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Pouca castanha, seca e com "bichado" marca campanha em Bragança

28 October 2026 at 22:47

A campanha da castanha está a ser um "desastre" para vários agricultores do concelho de Bragança, que apontaram hoje à Lusa quebras significativas, fruto pequeno, seco e "bichado", devido às temperaturas e à falta de água.

 

Na aldeia de Salsas, Pedro Zoio não está contente com o que vê. "Estamos a começar, mas está um desastre. Não existem castanhas nos castanheiros, os ouriços ficaram pequenos, as castanhas, as poucas que há, não cresceram", descreveu.

A campanha já começou, mas o agricultor apanhou até hoje apenas "30 quilos" do fruto, porque embora os castanheiros tenham "muitos ouriços", estão "sem castanhas".

"Estão agora a começar a cair as poucas que há. (…) Eu dou a volta aos castanheiros e não vejo castanhas nem em cima, nem em baixo", afirmou.

A chuva que caiu no mês de agosto e em setembro fazia prever, segundo disse, um bom ano de castanha, mas não se veio a confirmar, prevendo uma quebra de "60 a 70%".

"Não prevejo um bom ano de castanha, nem de longe, nem de perto. O ano passado já foi mau, este ano ainda vai ser pior, ou seja, de ano para ano, cada vez é pior", vincou.

Para João Condado, produtor de castanha na aldeia de Vilarinho, a campanha deste ano "pior seria impensável", estimando que possa ter uma quebra de produção de 40%.

O fruto, afirmou, está "bastante seco", devido às temperaturas elevadas e à falta de chuva, e há castanha, nomeadamente das variedades precoces, que está "bichada" ou com "fungo".

"Há pouca e o calibre é pequeno, devido às condições atmosféricas. No verão pouco choveu e então as temperaturas foram elevadas e fez com que a castanha não desenvolvesse", lamentou.

A situação também não é melhor para Marcelino Rodrigues. O agricultor de Meixedo ainda não começou a apanha da castanha, mas salientou que a campanha está "muito mal".

"Ainda não apanhei nada, mas diz que são pequenas, estão furadas, que têm tudo, há poucas, segundo ouço", disse.

Segundo explicou à Lusa Abel Pereira, presidente da Arborea - Associação Agro-florestal e Ambiental da Terra Fria Transmontana, o calor está a tardar a queda dos ouriços e um "período quente prolongado" foi favorável ao aparecimento de "bichado".

A juntar à falta de qualidade, apontada pelos produtores, também o preço está "aquém de anos anteriores", estando entre 1,2 e 1,5 euros o quilo, podendo, nalguns casos, chegar a 1,8 euros.

Segundo o engenheiro Abel Pereira, num ano bom, o preço da castanha de maior calibre já deveria custar mais de dois euros.

Bragança e Vinhais, no distrito de Bragança, são os maiores produtores de castanha do país.

Numa boa campanha, no concelho de Bragança são produzidas 20 mil toneladas e no concelho de Vinhais entre 15 a 20 mil toneladas.

Produtores de Valpaços apontam para quebra de produção de castanha

Produtores de Valpaços apontam para quebra de produção de castanha

Produtores de Valpaços apontam para uma quebra de produção de castanha devido ao calor e à seca, embora garantam uma boa qualidade do fruto. A apanha começou mais cedo, como aconteceu com outras colheitas em 2026.

Lusa | 12:02 - 22/10/2026

Conselho fiscal do Vitória aprova venda de 17% da SAD à V Sports

28 October 2026 at 22:41

O conselho fiscal do Vitória de Guimarães emitiu um parecer favorável, publicado hoje no site oficial do emblema da I Liga portuguesa de futebol, à venda de 17% do capital social da SAD à empresa V Sports.

 

"O conselho fiscal emite parecer favorável à alienação à V Sports de ações representativas de 17% do capital social da Vitória Sport Clube – Futebol, SAD (…), desde que sejam integralmente asseguradas as salvaguardas identificadas no presente parecer, designadamente a proteção do património do clube e a manutenção da sua participação maioritária no capital social da SAD", lê-se.

A votação da transmissão de 17% do capital da SAD, tendo em vista o restabelecimento da participação de 46% da empresa que detém o Aston Villa, da Premier League inglesa, previamente aprovada pelos sócios vitorianos em 03 de março de 2023, está marcada para sexta-feira, na assembleia geral extraordinária que vai decorrer no Pavilhão Desportivo Unidade Vimaranense, a partir das 20:00.

O órgão presidido por Rui Castro Dias salienta que a operação recupera um modelo já aprovado pelos sócios em 2023, quando 966 entre os cerca de 1.400 presentes na AG extraordinária votaram favoravelmente à venda de 46% das ações, antes de a participação da V Sports ser reduzida para 29% no final de junho de 2023, por imposição da UEFA, para se cumprir as regras de multipropriedade de clubes.

