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Em carta golpista, Flávio agradece Milei e Trump por apoio para fuga

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Após fugir do Brasil para os Estados Unidos, o candidato derrotado na eleição presidencial, Flávio Bolsonaro (PL), divulgou uma carta em que agradece aos presidentes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo apoio recebido para sair do país.

Em uma primeira versão da carta golpista, o senador se declarava o "verdadeiro presidente eleito do país". Meia hora depois, o termo foi alterado para "líder do Brasil".

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No documento, o candidato derrotado afirma, sem provas, que a eleição brasileira foi fraudada e critica a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin de estender o prazo de votação até as 19h. Zanin atendeu a pedido das campanhas do PL e do PT.

Flávio Bolsonaro foi derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições para a Presidência da República. No pleito, realizado no último domingo (25), Lula obteve 64 milhões de votos. Já Flávio ficou com pouco mais de 59 milhões de votos. As duas horas de extensão no horário de votação computaram apenas 34.393 votos. Cerca de 158,7 milhões de eleitores brasileiros estavam aptos a votar, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Uma decisão do STF, tomada por cima da competência do TSE, estendeu a votação no apagar das luzes, e a ordem só chegou depois do fim do horário legal, quando as urnas já estavam encerradas”, reclamou.

As afirmações de Flávio contrariam a apuração e o reconhecimento do pleito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As eleições no Brasil tiveram ainda o reconhecimento da Organização dos Estados Americanos (OEA) e de líderes de diversos países de diferentes continentes. O PL, partido de Flávio, também reconheceu a vitória de Lula nas urnas. 

Na carta, Flávio criticou ainda a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes que o proibiu de deixar o país e determinou a entrega de seus passaportes pessoal e diplomático. Moraes expediu a ordem judicial de apreensão dos passaportes a pedido da Polícia Federal (PF), que apontou riscos de o senador fugir do país em meio a investigações contra ele sobre casos de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Flávio é investigado em dois inquéritos que tramitam no Supremo. Em um deles, é suspeito, ao lado do advogado Willer Tomaz, de lavagem de dinheiro por meio de plataformas de bets. Ele também é alvo de outro inquérito que investiga o financiamento do filme Dark Horse, sobre a trajetória de seu pai.

No comunicado distribuído à imprensa por sua assessoria, Flávio diz ainda que vai liderar a oposição a partir dos Estados Unidos e que correrá os riscos que os parlamentares eleitos do PL não poderão correr.

"Por isso, liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr", diz.

A primeira versão da carta trazia um brasão da República com a palavra "Brazil", escrita com "z", em vez de Brasil, com "s". No lugar de República Federativa do Brasil, o símbolo trazia a denominação “Estados Unidos do Brazil”, nome que deixou de ser usado em março de 1967.

O senador chegou a Miami, nos Estados Unidos, com a mulher e as duas filhas na manhã desta quarta-feira (28), após um dia de incertezas sobre o seu paradeiro. Eles cruzaram a fronteira com a Argentina às 22h50 de terça-feira (27) por meio da Ponte Internacional Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu, cidade que faz fronteira com a argentina Puerto Iguazú. Às 23h30, a família embarcou em um avião privado rumo a Guayaquil, no Equador. De lá, eles foram para os Estados Unidos. 

Irmão nos EUA

Irmão mais novo de Flávio, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde março de 2025. Poucos dias antes do segundo turno, ele chegou a falar em entrevista que Flávio deveria deixar o Brasil, caso perdesse as eleições.

Eduardo foi condenado pelo STF por ter articulado o tarifaço aplicado pelo governo dos Estados Unidos ao Brasil, em julho de 2025. O intuito era impedir o julgamento do seu pai, Jair Bolsonaro. O ex-presidente foi condenado, meses mais tarde, a 27 anos de prisão por golpe de Estado.

Democratas

Na manhã de hoje (28), o Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos criticou a decisão do governo de Donald Trump de conceder visto ao senador brasileiro Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Nas redes sociais, o comitê, ligado aos democratas, fez um comparativo entre a atual política migratória estadunidense aplicada a pessoas que fogem de conflitos e o tratamento concedido a Flávio e à família Bolsonaro.

“Nenhum asilo para pessoas fugindo da guerra no Sudão ou de conflitos no Haiti, mas [o secretário de Estado Marco] Rubio está estendendo o tapete vermelho para Bolsonaro”, diz o post do comitê no X.

Governo de SP cria diagnóstico sobre perdas para apoiar produtor rural

28 October 2026 at 18:37

Estudo aponta aumento de custos na cana-de-açúcar e prejuízos na citricultura e no amendoim; produtores têm até 12 de novembro para contratar crédito previsto em medida provisória

O governo de São Paulo elaborou um diagnóstico econômico sobre as perdas nas cadeias produtivas de cana-de-açúcar, laranja e amendoim para dar suporte à renegociação de dívidas rurais no estado.

O levantamento, conduzido pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento, reúne dados sobre custos de produção, preços e impactos climáticos e fitossanitários que afetam a renda dos produtores.

O estudo também busca orientar os agricultores interessados em acessar as linhas de crédito previstas na Medida Provisória (MP) 1.376/2026.

O prazo para contratação termina em 12 de novembro de 2026, e a secretaria recomenda que os produtores procurem as instituições financeiras o quanto antes.

Segundo o secretário estadual de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho, o diagnóstico reúne números para demonstrar a redução da renda no campo e fortalecer as negociações com os bancos.

Segundo ele,  o produtor rural está apanhando de fatores que não controla: clima, alta nos custos de produção, oscilação de mercado e o custo do dinheiro.

Cadeia estudadas

Na cadeia da cana-de-açúcar, o custo agrícola por tonelada aumentou de R$ 102,30 na safra 2020/21 para R$ 177 na temporada 2025/26, segundo o levantamento.

A alta é de aproximadamente 73% no período.

Na citricultura, o estudo estima resultado negativo de R$ 4.837 por hectare em áreas sem greening, doença que afeta os pomares, e prejuízo de R$ 9.020 por hectare nas áreas atingidas pela doença.

Para o amendoim, a projeção é de resultado negativo de R$ 5.940 por hectare em 2026.

Quem pode renegociar as dívidas

A MP 1.376/2026 prevê linhas de crédito para produtores rurais que comprovem perdas em pelo menos duas safras entre 2019 e 2025, com redução mínima de 30% da renda bruta agropecuária esperada.

A secretaria ressalta, porém, que o levantamento estadual não substitui a documentação individual exigida pelas instituições financeiras. Para comprovar as perdas, o produtor precisa apresentar laudo elaborado por profissional habilitado.

Como o processo envolve a preparação dos documentos e a análise de crédito pelos bancos, a recomendação do governo paulista é iniciar a negociação imediatamente, antes do encerramento do prazo de contratação.

