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Bloco de Esquerda exige investimento “urgente” na UMinho para travar degradação das instalações em Braga

28 October 2026 at 21:27

O Bloco de Esquerda (BE) exige ao Governo e à Reitoria da Universidade do Minho “respostas concretas” para resolver a degradação das instalações da instituição, com particular incidência no campus de Gualtar, em Braga.

O partido apela que se crie um “plano urgente de reabilitação das infraestruturas, financiamento público adequado e medidas que garantam residências universitárias dignas, seguras e economicamente acessíveis”.

“É igualmente fundamental assegurar a acessibilidade de todos os espaços e a transparência quanto às intervenções previstas e aos respetivos prazos”, acrescenta.

O BE lembra que mais de mil estudantes da UMinho denunciaram publicamente a degradação das instalações da instituição, nomeadamente infiltrações, tetos falsos deteriorados, humidade persistente, equipamentos em risco de queda, instalações sanitárias inoperacionais e falhas de acessibilidade, no campus de Braga.

“Uma realidade inaceitável numa instituição pública de ensino superior, que compromete a segurança, o bem-estar e as condições de aprendizagem da comunidade académica”, frisa o BE, que enviou ontem um conjunto de questões ao Governo, por intermédio do deputado Fabian Figueiredo.

Para o BE, a situação torna-se “ainda mais grave perante os aumentos das mensalidades das residências universitárias dos Serviços de Ação Social da Universidade do Minho (SASUM), que, em alguns casos, ultrapassaram os 60%”.

“É inaceitável exigir aos estudantes que paguem mais por alojamentos que não garantem condições dignas. Num contexto de crise habitacional e de dificuldades económicas crescentes, estes aumentos agravam as desigualdades e colocam mais obstáculos ao acesso e à permanência no ensino superior”, refere.

Para o Bloco de Esquerda, esta realidade “não pode ser dissociada do subfinanciamento crónico do ensino superior público, que tem contribuído para o adiamento de obras essenciais de conservação e reabilitação”.

“O Governo não pode continuar a ignorar os problemas estruturais das instituições, nem transferir para os estudantes os custos de uma falta de investimento que compromete os seus direitos (…) Os estudantes não podem continuar a pagar a fatura do subfinanciamento do ensino superior. Garantir condições dignas para estudar e viver não é um luxo: é uma responsabilidade pública e uma condição essencial para um ensino superior verdadeiramente inclusivo e acessível a todos”, conclui.

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Empresa de Braga leva fibra ótica a mais de 3.000 casas no Parque Natural do Douro Internacional

28 October 2026 at 20:36

As localidades de Mazouco, Lagoaça e Fornos, em Freixo de Espada à Cinta, situadas em território do Parque Natural do Douro Internacional, vão receber pela primeira vez a expansão da rede de fibra ótica, que deverá incluir até final de 2026 cerca de 3.300 casas no global, foi hoje divulgado.

“A operação deverá elevar para cerca de 3.300 o número de casas abrangidas no concelho até ao final de 2026, correspondendo a uma cobertura de 95%. A rede já se encontra disponível em Freixo de Espada à Cinta e Ligares”, pode ler-se numa nota publicada na página oficial da ‘dstelecom’, a empresa de Braga responsável por esta expansão.

Já o presidente executivo (CEO) da empresa, Ricardo Salgado, citado na mesma nota, disse acreditar que o acesso a infraestruturas digitais de qualidade não pode depender do local onde se vive ou trabalha”, defendendo que “o investimento “contribui para aproximar o interior das oportunidades proporcionadas pela economia digital”.

Segundo esta empresa com sede em Braga, “a expansão insere-se na estratégia de reforço das infraestruturas digitais no interior do país, procurando reduzir as desigualdades de acesso à conectividade e melhorar as condições para o desenvolvimento económico e social dos territórios de menor densidade populacional”.

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Deputado pede mais conservadores e melhor internet nas conservatórias de Braga

28 October 2026 at 19:21

O deputado eleito por Braga, Joaquim Barbosa, do PSD, alertou o Governo na Assembleia da República para a necessidade de o Instituto de Registos e Notariado aumentar a velocidade da internet nas conservatórias de Braga, como estímulo à produtividade, bem como de colocação de mais uma conservadora em cada conservatória e mais oficiais de registo.

O parlamentar chamou, ainda, a atenção – na última audição regimental com a Ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice – “para a urgência em recentrar a atividade das Conservatórias nas suas funções essenciais e analisar as condições informáticas no que diz respeito à rede e aos meios informáticos”.

“O governo está a efetuar uma reforma profunda do setor com a colocação de 107 novos conservadores a somar a mais 30 até fevereiro de 2027, com o reforço de 153 Oficiais de Registos e processos de recrutamento para mais 485 destes profissionais, bem como a valorização das suas carreiras, melhoria dos meios operacionais e informáticos e o plano de recuperação que, até agora, ultrapassou mais de 26 mil apresentações”, afirmou a O MINHO.

Conservatórias “estranguladas”

Joaquim Barbosa aproveitou as férias parlamentares para se reunir com os Conservadores dos registos civil, predial, comercial e automóvel e com alguns notários do concelho de Braga: “Face ao estrangulamento da atividade das Conservatórias no país quis conhecer em concreto a situação de Braga. Os problemas graves dos registos públicos em Portugal afetam também gravemente a dinâmica empresarial bracarense com prejuízo para criação de empresas e também para a qualidade de vida e desenvolvimento da vida das famílias em termos económicos financeiros e sociais”, anota.

A concluir, garante que irá, assim, enquanto deputado, continuar a acompanhar o investimento no Instituto de Registos e Notariado e a sua repercussão na nossa cidade, sabendo que a função do Estado nos registos públicos é decisiva para o desenvolvimento das empresas, para a criação de emprego e para o progresso da vida das pessoas”.

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SC Braga vai “dar uma grande resposta” frente ao Famalicão

28 October 2026 at 15:06

O treinador Franclim Carvalho recusou hoje estar preocupado com o momento do SC Braga, mas quer uma resposta na receção ao Famalicão, na quinta-feira, nos quartos de final da Taça da Liga de futebol.

No domingo, o SC Braga voltou a perder, diante do Nacional (1-0), na nona jornada da I Liga, registando a terceira derrota seguida no campeonato, isto após o triunfo ‘europeu’ diante dos belgas do Gent (2-0), na quinta-feira passada, na segunda jornada da Liga Conferência, que marcou a estreia do técnico à frente dos minhotos.

Franclim Carvalho assumiu a “desilusão” após o jogo na Madeira e alertou diversas vezes na conferência de imprensa de antevisão da receção aos famalicenses para a “responsabilidade” que significa vestir a “camisola do SC Braga”.

https://www.youtube.com/watch?v=riVRHU2X6jA

“Disse aos jogadores que fomos bafejados pela sorte porque, três dias depois, temos um jogo e é o momento ideal para dar uma resposta. É uma competição e um adversário diferentes, um jogo em casa. Precisamos dos adeptos, que sabemos que estão desiludidos, num jogo a eliminar, naquele que é o segundo objetivo da época depois de termos entrado na fase de liga da Liga Conferência. Queremos estar na decisão da competição”, disse.

Questionado sobre se, além de insatisfeito e desiludido, está também preocupado com o rendimento da equipa, considerou que a equipa não pode “ficar em bicos de pés depois de um bom jogo”, como aconteceu com os belgas, e “entrar em depressão após uma prestação abaixo do que é exigido”, como sucedeu na Madeira.

“Sabemos que estivemos muito abaixo da nossa capacidade e do que esta camisola exige. Não estou preocupado, mas ciente do muito trabalho que temos pela frente. Vamos dar uma grande resposta amanhã [quinta-feira]”, frisou.

