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Presidenta encargada califica de algo muy serio diálogo en Venezuela

26 October 2026 at 22:46

Caracas, 26 oct (Prensa Latina) La presidenta encargada de Venezuela, Delcy Rodríguez, declaró hoy que el proceso de diálogo que se adelanta en el país es algo muy serio.

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Líderes estrangeiros reconhecem vitória e parabenizam Lula

Logo Agência Brasil

Políticos de várias partes do mundo continuam se manifestando, após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no último domingo (25).

O presidente da França, Emmanuel Macron, usou as redes sociais para parabenizar o seu homólogo brasileiro.

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“Meus parabéns, Lula, pela sua reeleição. A França e o Brasil têm muito a construir juntos. Diante dos grandes desafios do nosso tempo, reforcemos nossa parceria estratégica e façamos viver a amizade entre nossos dois países a serviço de um mundo mais justo”.

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sanchéz, foi outro a usar as redes sociais para exaltar a vitória de Lula sobre a extrema-direita.

“Grande vitória de Lula! O que aconteceu no Brasil acontecerá na Espanha. A virada do progressismo global acaba de começar”.

O presidente do Equador, Daniel Noboa, também foi ao X, antigo Twitter, para felicitar o presidente brasileiro.

“Parabéns, Lula, por esta vitória. Nossa região tem inimigos comuns, desafios compartilhados e muito a ganhar quando trabalhamos juntos”.

Noboa é um político de direita e um dos aliados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na América do Sul.

Outros líderes da América Latina também felicitaram o brasileiro pela reeleição. Entre eles, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o presidente do Uruguai, Yamandu Orsi.

O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, também exaltou a relação entre seu país e o Brasil ao congratular o presidente reeleito.

“A relação entre o Canadá e o Brasil floresceu sob nossa parceria. Vamos aproveitar essa oportunidade para torna-la ainda mais forte, juntos – para criar novas grandes oportunidades de comércio, proteger o meio-ambiente e construir maior prosperidade para os povos de ambos países”.

A primeira ministra do Japão, Sanae Takaishi, disse esperar que Lula “continue a guiar o Brasil com sua forte liderança” e se mostrou ansiosa para trabalhar com o brasileiro e estreitar “ainda mais a parceria estratégica global numa gama ampla de áreas”. Entre essas áreas, Takaishi citou um acordo entre Japão e Mercosul.

A China divulgou um comunicado por meio do porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros.

“A China está disposta a trabalhar com o Brasil para continuar a avançar na construção de uma comunidade de futuro compartilhado entre os dois países”.

Vladimir Putin, presidente da Rússia, falou em “reconhecimento dos brasileiros às suas notáveis qualidades de liderança, seu apoio à política de desenvolvimento socioeconômico sustentável do país e a proteção de sua soberania e legítimos interesses no cenário global”.

Já Ursula Von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, publicou um comunicado se dirigindo a Lula e exaltou a bandeira do multilateralismo, muito defendida pelo brasileiro em seus discursos no exterior. “Parabéns ao amigo Lula pela sua vitória eleitoral. A democracia e o multilateralismo venceram no Brasil”.

O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, em entrevista à imprensa nesta segunda-feira (26), disse que estava indo para casa quando viu vários novaiorquinos saindo de um bar gritando o nome de Lula o que mostrou, segundo ele, animação dos moradores da cidade com a vitória do candidato do PT.

“Eu vi o quanto ele significa para tanta gente nessa cidade, nesse país e por todo o mundo, honestamente”. Nas redes sociais, Mamdani também mandou um recado para Lula. “O povo unido jamais será vencido! Parabéns, presidente Lula.”

*com informações de Matheus Crobelatti e Pedro Rafael Vilela

 

Atriz de “Dois Homens e Meio” revela motivo de ter deixado elenco da série

26 October 2026 at 21:18

A atriz Holland Taylor, 83, revelou o motivo de ter deixado o elenco original da série “Dois Homens e Meio” (2003). Na produção, ela deu vida à personagem Evelyn Harper, mãe dos protagonistas Charlie e Alan Harper, interpretados por Charlie Sheen e Jon Cryer, respectivamente.

Segundo ela, a decisão de deixar a série “Dois Homens e Meio” foi motivada pela falta de aumento de salário. “Nunca me pagaram muito bem. Naquela série, eu recebia o mesmo que ganhava em uma série uns oito anos antes”, disse ao podcast “Alchemy with Anthony Mason”.

“Sabe, eu recebi quatro indicações ao Emmy e eles nunca me deram um aumento”, acrescentou a atriz.

Holland Taylor disse que, por se sentir desvalorizada na produção, resolveu sair do contrato fixo e propôs fazer apenas algumas participações como a mãe de Charlie e Jon.