 

Governo libera R$ 68,6 milhões para combater incêndios e seca no Norte

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O Governo Federal informou nesta quarta-feira (28) que liberou R$ 68,6 milhões para ações de combate a incêndios em estados da Região Norte. Os recursos, enviados para o Amazonas, Pará e Acre, também se destinam ao combate à estiagem e à seca.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) informou ainda que enviou técnicos da Defesa Civil Nacional para os estados. Eles vão auxiliar, especialmente os municípios amazonenses e paraenses, nos processos de solicitação federal de situação de emergência e de liberação de recursos para assistência humanitária.

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Cidades com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. Até o momento, o ministério aprovou para o Amazonas 47 planos de trabalho, somando R$ 45,2 milhões. O estado tem 48 municípios com reconhecimento federal de situação de emergência vigente.

“Algumas cidades foram contempladas com mais de um decreto, resultando em 66 reconhecimentos, sendo 29 em razão da estiagem e 37 por causa dos incêndios”, disse o MIDR.

O Pará recebeu R$ 3,9 milhões, resultantes da aprovação de seis planos. Ao todo, 24 municípios estão reconhecidos com situação de emergência. Algumas cidades paraenses também foram contempladas com mais de um decreto, somando 28 reconhecimentos, sendo 16 em função das queimadas e o restante devido à falta de chuva.

Já o Acre recebeu R$ 19,3 milhões para o enfrentamento da seca, após a aprovação de 15 planos de trabalho. No total, 22 cidades estão em situação de emergência no estado.

Segundo o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, as equipes em campo estão dedicadas a agilizar o reconhecimento federal da situação de emergência e, consequentemente, a liberação de recursos para assistência humanitária.

“Trabalharemos para agilizar o reconhecimento da situação de emergência e a liberação de recursos a cada demanda manifestada. Não há como mensurar quanto de recurso será disponibilizado. Tudo o que for necessário será liberado, conforme os planos de trabalho municipais e estaduais", afirmou.

La batalla abierta entre Netanyahu y el Ejército por la guerra contra Irán, el otro frente de las elecciones en Israel

27 October 2026 at 23:02
El primer ministro israelí, Benjamín Netanyahu, junto al ministro de Defensa, Israel Katz (i), y el jefe del Ejército, el general Eyal Zamir (d)

Este martes Israel se enfrentaba a una elección histórica. El país ha acudido a las urnas para decidir si revalida a Benjamín Netanyahu al frente del gobierno o, si por el contrario, se abre una nueva etapa en la política israelí. Durante la campaña, el bloque de la oposición se ha centrado en atacar al primer ministro por sus fallos estratégicos en la guerra de Gaza y los casos de corrupción que tiene pendientes. Pero en las últimas horas se ha abierto un nuevo frente para Bibi. Nada menos que un enfrentamiento con el Ejército.

La raíz del conflicto estaría en Irán. La semana pasada, el Financial Times desveló que el primer ministro israelí estaba presionando para volver a atacar a la República Islámica. En aquel momento, el diario británico aseguró que Netanyahu habría ordenado al Ejército preparar una "gran ofensiva" a comienzos de este mes, que habría sido frenada por Donald Trump. Sin embargo, nuevas revelaciones apuntan a que el freno a los planes de Bibi habría llegado desde dentro.

El Canal 12, el más visto en el país y de tendencia centrista, ha desvelado que en los últimos días se ha producido un "enfrentamiento sin precedentes" entre el primer ministro y el jefe del Estado Mayor del Ejército, Eyal Zamir. ¿El motivo? Una instrucción de Netanyahu para una acción militar que habría podido provocar un recrudecimiento de las tensiones con Irán poco antes de las elecciones, según funcionarios de Defensa citados por la cadena. Estas fuentes no han especificado qué fue lo que ordenó el primer ministro.

Intento de retraso electoral

Según la prensa israelí, Zamir se habría negado a llevar a cabo dicha acción militar. Citando fuentes anónimas, el Canal 12 asegura que existía preocupación entre los líderes militares por un posible intento de la cúpula política de "utilizar la cuestión iraní para obtener beneficios políticos". De haberse reanudado la guerra con Irán, las elecciones se habrían visto suspendidas.

Fuentes iraníes consultadas por El Independiente confirmaron que la República Islámica se estaba preparando para este escenario. Y es que el conflicto con Teherán no es impopular entre sus votantes. Cuando se anunció el fin de los ataques en junio, más del 65% de los israelíes consideraba que detener la guerra no beneficiaba a los intereses de su país, según un estudio del Instituto Israelí para la Democracia.

La tensión entre Netanyahu y Zamir quedó al descubierto en una reunión celebrada el domingo, donde supuestamente el ambiente era "extremadamente tenso". Otros medios ya habían informado en los días anteriores de que el general veía innecesario atacar Irán antes de las elecciones. Aunque el primer ministro ha negado la veracidad de la información sobre su supuesto enfrentamiento con el jefe del Ejército, algunos medios han afirmado que Bibi lo cesará de su cargo si es reelegido primer ministro.

Nuevo traspié en las relaciones con el Ejército

La relación entre las Fuerzas de Defensa israelíes y el primer ministro se ha ido tensando durante las últimas semanas. Durante la campaña, Netanyahu ha llegado a culpar a los responsables de seguridad de no haberle despertado en la mañana de los ataques de Hamás del 7 de octubre. "¿Por qué no me despertaron? Porque sabían que yo, como primer ministro de Israel, habría ordenado inmediatamente poner a todo el ejército en alerta", aseguró en una entrevista.

No era la primera vez que el líder del Gobierno realizaba este tipo de declaraciones. En los días previos a los atentados de Hamás, Netanyahu escribió en X que "todos los funcionarios de seguridad, incluido el jefe de la inteligencia militar y el jefe del Shin Bet (la inteligencia interior)" estimaron que la milicia palestina no atacaría Israel. La indignación que desató este mensaje le obligó a borrarlo y a pedir disculpas.

En los últimos meses, varias investigaciones periodísticas han desvelado que el primer ministro recibió múltiples avisos de que Hamás planeaba lanzar un ataque a gran escala contra Israel, pero decidió ignorarlos. Las advertencias habrían llegado de países aliados en la zona, como Emiratos Árabes Unidos o Egipto, según estas informaciones.

Sara Netanyahu también metió la pata

Desde la oposición han aprovechado estas revelaciones para cargar duramente contra Netanyahu, al que señalan como responsable de la muerte de más de 1.200 personas. Otras 251 fueron capturadas y llevadas como rehenes a la Franja de Gaza. Sus rivales políticos anunciaron en septiembre que, de llegar al poder, abrirían una "comisión de investigación estatal que investigue los fallos que llevaron al desastre".

