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El sendero más largo del mundo está a un vuelo corto de España y cruza la mayor reserva natural costera del Rey Carlos III

30 October 2026 at 12:30
Un giro en el Sendero Costero del Rey Carlos III de Inglaterra. (Wikimedia/Oliver Dixon)

Paredes de tiza blanca y campos extensos verdes serpentean las costas de Inglaterra. El viento surca el Canal de la Mancha y el horizonte queda abierto en el infinito. Ese paisaje, en la costa sur de Inglaterra, marca uno de los puntos de referencia del Camino de la costa de Inglaterra del Rey Carlos III, el sendero costero señalizado y gestionado más largo del planeta, con 4.345 kilómetros de recorrido una vez concluido en su totalidad.

Un recorrido que bordea toda la costa inglesa

El rey Carlos III inauguró oficialmente el proyecto el 19 de marzo de 2026, aunque la obra lleva más de una década en desarrollo bajo la gestión de Natural England, organismo gubernamental responsable de la conservación en Inglaterra. El plan contempla unir la totalidad del litoral inglés, desde Northumberland hasta Cumbria, con mil millas de camino nuevo y 1.700 de tramos mejorados. Según datos oficiales del Gobierno británico, en la actualidad ya hay cerca de 2.100 millas abiertas con acceso pleno al público.

Las Seven Sisters, el tramo que concentra el mayor atractivo

El condado de East Sussex, en el sureste del país, reúne uno de los fragmentos más fotografiados de toda la ruta. Allí, siete acantilados de tiza blanca conocidos como Seven Sisters caen de forma abrupta sobre el mar, formados a lo largo de millones de años por la acumulación de organismos marinos microscópicos. A sus pies, el río Cuckmere dibuja meandros entre praderas y marismas antes de desembocar en el Canal de la Mancha.

Una reserva natural de 1.500 hectáreas protege el entorno

Coincidiendo con la apertura del sendero, el área pasó a formar parte de la Seven Sisters National Nature Reserve, una reserva que se extiende por 1.500 hectáreas entre las localidades de Seaford y Eastbourne. Se trata de la decimotercera declarada dentro de la serie de 25 reservas naturales que impulsa la Corona británica y la primera de carácter costero centrada en la protección de acuíferos, según detalló Natural England en su comunicado oficial. El espacio alberga pastizales calcáreos, brezales, llanuras inundables, arrecifes submarinos y un estuario donde habitan especies como la alondra y la mariposa icarus de tiza.

La declaración protege además uno de los mayores acuíferos de Reino Unido, que abastece de agua potable a cerca de medio millón de personas en la zona, de acuerdo con la South Downs National Park Authority, entidad que administra el territorio junto a otras siete organizaciones, entre ellas el National Trust y la Sussex Wildlife Trust.

Dos formas de recorrer los acantilados

Quien prefiera un paseo sin desniveles puede optar por el tramo de unos cuatro kilómetros, ida y vuelta, que bordea el curso del río Cuckmere hasta la playa. Los senderos que coronan los acantilados, en cambio, ofrecen las panorámicas más amplias sobre el litoral, aunque exigen mayor esfuerzo físico. Natural England recuerda que la tiza es una roca sometida a erosión constante y recomienda mantener distancia respecto al borde de los acantilados durante la caminata.

Da falida Mt. Gox até à Binance. Os maiores ciberataques de sempre nas criptomoedas

30 October 2026 at 12:29

A bolsa de criptomoedas Binance sofreu esta quinta-feira um ciberataque que está a ser descrito como o maior de sempre nas moedas virtuais, que resultou num prejuízo estimado em 6,3 mil milhões de dólares (cerca de 5,6 mil milhões de euros) e levou ao congelamento de mais de 2,5 mil milhões de dólares (cerca de 2,25 mil milhões de euros) de forma a evitar a retirada de fundos pelos hackers.

A maior plataforma digital de criptomoedas do mundo vai-se chegar à frente para cobrir “todas as perdas decorrentes do ataque”, que teve uma magnitude quatro vezes superior ao da Bybit, em fevereiro de 2025. Nos últimos 15 anos, este setor sofreu uma série de furtos, continuando a levantar questões sobre a segurança do dinheiro dos clientes.

Segundo a agência Reuters, os ciberataques evidenciam as vulnerabilidades da blockchain e das finanças descentralizadas, na qual os utilizadores emprestam, pedem e depositam tokens digitais e contornam os intermediários tradicionais do sistema financeiro, como bancos e empresas de trading.

O especialista em cibersegurança Georgy Kucherin, investigador sénior na Kaspersky, diz que ainda não se pode excluir a hipótese de terem sido exploradas vulnerabilidades. “Estes incidentes mostram que as plataformas de negociação de criptomoedas não estão imunes a ciberataques. Podem ser comprometidas através de diversos vetores, e tanto os sistemas internos como as dependências externas podem servir de superfícies de ataque”, afirma o analista, lembrando que ainda na quarta-feira os utilizadores da Polymarket foram afetados por um ataque.