Franclim Carvalho centrou todas as atenções para o jogo com o Famalicão e para a presença na ‘final four’, notando que, em três jogos na Taça da Liga, o SC Braga pode ganhar um troféu: “Estamos com fome e queremos que o jogo chegue rápido”.

O treinador rejeitou ainda ‘fantasmas’ do passado, mas frisou que “o ser humano é de hábitos”.

“Temos que compreender isso. A equipa não pode ser a minha cara com seis treinos e ao terceiro jogo. Todas as pessoas têm as suas ideias. Disse-lhes que faziam muitas coisas bem e não vamos cortar com tudo do passado, mas queremos dar o nosso cunho”, afirmou.

Franclim Carvalho desvalorizou as declarações de Victor Gómez no final da partida com os insulares, considerando que “falta vontade de ganhar jogos”.

“Este é um momento duro para quem está lá dentro, porque nós também sofremos. No fim de um jogo como aquele, é normal que se digam coisas muito a quente. Mas, é um pensamento comum a todos. Se cada um der mais um pouco, estaremos mais perto de ganhar”, comentou.

SC Braga e Famalicão defrontam-se a partir das 18:45 de quinta-feira, no Estádio Municipal de Braga, num jogo que será arbitrado por João Gonçalves, da Associação de Futebol do Porto.

O vencedor irá defrontar nas meias-finais o Sporting, que na terça-feira eliminou o Marítimo (2-1).

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Ricardo Silva quer “escrever a história” do Famalicão na Taça da Liga

28 October 2026 at 14:57

O treinador interino do Famalicão, Ricardo Silva, assumiu hoje a ambição de “escrever a história” do clube na Taça da Liga de futebol, na antevisão da visita ao SC Braga, dos quartos de final.

“Podemos abrir caminho a poder disputar um título. Esse seria o sonho. Por isso, queremos muito continuar em frente nesta prova”, afirmou o técnico, em conferência de imprensa.

Ricardo Silva apontou o apuramento para a final a quatro como uma oportunidade para o conjunto famalicense se aproximar da conquista de “algo ímpar”, mas antecipou “um jogo muito difícil” diante dos bracarenses.

“É um clube dito grande, quase. Pelo menos assim eles se intitulam. E tem obrigações”, observou, considerando que o adversário procurará “dar uma resposta forte” ao último encontro (derrota por 1-0 no reduto do Nacional, para a I Liga).

Ainda assim, o treinador mostrou-se confiante na capacidade da sua equipa para discutir a eliminatória, perspetivando um jogo com os dois conjuntos empenhados em seguir em frente na competição.

Depois da vitória por 4-0 na visita ao Rio Ave, para a nona jornada da I Liga, Ricardo Silva confirmou que fará alterações na equipa inicial, mas garantiu que o Famalicão entrará em campo “com 11 titulares”.

“Qualquer jogador que eu tivesse escolhido para iniciar a partida era um titular”, afirmou, referindo-se ao encontro de Vila do Conde e explicando que o trabalho desenvolvido pelo grupo lhe dá tranquilidade para mudar o ‘onze’.

O técnico rejeitou também que o momento do adversário represente, por si só, uma vantagem para os famalicenses.

“Quando a bola rola, é o que os jogadores têm na cabeça e isso é que faz a diferença”, sustentou.

A indefinição sobre o comando técnico do Famalicão foi outro dos temas da conferência, com Ricardo Silva a reiterar que não tem uma decisão tomada sobre a vontade de assumir definitivamente o cargo, após a saída de Carlos Carvalhal, anunciada pelo clube em 19 de outubro.

“Eu sei que faz parte das minhas funções conduzir a equipa até que a direção tome uma decisão. Seja ela qual for”, afirmou.

O treinador garantiu que ficará satisfeito se os responsáveis contratarem outro técnico e regressar às funções anteriores, admitindo sentir igualmente felicidade pelo reconhecimento caso seja escolhido para continuar.

“Se eles disserem que o nosso conforto és tu, então aí eu tenho que pensar a sério nas coisas e tentar perceber se eu serei ou não a pessoa certa para eles”, explicou.

O Famalicão visita o SC Braga na quinta-feira, às 18:45, no Estádio Municipal de Braga, nos quartos de final da Taça da Liga. As duas equipas voltam a encontrar-se no mesmo recinto no domingo, para a 10.ª jornada da I Liga.

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Braga: Chega defende “solução definitiva” para posto da GNR e programa de apoio a artistas

28 October 2026 at 13:48

O vereador do Chega na Câmara de Braga, Filipe Aguiar, apresentou, esta semana, ao executivo municipal os contributos do partido para o Plano e Orçamento Municipal de 2027, através de um documento estruturado em “cinco grandes áreas” consideradas “fundamentais para o futuro do concelho”: Urbanismo, Educação, Cultura, Saúde e Segurança.

Em comunicado, o partido salienta que as propostas agora apresentadas integram o programa eleitoral com que se apresentou nas eleições autárquicas de 2025.

“Estas propostas não nasceram agora. Fazem parte do compromisso que assumimos com os bracarenses nas eleições autárquicas de 2025. Entendemos que um programa eleitoral não deve ficar fechado numa gaveta depois das eleições; deve servir de orientação ao longo de todo o mandato. É por isso que, em cada Orçamento Municipal, procuramos apresentar medidas concretas que permitam implementar, de forma gradual e responsável, aquilo que defendemos para Braga”, afirma Filipe Aguiar.

“Enquanto outros se limitam a reagir aos acontecimentos ou apresentam propostas avulsas, o Chega trabalha com uma estratégia para o concelho. Estas cinco áreas representam prioridades para melhorar a qualidade de vida dos bracarenses e preparar Braga para o futuro, sempre com rigor na gestão dos recursos públicos e proximidade às necessidades reais da população”, acrescenta o vereador.

Na área do Urbanismo, o Chega propõe a criação da Plataforma Municipal de Cadastro Inteligente de Braga, “um instrumento inovador que permitirá conhecer melhor o território, apoiar o planeamento urbano, melhorar a gestão do património municipal e reforçar a transparência através da disponibilização gradual de informação geográfica de interesse público”.

Na Educação, o partido defende a concretização da recomendação já aprovada por unanimidade em reunião de Câmara, assumindo plenamente a Ludoteca da Estufa como equipamento municipal de educação não formal e inovação social, garantindo a sua requalificação, programação permanente e valorização enquanto espaço de aprendizagem, criatividade e convívio entre gerações.

Na Cultura, o Chega propõe a criação do programa “Orgulho Bracarense”, destinado a apoiar artistas, artesãos e grupos culturais ligados à identidade de Braga e do Minho, promovendo a transmissão de saberes, a renovação das tradições e a valorização da criação artística local.

Na área da Saúde, o partido apresenta uma solução para dotar o rastreio do cancro da mama de instalações fixas e dignas, assegurando melhores condições de privacidade, conforto e atendimento às utentes, bem como melhores condições de trabalho para os profissionais envolvidos.

Já na Segurança, o Chega reafirma uma prioridade que tem vindo a defender desde o início do mandato: “Encontrar uma solução definitiva para as instalações da Guarda Nacional Republicana em Braga, onde parte dos militares continua, há mais de uma década, a trabalhar em estruturas provisórias. O partido considera que a dignidade das forças de segurança é também uma questão de respeito pelos cidadãos e de qualidade do serviço público”.

Para Filipe Aguiar, estas propostas refletem uma forma diferente de encarar a governação municipal: “Braga precisa de olhar para o futuro com ambição, mas também com planeamento, rigor e prioridades bem definidas. Apresentámos propostas concretas, exequíveis e pensadas para melhorar a vida dos bracarenses, reforçando áreas essenciais como a educação, a cultura, a saúde, a segurança e o conhecimento do território”.

