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Prensa brasileña critica carta de Flávio Bolsonaro

28 October 2026 at 22:37

Brasilia, 28 oct (Prensa Latina) Medios brasileños criticaron hoy la carta en la que el senador Flávio Bolsonaro se proclamó inicialmente presidente electo y después líder de Brasil, pese a su derrota electoral ante el mandatario Luiz Inácio Lula da Silva.

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Intuitivo capta 1,35 milhões de euros para acelerar expansão internacional e SRS Legal assessorou

28 October 2026 at 22:33

A startup portuguesa de tecnologia educativa Intuitivo angariou 1,35 milhões de euros numa ronda de financiamento seed liderada pela Caixa Capital e pelo Impact Innovation Fund, gerido pela 3xP Global, com participação da Techstars e da COREangels Lisboa e Porto, anunciou a SRS Legal, que aconselhou a empresa na operação.

Os fundos serão aplicados no desenvolvimento da plataforma da Intuitivo e na preparação da expansão da empresa para o mercado brasileiro. A startup desenvolve uma solução digital de avaliação para instituições de ensino que recorre à inteligência artificial para simplificar e automatizar o processo de avaliação.

A Intuitivo participou em 2022 no Startup Lab da SRS Legal, considerado o primeiro programa de aceleração de startups criado em Portugal por uma sociedade de advogados, e venceu em 2024 a competição PITCH da Web Summit, entre 105 startups concorrentes.

A equipa jurídica da SRS Legal que acompanhou a transação foi liderada pelo sócio Paulo Bandeira e pela managing associate Solange Fernandes.

 

CBS: Fiesp vê gasto de R$ 100 bi com valor do TCU e pede mudança no Senado

28 October 2026 at 22:25

A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) criticou a alíquota de referência de 11,34% para a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), proposta pelo TCU (Tribunal de Contas da União) para 2027.

Em posicionamento assinado pelo presidente da entidade, Paulo Skaf, a federação afirma que o percentual contraria a premissa de manutenção da carga tributária prevista na reforma tributária e pede que o Senado Federal reveja o cálculo.

O TCU propôs uma alíquota de referência de 11,3468%, arredondada para 11,3%, que será encaminhada ao Senado. A Casa terá até 15 de dezembro para definir o percentual por meio de resolução. Caso não o faça dentro do prazo, prevalecerá o cálculo do tribunal.

A CBS foi criada pela reforma tributária para substituir o PIS e a Cofins, tributos federais incidentes sobre bens e serviços. A contribuição faz parte do IVA (Imposto sobre Valor Agregado) dual, modelo também que será composto pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência estadual e municipal.

Segundo o TCU, o cálculo busca manter o nível de arrecadação dos tributos substituídos, sem aumentar ou reduzir as receitas públicas. A metodologia foi encaminhada pela Receita Federal e analisada pelo tribunal.

Fiesp estima impacto de mais de R$ 100 bilhões

Na avaliação da Fiesp, a alíquota proposta está acima do nível necessário para preservar a carga tributária. A entidade afirma que estudos técnicos, incluindo os elaborados pela própria federação, apontavam um percentual próximo de 9% para a CBS.

No comunicado, a federação estima que a decisão pode retirar mais de R$ 100 bilhões da economia em tributos adicionais já em 2027.

A entidade também avalia que a soma das alíquotas da CBS e do IBS pode levar o IVA dual a superar 30%, o que, segundo a Fiesp, colocaria o Brasil na posição de país com a maior tributação sobre o consumo do mundo.

A federação argumenta que uma carga tributária mais elevada pode prejudicar a produção, os investimentos e o emprego.

Para a entidade, o ajuste das contas públicas deve priorizar o controle dos gastos do governo, em vez do aumento da arrecadação sobre empresas e setores produtivos.

“Esperamos o bom senso do Senado Federal para corrigir essa distorção”, afirma Paulo Skaf no posicionamento.

Senado terá palavra final sobre alíquota

A proposta do TCU ainda precisa passar pela definição do Senado. A alíquota de referência da CBS será estabelecida anualmente durante o período de transição da reforma tributária, até a implementação integral do novo sistema, prevista para 2033.

