Per decenni, l’Europa ha costruito il proprio modello sociale attorno a una promessa fondamentale: ogni generazione avrebbe vissuto meglio di quella precedente. Oggi, però, persino la Commissione europea ammette che questa prospettiva rischia di svanire. Dan Jorgensen, commissario europeo all’Energia e alla Casa, ha riconosciuto che i giovani potrebbero non raggiungere più il tenore di vita dei propri genitori. Le cause sono proprio le emergenze che l’Unione non riesce a risolvere: abitazioni inaccessibili, caro energia e precarietà lavorativa. Negli ultimi dieci anni, i prezzi delle case nell’UE sono aumentati in media di oltre il 60%, mentre gli affitti sono cresciuti di più del 20%. Per milioni di giovani, acquistare un’abitazione è diventato un traguardo sempre più irraggiungibile.
In Italia e Spagna, l’uscita dalla casa dei genitori avviene mediamente a 30,2 anni. Non si tratta di una scelta generazionale, ma della conseguenza di un sistema economico che concentra la ricchezza e restringe le opportunità. La frattura è evidente anche nel mercato immobiliare. In Spagna, la quota di famiglie con capofamiglia under 35 proprietarie di un’abitazione è precipitata dal 65% del 2008 al 40% del 2022. Chi ha acquistato casa prima dell’impennata dei prezzi ha beneficiato della rivalutazione degli immobili; chi è arrivato dopo si ritrova escluso. Anche sul lavoro il divario si allarga: nei Paesi ricchi, l’occupazione cresce maggiormente tra i lavoratori più anziani, mentre i giovani faticano a conquistare una posizione stabile.
A rendere il quadro ancora più drammatico è la crisi energetica. Secondo Jorgensen, quasi 50 milioni di europei incontrano difficoltà nel pagare il riscaldamento durante un inverno normale. Per queste persone, il rischio è dover scegliere tra mangiare e riscaldarsi. Eppure, mentre riconosce la gravità della situazione, Bruxelles conferma la volontà di mantenere il divieto di importare energia russa anche dopo l’eventuale raggiungimento della pace, con l’entrata in vigore prevista nel 2027. La contraddizione è evidente: l’Unione denuncia l’emergenza sociale, ma difende scelte energetiche che hanno contribuito a rendere più oneroso l’approvvigionamento del continente. La rottura con gli idrocarburi russi a basso costo, insieme all’impossibilità di utilizzare direttamente il gasdotto Nord Stream dopo la sua distruzione nel 2022, ha aggravato le vulnerabilità energetiche europee. Il pessimismo dei cittadini riflette questa realtà. Quasi l’80% degli europei ritiene che la prossima generazione vivrà peggio dei propri genitori, mentre circa due terzi considera ormai tramontati gli anni migliori. E la frustrazione sta già scendendo in strada. Dalla Spagna al Belgio, dall’Italia al Portogallo, fino alla Francia, il costo della vita, i salari insufficienti e l'emergenza abitativa alimentano proteste sempre più dure. In Francia, le violenze del 17 ottobre hanno provocato circa 2.700 arresti, migliaia di esercizi commerciali colpiti e centinaia di agenti feriti.
Episodi che non possono essere liquidati soltanto come un problema di ordine pubblico: dietro la rabbia esplode una crisi sociale che le istituzioni faticano a contenere. La vera emergenza europea è il fallimento della promessa di progresso. Un continente che non garantisce ai giovani una casa accessibile, un lavoro dignitoso e la possibilità di riscaldarsi senza sacrificare altre necessità fondamentali sta erodendo le basi del proprio patto sociale. E mentre Bruxelles continua a parlare di competitività, transizione e sicurezza, una domanda si fa sempre più pressante: quale futuro può offrire un sistema nel quale ogni nuova generazione rischia di perdere ciò che quella precedente aveva conquistato?
Pela 9ª rodada da Série A, o Napoli goleou o Monza por 4 a 1, fora de casa, e se recuperou no Campeonato Italiano, onde não vencia há dois jogos e está tendo um início entre altos e baixos.
Os gols do Napoli foram marcados por Hojlund, Politano, Rafa Marín e Kevin de Bruyne. O craque belga saiu do banco e fechou a conta para os napolitanos. O Monza diminuiu com Gustavo Varela.
O Napoli vinha de derrota e empate na Série A, e voltou a vencer no torneio. Os napolitanos chegaram aos 14 pontos e subiram para o 6° lugar, voltando a olhar para o G4.
Já o Monza segue em situação delicada, em 16º, com apenas sete pontos, dois a mais que o Parma, que abre o Z3 da competição.
Próximos jogos
Na próxima rodada, o Napoli visita a Juventus no domingo (1°), no confronto de dois times com 14 pontos cada. Já o Monza visita o Bologna no sábado (31).
Após as primeiras eleições israelitas desde o ataque do Hamas em outubro de 2023, Volker Türk apelou ao respeito pelo direito internacional humanitário.
O Alto-Comissário defendeu que a ONU continue a "monitorizar, documentar e relatar" o que se passa na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, bem como no Líbano, na Síria e noutros locais.
Novas pesquisas confirmam a ampliação do mapa de disputas em que os democratas têm chances de conquistar cadeiras no Senado nas Eleições de Meio de Mandato de 2026, nos Estados Unidos.
Os levantamentos do The New York Times em parceria com o Siena College — os primeiros estudos de alta qualidade em alguns desses estados — mostram os democratas com uma oportunidade concreta de conquistar uma cadeira na Carolina do Sul e, possivelmente, outra na Flórida. Já a pesquisa em Minnesota indica que as esperanças republicanas de uma vitória improvável no estado podem ter sido frustradas.
Os resultados de uma única pesquisa estadual não devem ser supervalorizados. Apesar do avanço dos democratas, muitas disputas estão dentro da margem de erro. Ainda assim, diante da escassez de levantamentos nesses três estados e da importância de cada disputa neste ano, os novos dados merecem uma análise mais detalhada.
Carolina do Sul
O principal destaque é o empate entre a senadora republicana Darline Graham, que assumiu o cargo por nomeação, e a democrata Annie Andrews, ambas com 48% entre os eleitores propensos a votar na Carolina do Sul.
É a primeira pesquisa pública de alta qualidade no estado e indica que a disputa não é apenas potencialmente vencível para os democratas, mas está praticamente empatada. O resultado chama a atenção em um estado que Donald Trump venceu por 18 pontos percentuais em 2024.
O cenário surge depois de outra pesquisa do The New York Times/Siena apontar empate técnico no Kansas, estado vencido por Trump por 16 pontos.
Há uma explicação clara para a competitividade na Carolina do Sul: os republicanos escolheram uma candidata apoiada por Trump que enfrenta questionamentos importantes sobre sua qualificação para o cargo.
Entre os eleitores propensos a votar, Andrews, que é médica, tem vantagem de 13 pontos percentuais sobre Graham na avaliação de quem possui a experiência adequada para ser uma senadora eficaz. Já Graham, irmã do falecido senador republicano Lindsey Graham, até então pouco conhecida, registra desvantagem de sete pontos nesse quesito.
Entre os eleitores independentes, 59% afirmam que Andrews tem a experiência necessária, ante 31% que dizem o mesmo sobre Graham.
Enquanto 62% dos democratas concordam enfaticamente que Andrews tem a experiência adequada, apenas 35% dos republicanos demonstram o mesmo grau de concordância em relação a Graham.
É uma avaliação bastante negativa para Graham, inclusive dentro de seu próprio partido.
Esses números ajudam a explicar por que Andrews lidera entre os independentes por 57% a 37% e ainda recebe 7% das intenções de voto dos eleitores republicanos propensos a votar.
Os dados indicam ainda que as tentativas dos republicanos de retratar Andrews como extremista não surtiram, até agora, o efeito esperado. A estratégia se concentrou principalmente em declarações anteriores dela sobre direitos de pessoas trans e no uso de um termo pejorativo contra pessoas trans para atacá-la. Apenas 39% dos eleitores propensos a votar nesse estado conservador consideram Andrews muito à esquerda.
Ainda não há pesquisas de alta qualidade em outros estados tradicionalmente republicanos onde o partido pode enfrentar dificuldades, como Nebraska e até mesmo Mississippi, onde Trump esteve na segunda-feira. Mas os levantamentos do The New York Times/Siena no Kansas e na Carolina do Sul mostram que os democratas têm várias oportunidades de conquistar cadeiras.
Minnesota
Outro destaque é uma pesquisa que indica que os democratas não têm tantos motivos para se preocupar em Minnesota. Até agora, os dados disponíveis, ainda limitados, sugeriam que o estado — onde Kamala Harris venceu por quatro pontos percentuais — poderia representar um problema para o partido.