De hecho, varios líderes de la oposición se han desempeñado como altos cargos militares. Es el caso del líder de Yhasar, el general Gadi Eisenkot, ex jefe del Estado Mayor del Ejército. También Yair Golan, dirigente de Los Demócratas, es un mayor general de reserva. El 7 de octubre se dirigió al sur de Israel, donde rescató a varios supervivientes de los atentados. Un suceso que ha desembocado en otra polémica.

A comienzos de septiembre, la esposa del primer ministro, Sara Netanyahu, se refirió a que Golan fuese uno de los primeros en llegar al lugar de la tragedia. La primera dama aseguró que le hecho de que el líder opositor estuviese "vestido y preparado" al amanecer de ese día "mientras que los demás no sabían nada" prueba que Golan estaba al tanto de los planes de Hamas.

El líder de Los Demócratas ya ha demandado a Sara Netanyahu, que no se ha disculpado por esta polémica declaración, realizada en una entrevista al Canal 14, alineado con el Gobierno. Su opinión iba sintonía con las teorías conspirativas que circulan por Israel, donde el 63 % de los votantes de la coalición de gobierno creen que la traición interna fue la causa de los atentados.

Colau propone un "impuesto disuasorio" del 10% a multipropietarios: "Que no sea rentable especular"

28 October 2026 at 08:28

Colau propone un "impuesto disuasorio" del 10% a multipropietarios: "Que no sea rentable especular"

El gravamen se aplicaría tanto a particulares que posean cuatro o más viviendas como a empresas y fondos, aunque estos últimos tendrían que pagarlo desde la primera vivienda que compren

Irene Montero y Gabriel Rufián, en 'La Revuelta': “El PSOE jamás se va a atrever a expropiar o nacionalizar, nosotras sí”

Aplicar un impuesto del 10% del valor de cada piso cuando la vivienda sea de un particular con cuatro inmuebles o más y se niegue a sacarlo al mercado a un precio asequible. Esa sería una de las grandes medidas que propone Ada Colau, candidata del Frente Amplio a las elecciones del 29N, según ha anunciado este miércoles en la Cadena Ser.

Colau ha subrayado reiteradamente la “valentía” que tendrán las propuestas de su partido en materia de vivienda frente a las del PSOE. Este gravamen “disuasorio”, ha detallado, serviría para “que no sea rentable especular”, al menos para los multipropietarios, sean particulares o empresas. Concretamente, el impuesto se aplicaría en el caso de las empresas desde la primera vivienda mientras que a las personas físicas se aplicaría a partir de la cuarta casa en adelante, en caso de que las propiedades tengan un valor acumulado superior a los 800.000 euros.

El Frente amplio opta así por tratar de mitigar el problema de la vivienda a través de un cambio en la fiscalidad, de manera que el impuesto no sería “sostenible”, ha dicho, para los propietarios, que se verían empujados a bajar sus precios para ahorrarse ese coste.

Otra de las medidas que a las que se ha comprometido la candidata, ha sido la ampliación del parque de vivienda pública, aunque ha matizado que se trata de algo que “lleva mucho tiempo”. Para financiar esa vivienda pública, el partido apuesta por una inversión de hasta el 1% del PIB que vendría en parte por la contribución de ese impuesto a grandes propietarios.

“Le debemos a Maricarmen llevar propuestas para acabar con estas situaciones intolerables”, ha reivindicado Colau, que ha puesto en valor que, según ella, la propuesta contribuiría a bajar los alquileres “alrededor del 30%” en ciudades como Madrid y Barcelona.

A pesar de las críticas de Gabriel Rufián en 'La Revuelta', donde lamentó que las izquierdas no llegaran a un acuerdo pero matizó que “no iba de que todos estuviéramos en el PSOE o muy cerquita”, en referencia al pacto entre el Frente Amplio y los socialistas para las listas del Senado, Colau ha hecho alarde precisamente de su política en vivienda para insistir: “Nosotros somos el Frente Amplio, no somos el PSOE”.

Vendas de flores devem crescer 5,2% no dia de Finados

28 October 2026 at 08:00

As vendas de flores e plantas ornamentais para o Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro, devem crescer 5,2% em 2026, na comparação com o ano passado.

A estimativa é do Ibraflor (Instituto Brasileiro de Floricultura), que calcula que a data responda por cerca de 8% do comércio anual do setor.

Tradicionalmente associadas às homenagens nos cemitérios, as flores também vêm ganhando espaço em outros ambientes, como jardins, varandas e dentro das casas.

Essa vem sendo uma outra forma de preservar a memória de pessoas que morreram, levando as homenagens para espaços que fizeram parte da vida delas.

“A flor deixa de ser apenas uma homenagem no túmulo e passa a integrar o cotidiano da família, ao lado de fotografias, objetos e lembranças que ajudam a manter viva a história de quem morreu”, afirma Renato Opitz, diretor do Ibraflor.

Entre as espécies mais procuradas para o período estão crisântemos, kalanchoes, antúrios, rosas em vaso, rosas-do-deserto, violetas e orquídeas phalaenopsis.

No calendário cristão, o Dia de Finados é dedicado à memória dos mortos. A celebração ocorre em 2 de novembro, um dia após o Dia de Todos os Santos, e tem origem em uma tradição medieval associada ao monge beneditino Odilo, abade de Cluny, na França, que, em 998, instituiu orações pelos falecidos nos mosteiros ligados à sua ordem.

O costume de levar flores aos túmulos é anterior à própria celebração e está associado ao simbolismo das plantas, frequentemente relacionadas à vida, à renovação e à passagem do tempo.

No Brasil, a prática já era registrada no século XIX e permanece como uma das principais formas de expressar afeto e saudade na data.

Divina comedia mallorquina

27 October 2026 at 23:30
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Es un dolor difícil de describir, que los isleños llevan décadas expresando a través de la pintura, la fotografía, la literatura, la música, el cine, el teatro; también con movilizaciones y carteles. Nadie les hace caso, como si exageraran, o como si la cultura balear fuera menor; ha intentado folklorizarse y su lengua está en peligro permanente. Los que llegan ahora –de vacaciones o porque son erasmus adultos, llamados expats – ni siquiera saben que esa lengua existe, y aprenden que tener más dinero les da más derechos. Mallorca se ha vendido barata, a un precio que le sale muy caro.

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Usinas apostam em biometano e captura de carbono para descarbonizar setor

27 October 2026 at 16:56

O setor sucroenergético aposta em novas tecnologias para reduzir emissões, aproveitar resíduos e ampliar as receitas das usinas.

Entre as estratégias adotadas destacam-se a substituição de combustíveis fósseis por biometano, a produção de biofertilizantes e a captura e o armazenamento de dióxido de carbono (CO₂).

Alguns destes projetos foram apresentados pelas empresas Cocal, do setor sucroenergético, e FS, produtora de etanol de milho, durante a 26ª Conferência Internacional Datagro sobre Açúcar e Etanol.

