam o churrasco no quintal da avó”, a voz tem de carregar esse português. Avó, quintal, churrasco e Goiânia são o sinal de que a letra envolveu o texto, e não um rap genérico de animação. Se a voz vier noutra língua, o tema foi escrito na língua errada ou ficou vazio, e o clipe não passou na revisão. Nesse caso a correção é a frase, não uma nova filmagem.
A conferência é curta porque o mecanismo é curto. A língua do site define o padrão entre inglês, mandarim, italiano, espanhol, português do Brasil e francês. A língua do tema digitado define o rap quando há texto. Português do Brasil está entre os idiomas do site, e a linha de exemplo mostra o caso em que a dupla não quer depender só do padrão. Rap Duo AI entrega vocal, batida e boca no mesmo arquivo, em cerca de doze segundos, pronto para o feed assim que o idioma bater com a frase.
O clipe que vale publicar é o que a família reconhece na hora: dois primos, um quintal, um churrasco, cantado na língua em que a legenda foi escrita. A selfie de cada um entra separada, a frase entra em português, e a voz sai nessa mesma língua. Aí o arquivo pode ir para o feed sem uma nova gravação no quintal.
Criar um videoclipe costumava exigir equipamentos caros, atores e semanas de edição na linha do tempo. Hoje, ferramentas especializadas de IA generativa conseguem analisar as batidas, o ritmo e o clima da sua música para sincronizar os elementos visuais automaticamente, sem a necessidade de editar cada clipe manualmente.
Se você é um criador que procura um gerador de videoclipes com ia confiável para automatizar sua produção, o cenário mudou completamente em 2026. O mercado agora se divide entre agentes completos, capazes de compreender a estrutura de uma música inteira, e modelos de base que geram clipes curtos e visualmente impressionantes, mas deixam a montagem final por sua conta.
Resposta rápida: qual é o melhor gerador de videoclipes com IA em 2026?
Para criadores que já têm uma música pronta e querem transformá-la em uma experiência visual completa, o freebeat é a melhor escolha geral. Seu Music Video Agent mapeia automaticamente a estrutura da faixa inteira e sincroniza os cortes com as batidas ao longo de até 6 minutos de vídeo, tudo com um único clique. O Runway continua sendo a principal opção para criar cenas cinematográficas e profissionais, desde que você esteja disposto a reuni-las manualmente em uma linha do tempo. O Neural Frames se destaca na criação de visualizadores reativos ao áudio para faixas eletrônicas e abstratas, enquanto o Kaiber é a melhor escolha para clipes estilizados voltados às redes sociais.
Outras soluções, como Adobe e DaVinci Resolve, funcionam principalmente como ferramentas profissionais de edição, e não como geradores totalmente automatizados. Por isso, são mais indicadas para os ajustes finais do que para a criação inicial. Se o seu projeto exige uma tipografia sincronizada com a música, você também pode precisar de uma ferramenta específica de lyrics video ai. Para a geração dos elementos visuais principais, porém, estas são as opções que mais se destacam.
A seguir, você encontrará a matriz de avaliação dos geradores de videoclipes, comparando os recursos essenciais das principais ferramentas. (Preços verificados em setembro de 2026.)