O vereador acrescenta que o Chega pretende afirmar-se como uma força política de propostas e de soluções: “Enquanto outros apresentam medidas pontuais, o Chega apresenta uma visão estratégica para o concelho. Queremos uma Braga mais organizada, mais transparente, mais segura, que valorize a sua identidade e que coloque os recursos municipais ao serviço das pessoas”.

O CHEGA considera que estas cinco áreas constituem prioridades estratégicas para o desenvolvimento equilibrado de Braga e manifesta “disponibilidade para colaborar na concretização das medidas que venham a ser acolhidas pelo executivo municipal”.

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Braga: PS propõe 200 casas por ano e seis linhas noturnas de autocarros

28 October 2026 at 13:43

O Partido Socialista (PS) de Braga apresentou oito propostas para o Orçamento Municipal de 2027, com medidas nas áreas da habitação, mobilidade, saúde, apoio aos idosos, creches e requalificação das escolas. Entre as principais sugestões estão a construção de até 200 habitações acessíveis por ano, a criação de seis linhas de transporte público noturno e o reforço das ligações de autocarro às freguesias periféricas.

No âmbito da habitação, os socialistas defendem a criação de um programa municipal de construção modular em terrenos do Município e das freguesias, com o objetivo de disponibilizar entre 150 e 200 casas por ano. Pelo menos 30% das habitações seriam reservadas a jovens até aos 35 anos.

O partido propõe também a criação de um Gabinete Municipal de Apoio ao Cooperativismo Habitacional, com cedência de terrenos municipais e apoio técnico e jurídico à constituição de cooperativas. A meta passa por criar pelo menos cinco cooperativas habitacionais e desenvolver 300 novas habitações.

Na área da mobilidade, o PS sugere a criação de oito novas ligações dos Transportes Urbanos de Braga (TUB) às freguesias periféricas, com frequências máximas de 30 minutos. Defende ainda a implementação de uma coroa tarifária única para todo o concelho, eliminando as diferenças de preço entre o centro e a periferia.

Outra das medidas passa pela criação de pelo menos seis linhas de transporte público noturno, com funcionamento até às 04:00, para assegurar ligações entre polos universitários, hospitalares e zonas industriais.

Centros de convívio para idosos e saúde de proximidade

O combate ao isolamento dos idosos é outra das prioridades identificadas pelos socialistas. A proposta prevê a criação de centros de convívio sénior, em parceria com as juntas de freguesia, de forma a assegurar a cobertura de todo o concelho.

Os espaços deverão disponibilizar atividades regulares nas áreas da saúde, atividade física, formação digital e cultura, com o objetivo de abranger mais de 10 mil idosos.

O PS propõe igualmente a criação de uma Unidade Móvel Municipal de Saúde, através de uma frota de carrinhas que percorram regularmente as freguesias, com especial atenção às zonas mais envelhecidas.

A medida integra ainda a garantia de refeições diárias e acesso a banhos para pessoas em situação de maior vulnerabilidade, através de parcerias com entidades locais.

Mais creches e escolas requalificadas

O PS propõe também o reforço da resposta à primeira infância, defendendo a realização de um diagnóstico municipal sobre a oferta e a procura de vagas em creches, com identificação das necessidades de cada freguesia para os próximos cinco anos.

Entre as medidas sugeridas estão a criação de um fundo municipal de apoio ao investimento em creches, a disponibilização de terrenos e edifícios municipais para novos equipamentos e a criação de incentivos ao investimento privado e cooperativo.

Na educação, os socialistas propõem o programa “Escolas com Futuro”, destinado à requalificação e modernização das escolas básicas e jardins de infância da rede pública.

A iniciativa prevê um levantamento técnico do estado de conservação dos edifícios, a identificação das intervenções prioritárias e a respetiva estimativa financeira. As obras deverão abranger, entre outras áreas, coberturas, infiltrações, sistemas de aquecimento e climatização, acessibilidades e espaços exteriores.

O programa contempla ainda a publicação de um relatório anual de monitorização das intervenções.

“Estas oito propostas não esgotam o programa do PS para Braga. Esgotam, isso
sim, o conjunto de medidas que, à data em que escrevemos, consideramos fundamentais
para o Orçamento Municipal de 2027 – pela urgência a que respondem, pela viabilidade
financeira que apresentam, pela escala municipal em que se inscrevem”, defendem os vereadores Pedro Sousa e Martinha Rocha.

“Não as apresentamos para marcar território. Apresentamo-las para melhorar Braga. E para
que ninguém, em consciência, as possa rejeitar sem explicar, perante os Bracarenses, por
que razão as rejeita. O PS mantém-se, como sempre se manteve, disponível para o diálogo, para a
negociação, para a construção de pontes com todas as forças políticas representadas no
Executivo e na Assembleia Municipal. Espera, em contrapartida, que a disponibilidade seja
recíproca. E que esta cidade, que a todos nos excede, continue a ser maior do que as nossas
diferenças”, concluem os socialistas.

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Braga: Movimento independente pede reforço da habitação pública, avaliação das ciclovias e ‘tram-train’

28 October 2026 at 13:33

O movimento independente Amar e Servir Braga propõe que o Orçamento e Plano de Atividades do Município para 2027 assegure meios para promover habitação pública, iniciar o processo da rede ‘tram-train’ como forma de incrementar a mobilidade coletiva e avaliar e corrigir a rede ciclável. Os contributos incluem também ruas escolares, manutenção do espaço público, reforço das respostas de creche e investimento na cultura.

“Queremos que o orçamento responda às dificuldades que as pessoas sentem: encontrar casa, deslocar-se, levar os filhos à escola e utilizar o espaço público com segurança. Apresentamos propostas concretas e queremos que cada compromisso tenha responsáveis, financiamento e calendário”, afirma Ricardo Silva, citado em comunicado.

Na habitação, o movimento defende que a BragaHabit disponha de terrenos, financiamento plurianual e capacidade técnica para promover a construção de habitação pública, através de um programa com operações e metas verificáveis.

Na mobilidade, o Amar e Servir Braga propõe iniciar formalmente o processo da rede ‘tram-train’, com financiamento para estudos, articulação com o Governo e os municípios envolvidos, avaliação dos custos e definição de uma primeira fase de investimento.

Os contributos incluem três projetos-piloto de ruas escolares, um dos quais na Rua Beato Miguel de Carvalho, junto à EB de São Victor e à Escola Secundária Carlos Amarante, e a preparação de um sistema de bicicletas públicas elétricas, com docas e integração nos TUB.

Nas restantes áreas, o Amar e Servir Braga defende manutenção permanente do espaço público, com meios e responsabilidades definidos, mais respostas de creche e conservação continuada de Sete Fontes e dos espaços verdes do Picoto, Ponte e Camélias. Nestes contributos, preveem-se melhores respostas de apoio social, sobretudo à infância e à terceira idade.

Para Ricardo Silva, a resposta municipal deve permitir acompanhar o percurso de cada proposta: “Os Bracarenses devem poder saber o que foi acolhido, que meios foram atribuídos e o que foi concretizado, porque quem concretiza não deve ter medo da transparência, pelo que é fulcral que os bracarenses possam acompanhar as métricas objetivas e não se deixem guiar somente por anúncios do que se pretende fazer. É esse acompanhamento que faremos ao longo de 2027″.

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Comandante da Proteção Civil do Cávado deixa o cargo no fim do mês

28 October 2026 at 12:12

O major Manuel Moreira deixará no final deste mês o Comando da Subregião do Cávado da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, sediada em Braga, para regressar à GNR.