“Os seis anos terminaram e eu avisei: ‘Não quero mais ficar sob contrato, mas posso visitar o programa ocasionalmente, se vocês quiserem’. Quer dizer, eu interpretei a mãe dos meninos. E eles disseram: ‘Não podemos te pagar mais nada’. Então eu disse: ‘Vocês poderiam me pagar o custo deste prédio, mas não se deem ao trabalho, porque não quero continuar sob contrato. Voltarei como convidada de vez em quando'”, relembrou Taylor.

Ela ainda contou que os produtores da série ficaram surpresas com a decisão, mas não se esforçaram para mantê-la. “Eles estavam apenas tentando se proteger de me dar um aumento significativo”.

Holland Taylor também disse que o tratamento foi diferente com seu colega de elenco, Jon Cryer. “O Jon quadruplicou o salário dele ou algo assim. É isso que eles costumam fazer quando o contrato termina”.

A série “Dois Homens e Meio” (“Two and a Half Men”, originalmente em inglês) estreou em 22 de setembro de 2003 nos Estados Unidos e teve um total de 12 temporadas, encerrando em 19 de fevereiro de 2015.

A atriz deixou o elenco fixo após a 6.ª temporada, mas continuou fazendo participações especiais até o final da produção.

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*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil

Association of Jurists Demands Release of Luisa González in Ecuador

26 October 2026 at 19:28

The American Association of Jurists (AAJ) has demanded the immediate release of former Ecuadorian presidential candidate Luisa González, who remains in pretrial detention as part of the Labyrinth case—an investigation into alleged money laundering linked to the financing of the 2023 presidential campaign of the Citizen Revolution (RC) movement.

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Ecuador Opposition Figure Luisa González Challenges Arrest

In a statement released on October 26, the organization described the opposition leader’s detention as arbitrary and questioned the precautionary measure, which was imposed just over a month before Ecuador’s local elections, scheduled for November 29.

The AAJ maintained that pretrial detention must be justified by specific procedural risks, such as the risk of flight or the potential to obstruct an investigation. According to the association, González had remained available to the judicial authorities since a raid conducted in January 2026; she had kept them informed of her international travel, returned to the country, and was subsequently arrested at her home.

“In the absence of a procedural risk, this measure functions as a preemptive sentence,” the organization stated, citing both the Ecuadorian Constitution and Inter-American jurisprudence to argue that the deprivation of liberty prior to a conviction should be an exceptional measure.

The AAJ also denounced the use of ongoing investigations—in which no verdict has been reached—as tools for electoral exclusion, noting that González’s detention occurs within a broader context of decisions that, in the organization’s view, restrict democratic competition.

⭕️ #ATENCIÓN | La Asociación Americana de Juristas condenó la detención de @LuisaGonzalezEc y exigió su libertad inmediata. La organización denunció el uso de la prisión preventiva y de investigaciones sin sentencia como mecanismos de exclusión electoral y alertó sobre la… pic.twitter.com/KaV7c1Tb36

— Radio Pichincha (@radio_pichincha) October 25, 2026

The text reads, “The American Association of Jurists condemned the detention of @LuisaGonzalezEc and demanded her immediate release. The organization denounced the use of pretrial detention and investigations without a sentence as mechanisms of electoral exclusion and warned about the proscription of the opposition in Ecuador. The AAJ will bring the case before the IACHR and UN organizations.”

In its statement, the association linked González’s case to a series of actions taken against opposition organizations and figures. These include the temporary suspension of the Citizen Revolution, the deregistration of other political parties, the suspension of the AMIGO movement, and the rejection of González’s candidacy.

The organization also pointed to the raid on the Quito municipal government offices and the decision to move up the date of the elections. According to the AAJ, these actions constitute a pattern of suppressing the political opposition in Ecuador. The organization argued that the American Convention on Human Rights limits the restriction of political rights and prohibits the suspension—even during states of emergency—of the judicial guarantees essential for their protection.

Furthermore, the legal organization announced that it will bring the case before the Inter-American Commission on Human Rights (IACHR), the United Nations Special Rapporteur on the independence of judges and lawyers, and the Working Group on Arbitrary Detention.

Additionally, it called on electoral observation missions to assess the conditions for fair competition in the elections scheduled for November 29. The statement was signed by Claudia V. Rocca, president of the AAJ Continental, and Vanessa Ramos, the organization’s secretary-general.

