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Israel: sondagem à boca das urnas dá vitória a Netanyahu

27 October 2026 at 22:25

Uma sondagem à boca das urnas realizada para a estação televisiva Canal 12 confere ao Likud, de Benjamin Netanyahu, a obtenção de 24 lugares do parlamento, o Knesset – muiro aquém dos 61 lugares que determinam a maioria absoluta, mas dois lugares à frente do Yashar, de Gadi Eisenkot, ex-chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel. A confirmar-se, este resultado vai contra a maioria das sondagens pré-eleições, que sistematicamente davam a vitória a a Eisenkot.

Mas, paralelamente, o grupo de partidos assumidamente na oposição a Netanyahu, tem uma maioria de 52 lugares – aos 22 do Yashar, somam-se os 12 do B’Yashar, dez dos Democratas e oito do Beytenu. Do outro lado, com Netanyahu, estão o Shas (oito lugares), Religious Zionism, United Torah Judaism e OtzmaYehudit (com seis cada um), num total de 50.

Além destes, pontificam ainda a Lista Conjunta, de esquerda (e favorável à solução dos dois Estados), com 11 lugares. Ou seja, se a Lista aceitar somar os seus lugares à oposição liderada por Gadi (o que não é uma evidência), o bloco teria mais que os 61 lugares necessários para formar governo. Oficialmente, a posição da Lista Conjunta em relação a uma aliança com Gadi Eisenkot prevê a possibilidade de um apoio condicional e externo (meramente parlamentar, portanto), recusando liminarmente integrar formalmente um governo liderado pelo militar. Há ainda a contar com os sete lugares do Ra’am, o partido da minoria árabe, que, ao contrário da Lista Conjunta, quer integrar formalmente um governo e fazer parte de uma coligação liderada por Gadi Eisenkot. O problema é que os seus sete lugares não são suficientes para atingir os necessários 61 deputados para a construir uma maioria.

De qualquer modo, se Netanyahu vencer, e mesmo que o seu bloco não seja à partida suficiente para atingir os 61 lugares, o presidente do país, Isaac Herzog, que assumiu o cargo em julho de 2021 e é originariamente do Likud, irá por certo convidar o ainda primeiro-ministro para tentar formar o próximo governo. Só se este não conseguir é que, em segunda escolha, irá ‘bater à porta’ de Gadi Eisenkot.

Após a contagem dos votos, Herzog consultará os líderes dos partidos eleitos antes de incumbir o parlamentar que, em sua opinião, tiver a melhor hipótese de formar um governo, o qual não precisa necessariamente ser o líder do maior partido ou bloco. Esse candidato terá 28 dias para articular uma coligação, com uma possível prorrogação de 14 dias. Caso essas tentativas falhem, um segundo líder partidário poderá ter 28 dias (sem prorrogação) para tentar formar um governo, e se essa tentativa também não for bem-sucedida, uma maioria de 61 deputados poderá solicitar ao presidente que atribua a tarefa a um parlamentar específico dentro de um prazo adicional de 21 dias. Se todas as tentativas falharem, Israel enfrentará outra eleição, com Netanyahu a permanecer como primeiro-ministro interino até que seja formado um novo governo.

Mas Herzog já disse que está empenhado em evitar uma repetição de 2019-2020, quando impasses persistentes levaram o país às urnas três vezes em 11 meses, incentivando os líderes a considerarem um governo de unidade ou de rotação envolvendo Netanyahu e Eisenkot, caso nenhum dos dois consiga formar um bloco sozinho.

Primeiras projeções das eleições em Israel confirmam empate técnico

27 October 2026 at 20:17

De acordo com as primeiras projeções e sondagens divulgadas logo após o fecho das urnas, antecipa-se um cenário de empate técnico e nenhum dos blocos principais — liderados pelo atual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu (Likud) e pelo opositor Gadi Eisenkot (Yashar!) — conseguirá alcançar a maioria absoluta de 61 lugares no Parlamento (Knesset) de 120 cadeiras.

Quase três anos depois do ataque mais mortal da história de Israel, o Estado hebraico chamou os seus cidadãos às urnas naquela que foi comummente considerada uma das mais importantes da história, com consequências que vão muito para além do futuro político do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ou dos seus oponentes. O massacre do Hamas, em 7 de outubro de 2023, lançou o país numa profunda divisão sobre questões como a responsabilização pelas falhas que permitiram o ataque, o ónus do serviço militar, a independência das instituições democráticas e do poder judiciário, a capacidade de o país manter a prosperidade económica, as alianças internacionais e o espectro do isolamento global.

Após a contagem dos votos, o presidente Isaac Herzog consultará os líderes dos partidos eleitos antes de incumbir o parlamentar que, em sua opinião, tiver a melhor hipótese de formar um governo, o qual não precisa necessariamente ser o líder do maior partido ou bloco. Esse candidato terá 28 dias para articular uma coligação, com uma possível prorrogação de 14 dias. Caso essas tentativas falhem, um segundo líder partidário poderá ter 28 dias (sem prorrogação) para tentar formar um governo, e se essa tentativa também não for bem-sucedida, uma maioria de 61 deputados poderá solicitar ao presidente que atribua a tarefa a um parlamentar específico dentro de um prazo adicional de 21 dias.

Para assumir o poder, um governo precisa de obter a maioria dos votos do Knesset (que tem um total de 120 lugares), embora um governo minoritário possa assumir com menos de 61 apoiantes se as abstenções resultarem em mais votos a favor do que contra. Se todas as tentativas falharem, Israel enfrentará outra eleição, com Netanyahu a permanecer como primeiro-ministro interino até que seja formado um novo governo.

Herzog indicou que está empenhado em evitar uma repetição de 2019-2020, quando impasses persistentes levaram o país às urnas três vezes em 11 meses, incentivando os líderes a considerarem um governo de unidade ou de rotação envolvendo Netanyahu e Eisenkot, caso nenhum dos dois consiga formar um bloco sozinho.

Coube aos mais de 7,3 milhões de eleitores decidir entre os 34 partidos que concorreram às eleições. Os quatro principais partidos da oposição são o Yashar (de Gadi Eisenkot), o B’Yachad (de Naftali Bennett), o Yisrael Beytenu (de Avigdor Liberman) e os Democratas (de Yair Golan).