O portátil de um engenheiro informático terá sido o ponto de entrada dos cibercriminosos na Binance. A maioria dos fundos foi transferida em cerca de 20 minutos.

O investigador da Kaspersky explica que o portátil comprometido de um engenheiro de desenvolvimento e operações (DevOps) da Binance poderá ter permitido a um atacante aceder a um sistema de serviço e submeter transações de levantamento não autorizadas.

Para a empresa de cibersegurança Check Point Software, o “incidente evidencia a necessidade de proteger toda a cadeia de autorização de operações”, desde os equipamentos dos trabalhadores com acessos privilegiados até aos serviços que validam e executam as suas instruções. “O ataque à Binance terá permitido desviar entre 6,3 e 6,36 mil milhões de dólares em criptoativos através de dez redes blockchain. Segundo a TRM Labs, a maioria dos fundos foi transferida em cerca de 20 minutos”, revela a tecnológica norte-americana.

Quais os maiores ciberataques a plataformas de criptomoedas?

  • Fevereiro de 2025 – A bolsa de criptomoedas Bybit, corretora de criptomoedas, registou 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,3 mil milhões de euros à cotação atual) em tokens digitais furtados. As criptomoedas foram retiradas de uma “carteira fria” (wallet geralmente armazenada offline e, portanto, supostamente mais segura) que era utilizada para tokens Ether.
  • Março de 2022 – A rede Ronin Network, que permite a transferência de criptomoedas entre diferentes blockchains, sofreu um furto de aproximadamente 540 milhões de dólares (na ordem dos 482 milhões de euros) de um projeto blockchain ligado ao jogo online Axie Infinity. Os hackers roubaram cerca de 173.600 tokens Ether e 25,5 milhões de tokens USD Coin (USDC).
  • Fevereiro de 2022 – A Wormhole, uma plataforma de finanças descentralizadas que movimenta ativos, dados e aplicações através de mais de 45 blockchains, teve um assalto de 320 milhões de dólares (286 milhões de euros) em que os hackers roubaram 120 mil tokens digitais ligados à segunda maior criptomoeda do mundo, a Ether. A norte-americana Jump Trading, que no ano anterior havia comprado a empresa por detrás da Wormhole, depois repôs os fundos.
  • Agosto de 2021 – A rede Poly Network, que agiliza transações de tokens, sofreu um ataque a 610 milhões de dólares (545 milhões de euros), embora os cibercriminosos depois tivessem devolvido quase todos os fundos.
  • Janeiro de 2018 – A corretora Coincheck, com sede em Tóquio, sofreu um assalto a uma das “carteiras quentes” (carteira armazenada online) com o objetivo de drenar os fundos, culminando em 530 milhões de dólares (473 milhões de euros) impactados. À data, a Coreia do Sul culpou um grupo de hackers norte-coreanos.
  • 2011-2014 – Também de Tóquio, a bolsa de criptomoedas Mt. Gox foi alvo de um dos primeiros e mais mediáticos ataques informáticos neste mundo das moedas digitais. Ao longo de três anos, foram furtadas bitcoins no valor de quase 500 milhões de dólares (447 milhões de euros). A Mt. Gox, que chegou a processar cerca de 80% das transações globais de bitcoin, declarou insolvência no início de 2014, após o ciberataque no qual aproximadamente 24 mil clientes perderam acesso ao seu dinheiro.

Partidos árabes têm a chave para desbloquear o próximo Governo de Israel, mas aceitá-los obriga os judeus a uma mudança de mentalidade

30 October 2026 at 12:19

A minoria árabe de Israel mobilizou-se, votou em massa e garantiu a eleição de um número inédito de deputados. Com os dois principais blocos partidários judeus aquém da maioria necessária para governar, os árabes podem fazer a diferença. Em Israel, porém “os partidos árabes são um tabu, são uma linha vermelha para muita gente”, comenta um investigador israelita, que explica isto, em parte, com “racismo”

First Thing: Alaska Senate race descends into legal acrimony over second Dan Sullivan

30 October 2026 at 11:54

DoJ reportedly issues subpoenas after reports Democrat campaign sought candidate with same name as Republican incumbent. Plus, tributes pour in for beloved actor Patrick Stewart

Good morning. The US justice department is reported to have issued subpoenas after a report that the Alaska Democrat Mary Peltola’s campaign collaborated with party operatives to get a challenger with the same name as the Republican senator Dan Sullivan on to the midterm ballot.

Ballot stacking is a political tactic used in elections to draw votes away from an opponent by “stacking” the ballot with other candidates. While it is not illegal, the US president and the justice department have filed a lawsuit pre-emptively to block the certification of the Senate election results if the incumbent senator loses. Ariana Baio explains what is going on.

The Trump administration has opened a criminal investigation in California over claims that thousands of noncitizens are registered to vote. Donald Trump has repeatedly alleged that California’s elections are “corrupt” and “rigged”. Some employees from the office of the Los Angeles county registrar-recorder received grand jury subpoenas, the office confirmed.

