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BCE trava novas subidas e mantém a taxa de depósitos nos 2,5%

By: ZAP
29 October 2026 at 17:10
Juro diretor fica nos 2,5% apesar da inflação alta, para já. A subida de preços na zona euro está no nível mais alto em três anos. O BCE prescinde, para já, de voltar a subir os juros. Mas esse passo pode vir a seguir em breve. Depois do banco central dos Estados Unidos, também o Banco Central Europeu (BCE) prescinde, para já, de uma nova subida dos juros. O BCE decidiu na quinta-feira manter nos 2,5% a taxa de depósito dos bancos, que é a referência para os juros da poupança e do crédito. A nova subida dos preços da

Christine Lagarde renuncia à presidência do Banco Central Europeu

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A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, renunciou nesta quinta-feira (29), pondo fim a meses de especulações sobre seu futuro. A decisão ocorre no momento em que a Europa entra em período de crescente volatilidade econômica e de política eleitoral polêmica, especialmente em sua terra natal, a França.

Lagarde deixará o cargo em 7 de fevereiro, dando aos atuais líderes da União Europeia (UE) tempo para escolherem seu sucessor antes da eleição presidencial francesa, na qual as pesquisas indicam que a candidata de extrema direita Marine Le Pen é a favorita.

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O BCE enfrenta riscos de inflação decorrentes de um choque nos preços do petróleo, causado pela guerra no Irã, enquanto um aumento acentuado nos rendimentos dos títulos, especialmente na França, ameaça frear o crescimento.

“Deixo esta instituição com a sensação de um bom trabalho realizado e de um BCE preparado para o futuro”, disse Lagarde, de 70 anos, em breve vídeo compartilhado nas redes sociais.

Uma fonte com conhecimento direto do assunto afirmou que Christine Lagarde, ex-ministra das Finanças da França e ex-diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) renunciou para poder se posicionar sobre questões políticas na França e no mundo. Como presidente do BCE, esperava-se que ela permanecesse neutra para salvaguardar a independência da instituição.

"Sinais errados"

Markus Ferber, deputado alemão do Parlamento Europeu pelo Partido Popular Europeu (centro-direita), afirmou que a renúncia antecipada de Lagarde enviou “o sinal errado”, considerando a inflação elevada, o nervosismo nos mercados de títulos e as eleições iminentes.

“Se surgir a impressão de que essa saída foi programada para coincidir com as eleições nacionais, isso prejudica a confiança em uma instituição que deve estar acima de qualquer cálculo político interno”, disse Ferber, que integra a comissão parlamentar responsável por confirmar o sucessor de Lagarde.

Em contrapartida, Marcel Fratzscher, presidente do centro de estudos alemão DIW, disse que Lagarde estava demonstrando “um forte senso de responsabilidade para com a Europa”.

“Ao deixar o cargo antecipadamente, Christine Lagarde dá aos governos e instituições europeias a oportunidade de nomear um sucessor que salvaguardará os valores europeus e protegerá a independência do BCE”, disse ele à Reuters.

Lagarde não abordou diretamente essas questões. Ela afirmou que não será candidata à Presidência da França, mas que defenderá os valores pró-europeus em seu país natal “na função que considerasse mais eficaz”.

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, disse que o processo para encontrar o sucessor de Lagarde começará imediatamente.

É provável que a nomeação faça parte de um pacote mais amplo de cargos de alta direção do BCE, envolvendo a vaga na diretoria executiva de Isabel Schnabel, que deixará o cargo no início de janeiro, e a do economista-chefe Philip Lane, cuja saída está prevista para maio.

Candidatos competentes

Os ex-presidentes dos bancos centrais da Holanda e da Espanha, Klaas Knot e Pablo Hernández de Cos, são considerados os principais candidatos à sucessão de Lagarde.

“Os sucessores cogitados são ambos banqueiros centrais muito competentes e bem estabelecidos; portanto, para os mercados, isso não fará muita diferença”, afirmou Piet Haines Christiansen, economista do Danske Bank.

Os mercados financeiros reagiram pouco ao anúncio, com alguns analistas observando que o BCE já construiu uma reputação que perdura além de qualquer um de seus líderes.

“O BCE está agora bastante consolidado, e o mercado está familiarizado com sua forma de operar”, disse Simon Dangoor, chefe de Investimentos Macro de Renda Fixa do Goldman Sachs. “Nossa opinião é que o comportamento institucional provavelmente perdurará além de Lagarde e será bastante semelhante, independentemente de quem assumir o cargo.”