A Comissão Central de Eleições confirmou que a afluência às urnas registou valores excecionalmente altos ao longo do dia, batendo recordes de votação em comparação com atos eleitorais anteriores. Segundo a imprensa israelita, outro dado interessante é o facto de a população árabe de Israel – cerca de 20% do total – ter comparecido em massa à votação, em grande medida por causa das iniciativas profundamente racistas de Itamar Ben-Gvir, o ainda ministro da Segurança Nacional. Que, entre outras coisas, aconselhou os militares a procederem a uma limpeza étnica em Gaza por via de bombardeamentos aéreos e os colonos da Cisjordânia a matarem o maior número possível de árabes.

Las tres mujeres que han marcado la vida de Gabriel Rufián: una madre adolescente, un divorcio complicado y una boda con la jefa de prensa del PNV

27 October 2026 at 19:49
La vida privada de Rufián. (Europa Press)

Gabriel Rufián se ha consolidado como una de las figuras más singulares y mediáticas del panorama político actual. Con un estilo dialéctico directo, golpes de efecto en el hemiciclo y una calculada puesta en escena que suele agitar el debate público, el portavoz parlamentario de Esquerra Republicana de Catalunya no deja indiferente a nadie ni en el Congreso de los Diputados ni en los sondeos demoscópicos. Esta noche podrá demostrarlo una vez junto a Irene Montero en el plató de La Revuelta.

Sin embargo, detrás de la imagen de orador implacable y de la proyección pública que generan sus intervenciones, existe una esfera íntima mucho menos visible pero determinante en su construcción como persona, en la que tres mujeres han desempeñado un papel central. En ese terreno privado, lejos de los focos y de la confrontación partidista, el diputado catalán ha transitado por vivencias que reflejan tanto el peso de sus raíces familiares como los altibajos de sus relaciones sentimentales.

Tres nombres propios articulan este mapa afectivo del político: su madre, Josefa Romero, auténtico pilar de su escala de valores y de su conciencia de clase; Mireia Varela, su compañera durante una década crucial y madre de su primer hijo; y Marta Pagola, la periodista vasca con la que ha formado un nuevo hogar y ha vuelto a experimentar la paternidad. A través de ellas se puede trazar la biografía de un hombre que, más allá de la arena política, ha encontrado en estas figuras los momentos de mayor arraigo, aprendizaje y transformación.

La figura materna en la vida de Rufián

El primer gran referente en la trayectoria del dirigente republicano es su madre, Josefa, a quien en su entorno más cercano llaman con cariño “Pepi”. Hija de emigrantes andaluces procedentes de Jaén y Granada que buscaron prosperidad en Cataluña, Josefa concibió a Gabriel a los 17 años y dio a luz recién cumplida la mayoría de edad, formando una familia muy joven junto a su pareja, de apenas 19 años. Afincados en el barrio del Fondo, en Santa Coloma de Gramanet, el hogar se levantó a base de jornadas extenuantes y empleos precarios, marcados inicialmente por una pequeña peletería familiar que sucumbió ante los cambios económicos del sector.

Rufián ha recordado en numerosas ocasiones las extenuantes jornadas que su madre pasaba cosiendo abrigos de piel en talleres locales, así como su posterior adaptación laboral como auxiliar administrativa o cubriendo suplencias de enfermería. Esa entrega cotidiana forjó en el político una admiración profunda por una mujer a la que define como lúcida, generosa y capaz de renunciar a aspiraciones individuales por el bienestar de los suyos. En sus escritos y testimonios públicos, el portavoz no ha dudado en confesar que su madre llegó a privarse de lo necesario para garantizar su crianza, infundiéndole la seguridad con la que hoy se planta ante cualquier micrófono.

Las dos madres de sus hijos

El capítulo amoroso del diputado arrancó de forma casi cinematográfica hace más de tres lustros, cuando se fijó en Mireia Varela, licenciada en Filología Hispánica, en los trayectos cotidianos de la red de metro barcelonesa. Tras diez meses de miradas anónimas y timidez, Rufián decidió dar el paso entregándole una nota con sus datos de contacto y una dedicatoria que dio inicio a una relación de diez años: “Porque eres la mejor noticia cada día”. La pareja se instaló en Sabadell, compartió aficiones como los ritmos latinos y dio la bienvenida a su hijo Biel, hoy adolescente.

Gabriel Rufián y su pareja. (Instagram)

Sin embargo, el desgaste y el peso de una rutina dividida entre Madrid y Cataluña desembocaron en una separación a finales de 2018 que no estuvo exenta de desgarro emocional. Mientras Rufián optaba por mantener silencio, Varela compartió públicamente su tristeza por el fin de la convivencia a través de cartas desgarradoras donde lamentaba la pérdida de su compañero de vida. Con el paso del tiempo y la confirmación de nuevos horizontes sentimentales en la vida del diputado, aquellos mensajes nostálgicos dieron paso a indirectas musicales y reflexiones cargadas de despecho sobre la deslealtad y los desencuentros de pareja.

Gabriel Rufián y Mireia Varela en una imagen de redes sociales (Instagram / @mireiavarela)

La estabilidad regresó al día a día de Rufián de la mano de Marta Pagola, periodista navarra y responsable de comunicación de la delegación del PNV en la Cámara Baja. El romance, que germinó discretamente entre los pasillos y comisiones del palacio de la Carrera de San Jerónimo en 2019, se consolidó lejos del foco mediático hasta culminar en una boda íntima celebrada en la localidad guipuzcoana de Irún en 2022. La pareja dio la bienvenida en 2024 a su primer hijo en común, Leo, sellando una etapa madura caracterizada por la complicidad privada y por anécdotas distendidas, como la sorpresa que causó entre los amigos de Pagola descubrir que el nuevo integrante de su círculo de confianza era, ni más ni menos, uno de los rostros más conocidos de la política española.

Quiénes son los invitados de hoy en ‘Pasapalabra’: pleno de actores con Salva Reina, Andrea Ros, Jorge Sanz y Carolina Lapausa

27 October 2026 at 18:40
Concursantes de 'Pasapalabra'. (Atresmedia)

Pasapalabra afronta una nueva semana en Antena 3 con la emoción por las nubes y el bote millonario en el horizonte. El concurso conducido por Roberto Leal, líder indiscutible de las tardes televisivas, renueva su plantel de colaboradores famosos para acompañar a los concursantes durante tres intensas jornadas, desde este lunes 26 hasta el miércoles 28 de octubre. Cuatro rostros de primer nivel del cine, el teatro y la ficción nacional se suman a la competición dispuestos a poner a prueba su rapidez mental, su agilidad léxica y su oído musical en las diferentes pruebas del formato.

La cita diaria adquiere una relevancia especial debido al reñido duelo que mantienen David Trigo y Moisés Laguardia, dos aspirantes de alto nivel que acumulan semanas de enfrentamientos directos y que acarician con la yema de los dedos el bote acumulado. En una pugna donde cada segundo cuenta antes de encarar la última prueba, la aportación del equipo naranja y del equipo azul resulta determinante para afrontar la prueba final con la mayor tranquilidad posible ante el cronómetro.