As iniciativas mostram como a descarbonização começa a integrar as estratégias industriais e logísticas do setor. Na Cocal, por exemplo, o foco está no aproveitamento de resíduos da cana-de-açúcar para produzir biogás e biometano, utilizados nas operações da própria companhia e no transporte de cargas.

Já a FS desenvolve, em Lucas do Rio Verde (MT), um projeto de captura e armazenamento de carbono que poderá reduzir a intensidade de emissões do etanol de milho a níveis negativos.

A Cocal estruturou uma plataforma de economia circular que integra diferentes etapas da produção sucroenergética. “Além de açúcar, etanol e bioeletricidade, aproveitamos subprodutos industriais, como vinhaça e torta de filtro, para produzir biogás e biometano”, diz Abel Uchoa, diretor-presidente da Cocal.

A estratégia também inclui o recebimento de resíduos orgânicos de outras atividades, como esterco bovino e de aves, para ampliar o abastecimento das plantas de biodigestão e permitir a operação ao longo do ano.

O processo gera novas oportunidades de aproveitamento dos materiais, incluindo a produção de biofertilizantes.

Com isso, a empresa busca reduzir o desperdício, diversificar as fontes de receita e diminuir a dependência de combustíveis fósseis nas operações agrícolas e industriais.

A utilização do biometano, inclusive, vem avançando na logística do setor.

Na operação BioRota, desenvolvida pela Copersucar com transportadoras parceiras, caminhões abastecidos com o combustível renovável transportam açúcar de usinas do interior paulista até o Porto de Santos.

Entre abril de 2024 e março de 2026, a iniciativa realizou mais de 13 mil viagens, percorreu cerca de 11 milhões de quilômetros e transportou aproximadamente 600 mil toneladas de açúcar.

Segundo a Copersucar, a substituição do diesel por biometano evitou a emissão de mais de 8 mil toneladas de CO₂ no período.

A Cocal também está substituindo o diesel utilizado no transporte de vinhaça por biometano. Uma parceria prevê a operação de 44 caminhões movidos ao combustível renovável nas unidades de Narandiba e Paraguaçu Paulista, no oeste paulista.

A experiência da companhia indica que o biometano pode deixar de ser apenas uma alternativa experimental e assumir um papel crescente na logística do agronegócio.

Armazenamento geológico de carbono

Na produção de etanol de milho, a FS aposta em outra tecnologia para reduzir as emissões: a captura e o armazenamento de carbono, conhecidos pela sigla CCS (sigla em inglês para carbon capture and storage)

O projeto desenvolvido na unidade de Lucas do Rio Verde prevê capturar o CO₂ gerado durante a fermentação do etanol, comprimir o gás e injetá-lo em uma formação geológica subterrânea adequada para armazenamento permanente.

A empresa identificou um reservatório com características consideradas apropriadas para receber o carbono, incluindo porosidade, permeabilidade e camadas de rocha capazes de impedir o retorno do gás à atmosfera.

Segundo Daniel Lopes, vice-presidente executivo de sustentabilidade da FS, a estrutura geológica tem capacidade estimada para armazenar 12 milhões de toneladas de CO₂ ao longo de 30 anos. A unidade industrial emite aproximadamente 423 mil toneladas de carbono por ano, de acordo com os dados apresentados.

A FS estima que o projeto possa viabilizar a produção de cerca de 650 milhões de litros anuais de etanol com intensidade de carbono negativa, dependendo da metodologia de contabilização utilizada.

O empreendimento recebeu classificação de projeto-piloto da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), no contexto do desenvolvimento das regras brasileiras para captura e armazenamento geológico de carbono.

A iniciativa também envolve estudos geológicos, licenciamento ambiental e certificação para a geração de créditos no mercado voluntário de carbono.

A empresa informou que o investimento total no projeto chegou a US$ 90 milhões. O avanço da iniciativa depende da consolidação das condições regulatórias e operacionais necessárias à injeção do CO₂.

Etanol de baixo carbono se destaca

Além da redução das emissões, a captura de carbono pode abrir acesso a mercados que valorizam combustíveis com menor intensidade de carbono. Entre as possibilidades estão programas de descarbonização de combustíveis, mercados regulados e voluntários de carbono e aplicações ligadas à aviação e ao transporte marítimo.

A remuneração adicional, entretanto, depende das regras de cada mercado, da certificação do produto e da metodologia utilizada para calcular as emissões evitadas ou removidas.

No caso do etanol, a captura de CO₂ pode complementar uma vantagem já associada à origem renovável do combustível.

A fermentação produz dióxido de carbono de origem biogênica, que pode ser capturado antes de ser liberado na atmosfera. A viabilidade da operação depende dos custos de captura, compressão, injeção e monitoramento, além da capacidade de armazenamento e do valor atribuído ao carbono removido.

Para a indústria, o desafio é transformar o benefício ambiental em retorno financeiro.

As duas estratégias refletem uma mudança na forma de avaliar a sustentabilidade das usinas. A redução de emissões passa a ser associada à eficiência operacional, à diversificação de receitas e à criação de novos produtos e serviços.

A expansão dessas soluções dependerá da evolução tecnológica, da infraestrutura, da regulamentação e dos incentivos econômicos. No caso do biometano, será necessário ampliar a oferta e consolidar o uso em frotas e operações industriais. Para a captura e o armazenamento de carbono, a prioridade é demonstrar segurança operacional, estabelecer regras claras e comprovar a viabilidade financeira em escala comercial.

El cierre de la librería Pérgamo no es lo que parece: ni especulación, ni fondos buitres, ni otro ‘caso Maricarmen’

27 October 2026 at 04:30

La librería más antigua de Madrid protagoniza estos días un thriller inmobiliario en el que no todo es lo que parece. Para contar la historia que hay detrás, hay que presentar a sus tres protagonistas: la dueña del local y de la librería, Ana Serrano, una mujer que heredó el negocio de su familia y que lo regentó junto a su hermana toda la vida; Juan José Janeiro, un inversor extranjero que aprovechó el momento en que se anunció el cierre hace algo más de cuatro años y quiso rescatarla; y Pablo Cerezo, un joven entusiasta comprometido con la cultura. El conflicto amenaza con hacer desaparecer Pérgamo, una librería con estanterías de otro siglo y por la que han pasado los autores más reconocidos del mundo.

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Pablo Cerezo y María Treviño, en la Librería Pérgamo.

© INMA FLORES

La dueña de Pérgamo, Ana Serrano, este jueves en el portal de su casa en Madrid.

Exportações de frutas rendem US$ 354,2 milhões no terceiro trimestre

26 October 2026 at 20:23

As exportações brasileiras de frutas registraram faturamento de US$ 354,2 milhões no terceiro trimestre de 2026, em alta de 8% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a receita somou US$ 328,1 milhões.

Apesar do avanço em faturamento, o volume embarcado recuou 7,5%, de 290,6 mil para 268,8 mil toneladas, segundo dados da Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas).

