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Ministro da Economia reconhece «enorme atraso» no rendimento dos portugueses

By: Lusa
29 October 2026 at 22:40

Castro Almeida afirma que Portugal pode atingir a média europeia do PIB por habitante em 2043 se mantiver o crescimento do primeiro semestre deste ano.

O conteúdo Ministro da Economia reconhece «enorme atraso» no rendimento dos portugueses aparece primeiro em Barlavento.

Diretor do Detran diz que prefeito de Cruz das Almas vive de propaganda

29 October 2026 at 22:49
O cenário político em Cruz das Almas voltou a pegar fogo após duras declarações do diretor-geral do Detran-BA, Max Passos, direcionadas ao prefeito Ednaldo Ribeiro (Republicanos). O estopim do novo embate ocorreu exatamente no Dia do Servidor Público, quando a gestão municipal divulgou uma nota oficial tentando atribuir ao Governo Federal a crise financeira vivida pelo município.​Surpreendido com o posicionamento da prefeitura na data comemorativa, Max Passos foi enfático ao rebater a narrativa do gestor municipal. Para a liderança, o discurso de falta de recursos não condiz com a expressiva receita que entrou nos cofres da prefeitura ao longo do ano.​"A eleição já passou e a conta da derrota chegou bem no Dia do Servidor Público. Cruz das Almas não pode pagar essa conta, o trabalhador não pode pagar essa conta. Eu quero ser solidário com quem perdeu o emprego e agora o prefeito penaliza a população a pagar essa conta", disparou Max Passos.​Arrecadação milionária​Para desmistificar a tese de escassez orçamentária alegada pelo Poder Executivo municipal, o diretor do Detran apresentou dados sobre os repasses financeiros recebidos pela cidade.De acordo com Passos, entre os meses de janeiro e outubro deste ano, Cruz das Almas arrecadou cerca de R$ 230 milhões de reais.​Além disso, o dirigente lembrou que o município contou com a liberação de R$ 8 milhões decorrentes de um empréstimo aprovado pela Câmara de Vereadores, sem contar o montante recebido por meio de emendas parlamentares na modalidade "PIX" — recursos dos quais, segundo ele, a gestão não prestou as devidas contas à sociedade.​"Cidade vive de propaganda"​Na avaliação de Max Passos, a atual administração tem sustentado uma imagem irreal da cidade apoiada unicamente em peças publicitárias, sem entregar obras significativas financiadas com recursos próprios do município.​"Cruz das Almas vive de mentira, vive na propaganda que o governo municipal passa e não tem uma obra de reconhecimento municipal. Tudo o que tem em Cruz das Almas hoje é com recurso do Estado ou com recurso do Governo Federal", afirmou.​Descaso com setores essenciais: O diretor reforçou que, ao tentar responsabilizar a União pela crise, o prefeito deixa de priorizar investimentos primordiais para a população. "O prefeito tenta atribuir a crise ao Governo Federal, mas não prioriza a saúde, não dá prioridade à educação nem à infraestrutura", arrematou. Leia Também: DESCONTENTAMENTO Valdemar Costa Neto aponta perseguição para saída de Flávio Bolsonaro REPACTUAÇÃO Transnordestina vai devolver 3 mil km de ferrovias à União ALERTA NOS COFRES Esquema de R$ 13 milhões em combustível é barrado no sul da Bahia Promessas de campanha e desemprego​Outro ponto de forte cobrança feito por Max Passos, foi o não cumprimento das promessas de geração de empregos feitas à população, durante a campanha eleitoral. Em vez de aquecer a economia e criar oportunidades, a gestão estaria promovendo cortes.​"O tempo todo a resposta do prefeito é tirar os empregos de quem mais precisa. Quem não sabe gerir a cidade assina o próprio erro em vez de pedir desculpas pelos desmandos", finalizou.A reportagem procurou diretamente o prefeito de Cruz das Almas, Ednaldo Ribeiro, e ainda aguarda resposta aos questionamentos.

Manifestantes querem reunir-se com Pedro Duarte no Rivoli

29 October 2026 at 22:46
A assembleia popular, que juntou 300 pessoas, votou várias sugestões para eventual reunião com Pedro Duarte. Não houve montagem de tendas esta noite.

© RITA FRANÇA/LUSA

Os manifestantes aprovaram ainda a proposta para que, no dia 9 de novembro, a acampada se reúna na Praça da Trindade, junto aos Paços do Concelho

PGR deve seguir Polícia Federal e fatiar denúncias do caso Master

29 October 2026 at 22:01

A Procuradoria-Geral da República deve seguir o mesmo rito adotado pela Polícia Federal e dividir em partes o inquérito que apura fraudes envolvendo operações entre o Banco Master e o BRB. A tendência, segundo apuração do analista de política Matheus Teixeira, é que as denúncias sejam fatiadas por núcleos de investigação.