O levantamento do The New York Times/Siena mostra a vice-governadora democrata Peggy Flanagan à frente da republicana Michele Tafoya, ex-comentarista esportiva de televisão, por 54% a 40%.
A pesquisa indica que os eleitores têm preocupações reais de que Flanagan seja muito à esquerda. Até mesmo 17% de seus próprios apoiadores compartilham dessa avaliação. Ela conquista poucos votos entre os republicanos, ao contrário de vários outros candidatos democratas ao Senado, e não é especialmente popular.
Ainda assim, os dados sugerem que o eleitorado pode ser favorável demais aos democratas para que esses fatores comprometam sua vantagem.
Os democratas lideram por 18 pontos percentuais na disputa genérica para o Senado no estado, e 57% dos eleitores propensos a votar têm uma opinião fortemente desfavorável sobre Trump.
Mesmo que Minnesota não se mostre tão favorável aos democratas quanto a pesquisa indica, Tafoya parece enfrentar uma disputa difícil em um ano que pode ser positivo para o partido. Flanagan também lidera entre os independentes por dois dígitos, com 54% contra 39%.
Flórida
Uma terceira pesquisa parece confirmar que a Flórida — estado que se tornou cada vez mais republicano durante a era Trump — é um objetivo secundário para os democratas.
O levantamento mostra a senadora republicana Ashley Moody à frente da deputada estadual democrata Angie Nixon por seis pontos percentuais, com 50% contra 44%. Na semana anterior, uma pesquisa da Universidade do Norte da Flórida havia apontado uma vantagem semelhante para Moody, de 49% a 45%.
Os republicanos podem comemorar o fato de a vantagem continuar fora da margem de erro.
Ainda assim, a disputa é competitiva. Embora a Flórida tenha sido amplamente descartada como objetivo pelos democratas após a escolha de Nixon, integrante da organização Socialistas Democráticos da América, apenas 37% dos eleitores propensos a votar a consideram muito à esquerda. Entre os independentes, Nixon lidera por 52% a 38%.
Parece difícil para Nixon superar a desvantagem em um estado que tem se inclinado cada vez mais aos republicanos. Mas, no mínimo, a pesquisa do The New York Times/Siena indica que a disputa pelo governo estadual está aberta.
O levantamento mostra o deputado republicano Byron Donalds com 48% e o ex-deputado democrata David Jolly com 44%. A diferença de quatro pontos percentuais está muito próxima da margem de erro da pesquisa, de 3,9 pontos.
Mesmo perder a disputa pelo governo da Flórida representaria um revés importante para os republicanos.
O Bologna venceu o Milan por 4 a 2, nesta quarta-feira (28), pela nona rodada da Série A, o Campeonato Italiano. O duelo foi disputado no Estádio San Siro, em Milão, na Itália.
Samuel Mbangula brilhou, marcou hat-trick e garantiu a vitória do Bologna. O quarto gol foi contra, marcado por Davide Bartesaghi. Para o Milan, Alphadjo Cisse balançou as redes duas vezes.
A equipe de Bolonha entra em campo novamente no sábado (31), às 11h (de Brasília), contra o Monza, no Estádio Renato Dall’Ara, em Bolonha.
A bola volta a rolar para o Milan no mesmo dia, às 16h45, contra o líder Inter, no Estádio San Siro.
Como foi o jogo?
A partida começou agitada e o Bologna abriu o placar com apenas oito minutos. O atacante belga Samuel Mbangula recebeu bom passe de Nadir Zortea e acertou chute de perna direita.
Poucos minutos depois, o Milan reagiu e deixou tudo igual de novo. Alphadjo Cisse finalizou muito bem de pé direito. O goleiro não conseguiu defender o chute colocado.
Cisse apareceu novamente aos 27 minutos e abriu vantagem para a equipe de Milão. Após passe inteligente de Fikayo Tomori, o italiano balançou as redes com uma finalização certeira de perna esquerda.
Aos 15 minutos da segunda etapa, o Bologna teve sorte e conseguiu o empate novamente com gol contra. A bola desviou em Davide Bartesaghi e foi para dentro do gol. 2 a 2!
O Bologna saiu à frente mais uma vez apenas dois minutos depois. Após preparação perfeita de Juan Miranda, Mbangula balançou as redes com belo chute de perna direita.
O quarto e último gol foi marcado já na reta final do jogo, aos 41 minutos do segundo tempo. Mbangula aproveitou bom passe de Jens Odgaard, chutou bem de perna direita e garantiu o hat-trick.
Vale lembrar que o jovem jogador belga balançou as redes com a camisa do Bologna pela primeira vez justamente no duelo desta quarta-feira, contra o Milan, e já garantiu um hat-trick.
Per l’ex presidente del Consiglio la reazione di Meloni è il sintomo di un governo incapace di comprendere le proteste che attraversano il Paese: “Siccome non vuole ammettere il suo fallimento, che è sotto gli occhi di tutti, ci deve essere qualcuno cattivo che organizza queste cose”.
D’Alema sottolinea anche la contraddizione tra l’attacco alla giudice e la riforma costituzionale della giustizia voluta dall’esecutivo: “Meloni ha promosso una riforma costituzionale, su cui c’è un referendum, sulla base del seguente assunto: bisogna separare le carriere, altrimenti i giudici fanno tutto quello che chiedono i pubblici ministeri. Perché i giudici, secondo Meloni, non sono indipendenti dai pubblici ministeri”.
Poi la stoccata: “Adesso che abbiamo una giudice che si dimostra non solo indipendente dal pubblico ministero, ma che gli dà torto, Meloni dovrebbe festeggiare come garantista“. L’ex ministro degli Esteri denuncia quindi la scelta del governo di affrontare le tensioni sociali esclusivamente come un problema di ordine pubblico, individuando di volta in volta presunti responsabili delle mobilitazioni per evitare di confrontarsi con le ragioni della protesta: “Tutto questo è il segno di una caduta della politica, della sua capacità di comprendere il Paese, di una trasformazione della politica in una logica di polizia. È molto preoccupante, per i giudici e per tutti i cittadini”.
L’isteria crescente delle classi dominanti – e dei mass media da essi finanziati – ormai buttano tutto nel calderone del “nemico interno”: agenti russi, cittadini pagati dai russi, ingerenze islamiche e, ovviamente, i partiti della sinistra e i comunisti.
E’ stato sufficiente che l’edizione di giovedi del giornale Politico.eu scrivesse qualche riga per mettere in moto una valanga, rivelando che l’Unione Europea ritiene di trovarsi di fronte all’escalation delle operazioni ibride russe e che si sta preparando all’eventualità che, prima o poi, queste azioni provochino delle vittime in Paesi Ue o Nato. Insomma quasi un auspicio che da qualche parte ci scappi il morto da poter strumentalizzare ai fini della propaganda di guerra, sia sul fronte esterno che sul fronte interno.
Si tratta di uno scenario che in Italia abbiamo purtroppo visto e subìto spesso: dalla strage di Piazza Fontana in poi. Su questo, nostro malgrado, potremmo tenere delle lectio magistralis a tutti gli altri paesi europei che non hanno sperimentato tragedie e orrori analoghi
Il giornale Politico.eu riferisce di una riunione di diplomatici della Ue a porte chiuse, senza telefonini e senza assistenti ha valutato il rischio di attacchi gravi, “capaci di provocare vittime su larga scala”. Due fonti diplomatiche hanno confermato a Politico che una riunione degli ambasciatori presso l’Ue, svoltasi mercoledì scorso, ha riguardato proprio questo tipo di scenario.
Per una fonte diplomatica citata dal sito, “data la portata e la vastità dell’azione russa, è inevitabile che prima o poi vi siano delle vittime. È pura fortuna che non ce ne siano ancora state”.
“È abbastanza ovvio che, quando la Russia utilizza strumenti sempre più letali per mettere alla prova la nostra preparazione e la nostra volontà di adottare contromisure, a un certo punto ci saranno delle vittime”, ha dichiarato a Politico la finlandese Teija Tiilikainen, direttore del Centro europeo di eccellenza per il contrasto alle minacce ibride. “Prima o poi, intenzionalmente o meno, questo è ciò che accade”.
Se diversi cittadini di Paesi membri dell’UE o della NATO venissero uccisi in quello che sembra essere un attacco, la pressione ad agire sarebbe enorme per entrambe le istituzioni. “Temiamo fortemente che a un certo punto venga tolta la vita a un nostro alleato”, ha affermato un diplomatico della NATO, il che renderebbe la pressione ad agire “molto alta”, riporta ancora Politico.eu.
Ma l’isteria ormai è talmente dilagante che alcuni Paesi membri della Ue, ritengono che debba essere la Nato e non l’Unione Europea la sede opportuna per trattare di questi argomenti e delle possibili soluzioni, soprattutto perché le riunioni della Ue sarebbero troppo “porose” per la fuga di notizie o di informazioni sensibili.