Produto
Estrutura da música completa (até 6 min)
Mecanismo de sincronização com as batidas
Etapas para finalizar o vídeo
Entradas compatíveis
Tempo de geração
Preço
Plano gratuito
Marca-d’água
freebeat
Até 6 min (Pro)
Análise de 7 sinais, cortes automáticos
1 etapa (modo Auto)
Links (Suno/Áudio/YouTube), áudio, foto
Cerca de 5 min para a faixa completa
Basic: US$ 4,99/semana
500 créditos vitalícios, sem cartão
Plano gratuito com marca-d’água; planos pagos remove
Neural Frames
Visualizador em loop contínuo
Modulação de frequência reativa ao áudio
3 ou mais etapas manuais de prompts
Arquivo de áudio, texto
Cerca de 10 min de renderização
A partir de US$ 26/mês
—
—
Runway
Clipes de 5 segundos, montagem manual
Nenhum (apenas visual)
Mais de 10 edições manuais por minuto
Texto, imagem, vídeo
Cerca de 2 min por clipe
A partir de US$ 12/mês
125 créditos únicos
Plano pago remove a marca-d’água
Kaiber
Geração de cenas curtas
Reatividade básica ao áudio
4 etapas manuais de configuração
Áudio, imagem, texto
Cerca de 3 min por clipe
A partir de US$ 5/5 dias
Nenhum
—
Kling AI
Clipes de 5 segundos, montagem manual
Nenhum (apenas visual)
Mais de 10 edições manuais por minuto
Texto, imagem
Cerca de 2 min por clipe
Basic: US$ 0
66 créditos por dia
Plano gratuito exibe marca-d’água; plano pago remove
Adobe
Montagem manual na linha do tempo
Sincronização manual pela forma de onda
Edição inteiramente manual
Vídeo, imagem, áudio
Depende do tempo de renderização manual
Aplicativo individual: US$ 22,99/mês
Firefly: 25 créditos/mês
Firefly gratuito não exibe marca-d’água visível
Pika
Clipes de 3 a 5 segundos
Nenhum (apenas visual)
Dezenas de tentativas com prompts
Texto, imagem, vídeo
Cerca de 1 min por clipe
—
80 créditos/mês
Plano pago permite downloads sem marca-d’água
DaVinci Resolve
Fluxo de trabalho manual na linha do tempo
Sincronização manual pela forma de onda
Edição inteiramente manual
Vídeo, imagem, áudio
Depende do tempo de renderização manual
Studio: US$ 295, pagamento único
Versão gratuita completa
Sem marca-d’água
Musvideo
Limites de geração de 12 a 24 min
Mapeamento básico de áudio
2 etapas (upload e prompt)
Arquivo de áudio
Cerca de 15 min de processamento
A partir de US$ 14,99/mês
15 créditos no cadastro
Plano pago remove a marca-d’água
Rotor-Videos
Duração ajustada por modelos prontos
Cortes algorítmicos com templates
3 etapas (upload, escolha e renderização)
Arquivo de áudio
Cerca de 5 min por template
A partir de US$ 49,95 (5 créditos)
Sim
—
Como comparamos os 10 melhores softwares para criar videoclipes
Para diferenciar os verdadeiros geradores de videoclipes com IA dos geradores de vídeo genéricos, avaliamos cada ferramenta com base em uma metodologia rigorosa, voltada para situações reais de produção musical. Com base nos dados obtidos em setembro de 2026, analisamos como cada plataforma trabalha com a estrutura de uma música completa, se consegue produzir um vídeo de até 6 minutos ou apenas clipes curtos, qual mecanismo de sincronização com as batidas utiliza, quanto tempo leva para gerar o conteúdo, quais formatos de entrada aceita e quantas etapas manuais são necessárias até chegar ao vídeo finalizado.
freebeat — O melhor gerador de videoclipes com IA no geral
O que o freebeat realmente faz?
O freebeat é uma plataforma de criação com IA desenvolvida especificamente para música. Ela recebe o áudio e transforma a faixa em uma narrativa visual completa, sincronizada com as batidas. Ao contrário dos modelos de base que geram clipes sem áudio e exigem montagem posterior, o Music Video Agent do freebeat aceita links diretos de plataformas como Suno, Áudio, YouTube e SoundCloud.
Assim que recebe a faixa, a ferramenta executa uma análise musical baseada em 7 sinais, identificando o andamento, a grade de batidas, os eventos percussivos, a curva de energia, o conteúdo espectral, as seções da música e as etiquetas de cada seção.
Com esses dados, o AI Director organiza os cortes para que as mudanças visuais acompanhem os momentos de maior intensidade musical. A ferramenta mantém a consistência dos personagens por meio de uma Character Bible e preserva a continuidade visual ao longo de todo o projeto.
Para músicas completas, o Music Video Agent do freebeat produz até 6 minutos de conteúdo visual estruturado. Se você precisa de uma performance mais curta, o recurso Photo Karaoke cria clipes de canto encenado de até 30 segundos, com aproximadamente 90% de precisão na sincronização labial em mais de 12 idiomas otimizados.
Você pode usar o modo Auto para gerar um vídeo finalizado em cerca de 5 minutos ou escolher o modo Custom para selecionar modelos específicos para cada cena, como Seed’ance 2.5, Wan 2.7, MiniMax H3, Nano Banana ou GPT-Image 2.
Quanto custa o freebeat?
O plano Básico de entrada do freebeat custa US$4,99 por semana, em uma oferta promocional. Para desbloquear a duração completa de 6 minutos do Music Video Agent, o plano Pro está disponível por US$26,99 por mês.