“É uma investigação muito grande, que pega uma gama de pessoas gigantesca”, descreveu Teixeira durante o CNN 360º desta quinta-feira (29).

O primeiro núcleo a ser formalizado, de acordo com Teixeira, é o relacionado ao BRB, considerado o mais adiantado na investigação. Estima-se que o rombo decorrente da operação fraudulenta de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília possa ser superior a R$ 10 bilhões.

Além desse, deverá ser constituído um núcleo político, focado nos parlamentares que mantinham relação próxima com o ex-banqueiro.

“Senadores e deputados de oposição, de situação e de centro. Independentemente da ideologia, havia atores com relação com Daniel Vorcaro“, afirmou Teixeira.

A investigação contempla ainda outros núcleos. Um deles é composto por indivíduos que executavam ações de intimidação e ameaça a adversários, liderados por Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, que morreu na prisão. Outro núcleo identificado é o de hackers, responsáveis por invasões a publicações e sistemas fechados.

“A tendência é que a PGR inicie uma leva de denúncias pela questão do BRB e depois vá por partes denunciando os demais envolvidos”, afirmou Teixeira.

Na quarta-feira (29), a PF indiciou o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e outras 13 pessoas no inquérito que apura as supostas fraudes envolvendo a operação de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Poucas horas para renunciar: como os generais de Getúlio Vargas puseram fim a 15 anos de Estado Novo

29 October 2026 at 22:00

Getúlio Vargas (1882-1954) ocupa um capítulo importante na política brasileira no século 20, sendo estudado em livros de história na escola. Após 15 anos no poder, foi deposto pelo próprio ministério em 29 de outubro de 1945, em um movimento que pôs fim ao Estado Novo (1937-1945).

Os articuladores do golpe militar foram os generais Eurico Gaspar Dutra – ex-ministro da Guerra, que viria a assumir a presidência em 31 de janeiro de 1946, ficando no posto até a mesma data de 1951 – e o então ministro da Guerra Góis Monteiro, dois de seus homens de confiança do gabinete. Eles não gostaram da nomeação polêmica do irmão dele, Benjamin Vargas, para a Chefia de Polícia do Rio de Janeiro, então capital federal.

O que aconteceu?

Na época, Vargas vinha prometendo eleições e ensaiando uma transição controlada após 15 anos ininterruptos no comando do país. No entanto, para conter os protestos e o movimento “Queremista” (que pedia sua permanência no poder), Getúlio exonerou o chefe da Polícia Federal do Distrito Federal, João Alberto Lins de Barros, e nomeou para o cargo o próprio irmão, Benjamin Vargas, apelidado de “Bejo”.

A escolha foi interpretada pela cúpula das Forças Armadas e pela oposição como uma manobra para perpetuar o regime ou dar um novo golpe de estado. A reação dos generais foi imediata, enviando um ultimato ao presidente: renunciar ou ser deposto pelas armas.

Sem apoio militar e disposto a evitar um derramamento de sangue, Getúlio concordou em assinar a renúncia naquela mesma tarde, afastando-se do cargo, abrindo caminho para a redemocratização e voltando para São Borja, no Rio Grande do Sul, sua terra natal. Com a deposição em 29 de outubro, todos os quadros com a foto dele como presidente foram removidos das paredes das repartições da noite para o dia.

Discrição

Apesar de terem comandado o golpe, os militares preferiram manter as aparências institucionais para garantir uma transição pacífica e, ao invés de assumirem a presidência imediatamente, o então presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro José Linhares, ocupou o cargo interinamente, até a posse de Dutra, em janeiro do ano seguinte.

Vargas manteve-se recolhido em sua cidade, preparando o terreno para o retorno por vias democráticas, na eleição de 1950, ficando no cargo até o suicídio, em 1954.

Análise: Futuro de Alexandre de Moraes depende de Davi Alcolumbre

29 October 2026 at 21:52

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), declarou que não pretende pautar o impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), em especial de Alexandre de Moraes, caso seja reeleito à presidência do Senado Federal.

Segundo a avaliação do analista de Política da CNN Matheus Teixeira ao CNN 360°, o destino de Moraes na Corte está diretamente ligado ao resultado dessa disputa.

De acordo com Teixeira, a leitura dos bastidores em Brasília é de que o futuro de Alexandre de Moraes depende, em grande medida, de quem assumirá o comando do Senado Federal.