A rendere il tutto ancora più strumentalizzabile ai fini della mera propaganda di guerra esterna ed interna in Europa, vi è anche il tentativo di leggere le proteste giovanili e popolari in Francia come eterodirette o articolazioni di progetti di destabilizzazione. E in questo gioco sporco tutto fa brodo, dalla guerra ibrida della Russia alle ambizioni dell’islam politico.
“Quello che sta accadendo in Francia non è altro che immigrazione di massa fuori controllo“, ha scritto Donald Trump il 6 ottobre sul suo social Truth riferendosi agli scontri e alle manifestazioni che stanno attraversando la Francia. Per il presidente americano “non si tratta delle scuole”, ma dell’”Islam che vuole prendere il controllo di un Paese un tempo grande“.
A fargli eco è subito arrivato l’eurodeputato lepenista Fabrice Leggeri, esponente del gruppo della destra dei Patrioti al Parlamento di Strasburgo, secondo il quale “sulle proteste in Francia Trump non ha del tutto torto”. Perché, ha affermato durante un punto stampa al Parlamento Europeo, “le rivolte in corso, le rivolte dei cosiddetti studenti o presunti studenti, sono di fatto strumentalizzate dall’estrema sinistra e, come sappiamo, l’estrema sinistra è infiltrata da elementi islamisti”.
L’isteria crescente delle classi dominanti – e dei mass media da essi finanziati – ormai buttano tutto nel calderone del “nemico interno”: agenti russi, cittadini pagati dai russi, ingerenze islamiche e, ovviamente, i partiti della sinistra e i comunisti.
Se al posto degli ebrei mettiamo gli islamici, sono esattamente gli stessi nemici messi all’indice in Europa dai nazifascisti negli anni Trenta.
“Non vedo quello che ho detto come un attacco, ma come una difesa del lavoro che conosco di tutti i servitori dello Stato che hanno lavorato con enorme dedizione per evitare che si ripetesse quello che avevamo visto il 17 ottobre e non si è ripetuto e mi dispiace che quel lavoro venga vanificato”. Ed ancora: “Non pare che sia scomposto dirlo, mi pare che scomposto sia altro, tipo dire ‘chi non salta la Meloni è’ (il riferimento ai giudici che esultarono dopo la vittoria dei No al referendum costituzionale sulla riforma della Giustizia, ndr), non sono i miei toni e non sono i miei metodi ma ho il dovere di difendere che ho visto fare da tanta gente perché vogliamo difendere la gente perbene dalla devastazione che abbiamo visto”.
Poi alla domanda relativa alla pagina social aperta da Siher, nata dopo gli scontri, la premier ingaggia un confronto con il cronista che l’ha posta (Giuseppe Colombo di Repubblica) e replica così: “Sono molto contenta che lei ci tenga a difendere questa persona. Effettivamente nel video io ho sbagliato il tempo di un verbo perché il tempo del verbo che avrei dovuto usare, mi perdoni, era delle manifestazioni che avevano portato alle devastazioni, invece ho sbagliato effettivamente il verbo e ho detto che hanno portato alle devastazioni. Ciò non toglie che Youssef Siher, come lei sa, era indagato, c’è scritto nell’ordinanza del giudice, esattamente per quello che io ho detto. Quindi ho sbagliato il tempo di un verbo, mi scuso, sono contenta che lei ci tenga a difenderlo”.
In attesa che il presidente della Repubblica Sergio Mattarella intervenga sull’inammissibile ingerenza del capo di governo nell’attività della magistratura, dovremmo iniziare a chiederci quanti secondi mancano alla fine della (malconcia) democrazia italiana.
Come sanno tutti – ma evidentemente sfugge a Giorgia Meloni – la moderna democrazia si fonda sul principio sulla separazione dei poteri, sullo stato di diritto e sulla libertà di stampa.
In questo momento, tutti e tre i principi stanno venendo calpestati. Il presidente del Consiglio, in un video di 49 secondi pubblicato su X, afferma:
“Lo dico senza mezzi termini: considero vergognosa la decisione del GIP di Milano di non convalidare l’arresto di Yuossef Siher, accusato di essere il gestore della pagina Telegram “Movimento 17 Ottobre”, la pagina che incitava l’organizzazione di quelle manifestazioni che poi abbiamo visto portare alla devastazione di diversi esercizi commerciali a Milano. Penso che questa sia una mortificazione insopportabile del lavoro delle forze dell’Ordine, degli inquirenti, del Ministero degli Interni e in generale di tutti coloro che si adoperano per difendere la gente per bene dal rischio di vedere devastate le proprie città, i propri esercizi commerciali. Davvero non so come possa uno stato no-r-ma-le (enfatizza N.d.A) difendere le persone per bene, di fronte a queste decisioni di certa magistratura”.
Per prima cosa, in base a quanto emerge dalle indagini, il canale del movimento è stato creato la sera di domenica 18 ottobre, il giorno successivo alle rivolte di Milano. Siamo nel campo dell’assurdo.
Ma ciò è nulla delle ben più gravi conseguenze delle affermazioni di Meloni che:
Mette mediaticamente alla gogna un magistrato.
Nelle vesti di capo dell’esecutivo, interferisce a gamba tesa nelle decisioni dei giudici.
Intimidisce i magistrati e ne indebolisce l’indipendenza.
Apre un conflitto istituzionale.
Il principio di separazioni dei poteri, teorizzato nel 1748 da Charles L. de Motesquieu ne “Lo spirito delle Leggi” , sta alla base del pensiero liberale e della moderna democrazia. Il potere assoluto viene segmentato e assegnato a tre organi differenti e autonomi. Come si impara alle medie, ma probabilmente occorre ripetere, al parlamento spetta il potere legislativo, al governo il potere esecutivo e alla magistratura il potere giudiziario.
L’indipendenza dei tre organi costituisce sia una garanzia che un limite. Se un potere interferisce con gli altri poteri, viene meno l’impalcatura della democrazia e si cade rovinosamente verso l’assolutismo.
Siamo in questa situazione e francamente non è neanche una sorpresa. Il governo di Meloni aveva già tentato di mettere le briglia alla magistratura con la riforma Nordio. Un referendum costituzionale ha impedito che ciò accadesse.
La magistratura ha reagito con veemenza le parole della Meloni, definendole inaccettabili.
I giudici di Milano hanno protestato duramente contro l’ingerenza del capo dell’esecutivo e i condizionamenti esterni, in difesa della terzietà e dell’autonomia dei magistrati:
“Le dichiarazioni di alcuni esponenti politici di rilievo, ricoprenti anche cariche istituzionali, rilasciate all’esito della decisione della giudice del tribunale di Milano sono irricevibili ed evidenziano una scarsa conoscenza reale o mascherata degli istituti giuridici di uno Stato di diritto“, si legge in una nota congiunta della presidenza del tribunale di Milano e della Sezione Gip-Gup, a firma Fabio Roia e Vincenza Maccora.
La giunta esecutiva dell’ANM definisce quello di Meloni un “attacco scomposto” alla decisione di un magistrato, la cui delegittimazione da parte “delle più alte cariche dello Stato” è definito un “esercizio di intimidazione che non dovrebbe appartenere a uno Stato di diritto. Un esercizio insopportabile".
"Autonomia e indipendenza della magistratura sono due capisaldi della democrazia - sottolinea l'Anm - in cui i magistrati non possono essere il nemico da additare in ogni circostanza all'interno del dibattito pubblico. Questo comportamento arreca un danno alla credibilità delle istituzioni", ribadisce il comunicato .
La “scompostezza” di Giorgia Meloni va letta sia in prospettiva dell’imminente campagna elettorale, che si combatterà fino all’ultimo sangue, come si vede dai pròdomi, sia perché la decisione del Gip Tiziana Landoni smonta l’impalcatura accusatoria che ha portato la procura di Milano a disporre arresto e carcere cautelare per Siher.
In base a quanto riporta il Corriere, per il giudice preliminare “non soltanto non ci sono esigenze cautelari per trattenere in custodia cautelare” il giovane trentenne – definito da alcuni giornalisti addirittura l’”intelligence” di una cellula terroristica” – ma “ancor prima e a monte non c’erano fondate ragioni giuridiche per fermarlo sabato notte dopo una giornata in Questura e portarlo a San Vittore, perché le sue condotte, con la creazione e l’amministrazione di un canale Telegram con 11.000 iscritti e di una pagina Instagram giunta a 50.000 iscritti, non sono incasellabili nelle fattispecie penali di «istigazione a delinquere» aggravata dalla «finalità di terrorismo», e nemmeno di «violenza organizzata nelle manifestazioni pubbliche» tipizzata come nuovo e autonomo reato dall’ultimo decreto legge del governo Meloni proprio dopo i saccheggi nel centro di Milano”.