Plano gratuito: Sim. Ao se cadastrar, o usuário recebe 500 créditos vitalícios, sem precisar informar um cartão de crédito.
Política de marca-d’água: O plano gratuito, limitado a 30 segundos de vídeo em 720p, inclui uma marca-d’água. A contratação de qualquer plano pago remove essa marca.
Quais são as limitações do freebeat?
Os créditos do plano gratuito podem acabar rapidamente quando você produz vídeos mais longos. Projetos que exigem muitas revisões podem consumir até 10.000 créditos por vídeo. Além disso, a resolução de 1080p é restrita ao plano Ultimate, enquanto as exportações do plano Pro ficam limitadas a 720p.
Vale a pena usar o freebeat?
Para músicos e criadores que querem transformar uma faixa em um videoclipe finalizado, com cortes que acompanham a música, sem precisar editar tudo manualmente, o freebeat é a melhor escolha geral. A análise dos 7 sinais musicais e a montagem da faixa completa acontecem automaticamente.
Neural Frames — O melhor visualizador reativo ao áudio
O que o Neural Frames realmente faz?
O Neural Frames se concentra na criação de visualizadores abstratos que reagem ao áudio, em vez de produzir videoclipes narrativos tradicionais. A ferramenta analisa as frequências do arquivo de áudio enviado e modifica os elementos visuais de acordo com os componentes da música. Por exemplo, um efeito visual pode aparecer sempre que o baixo entra em destaque.
Dependendo da duração e da complexidade da faixa, a geração pode levar aproximadamente 10 minutos. Para começar, é necessário enviar o arquivo de áudio diretamente à plataforma e escrever prompts de texto que orientem o mecanismo de geração visual por IA.
A finalização do vídeo exige configurar manualmente os quadros-chave e ajustar os prompts ao longo da linha do tempo do áudio.
Quanto custa o Neural Frames?
Os preços começam em US$26 por mês, com faturamento anual, incluindo 2.400 créditos mensais.
Plano gratuito: A página de preços verificada não informa explicitamente a existência de um plano gratuito permanente, embora haja uma seção separada com ferramentas gratuitas.
Política de marca-d’água: —
Quais são as limitações do Neural Frames?
A ferramenta não foi desenvolvida para criar narrativas realistas de músicas completas com personagens consistentes. Seu foco é a visualização abstrata, sem garantir continuidade narrativa ao longo de uma faixa de 6 minutos.
Vale a pena usar o Neural Frames?
Se você produz música eletrônica ou psicodélica e procura visuais hipnóticos que reajam ao áudio, o Neural Frames é uma opção bastante eficiente.
Runway — O melhor para clipes cinematográficos profissionais
O que o Runway realmente faz?
O Runway é uma ferramenta poderosa para gerar clipes cinematográficos com alto nível de realismo. No entanto, não analisa a música. Os formatos de entrada compatíveis incluem prompts de texto, imagens de referência e vídeos existentes.
Como a plataforma não possui um mecanismo nativo de sincronização com as batidas, a geração é relativamente rápida, levando cerca de 2 minutos por clipe. O problema aparece na montagem final: você precisa criar dezenas de clipes de 5 segundos e depois colocá-los em um editor de linha do tempo para sincronizá-los manualmente com a faixa.
Por conta própria, o Runway não consegue montar a estrutura visual de uma música inteira.
Quanto custa o Runway?
A assinatura começa em US$12 por mês, com compromisso anual, e oferece 625 créditos mensais.
Plano gratuito: Sim. Novas contas recebem 125 créditos de uso único.
Política de marca-d’água: Os planos pagos permitem exportar vídeos sem marca-d’água.
Quais são as limitações do Runway?
A ferramenta não compreende o áudio da música. Você precisa sincronizar os elementos visuais com as batidas por conta própria, o que torna o processo bastante dependente de um software de edição externo.
Vale a pena usar o Runway?
O Runway é ideal para editores profissionais que desejam criar cenas cinematográficas impressionantes e têm experiência para sincronizá-las manualmente com a música.
Kaiber — O melhor para clipes estilizados
O que o Kaiber realmente faz?
O Kaiber cria clipes animados e estilizados usando uma combinação de reatividade básica ao áudio e engenharia de prompts. A ferramenta combina recursos de geração de vídeo a partir de texto com elementos típicos de visualizadores musicais.