Government corruption has emerged as a top issue in the upcoming elections, with an overwhelming majority of Americans saying US government officials use their public office for personal financial gain, according to an exclusive Harris poll for the Guardian. Three-quarters of voters said they thought elected officials cared more about enriching themselves than improving the economy for ordinary people.

Vivek Ramaswamy, the Republican nominee for Ohio governor, confirmed his campaign pulled an attack ad featuring Donna Arthur, the estranged mother of his Democratic opponent, Amy Acton. It followed severe public backlash rooted in the revelation that Arthur lost custody of Acton in 1978 after Arthur’s second husband was charged with repeatedly raping the then child.

The Canadian rocker Bryan Adams has trolled Donald Trump with a new song criticising his attempt to rename Lake Ontario, and another track called 51st State about Trump’s efforts to annex Canada.

This video explainer gives an overview in three and a half minutes of whether Israel’s opposition parties can work with new Palestinian Knesset members to oust Netanyahu.

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© Photograph: Becky Bohrer/AP

© Photograph: Becky Bohrer/AP

© Photograph: Becky Bohrer/AP

Nuria Roca demuestra que la blazer de raya diplomática es la prenda que mejor sienta a las mujeres de más de 50 años

By: Gemma · Martos
30 October 2026 at 12:00

Nuria Roca se ha convertido en una de las grandes referentes de estilo para las mujeres de más de 50 años. A sus 54 años, la presentadora valenciana ha demostrado en numerosas ocasiones que conoce perfectamente las prendas que mejor encajan con su personalidad y que no necesita recurrir a las últimas tendencias para conseguir estilismos actuales y favorecedores.

Este jueves, durante su participación en la tertulia de actualidad de ‘El Hormiguero’, la comunicadora ha vuelto a dejarnos una nueva inspiración de moda. En una noche marcada por la consternación ante el trágico accidente ferroviario ocurrido en España, Nuria Roca ha apostado por un estilismo sobrio y elegante protagonizado por uno de los grandes clásicos del armario femenino: la blazer de raya diplomática.

Después de sorprendernos esta semana con uno de los jerséis más originales de su vestidor, la presentadora ha recuperado la sastrería masculina con un conjunto de dos piezas que demuestra que los diseños tradicionales también pueden resultar modernos y rejuvenecedores.

La blazer de raya diplomática de Nuria Roca que favorece a las mujeres de más de 50 años

Para su última aparición televisiva, Nuria Roca ha elegido una americana oscura con un discreto estampado de raya diplomática. Se trata de una blazer de corte ligeramente holgado, solapas clásicas y hombros estructurados que aporta elegancia sin resultar demasiado rígida.

La presentadora ha combinado esta prenda con unos pantalones oscuros a juego, creando un traje de inspiración masculina que se ha convertido en una de las fórmulas más versátiles para vestir con sofisticación.

Sin embargo, uno de los grandes aciertos de su estilismo ha sido la manera de restarle formalidad al conjunto. En lugar de apostar por una camisa blanca tradicional, Nuria ha elegido una camiseta básica de cuello redondo que aporta luminosidad al rostro y consigue un resultado mucho más relajado.

Los complementos también han tenido un papel fundamental. La comunicadora ha lucido varios collares dorados de diferentes longitudes, entre los que destaca un medallón circular que aporta personalidad al conjunto. Un detalle que rompe con la seriedad de la sastrería clásica y consigue actualizar el estilismo. Además, ha llevado su característica melena suelta, peinada con ondas suaves, completando una propuesta natural y elegante.

Cómo llevar la raya diplomática después de los 50 sin sumar años al estilismo

Aunque durante mucho tiempo la raya diplomática ha estado asociada a los trajes más formales, lo cierto es que se trata de uno de los estampados más versátiles del armario. Su principal ventaja es que permite crear estilismos sofisticados sin necesidad de incorporar demasiados accesorios.

Las líneas verticales ayudan a estilizar visualmente la silueta, mientras que las americanas de hombros estructurados aportan definición a la parte superior del cuerpo. Por eso, una blazer de estas características puede convertirse en una gran aliada para las mujeres que buscan prendas elegantes y favorecedoras.

El secreto para conseguir un resultado rejuvenecedor está precisamente en cómo combinarla. Tal y como ha demostrado Nuria Roca, sustituir la camisa clásica por una camiseta blanca es una manera sencilla de actualizar un traje de inspiración masculina. También podemos llevar este tipo de americana con unos vaqueros rectos y mocasines, o combinarla con pantalones negros y un jersey fino para conseguir un conjunto más relajado.

Aunque no hemos podido identificar la firma de la blazer que ha lucido la presentadora, su última elección nos ha recordado que las prendas clásicas no tienen edad y que, con los complementos adecuados, pueden convertirse en las grandes protagonistas de cualquier estilismo. Una vez más, Nuria Roca ha demostrado que la elegancia después de los 50 no consiste en seguir todas las tendencias, sino en saber reinterpretar los básicos del armario con personalidad.