O resultado mostra uma valorização do valor médio obtido por tonelada.

O indicador passou de US$ 1.129 no terceiro trimestre de 2025 para US$ 1.318 neste ano, crescimento de aproximadamente 16,8%.

A variação pode estar relacionada a mudanças na composição das frutas exportadas, nos preços praticados e nos mercados de destino.

Manga lidera em faturamento

Entre as principais frutas exportadas pelo Brasil, a manga apresentou um dos melhores desempenhos no período. A receita com os embarques cresceu 35%, de US$ 97,3 milhões para US$ 131,4 milhões. O volume também avançou, com alta de 14,1%, passando de 83,3 mil para 95 mil toneladas.

A uva registrou crescimento tanto em receita quanto em quantidade. O faturamento aumentou 17,4%, de US$ 16,8 milhões para US$ 19,7 milhões, enquanto os embarques subiram 6,3%, de 6,8 mil para 7,3 mil toneladas.

O abacate teve a maior expansão percentual entre os destaques positivos. A receita avançou 81,8%, de US$ 7 milhões para US$ 12,6 milhões. Já o volume exportado aumentou 140,9%, de 3,8 mil para 9,2 mil toneladas.

Para o presidente da Abrafrutas, Waldyr Promicia, o desempenho demonstra a capacidade da fruticultura brasileira de gerar receita no mercado internacional, mesmo diante dos desafios enfrentados por determinadas culturas.

Promicia destaca a importância de investimentos em competitividade, qualidade, abertura de mercados e diversificação dos destinos comerciais para ampliar as oportunidades de exportação e reduzir a exposição a oscilações no comércio internacional.

Melão, melancia e banana têm retração

Nem todas as frutas acompanharam o crescimento da receita total. O melão registrou queda de 22,5% no faturamento e de 25,3% no volume exportado. No caso da melancia, a receita recuou 20,8%, enquanto a quantidade embarcada diminuiu 26,1%.

As exportações de limões também apresentaram retração, com redução de 8,7% no faturamento e de 18,3% no volume.

A banana teve as maiores quedas entre as frutas citadas no levantamento: a receita diminuiu 55,5%, enquanto o volume exportado recuou 59%.

 

The app that sought to be the HBO of micro dramas is shutting down

26 October 2026 at 16:10
BURBANK, CALIFORNIA - AUGUST 09: Tommy Harper attends The End Of Oak Street Premiere/Block Party at Warner Bros. Studios on August 09, 2026 in Burbank, California.  (Photo by Kayla Oaddams/Getty Images for Warner Brothers Pictures)
Film producer Tommy Harper has sought to bring a Hollywood sensibility to verticals.

Kayla Oaddams/Getty Images for Warner Brothers Pictures

  • Film producer Tommy Harper is shutting down his micro drama app VeYou after about six months.
  • Harper, who sought to build the "HBO" of the genre, said he would still produce for other platforms.
  • The micro drama space has shifted as tech giants push in.

The app that wanted to be the "HBO" of micro dramas is shutting down.

Prolific film producer Tommy Harper is shutting down his app, VeYou, after about six months. A message on VeYou said the service would end November 6.

Harper told Business Insider he would continue producing series, distributing them via TikTok's micro-drama app PineDrama, YouTube, and other partners.

Harper, whose credits include "Star Wars" and "Top Gun: Maverick," is one of several Hollywood vets trying to bring their prestige sensibility to micro dramas, the soapy, low-budget series that got their start in China and have exploded in the US.

The move shows how fast the space is changing as Big Tech companies lean in. Micro dramas — also called "verticals" — cost a fraction of a traditional feature-length movie, but apps often lose money because of the high cost of marketing, and VeYou didn't have massive financial backing.

"In the past year, TikTok, Meta, and YouTube all moved hard into short drama," Harper emailed. "When the three biggest attention platforms commit to a format, distribution is decided. The opportunity for an independent company is to be the best supplier to those platforms, not to compete with them for installs. So we're focused where we have the edge: making the shows."

Harper raised an undisclosed amount of seed funding for VeYou from investor S32, a venture firm started by Google Ventures founder Bill Maris, who's also backed 23andMe, Impossible Foods, and Nest. VeYou has made a handful of originals, starting with "Love Under Fire," a romance drama starring Kasey Esser, who wrote the series alongside Harper.

The micro drama market is changing fast

The micro drama space has changed dramatically in recent months.

In the past year, AI-generated characters have increasingly taken their place alongside human actors, and free, ad-supported offerings are competing with the "freemium" apps that had dominated the landscape.

A report by media consultancy Owl & Co. found two-thirds of films released by leading apps in the third quarter of this year outside China were AI-generated, up from 3% in the first quarter.

TikTok's free app PineDrama rolled out in January, and by the third quarter, it accounted for more than half of all micro drama views across 16 leading apps, according to the Owl & Co. report.

Other tech giants have also moved quickly into the space and made themselves bigger viewing destinations for micro dramas.

YouTube released a new feature that allows creators to bundle their short videos in a series of episodes or seasons, designed to be viewed sequentially.

On Meta, the dominant platform used by micro drama apps to acquire customers, some apps are running portions of their films lasting 20 minutes or more as ads to get people to subscribe.

Lori Golden-Stryer, the CEO of RIVR Media, a producing partner for VeYou, said VeYou's films set themselves apart through their scripts, acting, and direction. She said she was encouraged to see its series perform well on TikTok, based on platform data and her company's monitoring.

"People want live characters," she said. "I don't think they want AI. I've seen a lot of different verticals, and I'd like to think ours were a little cut above."

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Claves de las elecciones en Israel, un país en guerra y con el futuro judicial de Netanyahu en juego

25 October 2026 at 23:07
El primer ministro israelí, Benjamín Netanyahu

Este martes Israel se enfrenta a una cita electoral que podría dar un vuelco a la política en Oriente Medio. Muchas cosas han pasado tanto a nivel interno como externo en el país durante los últimos cuatro años. Son las primeras elecciones desde el inicio de la guerra en Gaza y la ofensiva contra Irán, pero también desde la vuelta de Donald Trump a la Casa Blanca. En cambio, no son los primeros comicios a los que el primer ministro, Benjamín Netanyahu, se presenta en medio de un proceso judicial por presunta corrupción.

Más de siete millones de israelíes están llamados a las urnas este 27 de octubre. De ellos depende la continuidad del actual Ejecutivo o la apertura de un nuevo ciclo político en su país. Del resultado de las urnas saldrá la composición de la Knesset (Parlamento), que será la encargada de elegir al próximo gobierno. Sin embargo, no va a ser tarea fácil. La distancia entre el bloque oficialista y el de la oposición es muy ajustada, tanto que unos pocos escaños lo decidirán todo.