Para 2027, o governo estima arrecadar R$ 636,8 bilhões com a CBS, segundo o PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual).

A reforma prevê a substituição gradual de tributos atuais por CBS e IBS, com o objetivo de simplificar o sistema.

Enquanto o TCU afirma que o cálculo busca preservar a arrecadação dos tributos substituídos, a Fiesp questiona o percentual proposto e defende uma alíquota menor.

A definição do Senado será decisiva para estabelecer a referência da contribuição em 2027.

Pix: pagamento de aproximação ganha espaço no comércio físico

 

Airbnb vai doar parte de receitas de cada reserva para alojamento a pessoas em crise

28 October 2026 at 22:21

A Airbnb vai doar a partir desta quarta-feira uma parte das receitas de cada estadia à Airbnb.org para proporcionar alojamento temporário gratuito a pessoas em situação de crise, com o objetivo de canalizar 500 milhões de dólares nos próximos cinco anos.

Segundo comunicado divulgado hoje, o novo modelo de financiamento vai permitir à Airbnb.org disponibilizar um milhão de noites de alojamento gratuito por ano a nível global.

A Airbnb precisou que vai doar 0,10 dólares (cerca de 0,09 euros) das receitas de cada estadia, sem que isso implique um aumento do montante pago pelos hóspedes ou uma redução dos pagamentos aos anfitriões. Não serão feitos donativos relativos a estadias canceladas antes do check-in nem a reservas de experiências ou serviços.

“Há catorze anos, após o furacão Sandy ter atingido a região, uma anfitriã disponibilizou a sua casa a pessoas que não tinham para onde ir. Esse simples gesto de generosidade deu origem à Airbnb.org. Desde então, ajudámos a proporcionar mais de 1,6 milhões de noites de alojamento gratuito a pessoas em situação de crise. Agora, sempre que alguém reservar um alojamento na Airbnb, estará também a ajudar outra pessoa a encontrar um lugar onde ficar quando mais precisar. É a Airbnb no seu melhor”, afirmou o cofundador e diretor executivo da Airbnb, Brian Chesky.

A Airbnb.org teve origem em 2012, na sequência do furacão Sandy, quando uma anfitriã abriu as portas da sua casa a desalojados. O gesto foi seguido por outros anfitriões e, em 2020, deu origem à fundação da organização independente sem fins lucrativos.

Desde então, a Airbnb.org já proporcionou mais de 1,6 milhões de noites de alojamento gratuito a mais de 250.000 pessoas em todo o mundo.

A organização, que este ano disponibilizou alojamento em resposta a mais de 200 catástrofes – face a apenas oito em 2023 -, está agora a alargar a sua atuação a outras situações.

O financiamento da Airbnb vai permitir apoiar, até ao final de 2026, famílias que se deslocam para receber cuidados médicos em mais de 20 países, vítimas de violência doméstica e exploração, e veteranos de guerra nos Estados Unidos com doenças graves.

A Airbnb.org colabora com organizações locais e entidades governamentais para identificar quem precisa de apoio e disponibiliza créditos para reserva de alojamento. Os hóspedes ficam alojados gratuitamente, enquanto os anfitriões recebem o pagamento pela estadia.

A Airbnb assegura os custos operacionais da organização, garantindo que a totalidade dos donativos do público se destina a alojamento gratuito, refere o comunicado.

Temu reforça controlo de qualidade com laboratórios próprios avaliados pela Bureau Veritas

28 October 2026 at 22:19
Temu

A plataforma de comércio eletrónico Temu está a reforçar os mecanismos de controlo de qualidade dos produtos vendidos no seu marketplace através da integração de laboratórios próprios nas operações logísticas, após uma avaliação independente realizada pela Bureau Veritas.

Segundo a empresa, a auditoria incidiu sobre laboratórios instalados em armazéns operados por parceiros logísticos da Temu e confirmou a capacidade técnica destas instalações para executar testes específicos de produtos de acordo com determinadas normas europeias. O objetivo é detetar potenciais problemas de conformidade antes da expedição dos artigos para os consumidores.