O conselho fiscal argumenta também que os 3,8 milhões de euros (ME) que a empresa pretende aplicar na operação – devolução de dois milhões prometidos em 2023 e 1,8 ME adicionais – enquadram-se num "referencial proporcional próximo do previsto no acordo inicial de 2023", que contemplou o pagamento de 5,5 ME e o donativo de dois ME para infraestruturas.

Para o órgão, a manutenção desse "referencial de preço", numa altura em que a situação financeira e patrimonial da SAD é pior do que a de há três anos, face aos 85 ME de passivo e aos capitais próprios negativos de quase 37 ME exibidos no relatório e contas de 2025/26, é "um elemento favorável à apreciação económica da proposta na perspetiva do clube".

A manutenção da participação maioritária do clube na SAD, que irá diminuir de 67,84% para 50,84% caso os sócios aprovem a venda na sexta-feira, e "o compromisso de um plano de reestruturação da dívida" são outros elementos favoráveis à aprovação do acordo, acrescenta o conselho fiscal.

Na perspetiva desse órgão, a concretização da operação com a empresa detida pelo bilionário egípcio Nassef Sawiris (34%), pelo bilionário norte-americano Wes Edens (34%) e pelo fundo de investimento norte-americano Atairos (32%) pode garantir uma "maior previsibilidade de tesouraria" e permitir à SAD "negociar com menor pressão" no próximo mercado de transferências, em janeiro de 2027.

Os sócios do Vitória de Guimarães vão ainda votar a autorização para se introduzirem alterações no pacto social da SAD.

Leia Também: Vitória SC vence Feirense em jogo particular

Wall Street reage em alta à decisão da Fed de manter taxa de juro

28 October 2026 at 22:18

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, com os investidores pouco afetados pela decisão da Reserva Federal (Fed) de manter a taxa de juro de referência, o que era esperado.

 

O resultado da sessão indica que o índice tecnológico Nasdaq ganhou 0,27%, o alargado S&P500 progrediu 0,28% e o seletivo Dow Jones Industrial Jones avançou 0,19%.

"Os investidores consideram que não há motivo para reação ao que a Fed anunciou hoje" e que o banco central "agiu conforme as expectativas", disse Art Hogan, da B. Riley Wealth Management, à AFP.

Sem surpresa, a Fed manteve a taxa de juro de referência no intervalo entre 3,75% e 4,00%.

Segundo o comunicado final e a conferência de imprensa do presidente da Fed, Kevin Warsh, o banco central vai esperar para "obter mais informação".

Depis de considerar que a inflação está "demasiado elevada", Warsh acrescentou que não queria "qualificar (as condições financeiras) como restritivas".

"Os investidores reviram em baixo as suas antecipações de subida da taxa além de dezembro: continuam a esperar uma descida na próxima reunião e mostram-se menos convencidos da continuação do endurecimento monetário", apontou Ali Hassan, da Thornburg Investment Management.

No mercado obrigacionista, o rendimento da dívida federal a 10 anos subiu depois da conferência de imprensa, de 4,99% para 5,01%.

O do título a 30 anos, "particularmente sensível às antecipações de inflação no longo prazo", segundo Patrick O'Hare, da Briefing.com, estabilizou-se nos 5,34%.

Mas Art Hogan realçou que agora os investidores estão focados dos desempenhos trimestrais dos conglomerados da tecnologia.

Depois do fecho de Wall Street, a Microsoft divulgou resultados acima do esperado, enquanto, pelo contrário, a Alphabet (Google) desiludiu com os números que publicou. 

Fed mantém taxas de juro inalteradas

Fed mantém taxas de juro inalteradas

A Reserva Federal norte-americana (Fed) decidiu manter as taxas de juro no intervalo entre 3,75% e 4%, tal como antecipado pelos analistas, após uma reunião de dois dias. A decisão, anunciada em comunicado, não foi unânime, com dois membros do Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC) a votarem contra, preferindo uma subida de 0,25 pontos percentuais.

Lusa | 18:22 - 28/10/2026

Precios de productos básicos aumentarán 23 por ciento en 2026

28 October 2026 at 22:16

Washington, 28 oct (Prensa Latina) Los precios de los productos básicos aumentarán 23 por ciento en 2026 a medida que se intensifican las conmociones mundiales, según el informe Perspectivas de los mercados de productos básicos del Grupo Banco Mundial, publicado hoy.

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FC Porto SAD lança obrigações de 40 milhões com juros ligados ao êxito

28 October 2026 at 21:28

A FC Porto SAD anunciou hoje um empréstimo obrigacionista de até 40 milhões de euros (ME), com juros anuais brutos de 5,25%, que podem atingir 6% em função do sucesso desportivo da equipa principal de futebol.