#Ecuador | Former President Rafael Correa denounced the arrest of Luisa Gonzalez, a former presidential candidate and a leading figure in the Citizen Revolution movement.https://t.co/X40VSCtbKF

— teleSUR English (@telesurenglish) October 23, 2026

Why ‘You Can See Everything’ dominates conversations, social media, Halloween costumes, and has even been Oscar-tipped

26 October 2026 at 18:30

How long has it been since a documentary dominated public conversation, the box office, chats between friends and social media memes? You might have to go back to 2004 and Fahrenheit 9/11, by Michael Moore, or that hybrid (but a film, nonetheless) that blew many minds — The Blair Witch Project in 1999 — to see something similar to what’s happening in the United States surrounding You Can See Everything, this season’s cultural phenomenon.

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Amanda Seyfried in 'The Dropout.'

© A24

Elizabeth Holmes, in the documentary 'You Can See Everything.'

Pedro Sánchez: ‘These elections can be summed up in a very simple idea: either the past moves forward, or Spain moves forward’

26 October 2026 at 16:27
Spain's prime minister, Pedro Sánchez, on Friday at Socialist Party headquarters on Ferraz street in Madrid.

The prime minister is a candidate again. And it shows. He speaks fluidly, dodges jabs, and stands his ground with a smile. Pedro Sánchez, who seemed somewhat weakened after his brother’s conviction and the Ceuta migrant crisis, appears to have been energized by the general election of November 29, which will be his sixth. “These elections can be summed up in a very simple idea: either the past moves forward, or Spain moves forward,” he says.

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Prime Minister Pedro Sánchez (l) on Friday at Ferraz during the interview with EL PAÍS editor Jan Martínez Ahrens (r) and political correspondent Carlos E. Cué.The prime minister, Pedro Sánchez, at various moments during the EL PAÍS interview at Ferraz on Friday.Pedro Sánchez during the interview with EL PAÍS at PSOE central headquarters on Ferraz street in Madrid.The prime minister and PSOE leader, Pedro Sánchez, on Friday at the party’s central headquarters on Ferraz street in Madrid.

California’s Potential Quartz Ban Pushes Contractors and Retailers to Alternatives

26 October 2026 at 14:48
Manufacturers and their customers are using materials made without the clouds of dust that have sickened workers in quartz-cutting shops.

© Brian van der Brug/Los Angeles Times, via Getty Images

A fabrication shop in Sun Valley, Calif. The state is poised to ban the production and installation of quartz countertops.

El PSOE celebra el ejemplo de Lula para apelar a la "remontada" también en España

26 October 2026 at 12:05
(Foto de ARCHIVO) El presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (d), y el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez (i), se saludan durante la segunda y última jornada del Global Progressive Mobilisation, a 18 de abril de 2026, en Barcelona, Catalunya (España). La Global Progressive Mobilisation (GPM) es un evento de alto nivel que incluye cenas de trabajo y diversas actividades organizadas por la Internacional Socialista, bajo la presidencia de Sánchez, los días 17 y 18 de abril de 2026 en Barcelona. Kike Rincón / Europa Press 18 ABRIL 2026;CATALUÑA;BCN;GPM;PROGRESISMO;PROGRESISTA;PSOE;SOCIALISTAS;INTERNACIONAL; 18/4/2026

El PSOE miraba atentamente este domingo a Brasil, la mayor democracia de Latinoamérica. Luiz Inácio Lula da Silva, uno de los referentes mundiales de la izquierda, partía con clara desventaja. Nunca un perdedor en la primera vuelta de las presidenciales había logrado ganar en la segunda en la historia democrática del gigante americano. Pero Lula, el carismático líder del Partido de los Trabajadores, que este martes cumplirá 81 años, venció a su rival, el ultraderechista Flávio Bolsonaro. Contra pronóstico. Con todas las encuestas en contra. 51,79% frente a 48,21%. 64,2 frente a 59,8 millones de votos. Una remontada épica e inesperada en una región que claramente ha girado a la derecha, alineándose con Donald Trump. Brasil se reafirma como una isla, junto con el México de Claudia Sheinbaum, en todo el continente.

Lula da Silva se impone a Flávio Bolsonaro y es reelecto presidente de Brasil https://t.co/6CUoz8QcPM pic.twitter.com/frt3JqgYJv

— Europa Press TV (@europapress_tv) October 26, 2026

La victoria de Lula se ha convertido de manera automática en un espejo, para la izquierda española, de lo que puede ocurrir el 29-N. La señal de que sí hay partido y de que no está todo perdido, de que hay esperanza y de que la "remontada" puede repetirse aquí. Los mensajes de los socialistas (y de Frente Amplio) caminaron en las últimas horas por el mismo camino: Brasil insuflaba ánimo a los progresistas.