A avaliação da Bureau Veritas analisou equipamentos de teste, instalações e condições ambientais, procedimentos operacionais, sistemas de controlo de qualidade e competências técnicas das equipas. De acordo com a Temu, os laboratórios cumprem os requisitos técnicos necessários para a realização dos ensaios previstos.

Os laboratórios encontram-se já operacionais e efetuam controlos por amostragem em produtos selecionados. Entre os testes realizados estão verificações de segurança elétrica em eletrodomésticos, avaliações de desempenho de produtos têxteis e ensaios destinados a aferir o cumprimento das normas de segurança aplicáveis a brinquedos.

A Temu explica que esta nova camada de verificação complementa os controlos já efetuados antes da colocação dos produtos à venda e a monitorização contínua realizada posteriormente.

“O nosso objetivo é contribuir para elevar os padrões de controlo dos produtos nas plataformas de comércio eletrónico, integrando os testes laboratoriais de forma mais abrangente nas operações logísticas”, afirmou um porta-voz da empresa. O mesmo responsável sublinhou que esta capacidade permite “identificar e resolver potenciais problemas de conformidade antes da expedição”.

A empresa esclarece que os laboratórios internos não substituem os testes realizados por entidades terceiras independentes nem alteram a responsabilidade dos vendedores de garantir o cumprimento da regulamentação aplicável. Além disso, a avaliação da Bureau Veritas refere-se apenas à capacidade técnica dos laboratórios para realizar os ensaios previstos, não constituindo uma certificação dos produtos.

Também a Bureau Veritas destacou o investimento realizado pela plataforma no reforço dos controlos internos. “A Temu está a trabalhar para desenvolver uma plataforma de comércio eletrónico com um forte foco na qualidade e na conformidade”, afirmou um porta-voz da entidade de certificação, acrescentando que acompanhou “o tempo e o esforço significativos” dedicados ao desenvolvimento das capacidades internas de testes.

A colaboração entre as duas organizações decorre desde 2023 e abrange áreas como testes de produtos, controlos aleatórios, serviços de ensaio prestados a vendedores e ações de formação. O trabalho conjunto envolve categorias que incluem têxteis, equipamentos elétricos e eletrónicos, produtos de beleza e cuidados pessoais, materiais em contacto com alimentos, equipamentos de proteção individual e joalharia.

A Temu revelou ainda que está a explorar novas parcerias com organizações especializadas para expandir as capacidades dos seus laboratórios internos.

A iniciativa integra uma estratégia mais ampla de reforço da segurança dos produtos e da conformidade regulamentar. A empresa prevê investir cerca de 200 milhões de dólares em 2026 em programas de conformidade e garantia da qualidade a nível global, valor que representa o dobro do montante aplicado no ano anterior.

Além dos laboratórios instalados nos armazéns, a plataforma trabalha atualmente com mais de 60 instituições independentes de testes em todo o mundo e tem vindo a alargar os programas de formação dirigidos aos vendedores, com o objetivo de reforçar o cumprimento dos requisitos regulamentares e dos processos de certificação.

Intelbras tem lucro de R$ 117 milhões no 3° tri, avanço de 19,7%

28 October 2026 at 22:17

A empresa de dispositivos eletrônicos Intelbras teve lucro líquido de R$ 177 milhões no terceiro trimestre, crescimento de 19,7% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço publicado nesta quarta-feira (28).

  • Resultado operacional medido pelo Ebitda cresceu 18,1%, para R$ 170 milhões;
  • Margem Ebitda passa de 14,7% para 14,5%;
  • Receita líquida soma R$1,18 bilhão, crescimento de 4,6%;
  • Analistas esperavam lucro líquido de R$154 mi, Ebitda de R$158 mi e receita de R$1,17 bilhão, segundo a LSEG.

Alphabet cai após receita abaixo das expectativas e maior consumo de caixa

28 October 2026 at 22:10

A Alphabet GOOGL.O, controladora do Google, não atingiu as expectativas de receita de Wall Street nesta quarta-feira (28), devido aos altos gastos com inteligência artificial que aceleraram a queima de caixa, fazendo com que suas ações caíssem cerca de 8% no pregão estendido.