© El Hormiguero

Nuria Roca.

Diesel rebaja un 38% su Stinger dorado: 46 mm, cronógrafo y esfera de rayos de sol para llevar con camisa blanca

30 October 2026 at 12:00

El reloj dorado ha salido del cajón de los trajes cruzados, y Diesel lleva tiempo empujándolo hacia la calle con su Stinger. La versión DZ4707, con caja y brazalete en tono dorado, está ahora rebajada en Amazon y nunca había estado tan barata allí. Con eso, lo que era un capricho de escaparate pasa a ser una compra que ya se puede pensar con calma. Lo interesante viene después: cómo nos lo ponemos sin parecer disfrazados.

Un dorado cepillado que grita menos de lo que parece

La clave está en la esfera. No es un dorado espejo, sino uno cepillado con efecto rayos de sol. Son unas líneas finas que salen del centro y hacen que el color cambie según le dé la luz. En la oficina se ve casi champán; en una terraza al atardecer, se enciende. Ese matiz es lo que separa un reloj dorado con gusto de uno que parece sacado de una tómbola.

Diesel nunca ha hecho relojes tímidos, y este no rompe la regla: cronógrafo, caja grande y un brazalete que se nota en la muñeca. Precisamente por eso funciona. Es un reloj que se lleva para que se vea. Caja, esfera y brazalete van en el mismo tono, y esa coherencia se agradece cuando el resto del look va tranquilo. Ahí está la diferencia con un reloj de acero plateado, que acompaña sin decir nada.

¿Fondo de armario? No exactamente. Es la pieza que levanta una base de prendas lisas, y de las que envejecen bien. El dorado va y viene, pero siempre acaba volviendo, y un acabado cepillado como este aguanta mejor el paso de las temporadas que uno brillante.

Camisa blanca, vaquero y poco más

Con camisa blanca es donde más luce. Remangada dos vueltas, con un vaquero recto y unas zapatillas blancas, el reloj se queda como único punto de color y no pide nada más. Es el look más sencillo que se nos ocurre y, a la vez, el que mejor explica por qué un reloj así tiene sitio en el armario.

También funciona con un jersey fino en camel o marrón chocolate, porque los tonos tierra y el dorado se entienden solos. Con un traje azul marino gana un aire más de noche, de cena con amigos más que de reunión de las nueve.

Donde nos chirría es con el negro total y con la ropa técnica de deporte: ahí el dorado pierde la gracia. Y un consejo de los que se aprenden a base de errores: si ya llevas cadena o anillo dorado, no sumes mucho más.

46 mm, eslabones a medida y ducha sin quitárselo

Los 46 mm son el dato que conviene mirar antes de nada. En una muñeca fina se va a ver grande, y es el único reparo real que le ponemos: quien tenga la muñeca estrecha quizá prefiera algo más contenido.

El brazalete de acero permite quitar eslabones, así que el ajuste se hace a la medida de cada muñeca y el reloj no baila al mover la mano. El cristal es mineral y aguanta los arañazos del día a día. Y al ser de cuarzo, no hay que darle cuerda ni preocuparse si pasa una semana en el cajón.

Resiste el agua hasta 5 ATM: aguanta la ducha y un rato de piscina, aunque no está pensado para bucear. Para un reloj que se compra para lucir con camisa, va sobrado.

Al final, el Stinger dorado se elige por lo que le hace a una camisa blanca, y esa camisa casi todos la tenemos ya colgada en el armario.

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Diesel rebaja un 38% su Stinger dorado 46 mm, cronógrafo y esfera de rayos de sol para llevar con camisa blanca

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Diesel DZ4707

Under Armour cubre cuatro momentos del entreno con hasta un 45%: Charged Cushioning, suela de espiga y tricot cepillado

30 October 2026 at 12:00

¿Cuántas cosas le pide de verdad a la ropa una semana normal de entreno? Under Armour responde con un reparto bastante claro. Unas zapatillas para el asfalto y otras para la cancha. Un chándal para calentar cuando el termómetro no acompaña y una camiseta para lo que pasa entre una sesión y la siguiente. Ninguna de las cuatro intenta hacer el trabajo de las demás. Para quien entrena 3 o 4 días por semana, eso es justo lo que se agradece cuando llega el frío.

Cuatro momentos de la semana, cuatro exigencias distintas

Desde el cambio de hora del domingo pasado, el rodaje de después del trabajo ya se hace de noche y con unos grados menos. Es la época en la que el armario de entreno se queda corto, porque lo que en septiembre valía para todo empieza a quedarse a medias.

La semana de un deportista aficionado tiene más variedad de la que parece. Dos o tres salidas a correr por el barrio, quizá una pachanga en la cancha del polideportivo, algún día de fuerza y, entre medias, muchas horas de vida normal. Cada uno de esos ratos castiga el cuerpo y la ropa de una manera distinta.

Querer resolverlos todos con lo mismo es la forma más rápida de acabar con un tobillo resentido o con frío en el primer cuarto de hora.