Para cumplir con este exigente cometido, el plató de Atresmedia recibe a cuatro perfiles con trayectorias consagradas en la pequeña y la gran pantalla: el humor y la versatilidad de Salva Reina, la solvencia dramática de Carolina Lapausa, la frescura de Andrea Ros en plena promoción de su último trabajo cinematográfico y la veteranía de un icono de nuestro cine como Jorge Sanz.

Quién es Salva Reina

Nacido en Las Palmas de Gran Canaria en 1978 y criado en Málaga, Salva Reina es uno de los intérpretes más queridos y solicitados de la industria audiovisual española. Aunque inició su formación académica graduándose en Ciencias de la Actividad Física y el Deporte en la Universidad de Granada, su vocación escénica se impuso a través del monólogo y la comedia, campos en los que pronto despuntó gracias a una naturalidad arrolladora.

Salva Reina en 'Pasapalabra'. 
(Europa Press)

Su gran salto a la popularidad llegó de la mano de la exitosa serie de Antena 3 Allí abajo, ficción que le abrió las puertas a una carrera todoterreno con títulos como Malaka, Mano de hierro, Muertos S.L., Si lo hubiera sabido o Legado. Lejos de encasillarse en el registro cómico, Reina ha demostrado un extraordinario calado dramático en largometrajes como La isla mínima y, muy especialmente, en El 47, papel que le valió el reconocimiento unánime de la crítica y el Premio Goya a mejor actor de reparto. En el plano personal y profesional, forma una de las parejas más estables del panorama artístico junto a Kira Miró, con quien ha compartido cartel en comedias como Coartadas o Tres de más.

Quién es Andrea Ros

Nacida en Terrassa en mayo de 1993, Andrea Ros aterriza en el formato vespertino en plena vorágine promocional. La actriz catalana encabeza, junto a Patrick Criado, el elenco de Karateka, largometraje biográfico centrado en la historia de superación y esfuerzo de la campeona olímpica española Sandra Sánchez, cuyo estreno en salas de cine está fijado para este viernes 30 de octubre.

Andrea Ros en 'Pasapalabra'. (Atresplayer)

Ros inició su andadura en la pequeña pantalla siendo una niña en producciones de la televisión autonómica catalana, debutando en el cine con apenas trece años en la aclamada Salvador (Puig Antich) (2006). A lo largo de las dos últimas décadas, su presencia ha sido habitual en ficciones de éxito como El internado, Punta Escarlata, BuenAgente, Mar de plástico y, más recientemente, el thriller Segunda muerte. Su trayectoria cinematográfica incluye títulos tan diversos como la película de terror REC 2, la comedia familiar Es por tu bien o la cinta navideña A mil kilómetros de la Navidad.

Quién es Jorge Sanz

Completa el cuarteto de ayudantes, uno de los nombres indispensables para entender la evolución del audiovisual en España: Jorge Sanz. Con una carrera que arrancó de manera precoz a finales de los años setenta, debutando a los diez años en La miel, de Pedro Masó, antes de saltar a producciones internacionales como Conan el Bárbaro y protagonizar Valentina—, el actor madrileño ha sido testigo y protagonista directo de algunas de las páginas más brillantes de nuestro cine.

Jorge Sanz, en 'Deluxe'. (MEDIASET)

Proclamado referente generacional durante la década de los noventa, Sanz se alzó con el Premio Goya a mejor actor protagonista en 1990 por su recordado papel en Si te dicen que caí, de Vicente Aranda, cineasta con el que también rodó la célebre Amantes. Su nombre quedó ligado para siempre a la historia del cine internacional al protagonizar Belle Époque, de Fernando Trueba, cinta galardonada con el Óscar a la mejor película de habla no inglesa en 1993, cineasta con quien repetiría en La niña de tus ojos.

Quién es Carolina Lapausa

La actriz madrileña Carolina Lapausa llega al concurso en un momento de plena popularidad gracias a su papel como Luz Borrell en la serie diaria de Antena 3 Sueños de libertad. En la ficción, su personaje de médica formada junto a su padre en las perfumerías De la Reina se ha ganado el cariño de millones de espectadores que siguen cada tarde las tramas de la colonia.

Carolina Lapausa es Luz en 'Sueños de libertad' (ATRESMEDIA).

Formada inicialmente en danza clásica y española en el Conservatorio Profesional de Danza de Madrid, Lapausa decidió orientar su futuro profesional hacia la interpretación, licenciándose en la Real Escuela Superior de Arte Dramático (RESAD), completando sus estudios en escuelas de Nueva York, Londres y Buenos Aires. Desde su debut televisivo en el año 2000 en la emblemática Al salir de clase, la actriz cuenta con una hoja de servicios intachable en series de época y suspense como La Señora, Amar es para siempre, 14 de abril. La República, Cuéntame cómo pasó, Pulsaciones o Estoy vivo, compaginando la televisión con el teatro y el cine en cintas como TOC TOC.

El emotivo reencuentro de Felipe VI con la profesora que cambió su juventud: “Pensé que me había tocado la lotería, al tercer día ya nos compenetramos”

27 October 2026 at 18:10
El rey se reencuentra con su profesora. (Europa Press)

Apenas superadas las cuarenta y ocho horas desde que fuera intervenido de cataratas en su ojo izquierdo en Oviedo, el rey Felipe VI ha demostrado que su sentido del deber institucional está por encima de cualquier pauta médica de reposo. Lejos de despejar su agenda de compromisos o protegerse tras unas gafas oscuras, el monarca arrancó la semana al frente de un solemne compromiso en Madrid: la tradicional apertura del curso académico de las Reales Academias, celebrada en la sede de la Real Academia de Jurisprudencia y Legislación de España.

Más allá de los discursos protocolarios y la estricta liturgia que acompaña a estas instituciones centenarias, la jornada reservaba un momento personal de enorme carga emotiva. Entre las autoridades y académicos que aguardaban al jefe del Estado se encontraba Carmen Iglesias, directora de la Real Academia de la Historia y una de las figuras más determinantes e influyentes en los años de formación de don Felipe. Un saludo cálido, una sonrisa cómplice y gestos de cariño espontáneo bastaron para romper la rigidez del protocolo y evidenciar que la conexión entre alumno y maestra permanece inalterable.