Sánchez y Lula han cooperado en los últimos años y de hecho ambos impulsaron la Reunión en Defensa de la Democracia, que celebró su cuarto encuentro el pasado abril en Barcelona

Lula, además, no es un dirigente cualquiera. Pedro Sánchez lo ha reivindicado en múltiples ocasiones, han trabajado juntos. Ambos impulsaron en 2024 la Reunión en Defensa de la Democracia, una iniciativa que celebró su cuarta edición el pasado abril en Barcelona, donde también tuvo lugar la I Cumbre España-Brasil y la Global Progressive Mobilisation (GPM). La sintonía entre los dos mandatarios siempre ha existido, así que su triunfo imprevisto en la segunda vuelta de las presidenciales refuerza el discurso de Ferraz y de la Moncloa. "¡Gran victoria de Lula! —exclamó el presidente del Gobierno en su cuenta de X—. Lo que ha pasado en Brasil pasará en España. La remontada del progresismo global acaba de comenzar".

¡Gran victoria de @LulaOficial!

Lo que ha pasado en Brasil, pasará en España.

La remontada del progresismo global acaba de comenzar.

— Pedro Sánchez (@sanchezcastejon) October 26, 2026

"Enhorabuena a Lula por una victoria épica", se congratuló la número tres del partido, Rebeca Torró, "la esperanza de Brasil tendrá su eco este 29-N en España. No hay máquina del fango ultraderechista que pare esta remontada progresista". "Con Lula empieza la remontada de la izquierda frente a la Internacional Populista de extrema derecha. El 29 de noviembre demostraremos que también en España la esperanza de un país que avanza cuatro años más vencerá al odio de quienes quieren hacernos retroceder cuatro décadas", apuntaba por su parte el portavoz en el Congreso, Patxi López.

El triunfo inesperado del mandatario brasileño es un "soplo de esperanza", señala el ministro Puente, el aviso de que se puede vencer a las encuestas y de que el ciclo alcista de la ultraderecha puede pararse

Las dos palabras claves eran esperanza y remontada. Fundamentales para arengar a las hasta ahora deprimidas bases electorales de la izquierda. Es lo que expresaba este lunes, en un desayuno informativo en Madrid, el ministro de Transportes, Óscar Puente: la victoria de Lula es un "soplo de esperanza", un aviso de que se puede vencer a los sondeos y la señal de que el ciclo expansivo de la ultraderecha empieza a detenerse y España podría ser ese ejemplo al mundo.

Enhorabuena a @LulaOficial por una victoria épica.

La esperanza de Brasil tendrá su eco este #29N en España. No hay máquina del fango ultraderechista que pare esta remontada progresista. pic.twitter.com/0NCH6QrNPZ

— Rebeca Torró/❤️ (@Rebeca_Torro) October 26, 2026

En abril, cuando se celebró en Barcelona la GPM, donde se había frenado la derecha populista era en Hungría, con la caída de Víktor Orbán. Ahora, el ejemplo progresista para el mundo es Brasil. Y los socialistas esperan que ocurra lo mismo el 29-N con España, como también subrayó otro ministro, el de Exteriores, José Manuel Albares, en una entrevista en RNE: la "victoria contundente" de Lula demuestra que "la única encuesta que vale es las urnas", y eso puede aplicar para Sánchez, que podrá revalidar su mandato, aseguró, y es "lo que conviene a los españoles", informa EFE.

También Frente Amplio se alegra de la remontada épica de Lula y cree, en palabras de Urtasun, que tanto su victoria como la de la oposición estudiantil en Serbia muestran un "cambio de tendencia claro"

Para Ernest Urtasun, ministro de Cultura y número dos en la lista de Frente Amplio y comunes en Barcelona, lo ocurrido en el gigante latinoamericano y en Serbia, donde ayer ganó la lista estudiantil opositora a Aleksandar Vucic, prueban que hay hoy "un cambio de tendencia claro en el avance de la oleada reaccionaria", que "parecía imparable", pero "no lo es", informa EFE.

Encuestas 29-N: Sánchez recorta distancias a Feijóo y PP y Vox bajan por primera vez de los 200 escaños

26 October 2026 at 09:04
El presidente del Partido Popular, Alberto Núñez Feijóo, durante un acto preelectoral en Vigo, este sábado 24 de octubre

Tres nuevos sondeos ven la luz en esta fase ya avanzada de la precampaña de generales del próximo 29 de noviembre. Con no más de dos semanas de diferencia, Sigma Dos para El Mundo, Sociométrica para El Español y con algo más de margen El Ateneo del Dato para eldiario.es dieron a conocer sus mediciones sobre los principales candidatos y partidos. La tendencia se asemeja mucho a la marcada a finales de semana por IMOP para El Confidencial: señalan un retroceso del PP, la consolidación de Vox a las puertas del 20% del voto y una izquierda que empieza a remontar a pequeños pasos pero aún muy lejos de poder sumar.