Under Armour Charged Surge 4: las del rodaje de diario por asfalto

Son las zapatillas que se calzan un martes cualquiera para hacer 6 u 8 kilómetros por el barrio, sin reloj que apriete y sin ganas de pensar en los pies. Su terreno es el asfalto y el ritmo cómodo, ese en el que todavía puedes hablar mientras corres.

La pieza que manda es la mediasuela Charged Cushioning, la espuma de Under Armour que va bajo el pie. Absorbe el golpe de cada pisada contra el suelo duro y devuelve un punto de empuje hacia delante, así que la zancada no se siente plana aunque vayas suave.

Arriba, la malla ligera deja salir el calor, algo que se agradece igual en octubre que en junio. El acolchado reforzado alrededor del tobillo sujeta sin rozar cuando el talón empieza a cansarse, que es justo cuando más se nota.

Para series rápidas en pista no son la opción más afinada, pero tampoco lo pretenden: están pensadas para sumar kilómetros tranquilos semana tras semana. La suela es de goma con un dibujo de tracción propio, que agarra bien en aceras y caminos asfaltados y está hecha para aguantar el desgaste de muchas salidas.

Llegan rebajadas y, la verdad, en buen momento: no han estado más baratas en los últimos 3 meses. Para el corredor de tres días por semana, son de esas compras que se amortizan sin hacer cuentas.

Under Armour Knit Track Suit: el chándal de los primeros minutos con frío

El calentamiento con frío es el rato en el que más se usa un chándal y menos se piensa en él. Diez minutos de trote suave, unas movilidades y fuera, o una sesión entera de fuerza en un gimnasio que a primera hora todavía no ha cogido temperatura.

Este conjunto de chaqueta y pantalón largo está hecho para eso. Por fuera es punto de tricot, suave al tacto. Por dentro, el tejido cepillado da ese tacto mullido que se agradece cuando te lo pones con el cuerpo todavía frío.

Lo interesante viene después. El tejido aleja el sudor de la piel y seca rápido. Cuando te quitas la chaqueta a mitad de calentamiento, no te quedas con una capa húmeda pegada a la espalda.

Los detalles son los de un chándal pensado para moverse. Puños, bajos y cinturilla acanalados, para que la pernera no se suba al estirar ni entre aire por la muñeca. Cordón en la cintura para ajustarlo y bolsillos laterales abiertos para llevar las llaves en el trayecto. La parte de arriba tiene un corte holgado, con sitio para una camiseta térmica debajo los días de verdad fríos.

Es todo de poliéster, y por eso no pesa ni se empapa como los chándales de algodón de toda la vida. El momento acompaña: está rebajado y en el precio más bajo que ha tenido en los últimos 3 meses, justo cuando empieza a hacer falta.

Under Armour Sportstyle: la camiseta para todo lo que no es entrenar

No todo en la semana del deportista pasa en la pista. Está la vuelta a casa después de la ducha del gimnasio, los recados del sábado o el café de después del rodaje del domingo. Para esos ratos, la Sportstyle resulta más agradable que una camiseta técnica pura.

Es una mezcla de 60% algodón y 40% poliéster, muy suave al tacto, ligera y de secado rápido. Lleva el cuello acanalado de siempre y el logo en el lado izquierdo del pecho. Se lleva cómoda de la mañana a la noche. No está en su mínimo, pero sí por debajo de lo que ha costado de media en los últimos 3 meses.

Under Armour Lockdown 8: suela de espiga para frenar y salir hacia un lado

Si las Surge 4 están hechas para ir siempre hacia delante, las Lockdown 8 están hechas para lo contrario: frenar en seco, pivotar y arrancar hacia un lado. Son las de la pachanga del jueves en la cancha, donde el pie sufre más por los cambios de dirección que por los kilómetros.

La clave está abajo. La suela exterior es de goma maciza con un dibujo de espiga, esas líneas en zigzag que muerden el suelo de la pista cuando cortas. Así el pie no se escapa en el momento de cambiar de sentido. Encima va una mediasuela de EVA, la espuma ligera de toda la vida, que mantiene la pisada rápida sin volver blando el apoyo.

La parte de arriba es de malla transpirable con refuerzos de piel y película en las zonas que más trabajan. Gracias a esos refuerzos el pie queda bien sujeto en los cortes y el material aguanta mejor el roce de los frenazos.

Es la octava entrega de la serie Lockdown, y se nota que están pensadas para el control antes que para la velocidad pura. Llegan rebajadas y en el precio más bajo del último mes.

Tallas y hormas: lo que conviene mirar antes de pedir

En las de correr sigue valiendo la norma de siempre: deja un poco de hueco delante del dedo gordo. El pie se hincha según avanzan los kilómetros, y lo que en casa parece justo aprieta a la media hora. Las Surge 4 se venden también en versión de horma extra ancha en muchas tallas, y quien tiene el pie ancho lo va a agradecer desde la primera salida.

