E.P.A. to Loosen Methane Rules for Oil Firms

© Susan Montoya Bryan/Associated Press

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On Tuesday, Iranian President Masoud Pezeshkian branded U.S. actions that cause dangerous surges in hydrocarbon prices on the world market as “economic terrorism.”
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“Economic terrorism, in the form of the U.S. naval and air blockade against Iran, in addition to Washington’s pressure on other countries to comply with this blockade, are illegal actions that seriously destabilize energy markets,” he said during his address at the summit of the Gas Exporting Countries Forum (GECF), the so-called “gas OPEC.”
Pezeshkian also pointed out that U.S. military interventions in the Persian Gulf region not only affect regional actors but also disrupt the process of energy pricing, supply and transportation, which threatens global economic growth.
The Iranian leader then invited international investors to do business with the Persian nation. “Foreign investors can, without running any risk, take advantage of incentives and benefits that we offer in the oil, gas and petrochemical sectors,” he stressed.
🇶🇦🇷🇺🇮🇷 Qatar’s Emir Tamim joins Vladimir Putin and Iranian President Masoud Pezeshkian at the eighth Gas Exporting Countries Forum summit in Moscow. Ahead of the group photo, Tamim held separate talks with Pezeshkian: Qatar’s published account lists Hormuz, energy supplies and… pic.twitter.com/g1ipI3Z0Ux
— Gölge Veri (@golgeveri) October 27, 2026
Pezeshkian highlighted that, despite the sanctions imposed on Tehran, Iran was able to increase its natural gas production capacity to 300 billion cubic meters per day.
Commenting on the Iranian leader’s speech, Russian President Vladimir Putin agreed that “illegal sanctions” only have harmful consequences.
“You drew attention to the illegal sanctions that some countries impose in the energy sector. I completely agree that they only have harmful consequences for all market actors, both producers and gas exporters,” he said.
teleSUR/ JF
Source: EFE

© GNR - Comando Territorial de Vila Real
A Polícia Militar prendeu dois homens em flagrante por tráfico de drogas, na manhã desta segunda-feira (26), na comunidade do Boi Malhado, na zona Norte da capital paulista. Na residência usada por eles, a PM encontrou um esquema de monitoramento com câmeras, além de uma réplica de fuzil e 975 porções de drogas.
Segundo os agentes que atenderam a ocorrência, os dois suspeitos correram ao verem viaturas que patrulhavam a região, e um deles teria escondido uma sacola. Quando revistados, foram encontrados R$ 169, uma quantidade de substância semelhante a maconha e anotações com chave Pix e registros de tráfico.
Em seguida, o imóvel usado por eles foi localizado e uma estrutura de monitoramento através de câmeras de segurança espalhadas pelas ruas próximas do local foi encontrada. De acordo com a PM, a estrutura era utilizada para acompanhar a movimentação na comunidade e identificar a chegada de policiais.
Foram apreendidos ao todo 975 porções de drogas, sendo 205 tubos com substância similar a cocaína, 166 com material semelhante a crack e mais 604 porções de substância que pareciam maconha.
Além disso, um simulacro de fuzil foi apreendido, junto a 17 celulares, cinco câmeras de segurança, cinco rádios comunicadores, dez fones para rádio, 15 bases de carregamento, um tablet, equipamentos de informática, oito relógios inteligentes e outros objetos.