A gigante da tecnologia reportou um fluxo de caixa livre negativo de US$ 9,07 bilhões, em comparação com as expectativas dos analistas de que se aproximaria do ponto de equilíbrio , de acordo com dados compilados pela LSEG.

Isso representou um aumento em relação ao prejuízo de US$ 5,9 bilhões no trimestre anterior e a primeira vez que a empresa registrou prejuízo em seus 22 anos de história como empresa de capital aberto.

Os prejuízos crescentes da Alphabet foram impulsionados por gastos para aumentar a capacidade da nuvem e financiar pesquisas em IA. A empresa reportou um prejuízo operacional de US$ 7,66 bilhões em “atividades de nível Alphabet”, que, segundo ela, refletiu principalmente despesas relacionadas à pesquisa e desenvolvimento em IA.

De acordo com dados da LSEG, a receita total da gigante da tecnologia no terceiro trimestre foi de US$ 127,6 bilhões, ficando abaixo da estimativa dos analistas de US$ 128,2 bilhões.

A queda na receita foi causada pelo principal negócio de publicidade do Google, que registrou US$ 82,01 bilhões em receita, cerca de US$ 1,41 bilhão abaixo das expectativas.

A receita do Google Cloud superou as estimativas e mais que dobrou, atingindo US$ 30,71 bilhões no terceiro trimestre encerrado em 30 de setembro , mas não foi suficiente para compensar o desempenho da área de publicidade.

A terceira maior provedora de serviços em nuvem do mundo, atrás da Amazon Web Services (AMZN.O) e do Azure da Microsoft (MSFT.O ), continuou a expandir seus compromissos com empresas, apoiada por contratos plurianuais de infraestrutura em nuvem e IA nos setores de cibersegurança, varejo e serviços financeiros.

Os resultados reforçam a posição da Alphabet como principal beneficiária do aumento dos gastos corporativos com IA, atenuando as preocupações dos investidores de que os elevados investimentos em capacidade computacional possam superar os ganhos de receita no curto prazo.

O interesse das empresas por treinamento e inferência de IA baseados em nuvem permaneceu forte ao longo do ano, mantendo a utilização de data centers em alta e pressionando os principais provedores de nuvem a acelerar a implantação de infraestrutura.

Prevê-se que a Alphabet, a Microsoft, a Amazon e a Meta invistam coletivamente bem mais de 700 bilhões de dólares em 2026 para expandir a infraestrutura de data centers de IA, chips e capacidade de rede de alto desempenho.

O desempenho superior do Google Cloud ocorre em um momento em que os provedores de hiperescala enfrentam diferentes graus de restrições de capacidade, posicionando a Alphabet de forma favorável para conquistar participação de mercado entre as empresas que migram cargas de trabalho de IA para a nuvem.

Embora os gargalos de fornecimento de silício avançado e energia para data centers em todo o setor tenham persistido, os investimentos da Alphabet em unidades de processamento de tensores personalizadas, juntamente com GPUs de terceiros, ajudaram a expandir suas capacidades de prestação de serviços.

As iniciativas proprietárias de IA da Alphabet também impulsionaram o crescimento, e a adoção de seu conjunto de modelos Gemini se ampliou em softwares corporativos e plataformas de desenvolvedores no trimestre em questão.

A integração da empresa com o ecossistema da Apple (AAPL.O) para impulsionar recursos de IA baseados em nuvem continuou a apoiar o alcance mais amplo do ecossistema da Alphabet.

Microsoft tem receita acima do esperado puxada por serviços em nuvem

28 October 2026 at 22:08

A Microsoft divulgou nesta quarta-feira (28) receita trimestral com serviços de computação em nuvem acima do esperado pelo mercado, em um sinal de que a aposta em investimentos elevados em inteligência artificial pode estar se pagando.

O fluxo de caixa livre da Microsoft também superou as expectativas em cerca de US$ 10 bilhões no trimestre passado, com investimentos com infraestrutura de IA abaixo das estimativas e crescimento da receita.

As ações da Microsoft subiram cerca de 4% após o fechamento do mercado. No acumulado do ano, o papel acumula valorização de cerca de 9%.