Casi cuatro décadas después de que sus caminos confluyeran en el Palacio de la Zarzuela, la relación entre el soberano y la célebre historiadora encarna una de las alianzas intelectuales y humanas más sólidas y discretas de la Corona contemporánea. En una etapa crucial en la que el entonces príncipe de Asturias debía construir los cimientos de su futuro papel institucional, Iglesias se convirtió en mucho más que una profesora: fue una confidente y un faro de criterio cuyo legado sigue acompañando al monarca en su madurez.

Así era Felipe VI como alumno

Para comprender la trascendencia de este reencuentro, es necesario retroceder a mediados de los años ochenta, cuando una prestigiosa docente universitaria asumió la responsabilidad de impartir Historia y Pensamiento Político al joven heredero. Don Felipe, que por entonces transitaba por una etapa marcada por la prudencia y una acusada reserva natural, no tardó en encontrar en Iglesias un espacio de confianza absoluta. Así lo recordaba la propia historiadora, que a sus 84 años conserva intacta su lucidez, durante una sincera entrevista con Mara Torres en el programa El Faro de la Cadena SER: “Él era un chico muy jovencito, muy tímido. Al segundo o tercer día ya nos compenetramos”, explicaba con cariño al evocar aquellos primeros compases pedagógicos.

Lejos de ceñirse a explicaciones superficiales, la académica se propuso dotar al príncipe de un criterio riguroso y profundo. Fue precisamente en una de esas intensas jornadas lectivas donde se produjo un instante que quedó grabado para siempre en la memoria de la profesora. Don Felipe acababa de estudiar nociones teóricas en la universidad, pero Iglesias quiso llevar el análisis un paso más allá: “Le había explicado a Hobbes y Locke. Lo que había recibido en la facultad estaba muy bien, pero yo lo aumenté. De repente, lo veo moviéndose en la mesa y dijo: ‘¡Ah! Claro, ahora lo entiendo’“.

Aquella chispa de comprensión emocionó profundamente a la maestra: ”Pensé: ‘Me ha tocado la lotería con una persona que está pendiente y que disfruta al saber más’“. Preguntada además por las capacidades intelectuales del soberano, Iglesias fue tajante y rotunda: ”¿Si es inteligente? Sí. Siempre, totalmente".

Felipe VI se reencuentra. (Casa Real)

Una lealtad forjada a lo largo de veinte años

La sintonía entre ambos fue tan enriquecedora que las lecciones no terminaron cuando don Felipe concluyó su etapa académica reglada y sus estancias formativas en el extranjero, como su paso por Canadá. En lugar de cerrar los libros, el futuro jefe del Estado insistió en continuar con aquellos encuentros de debate y aprendizaje humanista. “Cuando ya acabó la carrera, vino y dijo: ‘Vamos a seguir porque esto es muy bonito y muy divertido y nunca se acaba”, rememoraba Iglesias con una sonrisa en El Faro de Cadena SER.

Don Felipe llegó a sugerir la idea de verse religiosamente todos los jueves para seguir aprendiendo, una propuesta que debieron adaptar debido a la apretada agenda laboral de la historiadora, pero que ilustra a la perfección la curiosidad constante del monarca.

La cita de este lunes en Madrid no ha hecho más que confirmar esa lealtad compartida: el homenaje íntimo y sincero de un soberano que, aun con el postoperatorio de cataratas a cuestas, no pierde la ocasión de dedicar la mejor de sus sonrisas a la mujer que le enseñó a reflexionar sobre la historia y sobre su propio destino.

Ferran Torres y la modelo Sara Sampaio, pillados de la mano en París: las imágenes y los detalles que confirman su romance

27 October 2026 at 17:25
La relación sorpresa de Ferran Torres y Sara Sampaio. (Montaje Infobae)

El otoño nos acaba de regalar una de las parejas más inesperadas del panorama internacional. Los rumores sobre una posible complicidad entre el futbolista valenciano Ferran Torres y la supermodelo y actriz portuguesa Sara Sampaio venían sobrevolando las redes sociales desde hacía semanas, pero ha sido la capital francesa el escenario elegido para despejar cualquier duda. Lejos de esconderse de miradas indiscretas, ambos han sido fotografiados y grabados compartiendo complicidad, y un gesto inequívoco que ya recorre las redes: caminando de la mano a plena luz de la calle parisina.

La primicia ha visto la luz de la mano del periodista y creador de contenido Javi Hoyos, quien ha publicado en sus perfiles sociales la secuencia en vídeo que certifica lo que hasta ahora era un runrún de vestuario y pasarela. En la grabación, captada a las puertas de un conocido establecimiento hostelero de París, se aprecia a la perfección la naturalidad y la ternura con la que el delantero y la exángel de Victoria’s Secret se mueven juntos. La actitud relajada de ambos evidencia que no se trata de una cita aislada ni de un simple encuentro entre conocidos, sino de una relación plenamente consolidada que ha decidido dejar de esconderse.

El idilio une a dos auténticas superestrellas de sus respectivos ámbitos que atraviesan momentos de plenitud profesional. Por un lado, Ferran Torres se consolida como uno de los atacantes más cotizados del fútbol europeo y una pieza indispensable en la Selección española tras brillar con luz propia en las grandes citas internacionales. Por el otro, Sara Sampaio, icono indiscutible de las semanas de la moda de medio mundo, continúa afianzando su carrera interpretativa en la gran pantalla. Juntos forman una pareja deslumbrante cuya química no ha tardado en incendiar las plataformas sociales de España y Portugal.

La escapada parisina al descubierto

El encargado de desgranar todos los pormenores de esta pillada ha sido Javi Hoyos, quien no dudaba en alertar a su fiel comunidad de seguidores con la exclusiva: “¡Exclusiva! Ferran Torres y Sara Sampaio pillados juntos entrando de la mano en un restaurante de París. La imagen que confirma su romance", anunciaba el periodista con su habitual energía en un vídeo que no ha tardado en acumular miles de reproducciones. Según detallaba el comunicador, la prueba gráfica va mucho más allá de las típicas pistas difusas que suelen inundar internet: “Aquí ya no vemos un story borrado de Sara en el que aparece la cara de un chico que no sabemos si es o no Ferran. Aquí directamente les vemos entrar de la mano en un restaurante en París”.

La secuencia, según las fuentes a las que ha tenido acceso Hoyos, tiene una fecha concreta en el calendario otoñal: “El 6 de octubre me dicen que se producen estas imágenes. Claro, igual ahí se sentían más libres y no tenían problema de entrar así de la mano. Esto es muy fuerte”. La distancia respecto a la presión mediática que ambos suelen sufrir en España y Portugal pareció brindarles la calma necesaria para pasear sin cortapisas, creyendo erróneamente que pasarían desapercibidos en el bullicio de la ciudad del Sena.