Se ne deduce che un giovane è stato arrestato, portato in carcere e sbattuto come mostro in prima pagina solo per la congiuntura di quattro fattori:
La creazione di una pagina social di un nascente movimento politico;
Le origini dei genitori;
La fede islamica;
L’attivismo in difesa della Palestina.
Nessuno di questi è evidentemente un reato, pertanto – da quanto emerge – il suo arresto ci porta fuori dallo Stato di Diritto. Tanto più che uno dei principi cardine dell’ordinamento giuridico è stato platealmente calpestato: la presunzione di innocenza.
Anche qui occorre ricordare che il principio di presunzione di innocenza è definito dall’articolo 27 della Costituzione che recita: L'imputato non è considerato colpevole sino alla condanna definitiva”.
I giornalisti lo sanno bene, poiché se non lo rispettano, definendo un imputato come criminale prima della sentenza definitiva, si beccano una querela.
La stampa non si è limitata ad ignorare la presunzione di innocenza, ma ha costruito dal nulla un profilo criminale di Siher e di sua moglie, presentandolo come un nuovo “cattivo maestro”. I giornalisti non hanno semplicemente sbattuto il mostro in prima pagina, ma hanno ricreato un “clima da anni di piombo”, senza lotta armata, senza gruppi rivoluzionari e senza bombe. Ciò è evidentemente in linea con una nuova strategia della tensione volta a legittimare la repressione, la limitazione delle libertà politiche e di espressione.
Se il Viminale ha usato il pugno duro, i giornalisti maistream sono diventati una vera e propria avanguardia dello stato di poliziae del partito trasversale della guerra, il cui obiettivo è mettere a tacere ogni voce critica attraverso la criminalizzazione dell’opposizione.
In un paese democratico le massime cariche dello Stato rispettano la separazione dei poteri, sono garanti dello stato di diritto e la stampa è libera, ovvero non risponde agli ordini del potere politico, economico, militare o di polizia.
Le vicende delle ultime settimane ci segnalano che siamo a pochi secondi dalla mezzanotte della democrazia.
“Esclusivo – La toga che ha liberato Siher ha firmato un appello per Gaza“. Non si è fatto attendere il dossieraggio nei confronti di Tiziana Landoni, la gip di Milano che ha rimesso in libertà il 30enne accusato di istigazione a delinquere con finalità di terrorismo. Nel tentativo di mettere in dubbio l’imparzialità della giudice, però, tutto ciò che la stampa di destra ha trovato è la sua firma in calce a un “Appello di giuristi per Gaza”, pubblicato a settembre per invocare “la tutela dei diritti umani e la persecuzione dei crimini contro l’umanità” compiuti da Israele nell’enclave palestinese. Secondo Il Giornale, che pubblica la “notizia”, questa circostanza dovrebbe “far riflettere sulla decisione” adottata. Per quale motivo? L’articolo non lo dice, ein effetti risulta assai difficile trovare ragioni di inopportunità nel testo dell’appello, che si limita a ricordare l’impegno della comunità internazionale al perseguimento dei crimini di guerra e contro l’umanità, contenuto nel Preambolo dello Statuto della Corte penale internazionale. Soprattutto, però, il quotidiano omette – o forse non conosce – un elemento che smonta la tesi implicita nel pezzo: a firmare quell’appello, infatti, fu anche Francesca Crupi, la pm che ha disposto il fermo nei confronti di Siher e avrebbe voluto per lui la custodia cautelare in carcere. A dimostrazione che schierarsi contro il genocidio di Gaza non vuol dire necessariamente essere amici dei delinquenti.
Ecco il testo integrale dell’appello:
Di fronte alle notizie sulla violazione sistematica e protratta del diritto alla vita e degli altri diritti fondamentali della popolazione civile di Gaza, il silenzio ha smesso da tempo di essere un’opzione. Come giuristi, sentiamo il dovere di ricordare che lo Stato italiano, per Costituzione e per legge, e con l’adesione a trattati e convenzioni, ha scelto la tutela dei diritti fondamentali e la persecuzione dei crimini internazionali. Le ragioni di questa scelta sono tra l’altro compendiate nello Statuto della Corte penale internazionale, firmato a Roma nel 1998, sottoscritto da 125 Paesi, e ratificato con legge dello Stato nel 1999. Vogliamo ricordare queste ragioni, unitamente ai rappresentanti dell’avvocatura e dell’università che vorranno aderire, leggendo ogni giorno – nelle aule d’udienza e in quelle universitarie – il preambolo allo Statuto della Corte penale internazionale, per testimoniare che le coscienze di chi ogni giorno contribuisce all’amministrazione della giustizia non sono indifferenti alle ingiustizie perpetrate nei confronti dei più deboli, e per fare appello a tutte le istituzioni perché si pretenda il rispetto del diritto e dei diritti fondamentali dei civili.
Seguiva il testo che i firmatari si proponevano di leggere all’inizio di ogni udienza.
“Preliminarmente, il Tribunale intende oggi ricordare quanto enunciato nella Legge 12 luglio 1999, n. 232, di ratifica ed esecuzione dello statuto istitutivo della Corte penale internazionale, e segnatamente nel suo Preambolo.
“Consapevoli che tutti i popoli sono uniti da stretti vincoli e che le loro culture formano un patrimonio da tutti condiviso, un delicato mosaico che rischia in ogni momento di essere distrutto;
Memori che nel corso di questo secolo, milioni di bambini, donne e uomini sono stati vittime di atrocità inimmaginabili che turbano profondamente la coscienza dell’umanità;
Riconoscendo che crimini di tale gravità minacciano la pace, la sicurezza ed il benessere del mondo;
Affermando che i delitti più gravi che riguardano l’insieme della comunità internazionale non possono rimanere impuniti e che la loro repressione deve essere efficacemente garantita mediante provvedimenti adottati in ambito nazionale ed attraverso il rafforzamento della cooperazione internazionale;
Determinati a porre termine all’impunità degli autori di tali crimini contribuendo in tal modo alla prevenzione di nuovi crimini;
Rammentando che è dovere di ciascuno Stato esercitare la propria giurisdizione penale nei confronti dei responsabili di crimini internazionali”,
procediamo con la trattazione dell’odierna udienza”.
A Prefeitura de Goiânia antecipou para esta quarta-feira (28/10), Dia do Servidor Público, o pagamento dos funcionários municipais. A gestão do prefeito Sandro Mabel também destaca iniciativas voltadas à remuneração, à regularização de direitos e à melhoria das condições de trabalho.
Entre as medidas está a Gratificação por Desempenho Institucional (GDI), que pode pagar até R$ 3 mil por servidor, conforme os critérios e resultados alcançados. A Prefeitura também estabeleceu condições para regularizar valores de progressões e adicionais, garantiu a data-base de 2026, com reajuste de 4,26%, e pagou o piso nacional do magistério com efeitos a partir de maio.
A gestão anunciou a retomada da Escola de Governo Darci Accorsi, com mais de 1.200 cursos, e nomeou mais de 130 aprovados em concursos públicos em outubro, principalmente para a Saúde. Também prepara concurso para a Guarda Civil Metropolitana. A frota municipal recebeu 529 veículos novos, enquanto o Paço passa por obras de acessibilidade, reformas e melhorias estruturais.
Aparecida de Goiânia passou da 10ª para a 2ª posição entre os municípios goianos com mais de 100 mil habitantes no Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2026. O levantamento aponta que a taxa de mortes violentas caiu de 18,2 para 12,68 por 100 mil habitantes entre 2024 e 2025, uma redução de aproximadamente 30%.
Aparecida fica atrás apenas de Caldas Novas, que registrou taxa de 11,59 mortes por 100 mil habitantes. Jataí aparece em terceiro lugar, com 12,95, enquanto Goiânia ocupa a sétima posição, com índice de 15,21. Os dados foram reunidos pela MySide com base em registros do Ministério da Saúde e informações populacionais do IBGE.
O prefeito Leandro Vilela atribuiu parte do resultado à parceria entre a Prefeitura e o Governo de Goiás, além da integração entre as forças de segurança e do uso de tecnologia. A taxa de Aparecida também ficou abaixo das médias estadual, de 17,32, e nacional, de aproximadamente 21,5 mortes por 100 mil habitantes.