 

Segundo o prospeto aprovado hoje pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a operação "Obrigações ligadas ao sucesso desportivo FC Porto SAD 2026-2030" contempla uma oferta pública de subscrição e uma oferta pública de troca de obrigações do empréstimo "FC Porto SAD 2023-2026", ambas a decorrer entre 02 e 13 de novembro.

Nesta emissão, a taxa de juro aumenta 0,15 pontos percentuais por cada acesso à fase de liga da Liga dos Campeões e 0,1 por cada conquista do campeonato nacional, tendo em conta o desempenho nas épocas de 2026/27 a 2028/29.

Os aumentos são cumulativos e permanentes, podendo atingir um total máximo de 0,75 pontos percentuais, que elevaria a remuneração anual bruta para 6%.

As majorações produzem efeitos a partir do período de contagem de juros iniciado em 18 de novembro do ano em que sejam confirmados os resultados desportivos, sendo a primeira possível em 2027.

O investimento mínimo na oferta de subscrição é de 2.500 euros, correspondente a 500 obrigações, com um valor nominal unitário de cinco euros.

A oferta de subscrição destina-se prioritariamente a obter fundos para reembolsar o empréstimo obrigacionista de 55 ME, emitido em junho de 2023 e com vencimento em 07 de dezembro de 2026, enquanto a oferta de troca permitirá substituir parte dessa dívida por obrigações com vencimento em 2030.

Caso os fundos captados sejam insuficientes para reembolsar os títulos que permaneçam em dívida após a troca, a SAD portista prevê recorrer a receitas da sua atividade ou a financiamento adicional.

A operação dá continuidade ao refinanciamento da dívida promovido pela administração de André Villas-Boas, que, em novembro de 2024, colocou 115 ME junto de investidores institucionais norte-americanos, com um prazo de 25 anos.

Seguiram-se empréstimos obrigacionistas de 21 ME, em dezembro do mesmo ano, e de 50 ME, em março de 2025, além da amortização antecipada, anunciada em agosto de 2025, do financiamento associado às receitas televisivas.

Leia Também: Surpresa total. Os onzes iniciais do FC Porto-Académico Viseu

CTT recompram 315.496 ações próprias e passam a deter 3,91% do capital

28 October 2026 at 21:25

Os CTT compraram, entre quinta-feira e hoje, através do intermediário financeiro JB Capital Markets, 315.496 ações próprias e passaram a deter 3,91% do seu capital social, foi comunicado ao mercado.

 

"Os CTT – Correios de Portugal, S.A. informam que no período compreendido entre 22 de outubro e 28 de outubro de 2026 (inclusive), a JB Capital Markets, S.V., S.A.U. procedeu a aquisições de 315.496 ações representativas do capital social dos CTT, ao abrigo do programa de recompra de ações próprias da sociedade e enquanto intermediário financeiro encarregue da execução do mesmo", lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

No âmbito do programa de recompra, os CTT já compraram 5.120.697 títulos por 30.751.247 euros.

A empresa detém agora 5.230.432 ações próprias, representativas de 3,91% do seu capital social.

Leia Também: PSI em baixa com CTT a descer mais de 5%

Cotação do Brent para entrega em dezembro sobe 1,26% para 115,32 dólares

28 October 2026 at 21:22

A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em dezembro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em alta de 1,26%, para 115,32 dólares, impulsionada pelo receio dos investidores com uma escalada na guerra ao Irão.

 

O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 1,44 dólares acima dos 113,88 dólares com que encerrou as transações na segunda-feira.

O Brent recuperou a sua tendência altista, quando os investidores estão a incorporar o cenário de novos ataques ao Irão, depois de realizadas as eleições legislativas nos EUA em 03 de novembro, eclipsando os esforços diplomáticos na região.

Francesco Martoccia, analista do Citi Research, expressou hoje, no The Wall Street Journal, que o impasse político em Israel também "introduz maior incerteza" no momento delicado das relações entre EUA, Israel e Irão, bem como "um risco maior de uma nova escalada militar".

Para a alta da cotação também contribuiu o ataque na terça-feira à refinaria de Ras Tanura, a maior da Arábia Saudita, reivindicado pelo Houthies, que também atacaram hoje o aeroporto iemenita de Aden.

Não obstante, o banco suíço UBS reviu hoje a sua previsão da cotação do barril de Brent para os 110 dólares no final do ano, abaixo dos valors atuais.

Leia Também: Bolsas europeias em baixa com Brent acima de 115 dólares

Usa o carro da empresa ao fim de semana? Finanças podem cobrar 23% de IVA mesmo que seja apenas uma vez

28 October 2026 at 21:20

Utilizar um automóvel disponibilizado pela entidade patronal para fazer compras, passear ao fim de semana ou tratar de assuntos pessoais pode ter consequências fiscais que muitos portugueses desconhecem. Mesmo quando estas deslocações são ocasionais, a utilização privada do veículo pode dar origem à cobrança de IVA à taxa de 23%.