Para finalizar um vídeo, você precisa enviar o áudio, fornecer uma imagem ou um prompt de texto, definir o movimento da câmera e escolher uma estética visual. O tempo de geração é relativamente curto, cerca de 3 minutos por clipe.
Como acontece com outros geradores de cenas curtas, porém, o Kaiber tem dificuldade para manter uma estrutura coerente ao longo de uma música completa de 6 minutos.
Quanto custa o Kaiber?
O Kaiber utiliza um sistema de teste que começa em US$ 5 por 5 dias e depois é convertido em um plano Creator.
Plano gratuito: Não há um plano totalmente gratuito disponível. Para acessar a plataforma, é necessário iniciar o teste de US$5.
Política de marca-d’água: —
Quais são as limitações do Kaiber?
O estilo visual é bastante influenciado por estéticas específicas de animação 2.5D e pintura digital. Isso torna a ferramenta menos indicada para quem procura videoclipes de performances com aparência fotorrealista.
Vale a pena usar o Kaiber?
Se você procura clipes visualmente marcantes e estilizados para teasers musicais nas redes sociais, o Kaiber é uma opção interessante.
Kling AÍ — O melhor para clipes de vídeo realistas
O que o Kling AÍ realmente faz?
O Kling AÍ gera clipes cinematográficos de 5 segundos com alto nível de realismo a partir de textos e imagens. Assim como o Runway, funciona como um modelo de base, e não como um agente especializado em música.
Não existe um mecanismo de sincronização com as batidas. Isso significa que você não pode simplesmente enviar uma música e esperar que o Kling AI faça os cortes acompanhando a caixa ou o bumbo.
A geração dos clipes é rápida, mas criar um videoclipe completo exige muitas instruções manuais, downloads e edição posterior na linha do tempo.
Quanto custa o Kling AI?
O Kling AI utiliza um sistema de planos que inclui uma opção Standard a partir de US$ 10 por mês.
Plano gratuito: O plano Basic oferece 66 créditos por dia sem custo.
Política de marca-d’água: O plano gratuito exibe uma marca-d’água visível do Kling AI. Os planos pagos removem a marca visível, embora uma marca-d’água invisível nos metadados, chamada SynthroID, permaneça em todas as exportações.
Quais são as limitações do Kling AI?
A ferramenta não compreende o áudio. Para criar um videoclipe de 3 minutos, você pode precisar gerar manualmente mais de 30 clipes individuais e reuni-los em outro editor.
Vale a pena usar o Kling AI?
O Kling AI é indicado para criadores que desejam montar uma biblioteca própria de cenas de apoio ultrarrealistas e depois editá-las manualmente em um videoclipe.
Adobe — O melhor editor profissional com geração por IA
O que o Adobe realmente faz?
O ecossistema Adobe, que inclui Creative Cloud, Premiere e Firefly, oferece ambientes profissionais nos quais você pode montar manualmente vídeos de músicas completas, sem um limite fixo de duração imposto por esse fluxo de edição.
O Adobe Firefly permite gerar imagens com IA, mas a sincronização das cenas com a música no Premiere depende do ajuste manual pela forma de onda do áudio. O número de etapas necessárias para finalizar o vídeo depende inteiramente da sua experiência com a edição na linha do tempo.
O tempo total de produção também depende do trabalho manual e da velocidade de renderização do computador.
Quanto custa o Adobe?
Os planos individuais de aplicativo único, como o Premiere, custam US$22,99 por mês com compromisso anual. O Adobe Firefly Standard, contratado separadamente, custa US$9,99 por mês.
Plano gratuito: O Adobe Firefly oferece 25 créditos generativos gratuitos por mês.
Política de marca-d’água: As imagens do plano gratuito do Firefly não apresentam marca-d’água visível. Em vez disso, recebem metadados invisíveis do Content Credentials.
Quais são as limitações do Adobe?
O Adobe não é um gerador automatizado de videoclipes musicais. O software oferece o ambiente de edição e os recursos visuais gerados por AÍ, mas você precisa realizar toda a montagem estrutural por conta própria.
Vale a pena usar o Adobe?
O Adobe é mais indicado para profissionais de vídeo que precisam de controle total sobre a linha do tempo e querem complementar o trabalho tradicional com gerações ocasionais de conteúdo por IA.