In relazione al comunicato stampa (“COS LMDV”) diffuso in data 25 ottobre 2026 da LMDV Media S.r.l. (“LMDV Media”), con cui è stata resa nota la richiesta di svolgere una due diligence confermatoria su Società Editoriale Il Fatto S.p.A. (“SEIF” o la “Società”) ai fini della promozione di un’eventuale e futura offerta pubblica di acquisto volontaria totalitaria sulle azioni SEIF, finalizzata al delisting (“Eventuale Offerta”), il Consiglio di Amministrazione di SEIF, riunitosi in data odierna, comunica quanto segue:
L’iniziativa non è stata sollecitata dalla Società né concordata con la stessa. Il COS LMDV è stato diffuso senza alcuna interlocuzione preventiva con SEIF ed è accompagnato da valutazioni unilaterali sulla situazione economico-finanziaria dell’Emittente, qualificate dalla stessa LMDV Media come stime basate sulla documentazione pubblica. In data 25 ottobre 2026 i soci fondatori di SEIF, titolari complessivamente della maggioranza del capitale votante, hanno manifestato la volontà di non aderire all’Eventuale Offerta. Per l’effetto, allo stato, la condizione soglia dell’82,9% del capitale votante della Società, prevista dall’art. 8 dello statuto sociale di SEIF e indicata nel COS LMDV come condizione di efficacia dell’Eventuale Offerta — funzionale a far decadere il limite statutario al possesso di azioni SEIF pari al 17% — risulta di impossibile avveramento. Non potendo l’Eventuale Offerta avere efficacia, alla luce della posizione assunta dai soci fondatori e dell’impossibilità di avveramento della condizione soglia sopra indicata, il Consiglio di Amministrazione non può accogliere la richiesta di LMDV Media di svolgere la due diligence confermatoria.
A tale conclusione il Consiglio perviene anche considerando che LMDV Media opera quale operatore concorrente della Società nel settore dell’editoria, circostanza che sconsiglia di dare accesso a informazioni riservate della Società concernenti il know-how e l’innovazione digitale e tecnologica sviluppati da SEIF con riferimento, in particolare, ai prodotti editoriali e ai contenuti multimediali di natura digitale. Quanto alle valutazioni unilaterali di LMDV Media sul fabbisogno di cassa della Società nei prossimi 24 mesi, la Società non le condivide. Per una rappresentazione completa della situazione economico-finanziaria della Società si rinvia al Bilancio consolidato intermedio al 30 giugno 2026 e, in particolare, alla sezione sulla continuità aziendale contenuta nella nota integrativa, disponibile sul sito.
Iniciativa focou-se na gestão da água, nas pessoas e na sustentabilidade ambiental. Foram divulgados os dados do inquérito anual aos associados. A AHSA – Associação de Horticultores, Fruticultores e Floricultores dos Concelhos de Odemira e Aljezur promoveu no Cineteatro Camacho Costa, em Odemira, o II Colóquio AHSA. O evento reuniu mais de 150 participantes, entre […]
Negli ultimi decenni si sono affermate due concezioni della sicurezza globale. La prima si incarna nella potenza militare americana, che pretende di garantire la sicurezza su scala planetaria attraverso una macchina bellica senza precedenti nella storia. La seconda risiede nella “potenza civile” del resto del mondo, fondata su accordi politici e commerciali, aiuti economici, promozione dello sviluppo e missioni multilaterali di pace.
Dopo l’invasione russa dell’Ucraina, i governi e i media occidentali hanno creduto di agire a nome del mondo intero nell’ingaggiare uno scontro estremo con la Russia per difendere regole di sicurezza e di giustizia internazionale condivise dall’intero pianeta.
Purtroppo il resto del mondo non la pensava così. I fatti hanno dimostrato che ad essere isolato era il blocco euro-americano, non la Russia. Dopo aver condannato all’ONU la violazione della sovranità ucraina, quasi il 90 per cento degli Stati membri si è rifiutato di schierarsi con la NATO in una crociata antirussa.
A inquadrare la questione in termini apocalittici, come una lotta tra valori supremi e tra civiltà e caos, sono rimasti soltanto i paesi dell’Alleanza atlantica e pochi altri.
Al di fuori dei membri della NATO e dei partner tradizionali dell’America in Asia orientale, nessun paese ha accettato di inviare armi e aiuti militari all’Ucraina o di imporre sanzioni alla Russia. Mi riferisco alle nazioni dell’Africa, dell’America centrale e meridionale, dell’Asia centrale e meridionale. Come hanno osservato sconsolati Gfoeller e Rundell su Newsweek, l’87 per cento della popolazione mondiale si è rifiutato di seguirci (15 settembre 2022).
Fin dall’inizio, la guerra in corso è stata presentata come una vicenda che coinvolgeva solo tre attori: l’Occidente atlantico, la Russia e l’Ucraina. Il resto del mondo è rimasto a guardare, e perfino paesi satelliti degli Stati Uniti hanno respinto le pressioni di Biden per punire la Russia.
Quando tutti i principali Stati non europei, Giappone escluso, dal Messico all’Indonesia, dal Pakistan all’India, dal Brasile al Sudafrica, e persino Israele e l’Arabia Saudita, prendono le distanze dallo Zio Sam, vuol dire che nelle relazioni internazionali qualcosa di fondamentale è cambiato. E vuol dire anche che mancano gli elementi per sostenere che sia in corso una nuova Guerra fredda o una terza guerra mondiale.
Lo scontro tra la NATO e la Russia non si è esteso perché fuori dall’Occidente questo conflitto viene considerato una questione sub-regionale come tante altre, da affrontare con gli strumenti consueti del cessate il fuoco, del negoziato e degli accordi di pace.
Il mondo è multipolare da più di trent’anni, dal 1989. Ogni polo, ogni potenza grande o piccola, tende a seguire la traiettoria dei propri interessi, dettati in parte dai bisogni della propria popolazione. I sondaggi globali ci dicono che l’ultima cosa a cui pensano i cittadini del pianeta è finanziare una corsa agli armamenti a scapito della lotta alla povertà e della ricerca della prosperità.
Il tentativo di dividere di nuovo il mondo in due campi, questa volta le democrazie liberali filoamericane contro le tirannie filocinesi e filorusse, è un’operazione politica destinata al fallimento.
Lo è anzitutto per lo spostamento degli equilibri del potere mondiale. Gli Stati Uniti rappresentano appena il 4,2 per cento della popolazione mondiale e solo il 16 per cento del PIL globale, contro il 50 per cento del 1950. Il PIL dei BRICS (Cina, Brasile, Russia, India e Sudafrica) supera ormai quello del G7. La popolazione del G7 è appena il 6 per cento di quella mondiale, contro il 41 per cento dei BRICS. Secondo i dati 2022 del Fondo monetario internazionale, i paesi “emergenti e in via di sviluppo” producono oggi il 58 per cento del PIL mondiale misurato a parità di potere d’acquisto, contro il 30 per cento dei paesi del G7.
Nell’ottobre 2022 l’Università di Cambridge ha pubblicato uno studio sugli atteggiamenti dell’opinione pubblica mondiale verso le grandi potenze: Cina, Russia e Stati Uniti. Lo studio è viziato da un pregiudizio, perché adotta lo schema di un Occidente liberale filoamericano contrapposto a un resto del mondo illiberale. Rivela tuttavia una netta preferenza per Cina e Russia tra i cittadini dei 137 paesi “illiberali”: il 70 per cento, cioè 6,3 miliardi di persone, ha un’opinione favorevole della Cina, e il 66 per cento della Russia.
Nelle cosiddette “democrazie liberali”, invece, il 75 per cento, ovvero 1,2 miliardi di individui, ha un’opinione sfavorevole della Cina, e l’84 per cento della Russia. Il rapporto è di cinque a uno a favore di Russia e Cina.
Stiamo assistendo alla fine dell’egemonia globale degli Stati Uniti, perché un mondo multipolare è già una realtà. Le nazioni non occidentali vedono in un sistema multilaterale imperniato sulle Nazioni Unite la sede più adatta a promuovere la pace e la prosperità nel mondo.
Il nuovo multipolarismo deve fronteggiare sfide inedite come la sicurezza ambientale, ma sono le minacce di lunga data a destare le preoccupazioni più urgenti. Il disarmo e la non proliferazione sono questioni cruciali da affrontare, ed è indispensabile una nuova governance globale dotata di regole e meccanismi decisionali più solidi di quelli attuali.
Per fortuna, l’arena principale della governance globale non è più quella di settant’anni fa. Non abbiamo più soltanto le istituzioni di Bretton Woods e i loro derivati. Il panorama si è arricchito con la nascita, nell’orbita dei BRICS, di un polo dell’aiuto internazionale più trasparente e cooperativo, formato dalle due nuove banche di sviluppo: la Nuova Banca di Sviluppo e la Banca Asiatica d’Investimento per le Infrastrutture.
Sul piano delle organizzazioni multilaterali, accanto ai BRICS sono cresciuti in misura significativa organismi regionali e sub-regionali come l’ASEAN. In campo militare ed economico, lo sviluppo più rilevante è l’allargamento dell’Organizzazione per la cooperazione di Shanghai (SCO), che riunisce diverse nazioni eurasiatiche in una cooperazione tanto militare quanto economica.