El pactómetro

Las encuestas arrojan un panorama muy complicado para formar gobierno. Según el Canal 11 (la televisión pública israelí), la coalición de Netanyahu obtendría 50 escaños en la Knesset, mientras que el bloque opositor gana solo dos puestos más. Quedarían 18 asientos para los "no alineados" de los 120 que componen el Parlamento.

El principal rival del primer ministro es el líder de Yashar, el general Gadi Eisenkot. Ex jefe del Estado Mayor del Ejército israelí, sus críticas a los fallos estratégicos de Netanyahu tras los ataques del 7 de octubre de 2023 le han valido una gran popularidad entre los israelíes. La mayoría de las encuestas le dan entre 20 y 22 diputados, muy lejos de los 61 que confieren la mayoría absoluta. Es aquí cuando entra en acción el juego de alianzas.

Junto a Eisenkot, en el bloque de la oposición está Juntos, el partido de Yair Lapid y Naftali Bennett, ambos ex primeros ministros. Al igual que Yashar, su formación se ubica en el centroderecha liberal. A ellos se unen Los Demócratas de centroizquierda e Israel Beitenu, un partido nacionalista y laico.

El bloque oficialista lo lidera el Likud, el partido de Netanyahu. Su alianza la integran una amalgama de partidos que ven desde el judaísmo ultraortodoxo del Shas a la extrema derecha de Otzma Yehudit, la formación del polémico ministro de Seguridad Nacional, Itamar Ben Gvir. Les unen sus posiciones ultraconservadoras y sionistas.

Los partidos árabes serán determinantes

Las encuestas de los medios más conservadores le dan la mayoría absoluta al bloque de Netanyahu. Sin embargo, el sondeo más reciente publicado por el Canal 12 –el más visto en Israel, de tendencia centrista–, revela que ninguna de las coaliciones llega a la mayoría absoluta. La oposición sacaría 56 escaños, seis más que los partidos agrupados en torno al primer ministro.

Si los cálculos del Canal 12 son ciertos, quedan otros 14 escaños a repartir y ninguno iría a los partidos integrados en las dos coaliciones. Según esta encuesta, la Lista Conjunta, una coalición de varios partidos árabes, obtendría nueve diputados. Los otros cinco restantes irían para el Ra'am (UAB), otro partido árabe. Así, todo apunta a que la gobernabilidad de Israel quedará en manos de estas dos formaciones.

Cabe recordar que el Likud, el partido de Netanyahu, intentó impedir que estas formaciones pudiesen concurrir a las elecciones, bajo la premisa de que apoyan la lucha armada de Hamás contra Israel. En un primer momento, la Corte Electoral aceptó la petición. Sin embargo, el Tribunal Supremo israelí acabó anulando esta decisión y levantó el veto contra los partidos árabes.

"Regateos" para formar gobierno

En Israel, forma gobierno la coalición que obtiene más "síes" que "noes" en la Knesset. En el caso de que el bloque de la oposición se hiciese con la ventaja, necesitaría que, al menos, los partidos árabes se abstuviesen durante la votación. Estos les colocará en una posición privilegiada para sacar concesiones del futuro gobierno.

Aun así, otras fuerzas podrían tener la llave del gobierno. En Israel, solo aquellos partidos partidos que logren el 3,5% de los votos entran al Parlamento. De tal manera que unas pocas papeletas pueden modificar radicalmente el reparto de escaños. Ahora mismo, hay un tercera formación no alineada con ninguna de las dos coaliciones en el umbral de acceso: Los Reservistas. Es un partido de centro-derecha, enfocado principalmente en el servicio militar universal que incluya a los ultraortodoxos, que ahora mismo están exentos. El viernes, al cierre de las encuestas, algunas lo dejaban fuera de la Knesset, pero otras lo situaban dentro del Parlamento.

"Son unas elecciones muy reñidas, una carrera muy ajustada entre dos bandos opuestos", resume Kawa Hassan, experto en Oriente Próximo y norte de África del centro de análisis Stimson. Este analista ve posible que unos comicios tan apretados terminen en "un punto muerto" de bloqueo institucional. Por eso, vaticina que el gobierno que salga de las urnas dependerá de "regateos y negociaciones" entre distintas facciones, que podrían extenderse durante varios meses.

Netanyahu, a un paso del banquillo

Una victoria de la oposición implicaría la salida de Netanyahu del poder después de cuatro años al frente del gobierno. En total han sido 19 años dirigiendo el país –con periodos intermedios en la oposición–, el mandato más largo en la historia de Israel. Supondría un cambio de época. Pero también complicaría el futuro judicial del hasta ahora primer ministro israelí.

Desde 2020, Netanyahu está enfrascado en un juicio por corrupción. En total son tres causas, en las que se le acusa de soborno, fraude y abuso de confianza. Ahora mismo, el Tribunal de Distrito de Jerusalén está escuchando los testimonios de los testigos, después de que el primer ministro terminase de declarar a comienzos de verano.

Su posición como jefe del Ejecutivo no le confiere inmunidad, pero sí influencia política. Así, su salida del gobierno le complicaría la posibilidad de presionar para recibir un indulto del presidente israelí, Isaac Herzog. Varios líderes de la oposición han dejado clara su negativa a que Netanyahu sea perdonado. Si llegasen al gobierno, Bibi lo tendría complicado para esquivar la cárcel –en el caso de ser hallado culpable–. Se enfrenta a una condena de más de diez años de prisión.

A esto se suma que la oposición ha anunciado que, de llegar al poder, iniciarán una "comisión de investigación estatal" sobre los atentados del 7 de octubre. Diversas investigaciones periodísticas han revelado que Netanyahu recibió varios avisos desde países vecinos que alertaban de las intenciones de Hamás, pero el primer ministro ignoró estas advertencias. Sus rivales políticos han aprovechado estas informaciones para cargar duramente contra su papel en el peor atentado terrorista de la historia de Israel.

Poco cambio para Palestina

La elección de este martes se ve muy distinta desde dentro y fuera de Israel. En el interior del país, la devastación provocada en Gaza no preocupa especialmente. Pero, de los 7,3 millones de israelíes llamados a las urnas, 810.000 viven en el exterior, el 11% del censo. En Israel no está permitido el voto por correo, así que solo los que viajen hasta allí podrán votar este 27 de octubre. Algunos analistas creen que estas personas, expuestas a los mensajes contrarios a la política del Estado hacia los palestinos, podrían decantar la balanza a favor de la oposición.

Sin embargo, no queda claro que Eisenkot y sus aliados vayan a adoptar una postura radicalmente opuesta a la del actual gobierno. "No creo que debamos esperar ninguna diferencia fundamental", matiza Hassan. Consultado por El Independiente acerca de la visión de la oposición sobre la población palestina, el experto del Stimson Center cree que el general podría ser "algo más condescendiente" ante la presión internacional y permitir la entrada de más ayuda en la Franja de Gaza. También se podría mostrar más dispuesto a frenar "de algún modo" la violencia de los colonos en Cisjordania, para evitar más sanciones de los países occidentales.