Isso porque cabe exclusivamente ao presidente da Casa a prerrogativa de abrir ou não um processo de impeachment contra um ministro do STF.

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Contexto das acusações contra Moraes

Alexandre de Moraes é acusado de manter uma relação próxima com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, instituição envolvida em uma fraude que teria gerado um rombo superior a R$ 50 bilhões no FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Há ainda uma fraude no Banco Regional de Brasília que pode superar os R$ 10 bilhões, totalizando mais de R$ 60 bilhões. Além disso, a esposa de Moraes teria mantido contrato com o Banco Master, e o próprio ministro chegou a ser alvo de acusação da Polícia Federal.

No plenário do STF, o julgamento do caso foi interrompido por um pedido de vista do ministro Flávio Dino.

Disputa pela presidência do Senado

Independentemente do desfecho do caso no STF, há um movimento no Senado Federal para aprovar o impeachment de Alexandre de Moraes.

Matheus Teixeira destacou que, com a composição mais à direita do próximo Senado — resultado das eleições de 5 de outubro —, nomes como Tereza Cristina (PP-MS) e Rogério Marinho (PL-RN), ambos mais próximos a Jair Bolsonaro, também disputam a presidência da Casa e têm chances reais de vencer.

São necessários 41 votos entre os 81 senadores para vencer a eleição.

Caso Davi Alcolumbre consiga a reeleição, a tendência, segundo Matheus Teixeira, é que ele não dê início a um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes.

“Se Davi Alcolumbre conseguisse se reeleger, a chance dele abrir um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes é muito baixa”, afirmou o analista.

Por outro lado, se um candidato mais à direita assumir o comando do Senado, a probabilidade de abertura desse processo aumenta consideravelmente.

Alcolumbre já articula nos bastidores a tentativa de atrair votos da direita, compor com o governo e conquistar apoio do centrão para garantir sua reeleição.

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Republicação de conteúdos após período de defeso eleitoral é concluída

By: EBC
29 October 2026 at 21:26

Logo Agência Brasil

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) concluiu, nesta quarta-feira (28), o processo de republicação de todos os conteúdos que haviam sido despublicados durante o período de defeso eleitoral nos sites EBC.

A conclusão marca o encerramento das atividades do Grupo de Trabalho (GT) de Adequação ao Período Eleitoral 2026, criado para coordenar as medidas necessárias ao cumprimento da legislação eleitoral nos canais de comunicação da empresa.

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Instituído por portaria em 3 de junho, com a participação de todas as diretorias, o GT teve a missão de orientar, acompanhar, avaliar e supervisionar a disponibilização de conteúdos nos veículos e plataformas da EBC, incluindo rádio, televisão, portais, redes sociais e demais canais institucionais. A primeira reunião ocorreu em 12 de junho, e a última foi realizada em 27 de outubro.

"Quero parabenizar todos os integrantes do GT pelo empenho, pela responsabilidade e pela dedicação ao longo de todo esse processo. Foi um trabalho coletivo que exigiu diálogo, análise criteriosa e compromisso com o cumprimento da legislação", avalia Thiago Regotto, diretor-geral da empresa.

"Também agradeço a todos os empregados da EBC, que seguiram cumprindo nossa missão institucional de informar a população, com qualidade e responsabilidade. Encerramos esse ciclo com o reconhecimento do esforço de nossas equipes e a reafirmação do papel da EBC na garantia do direito à informação e no fortalecimento da democracia", finalizou, reforçando que as adequações não representaram restrição à atividade jornalística e que equipes seguiram trabalhando normalmente durante o período eleitoral, com apoio das diretorias e da Consultoria Jurídica para esclarecimentos e orientações sobre situações específicas.

Cronologia

Em 3 de julho, a Diretoria-Executiva comunicou a indisponibilização temporária de conteúdos publicados entre 1º de janeiro de 2023 e 3 de julho de 2026 que se enquadravam nas restrições eleitorais.

A medida alcançou portais, redes sociais e intranet. Permaneceram disponíveis os conteúdos de natureza eminentemente jornalística, documental, histórica, cultural ou educativa, cuja manutenção decorreu das finalidades institucionais da EBC e do direito fundamental de acesso à informação.

As medidas adotadas tiveram como base a legislação eleitoral e as orientações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), da Advocacia-Geral da União (AGU), da Consultoria Jurídica da EBC e da Justiça Eleitoral.

O objetivo foi assegurar a conformidade dos conteúdos institucionais durante o período de restrições, preservando os princípios da comunicação pública, como transparência, isonomia, imparcialidade e pluralidade.

