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Euro sobe em relação ao dólar após BCE manter taxas de juros

29 October 2026 at 17:53

O euro subiu ligeiramente na quinta-feira (29), depois de o BCE (Banco Central Europeu) ter mantido as taxas de juro inalteradas , enquanto o dólar se desvalorizou face à maioria das principais moedas na sequência de dados que mostram um aumento da inflação nos EUA.

O BCE manteve as taxas de juros inalteradas, numa decisão já bastante anunciada, mas alertou para o aumento dos riscos de inflação devido à alta dos custos de energia.

O banco central também anunciou a saída antecipada da presidente Christine Lagarde, que deixará o cargo em 7 de fevereiro, antes do término de seu mandato em outubro de 2027.

O euro caiu para o seu nível mais baixo em relação ao dólar desde maio, mas registrava alta de 0,11% no dia, cotado a cerca de US$ 1,1163. O euro (EUR/GBP) desvalorizou-se 0,23% em relação à libra esterlina, fechando a 0,834.

“Como esperado, o BCE manteve as taxas de juros inalteradas na reunião de hoje, mas sinalizou que um aumento em dezembro é uma possibilidade concreta, citando riscos de alta para as perspectivas de inflação“, disse Marchel Alexandrovich, economista para a Europa da Saltmarsh Economics.

“A notícia mais importante é a confirmação de que Christine Lagarde deixará o cargo em fevereiro, e não em outubro do próximo ano. Os mercados não ficarão surpresos com o anúncio, mas ele destacará o fato de que o BCE está caminhando para uma reformulação significativa no primeiro semestre de 2027, com Isabel Schnabel, Lagarde e Philip Lane – o economista-chefe de fato do BCE – todos com saídas previstas para breve.”

Dados do Departamento de Comércio dos EUA mostraram que a inflação acelerou em setembro, com os consumidores pagando mais por gasolina e outros bens, corroborando as expectativas dos economistas de um aumento na taxa de juros pelo Fed (Federal Reserve) em dezembro.

A economia dos EUA, no entanto, cresceu mais rápido do que o esperado no terceiro trimestre, impulsionada pelo consumo resiliente e pelos investimentos empresariais baseados em inteligência artificial, conforme também mostraram os dados .

O Fed optou por adiar quaisquer alterações nos custos de empréstimo até depois das eleições de meio de mandato da próxima semana .

O dólar não reagiu de forma significativa aos últimos acontecimentos econômicos, em grande parte porque muitos deles já estavam previstos e precificados, afirmou Eugene Epstein, chefe de produtos estruturados da Moneycorp North America.

O dólar desvalorizou-se 0,13%, para 0,827, face ao franco suíço (CHF= ).

O presidente do Fed, Kevin Warsh, afirmou que a inflação pode ser reduzida para a meta de 2% sem “atrapalhar o crescimento” ou aumentar o desemprego, levando os investidores a moderarem as apostas em aumentos de juros em 2027.

Warsh também afirmou que o banco central começará a reservar uma de suas oito reuniões regulares de política monetária no próximo ano e duas em 2028 para discutir as principais questões que a instituição enfrenta, e não as utilizará para considerar mudanças na política monetária.

Ainda assim, os mercados estão precificando uma probabilidade de quase 80% de aumento da taxa de juros em dezembro, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.

O USD (índice do dólar) , que mede o valor da moeda americana em relação a uma cesta de moedas que inclui o iene e o euro, caiu 0,08%, para 102,02.

Decisão do Boj em foco

As atenções também estão voltadas para o Boj (Banco do Japão), que conclui uma reunião de dois dias na sexta-feira e deve manter as taxas de juros estáveis. O iene japonês (JPY=) desvalorizou-se 0,04% em relação ao dólar, cotado a 157,87 por dólar.

O dólar neozelandês (NZD=D3) manteve-se estável em US$ 0,5625, após ter caído quase 2% na sequência da decisão surpresa do Banco da Reserva da Nova Zelândia, na quarta-feira, de manter as taxas de juro em 2,75%.