Con las Lockdown 8 merece la pena fijarse en el sistema de tallas. Algunas aparecen en numeración europea y otras en británica, y no son equivalentes. En la cancha, un pie que baila dentro del calzado es lo que acaba en torcedura, así que aquí se busca un ajuste más firme que en las de correr.

El chándal va de la XS a la 3XL, con ese corte holgado arriba pensado para dejar sitio a una capa debajo. La camiseta tiene versiones más largas para quien es alto y está cansado de que la tela se le suba al levantar los brazos.

Por qué las de correr no sirven para la cancha (ni al revés)

Las Surge 4 y las Lockdown 8 comparten marca, pero piden cosas opuestas al pie. Unas zapatillas de correr están construidas para la línea recta: espuma que amortigua pisada tras pisada, malla ligera y un apoyo que acompaña el movimiento hacia delante. En un cambio de dirección brusco, ese mismo diseño deja que el pie se desplace sobre la suela, y el tobillo paga la factura.

Las de cancha hacen el camino inverso. La suela maciza de espiga y los refuerzos de la parte de arriba sujetan el pie cuando frenas y giras. Todo en ellas está puesto al servicio del agarre y la sujeción, así que sacarlas a correr por la calle es desaprovechar justo lo que mejor hacen.

Las dudas que siempre salen con el chándal y la camiseta

¿Se puede correr con el chándal puesto? Para un rodaje suave en una mañana fría, sí. El tejido aleja el sudor y seca rápido, así que no se convierte en una sauna en la primera vuelta. En un entreno a ritmo alto sobra a los 10 minutos, y lo normal es quitarse la chaqueta y seguir con el pantalón.

¿La camiseta vale para entrenar? Para el gimnasio, una clase dirigida o un trote corto va bien, porque es ligera y seca rápido. Para una tirada larga en pleno verano, con mucho sudor de por medio, el algodón de la mezcla pesa más que un tejido técnico puro, y ahí conviene otra cosa. Su sitio de verdad son las horas de antes y de después.

La bolsa del domingo por la noche queda así: las Surge 4 para el rodaje del martes, las Lockdown 8 para la cancha del jueves, el chándal para los primeros minutos de frío y la camiseta para volver a casa. Que las cuatro lleguen rebajadas justo cuando las mañanas empiezan a enfriar hace que montarla ahora salga bastante más a cuenta.

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Portugal Ventures conclui saída da Perceive3D após aquisição pela Smith+Nephew

30 October 2026 at 11:54
Banco do Fomento

A Portugal Ventures anunciou a conclusão do desinvestimento na Perceive3D, empresa portuguesa de tecnologia médica adquirida integralmente pela multinacional britânica Smith+Nephew em 2020. O anúncio, divulgado a 29 de outubro, surge na sequência da autorização pela agência norte-americana Food and Drug Administration (FDA) do sistema TESSA, desenvolvido a partir da tecnologia da startup.

Fundada por João P. Barreto e Rui Melo, a Perceive3D nasceu como spin-off da Universidade de Coimbra e dedica-se ao desenvolvimento de soluções de visão por computador, inteligência artificial e realidade aumentada aplicadas à cirurgia minimamente invasiva. A sua plataforma de navegação para artroscopia permite transpor o planeamento pré-operatório para o contexto cirúrgico em tempo real, com o objetivo de aumentar a precisão dos procedimentos.

Esta tecnologia deu origem ao TESSA — Tracking Enabled Spatial Surgery Assistant —, atualmente integrado no portefólio da Smith+Nephew. Segundo o comunicado, a primeira aplicação clínica do sistema destina-se à reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior do joelho, numa abordagem de navegação intra-articular que a empresa designa por «Cirurgia Espacial». A autorização da FDA foi concedida através da via regulatória De Novo.

A Portugal Ventures, sociedade de capital de risco do Grupo Banco Português de Fomento, investiu na Perceive3D em 2013, quando a empresa se encontrava na fase pre-seed. Ao longo dos anos, apoiou o desenvolvimento tecnológico, a proteção da propriedade intelectual, a validação clínica e os primeiros projetos-piloto hospitalares.

A aquisição pela Smith+Nephew, em 2020, permitiu acelerar o desenvolvimento industrial e regulatório da tecnologia, de acordo com a nota de imprensa. O comunicado não divulga o valor da aquisição, o montante investido pela Portugal Ventures ou o retorno obtido com a operação, nem detalha as condições da conclusão do desinvestimento agora anunciada.

Para Marco Neves, presidente do conselho de administração da Portugal Ventures, a integração da tecnologia num grupo internacional e a autorização regulatória nos Estados Unidos demonstram o papel do investimento na valorização da investigação científica. «Ver esta tecnologia integrada num líder global como a S+N e agora validada pela FDA confirma o impacto que o capital de risco pode ter na transformação de ciência em inovação», afirma, citado no comunicado.