Os resultados também mostram que a Microsoft está lucrando com a demanda corporativa por IA, aliviando os temores de que a tecnologia ameace seu negócio de software e de que a empresa esteja muito exposta à OpenAI, que não gera lucro.

Forte crescimento do Azure

A receita do negócio de computação em nuvem Azure da Microsoft cresceu 48%, para US$ 33,17 bilhões no primeiro trimestre fiscal encerrado em setembro sobre um ano antes, superando as estimativas da Visible Alpha, de US$ 32,84 bilhões. A receita do Azure foi de US$ 29,4 bilhões no trimestre anterior.

“O relatório do primeiro trimestre da Microsoft foi praticamente impecável para uma empresa desse porte”, disse Jesse Cohen, analista sênior da Investing.com. “Depois que os números da Meta e da Alphabet reavivaram a ansiedade em relação aos gastos com IA, este é o contrapeso.

A demanda ainda excede a oferta, a carteira de pedidos é enorme e os retornos estão finalmente aparecendo nos lucros e na receita geral.”

No mês passado, a Microsoft decidiu divulgar a receita do Azure em dólares, em vez de apenas taxas de crescimento, oferecendo um panorama mais claro de como a divisão se compara aos rivais Amazon Web Services e Google Cloud.

Os investimentos do trimestre foram de US$ 45,2 bilhões, acima dos US$ 34,9 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior. A própria projeção da Microsoft para o primeiro trimestre era de US$ 50 bilhões.

A empresa divulgou um fluxo de caixa livre de US$ 18,6 bilhões. Analistas esperavam US$ 8,54 bilhões, de acordo com a Visible Alpha.

Jonathan Neilson, vice-presidente de relações com investidores da Microsoft, atribuiu os gastos de capital abaixo do esperado a atrasos, e não a quaisquer mudanças nos planos da empresa.

“De fato, observamos que algumas entregas de capacidade de terceiros, que esperávamos para o primeiro trimestre, acabaram sendo adiadas”, disse Neilson.

A Microsoft previu investimentos de US$190 bilhões em 2026. A gigante da tecnologia também enfrenta pressão, já que ferramentas de IA autônomas cada vez mais sofisticadas ameaçam seu negócio de software de produtividade.

Alguns analistas, no entanto, acreditam que o sólido balanço patrimonial da Microsoft lhe dá uma vantagem sobre os rivais à medida que os investimentos em IA aumentam.

De acordo com a Truist, os swaps de inadimplência de crédito de 5 anos da empresa – uma medida do risco de inadimplência percebida – continuam sendo os mais baixos entre as gigantes da tecnologia, mesmo com a ampliação dos spreads em grande parte do mercado de IA.

ICE arrests of Dominicans in Puerto Rico spark outrage and reignite calls for independence

28 October 2026 at 22:03

Masked Immigration and Customs Enforcement (ICE) agents carrying long guns swept through working-class neighborhoods in San Juan, Puerto Rico between October 22-25. About a dozen workers, largely Dominican immigrants, were reportedly detained from Río Piedras, Capetillo, Villa Palmeras, Villa Capri, and Barrio Obrero. Local leaders and community members have expressed outrage over the ICE deployment to the island. Protests have also broken out, demanding ICE out of Puerto Rico and elevating calls for independence from the United States.

During the operations, federal agents claimed that they were detaining criminals, but locals say they were all hard working people, many with families.

Elected officials speak out against ICE deployment

The Dominican Republic sits about 50 miles from Puerto Rico. Dating back to the pre-Colombian era, the Caribbean has always been closely linked by migration and maritime mobility. There has never been a time where the islands existed in isolation.

That might help explain why immigration arrests and deportations are being met with such deep rejection.

Puerto Rico’s Senate opposition spokesman, Luis Javier Hernández Ortiz and the mayor of San Juan, Miguel Romero have all condemned the ICE raids.

Romero ordered the municipal police to not assist federal agents with any ICE operations. The island’s American Civil Liberties Union (ACLU) branch also condemned the raids and characterized the operations as a pattern of violence and intimidation.

“We strongly reject the massive deployment of ICE agents who, in a threatening manner and armed with long guns, continue occupying the streets,” said Annette Martínez Orabona, executive director of the ACLU of PR, in a statement.