La media de estas tres publicaciones deja al PP, ganador de los anteriores comicios el 23 de julio de 2023 con 137 en unos 130 escaños de media, con horquillas que van desde los 119 a los 135. Comparado con los sondeos anteriores de las mismas empresas demoscópicas privadas, Alberto Núñez Feijóo perdería en esas dos semanas hasta siete diputados de media. Se le atribuía la misma representación actual sin que ese crecimiento de Vox le perjudicase. En contraste, ahora por la derecha, Vox sigue percibiéndose de manera muy estable, con mínimos altibajos y es a la izquierda a quien beneficia la bajada de los populares. Se desconoce, eso sí, si es un incremento directo, complicado, o si hay un aumento de las salidas de votantes del PP a Vox que en el reparto provincial de escaños premiaría a Pedro Sánchez y a los partidos del Frente Amplio.

La candidatura de Santiago Abascal lleva meses estable, sin sufrir grandes cambios de flujo de votos y de media en los 65 diputados respecto a sus 33 obtenidos para esta última legislatura ya superada en el Congreso de los Diputados. Ahora, esa media se eleva a 67, pero con matices. La cifra ha sido ya común en esas mediciones anteriores de otras demoscópicas, pero supone un aumento considerable de empresas como Ateneo del Dato, de entre dos y seis cargos más en las horquillas baja y alta, y de uno en ambos casos para Sigma Dos. Solo Sociométrica estima un descenso de un escaño y un 0,2% en estas semanas, algo que entra en el margen de error. Lo que sí destaca es el progreso a nivel de porcentaje de sufragios proyectado, a solo un par de décimas de el 20%.

La suma de PP y Vox baja de los 200 escaños

Pese a ese descenso de los populares, la combinación con los de Abascal sigue dando suficiente apoyo para alcanzar la mayoría absoluta con 197 escaños. Es la primera vez en meses que una media de sondeos deja a los dos principales partidos de la derecha por debajo de los 200, más en un momento en el que se habla de alcanzar amplias mayorías de 3/5. Para ello se sigue negociando en estos instantes. Génova y Bambú quieren una fórmula que les encaje para concurrir conjuntamente al Senado –por retirada de Vox, cesiones mutuas de espacio o integración de los segundos en las listas populares– para disminuir los posibles efectos electorales tras el acuerdo de coalición de PSOE y Frente Amplio en todos los enclaves salvo Canarias –excepto La Gomera– y Cataluña, bajo las siglas Senado de Progreso.

21 escaños de margen para Sánchez

Ese es el total de diputados que la izquierda debe recortar a la derecha, con la esperanza de que ningún partido nacionalista pacte con PP y Vox. Parece complicado para PNV, Junts o Coalición Canaria, dados los deseos de los de Abascal de limitar a partidos que abogan por la plurinacionalidad o la separación del Estado, incluso el deseo de ilegalizarlos. Frente a ese reto, en dos semanas, la izquierda habría remontado hasta cuatro escaños de máxima, desde los 104, y aproximadamente un 0,8-0,9% de voto, quedando casi a las puertas de los 27 puntos respecto al 31,2% del PP. De ese modo, Sánchez lograría una media de 108 diputados. Contrasta con la apreciación de IMOP de 113 escaños el jueves, pero muestra una tendencia de subida general.

Ese incremento es paralelo en todo su bloque. Una vez despejada la marca Frente Amplio y que no concurrirá con Podemos, los partidos pilotados por Ada Colau como candidata al Gobierno por Barcelona ascienden ligeramente para consolidarse en los 14 escaños y el 6,8% de los votos. Sigue siendo más de la mitad lo que se deja el espacio de la izquierda alternativa, desde los 31 diputados. Respecto a los estudios anteriores de estas 'casas' sí hay un sostenimiento en sufragios según Sigma Dos, pero un descenso en ese espacio del que se aprovecharía Sánchez. Desde el partido ven cambios sustanciales desde que han dejado de lado las pugnas por las candidatura y las listas en su izquierda.

Respecto a los 152 diputados logrados entre PSOE y Sumar para la conformación del Ejecutivo de coalición, ahora la combinación deja a los socios en 122 escaños. Prácticamente el mismo peso político que los socialistas en solitario, con sus 121 parlamentarios este mandato. La izquierda se aferra a que habrá movilización el 29-N por cuestiones como el derecho a la vivienda y que el voto se acaba decidiendo pocos días antes de la fecha electoral. Hay un detalle en lo que coinciden algunos demoscópicos, y es que se está reduciendo la indecisión, uno de los factores que, entre otros, viene lastrando al espacio progresista en los barómetros.