Com a conclusão da republicação nos sites EBC, a Empresa encerra mais uma etapa do trabalho de adequação eleitoral, reafirmando o compromisso com o cumprimento das normas legais e com a continuidade de sua missão de levar informação de interesse público à população brasileira.

Perícia contratada por Vorcaro aponta alterações em celular de ex-banqueiro

29 October 2026 at 21:23

Uma perícia contratada pela defesa de Daniel Vorcaro identificou a criação e a modificação de centenas de arquivos no celular do ex-banqueiro depois que o aparelho foi apreendido pela PF (Polícia Federal). O laudo, porém, não diz quem fez as alterações nem conclui que tenha havido “adulteração deliberada”.

Segundo o documento, 657 arquivos têm registro de modificação em 18 de novembro de 2025, horas depois da prisão de Vorcaro no Aeroporto Internacional de Guarulhos, quando o telefone já estava com a PF. Desses, 59 eram bancos de dados. No mesmo dia, foram criados outros 436 arquivos, entre eles 222 de preferências do sistema, 94 imagens HEIC (formato de imagem padrão dos iPhones) e cinco bancos de dados.

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Ao ampliar o período de análise, o perito chegou a 999 arquivos modificados depois da apreensão. Além dos 657 de 18 de novembro, são dois alterados no dia 23 e 340 com datas entre 13 e 14 de maio de 2026.

Um dos arquivos modificados é o “ChatStorage.sqlite”, principal banco de dados do WhatsApp em aparelhos iOS, que reúne histórico de conversas, chamadas, grupos e informações sobre mídias. O registro aponta alteração às 1h48min14s de 18 de novembro. Segundos antes, entre 1h48min01s e 1h48min08s, o celular registrou uma conexão pela porta USB, uma das três daquela madrugada.

O relatório lista ainda 207 eventos de tela, 33 ativações da câmera frontal ligadas ao reconhecimento facial e quatro registros de criação ou alteração de senhas durante a custódia da PF.

O que o laudo não afirma

O perito Marcos Monteiro, contratado pela defesa, faz ressalvas. Segundo ele, os registros não permitem saber quem operou o celular, se houve intervenção humana intencional nem qual foi a extensão das alterações. Uma conexão USB, por exemplo, pode ter servido apenas para carregar o aparelho e, sozinha, não comprova transferência de dados.

Mas Monteiro diz que, sem as informações sobre a origem dos eventos, não é possível classificá-los como automáticos do próprio aparelho. Segundo o laudo, faltam registros para reconstruir o que foi feito no celular enquanto ele estava sob custódia da PF.

A defesa também diz não ter recebido os dados brutos da extração forense. Os advogados tiveram acesso a um relatório em formato UFDR, ao visualizador Cellebrite Reader e a um processamento feito pelo IPED, mas não aos arquivos originais da coleta, conhecidos como UFD ou UFDX.

O laudo aponta ainda falhas na cadeia de custódia, como a falta de documentação completa sobre o rompimento e a troca dos lacres e sobre quem teve posse do celular entre a abordagem de Vorcaro e o envio do aparelho à perícia.

Defesa volta a pedir liberdade

Com base na perícia, a defesa pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) acesso aos dados brutos da extração, aos registros de coleta e à documentação completa da cadeia de custódia. Dizem que o material é necessário para verificar se os dados apresentados pela investigação correspondem ao que foi extraído do aparelho do Vorcaro.

Os advogados também voltaram a pedir que a prisão preventiva seja trocada por medidas cautelares. Argumentam que não seria razoável manter Vorcaro preso enquanto há dúvidas sobre a integridade do que chamam de “prova central” da Operação Compliance Zero.

Vorcaro está preso preventivamente desde 4 de março, quando foi alvo de nova fase da investigação sobre o Banco Master. A prisão foi decretada pelo ministro André Mendonça diante da suspeita de que ele tentava interferir nas investigações.

PF indiciou Vorcaro

A perícia da defesa foi apresentada dias depois de a PF indiciar Vorcaro no inquérito sobre fraudes nas operações entre o Banco Master e o BRB. Também foram indiciados o ex-presidente do banco público Paulo Henrique Costa e outras 13 pessoas.

No relatório parcial, de mais de 700 páginas, a PF atribui a Vorcaro os crimes de gestão fraudulenta, indução a erro, falsidade em informações ou documentos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Os investigadores o apontam como o “principal centro de comando, coordenação e decisão” do esquema investigado.

Segundo a PF, o BRB comprou cerca de R$ 17,5 bilhões em ativos e carteiras de crédito do Master entre julho de 2024 e outubro de 2025. Desse total, ao menos R$ 12,2 bilhões corresponderiam a créditos negociados sem comprovação de existência.