ICE had no judicial warrant for anyone they arrested, said the legal director of ACLU of PR, Fermín L. Arraiza-Havas, speaking to El Grito Media.

Local officials blame the island government’s alleged “voluntary handover” of data for making the sweeping operations possible.

Puerto Rican government collaborates with ICE

The ACLU of PR says the Puerto Rican government gave ICE the personal information of thousands of immigrant drivers, in violation of a 2013 confidentiality law. The information was handed over by Transportation Secretary Edwin González and Governor of Puerto Rico Jenniffer González-Colón.

“The laws in Puerto Rico protected that information,” said ACLU’s Arraiza-Havas to El Grito Media.

In a statement provided to The San Juan Daily Star, ACLU’s Martínez Orabona accused the governor of facilitating the federal immigration raids by “providing residential addresses and confidential information belonging to more than 6,000 immigrants residing in Puerto Rico.”

“Both the federal and state governments are responsible for the escalation of violence that we are seeing from ICE,” Martínez Orabona said.

The ACLU of PR held a press conference on October 15, where they made public the mass data sharing between the Puerto Rican government and ICE.

Border czar Tom Homan then visited Puerto Rico on Oct 21-22 to review immigration enforcement efforts and operational challenges, according to The Washington Post. 

ICE raids began the next day.

Locals confront federal agents as raids sweep Dominican neighborhoods

Various videos have circulated online, where community members can be seen surrounding ICE vehicles and confronting agents, most of whom spoke English, as they arrested individuals. One restaurant worker reportedly refused to let agents enter as they tried to follow a man they claimed was a criminal. The agents eventually left.

ICE agents can also be seen in various videos threatening community defenders with pepper spray and tasers for legally recording their operations, as community members yell “Don’t touch me!” and “They’re taking hard working people from here, what a shame!”

In at least one account, a Puerto Rican citizen (all Puerto Ricans are US citizens by birth) was stopped by a group of ICE agents who demanded his ID.

The arrests have raised questions about racial profiling, citizen’s rights, as well as questions about the political direction of Puerto Rico.

Colonialism or independence?

Protests broke out in the neighborhoods targeted by ICE on Monday, October 26. The Fire Ants of Rio Piedras led a march, holding a banner that read “Heat for ICE Not for My Community” and “ICE Out!” Large groups of children and youth participated in the march.

In a statement, the Feminist Collective PR, also part of the protests, said, “We reject this pathetic, collaborationist government that loves to bend its knees to Washington in exchange for nothing.”

They argued that the same government that collaborates with the feds to hand over their Caribbean brothers and working people is also selling off the country piece by piece to foreigners coming to displace the Puerto Rican people. The group asserted that the foreigners that need to be removed are not Dominicans, but people like the Reuben Brothers – two British billionaires developing a multi-billion dollar resort and residential megaproject on the southwest coast.

“The US has no moral integrity to stand on to come tell us here who can be our neighbors and who can’t.”

Mounting resistance has also brought the call for Puerto Rican independence back into the spotlight.

“ICE raids in Puerto Rico are colonial terrorism,” said Boricuas Unidos en la Diáspora, in a statement released on X. 

The group declared that ICE activity is part of the colonial status quo. The only two political options from here are: statehood, which they argue would only strengthen and perpetuate US federal control over Puerto Rico, and independence. 

“If you don’t want ICE roaming the streets of Puerto Rico, you have to support our nation’s independence,” the group said.

“It’s that simple.”

Rei Charles reconhece injustiças da escravidão antes de cúpula no Caribe

28 October 2026 at 22:01

O rei Charles III reconheceu na terça-feira (27) as injustiças da escravidão, afirmando que os líderes da Commonwealth (aliança voluntária formada atualmente por 56 países) discutirão o assunto em sua cúpula na próxima semana.

A reunião acontece em meio a demandas cada vez mais expressivas do Caribe para que o Reino Unido pague reparações por seu papel no comércio de escravos.

Em um discurso nas Bahamas, no início de uma turnê pelo Caribe, Charles disse que era “justo” reconhecer “o grande sofrimento e as injustiças do passado nessas ilhas e em outros lugares”.