O entendimento resulta de uma interpretação da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), que esclarece em que circunstâncias a utilização pessoal de viaturas empresariais deve ser considerada uma prestação de serviços sujeita a imposto.

Segundo o Notícias ao Minuto, numa notícia publicada esta quarta-feira, 28 de outubro, a equipa de direito fiscal da Dower Law Firm explicou as implicações desta interpretação, que consta do Ofício Circulado n.º 25 088, de 21 de novembro de 2025, divulgado publicamente no início de 2026.

Afinal, quem tem de pagar IVA pela utilização do carro da empresa?

A interpretação da Autoridade Tributária aplica-se às situações em que uma empresa ou um trabalhador independente deduziu IVA na aquisição, aluguer ou leasing de uma viatura que também é utilizada para fins pessoais.

Nestes casos, a utilização privada pode ser considerada uma prestação de serviços sujeita a IVA, mesmo quando representa apenas uma pequena parte dos quilómetros percorridos.

A medida afeta sobretudo empresas e empresários em nome individual que adquiriram veículos elétricos, híbridos plug-in ou movidos a GPL ou GNV, beneficiando do direito à dedução do imposto.

Contudo, os especialistas alertam que o documento da Autoridade Tributária não esclarece expressamente se o entendimento abrange apenas sujeitos passivos de IRS ou também de IRC, embora considerem expectável a aplicação a ambos.

Importa sublinhar que a obrigação de liquidar IVA recai sobre o sujeito passivo abrangido pelas regras fiscais, não significando que todos os trabalhadores que conduzem carros de empresa tenham de pagar diretamente 23% de imposto.

Basta utilizar o carro uma vez para fins pessoais?

Um dos aspetos que mais dúvidas suscita está relacionado com a frequência das deslocações privadas. De acordo com a interpretação divulgada, mesmo uma utilização pessoal residual pode determinar a sujeição a IVA, desde que estejam reunidas as restantes condições legais.

Isto significa que deslocações particulares realizadas ao fim de semana, durante as férias ou fora do horário de trabalho podem ser relevantes para efeitos fiscais.

No entanto, o imposto não incide automaticamente sobre o valor total do automóvel ou sobre a totalidade dos seus custos. O cálculo deve considerar a proporção correspondente à utilização privada.

Por outro lado, quando a viatura é utilizada exclusivamente para fins profissionais, não há lugar à tributação desta utilização pessoal.

Como são calculados os 23% de IVA?

Segundo os esclarecimentos da Dower Law Firm, a empresa deve começar por determinar a percentagem de quilómetros percorridos para fins particulares relativamente à distância total realizada pelo veículo.

Posteriormente, essa percentagem é aplicada ao valor normal do serviço, determinado de acordo com as regras do Código do IVA, tendo em consideração os custos e as despesas acessórias relevantes.

Sobre o montante correspondente à utilização privada é então aplicada a taxa normal de IVA de 23%, quando esta seja a taxa territorialmente aplicável.

Por exemplo, se uma viatura apresentar um custo mensal de referência de 500 euros e 20% da sua utilização corresponder a deslocações pessoais, a parcela considerada para tributação seria de 100 euros. Aplicando uma taxa de 23%, o IVA seria de 23 euros.

Este exemplo é meramente ilustrativo, uma vez que o valor normal do serviço deve ser determinado segundo os critérios legais e não corresponde necessariamente ao custo mensal contabilístico do veículo.

Ter um carro pessoal não evita a tributação

Outra dúvida frequente está relacionada com os trabalhadores, gerentes ou administradores que possuem um automóvel próprio, mas também utilizam uma viatura disponibilizada pela empresa.

Segundo os especialistas, a existência de um veículo particular não é suficiente para afastar a aplicação do imposto.

O critério considerado pela Autoridade Tributária é a utilização efetiva do automóvel empresarial e não a existência de outras viaturas registadas em nome do utilizador.

Assim, mesmo quem tem carro próprio poderá estar abrangido pelo entendimento fiscal caso utilize a viatura da empresa para deslocações particulares.

Finanças podem exigir registos dos quilómetros percorridos

Para evitar problemas com a Autoridade Tributária, os especialistas recomendam que as empresas mantenham documentação que permita distinguir claramente as deslocações profissionais das pessoais.

Entre as medidas aconselhadas estão a criação de regulamentos internos sobre a utilização dos veículos, a manutenção de mapas de quilómetros e o registo das deslocações efetuadas.

A atenção deverá ser reforçada quando os automóveis são utilizados fora do horário normal de trabalho, nomeadamente durante os fins de semana, feriados e períodos de férias.

Embora o ofício da Autoridade Tributária não determine um modelo específico de documentação, a existência destes registos poderá ajudar a demonstrar a utilização exclusivamente profissional das viaturas.