A sua comissão de serviço de três anos, na Proteção Civil, tinha terminado há nove meses, mas manteve-se em funções, por conveniência de serviço, a pedido dos altos responsáveis da ANEPC.

O trabalho do major Manuel Moreira ficou marcado pelo evitar do grande fogo florestal de Lindoso, Ponte da Barca, de agosto de 2025, tivesse atingido e entrado na Portela do Homem.

As Matas de Cabril, de Palheiros e de Albergaria, as “joias da coroa” do Parque Nacional da Peneda-Gerês, foram poupadas à destruição, com o fogo descontrolado desde Ponte da Barca.

Com o objetivo de testar o Plano Distrital de Emergência e Proteção Civil de Braga, em 12 de abril de 2025, notabilizou-se por liderar a organização do maior exercício de sempre no distrito de Braga, o Gallus Exercitium em Barcelos, uma organização com cerca de mil participantes.

Manuel Moreira, major de infantaria, de 41 anos de idade, natural de Valongo, foi o responsável pelos resgates no Gerês, quando não existia Posto de Montanha, em articulação com Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro e com a Delegação de Rio Caldo da Cruz Vermelha Portuguesa.

O major Manuel Moreira, ainda com a patente de capitão, foi o precursor do primeiro socorro transfronteiriço Minho/Galiza, quando interveio no socorro a um grave acidente de viação em Lobios, na Estrada Número 312, a partir da Portela do Homem, concelho de Terras de Bouro.

Com 15 anos de experiência na área da proteção civil, onde se especializou, começou já neste setor a comandar, no Minho, o Grupo de Intervenção de Proteção e de Socorro (GIPS) da GNR, que passou a constituir depois Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS).

Apesar dos autarcas da região e da Comissão Distrital de Braga da Proteção Civil pretenderem a sua continuidade, Manuel Moreira entendeu ser a hora de voltar à GNR, a sua origem, tendo sido enaltecido por escrito por comandantes de corpos de bombeiros do distrito de Braga.

Até porque, tudo o indica, será brevemente promovido ao posto de tenente-coronel, podendo o oficial superior ficar colocado agora numa das unidades territoriais da GNR na zona do Minho.

Com a cessação de funções do major, marcada para o último dia deste mês, o Comando da Proteção Civil do Cávado recairá agora no segundo-comandante Sub-Regional, o licenciado Bruno Silva, que assumirá assim as suas funções, de forma interina.

Carreira ligada à proteção civil

O major Manuel António da Silva Moreira iniciou a carreira em 2009 como adjunto do Núcleo de Educação Física e Desportos, da GNR, ingressando em 2012 no Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), atualmente UEPS da GNR, assumindo antes funções no Centro de Meios Aéreos de Arcos de Valdevez e ainda no Centro de Meios Aéreos de Baltar, em Paredes.

Em 2015 assumiu o comando da 4.ª Companhia do GIPS, em Braga, tendo sido o responsável desta força nos distritos de Viana do Castelo e Braga, para o desenvolvimento do ataque inicial terrestre e helitransportado aos incêndios rurais, bem como busca e resgate em ambiente de montanha em toda a área do Parque Nacional Peneda-Gerês, a ação com que mais se destacou.

Desde 2018 e até 2021 exerceu funções de comandante da Companhia 11, atual Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS), pelo que é desde então responsável desta força para a primeira intervenção em incêndios rurais e as demais missões de proteção e socorro, tendo nesse período como a área de responsabilidade os distritos de Braga, Viana do Castelo e Porto.

Manuel Moreira possui um mestrado em Ciências Militares (Especialidade Segurança), pela Academia Militar, e também pós-graduação em Medical Response to Major Incidents, este pelo European Society for Trauma and Emergency Surgery e igualmente uma pós-graduação em Ciências Militares e Policiais, pelo Instituto Universitário Militar, entre diversas formações.

No dia 27 de setembro de 2024, recebeu um voto de louvor da Assembleia Municipal de Vila Verde, onde foi enaltecida a sua prontidão e disponibilidade constante na mobilização de meios e recursos, particularmente nos fogos florestais que afetaram sempre o concelho de Vila Verde.

“O major Manuel Moreira no exercício das suas funções, distinguiu-se por uma postura ética irrepreensível, capacidade de coordenação exemplar e um relacionamento assente no respeito e proximidade, profissionalismo, dedicação e dinamismo constituem qualidades amplamente reconhecidas pelas mais diversas entidades da Subregião do Cávado”, segundo refere o louvor.

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Ex-presidente da InvestBraga ganha “Prémio Carreira” em galardão nacional

27 October 2026 at 19:32

Carlos Oliveira, ex-presidente da InvestBraga, a Agência para a Dinamização Económica do Município de Braga, foi distinguido com o “Prémio Carreira”, no Prémio Navegantes XXI, atribuído em 22 de outubro, no Centro de Congressos de Lisboa.

Formado em Engenharia de Sistemas e Informática pela Universidade do Minho, Carlos Oliveira foi presidente da InvestBraga entre 2013 e 2018, e é atualmente presidente do Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e ‘chairman’ da TAP Air Portugal.

A distinção foi entregue durante o Portugal Digital Summit 2026, numa edição que reuniu 27 finalistas, selecionados entre mais de 230 nomeações.

Os Prémios ACEPI Navegantes XXI são uma iniciativa de distinção do que “melhor se faz na Economia e Sociedade Digital em Portugal”. Um evento que pretende “reconhecer os profissionais que mais se distinguem no digital, valorizando o mérito, a inovação, a liderança e o impacto no setor”, de acordo com a organização.

A categoria de “Prémio Carreira” visa distinguir a “personalidade com percurso de excelência no setor digital em Portugal”.

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Braga: “Este museu foi e é um espaço de Cultura como o desejou o seu doador”

27 October 2026 at 17:53

Helena Trindade, antiga diretora adjunta da instituição, acaba de publicar o livro “Memórias de um Museu, um contributo para a História do Museu Nogueira da Silva”.

Em entrevista a O MINHO diz que esta unidade cultural da Universidade do Minho, sita na Avenida Central, em Braga, foi, durante muitos anos, o único espaço a apresentar aos bracarenses, importantes artistas contemporâneos nacionais. A autora realça a importância artística do seu acervo, e as suas vertentes culturais e lembra que estão a ser feitas obras para criação de um auditório.

O MINHO: O que te levou a escrever o livro que vens de publicar sobre o Museu Nogueira da Silva? O que representou o Museu para a cultura de Braga e dos bracarenses, nestes 50 anos?

Helena Trindade: Passados cerca de 50 anos de atividade do Museu Nogueira da Silva pensei ter chegado o momento de registar factos e memórias para que não se esbatam com o passar dos anos.

Este museu foi e é um espaço de Cultura como o desejou o seu doador.

Durante muito tempo foi quase o único espaço a apresentar aos bracarenses, importantes artistas contemporâneos nacionais e não só. Desde a abertura da galeria de exposições temporárias em 1979 acolheu ininterruptamente, artistas como Almada Negreiros, Mário Botas, Álvaro Lapa, Ângelo de Sousa, Fernando Lanhas, Júlio Pomar, Alberto Peixoto, Julião Sarmento, Ana Vidigal, Gaëtan, Valerio Adami, Rui Vasconcelos, Cristina Lamas e muitos, muitos outros.

Também no final dos anos setenta a criação do Centro de Documentação Fotográfica, com o apoio da ASPA, permitiu acolher importantes arquivos fotográficos para a história da cidade e do país.

Em 2012, inaugurava-se o Espaço Maria Ondina Braga cumprindo o compromisso com a família da escritora que depositou no museu o seu arquivo documental que já motivou e serviu de base a vários colóquios e à reedição da sua obra.