Os dois homens foram presos em flagrante e outras duas pessoas que estavam no local foram encaminhadas ao 13º Distrito Policial, mas liberadas depois de serem ouvidas.
Operação da PF mira esquema criminoso envolvendo políticos e policiais no RJ
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo
A operação insere-se na estratégia de crescimento através de fusões e aquisições prevista no Plano Estratégico 2026-2032 da Italgas, anunciado em junho, e permitirá ao grupo italiano assumir um papel industrial relevante em Portugal.
A Pérez-Llorca atuou como assessora jurídica portuguesa da Italgas nesta transação, em estreita colaboração com a sociedade de advogados italiana Legance, prestando aconselhamento jurídico em todos os aspetos de direito português relevantes no contexto da operação.
A assessoria foi liderada pela equipa de Corporate/M&A da Pérez-Llorca, composta pelo sócio Rodrigo Falcão Nogueira e pela associada Mariana Pintor, contando com o apoio de equipas de diversas áreas de prática do escritório, incluindo, em particular, a equipa de Regulatório, composta pelo sócio Carlos Vaz de Almeida, a counsel Joana Alves de Abreu e a associada Mariana Santos, bem como pela equipa de Concorrência e Direito da União Europeia, composta pela sócia Rita Leandro Vasconcelos e pela associada Sofia Vilas-Boas.
Por seu lado, a Uría Menéndez assessorou a Marubeni Corporation e a Toho Gas Co. Ltd., na qualidade de vendedoras.
A equipa da Uría Menéndez foi liderada por Catarina Tavares Loureiro, sócia de Corporate/M&A, e João Louro e Costa, counsel de Energia e Recursos Naturais, e contou com o apoio de Marta Sampaio Pinto, associada principal de Corporate/M&A, e Jill de Soet Palmeiro, associada sénior de Energia e Recursos Naturais.

Um estudo conduzido pela Unifesp e pelo Instituto de Psicologia da USP desmistificou a ideia de que a dependência química em populações vulneráveis decorre da “falta de Deus”. Publicada na revista científica Nursing & Health Sciences, a pesquisa investigou a relação entre espiritualidade e o transtorno por uso de substâncias (TSU) por meio de entrevistas com 40 pessoas em situação de rua no Brasil e em Portugal.
Os resultados revelaram que a religiosidade permaneceu viva durante o período de consumo e, frequentemente, se intensificou como uma ferramenta de amparo e sobrevivência. A investigação identificou que muitos entrevistados desenvolvem o que a psicóloga Camila Chagas denomina de “proteção subjetiva”: a crença profunda de que uma divindade os protege ativamente contra overdoses ou infecções.
Embora traga alívio emocional, essa percepção pode se tornar um fator de risco quando leva à negligência de cuidados básicos de saúde. Além disso, a maioria relatou desconforto e sensação de rejeição em igrejas e cultos tradicionais devido ao estigma associado às drogas e à condição de rua.
A escolha dos dois países levou em consideração suas raízes religiosas e modelos opostos de políticas públicas na área de drogas. Enquanto Portugal é predominantemente católico (81%), o Brasil apresenta maior pluralidade, com 50% de católicos e um crescimento expressivo de cristãos evangélicos (31%).
No campo regulatório, Portugal ocupa o 3º lugar no Índice Global de Políticas sobre Drogas por descriminalizar o consumo e investir em estratégias de redução de danos. Em contrapartida, o Brasil figura em 30º lugar, mantendo a criminalização e apostando em comunidades terapêuticas focadas na abstinência total, método criticado pela pesquisadora devido à ineficácia científica comprovada, além dos riscos à saúde física e mental e das altas taxas de recaída.
O estudo comparou as realidades dos dois países e revelou dinâmicas distintas: no Brasil, a maioria dos entrevistados era evangélica (40%) e passava por comunidades terapêuticas focadas na abstinência total, acumulando sentimentos de culpa e falha pessoal diante de recaídas.
Em Portugal, prevaleceram católicos (50%) e pessoas sem religião (40%), inseridos em modelos de redução de danos e com postura mais crítica em relação às instituições. A análise genealógica dos participantes mostrou ainda que o consumo severo está enraizado em históricos familiares de traumas e violência desde a infância.
Como alternativa ao afastamento dos templos convencionais, a pesquisa destaca iniciativas internacionais como as “igrejas sem paredes”, estruturas montadas ao ar livre no México e nos EUA que realizam cultos sem julgamentos morais.
Ao comprovar que a espiritualidade já integra o cotidiano dessa população, o estudo conclui que a assistência social e a saúde pública não precisam impor visões dogmáticas, mas sim desmantelar preconceitos para oferecer redes de apoio humanizadas.