Ante la rotundidad del material gráfico, el periodista zanjaba cualquier género de debate sobre el vínculo que une al futbolista y a la modelo: “Si entran así de la mano... Uy, uy, uy. Romance confirmado, podríamos decir. Pues nada, me alegro mucho. Vaya pareja de guapos”.

El nacimiento de una pareja internacional

Pese a que las imágenes acaban de ver la luz de forma definitiva, el entorno digital de ambos ya venía dejando pequeñas migas de pan a lo largo del último mes. Algunos usuarios de redes sociales habían advertido coincidencias en publicaciones temporales, viajes compartidos en las mismas fechas e interacciones sutiles que apuntaban a un acercamiento sentimental. Sin embargo, el hermetismo habitual con el que el deportista valenciano acostumbra a blindar su parcela privada había impedido que trascendieran mayores detalles hasta este momento.

La nueva ilusión de Ferran Torres. (REUTERS/Maja Smiejkowska)

Sara Sampaio, por su parte, reside habitualmente a caballo entre Estados Unidos y las grandes capitales europeas debido a sus compromisos fotográficos y sus incursiones en el cine, una agenda tan cosmopolita como exigente que parece haber encontrado un punto de encuentro perfecto en los días de descanso del futbolista. París, el destino por antonomasia de las escapadas románticas, se ha convertido en el telón de fondo de un idilio que ya no busca la sombra de la clandestinidad.

Una experta en marca personal analiza cómo Alba Flores ha construido su carrera: “Su familia explica de dónde viene, pero sus decisiones explican quién es”

27 October 2026 at 16:32
Alba Flores cumple 40 años. (EFE)

Cumplir 40 años siempre invita a echar la vista atrás, pero en el caso de Alba Flores la efeméride adquiere una dimensión casi de conquista personal. Llegar a las cuatro décadas perteneciendo a una de las estirpes artísticas más arrolladoras y queridas de nuestro país podría haber sido una jaula dorada. Sin embargo, la actriz sopla hoy las velas convertida en una mujer con una trayectoria indiscutible que brilla con luz propia.

Haber nacido bajo la mirada atenta de toda España por ser hija del inolvidable Antonio Flores y nieta de Lola Flores garantizaba notoriedad desde la cuna, pero no el respeto unánime de la profesión ni del público. Así lo desgrana la experta en marca personal Ana Jiménez en un exhaustivo análisis para Infobae, donde pone el acento en el complejísimo equilibrio que la intérprete ha sabido manejar a lo largo de su vida: “Construir una identidad profesional que no dependa exclusivamente del apellido es algo especialmente complicado cuando se pertenece a una de las familias más reconocidas de España. Una cosa es que el público sepa quién eres por la familia de la que procedes y otra muy distinta es conseguir que te reconozca por tus propios méritos”.

Lejos de acomodarse en la estela familiar o de vivir de las rentas de una dinastía sagrada, la actriz ha trazado un camino singular donde conviven el fenómeno fan a escala planetaria, el compromiso teatral más austero y un celoso blindaje de su intimidad. En esta fecha tan señalada, la especialista analiza las claves maestras de una figura que ha redefinido el significado de la fama en la crónica social contemporánea.

El fenómeno internacional de Nairobi

Aunque su vocación artística venía de lejos y se forjó sobre las tablas, fueron dos personajes televisivos los que rompieron el molde y cambiaron las reglas del juego para siempre. Su Saray en Vis a vis y, muy especialmente, la inolvidable Nairobi de La casa de papel la catapultaron a un escaparate global con el que pocos actores españoles pueden soñar. Tal como señala Ana Jiménez, “personajes como Saray y Nairobi le permitieron construir una identidad artística reconocible, asociada a mujeres de carácter, intensas y emocionalmente complejas”.

Con la ficción de los monos rojos, apunta la experta, “alcanzó una proyección internacional especialmente significativa: millones de espectadores que no conocían la historia de los Flores comenzaron a reconocerla únicamente por su trabajo”.

Alba Flores como Nairobi. (ATRESMEDIA)

Sin embargo, cuando la industria del entretenimiento esperaba que Alba aprovechara esa marea para encadenar alfombras rojas y sobreexponerse en eventos y campañas, ella decidió tomar el camino opuesto. Supo poner tierra de por medio y marcar sus propios límites. “Lo interesante de su marca personal no es únicamente lo que ha conseguido como actriz, sino también cómo ha decidido relacionarse con la fama”, subraya Jiménez en su análisis. La intérprete siempre ha defendido la necesidad de espaciar los rodajes para proteger su cotidianidad, demostrando un saludable desapego por el ruido mediático.

En palabras de la especialista para Infobae, este repliegue estratégico encierra una valiosa lección en los tiempos de la inmediatez digital: “En una industria donde parece que desaparecer de la conversación durante unos meses supone perder relevancia, Alba demuestra que el reconocimiento también puede sostenerse sin convertir cada aspecto de la vida privada en contenido”. Una postura valiente que la aleja del personaje de revista del corazón convencional y la coloca en el terreno de las artistas que se hacen respetar tanto por lo que callan como por lo que muestran.

La voz propia de Alba Flores

Esa búsqueda constante de autenticidad se traslada también a su vertiente ciudadana. Alba Flores nunca ha sido una figura tibia ni se ha refugiado en sonrisas de compromiso para complacer a todo el mundo. A lo largo de los años, su voz se ha alzado nítida en favor de los derechos humanos, el feminismo y la memoria histórica, una dimensión humana que, según la analista, enriquece su perfil público: “Alba se ha pronunciado sobre cuestiones sociales incorporando a su imagen una dimensión que trasciende la interpretación. Esto no significa que sus posiciones generen unanimidad, sino que el público encuentra en ella una voz reconocible más allá de los personajes que interpreta. Y esa diferenciación es fundamental para construir una marca personal que tenga significado propio”.

Esa coherencia vital encuentra su mejor reflejo en el escenario, el espacio donde la actriz parece sentirse más libre y conectada con su vocación más pura. Pese a tener sobre la mesa ofertas millonarias tras el impacto de las plataformas de streaming, la intérprete ha decidido volcar su energía en montajes de hondo calado social e histórico como 1936 o Libres!!!. Decisiones que no responden al cálculo comercial, sino a una firme necesidad expresiva.

“Sus decisiones profesionales contribuyen a reforzar esa percepción”, explica Ana Jiménez. Para la experta, la trayectoria de la cumpleañera es la demostración palpable de que “la notoriedad puede abrir oportunidades, pero son las decisiones posteriores las que terminan definiendo qué quiere representar una artista”.