Para além da organização de um programa anual de atividades, o museu foi, ao longo do tempo, um espaço anfitrião para artistas, associações, parceiros e outras entidades apresentarem os seus projetos culturais. Nos anos 80 e 90 a Biblioteca Pública de Braga, em parceria com o Museu, organizava encontros com escritores e jornalistas. Acolheram-se e acolhem-se desde o início os Encontros da Imagem, o Sindicato da Poesia, a Arte Total e muitas outras associações culturais. Com a oferta de um piano ao museu abriram-se as portas a intérpretes de música erudita, à música alternativa, a concertos de jazz, tendo, neste caso, como parceiros a Rádio Universitária e o Conselho Cultural.

O Serviço Educativo, com um programa próprio para as escolas, aproximou e aproxima os mais jovens do Museu, das coleções e das atividades.

Os capítulos do livro

O que contém a obra, quer em termos de escrita quer de fotografia? Como e onde se adquire?

O texto, bastante ilustrado, está organizado em vários capítulos temáticos correspondentes ao mesmo intervalo temporal entre 1975, data do testamento que lhe deu origem e a atualidade. Mas recuamos um pouco mais, à época do doador para percebermos a sua essência – o colecionador e as coleções, dedicando-lhes o capítulo “António Nogueira da Silva a sua Cidade e o seu País”, referindo o contexto em que viveu e as razões da construção do património que quis oferecer à cidade.

Para uma análise sobre as coleções, sua aquisição, organização, tratamento museológico, estudo e criação de conteúdos, organizamos o capítulo “A Construção de uma Coleção”.

Sobre as questões de abertura e relacionamento do museu com os diferentes públicos, traduzidas em estratégias de mediação e programações específicas, refletimos num outro capítulo – “A Função Educativa”.

Como este, outros setores do museu foram tratados com alguma autonomia entrecruzando-se na mesma cronologia – “O Centro de Documentação Fotográfica”, como nasceu e cresceu; “O Edifício uma Cronologia”, as diferentes fases de construção e de adaptação às novas funções e “Memórias de um Museu”, o tema central dedicado à formação do próprio museu já na posse da Universidade do Minho, narrando os acontecimentos e as dinâmicas implementadas por cada diretor. O livro está à venda no Museu Nogueira da Silva.

Aberto desde os anos 80

Pensa que o acervo/espólio artístico do museu é bem conhecido dos bracarenses? O que tem de característico e diferenciador face a outros museus, nomeadamente os da cidade?

O Museu Nogueira da Silva está aberto para usufruto do público desde o início dos anos oitenta, todos o podem visitar e, para nós técnicos, soa sempre a pouco o número de bracarenses que o visitam, que poderiam ser muitos mais.

A coleção do museu dedicada às artes decorativas, à pintura e à escultura, tem peças de importante valor histórico relacionado com a produção e o uso dos objetos. A coleção de porcelana de encomenda da China é uma das mais importantes desta casa, realçando a riqueza cultural dos objetos, produtos das relações de Portugal com os países do Oriente com quem contactou. Outras coleções como a pintura, a gravura, a escultura, a ourivesaria, a tapeçaria, o mobiliário e o vestuário possuem peças de grande valor histórico e patrimonial.

O edifício, com desenho do arquiteto Rodrigues Lima que marcou a arquitetura do Estado Novo, tem como elementos decorativos obras de artistas como António Lino, Fred Kradofler e Jorge Barradas. Foi palco de várias cerimónias e receções, acolhendo figuras de destaque do Estado e da Igreja nos anos cinquenta, sessenta e inícios de setenta do séc. XX.

O jardim, desenhado por Jorge Segurado nos anos sessenta, pontuado por esculturas e fontes oferece um espaço de tranquilidade, onde regularmente se pode ouvir música ou poesia e saborear um chá na cafetaria.

16 mil visitantes por ano

Quantas pessoas o visitam ou frequentam anualmente?

Uma média de cerca de 16.000 visitantes por ano.

Em termos de estrutura humana e de estrutura física ou edificada. É preciso melhorar ou aumentar os recursos humanos e intervir no edifício?

Nos dois últimos anos, na direção de António Gonçalves, o museu viu a sua equipa renovada com quatro novos elementos, e viu fachadas e coberturas do edifício com intervenções de fundo para solucionar problemas de infiltração de água e melhorar as condições ambientais para as coleções e para as pessoas que o frequentam.

Estas obras foram financiadas pelo Programa Norte 2030 que, numa segunda fase, prevê intervenções ao nível do piso térreo para ampliação da Galeria de Exposições, criação de um espaço para o Serviço Educativo e de um auditório.

Doação de Nogueira da Silva

Como definiria o homem que doou a casa e o espólio para a criação do museu com o seu nome?

António Nogueira da Silva foi um benemérito que, como referiu num discurso em fevereiro de 1968 (in Correio do Minho, 7 de fevereiro de 1968), quis enriquecer a cidade com um museu, reunindo “peças antigas e de arte, testemunhos de um passado que são, afinal, pequenas páginas da história do mundo”. Oferecia assim a sua residência e as suas coleções à cidade através de uma doação à Universidade do Minho, para que se cumprisse um “serviço público”.

Sobre Nogueira da Silva, como referi, registei neste livro uma pequena análise sobre o contexto em que viveu e em que construiu o que viria a constituir o tal museu que quis oferecer à cidade.

Quem é Helena Trindade?

Aposentada desde junho de 2023, Maria Helena Carvalhinho Trindade, colabora com o museu em regime de voluntariado desde novembro de 2024.

Possui o Diploma de Estudos Superiores Especializados em Educação Visual (1991/1993) e Mestrado em Estudos da Criança – Comunicação Visual e Expressão Plástica, desenvolvendo a sua tese na área da apreciação artística, A mediação do olhar: estratégias de apreciação artística no Museu Nogueira da Silva (2004/2006) no Instituto de Estudos da Criança/Universidade do Minho.

Professora do Primeiro Ciclo entre 1979 e 1984, foi colocada no Museu Nogueira da Silva, a partir dessa data, para realizar o inventário das coleções, o registo fotográfico e o apoio à Fototeca. Após a conclusão do inventário iniciou a sua atividade técnico-pedagógica criando o Serviço Educativo do Museu, em 1991, ao qual foi atribuído o Prémio de Melhor Serviço Educativo/Animação de Atividades ex aequo, em 1999, pela APOM (Associação Portuguesa de Museologia).

Simultaneamente apoiou a produção de diferentes exposições realizadas na Galeria da Universidade e dos respetivos catálogos. Também colaborou nas diferentes áreas do Museu, principalmente no que diz respeito à gestão das coleções e à organização e promoção de atividades. 

Foi nomeada Diretora Adjunta do Museu entre 2015 e 2017. 

Publicou diversos artigos em revistas relacionados com a atividade educativa no museu, a imagem fotográfica e o espólio do Museu Nogueira da Silva.

Participou com diversas comunicações em colóquios (entre 2006 e 2014), com temáticas relacionadas com a educação no museu.

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NOS garante que serviço está totalmente normalizado após falhas em Braga

27 October 2026 at 16:44

A NOS registou esta tarde uma situação de instabilidade na rede, com queixas concentradas principalmente em Lisboa e no Porto, mas também em Braga, encontrando-se o serviço totalmente normalizado, disse à Lusa fonte oficial da operadora.

De acordo com o portal DownDetector, às 14:50 (hora de Lisboa), foi registado um pico de 2.379 reportes associados a problemas com a NOS.

A maioria dos problemas (59%) dizem respeito ao sinal móvel, 25% relativos à internet móvel e 12% a chamadas de voz.

As falhas foram, sobretudo, reportadas em Lisboa e no Porto, mas também se registaram queixas, por exemplo, em Braga, Aveiro, Coimbra e Faro.