João P. Barreto, fundador e diretor executivo e científico da Perceive3D, destaca a complexidade do percurso entre a investigação inicial e a chegada ao mercado. “Levar uma tecnologia médica com esta complexidade e sofisticação de TRL 1 a TRL 9, ou seja, dos princípios científicos básicos até à introdução no mercado, foi uma experiência única e com poucos precedentes em Portugal”, refere.

O responsável salienta ainda o contributo da Universidade de Coimbra, da Portugal Ventures, enquanto principal investidor, e da Smith+Nephew, que adquiriu a tecnologia antes da sua comercialização.

Também o reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão, considera que a autorização constitui um reconhecimento da investigação desenvolvida na instituição. O percurso da Perceive3D, afirma, demonstra “como o conhecimento produzido na nossa instituição pode transformar-se em inovação com impacto global”.

APFN considera que OE2027 continua a penalizar famílias com filhos e exige critério per capita no Estado

30 October 2026 at 11:53

A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) considerou hoje que a Proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) mantém a penalização sobre quem tem filhos e defendeu a adoção do critério per capita de forma transversal em todas as políticas públicas.

No parecer emitido sobre a Proposta de OE2027, a APFN defende que “cada filho vale um” e que a equidade fiscal tem de assentar no rendimento por pessoa, aplicando-se não só ao IRS, mas também à habitação, energia, prestações sociais, saúde e mobilidade.

A associação reconhece a inclusão de algumas medidas no documento, nomeadamente a atualização dos escalões do IRS acima da inflação, o reforço da dedução a partir do terceiro filho e o alargamento da licença parental. Contudo, classifica estas opções como “passos simbólicos e avulsos” que falham em corrigir a injustiça estrutural.

Segundo a APFN, as famílias numerosas têm rendimentos semelhantes aos dos restantes agregados, com a diferença de que o mesmo montante precisa de sustentar mais pessoas. A organização sublinha que tratar de forma igual famílias com o mesmo rendimento, mas com número diferente de dependentes, ignora o aumento de custos com alimentação, vestuário, habitação, energia e educação.

“Uma criança não é uma fração de adulto nem um elemento acessório do agregado. É uma pessoa inteira com necessidades próprias que o rendimento da família tem de sustentar por inteiro”, refere a associação, alertando que o Estado está a “sufocar o rendimento disponível de quem decide ter filhos”.

Lembrando que os dados do Inquérito à Fecundidade do Instituto Nacional de Estatística indicam que as famílias portuguesas desejam ter mais filhos e não o fazem sobretudo por limitações financeiras, a APFN apela aos grupos parlamentares para que corrijam o documento durante a discussão na especialidade.

Entre as medidas propostas pela associação para o IRS estão a tributação com base no rendimento per capita ou a dedução de um mínimo de existência por filho, a fixação de limites de despesas dedutíveis por pessoa e a atualização das deduções à taxa da inflação acumulada.

Na habitação, a organização pede a eliminação do teto de três filhos no IMI Familiar e critérios per capita na isenção de IMI, no IMT e no Porta 65 Jovem. A APFN reclama ainda a aplicação da taxa reduzida de IVA a todo o consumo de eletricidade, um abono de família universal, maior flexibilidade na licença parental e a revisão do ISV e do IUC para veículos de maior lotação a partir dos três filhos.

Caso Binance: Como ocorreu o maior roubo da história das criptomoedas

30 October 2026 at 11:51

Hackers roubaram US$ 6,3 bilhões da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, em um roubo de ativos digitais recorde .

Eis o que sabemos até agora:

O que aconteceu?  

Cerca de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas foram retirados de carteiras que a Binance usa para processar transações, de acordo com a exchange e análises de especialistas em registros da blockchain.

A Binance afirmou em um comunicado na plataforma X que inicialmente pensou que o ataque tivesse envolvido um laptop comprometido.

“No entanto, nossa investigação subsequente descobriu pontos de violação adicionais”, acrescentou, sem dar mais detalhes.

De acordo com o site da corretora, ela opera um fundo de ativos seguro para os usuários, uma reserva de US$ 1 bilhão em bitcoins destinada a proteger os clientes em caso de violação de segurança.

O co-CEO Richard Teng afirmou que as perdas seriam cobertas pelo fundo e pelos recursos da empresa.

Segundo a empresa americana de análise de blockchain TRM Labs , os atacantes comprometeram a “infraestrutura de assinatura” da Binance, que autoriza transações, permitindo que eles emitissem instruções que esvaziaram as carteiras afetadas.

A maior parte do roubo ocorreu em cerca de 20 minutos, conforme mostram os registros da blockchain, começando pouco depois das 20h GMT de quinta-feira (29).

Após a movimentação dos fundos, os atacantes correram para transferi-los para um local fora do alcance das contrapartes da Binance e dos emissores de stablecoins, que congelaram aproximadamente metade dos ativos roubados.

Uma característica incomum de algumas criptomoedas, incluindo as principais stablecoins como USDT da Tether e USDC da Circle, é que seus emissores podem congelá-las remotamente.