¿A cuánto quedan PSOE y Frente Amplio del Gobierno?

Junto a sus actuales socios, las distancias para repetir mandato se acortan algo más. Sobre todo, teniendo en cuenta que muchos partidos de la izquierda nacionalista o regionalista gana peso a costa del desgaste de Sánchez y de los renovados partidos que aglutinó Yolanda Díaz, vicepresidenta segunda y ministra de Trabajo y Economía Social. ERC pasaría de 7 a 9 escaños, el BNG subiría a 2, EH Bildu rondaría los 7-8 representantes, frente a sus 6 actuales, 4-5 PNV, o perdiendo o manteniéndose, y 0-3 Podemos. La novedad es que entraría, solo según Sigma Dos, Adelante Andalucía, con 2-3 diputados en competencia directa con Frente Amplio en Andalucía. En conjunto, en el mejor de los casos, darían a Sánchez 155 escaños. En el supuesto de que Junts quisiese volver a apoyar al PSOE, serían otros 7 escaños a añadir, 162 en total. Lo que acortaría esa veintena de escaños a 14 de diferencia para un cuarto mandato del socialista.

Las encuestas de inicio de campaña y las que se publiquen durante y en la última semana, mostrarán si la tendencia de crecimiento de la izquierda puede poner en un aprieto esa estabilidad de pronósticos sobre PP y Vox mantenida durante años. Este lunes a las 23.59 horas finaliza, además, el plazo de presentación de candidaturas.

Precio de la luz hoy, 26 de octubre de 2026: consejos para programar tus aparatos y esquivar las horas más caras

26 October 2026 at 08:37
Precio de la luz hoy

El mercado mayorista de la electricidad, supervisado por el Operador del Mercado Ibérico de Energía (OMIE), ha registrado este lunes un precio medio de 196,86 €/MWh, lo que supone una bajada del 8,48% respecto al valor alcanzado en la jornada anterior.

Por su parte, los consumidores acogidos al Precio Voluntario para el Pequeño Consumidor (PVPC) afrontan un precio medio de 227,50 €/MWh, cifra que ya refleja la actualización aplicada a la tarifa regulada, aunque podría experimentar incrementos adicionales en los próximos días una vez se incorporen los peajes de acceso y otros cargos regulados.

Consejos para programar tus aparatos y esquivar las horas más caras

Para reducir el impacto en la factura, el primer paso consiste en consultar diariamente la curva de precios fijada por el mercado regulado e identificar con antelación las franjas más económicas, que suelen concentrarse en la madrugada y en las primeras horas de la tarde. Trasladar a estos momentos los aparatos de mayor consumo térmico (como la lavadora, el lavavajillas o el termo eléctrico) marca una diferencia sustancial. La gran mayoría de modelos modernos cuentan con función de inicio diferido, lo que permite dejarlos cargados y programados para que funcionen de forma automática durante los valles tarifarios sin alterar la rutina del hogar.

Asimismo, optimizar el uso de los electrodomésticos implica esquivar activamente los picos de mayor demanda, habitualmente situados entre las 20:00 y las 22:00 horas, cuando el coste del megavatio hora alcanza sus máximos. En esas horas punta conviene evitar el uso del horno o de ciclos largos de lavado, además de recurrir a programas ECO y temperaturas bajas (30°C o frío), que reducen la demanda energética hasta en un 60%. Complementar esta estrategia con regletas con interruptor o enchufes inteligentes programables ayuda a erradicar el consumo fantasma de los dispositivos en espera, blindando el ahorro doméstico durante todo el día.

Cuándo es más barato y más caro el precio de la luz

Hora más barata: Una de las franjas con menor precio es entre las 14:00 y las 15:00, aproximadamente 49,58 €/MWh para PVPC.

Hora más cara: La franja más elevada del día se encuentra entre las 20:00 y las 21:00, alcanzando hasta 405,46 €/MWh para la tarifación PVPC.