Contactada pela Lusa, fonte da NOS assegurou que o serviço “encontra-se totalmente normalizado. Confirma-se que houve uma situação de instabilidade pontual na rede, que foi de imediato solucionada”.

Tanto a Meo como a Vodafone também registaram falhas durante a tarde, mas em menor número, segundo o ‘site’ DownDetector.  

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Construtora de Braga apoia primeira Trienal de Artes das Universidades Católicas em Angola

27 October 2026 at 11:47

A construtora bracarense DST, através da dstangola, é um dos parceiros da ART CUT’26, uma iniciativa internacional que reúne mais de uma centena de artistas e que inaugura, esta quinta-feira, em Luanda, Angola.

A Trienal de Arte das Universidades Católicas é promovida no âmbito do Dicastério para a Cultura e a Educação da Santa Sé, presidido pelo cardeal José Tolentino de Mendonça, e envolve 105 artistas, 14 curadores e sete universidades de três continentes, refere a empresa em comunicado hoje enviado a O MINHO.

O apoio do grupo de Braga contempla a realização da exposição em Luanda e a produção de uma obra de arte pública da artista Mónica de Miranda, intitulada Earthworks, que será apresentada na Universidade Católica de Angola.

A instalação, desenvolvida a partir de um projeto apresentado em 2025 na Somerset House, em Londres, Inglaterra, aborda temas como a memória, a ecologia, o território e a relação entre o indivíduo e a comunidade. A participação do dstgroup inclui o apoio técnico e construtivo à produção de estruturas e elementos que integram a obra.

Sob o tema Exercícios de Empatia, a ART CUT’26 pretende promover a reflexão sobre o papel da arte na aproximação entre pessoas, culturas e diferentes formas de pensamento.

Em Luanda, o capítulo da Trienal, intitulado Ubuntu / Humanity, é desenvolvido em colaboração com a Universidade Católica de Angola. Inspirado no conceito africano de Ubuntu, que destaca a interdependência entre as pessoas e a dimensão comunitária da existência, o projeto reúne artistas angolanos e internacionais para refletir sobre identidade, memória, pertença e convivência.

A programação distribui-se por três espaços da capital angolana: a Universidade Católica de Angola, o Palácio de Ferro e o Hotel Globo. O programa inclui exposições, escultura, instalação, cinema, fotografia, vídeo e performance, com a participação de artistas como Mónica de Miranda, Kiluanji Kia Henda, Deborah Stratman, Julianknxx e Sarah Maldoror.

Além das exposições, estão previstas conversas, encontros, visitas comentadas e oficinas, em colaboração com instituições académicas locais, com o objetivo de aproximar a arte dos diferentes públicos e estimular o diálogo com novas gerações de criadores angolanos.

“O projeto, concebido e proposto pelo cardeal Tolentino de Mendonça, entusiasmou-nos por, também em Angola, podermos ajudar todos a interrogarem-se através da arte”, afirma José Teixeira, presidente da DST, citado no comunicado.

O empresário considera que a arte permite encontrar “propósito, sentido e significado” e destaca a sua capacidade de dar a conhecer novas realidades e de proporcionar diferentes formas de liberdade.

A cerimónia inaugural realiza-se às 15:30 de quinta-feira, no polo Palanca da Universidade Católica de Angola, e contará com intervenções de José Teixeira, Nuno Crespo, curador-geral da Trienal, e Maria da Assunção, reitora da instituição. Está também prevista a participação do arcebispo de Luanda, Filomeno do Nascimento Vieira Dias, e do ministro da Cultura de Angola, Filipe Zau.

A exposição estará patente até 20 de dezembro de 2026. A ART CUT’26 estende-se a oito cidades de três continentes, incluindo Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro, Bogotá, Santiago do Chile, Boston e Milão, e culminará numa apresentação em Veneza, no final de 2027.

A participação nesta iniciativa dá continuidade ao investimento cultural do dstgroup em Angola, onde o grupo tem promovido projetos de valorização da literatura, da língua portuguesa e do acesso ao conhecimento, nomeadamente através do Prémio de Literatura dstangola/Camões.

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Empresa de Braga leva fibra ótica a mais 1.300 casas em Trás-os-Montes

27 October 2026 at 10:33

A dstelecom, do Grupo DST, de Braga, está a reforçar a sua rede de fibra ótica multioperador no concelho de Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança, região de Trás-os-Montes, com uma operação de expansão que permitirá levar conectividade de última geração, pela primeira vez, a Mazouco, Lagoaça e Fornos, num total de mais de 1.300 casas.

“Com esta intervenção, o concelho passará a contar com cerca de 3.300 casas abrangidas até ao final de 2026, atingindo uma taxa de cobertura de 95%”, salienta a dstelecom, em comunicado enviado hoje a O MINHO.

Segundo a empresa, “esta intervenção vem reforçar a infraestrutura já existente em Ligares e em Freixo de Espada à Cinta, contribuindo para uma cobertura cada vez mais abrangente do território e criando melhores condições de conectividade para famílias e empresas”.

“Acreditamos que o acesso a infraestruturas digitais de qualidade não pode depender do local onde se vive ou trabalha. Ao levarmos fibra ótica a mais 1.300 casas em Freixo de Espada à Cinta, estamos a criar melhores condições para as famílias, para as empresas e para o desenvolvimento económico deste território. É este o nosso compromisso: aproximar o interior das oportunidades do mundo digital”, afirma Ricardo Salgado, CEO da dstelecom, citado no comunicado.

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Terça-feira de chuva no Minho

27 October 2026 at 07:42

Esta terça-feira será marcada pela chuva na região do Minho, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De manhã já caem chuviscos, mas a precipitação será mais intensa durante a parte da tarde.

Braga

Previsão do tempo para Braga nos próximos cinco dias
Hoje, 27Qua, 28Qui, 29Sex, 30Sáb, 31
Tempo
Chuva

Parc. nublado

Nuvens altas

Pouco nublado

Pouco nublado
Máx./mín.19° 11°23° 12°22° 11°26° 9°25° 10°
Chuva84%0%0%0%0%
VentoS, fracoSO, fracoNE, fracoNE, fracoNE, fraco

Viana do Castelo

Previsão do tempo para Viana do Castelo nos próximos cinco dias
Hoje, 27Qua, 28Qui, 29Sex, 30Sáb, 31
Tempo
Chuva

Parc. nublado

Nuvens altas

Pouco nublado

Pouco nublado
Máx./mín.17° 13°19° 11°18° 10°23° 11°22° 11°
Chuva98%0%0%0%0%
VentoSE, fracoE, fracoE, fracoNE, fracoE, fraco
Fonte: IPMA. Previsão atualizada a 27/10 às 06:31.

Em Braga, a máxima hoje será de 19 graus Celsius e, em Viana do Castelo, de 17ºC.

Mas o IPMA prevê uma significativa subida das temperaturas até ao final da semana. Na sexta-feira, Braga deverá chegar aos 26ºC e Viana do Castelo aos 23ºC.

As mínimas manter-se-ão por volta dos 11ºC.

A chuva também deverá dissipar-se amanhã. Quarta e quinta-feira serão dias com alguma nebulosidade, mas a partir de sexta-feira, o IPMA prevê dias de céu geralmente pouco nublado.

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Associação de Braga recebe prémio internacional da Ucrânia

26 October 2026 at 21:01

A Embaixada da Ucrânia em Portugal entregou, na quarta-feira, a Abraão Veloso, presidente do UPE-Centro Social e Cultural Luso-Ucraniano, de Braga, o prémio internacional “Amber Heart” (Coração de Âmbar) do Ministério de Relações Exteriores da Ucrânia.