O relatório é parcial e não encerra a investigação. A PF pediu ao STF mais 60 dias para concluir perícias e outras diligências.

A Operação Compliance Zero apura a emissão de títulos de crédito falsos por instituições do SFN (Sistema Financeiro Nacional), além de suspeitas de gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa.

Soldi e politica, “Finanziamenti privati ormai diretti verso singoli candidati, serve più trasparenza su eletti e fondazioni”: l’appello di The Good Lobby e Transparency International

29 October 2026 at 21:20

“L’Italia ha avuto un passaggio dal finanziamento prevalentemente pubblico a un finanziamento in larga parte privato senza mettere in campo un apparato di regole che ci aiutino a vedere in piena trasparenza chi finanzia la politica. Le norme esistenti riguardano soprattutto i partiti, ma questi sono ormai residuali. Chi intercetta i fondi sono prevalentemente quelle che si chiamano terze parti, associazioni politiche, fondazioni politiche che spesso riescono ad aggirare le regole della rendicontazione che invece riguardano i partiti. Allo stesso modo, se i soldi oggi passano direttamente verso i candidati, serve avere una reale trasparenza sui finanziamenti dei singoli eletti”. A rivendicarlo è Federico Anghelè, direttore di The Good Lobby Italia, nel corso della presentazione pubblica dell’Osservatorio Moneytor, dedicato al monitoraggio del finanziamento alla politica italiana.

L’iniziativa, organizzata alla Fondazione Lelio e Lisli Basso a Roma, è stata l’occasione per la presentazione, da parte del gruppo di ricerca di Transparency International Italia, delle ultime elaborazioni preliminari dei nuovi dati relativi alle fonti di finanziamento della politica (l’aggiornamento definitivo avverrà a novembre, in base alle tempistiche di legge che consentono ai partiti di rendicontare le erogazioni anche nelle annualità successive).

“I nuovi dati ci dicono principalmente che la tendenza della diminuzione di finanziamenti ai partiti è riconfermata, come negli ultimi due anni. Tra il 2020 e il 2025, il sistema politico ha raccolto complessivamente circa 134,4 milioni di euro di contributi privati. Ma nell’ultimo anno, le entrate si fermano a 16,281 milioni di euro, segnando una flessione del
-20,1% rispetto al 2024. Si tratta del volume di raccolta più basso dal 2018 e lontano dal picco di quasi 33 milioni registrato nel 2022″, hanno sottolineato Aiste Galinyte e Roberto Giambelli per Transparency International Italia.

In base ai dati preliminari è stato registrato come nel 2025 tra i partiti che hanno beneficiato di più ci sia “il ritorno in vetta della Lega, con 4,325 milioni di euro, mentre nel podio seguono Forza Italia (3,048 milioni) e M5S (2,698 milioni). Fratelli d’Italia si ferma a 2,271 milioni, seguito dal PD con 1,914 milioni. Per quanto riguarda il trend triennale, nel periodo 2023-2025, sempre la Lega si conferma la forza politica con la maggiore capacità di attrazione fondi”, hanno spiegato. “Si confermano approcci opposti, con partiti (PD, FdI, M5S) che sopravvivono grazie al prelievo sugli stipendi degli eletti, e altri (Forza Italia, Lega) in grado di intercettare milioni di euro dal settore privato“.

Ma se i finanziamenti verso i partiti sono comunque in flessione, ha sottolineato Vincenzo Smaldore per Fondazione Openpolis, il motivo è dovuto al fatto che ormai i soldi si spostano direttamente verso i candidati: “Troviamo sempre pochi soldi nei bilanci dei partiti e quelli che troviamo sono per lo più le rimesse degli eletti, perché l’interesse privato non ha più utilità a passare per il partito, raggiunge direttamente il candidato. Sono gli eletti che hanno i cordoni della borsa, anche qui innanzitutto di soldi pubblici, così assumono una rilevanza fino a quel momento mai avuta in Italia le tesorerie dei gruppi parlamentari, oltre che le tesorerie dei Consigli regionali. Allo stesso tempo abbiamo un’esplosione del fenomeno di associazioni, fondazioni, comitati vari riconducibili ai singoli e questo complica tantissimo, perché un’associazione può avere dei finanziamenti privati, può fare delle feste, dei festival, dei convegni e quindi prendere degli sponsor, può fare un’impresa editoriale e quindi vendere la pubblicità“.