O mandato de Lagarde estava previsto para se estender até o final de outubro de 2027, mas as especulações sobre uma saída antecipada vinham se intensificando há meses, com o Fórum Econômico Mundial sendo visto como provável destino. O Fórum Econômico Mundial se recusou a comentar.

Aumento dos juros

A renúncia de Lagarde ocorre justamente quando o BCE está no meio de um ciclo de aumento das taxas de juros, com o objetivo de impedir que um choque nos preços do petróleo, ligado à guerra no Irã, se reflita em outros preços e salários.

O BCE também precisa lidar com um aumento nos rendimentos dos títulos públicos — especialmente na França, que está sobrecarregada com dívidas —, o que elevou os custos de financiamento para famílias e empresas e, segundo Lagarde, irá conter o crescimento e a inflação.

Preso entre a inflação persistente, alimentada por um novo aumento nos custos de energia, e a deterioração das condições de financiamento, espera-se amplamente que o BCE mantenha sua taxa de depósito em 2,5% nesta quinta-feira, ao mesmo tempo em que sinalize que outro aumento, possivelmente já em dezembro, continua provável.

“É provável que haja poucas barreiras para outro aumento em dezembro, dada a probabilidade de uma nova revisão para cima da previsão de inflação do BCE devido aos preços mais altos da energia”, disse Oliver Rakau, da Oxford Economics.

O BCE deve anunciar sua decisão sobre as taxas de juros às 10h15 (horário de Brasília) desta quinta-feira, seguida pela coletiva de imprensa regular de Lagarde.

Atualmente, os mercados monetários precificam mais três aumentos da taxa de juros pelo BCE até o final do próximo ano, o que elevaria a taxa de depósito para 3,25%, um nível amplamente considerado restritivo ao crescimento econômico.

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El BCE deja sin cambios los tipos, dividido entre la amenaza de la energía y la tensión en los bonos

29 October 2026 at 13:15

La sorpresa del Consejo de Gobierno que ha celebrado este jueves el BCE no ha venido por su decisión sobre política monetaria, sino por el anuncio de Christine Lagarde de dejar la presidencia de la institución el próximo 7 de febrero. El BCE ha decidido mantener sin cambios los tipos de interés en el 2,5%, hacer una pausa después de la subida adoptada en septiembre, un impasse sin anuncios de calado que la presidenta ha aprovechado para comunicar su salida anticipada. Pero la calma es solo aparente en la autoridad monetaria de la zona euro. No solo por el intenso proceso que comienza para la renovación de su cúpula, sino por las tareas urgentes que siguen ahí: la amenaza inflacionista, que no cesa e incluso va a más con las guerras en Irán y Ucrania encareciendo la energía, y la tensión sobre la deuda soberana francesa, que ha llevado a su prima de riesgo a niveles no vistos desde 2011 y que es un nuevo elemento de preocupación para el BCE. Sobre su salida anticipada de la presidencia, Lagarde ha explicado que siente necesidad de expresar opiniones más allá de la política monetaria y que no puede permanecer neutral en un momento en que “la verdad se ve dañada”.

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© Heiko Becker (REUTERS)

European Central Bank (ECB) President Christine Lagarde attends a press conference following the ECB Governing Council meeting at the bank's headquarters in Frankfurt, Germany, October 29, 2026. The ECB said in a statement that Lagarde had resigned and will step down on February 7, 2027. REUTERS/Heiko Becker

Christine Lagarde anuncia que deixa presidência do BCE em fevereiro de 2027

29 October 2026 at 10:13

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, vai deixar o cargo a 7 de fevereiro de 2027, anunciou esta quinta-feira a instituição, antecipando em vários meses o fim do mandato que estava previsto terminar apenas no final de outubro do próximo ano.

Num comunicado citado pela Reuters, o BCE revelou que “Christine Lagarde informou hoje o Conselho do BCE e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, de que deixará o seu cargo em 7 de fevereiro de 2027”.

A saída de Lagarde põe fim a meses de especulação sobre uma possível partida antecipada da responsável francesa, que lidera o banco central da zona euro desde novembro de 2019. O seu mandato terminaria oficialmente em outubro de 2027.

Segundo a Reuters, os rumores sobre uma saída antes do final do mandato intensificaram-se nos últimos meses, numa altura em que Lagarde era apontada como uma forte candidata a assumir funções no Fórum Económico Mundial.

O anúncio surge poucas horas antes de o BCE divulgar a sua mais recente decisão de política monetária. A instituição deverá anunciar a decisão sobre as taxas de juro às 13h15 GMT desta quinta-feira, seguindo-se a habitual conferência de imprensa de Christine Lagarde às 13h45 GMT.