Sin embargo, el analista recuerda que, cuando era el jefe de la Fuerzas Armadas, Eisenkot fue el creador de la "Doctrina Dahiya". Impulsada durante la guerra contra el Líbano en 2006, se trata de una estrategia basada en el uso de la fuerza desproporcionada contra de la población civil. Es la que se ha usado en Gaza estos tres últimos años.

Hassan tampoco cree que vaya a haber grandes cambios en la diplomacia regional. "Es probable que Eisenkot sea, al menos retóricamente, menos agresivo, pero en el fondo tampoco aprecio ninguna diferencia en las relaciones con Irán o con Hizbulá", sentencia.

Dos visiones distintas sobre Israel

¿Qué se juegan los israelíes en estas elecciones? El analista del Stimson Center cree que los comicios son especialmente "trascendentales" para el componente judío de la sociedad israelí, que representa cuatro quintas partes de la población. Así, a nivel interno, los votantes deberán elegir entre "dos visiones diferentes" de Estado.

Por un lado, está la derecha nacionalista ultrarreligiosa liderada por Netanyahu. Es, según Hassan, "la coalición más derechista en la historia de Israel". En el otro extremo, el bloque opositor, en sintonía con políticas laicas y que busca la rendición de cuentas de Netanyahu y todos aquellos que colaboraron en su gestión del 7 de octubre. Pero también se entremezclan otras cuestiones, como las reformar judiciales o la exención de los ultraortodoxos del servicio militar.

Desde el exterior, estas elecciones se ven como una batalla entre el centro-derecha y la extrema derecha. No obstante, tal y como subraya el experto: "En términos de las dinámicas sociopolíticas internas dentro de la sociedad judía israelí, estas elecciones son fundamentales respecto a las dos ideas diferentes sobre el futuro de Israel como Estado". Sin embargo, el reducido margen entre los dos bloques apunta a que la sociedad israelí se enfrentará a un punto muerto tras las elecciones.

Saiba quais as condutas consideradas crime eleitoral no dia da votação

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No segundo turno das eleições de 2026, o eleitor deve ficar atento a práticas consideradas  crimes eleitorais, que podem interferir na vontade dos cidadãos e deturpar o processo democrático. 

A propaganda no dia da eleição, conhecida popularmente como boca de urna é caracterizada pela tentativa de convencer, influenciar ou arregimentar eleitores a votar ou deixar de votar em determinada candidatura ou partido no dia do pleito e tem como pena a detenção de seis meses a um ano e alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período.

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Além disso, quem for pego praticando a boca de urna pode receber multa que vai de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50. 

A distribuição de “santinhos”, uso de auto-falantes, realização de comício, carreata e passeata também são proibidos. No caso da distribuição de santinhos, a legislação prevê multa que pode chegar a R$ 8 mil.

Já a compra de voto se caracteriza por oferecer vantagem, como presentes ou dinheiro, para o eleitor com o objetivo de angariar o seu voto ou mesmo para prometer abstenção. A pena é de reclusão até quatro anos e pagamento de cinco a 15 dias-multa.

Também é proibido o transporte irregular de eleitores, caracterizado pelo fornecimento de transporte coletivo no dia da votação por parte do candidato. A pena para essa infração é a maior dos crimes eleitorais, sendo previsto de quatro a seis anos de reclusão, além do pagamento de 200 a 300 dias-multa. O mesmo vale para o fornecimento irregular de alimentação.

Pena igual é aplicada ao crime de promover concentração de eleitores, no dia da votação, com o fim de impedir, embaraçar ou fraudar o exercício do voto. Geralmente esse crime é praticado em conjunto com o transporte e o fornecimento irregular de refeição para eleitores.

Outro crime eleitoral é o de assédio eleitoral, que se caracteriza por ameaçar para coagir alguém a votar ou não em determinado candidato ou partido. A pena é de reclusão de até quatro anos e pagamento de cinco a 15 dias-multa.

A fraude de votos, caracterizada pela substituição de votos, a violação das urnas eletrônicas e qualquer outro ato que busque modificar artificialmente o resultado do pleito também é uma conduta criminosa. A pena é de reclusão de até cinco anos, além de multa.

A destruição, danificação ou ocultação de urna eletrônica também é crime eleitoral. A pena é de reclusão de dois a seis anos e pagamento de cinco a 15 dias-multa. 

A realização de selfie na cabine eleitoral é proibida, assim como também é crime eleitoral votar mais de uma vez ou votar no lugar de outra pessoa. Nesse caso, a pena é de até três anos de reclusão.

Durante o dia de votação cabe aos órgãos de segurança (Polícia Federal, a Polícia Civil, a Polícia Militar, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Militar Rodoviária e Guardas Municipais) agir para fazer cessar qualquer prática ilícita, tendo autoridade para efetuar prisões em flagrante por delitos eleitorais ou de outra natureza.

Manifestações permitidas 

A legislação permite ao eleitor manifestar, de maneira pacífica e silenciosa, a sua preferência política, podendo ir votar com camiseta, boné, botton, adesivo e bandeira do seu candidato ou partido.

Também é permitido e recomendado que o eleitor leve uma cola eleitoral (nome e número do candidato anotados em um papel) para a cabine de votação. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a medida diminui o tempo de permanência do eleitor na seção eleitoral. 

Denuncie

Os crimes eleitorais podem ser denunciados por qualquer pessoa por meio de uma notícia-crime eleitoral verbal ou por escrito à autoridade policial, ao Ministério Público Eleitoral, nos tribunais regionais eleitorais (TREs) ou à autoridade judiciária da zona eleitoral na qual a infração ocorreu.

O aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, pode ser usado para denunciar irregularidades sobre propaganda eleitoral. O relato deve conter informações sobre o local, a descrição do fato, além de fotos, vídeos, áudios ou links que possam ajudar na análise da ocorrência. A ferramenta pode ser baixada gratuitamente na Google Play e App Store.

Primeiro turno 

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), no primeiro turno, no dia 4 de outubro foram registradas 1.170 ocorrências. Desse total, 1.113 são crimes eleitorais, seis foram crimes comuns contra candidatos e outros 13 contra locais de votação ou apuração.

Entre as principais ocorrências estão os crimes de:

  • propaganda no dia da eleição - boca de urna
  • compra de votos;
  • transporte irregular de eleitores;
  • fornecimento irregular de alimentação;
  • coação ou ameaça ao eleitorado;
  • fraude do voto;
  • dano ou destruição de uma eletrônica e
  • concentração de eleitoras e eleitores com finalidade de impedir, dificultar ou fraudar o exercício do voto. 