Empresas arriscam pagar imposto adicional e juros

A ausência de documentação adequada poderá criar dificuldades às empresas que pretendam demonstrar que os seus veículos são utilizados apenas no exercício da atividade profissional.

De acordo com a interpretação explicada pela Dower Law Firm, a Autoridade Tributária admite presumir a existência de utilização pessoal quando não existem elementos que permitam comprovar o contrário.

Nestas circunstâncias, as empresas poderão enfrentar liquidações adicionais de IVA, juros compensatórios e eventuais processos de contraordenação tributária.

Os especialistas recomendam, por isso, que as entidades abrangidas procurem aconselhamento fiscal e revejam os procedimentos internos de utilização das suas viaturas.

Regra não é nova, mas interpretação foi esclarecida recentemente

Apesar das dúvidas que têm surgido, não está em causa a criação de um novo imposto nem uma alteração legislativa aprovada em 2026.

O entendimento consta de um ofício circulado emitido em novembro de 2025, cuja interpretação foi divulgada publicamente no início deste ano.

A principal consequência está relacionada com a forma como a Autoridade Tributária considera a utilização privada de veículos relativamente aos quais tenha existido direito à dedução do IVA.

Para empresas e trabalhadores independentes, o esclarecimento reforça a importância de documentar corretamente a utilização das viaturas, sobretudo quando os mesmos automóveis são utilizados tanto para deslocações profissionais como pessoais.

Leia também: Perdeu a carta de condução? IMT explica como pedir uma nova sem sair de casa e com 10% de desconto

Empresa de Braga leva fibra ótica a mais de 3.000 casas no Parque Natural do Douro Internacional

28 October 2026 at 20:36

As localidades de Mazouco, Lagoaça e Fornos, em Freixo de Espada à Cinta, situadas em território do Parque Natural do Douro Internacional, vão receber pela primeira vez a expansão da rede de fibra ótica, que deverá incluir até final de 2026 cerca de 3.300 casas no global, foi hoje divulgado.

“A operação deverá elevar para cerca de 3.300 o número de casas abrangidas no concelho até ao final de 2026, correspondendo a uma cobertura de 95%. A rede já se encontra disponível em Freixo de Espada à Cinta e Ligares”, pode ler-se numa nota publicada na página oficial da ‘dstelecom’, a empresa de Braga responsável por esta expansão.

Já o presidente executivo (CEO) da empresa, Ricardo Salgado, citado na mesma nota, disse acreditar que o acesso a infraestruturas digitais de qualidade não pode depender do local onde se vive ou trabalha”, defendendo que “o investimento “contribui para aproximar o interior das oportunidades proporcionadas pela economia digital”.

Segundo esta empresa com sede em Braga, “a expansão insere-se na estratégia de reforço das infraestruturas digitais no interior do país, procurando reduzir as desigualdades de acesso à conectividade e melhorar as condições para o desenvolvimento económico e social dos territórios de menor densidade populacional”.

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OE aprovado na generalidade. Na especialidade vai ser melhor, diz Carneiro. “Tenha vergonha”, responde o PSD

By: ZAP
28 October 2026 at 20:30
Terceiro Orçamento de Montenegro passa com a mesma almofada de sempre, a abstenção do PS. Mas Carneiro avisa que a fatura se acerta na especialidade. O PSD respondeu-lhe com um “tenha vergonha”. A proposta de Orçamento do Estado para 2027 foi aprovada esta quarta-feira na generalidade, no Parlamento, com os votos a favor de PSD e CDS-PP e a abstenção de PS, PAN e JPP. Votaram contra Chega, Iniciativa Liberal, Livre, PCP e Bloco de Esquerda. É o terceiro Orçamento dos governos de coligação PSD/CDS-PP liderados por Luís Montenegro, e, como nos dois anos anteriores, foi a abstenção do PS

Fed reduz reuniões sobre taxas de juro a partir de 2027

28 October 2026 at 20:23

O presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed), Kevin Warsh, anunciou hoje que o banco central vai reduzir o número de reuniões sobre as taxas de juro a partir de 2027 e disse que a inflação está "demasiado elevada".

 

Segundo o presidente do banco central, a Fed vai alterar a sua agenda em matéria de política monetária, pelo que em 2027 reduzirá de oito para sete o número de reuniões anuais em que serão tomadas decisões sobre as taxas de juro.

Já partir de 2028, prevê-se que sejam apenas seis as reuniões de política monetária.

Warsh afirmou que esta alteração no calendário de reuniões do Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) decorre da necessidade de os seus membros disporem de mais tempo para debater as decisões relativas às taxas.

"Consideramos que oito reuniões por ano constituem o número adequado para o FOMC. No entanto, em 2027, uma das reuniões centrar-se-á exclusivamente na estratégia geral de política monetária, sem que esteja prevista uma votação sobre as taxas de juro dos fundos federais nem a emissão de um comunicado de política monetária", explicou, em conferência de imprensa.