Pika — O melhor para clipes curtos de redes sociais
O que o Pika realmente faz?
O Pika se concentra em clipes curtos, dinâmicos e adequados às redes sociais. A ferramenta permite animar imagens, textos e trechos de vídeos existentes.
Ela não mapeia o áudio para as mudanças visuais, portanto, não possui um mecanismo de sincronização com as batidas. A geração é rápida, levando aproximadamente 1 minuto por clipe, mas a criação de um videoclipe completo não é seu objetivo principal.
Para manter a consistência visual ao longo de uma linha do tempo, você pode acabar repetindo dezenas de etapas.
Quanto custa o Pika?
Os planos pagos começam no nível de 700 créditos por mês, embora os valores exatos em dólares não tenham sido verificados.
Plano gratuito: O Pika oferece 80 créditos de vídeo por mês.
Política de marca-d’água: A contratação de um plano pago permite baixar vídeos sem marca-d’água.
Quais são as limitações do Pika?
A ferramenta é voltada para pequenas sequências de movimento. Não foi projetada para analisar um arquivo MP3 e criar automaticamente um videoclipe coerente de 4 minutos.
Vale a pena usar o Pika?
O Pika é uma boa escolha para criar clipes rápidos e compartilháveis no TikTok ou Instagram Reels para divulgar sua música, em vez de produzir o videoclipe principal.
DaVinci Resolve — O melhor editor profissional tradicional
O que o DaVinci Resolve realmente faz?
O DaVinci Resolve é uma ferramenta poderosa para edição profissional e correção de cores. Assim como o Adobe, trabalha facilmente com músicas completas porque utiliza a montagem manual na linha do tempo.
Você pode importar vídeos, imagens e arquivos de áudio e usar as formas de onda visuais para alinhar os cortes às batidas. No entanto, finalizar o projeto exige conhecimento de edição tradicional.
Quanto custa o DaVinci Resolve?
A versão premium Studio está disponível por US$295, em um único pagamento.
Plano gratuito: Sim. A Blackmagic Design oferece uma versão gratuita com um conjunto abrangente de recursos.
Política de marca-d’água: A versão gratuita não adiciona marca-d’água aos vídeos exportados.
Quais são as limitações do DaVinci Resolve?
O software não gera vídeos a partir de textos nem analisa o arco emocional da música para escolher cenas automaticamente. Trata-se de um editor tradicional, não de um agente de geração por IA.
Vale a pena usar o DaVinci Resolve?
É uma excelente ferramenta para profissionais de correção de cores e editores tradicionais que já geraram seus clipes com IA em outras plataformas e precisam de uma linha do tempo de nível profissional para reuni-los.
Musicvideo — Um gerador de videoclipes dedicado à música
O que o Musicvideo realmente faz?
O Musicvideo é um gerador especializado em faixas musicais mais longas. Dependendo do plano, permite gravar vídeos com duração de 12 a 24 minutos. Sua principal entrada é o arquivo de áudio enviado pelo usuário.
A ferramenta associa os elementos visuais ao áudio, mas seu mecanismo de sincronização é mais simples do que uma análise baseada em 7 sinais musicais. O processo de criação também é direto: basta enviar o arquivo, fornecer um prompt e aguardar aproximadamente 15 minutos pela geração.
Quanto custa o Musicvideo?
O plano básico começa em US$14,99 por mês e oferece 6.000 créditos.
Plano gratuito: Os usuários recebem 15 créditos ao se cadastrar.
Política de marca-d’água: Os planos pagos oferecem exportações sem marca-d’água e direitos de uso comercial.
Quais são as limitações do Musicvideo?
A qualidade visual e a consistência dos personagens ficam atrás das principais ferramentas de base e dos agentes especializados. Por isso, os resultados podem parecer um pouco ultrapassados em comparação com alternativas mais avançadas.
Vale a pena usar o Musicvideo?
É uma opção viável para quem trabalha com mixes muito longas, como sets de DJ de 20 minutos, e precisa de acompanhamento visual básico sem depender de muita edição manual.
Rotor-Vídeos — O melhor criador de videoclipes com modelos prontos
O que o Rotor-Vídeos realmente faz?
O Rotor-Videos utiliza um método algorítmico para editar vídeos de banco de imagens e modelos predefinidos, ajustando-os à duração da música. Não é uma ferramenta de IA generativa no sentido estrito, pois não cria pixels e cenas inteiramente novos a partir de textos. Em vez disso, seleciona e combina elementos de seu catálogo de acordo com o áudio.