La sombra de Antonio Flores

Quizá el mayor triunfo de Alba Flores al alcanzar los 40 no haya sido desmarcarse de su apellido, sino haber llegado a un punto de madurez en el que ya no necesita huir de él. El punto de inflexión definitivo en esta evolución emocional y artística ha sido el documental Flores para Antonio, un emotivo homenaje a su padre donde la actriz abre las puertas del recuerdo desde una posición de absoluta serenidad y fortaleza propia.

Antonio Flores y Alba Flores. (Instagram Alba Flores)

Como apunta acertadamente Jiménez en su análisis para Infobae, este paso simboliza una reconciliación luminosa con su propio origen: “Este proyecto permite observar a una Alba que ya no necesita distanciarse de su legado para demostrar que tiene una identidad propia. Al contrario, después de consolidarse profesionalmente, encuentra una nueva manera de acercarse a sus raíces, recuperar recuerdos y participar activamente en la historia que quiere contar sobre su familia”.

En este sentido, la analista resume de forma brillante la clave de bóveda de su madurez: “Ha conseguido que el apellido Flores deje de ser una expectativa que debe cumplir para convertirse en una herencia que puede reinterpretar libremente”.

Alba Flores en 'Al cielo con ella' (RTVE).

Alba sopla hoy las velas encarnando una mezcla perfecta de memoria, talento incontestable y honestidad. Ya no es “la nieta de” ni “la hija de”, sino una creadora con mayúsculas que ha firmado las paces con su estirpe sin perder un ápice de su singularidad. “Su familia explica de dónde viene, mientras que sus decisiones profesionales y personales explican quién es”, concluye Ana Jiménez, recordando la línea que separa a las celebridades pasajeras de los referentes verdaderos: “Esa es la diferencia entre ser famosa y ser relevante: que las personas no solo te reconozcan por lo que has hecho, sino que encuentren en quién eres y en lo que defiendes una razón para seguir prestándote atención”.

Condenado a perpétua foge de prisão no Tennessee

27 October 2026 at 16:03
Jacob Morley, de 28 anos, encontra-se foragido depois de roubar uma carrinha. Homicida está na lista dos criminosos mais procurados do Tennessee e autoridades oferecem recompensa de 2500 dólares.

El rey Felipe VI retoma su agenda después de su operación de cataratas: cuatro días, cinco actos y 1.280 kilómetros en pleno postoperatorio

27 October 2026 at 14:39
Felipe VI retoma su agenda después de su operación. (EFE/ Ballesteros).

Ni una intervención en el ojo ni el cansancio acumulado tras las intensas jornadas de los Premios Princesa de Asturias han conseguido que don Felipe baje la marcha. El monarca se sometía el pasado sábado por la noche a una sencilla y rápida operación de cataratas en su ojo izquierdo en Oviedo y, lejos de tomarse unos días de tranquilidad en Zarzuela para recuperarse con calma, ha decidido pisar el acelerador. Apenas unas horas después de abandonar el centro médico, el rey ya estaba al pie del cañón, retomando sus compromisos con una energía envidiable y demostrando que su compromiso institucional no entiende de pausas.

Todo sucedió de forma muy discreta y con total normalidad. Nada más terminar la visita al Pueblo Ejemplar en Llanes, don Felipe se trasladó a la clínica para pasar por quirófano en un procedimiento que duró apenas media hora. Aunque se quedó a dormir allí para descansar mejor y evitar traslados a deshoras, el domingo por la mañana recibió el alta médica y puso rumbo de vuelta a Madrid. Lejos de despejar su calendario, por delante le esperaba una auténtica carrera de fondo: cuatro días vertiginosos en los que recorrerá nada menos que 1.280 kilómetros por distintos puntos de España para acudir a cinco citas oficiales.

Quienes esperaban ver a un jefe de Estado guardando reposo en casa o parapetado tras unas oscuras gafas de sol se han llevado una grata sorpresa. Pese a que las indicaciones médicas posteriores a este tipo de intervenciones obligan a ponerse gotas durante unos días y evitar cualquier tipo de esfuerzo físico, don Felipe ha reaparecido en público con su habitual cercanía, la mirada despejada y un aspecto inmejorable. Toda una lección de disciplina que confirma que la recuperación marcha sobre ruedas y que las molestias del postoperatorio han quedado en una simple anécdota.

De Vitoria a las maniobras militares en Valencia

La actividad arrancó este mismo lunes por la tarde en Madrid con la apertura del curso de las Reales Academias. Fue una cita muy especial en la que, además de presidir el acto solemne, el Rey pudo charlar y reencontrarse con personas muy queridas que marcaron sus años de juventud. Pero el plato fuerte de la semana llegaba este martes, cuando tocaba volver a hacer las maletas a primera hora para poner rumbo al País Vasco y cumplir con una jornada repleta de contrastes.

El rey Felipe VI tiene una agenda completa. (EFE/ Ballesteros)

La primera parada ha sido Vitoria, en el Palacio de Congresos Europa, donde ha entregado los Premios Nacionales de Investigación, el galardón científico más prestigioso de nuestro país. A su llegada, don Felipe ha sido recibido con el calor de los ciudadanos y con el tradicional aurresku, la emotiva danza ceremonial que se baila a modo de bienvenida y respeto a las autoridades. Tras entregar los reconocimientos, el monarca siguió muy atento y desde la butaca un coloquio entre varios de los investigadores premiados, para después desplazarse a Guipúzcoa por la tarde y conocer de primera mano las instalaciones y el centro directivo de la corporación Mondragón. Este miércoles, don Felipe viajará a tierras valencianas para presenciar en el campo de maniobras de Bétera el ejercicio táctico ‘Grifo 2026’ junto a los miembros del regimiento de defensa.

Felipe VI ha retomado su agenda. (EFE)

Nada más terminar la jornada militar, volará de nuevo a Madrid para disfrutar, esa misma tarde en el Auditorio Nacional de Música, del concierto conmemorativo por los 150 años del nacimiento de Pau Casals. Un ritmo trepidante que rematará el jueves y el viernes con varias audiencias y actos en la capital, cerrando una semana de carretera y avión como si no acabara de salir de quirófano.

Las curiosidades de la clínica

Detrás del éxito de esta puesta a punto se encuentra el doctor Luis Fernández-Vega, el oftalmólogo encargado de cambiar el cristalino del monarca en el Instituto Oftalmológico Fernández-Vega de Oviedo. El propio especialista se encargaba de quitar hierro al asunto en declaraciones al Canal 24 Horas de RTVE, explicando con mucha cercanía que todo había salido a pedir de boca: “La operación se hizo el sábado por la tarde-noche porque acababa de terminar el acto del Pueblo Ejemplar. Como era tarde, se quedó a dormir aquí para no marcharse a un hotel, pero no hay nada que le impida hacer su vida normal”.