Suas declarações antecedem a Reunião de Chefes de Governo da Commonwealth em Antígua e Barbuda na próxima semana, onde se espera que os líderes caribenhos pressionem por reparações pela escravidão e pelo colonialismo.

Charles acrescentou que algumas das coisas que há de “melhor” na cultura bahamense atual — “as mais alegres, as mais esperançosas, as mais brilhantes” — “nasceram da escuridão”.

Charles visitará as Bahamas e a Guiana antes de viajar para Antígua e Barbuda, onde se encontrará com sua esposa, a rainha Camilla, para a cúpula bienal da Commonwealth, organização composta por 56 nações, a maioria das quais ex-colônias britânicas.

A questão das reparações ganhou força em todo o Caribe nos últimos anos. No mês passado, a Caricom, o bloco regional, afirmou que desejava incluir o assunto na agenda da cúpula.

“O Caribe tem afirmado consistentemente que as reparações são fundamentalmente uma questão de justiça”, disse a secretária-geral da CARICOM, Carla Barnett, no mês passado.

O Palácio de Buckingham indicou que o rei abordará a questão durante a visita, mas não oferecerá um pedido formal de desculpas, em consonância com a política do governo britânico, que também exclui reparações financeiras.

Um porta-voz do palácio disse que a visita se concentraria principalmente em “parcerias modernas e oportunidades para o futuro” na região, mas acrescentou que, para Charles, também fazia parte de um esforço “de toda a vida” para se envolver e educar sobre “os aspectos mais vergonhosos do nosso passado”.

Ativistas e alguns líderes caribenhos pediram ao Reino Unido que vá além, incluindo um pedido de desculpas, reparações na forma de compensação financeira e a devolução de artefatos culturais.

Do século XV ao XIX, pelo menos 12,5 milhões de africanos foram raptados e vendidos como escravos por comerciantes europeus, sendo que o Reino Unidos transportou cerca de 3,2 milhões de pessoas através do Atlântico, tornando-se uma das maiores nações no comércio de escravos.

New book makes fiery claims about Jared Kushner’s finances in Trump’s first term

28 October 2026 at 21:56

Kushner threatens to sue, denying allegations that two slush funds were set up to influence his Middle East role

A new book containing incendiary claims about Jared Kushner’s financial dealings during Donald Trump’s first term has ignited a political and media firestorm.

The book by author Matthew Cole is called Princes and Thieves: Jared Kushner and Mohamed bin Zayed’s Secret Plot to Remake the Middle East and was released in the US this week. An excerpt was published by Vanity Fair last Thursday, and immediately drew a furious response from Kushner, who called its claims “completely insane”. The book contains numerous allegations about Kushner, whose father-in-law is Trump and who has served as one of his top diplomatic envoys in the Middle East – the most explosive of which are claims linking him to huge bank accounts allegedly funded by Gulf states.

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© Photograph: Charly Triballeau/AFP/Getty Images

© Photograph: Charly Triballeau/AFP/Getty Images

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El DHub reivindica a André Ricard, el hombre detrás de Norit, los frascos Puig o la antorcha olímpica

28 October 2026 at 20:32

Pasear por la exposición André Ricard. Diseño en uso es viajar en el tiempo para recuperar escenas propias de la vida cotidiana, que cada uno recordará a su manera. Es fácil llenarse de ternura con los botes de jabón para la ropa de Norit, los envases con tapón redondo del champú Denenes o los frascos de colonias de Puig, casi imposible no haber tenido alguno en casa. La lista continúa y pasa por varias estancias, ya que la muestra se ha planteado así, como la incursión en un hogar a partir de todos los objetos que salieron de la mente de este diseñador industrial que, a sus 97 años, no deja de cavilar soluciones a pequeños problemas rutinarios. En el DHub, se han reunido hasta el 14 de marzo más de 140 artículos tan variopintos como los antipolillas Orion, la batidora y la exprimidora Moulinex, los enchufes Ibiza, los ceniceros Copenhagen, la lámpara Tatú, la butaca Orma o la antorcha olímpica del 92, resumiendo mucho.

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© Quique García (EFE)

Los botes de Norit con diseño de André Ricard expuestos en el DHub.
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