As taxas de juro diretoras deverão permanecer inalteradas, segundo as expectativas, com a taxa de depósito a permanecer em 2,5%, depois de dois aumentos efetuados neste ano.

A saída antecipada de Lagarde abre agora a questão sobre quem irá suceder-lhe na liderança do BCE, uma das instituições mais influentes da economia europeia, numa fase em que a política monetária continua a ser determinante para o controlo da inflação e para o crescimento económico da zona euro.

Lagarde si dimette dalla BCE, lascia in anticipo la presidenza dal 7 febbraio 2027

29 October 2026 at 10:49

Christine Lagarde lascia la presidenza della Banca Centrale Europea. Lo ha comunicato in una nota diffusa giovedì 29 ottobre nella quale informa il Consiglio direttivo e il presidente del Consiglio europeo António Costa che lascerà l’incarico nel 2027, precisamente il 7 febbraio.

L’addio arriva in anticipo rispetto alla scadenza naturale del mandato, fissata al 31 ottobre 2027. La notizia arriva a poche ore dalla decisione sui tassi di politica monetaria e in un momento nel quale l’UE deve fare i conti con un’inflazione che viaggia su percentuali elevate.

Lagarde si dimette in anticipo dalla BCE

In un comunicato arrivato a Francoforte nella mattinata di giovedì 29 ottobre 2026, Christine Lagarde ha annunciato le dimissioni dalla presidenza della Banca Centrale Europea.

Lascerà l’incarico il 7 febbraio 2027, con circa nove mesi di anticipo sulla scadenza del mandato. Infatti Lagarde si era insediata il 1° novembre 2019 e avrebbe dovuto chiudere i suoi otto anni di mandato, non rinnovabile, il 31 ottobre 2027.

Come e quando si sceglierà il successore di Lagarde

Per la nomina del successore di Christine Lagarde bisognerà attendere gli svariati passaggi burocratici della macchina europea. La nomina finale, come indicato dall’articolo 283 del Trattato sul funzionamento dell’Unione europea, spetta comunque al Consiglio europeo.

Il percorso però ha diversi passaggi. In breve:

  • il Consiglio dell’Unione europea formula una raccomandazione;
  • vengono consultati il Parlamento europeo e il Consiglio direttivo della Bce;
  • vengono consultati i leader dei Paesi che hanno l’euro.

Il parere dell’Eurocamera non è vincolante e alla fine la scelta avviene a “maggioranza qualificata”.

La Bce ha già spiegato in una nota che “il successore della presidente Lagarde sarà nominato dal Consiglio europeo secondo la procedura di nomina prevista dall’articolo 283 del Trattato sul funzionamento dell’Unione europea”.

Cosa cambia per tassi, mutui e risparmi dopo le dimissioni di Lagarde

Fino a febbraio 2027, non dovrebbero esserci cambiamenti nella linea della BCE dettata dalla presidente dimissionaria. In genere un cambio al vertice potrebbe portare una temporanea volatilità sui mercati, soprattutto per comprendere al meglio quale potrebbe essere la linea futura del successore di Christine Lagarde.

Per mutui e risparmi, non ci sono effetti dovuti alle dimissioni della presidente della BCE. Si tratta di fattori che vengono stabiliti in base all’andamento Euribor per i tassi variabili e IRS per i tassi fissi e ovviamente anche a seconda delle decisioni prese dal Consiglio direttivo.

Christine Lagarde dejará la presidencia del BCE el 7 de febrero y abre la carrera por su sucesión

29 October 2026 at 10:38

La silla económica más importante de Europa está vacante. La presidenta del Banco Central Europeo, Christine Lagarde, dejará su cargo el 7 de febrero, casi nueve meses antes de que venza su mandato, el 31 de octubre de 2027. El movimiento, anunciado por el banco este jueves, ya estaba en los corrillos políticos y financieros de Europa desde hace meses y obliga a los miembros de la eurozona a pactar en pocas semanas la renovación casi al completo de la cúpula de la institución económica más poderosa del continente. El 3 de enero abandona su puesto la alemana Isabel Schnabel, consejera del banco dedicada a mercados financieros, y el 1 de junio lo hará Philip Lane, irlandés que ejerce como economista jefe.

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© BCE

Christine Lagarde, este jueves en Fráncfort.