Non si può trascurare, poi, l’ambizioso progetto cinese della Nuova Via della Seta, che mira a rafforzare la connettività fisica e politica dell’Eurasia. La sua integrazione con l’Unione economica eurasiatica guidata dalla Russia sta accelerando rapidamente l’integrazione del continente.
Questo multipolarismo concreto ha incrinato il predominio delle istituzioni di Bretton Woods e sta aprendo la strada a un ordine mondiale più stabile e pacifico. Un ordine capace di autoregolarsi, che ha messo in luce quanto l’egemonia globale americana sia ormai superflua e dannosa.
No Facebook, garante-se que o Japão vedou o turismo a todos os cidadãos com passaporte israelita. A medida terá sido tomada em protesto contra o "genocídio" no Líbano. É verdade?
l mercato immobiliare milanese continua a crescere, anche se a ritmi più contenuti rispetto al passato. E nel segmento del lusso le quotazioni raggiungono livelli sempre più elevati: fino a 27mila euro al metro quadrato nel Quadrilatero della Moda e a Brera, 23.800 euro nell’area Castello-Foro Buonaparte e 20.800 euro nella zona di Porta Nuova. Ma a sorprendere sono soprattutto le dinamiche dei quartieri meno centrali, con Niguarda e Bicocca che registrano gli incrementi più marcati dei valori immobiliari, mentre San Siro, Fondazione Prada e Maggiolina si confermano tra le aree più dinamiche.
È quanto emerge dal Market Report Milano-Roma 2026, l’osservatorio sul mercato immobiliare di pregio presentato da Engel & Völkers Italia e realizzato in collaborazione con Nomisma. Il rapporto evidenzia come nel primo semestre del 2026 le compravendite residenziali a Milano siano cresciute del 3,3% rispetto allo stesso periodo del 2025, un risultato superiore alla media nazionale del 2,1% e al +2,6% registrato a Roma.
Milano, il lusso tiene ma sotto gli 800mila euro il mercato è più difficile
Il mercato milanese degli immobili di pregio mostra una sostanziale stabilità delle quotazioni, accompagnata però da differenze significative tra le fasce di prezzo. Le abitazioni con un valore superiore a 1,5 milioni di euro continuano a beneficiare di una domanda solida, sostenuta da acquirenti con elevate disponibilità patrimoniali. Anche la fascia compresa tra uno e 1,5 milioni di euro mantiene livelli soddisfacenti di attività. Più complessa la situazione per gli immobili di valore inferiore agli 800mila euro, soprattutto quando non presentano caratteristiche particolarmente distintive. In questa fascia si concentra anche una parte dell’offerta precedentemente destinata agli affitti brevi, oggi reindirizzata verso la vendita o la locazione tradizionale.
Milano, sottolinea il rapporto, resta prevalentemente un mercato legato all’acquisto e alla sostituzione della prima casa, anche nel segmento medio-alto. A orientare le scelte sono sempre più la qualità dell’immobile, l’efficienza energetica, la sostenibilità e la disponibilità di servizi, terrazzi, aree verdi e soluzioni già pronte per essere abitate.
Da Brera a CityLife, la mappa dei prezzi degli immobili di pregio a Milano
Le differenze tra i quartieri restano molto marcate. Nel centro storico, Brera e Quadrilatero confermano il proprio primato, con punte di 27mila euro al metro quadrato per le abitazioni ristrutturate a nuovo. Nell’area Castello-Foro Buonaparte si raggiungono i 23.800 euro. Tra le altre zone più costose emerge Porta Nuova-XXV Aprile, dove le quotazioni premium possono toccare i 20.800 euro al metro quadrato, mentre nell’area Garibaldi-Moscova-Arena i valori raggiungono i 14.500 euro.
Nella zona ovest, CityLife presenta una forbice particolarmente ampia, tra 9mila e 17mila euro al metro quadrato. Più contenute, ma comunque elevate, le quotazioni delle aree Sempione-Arco della Pace-Chinatown e Vercelli-Washington, comprese tra 6.900 e 12mila euro.
Nella parte orientale della città i prezzi risultano generalmente in crescita, con l’eccezione di Città Studi, dove il mercato si mantiene stabile e le quotazioni oscillano tra 4.500 e 6mila euro al metro quadrato. Porta Venezia raggiunge punte di 10.400 euro, Indipendenza-Cinque Giornate-XXII Marzo arriva a 9.600 euro e Repubblica a 8.900 euro.
Nella zona sud, infine, i valori indicati dal rapporto arrivano a 12.400 euro al metro quadrato nell’area Porta Romana-Crocetta-Quadronno, mentre nella zona Medaglie d’Oro-Lodi si attestano a 7.800 euro. Le quotazioni fanno riferimento al segmento di fascia medio-alta e agli immobili nuovi o ristrutturati a nuovo, e non rappresentano quindi i prezzi medi dell’intero patrimonio residenziale dei rispettivi quartieri.
Niguarda e Bicocca crescono, San Siro e Maggiolina tra le aree più dinamiche
Uno degli aspetti più interessanti del rapporto riguarda il crescente dinamismo di alcune zone esterne al centro storico. Niguarda e Bicocca si distinguono per gli incrementi più marcati dei valori immobiliari, mentre San Siro, Fondazione Prada e Maggiolina mostrano una particolare vivacità della domanda.
Guardando alla seconda parte del 2026, le previsioni indicano una sostanziale stabilità sia delle compravendite sia dei prezzi. Per il 2027 non viene escluso un lieve rallentamento del numero delle transazioni, ma alcune aree della città potrebbero continuare a registrare una crescita degli scambi.
Tra queste figurano San Siro e Gambara-Bande Nere nella zona ovest, Città Studi nella zona est e Gioia-Maggiolina nella zona nord. Il rapporto conferma dunque un mercato sempre più selettivo, nel quale la centralità dell’indirizzo rimane importante, ma non è più l’unico fattore determinante. La qualità del contesto urbano, l’accessibilità ai trasporti pubblici, i servizi e le caratteristiche energetiche degli edifici assumono un peso crescente nelle decisioni degli acquirenti.
Affitti a Milano, cresce la domanda di bilocali: canoni medi in aumento del 2,2%
Non soltanto compravendite. Anche il mercato delle locazioni residenziali milanesi continua a mostrare una domanda sostenuta, alimentata soprattutto da studenti, giovani professionisti e famiglie. A essere particolarmente richiesti sono i bilocali, per i quali il canone medio è cresciuto del 2,2% nel primo semestre del 2026. Nel segmento analizzato, i valori degli affitti presentano una forbice molto ampia, compresa tra 240 e 6mila euro al metro quadrato all’anno, a testimonianza delle forti differenze tra tipologie di immobili e localizzazioni.
Engel & Völkers e Nomisma: “Milano rafforza la propria attrattività internazionale”
Secondo Muhannad Al Salhi, CEO di Engel & Völkers Italia, i dati confermano una nuova fase per il mercato residenziale di pregio. “I dati del Market Report 2026 confermano come il mercato residenziale di pregio stia entrando in una fase di crescita più equilibrata e selettiva, sostenuta da una domanda sempre più attenta alla qualità degli immobili, all’efficienza energetica e al valore delle location”, spiega Al Salhi. “Milano e Roma continuano a rappresentare due mercati complementari e strategici per il Real estate italiano: la prima rafforza il proprio profilo internazionale e la capacità di attrarre capitali e nuova residenzialità qualificata, la seconda evidenzia una crescita diffusa e un rinnovato dinamismo in molte aree della città”.
Una lettura condivisa da Chiara Pelizzoni, Senior Project Manager dell’Osservatorio Immobiliare di Nomisma: “Nel primo semestre del 2026 Milano e Roma hanno confermato la forte attrattività dei rispettivi segmenti prime, pur con dinamiche differenziate a seconda dei quartieri e delle caratteristiche immobiliari”. Per la seconda parte dell’anno, aggiunge Pelizzoni, qualità, efficienza energetica e localizzazione continueranno a rappresentare i principali fattori di tenuta del mercato.
Immobiliare di pregio a Roma, compravendite in crescita del 2,6%. Centro storico fino a 10.500 euro al metro quadrato
Anche la Capitale mostra segnali positivi, sebbene con quotazioni generalmente inferiori rispetto a quelle milanesi. Nel primo semestre del 2026 le compravendite residenziali a Roma sono aumentate del 2,6% rispetto allo stesso periodo del 2025. Nel segmento di pregio, le abitazioni nuove o ristrutturate raggiungono quotazioni massime di 10.500 euro al metro quadrato nel Centro Storico.