Divieto social ai minori, stop della Commissione Ue: “Leggi nazionali rinviate per un anno, prima il nostro regolamento Kids act”

29 October 2026 at 13:23

Dopo il divieto social per i minori approvato dalla Grecia, primo paese in Europa a varare il ban, arriva lo stop di Bruxelles. “La Commissione ha deciso di rinviare di 12 mesi qualsiasi progetto di legge nazionale che si sovrapponga alle future norme armonizzate, ritenendolo fondamentale per evitare una frammentazione del nostro mercato interno”, ha dichiarato Thomas Regnier, portavoce della Commissione Ue. “Per salvaguardare il lavoro dei nostri co-legislatori, dobbiamo ora concentrarci sui negoziati relativi all’EU Kids Act e garantire un’efficace applicazione delle nostre norme”, ha aggiunto il funzionario di Bruxelles. Come effetto del rinvio, l’avvocato Stefano Bertone e Antonio Affinita (Moige) indicano i rischi sulla salute pubblica, ricordando la sanzione inflitta a Meta dal tribunale del New Mexico.

In attesa del provvedimento europeo per proteggere i più giovani, Regnier ha citato il Digital service act come strumento di tutela. Il portavoce della Commissione ha lanciato lo stop alle cancellerie del Vecchio Continente esprimendo il parere di Bruxelles sulla proposta di legge austriaca, con il ban previsto fino a 14 anni. La decisione del rinvio si ripercuote anche sull’Italia. Pochi giorni fa la presidenza del Consiglio dei ministri aveva lasciato trapelare sulle pagine di Repubblica la linea di Giorgia Meloni. La premier “non è contraria o ostile” al divieto per i giovanissimi. Tuttavia mai hai espresso il suo favore esplicito verso il ban dai social network, contenuto nel disegno di legge 1136, fermo da oltre un anno in attesa dei pareri del governo, ma con il via libera incassato proprio dall’Europa. Fratelli d’Italia, con Lavinia Mennuni, aveva esortato il Parlamento ad approvare il provvedimento, anche un emendamento per tutelare i giovani. Invito subito raccolto dal Partito democratico e Italia Viva. Ma ora il progetto bipartisan potrebbe arenarsi, dopo la decisione annunciata da Bruxelles.

Il portavoce Ue ha indicato l’Italia tra gli Stati che hanno già notificato le proprie leggi alla Commissione, insieme a Slovenia, Belgio e Francia. “Il lavoro è in corso”, ha detto Regnier, precisando che “questo non cambierà la nostra posizione di base: non frammenteremo il nostro mercato interno. Se lo si fa, con età diverse e leggi diverse nei vari Stati membri, diventa quasi impossibile far rispettare le norme”. La Commissione europea punta ora ad approvare la sua proposta di regolamento battezzata Kids act, accelerando il trilogo dei negoziati con Consiglio e Parlamento europeo.

Il divieto social è fortemente sostenuto dalle associazioni delle famiglie promotrici della class action contro Meta e TikTok, per i possibili danni ai minori. Tra le sigle c’è il Moige, Movimento genitori italiani. Il direttore generale Antonio Affinita, interpellato da ilfattoquotidiano.it esprime stupore per la mossa di Bruxelles: “Molto grave lo stop al divieto, si tratta di una ingerenza nelle politiche sulla salute pubblica degli Stati membri, un tema su cui gli i governi nazionali restano sovrani. Di fatto è impedito di legiferare in attesa di un provvedimento europeo”, ha dichiarato Affinita. “Del resto siamo perplessi sul Kids act, a partire dalla soglia troppo bassa fissata a 13 anni, come è già ora”, conclude il direttore generale. Il Moige aveva elencato 8 profili critici del provvedimento in discussione a Bruxelles, per tutelare i giovani dalle conseguenze dei social network. Ad esempio, l’assenza di responsabilità economica, penale e civile per i danni che un minore può subire. Oppure il parental control, eludibile, difficile da comprendere per i non esperti e interamente a carico dei genitori. I limiti di sicurezza da imporre alle piattaforme, secondo il Moige, troppo lasco e senza garanzie concrete. Infine, l’incertezza sulle sanzioni.