"Além disso, prevejo que, em 2028, teremos duas reuniões dedicadas ao debate sobre a estratégia e seis destinadas à definição da política monetária", acrescentou o presidente da Fed, organismo que mantém um calendário de oito reuniões por ano desde 1981, segundo a EFE.

Warsh salientou que "para acertar na política monetária, é necessário avaliar a evolução a curto prazo em intervalos oportunos, regulares e baseados em informação exaustiva" e que, por sua vez, é necessário dispor de tempo para deliberar e partilhar ideias.

"É igualmente importante que, enquanto grupo caracterizado pela sua diversidade intelectual, reservemos tempo e espaço para deliberações estratégicas, para repensarmos questões fundamentais, adotarmos uma perspetiva a mais longo prazo e, como costumo dizer, nos concentrarmos no que vem antes da vírgula", explicou.

Warsh, que assumiu a presidência da Fed em maio passado, considerou que redefinir o calendário e a ordem do dia das reuniões "vai além de um mero trâmite administrativo".

"Trata-se de uma decisão institucional que influencia a natureza e a qualidade das nossas deliberações e, em última análise, a assertividade das nossas decisões", acrescentou.

No dia em que o banco central norte-americano decidiu manter inalteradas as taxas de juro, o presidente da Fed afirmou ainda que a inflação está "demasiado elevada", apontando o nível dos preços como o principal problema económico nos Estados Unidos da América (EUA).

Warsh garantiu ainda que a proximidade das eleições intercalares nos EUA não pesou na decisão da manutenção das taxas de juro.

Durante os dois dias de reunião da Fed, "não ouvi qualquer alusão à política, às eleições, nem ao que vai acontecer na próxima semana. Não ouvi nada sobre o assunto e não creio que isso tenha tido qualquer influência na decisão, nem para mim, nem para os meus colegas presentes na sala", garantiu.

A Reserva Federal norte-americana (Fed) decidiu manter as taxas de juro no intervalo entre 3,75% e 4%, tal como antecipado pelos analistas e após uma reunião de dois dias, foi hoje anunciado, em comunicado.

A decisão não foi unânime, com dois membros do Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC) a terem votado contra, preferindo uma subida de 0,25 pontos percentuais.

Leia Também: Taxa de juro no crédito à habitação subiu para 3,194% em setembro

CNI reduz previsão de crescimento do PIB para 1,6% em 2026

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu de 2% para 1,6% a projeção de crescimento da economia brasileira em 2026.

Segundo o Informe Conjuntural do terceiro trimestre, divulgado nesta quarta-feira (28), a revisão reflete o desempenho mais fraco esperado para a indústria de transformação e o setor de serviços.

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A agropecuária, por outro lado, teve sua estimativa de crescimento revisada para cima. Segundo a entidade, os juros elevados e a desaceleração da demanda interna continuam pressionando a produção. 

Principais projeções

  • PIB: crescimento de 1,6% em 2026, ante previsão anterior de 2%;
  • Indústria: alta de 1,3%, contra 2% estimados anteriormente;
  • Indústria de transformação: retração de 0,7%;
  • Serviços: crescimento de 1,6%, ante 1,9%;
  • Agropecuária: expansão de 2,5%, acima dos 1,8% previstos anteriormente;
  • Inflação: projeção de 5,15% para o ano;
  • Selic: previsão de encerramento de 2026 em 13,25% ao ano;
  • Dívida pública bruta: estimativa de 83,7% do PIB.

Indústria perde força

A indústria deve sentir os efeitos da desaceleração econômica de forma mais intensa. A projeção de crescimento do setor caiu de 2% para 1,3%, principalmente devido ao desempenho negativo esperado para a indústria de transformação.

Para esse segmento, a CNI revisou a estimativa de crescimento de 0,6% para uma queda de 0,7%. Entre os fatores que pressionam a atividade estão a redução da demanda interna, o custo elevado do crédito, o aumento dos custos de produção e a concorrência dos produtos importados.

A indústria extrativa, por sua vez, deve crescer 9,1%, enquanto a construção tem previsão de alta de 1,5%, sustentada por investimentos em infraestrutura e pela expansão do programa Minha Casa, Minha Vida.

Serviços e agropecuária

O setor de serviços também teve a projeção reduzida, de 1,9% para 1,6%. A revisão considera a estabilidade do volume de serviços desde o fim de 2025 e a desaceleração do comércio, especialmente nos segmentos mais dependentes de crédito.

Na direção oposta, a agropecuária teve a estimativa elevada de 1,8% para 2,5%, impulsionada pela perspectiva mais favorável para a segunda safra de milho.

Trabalho e inflação

A CNI estima que a população ocupada cresça 1,2% em 2026, enquanto a taxa de desemprego deve recuar de 5,3% para 5% até o fim do ano. A massa de rendimentos reais, que considera os efeitos da inflação, deve aumentar 4,6%.