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25 October 2026 at 04:30
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Restoring a 12,000-year-old forest to help defend Poland’s border

POLAND — Białowieża Forest. Białowieża Forest, one of Europe’s last remaining primeval forests, straddles the border between Poland and Belarus. Its wetlands and ancient trees support a dazzling array of life, but decades of drainage, drought and fragmentation have left the ecosystem under pressure. Now, it faces a new challenge. As the threat from Russia and its ally Belarus grows, Poland is strengthening its eastern border through a project called the East Shield. New military fortifications and infrastructure are planned in the region to bolster existing border security. Scientists warn that further development in and around the forest could be devastating for the ecosystem. They have, however, suggested an alternative: restore the forest, its wetlands and rivers to their natural state. The resulting landscape, dense with trees and boggy with water, not only provides important habitat but can also be practically impenetrable to heavy vehicles and ground forces. Some have dubbed this strategy “warwilding”, using restored natural landscapes as part of military strategy. The idea has found traction within the Polish military, which recognises the strategic value of natural barriers and supports efforts to restore parts of the forest. But recognizing nature’s defensive value is easier than restoring it. Hundreds of kilometers of drainage ditches still carry water away from the forest, while roads provide easy routes through terrain that could otherwise form a natural barrier. Conservationists say large-scale restoration will require coordination, funding and political will, but believe it could also be the forest’s best chance of long-term survival.…This article was originally published on Mongabay

Ryu Murakami (1952-2026): morreu o homem que retratou o lado sombrio do Japão

23 October 2026 at 18:03

O escritor e cineasta nascido em Nagasaki faleceu a 17 de outubro, aos 74 anos. Mas só esta sexta-feira a sua editora japonesa emitiu um comunicado. "Rezamos pela paz de Murakami, que percorreu a vida a todo o vapor como pioneiro de uma era”, declarou, citada pelo “The Japan Times”

NBA Freestyle | LeBron James non ha voglia di scherzare a Philadelphia: sta in un universo a parte. Ma la star dei Sixers non è lui

23 October 2026 at 16:17

La stella dei Sixers si chiama Tyrese Mexey

Solo due partite, tanto basta per capire che LeBron James non ha voglia di scherzare a Philadelphia. Una media di oltre 15 punti, quasi 10 rimbalzi e 6 assist. Andate a vedervi le cifre a fine carriera di alcune tra le più longeve star del passato. Si, gente di “poco conto” tipo Karl Malone, Vince Carter o Patrick Ewing. Il Prescelto sta in universo a parte, non solo per le cifre. Anche per condizione atletica e intensità di gioco. Anche Jaylen Brown non è partito male, nonostante incastri e gerarchie abbiano ancora bisogno di tempo per acquisire fluidità e automatismi. Joel Embiid? È sembrato rassicurantemente in forma. A rimbalzo può dare sicuramente di più (come cantava qualcuno…), ma le ginocchia sono quelle che sono. Tuttavia, al momento, non sembra esserci discussione alcuna, la stella della squadra è un certo Tyres Maxey. E da queste fasi iniziali, i compagni di squadra sembrano anche averlo accettato di buon grado.

Talento irreale, guardia tiratrice “elettrica e veloce”. Fate conto un Robert Pack (esplosivo playmaker di Denver degli anni ’90) che corre alla velocità del suono palla in mano per tutto il campo, solo che Maxey ha una completezza offensiva degna di un Mitch Richmond nel picco di carriera. Nel ha messi 32 nella rimonta di stanotte contro Cleveland. Ne aveva segnati 28 nella serata di apertura contro New York. Sempre il miglior marcatore dei suoi. Somiglia sinistramente ad Allen “The Answer” Iverson per velocità sul primo passo, capacità di superare il difensore dal palleggio, abilità nel segnare in traffico. Fisico scolpito nel granito, grande esplosività, pazzesca velocità di base, eccezionale palleggio. Una superstar fatta e finita. Tyrese “The Second Answer” Maxey?

Ottimo esordio, ma con sconfitta, per Paul George

I Celtics hanno perso contro i Detroit Pistons nella prima gara di stagione. Ma Paul George, dopo anni in cui ha spesso arrancato (causa anche frequenti guai fisici), è parso davvero tirato a lucido. Ed è un’ottima notizia per Boston, anche perché sopperire alla dipartita di uno del calibro di Jaylen Brown non è certo la cosa più semplice del mondo. Nella serata di apertura, George ha segnato ben 38 punti, record per un esordio in maglia bianco verde, con un’interpretazione del gioco dal perimetro di livello “Ray Allen”. Per lui 7 su 12 da tre e la sensazione di poter trovare la retina tutte le volte che alzava il braccio dopo uno scarico di un compagno.

Le primavere, ben 36, non sono più così poche e non si può certo sperare che ritorni l’iradiddio che era in maglia Indiana Pacers. Tuttavia, se rimane sano, Paul George può essere particolarmente efficace nella filosofia offensiva di coach Mazulla, alleggerire le spalle di Tatum e White in attacco, garantire un altro punto di riferimento che può essere decisivo quando conta per davvero. Sarà in grado di far dimenticare ciò che Brown faceva in campo? No, quello no. Intanto, dovrebbe iniziare a non farlo rimpiangere. Compito complesso.

Cunningham: il ritorno di Gran Hill?

Ricorda molto Grant Hill per il modo in cui attacca il canestro dal palleggio, con (molto) meno stacco da terra, ma più visione di gioco rispetto all’ex stella dei Pistons. Ha letteralmente diretto l’orchestra di Detroit come se fossero alla prima de La Scala, portando la squadra alla vittoria proprio contro i Boston Celtics. Ha chiuso con 22 punti e 8 assist. Certo, ha tirato maluccio sia dal campo (8 su 18) che da tre (1 su 6). Mani fredde, cuore caldo. Ha giocato una gara sempre in controllo, ha organizzato l’attacco, messo in ritmo i compagni (Jalen Duren dovrebbe fagli una statua…), leggendo in modo appropriato ritmi e spaziature.

Cade Cunningham non ha bisogno di segnare per incidere, è quel tipo di giocatore davvero poco egoista, che fa rispendere i compagni. All-aroud dalla tecnica sopraffina, tratta bene la palla, può agire in modo naturale come portatore primario, ma sa anche muoversi lontano dalla palla. Il tiro da fuori, appunto, continua a essere altalenante. Anche nella sua miglior stagione dal perimetro, non è andato mai oltre il 35%. Se migliora anche in questo fondamentale, può puntare all’MVP, se non come premio in sé stesso (qualcuno tra San Antonio, Oklahoma City e Denver potrebbe avere qualcosa da ridire), almeno come livello di gioco. Ma Detroit deve continuare a far bene.

That’s all Folks!
Alla prossima settimana.

L'articolo NBA Freestyle | LeBron James non ha voglia di scherzare a Philadelphia: sta in un universo a parte. Ma la star dei Sixers non è lui proviene da Il Fatto Quotidiano.

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