Così sono proprio le fondazioni le realtà dove si nascondono le zone grigie e dove i controlli, nei fatti, sono del tutto inefficaci, come precisa Transparency International: “Per la legge queste sono equiparate ai partiti per obblighi di trasparenza, quindi noi abbiamo monitorato quei soggetti collegati ai politici o ai partiti nazionali e che hanno dichiarato le donazioni ricevute dal Parlamento nell’anno 2025. Eppure siamo riusciti a rilevarne solo tre. Ovvio che potrebbero esserci anche altri soggetti che magari o non dichiarano, oppure riescono a aggirare gli obblighi di trasparenza”.

Lo stesso Anghelè precisa: “Mi ricordo un dato di qualche anno fa di Fondazione Openpolis in cui si spiegava come le fondazioni politiche fossero oltre 100. Se oggi in realtà sono solo tre, dove sono sparite tutte le altre? Vuol dire che fatta la legge, trovato l’inganno. Noi abbiamo bisogno di una piattaforma che tracci i fondi alla politica nel suo complesso e non solo a quello che è rimasto residuale, cioè il partito, ma per farlo abbiamo bisogno intanto che la legge Spazzacorrotti del 2019, che allargava le regole di trasparenza anche alle fondazioni, venga di fatto ridefinita. Serve una riconsiderazione di cos’è una fondazione, di cos’è un’associazione politica”.

E ancora, ha continuato il direttore di The Good Lobby: “Sicuramente questo tema del finanziamento alla politica è un tema molto poco ascoltato da questa maggioranza e da questo governo. Ci sono delle forze politiche che hanno deciso, come Partito Democratico, Movimento 5 Stelle e Avs di non accettare più fondi da parte di aziende o di privati. Sicuramente da una parte è un’attività di autoregolamentazione utile, ma noi crediamo che serva un’azione di sistema“.

Ma Anghelè lancia un appello anche affinché venga modificato il disegno di legge sulla regolamentazione delle attività di lobbying, arrivato al Senato dopo la prima approvazione alla Camera, che rischia di essere “un’occasione sprecata“. Il motivo? “Si tratta di un testo che ci trova molto critici perché garantirebbe enormi esenzioni. Secondo i nostri calcoli oltre il 50% degli incontri non verrebbero di fatto resi trasparenti. Si considera per lobbying soprattutto l’accesso ai luoghi istituzionali, ma sappiamo benissimo che oggi gli incontri tra i portatori di interessi e i decisori pubblici avvengono – e la cronaca appunto è molto fantasiosa da questo punto di vista – in luoghi diversi. Ma non solo. Tutte le grandi corporazioni come le associazioni datoriali, le associazioni sindacali, verrebbero escluse dagli obblighi di trasparenza. Siamo convinti che ci siano ancora i margini per poter intervenire, modificare il testo, renderlo più robusto ed effettivo. Altrimenti sarà un’operazione puramente cosmetica“.

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Base de Lula se divide sobre reforma do Judiciário

29 October 2026 at 21:10

A reforma do Poder Judiciário ganhou força no cenário político brasileiro, especialmente após os escândalos que atingiram o STF (Supremo Tribunal Federal). O tema pautou as eleições presidenciais deste ano e, agora, divide os próprios aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo apuração do analista de Política Matheus Teixeira, o assunto emergiu com intensidade já no primeiro turno das eleições, impulsionado pelas denúncias contra Alexandre de Moraes.

“No segundo turno não foi diferente, os dois candidatos prometiam implementar uma reforma no Judiciário. Tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro (PL) falaram diversas vezes em questões nesse sentido”, afirmou Teixeira durante o CNN 360º desta quinta-feira (29).

Teixeira lembrou que Lula, que saiu vitorioso, foi o candidato que mais se viu envolvido na crise que cercou o STF ao longo do período eleitoral, sobretudo em razão do caso do Banco Master.

Críticas ao CNJ e ao CNMP

Lula fez críticas ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), dois órgãos criados em 2004 durante seu próprio governo.

Na época, a proposta de criação partiu dele mesmo, com o objetivo de evitar corporativismos nos tribunais que julgavam os próprios magistrados.

Os conselhos foram estruturados com conselheiros de mandato e origem determinados, alguns oriundos da Justiça, outros do Ministério Público e outros da sociedade civil, indicados pelo Congresso Nacional.

Agora, Lula afirma que os dois órgãos não cumpriram as expectativas e precisam ser reformados.

Propostas para o STF ainda sem definição

No que diz respeito ao STF, muito se debateu sobre a criação de mandatos para os ministros e sobre mudanças no sistema de indicação. Atualmente, cabe ao presidente da República escolher sozinho o nome a ser indicado, que depois passa pelo crivo do Senado Federal.