A ferramenta consegue trabalhar com a música completa, ajustando os cortes ao ritmo da faixa. O processo é simples: envie o arquivo de áudio, escolha um modelo e inicie a renderização. O resultado costuma ficar pronto em aproximadamente 5 minutos.
Quanto custa o Rotor-Videos?
O Rotor vende pacotes de créditos, a partir de US$49,95 por 5 créditos. Um crédito equivale aproximadamente a um vídeo.
Plano gratuito: Sim. Os usuários podem começar a utilizar a plataforma gratuitamente.
Política de marca-d’água: —
Quais são as limitações do Rotor-Videos?
Como não é um gerador de vídeo verdadeiramente generativo, a ferramenta não permite definir personagens personalizados, movimentos cinematográficos específicos ou estilos artísticos totalmente próprios. Você fica limitado ao catálogo de modelos disponíveis.
Vale a pena usar o Rotor-Videos?
O Rotor é indicado para artistas independentes que precisam produzir rapidamente um videoclipe com aparência tradicional, utilizando vídeos de banco de imagens e sem gastar muito tempo na edição.
Qual é o melhor gerador de videoclipes com IA?
A escolha das melhores ferramentas de videoclipes com IA em 2026 depende principalmente da quantidade de trabalho manual que você está disposto a realizar.
Se você quiser colar um link do YouTube ou do Sono e deixar um agente de IA analisar 7 sinais musicais para gerar um vídeo completo de 6 minutos, o freebeat é a melhor opção.
Se precisar de cenas cinematográficas específicas de 5 segundos para montar o vídeo por conta própria, escolha o Runway ou o Kling AI.
Se o seu gênero musical combina com visuais abstratos em loop que reagem ao áudio, vale a pena considerar o Neural Frames.
Se prefere um ambiente tradicional de edição não linear para sincronizar todos os elementos manualmente, baixe a versão gratuita do DaVinci Resolve.
Perguntas frequentes
Qual é a melhor ferramenta de IA para criar videoclipes?
Para uma produção completa, o freebeat é a melhor ferramenta de IA para criar videoclipes. Seu Music Video Agent recebe um arquivo de áudio ou link e gera automaticamente até 6 minutos de conteúdo visual sincronizado com as batidas, analisando o andamento, a grade rítmica e a energia da música. Isso elimina a necessidade de reunir manualmente clipes de 5 segundos em um segundo editor.
Os geradores de IA conseguem criar um vídeo para uma música inteira?
Sim, mas é importante escolher um agente especializado, e não apenas um modelo de geração de clipes. Modelos de base como Runway e Pika produzem somente sequências curtas, de aproximadamente 3 a 5 segundos. Para cobrir uma faixa inteira de 4 minutos de maneira consistente, o Music Video Agent do freebeat foi desenvolvido especificamente para a geração de músicas completas, com duração de até 6 minutos no plano Pro e manutenção da consistência dos personagens ao longo do projeto.
Preciso de um cartão de crédito para testar esses geradores?
Nem sempre. O plano gratuito do freebeat oferece 500 créditos vitalícios no cadastro, sem exigir cartão de crédito. O Kling AÍ também disponibiliza 66 créditos diários para usuários gratuitos. Por outro lado, plataformas como o Kaiber exigem um teste inicial de US$5 para começar a utilizar o software.
Os videoclipes gerados terão marca-d’água?
A maioria dos planos gratuitos inclui marcas-d’água. Por exemplo, as exportações do plano gratuito do freebeat, limitadas a 30 segundos, e do plano gratuito do Kling AI apresentam marcas visíveis. Ao contratar um plano pago, como o Basic do freebeat por US$4,99 por semana ou o Standard do Kling AI por US$10 por mês, a marca visível é removida, permitindo exportar vídeos sem essa identificação.
Como faço uma foto cantando acompanhando uma música?
Você pode utilizar recursos especializados de sincronização labial, desenvolvidos para performances com retratos. Enquanto as ferramentas de vídeo completo cuidam dos cortes cinematográficos, o Photo Karaoke do freebeat simplifica esse processo: basta enviar uma foto e uma faixa musical para que a IA sincronize os movimentos da boca com a letra em mais de 12 idiomas otimizados, criando um clipe de canto encenado de até 30 segundos.