Precio de la luz (PVPC) por horas

  • 00:00 - 01:00: 212,61 €/MWh
  • 01:00 - 02:00: 213,03 €/MWh
  • 02:00 - 03:00: 212,99 €/MWh
  • 03:00 - 04:00: 212,98 €/MWh
  • 04:00 - 05:00: 213,76 €/MWh
  • 05:00 - 06:00: 220,27 €/MWh
  • 06:00 - 07:00: 240,96 €/MWh
  • 07:00 - 08:00: 300,23 €/MWh
  • 08:00 - 09:00: 266,73 €/MWh
  • 09:00 - 10:00: 171,12 €/MWh
  • 10:00 - 11:00: 161,17 €/MWh
  • 11:00 - 12:00: 124,59 €/MWh
  • 12:00 - 13:00: 121,61 €/MWh
  • 13:00 - 14:00: 122,28 €/MWh
  • 14:00 - 15:00: 49,58 €/MWh
  • 15:00 - 16:00: 70,36 €/MWh
  • 16:00 - 17:00: 160,56 €/MWh
  • 17:00 - 18:00: 281,77 €/MWh
  • 18:00 - 19:00: 387,59 €/MWh
  • 19:00 - 20:00: 400,97 €/MWh
  • 20:00 - 21:00: 405,46 €/MWh
  • 21:00 - 22:00: 385,47 €/MWh
  • 22:00 - 23:00: 267,78 €/MWh
  • 23:00 - 24:00: 256,23 €/MWh

El mártir del escalafón: la epifanía moral de don Francisco

25 October 2026 at 23:08

Existe en la vida pública española una variedad fascinante de misticismo administrativo: la conciencia que solo despierta cuando se cierra la ventanilla de las prebendas. Hasta la tarde de este domingo, don Francisco Martín Aguirre, delegado del Gobierno en la Comunidad de Madrid, era un hombre de una flexibilidad espiritual admirable, capaz de digerir sapos institucionales con la serenidad de un faquir en hora punta. Sin embargo, bastó un ligero descuido tipográfico —la ausencia de su nombre en las listas del PSOE al Congreso y al Senado para el próximo 29 de noviembre— para que al caballero le sobreviniera, de golpe, un ataque agudo de dignidad. 

Si Evelyn Waugh hubiera tenido la fortuna de pasear por la calle Miguel Ángel en lugar de por Mayfair, habría encontrado en don Francisco al protagonista ideal para una secuela castiza de Merienda de negros. Nuestro hombre concibió la Delegación del Gobierno no como esa aburrida oficina encargada de velar por el orden público y la neutralidad institucional, sino como un pintoresco laboratorio de agitación lírica y despropósitos logísticos.

Su debut en el gran teatro del absurdo patrio quedará para siempre ligado a aquella mañana en la que, con la solemnidad de quien descubre la pólvora mojada, tuvo a bien instruirnos sobre el verdadero patriotismo. Según su exégesis, los herederos políticos de Bildu habían hecho infinitamente más por los españoles y por España que todos los ciudadanos de los «patriotismos de pulsera». Uno podía imaginar a don Francisco frente al espejo, ensayando el gesto de estadista audaz, sin sospechar que ni siquiera tamaño tributo verbal le garantizaría un modesto taburete en la Carrera de San Jerónimo. El hombre hipotecó el diccionario y ni siquiera le dieron el recibo. 

Pero su talento no se limitaba a la oratoria creativa; también brillaba con luz propia en el arte del caos urbano. Bajo su celosa tutela, la Puerta del Sol dejó de ser el kilómetro cero de las carreteras radiales para convertirse en un campamento estacional donde las tiendas de campaña florecían con la complacencia de su despacho, siempre tan comprensivo con el desorden ajeno cuando rimaba con la consigna propia. Y qué decir de la gloriosa estocada a la etapa final de la Vuelta Ciclista a España en el corazón de Madrid: porque nada proyecta mejor la imagen de una capital moderna y segura que la incapacidad —o el desgano— para garantizar que unos señores en bicicleta puedan dar pedales por la Castellana sin que el dispositivo gubernamental colapse entre excusas y sectarismos.

Tragó quina, defendió lo indefendible y convirtió su cargo en una trinchera de partido sin que un solo músculo de su ética protestara

Todo ello —los incendios dialécticos, el boicot tácito a la convivencia madrileña, el entusiasmo de comisario aplicado— lo ejecutó don Francisco con una sonrisa imperturbable. Tragó quina, defendió lo indefendible y convirtió su cargo en una trinchera de partido sin que un solo músculo de su ética protestara.

Y, de pronto, el milagro. Al comprobar que los arquitectos de Ferraz habían olvidado incluir su sacrificado apellido en el boletín de los elegidos, don Francisco descubrió que tenía principios. Se marcha hoy dando un portazo que pretende sonar a tragedia griega, aunque en realidad suene al tintineo melancólico de una aspiración frustrada. Es la «dignidad sobrevenida», esa virtud tardía que nunca asoma cuando se maltrata a los ciudadanos o se degrada una institución, pero que estalla con furia indomable en el preciso instante en que a uno le dejan sin escaño. Madrid pierde a un delegado, sí, pero la picaresca contemporánea gana a su mártir más involuntariamente cómico.