Lula sinalizou em diversas ocasiões que poderia mudar esse modelo, mas nunca detalhou como seria feita a alteração, se pelo Congresso Nacional, por um colegiado ou por outro mecanismo.

Quanto aos mandatos, também não há nada definido: fala-se em 10, 12 ou 15 anos, ou ainda na imposição de uma idade mínima de ingresso que, combinada à aposentadoria compulsória aos 75 anos, criaria automaticamente um limite de permanência na Corte.

Divisão nos bastidores

A questão dos mandatos tem gerado questionamentos nos bastidores da base aliada.

Um dos pontos levantados é que, caso seja estabelecido um mandato de 12 anos aplicável apenas aos novos ministros, os dois indicados do ex-presidente Jair Bolsonaro (Kassio Nunes Marques e André Mendonça) permaneceriam no cargo por mais tempo do que os futuros indicados de Lula.

“A gente cria um mandato, mas o mandato não atinge quem já está lá e as pessoas que a gente indicar vão acabar saindo antes mesmo dos dois indicados do nosso adversário”, ilustrou Teixeira ao resumir o raciocínio que circula entre os aliados do presidente.

Apesar das divergências, há vontade declarada de promover mudanças tanto no sistema de indicação quanto nos mandatos.

Os aliados de Lula, no entanto, têm calculado com cautela qual formato seria mais adequado, levando em conta tanto a saúde institucional do Judiciário quanto os próprios interesses políticos, especialmente diante do crescente peso do STF no jogo político brasileiro.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

“Não gostei”: Valdemar critica carta golpista de Flávio e cita reação de Bolsonaro

29 October 2026 at 20:56
A carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) após sua chegada aos Estados Unidos provocou uma reação negativa dentro do próprio partido. O presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira, 29, que não aprovou o documento e revelou que Jair Bolsonaro não sabia que o filho deixaria o Brasil."Ninguém aprovou a carta. Ninguém aprova essa situação que aconteceu com o Flávio...queremos tocar o país para frente", afirmou Valdemar. Ele também disse que o senador não avisou ao pai que deixaria o país. "Ele veio ver o pai, nem o Bolsonaro sabia que ele ia".A declaração foi dada depois de Valdemar visitar o ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar. Jair Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tramar um golpe de Estado no país.Mudança de termos não alterou teor da cartaFlávio publicou o documento nas redes sociais na quarta-feira, 28, já nos Estados Unidos, para onde viajou com a família. A saída do Brasil ocorreu apesar de uma decisão do STF que o proibia de deixar o país.O senador apagou a primeira versão da publicação e divulgou outra em seguida. Na revisão, retirou as expressões "verdadeiro presidente do Brasil" e "presidente eleito", substituindo-as por "líder do Brasil" e "líder". Leia Também: POLÍTICA Aliados de Flávio Bolsonaro culpam IA por versões diferentes da carta golpista DESCONTENTAMENTO Valdemar Costa Neto aponta perseguição para saída de Flávio Bolsonaro ELEIÇÕES Governador pode renunciar para ser ministro de Lula A mudança, no entanto, não eliminou as afirmações de que ele não reconhecia o resultado das eleições e de que o pleito havia sido roubado. As alegações foram apresentadas sem provas.Partidos defendem resultado eleitoralA posição expressa por Flávio contrasta com a do próprio PL, que reconheceu o resultado das urnas e pediu esclarecimentos à Justiça. A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).A publicação recebeu críticas de diferentes setores da direita. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu que Flávio respeitasse o resultado eleitoral e seguisse em frente.União Brasil, PSD, PSDB e MDB também se manifestaram contra o conteúdo da carta e defenderam o resultado das eleições.Michelle Bolsonaro pode ocupar espaço no bolsonarismoA repercussão do episódio também preocupa Valdemar em relação ao futuro do PL. Segundo informações, o dirigente pretende avaliar com Jair Bolsonaro os efeitos da viagem de Flávio e da divulgação do documento.Valdemar teme que o partido perca força justamente depois de ampliar seu espaço político nas eleições.Nesse contexto, Michelle Bolsonaro (PL), senadora eleita, aparece como uma possível liderança do movimento bolsonarista. A hipótese, porém, enfrenta resistência dos enteados, conforme as informações divulgadas.

Casa noturna entra em lista de boicote e suposta dona ameaça expor clientes casados em Rio Verde

29 October 2026 at 20:39

Uma mensagem atribuída à suposta proprietária de uma casa noturna de Rio Verde, no sudoeste de Goiás, provocou repercussão nas redes sociais após a divulgação de uma ameaça de exposição de clientes casados e identificados politicamente com a direita. A manifestação teria ocorrido em resposta à inclusão do estabelecimento em uma lista de boicote contra empresários associados ao PT. A publicação foi feita pelo perfil Espia Só Goiás (@espiasogoias_).