BCE: Mercado focado nas decisões após outubro e turbilhão dos juros franceses

29 October 2026 at 07:00

O mercado dá como quase certo que o Banco Central Europeu (BCE) manterá os juros diretores inalterados na reunião que conclui esta quinta-feira, mas mantêm a porta aberta a mais subidas até final do ano e no início de 2027. A atenção estará assim virada para possíveis sinais quanto ao rumo da política monetária a partir daqui, bem como quanto aos riscos de fragmentação dado o disparo nos juros soberanos franceses e ao futuro de Christine Lagarde enquanto presidente da instituição.

As taxas de referência para a zona euro devem assim permanecer entre 2,5% e 2,65% dada a ausência de surpresas negativas do lado da inflação, onde a autoridade monetária europeia continua sem detetar sinais de efeitos de segunda ordem. O indicador de preços tem-se comportado geralmente em linha com as previsões do BCE, pelo que a expectativa dos mercados é de uma reunião sem novidades.

Perante este cenário, o foco da conferência de imprensa que se seguirá ao anúncio deverá ser colocado em três tópicos: quais serão os próximos passos da política monetária europeia, qual o risco associado à subida dos juros franceses e do spread para as bunds alemãs, e se a presidente Lagarde abre o jogo quanto ao seu futuro.

Quanto a forward guidance, Lagarde deverá manter o tom do discurso dos últimos meses, falando em “dependência dos dados” e argumentando que a resposta “moderada” do banco até agora tem sido adequada, sobretudo depois da resposta do mercado à subida de juros em setembro. Ao mesmo tempo, os preços da energia continuam a subir e em níveis compatíveis com o cenário adverso traçado pelo BCE nas projeções mais recentes, o que “deixa uma margem reduzida para uma viragem de ‘pomba’”, argumenta Fabio Balboni, estratega macro da Wellington Management.

Desde a decisão de setembro e a atualização hawkish das projeções do banco, que apontam para uma inflação core de 2,3% em 2028 (ou seja, cada vez mais persistentemente acima do objetivo de 2%), “os decisores do BCE têm tentado retornar ao enquadramento de junho, apontando a uma resposta ‘moderada’ (uma subida por trimestre), sinais limitados de efeitos de segunda ordem, uma necessidade de manter as taxas ‘moderadamente restritivas’ e uma taxa neutra entre 2% e 2,5%”, acrescenta.

No que respeita a França, o atual disparo nos juros soberanos até tem ajudado o BCE, ao tornar as condições mais apertadas, o que reduz a necessidade de mais subidas das taxas diretoras. Por outro lado, o risco de fragmentação da transmissão da política monetária é real e crescente, apontam os analistas, mas não forte o suficiente para despoletar uma intervenção do banco central.

“Por enquanto, há pouca evidência que as tensões no mercado de obrigações, seja em França, seja na zona euro como um todo, se tenham tornado num problema sistémico”, escrevem os economistas da Gavekal, lembrando que, apesar de um spread elevado no caso italiano ao longo de 2023, a transmissão da política monetária foi assegurada.

Mas “se as tensões escalarem a um ponto em que ameaçam a transmissão, o BCE irá sem dúvida intervir para abordar esta questão, seja através do TPI [Ferramenta de Proteção de Transmissão], seja através de outro instrumento recém-criado”, acrescentam.

Finalmente, e depois de oscilar entre o silêncio, as garantias de que fica e as sugestões de que pode mesmo terminar o mandato antes do prazo estabelecido, Lagarde deverá ser novamente questionada quanto ao seu futuro – sobretudo dada a situação em França, de onde é e cujo regresso à vida política ativa tem sido sugerido pela comunicação social. A “capitã” pode mesmo “abandonar o barco” antes do tempo, como ilustrou em julho.

Apesar de não serem esperadas novidades quanto ao futuro da presidente, Fabio Balboni lembra que, após o anúncio da saída de Isabel Schnabel, uma das vice-presidentes do banco e das vozes mais ouvidas pelo mercado, há uma pequena possibilidade de Lagarde se junte e anuncie também já o fim do seu mandato.

Nell’Eurozona l’autobus è uno solo, le cinture fiscali no

14 September 2026 at 09:49

Se la banca centrale è come l’autista di un autobus, allora lo spazio fiscale si può interpretare come una cintura di sicurezza. Nell’Eurozona il volante è unico, affidato alla Bce, ma le cinture sono tante quante i paesi membri. Quali sono le conseguenze?

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7 September 2026 at 10:26

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Manca un piano B per l’infrastruttura che regge l’euro

21 August 2026 at 10:00

T2 è il sistema attraverso cui le banche dell’Eurozona regolano i pagamenti tra loro in tempo reale. Non ha sostituti: se si ferma, si fermano tutte le operazioni. Una situazione che diventa preoccupante di fronte alla possibilità di attacchi informatici.

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