A inflação, porém, tende a acelerar nos últimos meses do ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é de alta de 5,15%, acima dos 4,26% registrados em 2025.

A entidade prevê que o Banco Central reduza a taxa Selic em 0,25 ponto percentual em cada uma das duas reuniões restantes de 2026, encerrando o ano em 13,25%.

Contas públicas

A CNI projeta déficit primário de R$ 54,6 bilhões nas contas do governo federal em 2026, equivalente a 0,4% do PIB. Considerando as regras de exclusão de determinadas despesas da meta fiscal, o resultado seria um superávit de R$ 12,6 bilhões.

A entidade estima que a dívida pública bruta avance de 78,6% para 83,7% do PIB até o fim do ano.

Comércio exterior

A balança comercial brasileira deve registrar superávit de US$ 77,3 bilhões em 2026, quase 30% acima do resultado de 2025.

As exportações devem somar US$ 386,7 bilhões, crescimento de 10,3% em relação ao ano anterior. Já as importações estão estimadas em US$ 309,4 bilhões, alta de 6,4%.

Supermercados registram alta nas vendas após proibição das bets

28 October 2026 at 19:51
As vendas do varejo alimentar cresceram no Brasil nas semanas de 5 a 11 e de 12 a 18 de outubro de 2026, em comparação com os mesmos períodos do ano anterior. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a alta foi de 6,5% na primeira semana e de 6,3% na segunda.De acordo com a entidade, o crescimento ocorreu após a publicação da Medida Provisória 1.394/2026, em 25 de setembro, que, segundo o texto divulgado, proibiu as plataformas de apostas "bets"no país. A Abras avalia que a medida pode ter contribuído para ampliar o consumo das famílias, especialmente na compra de produtos essenciais, como arroz, óleo, macarrão e café.Sul lidera crescimento nas vendasNa semana de 5 a 11 de outubro, as maiores altas foram registradas na Região Sul e em Minas Gerais, Espírito Santo e interior do Rio de Janeiro, ambas com 10,6%. O Nordeste teve crescimento de 6,5%, seguido pelo interior de São Paulo, com 5,6%, e pela Grande Rio de Janeiro, com 4%.Na semana seguinte, a Região Sul permaneceu na liderança, com alta de 9%. Minas Gerais, Espírito Santo e interior do Rio de Janeiro registraram crescimento de 7,1%, enquanto a Grande Rio de Janeiro teve aumento de 6%. O Nordeste apresentou alta de 4,5%, e o Centro-Oeste, de 3,5%.Abras aponta possível relação com as betsA associação também citou dados atribuídos ao Banco Central sobre a redução nas transações via Pix após a medida contra as apostas. Segundo a Abras, a queda teria sido inicialmente de 10% e, posteriormente, passado a 7%.Apesar da coincidência entre a medida e o aumento das vendas, os números apresentados não comprovam, por si só, que a restrição às plataformas de apostas tenha causado o crescimento do consumo. Outros fatores econômicos também podem influenciar o comportamento de compra das famílias.

Transporte y alimentos impulsan inflación dominicana en septiembre

28 October 2026 at 19:46

Santo Domingo, 28 oct (Prensa Latina) Los precios al consumidor en República Dominicana aumentaron 0,33 por ciento en septiembre, impulsados principalmente por el transporte, los alimentos, bebidas no alcohólicas y la educación, informó hoy el Banco Central (BCRD).

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Trabalhadores da ANA recorrem da decisão sobre contribuições para pensões

28 October 2026 at 19:45

A Comissão de Trabalhadores da ANA decidiu recorrer da sentença favorável à empresa no processo sobre a suspensão das contribuições para o fundo de pensões, estimando em cerca de cinco milhões de euros o montante em causa.

 

Segundo as informações divulgadas pela Comissão de Trabalhadores (CT), e consultadas pela Lusa, foi dada indicação ao advogado para avançar com o recurso para o Tribunal da Relação, depois de os trabalhadores terem aprovado essa decisão num plenário realizado em setembro.

Em resposta à agência Lusa, a ANA confirmou que o Tribunal do Trabalho de Lisboa julgou "totalmente improcedentes todos os pedidos apresentados e absolveu integralmente a ANA e o BPI Vida e Pensões, confirmando a legalidade de todas as decisões tomadas".

O processo remonta à suspensão das contribuições da ANA para o fundo de pensões, iniciada em novembro de 2021, numa altura em que a empresa enfrentava os efeitos da pandemia de covid-19 sobre o setor da aviação.

A Comissão de Trabalhadores contestou a decisão, considerando que as contribuições constituíam um direito dos trabalhadores que não podia ser suspenso unilateralmente, e avançou com uma ação judicial, que teve uma decisão desfavorável em primeira instância em agosto.