Proprio il Centro Storico, insieme a Prati-Vaticano, si conferma tra le zone più richieste. Nel primo caso i valori oscillano tra 3.750 e 10.500 euro al metro quadrato, mentre a Prati-Vaticano la forbice si colloca tra 4.600 e 7.900 euro. Nella zona nord, che comprende Parioli, Trieste-Salario, Balduina e Cassia, le quotazioni variano tra 3.400 e 8.200 euro al metro quadrato, con una domanda sostenuta e tempi medi di vendita in diminuzione. Segnali di crescita arrivano anche dai quartieri occidentali, tra cui Monteverde, Gianicolense e Colli Portuensi, dove i valori per le abitazioni nuove o riqualificate si collocano tra 3.200 e 4.800 euro al metro quadrato.
Nella zona sud le quotazioni oscillano tra 2.700 euro al metro quadrato al Laurentino e 5.500 euro nelle aree di San Giovanni-Appio Latino ed EUR. A est, invece, emerge il dinamismo del comparto Tuscolana-Pigneto, insieme alle aree di Tiburtina e Centocelle-Pigneto, con valori compresi tra 2.700 e 4.700 euro.
Le prospettive per il secondo semestre restano favorevoli, soprattutto nel Centro Storico, a Prati-Vaticano e in alcune zone meridionali della città. Quanto agli affitti, Roma ha registrato nel primo trimestre 2026 una crescita media dei canoni di circa il 6%, seguita da una fase di stabilizzazione nel secondo trimestre. Per le abitazioni nuove o ristrutturate del Centro Storico i canoni vanno da 260 a 450 euro al metro quadrato all’anno, mentre a Prati-Vaticano oscillano tra 276 e 384 euro.
A primeira grande expedição científica do Programa mobilizou mais de 200 participantes, incluindo 116 cientistas, 40 parceiros e 15 embarcações, com operações a decorrer no mar e em terra em três ilhas. Os resultados preliminares demonstram os valores naturais únicos do mar da Madeira, bem como a sua vulnerabilidade, reforçando a importância da ciência para […]
28 ottobre. L'argomento del giorno (a rigor di termini: della giornata passata; ma i suoi sviluppi si attendono in un futuro prossimo) è stata la telefonata di martedì pomeriggio del presidente finlandese Alexander Stubb e del primo ministro norvegese Jonas Gahr Støre al Cremlino, definita dalle parti “aperta e concreta”. I commenti in merito, per ora, sono abbastanza laconici e affidati per lo più agli organi di stampa, mentre il tono generale è quello di una sorta di “pre-allarme”, costituito appunto dalla richiesta di conversazione finno-norvegese, per le sorti delle strategie belliciste del fu “giardino fiorito” europeista. Così, per esempio, su PolitNavigator, l'osservatore Nikolaj Anfalov, esordisce con «Ebbene, è successo. Sembra che fossero davvero fondate le voci diffuse dai media europei sulla frenetica ricerca, da parte del "kolkhoz europeo", di negoziatori disposti a intavolare trattative con il Cremlino». Ecco quindi che i due, Stubb e Støre, hanno telefonato a Putin per discutere della "de-escalation del conflitto ucraino". Pare che dopo aver parlato con Putin, i due avrebbero chiamato anche Zelenskij; ma, da Kiev, nessuna reazione di rilievo. Il quotidiano finlandese Ilta-Sanomat scrive che la scelta di Stubb e Støre quali soggetti del colloquio con Putin «non è casuale: Stubb ha tenuto a precisare che entrambi hanno preso parte alla telefonata in qualità di leader dei rispettivi paesi e non come rappresentanti dell'Europa. Tuttavia, ciò non elimina il fatto che i due si siano presentati in primo luogo come inviati europei... la partecipazione di Stubb e Støre potrebbe indicare che la situazione sia peggiore di quanto qualcuno in Occidente osi ammettere». Anche la liberal-europeista giornalista russa Julija Latynina osserva che la telefonata costituisce la prova del deterioramento della situazione delle Forze armate ucraine e della situazione economica ucraina. Per molti anni, dice Latynina, l'Europa si è rifiutata di dialogare con Putin e se ora, per qualsiasi motivo, decide di parlare con la Russia, significa che la situazione è cambiata radicalmente. Con preoccupazione bellicista, il britannico The Telegraph scrive che la telefonata dei due scandinavi divide le file degli alleati di Kiev. E però, dice ancora Latynina, Stubb e Støre non hanno offerto a Putin nulla di accettabile per Moskva: «è seria questa conversazione, considerando che se la Russia non avesse avuto il sopravvento sul campo di battaglia e l'Europa non avesse percepito che il suo cliente, l'Ucraina, è prossima alla fine, difficilmente l'Europa avrebbe chiamato? ... coloro che si sono rifiutati di offrire alla Russia un cessate il fuoco quando si trovava in una situazione ben peggiore, ora pretendono che la Russia fermi il conflitto e perda una guerra che sta vincendo».
Più prosaicamente, ancora Anfalov nota che, probabilmente, non c'è una svolta decisiva nei negoziati, ma solo un primo cauto test delle posizioni delle parti per determinare i limiti di possibili concessioni; una sorta di ricognizione in vista delle consultazioni di Abu Dhabi, a cui gli europei non sono invitati. In altre parole, obiettivo dell'Europa non è quella di continuare la guerra fine a se stessa, ma di prolungarla per ottenere una posizione negoziale più forte. L'Europa ha bisogno della pace perché non può più permettersi la guerra finanziariamente, afferma Anfalov, ma non ha bisogno di una pace qualsiasi, bensì di una pace che non possa essere presentata dai media come una vittoria russa. La telefonata di ieri può dunque esser vista come l'inizio di una ricerca da parte europea di una formula accettabile per porre fine alla guerra, una formula in cui le concessioni concrete alla Russia possano essere conciliate con l'affermazione politica che la Russia non ha raggiunto i suoi obiettivi. Di più, dice Anfalov: «L'Europa non cerca semplicemente una pace che non possa essere presentata come una vittoria russa. Cerca una pace che non costringa le élite europee a riconoscere l'errore delle proprie politiche degli ultimi quattro anni e a riconsiderare l'intero assetto politico costruito attorno al confronto con la Russia. Si tratta di un compito ben più serio del semplice ammettere l'effettiva sconfitta della UE in Ucraina». Qui entrano in campo i soggetti della telefonata. Lo scorso 20 ottobre si erano incontrati a Oslo Stubb, Støre, Zelenskij, Witkoff e Kouchner, dopo di che Witkoff si era incontrato a Piter con Putin. Ora, il 27 ottobre, gli stessi Stubb e Støre parlano con Putin: emerge una sequenza: discussione delle proposte con Kiev e gli americani, trasmissione delle proposte a Moskva tramite Witkoff, sondaggi diretti europei su Putin e riscontro con Zelenskij. Ma, perché scegliere Stubb, che non decide nulla, non può garantire nulla, non può promettere la revoca delle sanzioni europee, un cambiamento nella strategia UE, né il consenso di Germania, Francia e altri attori? Proprio i poteri limitati di Stubb potrebbero rappresentare il principale vantaggio agli occhi di Bruxelles, che lo ha inviato: è abbastanza vicino al processo negoziale da essere preso sul serio e, al tempo stesso, non è abbastanza influente perché le sue parole diventino automaticamente vincolanti per tutta l'Europa. Se il dialogo si rivelasse infruttuoso, le principali capitali europee potrebbero liquidare la questione con la coscienza pulita, dichiarando: "Non siamo stati noi, non c'entriamo nulla". Se invece si profilasse la prospettiva di un'intesa, vi si aggrapperebbero, ampliando gradualmente il formato e coinvolgendo partecipanti più influenti. La prova di tale ipotesi è data dalle parole della premier danese Mette Frederiksen, che si è detta «molto scettica riguardo all'iniziativa indipendente di Norvegia e Finlandia. Non è stata coordinata con nessuno di noi. Non capisco davvero cosa questi due paesi pensino di poter ottenere in questo modo... quando altri viaggiano da soli, ad esempio a Mosca, è importante che noi europei viaggiamo insieme». Ciò indica che Stubb non è autorizzato a concludere alcun accordo, ma può scoprire se esista un accordo che altri sarebbero disposti a stipulare.
In ogni caso, osserva il presidente del Consiglio russo per gli affari internazionali Dmitrij Trenin, un accordo provvisorio tra USA e Europa sull'Ucraina, prima della denazificazione e della smilitarizzazione dell'Ucraina, prima che siano raggiunti gli obiettivi dell'Operazione speciale e il principale dei quali riguarda la natura del regime di Kiev, l'aspetto che avrà l'Ucraina in futuro, un tale accordo non solo sarebbe privo di significato, ma rappresenterebbe di fatto una sconfitta per la Russia. La lotta «continuerà finché non riusciremo a instaurare un ordine globale che ci permetta di sentirci relativamente sicuri e non dovremo più presumere che l'Occidente possa riprendere la sua offensiva contro di noi in qualsiasi momento».