“Foi com muita surpresa e orgulho que, no dia 21 de outubro, recebi a distinção em Lisboa, das mãos de Maryna Mykhailenko, Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária da Ucrânia no país, sendo o primeiro português a recebê-la. Muito obrigado!”, disse a O MINHO.

O dirigente associativo partilha a distinção com a mulher Regina, com os filhos Luísa e Pedro, com o genro Vítor e com a neta Joana que, “no dia a dia, apoiam e estimulam o trabalho desenvolvido em favor do povo ucraniano”.

E acrescentou: “Quero também partilhá-lo com os inúmeros doadores, voluntários e instituições que têm sido absolutamente impecáveis e disponíveis para dinamizar e/ou colaborar nas inúmeras ações de apoio ao povo heroico da Ucrânia”.

Esta partilha – salientou – é naturalmente extensiva a todos os membros dos corpos gerentes da associação, atuais ou passados que, com o seu empenho e dedicação, têm contribuído para este caminho de sucesso.

Além da honra que sente, Abraão Veloso vê a iniciativa ucraniana como sendo “um estímulo no apoio ao povo ucraniano e aos seus militares, traduzido no envio de ambulâncias, de um camião e de equipamento médico, bem como de medicamentos, roupa interior térmica, meias, cobertores, colchões hospitalares, e velas de aquecimento, neste caso fabricadas por voluntários da associação”

Dedicação à Ucrânia

No ato, a embaixada entregou ao presidente da UPE um documento, no qual se lê que o “Coração de Âmbar” é atribuído em reconhecimento da “dedicação excecional ao voluntariado, do altruísmo e do espírito inabalável de amor ao próximo e à pátria”.

E, prosseguindo afirma: “Esta distinção homenageia aqueles que se ergueram em defesa do bem e da justiça, não com armas, mas com o coração aberto, apoiando os militares, as pessoas deslocadas, os feridos, as crianças e todos aqueles que necessitam de ajuda em tempo de guerra”.

Associação de Braga recebe prémio internacional da Ucrânia
Foto: DR

O documento sublinha, ainda, que “simboliza o calor da alma ucraniana, a pureza das intenções e a força da nossa terra, de onde provém o âmbar – uma pedra preciosa que guarda em si a luz do sol e o espírito da nação”.

A concluir lembra que “a verdadeira força reside no coração daqueles que não ficam indiferentes, mas que, com as suas próprias mãos, contribuem para a mudança”.

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Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros ‘stresses’

26 October 2026 at 19:54

O motard Leonel Ferraz, que, em abril, partiu de Braga, numa moto Harley Davidson de 1999 (a Papa Léguas), rumo ao Oriente, já está no Japão, depois de uma passagem de um mês pela Coreia do Sul, país que classifica como acolhedor e organizado. “A comida estranha-se, mas depois, entranha-se. E as pessoas são afáveis e acessíveis”, diz, satisfeito pelas vivências coreanas.

Na Rússia, onde veraneou largo tempo, e antes de embarcar para a Coreia, o aventureiro conheceu um viajante coreano que, então, o convidou para ir a sua casa, numa zona rural. “É uma casa tradicional, do século XIX, e fui recebido num ambiente humano muito caloroso, foi fantástico”, disse, salientando que era dia de homenagem da família aos seus antepassados, uma espécie de Dia de Todos os Santos em Portugal.

Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros 'stresses'
Foto: DR
Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros 'stresses'
Foto: DR

No país, e além de ter conhecido a capital Seul e ter percorrido as suas inúmeras montanhas, Leonel foi à zona desmilitarizada entre o Sul e o Norte – delimitada nos anos 50 do século passado após o armistício que congelou a Guerra da Coreia –, numa viagem que tem de ser organizada e acompanhada pelas autoridades locais.

Primeiro stress

Na Coreia, e quando decidiu navegar para o Japão, teve um primeiro stress, no caso relacionado com a necessidade de um documento, um certificado que se compara a um seguro: “Ganhei a simpatia do funcionário que resolveu o assunto, mas conheci um motard australiano que não conseguiu ir ao Japão por causa disso”.

A seguir, já no Japão, teve novo stress, este não burocrático. “Andei, na cidade Hiroshima Kochi, cinco horas às voltas para conseguir estacionar a moto. Acabei, em desespero, por estacioná-la numa espécie de beco e, felizmente, não fui rebocado, o que seria uma chatice dado o rigor das autoridades locais”, sublinha.

Mas, a seguir, teve um momento de felicidade lusitana: “Uma portuguesa, também ela viajante, mas em bicicleta, viu a minha moto e foi procurar-me. Ficámos amigos e ainda nos vamos reencontrar”.

Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros 'stresses'
Foto: DR

Nos dias seguintes, na ilha de Takanaso, andou, deslumbrado pelas montanhas, sempre com o mar no horizonte, e num desses percursos apanhou uma estrada de terra batida, com folhas de árvore no chão, o que, com a chuva que caía, se tornou muito cansativa e perigosa: “Cheguei ao hostel todo partido e com as costas a doer”.

Em termos de ‘hostels’, assinala que a maioria são estruturas para dormir, mas acabou por encontrar uma ao estilo ocidental, com outros viajantes e onde se comia e bebia, tocando e cantando.

Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros 'stresses'
Foto: DR

Sobre o espírito japonês diz que são simpáticos e eficientes, mas pouco afetivos, sobretudo fisicamente: “Tive de ir a um mecânico por causa de uns parafusos. Foi eficiente e resolveu. No fim, dei-lhe um abraço, o que o deixou incomodado e espantado. Expliquei-lhe o seu significado na cultura portuguesa. Ele entendeu e pediu para darmos outro”.

Mas, e como não há bela sem senão, enfrentou novo stress: “Estive quase duas horas parado em Kobe, com três polícias à minha volta. Já me pediram tudo e mais alguma coisa, documentos, informações e sabe-se lá mais o quê”.

Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros 'stresses'
Foto: DR

E acrescenta: “Quando pensava que aquilo já não podia demorar muito mais, eis que me informam que temos que esperar um polícia especializado em trânsito para continuar a inspeção à Papa Léguas. Parece que hoje a minha viagem pelo Japão teve direito a uma paragem obrigatória… e a uma inspeção policial completa”.

Não vai a Tóquio e ruma a Pequim

Superada a inspeção policial, que só parou com o envio, a partir da Coreia, do tal certificado, Leonel seguiu caminho: “Não vou a Tóquio. Aquilo é gigantesco… E, com a dificuldade de estacionar, seria um suplício. Vou continuar aqui, não sei quanto mais tempo, e depois, apanho um ‘ferry’ para a China, rumo ao frio invernal. E daí sigo para o Vietname e para a Malásia”.

Sobre a possibilidade de continuar e dar a volta ao mundo, diz que está quase fora de hipótese: “Pedi ajuda nas redes sociais e consegui dois mil euros. Agradeço, mas não chega”.

Assim, em 2027, está de regresso a Braga.

Recorde-se que o Leonel, com origens na vila de Prado, Vila Verde, vendeu a empresa de táxis que possuía em Braga e arrendou uma pequena quinta que ali possui. Até agora, atravessou a Europa, Turquia incluída, saltou para Geórgia, e atravessou a Rússia até Vladivostok.

Em 2025, fez uma viagem idêntica, mas por 54 países da Europa.

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Festival Literário Utopia está de regresso a Braga para a 4.ª edição

26 October 2026 at 17:38

O Festival Literário Utopia realiza-se a partir de 13 de novembro, em Braga, com uma programação dedicada à literatura, ao pensamento e ao encontro entre diferentes linguagens artísticas, foi hoje anunciado.

Esta 4.ª edição do festival prevê uma sessão extra em Guimarães, no dia 23 de novembro, com o escritor e ator brasileiro Lázaro Ramos e o músico Dino d’Santiago, numa conversa sobre língua, identidade e memória.