Anche l’avvocato Stefano Bertone, tra i legali del team della class action contro Meta e TikTok, si concentra sui rischi del rinvio di Bruxelles sulla salute pubblica: “La sopravvivenza e la salute mentale dell’età adolescenziale è una pretesa dell’oggi, non di dopodomani o tra 12 mesi”. L’avvocato ricorda il precedente legale negli Stati Uniti, con la maxi sanzione per i danni ai minori inflitta alla casa madre di Facebook e Instagram: la priorità è “evitare che si moltiplichino e aggravino anche da noi gli effetti di quella ‘tempesta’ che ha investito la salute mentale di milioni di adolescenti nel Nuovo Messico, come ha dichiarato il tribunale locale poche settimane fa, condannando Meta a quasi un miliardo di dollari di sanzioni”.

L'articolo Divieto social ai minori, stop della Commissione Ue: “Leggi nazionali rinviate per un anno, prima il nostro regolamento Kids act” proviene da Il Fatto Quotidiano.

El BCE deja sin cambios los tipos, dividido entre la amenaza de la energía y la tensión en los bonos

29 October 2026 at 13:15

La sorpresa del Consejo de Gobierno que ha celebrado este jueves el BCE no ha venido por su decisión sobre política monetaria, sino por el anuncio de Christine Lagarde de dejar la presidencia de la institución el próximo 7 de febrero. El BCE ha decidido mantener sin cambios los tipos de interés en el 2,5%, hacer una pausa después de la subida adoptada en septiembre, un impasse sin anuncios de calado que la presidenta ha aprovechado para comunicar su salida anticipada. Pero la calma es solo aparente en la autoridad monetaria de la zona euro. No solo por el intenso proceso que comienza para la renovación de su cúpula, sino por las tareas urgentes que siguen ahí: la amenaza inflacionista, que no cesa e incluso va a más con las guerras en Irán y Ucrania encareciendo la energía, y la tensión sobre la deuda soberana francesa, que ha llevado a su prima de riesgo a niveles no vistos desde 2011 y que es un nuevo elemento de preocupación para el BCE. Sobre su salida anticipada de la presidencia, Lagarde ha explicado que siente necesidad de expresar opiniones más allá de la política monetaria y que no puede permanecer neutral en un momento en que “la verdad se ve dañada”.

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© Heiko Becker (REUTERS)

European Central Bank (ECB) President Christine Lagarde attends a press conference following the ECB Governing Council meeting at the bank's headquarters in Frankfurt, Germany, October 29, 2026. The ECB said in a statement that Lagarde had resigned and will step down on February 7, 2027. REUTERS/Heiko Becker

Presidente do BCE, Christine Lagarde, renuncia e deixará cargo em fevereiro

29 October 2026 at 10:26

A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, renunciou ao cargo de forma antecipada e deixará o posto em 7 de fevereiro, informou o BCE em comunicado nesta quinta-feira.

“A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, informou hoje o Conselho de Governadores e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, que deixará o cargo em 7 de fevereiro de 2027”, disse o BCE.

O mandato de Lagarde estava previsto para terminar no final de outubro de 2027, mas especulações sobre uma saída antecipada vinham aumentando há meses, com o Fórum Econômico Mundial sendo visto como um destino provável.

O BCE iniciará imediatamente o processo de busca de um sucessor para Christine Lagarde, afirmou o presidente do Conselho Europeu, António Costa, nesta quinta.

“Para garantir uma transição tranquila para a próxima liderança do BCE, o processo de nomeação do seu sucessor será iniciado hoje e prosseguirá sem demora, com vistas a uma decisão atempada do Conselho Europeu”, disse Costa numa publicação no X.

O Banco Central Europeu anuncia nesta quinta-feira sua decisão sobre as taxas de juros, seguida pela coletiva de imprensa regular de Lagarde.

Bancos da zona euro apertam crédito a empresas, casas e consumidores

By: ZAP
29 October 2026 at 09:30
Os bancos veem riscos de crédito para empresas mais altos e esperam que a tendência se acentue. A subida das taxas de juro atinge também o crédito imobiliário e ao consumo. O crescimento do crédito parece ter passado o seu pico, E a subida das taxas de juro está a pesar sobre a concessão de crédito na zona euro, diz o Handelsblatt. No terceiro trimestre, os bancos da zona euro voltaram a apertar os critérios de concessão de crédito às empresas. Segundo o inquérito trimestral do BCE, o Bank Lending Survey (BLS), isso deve-se sobretudo ao aumento dos riscos de

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