Em comunicado divulgado em julho de 2024, a CT defendeu que as contribuições da empresa para o fundo de pensões resultavam de compromissos assumidos em 2004, classificando o anterior regime como um "direito adquirido e contratualizado entre as partes".

Os representantes dos trabalhadores reivindicam a reposição integral das contribuições suspensas, estimadas em cerca de cinco milhões de euros, tendo também contestado as alterações introduzidas no fundo de pensões com a criação do programa de benefícios flexíveis.

Na informação divulgada em 26 de outubro, a comissão admite que, caso vença o recurso, a ANA possa repor as contribuições ou recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça. O processo poderá também regressar à primeira instância, caso o Tribunal da Relação identifique irregularidades processuais.

Já a gestora dos aeroportos sustenta que o Tribunal do Trabalho concluiu que "as contribuições para o Fundo de Pensões constituem um benefício social unilateralmente atribuído pela empresa, sem natureza retributiva, e que a ANA tinha plena legitimidade para proceder à sua suspensão temporária sem violar direitos adquiridos".

Na mesma resposta enviada à Lusa, a empresa justificou a suspensão com a situação excecional provocada pela pandemia de covid-19, afirmando que esta foi uma das medidas que permitiram preservar os postos de trabalho.

A ANA sublinhou que, durante esse período, não recorreu ao 'lay-off' nem procedeu a despedimentos, acrescentando que a suspensão das contribuições, juntamente com a redução voluntária do tempo de trabalho, permitiu "salvaguardar os postos de trabalho de todos os colaboradores".

Segundo a empresa, a alternativa apresentada aos parceiros sociais, que passava pelo congelamento temporário dos aumentos salariais, não obteve a sua concordância.

A concessionária dos aeroportos portugueses adiantou ainda que retomou em 2024 "o apoio ao Fundo de Pensões com um valor superior ao da anterior contribuição, integrado num programa de benefícios flexíveis que cada trabalhador pode gerir de acordo com as suas necessidades e prioridades pessoais".

De acordo com a ANA, "cada colaborador dispõe de um montante equivalente a 2% do seu salário bruto anual acrescido de 1.300 euros, que pode afetar livremente a benefícios como fundo de pensões, seguro de saúde para familiares, proteção oncológica, Vale Infância, ginásio, entre outros".

A Comissão de Trabalhadores contesta, contudo, as condições do novo modelo, considerando que a empresa substituiu contribuições anteriormente acordadas por benefícios cuja continuidade depende de decisões da administração.

Entretanto, a Comissão de Trabalhadores anunciou ter angariado mais de 10 mil euros em contribuições dos trabalhadores para financiar o recurso, ultrapassando o montante mínimo de 8.396 euros inicialmente estabelecido.

Segundo a comissão, o valor recolhido permite fazer face às despesas previstas para esta fase do processo judicial.

Contactada pela Lusa, a Comissão de Trabalhadores preferiu, nesta fase de recurso, não comentar, remetendo para as informações disponibilizadas no seu blogue.

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Gigante chinesa escolhe cidade do Brasil para fábrica de R$ 535 milhões

28 October 2026 at 19:41
A multinacional chinesa de tecnologia, United Imaging Healthcare, abrirá a sua primeira unidade na América Latina e no Brasil, com investimento de R$ 535 milhões. A fábrica será inaugurada na cidade de Joinville, no Norte de Santa Catarina.A empresa pretende instalar uma fábrica de equipamentos médicos, com a expectativa de gerar entre 200 e 500 empregos. As informações sobre o projeto foram divulgadas nesta terça-feira, 27, durante um encontro em Florianópolis. Leia Também: ECONOMIA Gasolina, diesel e gás de cozinha vão ficar mais caros em 2027; veja os reajustes BLACK FRIDAY E 11.11 Mercado Livre anuncia mais de R$100 milhões em cupons para 2026 ECONOMIA Mais de R$ 4,3 bilhões esquecidos em bancos podem ser sacados; saiba como você pode resgatar Mais de 200 vagas de empregosEm 2027, a empresa prevê um investimento de R$ 535 milhões e geração de até 500 vagas de trabalho. A nova fábrica deve ocupar cerca de 8 mil metros quadrados e fabricar equipamentos de ressonância magnética e máquinas de radiografia para tratamento de câncer.A multinacional prevê abastecer o mercado brasileiro e expandir sua atuação em outros países. 1 de 3 | Foto: Divulgação| Perini 2 de 3 | Foto: Divulgação| Perini 3 de 3 | Foto: Divulgação| Perini De acordo com representantes da empresa, a nova unidade será instalada em Joinville devido à uma instalação estratégica. Antes da decisão, ocorreram negociações por cerca de um ano e visitas em outras cidades catarinenses como os portos de Itajaí, Navegantes e Itapoá.

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