El médico recomendó de manera distendida que don Felipe utilizara unas gafas de sol durante sus salidas, más como un escudo frente a la luz fuerte y un recordatorio para evitar movimientos bruscos que por una limitación real de su visión, la cual irá a mejor día tras día. Sin embargo, el rey ha preferido acudir a sus actos con los ojos descubiertos, reflejando la comodidad que siente con el resultado y lo bien que se encuentra. Por si fuera poco, el propio especialista fue presidente de la Fundación Princesa de Asturias hasta el año 2022, un vínculo institucional y de profunda confianza que une desde hace tiempo a su familia con la Casa Real.

El Hospital del Mar de Barcelona organiza el 'Tinder de la ciencia'

27 October 2026 at 12:57
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Quedar, conversar durante 25 minutos, y a ver qué surge. Si se confirman los intereses compartidos, si existe la posibilidad de consolidar la relación… Podríamos imaginar una cita en First dates o un encuentro en el universo de Tinder en busca del match , la conexión, el interés mutuo.

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Orçamento da UE: bloco não sabe como acomodar défice da Ucrânia

27 October 2026 at 09:53

O debate sobre o Orçamento da União Europeia para o período 2027-34 está a entrar numa fase crítica – já se tendo percebido que o consenso entre os países frugais do norte do centro da Europa, que querem cortes na despesa, e aqueles que não querem cortes nenhuns (a maioria) será difícil de ultrapassar. Mas Bruxelas tem um condicionalismo adicional: o financiamento do défice de 70 mil milhões de euros que a Ucrânia apresenta no seu próprio orçamento para 2027, e que espera que seja assumido pela bondade externa. Prevê-se que o bloco cubra dois terços do montante pedido, cerca de 46 mil milhões de euros, e que outros aliados (Reino Unido, Canadá, Noruega e Japão, entre outros), assumam o restante.

Os chefes de Estado e de governo da União solicitaram à Comissão Europeia que apresentasse opções para garantir o financiamento, tendo a emissão conjunta de dívida surgido de imediato como a via mais exequível.

Vale a pena lembrar que a Comissão Europeia propôs um plano, no final de 2025, para utilizar os mais de 200 mil milhões de euros em ativos russos (a maior parte retida na infraestrutura financeira Euroclear, na Bélgica) para financiar Kiev. Mas, ao cabo de intensas negociações, países como a Bélgica, Itália, Hungria, República Checa e Eslováquia opuseram-se firmemente, invocando riscos jurídicos e financeiros globais. Como alternativa, a UE acabou por aprovar um empréstimo bilionário à Ucrânia garantido pelo próprio orçamento europeu. Agora que é preciso avançar no processo, o bloco arrisca voltar a perder-se em discussões intermináveis.

A dimensão do défice levou a alterar a ordem de trabalhos da cimeira extraordinária do próximo mês, inicialmente concebida para se concentrar exclusivamente na proposta de orçamento, refere a agência Euronews. A reunião foi prolongada para dois dias, 26 e 27 de novembro, para incluir debates sobre a Ucrânia, onde são esperadas novas propostas para o financiamento do défice.

Défice de Kiev resvala para o Orçamento

Segundo várias fontes, o debate vai ser mais difícil que o esperado, porque o défice ucraniano arrisca ser inscrito na coluna das despesas do Orçamento 2027-34, o que vai dinamitar ainda mais o debate. A presidência rotativa do Conselho propôs um corte de 8% face à intenção original da Comissão, fixando o valor do Orçamento em 1,62 biliões de euros. Os eurodeputados defendem um teto mais alto, na ordem dos 1,78 biliões de euros (a preços de 2025, o que equivale a 2,01 biliões a preços correntes).

Em termos formais, os dois temas continuam a ser processos distintos, mas politicamente, dizem diplomatas e responsáveis citados pela Euronews, estão a tornar-se interdependentes. “São claramente os dossiers mais urgentes até ao fim do ano, definitivamente”, afirmou um diplomata, observando que ainda é demasiado cedo para se falar de um grande pacote único.

O problema é que as primeiras vozes que discordam do pagamento do défice ucraniano ‘no matter what’ estão a começar a ser cada vez mais audíveis.

França prepara-se para recusar

O caso francês parece ser o mais audível de todos. Num contexto em que o governo liderado por Sébastien Lecornu não consegue fazer aprovar o orçamento para 2027 e as ruas das principais cidades gaulesas estão a arder há quase um mês com a população a queixar-se de que não é possível viver com mais cortes orçamentais, pagar o défice da Ucrânia é apresentado como inaceitável.

Marine Le Pen, candidata da extrema-direita do Rassemblement National que lidera confortavelmente as sondagens para as presidenciais de abril, prometeu limitar a contribuição francesa para o orçamento da União a cinco mil milhões de euros por ano e advertiu que se Macron, ainda presidente, concluir um acordo diferente antes das eleições seria um “escândalo democrático”. Ciente disso, o presidente em funções disse aos restantes líderes que um acordo orçamental entre janeiro e abril seria “complicado”. Ou seja, não vai haver. Mas Le Pen disse mais: para a candidata, a mesma lógica aplica-se à Ucrânia, o que a leva a prometer pôr fim a todo o apoio francês ao país em guerra. “Este financiamento vai acabar, e é uma questão de honestidade dizer a Zelensky a verdade”, declarou há dias.

Tudo isto colide frontalmente com os objetivos da Ucrânia, mas também com os da União, que quer ver todas estas questões resolvidas antes do final do ano. António Costa, presidente do Conselho Europeu, disse isso mesmo, mas já ninguém acredita que seja possível.

“A nossa coesão interna é frágil. Se isso começar a desfazer-se, as consequências para a Ucrânia podem ser ainda maiores do que tudo o que Trump diga ou faça”, afirmou um analista citado pela Euronews. “Precisamos de uma solução estrutural para o financiamento da Ucrânia. Não podemos continuar todos os anos a improvisar sob pressão. O apoio a Kiev tem de ficar devidamente integrado no próximo orçamento”.