No conteúdo compartilhado, uma mulher identificada como Maria afirmou que seu estabelecimento passou a integrar uma relação de empresas alvo de boicote em razão do voto declarado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A suposta empresária atribuiu a iniciativa à intolerância política contra eleitores petistas.

A reação descrita na publicação ultrapassou a disputa político-partidária. A autora da mensagem ameaçou divulgar nomes de clientes que, segundo sua declaração, seriam homens casados e apoiadores da direita. A exposição poderia atingir a privacidade dos frequentadores e provocar consequências pessoais e familiares.

A mensagem apresentou a frase “Com ferro fere, com ferro será ferido”, em referência à possibilidade de responder ao suposto boicote com a divulgação de informações sobre a vida privada dos clientes. O conteúdo associou a ameaça à disputa política e ampliou a repercussão do episódio.

Até o momento, não houve confirmação independente da identidade da mulher, de seu vínculo com qualquer estabelecimento comercial ou da autenticidade da publicação. Também não foram comprovadas a existência da suposta lista de boicote e a veracidade das informações atribuídas aos frequentadores.

A circulação da mensagem reacendeu o debate sobre discriminação por preferência partidária, boicotes comerciais e proteção da intimidade. A liberdade de manifestação política constitui direito fundamental, mas não afasta a responsabilidade por eventuais violações à honra, à imagem e à vida privada de terceiros.

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Assédio eleitoral coloca empresários na mira da Justiça após pressão sobre trabalhadores; veja vídeo

29 October 2026 at 20:06

Empresários passaram a ser alvo de críticas após vídeos divulgados nas redes sociais mostrarem empregadores que defendem a demissão de funcionários por motivos políticos após o resultado das urnas. A prática configura assédio eleitoral e constitui crime.

Diante das denúncias, instituições do Judiciário, do Ministério Público e do governo federal anunciaram uma ação conjunta para apurar os casos e responsabilizar empregadores que pressionam ou constrangem trabalhadores em razão de suas escolhas nas eleições.

Um vídeo explica quais consequências podem atingir os responsáveis por assédio eleitoral e orienta as vítimas sobre como agir diante de ameaças ou constrangimentos relacionados ao voto.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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Crosetto scettico sulla fine delle guerre a breve: “Tempistiche sui nuovi aiuti a Kiev? Non lo so, quando sarà possibile”

29 October 2026 at 20:51

“A breve non c’è possibilità di missione di pace a Hormuz“. Lo ha detto il ministro della Difesa, Guido Crosetto, intervistato dal direttore dell’Adnkronos, nel corso dell’evento “L’Italia dei Territori”, organizzata da Sud chiama Nord a Roma.

Il titolare della Difesa del governo Meloni, sulla guerra in Ucraina, ha aggiunto: “Non vedo la possibilità di una soluzione in Ucraina prima della prossima estate perché la Russia utilizzerà sicuramente l’inverno come arma di pressione. La tattica russa è cambiata, sta colpendo le infrastrutture civili ed energetiche. Colpire le infrastrutture energetiche in una nazione come l’Ucraina in inverno dove si arriva anche a -30,- 25 ha un effetto sulla popolazione. Per cui la Russia aspetterà. Non penso chiuderà a breve”.

Il ministro, durante il suo intervento, ha parlato degli aiuti all’Ucraina. ”L’Italia ha dato a Kiev degli strumenti che sono serviti a difendersi. Se domani l’Italia decide di rompere il fronte Nato-Europa e di non aiutare più l’Ucraina, significherebbe mettersi sotto la lente di ingrandimento negativa in Europa, non si fermerebbe la guerra. Noi non parliamo di aiuti significativi, io penso che gli aiuti che potrei dargli con un nuovo pacchetto sono di fermare 50/60/70 missili droni sulle migliaia che arrivano, però magari salvo 200 500, 1000 civili, bambini, non lo so”. “Il tema – ha aggiunto – è se io non ti do più aiuti, significa che ho cambiato il mio giudizio, significa che io ho deciso che ha ragione la Russia. Quindi accettiamo l’idea che uno Stato più forte possa conquistare un altro Stato. Io non l’ho accettato a Gaza, non l’accettiamo per l’Ucraina”. Ma poi sull’invio del nuovo pacchetto di aiuti, su cui le frizioni con la Lega sono evidenti, il ministro Crosetto non ha offerto ai cronisti una tempistica chiara: “Non lo so, quando sarà possibile”.

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