Sánchez y la máquina del tiempo

25 October 2026 at 19:18

Tras La Revuelta, el presidente le ha dado una entrevista a El País. La primera que da a un medio escrito después de anunciar el adelanto electoral. Ninguna sorpresa por lo que a la elección del medio se refiere.

Ahora bien, el titular del diario modifica en algo sustancial lo que dijo Pedro Sánchez. En la conversación, el presidente dice: "Pero un Gobierno de PP y Vox no representa una alternativa, es una auténtica involución. Supone retroceder 40 años, 50 años de golpe en debates como el aborto o la muerte digna...". Sin embargo, el título de la entrevista limita la horquilla temporal: "Un Gobierno del PP con Vox no es alternativa, es retroceder 50 años".

No creo que los entrevistadores hayan querido manipular lo que dijo el presidente. Más bien le han corregido en un error de bulto, acertando en lo que, en realidad, quería decir.

En los viajes en el tiempo diez años son importantes. Sobre todo para un país que pasó de una dictadura a una democracia. Hace 40 años, en España el PSOE llevaba gobernando 4 años. El principal problema de España era ETA y la derecha no suponía ninguna alternativa real. Sin embargo, hace 50 años no se habían producido todavía las primeras elecciones democráticas y faltaban aún dos años para la aprobación de la Constitución; es decir, era una España predemocrática, todavía con el franquismo políticamente vivo.

Sánchez dijo a bulto lo de los 40 o 50 años y no cayó en la cuenta de lo que significaba ese lapso de 10 años. El País lo arregló para que no hubiera dudas: un Gobierno del PP y Vox nos llevaría de cabeza al franquismo.

Lo que da miedo es la España que es incapaz de convivir, que es a lo que nos está llevando el presidente

Los viajes en el tiempo en política tienen mucho peligro, aunque a algunos no nos sentaría mal recuperar la juventud de un plumazo. Si eso fuera posible, el voto de los mayores de 60 años lo tendría asegurado la derecha.

Había una serie en los años 60 que se llamaba así, El túnel del tiempo, que cada semana nos hacía viajar al pasado o incluso al futuro utilizando una máquina que daba un poco de vértigo cuando se ponía a funcionar. De la época de los romanos al futuro de la guerra de las galaxias, aunque mucho más cutre. Pero era ciencia ficción.

Por mucho que quieran, que dudo que lo quieran, ni el PP ni Vox nos pueden llevar a los años 70. España ha cambiado tanto que ni siquiera la derecha más cerril propondría ahora la eliminación de las conquistas que se han llevado a cabo en el último medio siglo. Sólo los incautos pueden caer en la trampa del miedo. Es quizás la única alternativa que le queda a un Gobierno corrupto y a un presidente que ha intentado laminar el Estado de Derecho. Y eso sí que es una realidad. En contra de la evidencia, Sánchez quiere ganar sobre la base del miedo: lo que viene será peor.

Marrullero como es, Sánchez nos propone un viaje en el tiempo a una época muy anterior: pretende llevarnos a los años 30, con su Frente Popular, con sus fascistas, con la guerra de los buenos contra los malos, que, fatalidad, ganaron los malos. Con la apropiación indebida de un gran poeta, Federico García Lorca, que pertenece a todos los demócratas, incluso a los de derechas.

En su intento de eliminar la alternativa (¿hay acaso algo más antidemocrático?), Sánchez ha dibujado una línea roja que divide al país entre demócratas y fachas. Recordaba hace poco García Castellón en estas páginas cómo el estalinismo calificó de socialfascistas a los partidos socialdemócratas. Todo lo que no era comunista, era fascista. Luego, cuando le convino a Stalin, se modificó la doctrina para permitir la creación de los frentes populares, donde los comunistas debían convivir con los socialistas para combatir el fascismo. Ya no eran fascistas.

Ese viaje en el tiempo, noventa años atrás, a mí me da mucho más miedo que el otro, aunque ambos sean imposibles. La norma de que todo vale contra el fascismo (aquí y ahora, una coalición de PP y Vox) nos lleva a una dinámica de enfrentamiento civil que ya está aflorando, como hemos visto esta semana en el intento de boicot a los mítines de Abascal o en los disturbios de Barcelona.

La huelga general, esa que se han inventado UGT y CCOO para hacerle la campaña a un Gobierno que les ha atiborrado de subvenciones, es otra prueba de ese intento de dividir al país en dos, de enfrentarnos a los que no comulgamos no con unas ideas, sino con unas prácticas nefastas para la democracia, con los que se aferran a una izquierda que tiene más de pose que de realidad.

Lo que da miedo no es ese viaje a los años 70 que nos augura Sánchez si gana la derecha, sino la España que es incapaz de convivir, que es a la que nos está llevando el presidente.

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