Convém ter em conta que entre os Frugais encontram-se alguns dos maiores doadores bilaterais da Ucrânia – Dinamarca, Finlândia, Países Baixos, Suécia e Alemanha – que têm interesse direto em garantir o novo financiamento. Isto é, por via deste poderoso grupo, o défice da Ucrânia deverá, em princípio, ser inscrito no Orçamento no lado da despesa, sendo depois necessário ‘inventar’ uma forma de o financiar através de nova receita que não mexa no equilíbrio estrutural do documento. Uma decisão coletiva sólida sobre a Ucrânia poderia tornar politicamente mais tolerável para estes países aceitarem um orçamento mais elevado do que desejariam.

Mas há também quem considere que a insistência dos Frugais em cortar verbas para a agricultura e as políticas de coesão pode impossibilitar que alguns ‘Amigos da Coesão’ – o grupo ‘rival’ onde está Portugal – apoiem um acordo sobre a Ucrânia sem provocar uma reação negativa interna. Chéquia, Hungria e Eslováquia já sinalizam que se vão excluir de qualquer emissão conjunta de dívida para apoiar Kiev. A Bulgária, crítica assumida das entregas de armas, deverá seguir o mesmo caminho. E todos pertencem ao grupo da coesão onde está Portugal. “Seria muito perigoso, e quero deixar isto absolutamente claro, se alguém tentasse ligar o financiamento da Ucrânia ao orçamento”, afirmou o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico. “Seria um milagre se chegássemos a um acordo em dezembro” – que é o mesmo que dizer que não vai acontecer.

Poundland 'faces risk of collapsing within days' as directors reportedly prepare to resign

Poundland is facing a heightened risk of collapse as the directors recruited to lead the retailer through a sale process are reportedly on the brink of resigning following a dispute with majority owner Gordon Brothers, it has been claimed.

PJ detém em Lisboa a "fugitiva mais procurada" de Espanha

27 October 2026 at 09:38
A mulher de 30 anos marcada alojamento em hotéis e arranjava forma de sair sem pagar, tendo recorrido a este esquema em Portugal também. Aguarda agora extradição em prisão preventiva.

© Mário Cruz/LUSA

Governo dos EUA abre terceiro caso contra James Comey

27 October 2026 at 09:31
Este terceiro procedimento contra Comey é aberto após um juiz ter considerado ilegal a demissão da filha do ex-diretor do FBI do seu cargo de procuradora em Nova Iorque.

© MICHAEL REYNOLDS/EPA

Pérez-Llorca e Uría Menéndez assessoram na aquisição indireta de 22,5% da Floene pela Italgas

27 October 2026 at 09:27

A operação insere-se na estratégia de crescimento através de fusões e aquisições prevista no Plano Estratégico 2026-2032 da Italgas, anunciado em junho, e permitirá ao grupo italiano assumir um papel industrial relevante em Portugal.

A Pérez-Llorca atuou como assessora jurídica portuguesa da Italgas nesta transação, em estreita colaboração com a sociedade de advogados italiana Legance, prestando aconselhamento jurídico em todos os aspetos de direito português relevantes no contexto da operação.

A assessoria foi liderada pela equipa de Corporate/M&A da Pérez-Llorca, composta pelo sócio Rodrigo Falcão Nogueira e pela associada Mariana Pintor, contando com o apoio de equipas de diversas áreas de prática do escritório, incluindo, em particular, a equipa de Regulatório, composta pelo sócio Carlos Vaz de Almeida, a counsel Joana Alves de Abreu e a associada Mariana Santos, bem como pela equipa de Concorrência e Direito da União Europeia, composta pela sócia Rita Leandro Vasconcelos e pela associada Sofia Vilas-Boas.

Por seu lado, a Uría Menéndez assessorou a Marubeni Corporation e a Toho Gas Co. Ltd., na qualidade de vendedoras.

A equipa da Uría Menéndez foi liderada por Catarina Tavares Loureiro, sócia de Corporate/M&A, e João Louro e Costa, counsel de Energia e Recursos Naturais, e contou com o apoio de Marta Sampaio Pinto, associada principal de Corporate/M&A, e Jill de Soet Palmeiro, associada sénior de Energia e Recursos Naturais.

Netanyahu’s future hangs in the balance in a decisive election for the entire Middle East

27 October 2026 at 09:21

“The most important in the country.” “Crucial for the future of the Middle East.” “A historic crossroads.” Israel is holding elections this Tuesday — the first since the Hamas-led attacks of October 2023 — which have been described in many ways because they are decisive. Prime Minister Benjamin Netanyahu is staking his future — both political and personal — on the vote, after, against all odds, completing a four-year term leading the most right-wing coalition in the country’s history.

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© Ariel Schalit (AP Photo)

A campaign billboard featuring Democratic leader Yair Golan, left, and Benjamin Netanyahu, in Tel Aviv, October 19.

La concentración de gases que calientan el clima batió récords otra vez en 2025

27 October 2026 at 09:00
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Las concentraciones atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) y otros gases responsables del calentamiento alcanzaron niveles sin precedentes en 2025, lo que hace prever nuevos aumentos de temperaturas en el planeta a largo plazo. Así lo indica la última edición del boletín sobre los gases de efecto invernadero de la Organización Meteorológica Mundial (OMM). Más del 75 % de los gases de efecto invernadero y cerca del 90 % del CO2  generado por el ser humano proviene de la quema de combustibles fósiles.

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Microsoft propõe saídas voluntárias a 60 mil trabalhadores

27 October 2026 at 08:49

A Microsoft prepara-se para mais um processo de reorganização com o objetivo de reduzir custos e adaptar-se à era da Inteligência Artificial. O programa inclui 60 mil funcionários, mais de 25% do total de trabalhadores, e será disponibilizado a algumas equipas nos Estados Unidos, Canadá, Índia e Reino Unido, “no nível 70 e inferiores”, o que significa que poderá abranger alguns quadros superiores.

“A oferta de saída voluntária reflete uma parte importante da forma como estamos a evoluir na nossa abordagem à mudança: criando maior flexibilidade e, sempre que possível, mais formas de os trabalhadores definirem a próxima etapa do seu percurso”, explicou a diretora de recursos humanos, Amy Coleman, numa mensagem. O novo plano destina-se a funcionários que estão na hierarquia até ao nível de vice-presidente, com exceção de alguns trabalhadores dos centros de dados e das áreas de venda e marketing.

Em julho, a Microsoft anunciou a eliminação de cerca de 4.800 postos de trabalho, aproximadamente 2,1% da sua força laboral global na altura, numa estratégia para recentrar a atividade e reduzir custos, numa altura em que a era da inteligência artificial continua a afirmar-se. Esses cortes afetaram sobretudo as divisões comercial e de jogos Xbox da empresa. A Microsoft ofereceu também este ano a alguns trabalhadores a possibilidade de se reformarem antecipadamente.

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