Quem detém os direitos autorais dos videoclipes gerados por IA?
Em geral, os usuários mantêm os direitos sobre o conteúdo que criam e recebem uma licença de uso comercial. No entanto, você é inteiramente responsável por garantir que possui os direitos necessários sobre músicas, fotografias e outros materiais protegidos por direitos autorais que utilizar como entrada.
O livro “História da Alheira de Mirandela”, da autoria de Cristina Passas, está entre os finalistas da 32.ª edição dos Gourmand World Cookbook Awards 2026, na categoria E12 – Meat Books, colocando Portugal em destaque numa competição internacional dedicada à gastronomia e à cultura alimentar.
Promovida pela Associação Comercial e Industrial de Mirandela (ACIM) e pela Confraria da Alheira de Mirandela, a obra conta com ilustrações de Sónia Borges e foi publicada pela LeYa. O reconhecimento internacional surge apenas duas semanas após a apresentação oficial do livro em Mirandela.
Nesta categoria, a publicação portuguesa integra uma lista de apenas nove livros finalistas, provenientes de nove países, reforçando a projeção internacional de um dos produtos mais emblemáticos da gastronomia transmontana.
A dimensão da distinção é também evidenciada pelos números globais dos Gourmand World Cookbook Awards. A lista de finalistas de outubro de 2026 reúne 1.453 obras, oriundas de 210 países e organizações internacionais.
Os Gourmand World Cookbook Awards foram criados em 1995 por Édouard Cointreau e distinguem anualmente publicações dedicadas à gastronomia, aos livros de cozinha e à cultura alimentar, promovendo tradições culinárias de diferentes regiões do mundo.
Em comunicado, a Associação Comercial e Industrial de Mirandela (ACIM) refere que a seleção do livro “História da Alheira de Mirandela” constitui “um reconhecimento do trabalho desenvolvido em torno da história e da identidade deste produto tradicional, contribuindo para a valorização do património gastronómico de Mirandela e de Trás-os-Montes”.
Para além da distinção atribuída à obra, a presença entre os finalistas representa uma oportunidade para reforçar a notoriedade do município e projetar internacionalmente a Alheira de Mirandela, produto de referência da região.
O Circuito Internacional de Montalegre destacou-se como um importante palco do ralicross mundial ao receber o RallyX Global Final, que teve lugar durante o fim de semana. A competição reuniu um total de 77 pilotos provenientes de 20 países, atraindo mais de 10 mil adeptos. Timmy Hansen, campeão mundial anterior, foi o vencedor da categoria-rainha FC1 Hypercar, terminando à frente do finlandês Niclas Grönholm e do sueco Kevin Eriksson.
A prova também marcou a estreia no ralicross do espanhol Dani Sordo, que após mais de duas décadas no Campeonato do Mundo de Ralis (WRC), conseguiu vencer uma manga de qualificação e terminou a final na sétima posição. A representação portuguesa foi notável, com José Oliveira a vencer na categoria 4WD+FC2 Am ao volante de um Peugeot 208 e Leonel Sampaio a alcançar o terceiro lugar. Joaquim Machado também se destacou na competição de domingo, garantindo um lugar no pódio com uma terceira posição.
Um dos momentos mais memoráveis da edição deste ano foi a realização da primeira corrida noturna nos 27 anos do Circuito Internacional de Montalegre. Sob iluminação artificial, os pilotos proporcionaram um espetáculo inédito aos milhares de adeptos presentes.
Após ter recebido em 2025 a estreia do RallyX no sul da Europa, Montalegre acolheu agora a grande final mundial da competição, reforçando assim a sua projeção internacional e capacidade para organizar eventos desportivos significativos. Este evento não só promoveu a modalidade como também dinamizou a economia local, beneficiando setores como hotelaria e restauração.
Fátima Fernandes, presidente da Câmara Municipal de Montalegre, sublinhou a importância desta prova para o concelho no panorama internacional do automobilismo. A autarca expressou orgulho pela presença dos melhores pilotos dos campeonatos europeus e americanos e agradeceu à equipa do Município e ao Clube Automóvel de Vila Real (CAVR) pelo seu profissionalismo na organização. Fátima Fernandes afirmou que “um concelho do interior profundo, tantas vezes esquecido pelo centralismo, conseguir manter uma agenda tão diversificada e atrair milhares de visitantes é um caso de estudo”.