A programação inclui ações de formação, “iniciativas que promovem o pensamento crítico”, numa parceria com a Associação Portuguesa de Ética e Filosofia, “conversas, apresentações de livros, jantares literários, [e] sessões de literacia financeira”, segundo comunicado da organização enviado à agência Lusa.

O festival é organizado pela consultora editorial The Book Company em parceria com a Câmara de Braga, e, este ano, realça “um crescimento de atividades para os mais novos”, sendo todos os eventos gratuitos exceto os jantares literários, no dia 18, com Fernando Ribeiro e, no dia 20, com João Tordo.

Este ano, o festival prevê organizar 45 eventos na programação infantil, incluindo sessões de histórias, leituras musicadas, apresentações de livros e oficinas criativas. O Utopia conta com o espetáculo conjunto de Sofia Vieira, do projeto Aqui Há Gato, e Rute Cancela, “que procura despertar a curiosidade, estimular a criatividade e cultivar, desde cedo, o gosto pelos livros”.

A abertura oficial está prevista para 13 de novembro, às 21:00, no Auditório do Espaço Vita, o palco central do certame, sendo antecedida por uma conversa na Livraria Centésima Página sobre três títulos de teatro: “Macbeth”, de Shakespeare, “Frei Luís de Sousa”, de Almeida Garrett, e “Casa de Bonecas”.

No dia seguinte, o Muzeu recebe o escritor Onésimo Teotónio Almeida para uma “reflexão livre sobre o ano que passou”, no âmbito do projeto “O que fica do que passa”.

A literacia financeira é uma das novidades da edição deste ano, que a organização apresenta como “a maior de sempre”, reunindo nomes da literatura, do humor e de outras áreas artísticas, entre eles, Teolinda Gersão, Valter Hugo Mãe, Ricardo Araújo Pereira, Maria do Rosário Pedreira ou Salvador Martinha.

Entre outras iniciativas, no dia 21 de novembro realiza-se uma conversa entre os escritores Francisco José Viegas e José Eduardo Agualusa, que parte de uma seleção de entrevistas do arquivo da revista Ler “para revisitar vozes da literatura”, a que se segue outra conversa segundo o mote “A importância de ler mulheres”, com as escritoras Déa Paulino, Maria do Rosário Pedreira e Teolinda Gersão, moderada pela apresentadora televisiva Ana Daniela Soares.

Ainda no dia 21 é apresentado o novo livro de Frederico Lourenço, “A Bíblia para Jovens”, que conta com a participação de Ricardo Araújo Pereira e dos sacerdotes Paulo Terroso e Rui Santiago.

À tarde, a escritora Patrícia Reis entrevista Valter Hugo Mãe, tendo como fio condutor “fotografias pessoais e de arquivo”, revisitando o percurso do autor de “O Século dos Imbecis”, saído este ano. A jornada encerra com um concerto de Manuel Cruz, no Theatro Circo, às 21:00.

No dia 22, às 14:30, no Auditório do Espaço Vita, a jornalista Maria João Costa entrevista o ator, escritor e apresentador brasileiro Lázaro Ramos.

Neste dia está ainda agendada a conversa “Língua geral do esquecimento”, entre os escritores José Eduardo Agualusa, João Tordo e o músico Dino d’Santiago, “para refletir sobre a língua portuguesa enquanto território comum entre diferentes geografias, identidades e memórias”.

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FlixBus liga Braga e Guimarães a famosas termas da região Centro a partir de 1,99 euros

26 October 2026 at 15:48

A FlixBus, transportadora ‘low cost’, começou a operar uma nova linha que vai ligar Braga e Guimarães a Vouzela e às Termas de São Pedro do Sul, na região Centro, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a empresa adianta que, com esta nova rota, estende a sua rede doméstica a Vouzela e Termas de São Pedro do Sul, ligando os dois destinos do centro do país a Braga, Guimarães, Porto, Aveiro e Viseu.

“Esta nova linha, que conta para já com dois horários diários (um em cada sentido), permitirá à população de Braga poder viajar até Vouzela ou até às Termas de São Pedro do Sul em pouco mais de três horas, enquanto os passageiros de Guimarães estarão a menos de duas horas de distância destes dois novos destinos da FlixBus”, refere.

Tanto em Vouzela, como nas Termas de São Pedro do Sul, as paragens estão localizadas nos respetivos terminais rodoviários: em Vouzela, na Rua dos Bombeiros Voluntários; nas Termas de São Pedro do Sul, na Avenida Dr. Pinho Bandeira.

Com estes dois novos destinos, a FlixBus passa a contar com 13 novas cidades na sua rede doméstica desde o início de 2026, alargando a sua presença em territórios com menor densidade populacional. No total, a operadora já conta com mais de 100 destinos na sua rede doméstica .

Para Tiago Cavaco Alves, diretor das operações da FlixBus em Portugal, “a chegada a estes dois novos destinos reflete o compromisso estratégico” da operadora em levar a sua “alternativa de transporte a cada vez mais cidades, em particular na região Centro”.

“Uma maior conectividade entre as localidades da região e os principais centros urbanos contribuirá para aproximar territórios, criar novas oportunidades e reforçar a sua atratividade”, defende.

Os bilhetes já se encontram disponíveis na aplicação e ‘site’ da FlixBus, nos pontos de venda Pagaqui e nas agências de viagens parceiras da operadora, com preços a começar em 1,99 euros para as ligações Braga-Vouzela, Braga-Termas de São Pedro do Sul, Guimarães-Vouzela e Guimarães-Termas de São Pedro do Sul.

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“Maior cadeia de retalho tradicional do país” tem nova loja em Braga

26 October 2026 at 15:38

O Amanhecer, que se apresenta como “a maior cadeia de retalho tradicional do país”, inaugurou uma nova loja em Braga, foi hoje anunciado.

Trata-se do Mercado da Estação, localizado na Rua Andrade Corvo, 238, em Braga.

André Carvalho identificou na parceria com a rede Amanhecer uma oportunidade para desenvolver o seu negócio e responder às necessidades dos seus vizinhos.

“É com muita satisfação que damos as boas-vindas ao Mercado da Estação na rede Amanhecer. Integrar no nosso projeto negócios familiares e empresários que confiam em nós e que querem crescer connosco é um sinal de confiança nas características diferenciadoras deste projeto, que assenta numa verdadeira parceria, que mantém viva a relação de vizinhança e o atendimento personalizado que sempre diferenciou o retalho tradicional e que contribui para o empreendedorismo e para a dinamização de negócios locais”, afirma Francisco Veiga, diretor de operações do Amanhecer na região Norte, citado em comunicado enviado a O MINHO.

Em 2026 a rede Amanhecer comemora 15 anos. Em 2011, o Recheio Cash & Carry lançou o conceito de lojas de proximidade, numa parceria que assenta na reconversão e adaptação de lojas de comércio tradicional, contribuindo para o desenvolvimento destes negócios e para a promoção do empreendedorismo.

A rede Amanhecer arrancou com duas lojas – uma na zona da Baixa-Chiado e outra em Viana do Castelo. “Hoje é a maior cadeia de retalho tradicional do país, com mais de 750 lojas, distribuídas por todo o país, incluindo as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira”, salienta o comunicado.

A rede Amanhecer tem por base o conceito de parceria, que consiste num acordo de cooperação comercial com o Recheio, em que os retalhistas continuam a ser os verdadeiros donos do seu negócio ao mesmo tempo que beneficiam do acesso a uma marca própria de grande qualidade, imagem renovada, condições de compra especiais no Recheio e um conjunto de apoios e serviços para desenvolver o seu negócio.

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