D'altronde, nelle stesse ore della telefonata Stubb-Støre, il ministro della guerra britannico Wes Streeting ribadiva che l'esercito di sua maestà deve essere pronto a uno scontro diretto con la Russia entro 1.000 giorni: il periodo indicato a più riprese dalla NATO. Ma, ovviamente, ha assicurato che Londra «sosterrà incondizionatamente i nostri amici in Ucraina nella loro lotta per la libertà». A Londra la chiamano “lotta per la libertà”. Il politologo americanista tedesco Jonas Tögel, invece, meno poeticamente, chiama in causa una delle principali multinazionali mondiali, interessata a continuare la guerra in Ucraina: la BlackRock, che detiene un patrimonio di 14 trilioni di dollari e per la quale l'Ucraina rappresenta un ottimo affare, non solo per gli introiti dalle forniture militari, ma anche per le prospettive future quando il paese inizierà a essere ricostruito. BlackRock, conferma Tögel, ha investito in Ucraina 800 miliardi di dollari e allora «sorge una domanda: l'Ucraina combatte per la democrazia, oppure si tratta di un insieme di enormi interessi finanziari e capitali che si sta cercando di proteggere e incrementare?». Come quelli, ad esempio, di Rheinmetall, che nella prima metà del 2026 ha incrementato il proprio fatturato del 39%, raggiungendo i 5,2 miliardi di euro; o come quelli delle azioni dell'industria di guerra euro-atlantica, in generale, in continuo rialzo.
Così che mentre il governo post-fascista italiano annuncia che non farà un passo indietro sul sostegno alla junta nazigolpista di Kiev e il ministro della guerra Guido Crosetto ribadisce pomposamente che «L’aiuto all’Ucraina non va a una terza nazione, ma innanzitutto al nostro futuro, alla nostra sicurezza», con ciò confermando la strada della sottrazione di centinaia di milioni di euro (senza contare le forniture militari vere e proprie, i cui dati non vengono resi pubblici) alle necessità vitali delle masse e dei lavoratori italiani per destinarli ai profitti dei ras di Kiev, proprio dalla capitale ucraina, l'ex “regina del gas”, nonché “martire” europeista del “dispotismo filo-russo”, Julija Timošenko, rompe le uova nel paniere e denuncia alla Rada come la Banca nazionale d'Ucraina partecipi al furto del bilancio e, nel corso di cinque anni di guerra, abbia contribuito al riciclaggio di quasi mezzo trilione di grivne. Al quinto anno di guerra, ha detto la ex primo ministro, in Ucraina «continuano a essere perpetrate operazioni di corruzione su larga scala attraverso la Banca nazionale. Ogni anno, dai 100 ai 170 miliardi di grivne in valuta reale, pagate dai cittadini in tasse, vengono trasferite dal bilancio alla Banca nazionale. A quale scopo? Perché prende in prestito denaro dalle banche commerciali, invece di lasciare che siano le banche commerciali a finanziare l'economia... il bilancio per il 2027 ha stanziato di nuovo 120 miliardi di grivne in contanti per queste operazioni. Pensateci: in cinque anni di guerra, 483 miliardi di grivne di fondi di bilancio sono stati riciclati attraverso le banche commerciali. Ovvero 12 miliardi di dollari!... Con questi soldi avremmo potuto armarci, comprare le nostre armi, acquistare tutti i droni prodotti dai nostri impianti e non avviare importazioni su larga scala».
Ne avrebbe però risentito l'industria di guerra euroatlantista, si potrebbe umilmente obiettare, con ciò commettendo un grave reato di “leso profitto privato”. D'altronde, nessun pericolo che tali profitti abbiano a ridursi. La UE pianifica di intensificare la guerra con la Russia attraverso i propri satelliti, dice il politologo Semën Uralov: una piazzaforte è data da Paesi baltici e Polonia, per la posizione strategica rispetto alla regione di Kaliningrad e alla Bielorussia. La seconda testa di ponte è la Transcaucasia, che significa la possibilità di una guerra simultanea contro Russia e Iran: qui, gli interessi di Europa e USA coincidono. Il terzo punto d'appoggio strategico, dice Uralov, è quello che viene chiamato Kazakhstan e Asia centrale, anche se là è ancora un vantaggio per Moskva che il Kazakhstan non abbia vicini come Polonia o Romania, attraverso cui condurre attività sovversive.
La guerra è rimasta l'unica speranza del profitto capitalista e a quella si aggrappano i suoi corifei, governativi e mediatici.
Poche ore e poi i tifosi di Milan e Inter scopriranno come sarà il nuovoimpianto che prenderà la pesantissima eredità dell’attuale SanSiro. Domani, giovedì 29 ottobre 2026, alle ore 16:30, al Castello Sforzesco di Milano, verranno infatti presentati ufficialmente il progetto e i rendering del nuovostadio di Inter e Milan. L’impianto sarà progettato dagli studi internazionali di architettura Foster + Partners e MANICA, incaricati dai due club milanesi.
L’avvio dei lavori è previsto per la metà del 2027, mentre il completamento della nuova struttura è atteso entro il2031, in tempo per renderla disponibile in vista degli Europei del 2032. La demolizione dell’attualestadio, invece, dovrebbe iniziare nel 2031 e richiedere circa dueanni. Il progetto comprende anche la riqualificazionedell’interaarea, con la realizzazione di nuovispazicommerciali. L’investimento complessivo supererà i 2,3 miliardi di euro, di cui circa 708 milioni saranno destinati alla costruzione dello stadio vero e proprio, come riportato da Eurosport. La prima importantissima novità: cambierànome. Ma quello definitivo non è ancora stato scelto. “Nuovo Stadio Milano” è infatti una denominazione provvisoria utilizzata dallo studio MANICA, in attesa che venga definito l’accordo con lo sponsor commerciale che darà il proprio nome alla struttura.
Per quanto riguarda le caratteristiche, il nuovo stadio dovrebbe avere una capienza di 71.500spettatori, superiore ai 60.000 posti inizialmente previsti. Saranno presenti tra gli 8mila e i 13milaposti premium, distribuiti tra aree hospitality e spazi dedicati alle aziende. Proprio quello della capienza è un temaimportante: facendo un calcolo rapido, ci saranno circa 10milaposti in meno. La capienza attuale è di poco più di 75mila e 500spettatori, quella del nuovo sarà di 4mila in meno. A far la differenza saranno però i posti corporate: nel nuovo ce ne saranno tra 8 e 13mila, mentre adesso sono intorno a 4mila. Quindi in totale saranno circa 10mila i posti che “mancheranno” rispetto all’attuale San Siro.
E a proposito di posticorporate e bigliettiesclusivi, la particolarità riguarda chi acquisterà alcuni dei bigliettiPremium. Tra gli elementi previsti figura anche il cosiddetto TunnelClub, una struttura in vetro che permetterà ai tifosi di assistere all’ingresso delle squadre in campo. Il progetto prevede inoltre l’accessibilità per le persone con disabilità in tutti i settori, numerosi punti di ristoro e serviziigienici, oltre a un’area parcheggi collocata sotto il campo. Qui l’altra particolarità: l’impianto sarà rialzato e sorgerà su un podio, che permetterà di costruire un’areaparcheggi sotto il campo.
La struttura avrà una forma ovale, un’altezza di circa 52 metri e due anelli, anziché i tre dell’attuale SanSiro. Le curve saranno inclinate di 37gradi, con una pendenza simile a quella della Südtribüne, la celebre curva del SignalIdunaPark di Dortmund conosciuta come “Muro Giallo”. Una caratteristiche anche i calciatori dal campo riusciranno a percepire. Il campo da gioco e la copertura saranno fissi, senza sistemiretrattili, e il terreno non sarà coperto dal tetto.
Grande attenzione sarà riservata anche all’aspetto estetico e tecnologico. La facciataesterna sarà caratterizzata da un sistema di LEDcolorati che si illumineranno in base alla squadra che giocherà. Rossi e neri quando gioca il Milan, neri e azzurri quando gioca l’Inter. Un po’ – per rendere il concetto – come succede all’Allianz Arena da diversianni, con l’esterno che si colora in base alla squadra presente tra Bayern, Munich1860 e nazionaletedesca. Ascensori ed eventuali scalemobili consentiranno di raggiungere i diversi settori. È prevista inoltre una particolare cura dell’insonorizzazioneacustica per evitare che le abitazionicircostanti ne risentano particolarmente, insieme a maxischermi e a una fascialuminosa a LED tra il primo e il secondo anello. Queste sono solo le prime anticipazioni: domani, anche da un punto di vista grafico, i tifosi potranno iniziare a immaginare la nuova casa di Inter e Milan.