“Em termos leigos, o atacante pode não ter roubado a chave do cofre, mas sim sequestrado o sistema que instrui o cofre a liberar o dinheiro”, disse Joshua Chu, um advogado de Hong Kong que trabalha com casos envolvendo criptomoedas.

Quem está por trás disso? 

Diversas empresas americanas de análise de blockchain afirmaram que o ataque apresenta semelhanças com operações anteriores atribuídas a hackers norte-coreanos.

Teng afirmou que a investigação da Binance ainda não identificou os atacantes, enquanto a Coreia do Norte nega rotineiramente qualquer envolvimento em ataques cibernéticos e roubos de criptomoedas.

A missão diplomática da Coreia do Norte em Genebra e a embaixada na China não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

A TRM afirmou que a violação compartilhava características com o ataque do ano passado à corretora de criptomoedas Bybit, que o FBI atribuiu a hackers norte-coreanos.

A empresa disse estar altamente confiante de que o mesmo grupo estava por trás do roubo da Binance.

A Chainalysis afirmou que os fundos roubados em um ataque no mês passado contra a Bitget estavam sendo misturados com os lucros da violação de segurança da Binance.

Onde está o dinheiro?

Aproximadamente metade dos ativos roubados eram stablecoins que, desde então, foram congeladas por emissores como Tether, Circle, Ripple e World Liberty Financial, o empreendimento de criptomoedas da família Trump.

Isso não significa que as moedas serão devolvidas à Binance, mas limita significativamente a capacidade dos atacantes de convertê-las em dinheiro.

A TRM afirmou que parte dos fundos já havia sido depositada como garantia para empréstimos em ether e estimou que cerca de US$ 2,4 bilhões em bitcoin e ether estão fora de alcance.

“Nenhuma empresa emite bitcoin ou ether e nenhuma empresa pode congelar nenhum dos dois”, disse Patrick Tan, consultor jurídico da ChainArgos, uma empresa de inteligência em blockchain em Singapura.

“Os bitcoins e ethers só podem ser bloqueados se o atacante os enviar para uma corretora ou exchange de criptoativos que seja capaz e esteja disposta a congelá-los, ou se as autoridades policiais obtiverem as chaves privadas.”

Participantes do mercado disseram que os atacantes provavelmente misturariam as moedas roubadas com outros ativos ou usariam moedas e corretoras menos conhecidas para tentar movimentar os recursos obtidos ilegalmente.

“Quanto mais tempo passa, menor a probabilidade de conseguirem transferir esses fundos para outras corretoras ou provedores de pagamento — eles essencialmente entram para a lista negra”, disse Bernardo Brites, CEO da Trace Finance, uma empresa de infraestrutura de stablecoins.

“Na realidade, grande parte dos lucros de ataques cibernéticos… (só podem ser lavados) nas primeiras horas, mas depois disso, há muitos participantes diferentes que sabem que esses fundos estão marcados… e geralmente ficam lá parados por anos.”

E agora?

O roubo é o mais recente de uma série de grandes violações de ativos digitais. Segundo a TRM Labs, os invasores roubaram US$ 2,9 bilhões em criptomoedas em quase 150 incidentes no ano passado.

O ataque também abalou a confiança no setor. As criptomoedas caíram na sexta-feira e o valor total de mercado das stablecoins diminuiu, sugerindo que os investidores estavam retirando dinheiro de ativos digitais.

Elecciones, vivienda e incertidumbre: el "difícil" escenario que afrontan las protestas educativas en Cataluña para noviembre

Los profesores catalanes afrontan un nuevo calendario de movilizaciones en el mes de noviembre con cierto grado de incertidumbre: "Estamos en un contexto complicado. Vienen elecciones generales, el tema de la vivienda,... Es difícil saber qué impacto y participación tendremos", asegura a este diario la portavoz nacional de Ustec·Stes, Iolanda Segura, a pesar de que ve en la celebración de comicios un "escenario óptimo para hacer presión".

Los sindicatos contrarios al pacto educativo del Govern divulgaron esta semana a través de un comunicado conjunto la próxima hoja de ruta a seguir en las calles, tras acordarla el pasado sábado en la novena Asamblea Educativa de Cataluña (AEC). La lista de reivindicaciones, en la que también se abre la puerta a llevar a cabo marchas durante el segundo y tercer trimestre, marca como primeras fechas señaladas el 4 de noviembre, cuando se plantean concentraciones en los centros.

El 11 de ese mismo mes, el sector secundará la huelga general por la vivienda, mientras que el 21 de noviembre los sindicatos protagonizarán una manifestación en defensa de la educación pública. La consecución de paros culminará el 26 de noviembre, cuando las plataformas sindicales —Ustec·Stes, CGT, La Intersindical, COS, CNT y la AEC— celebrarán una huelga educativa. Sin embargo, el apoyo a esta iniciativa por parte de los docentes no es tan boyante ahora como sí lo fue en muchos momentos el curso pasado.

"Somos un motor diésel"

Prueba de ello, los resultados de la consulta lanzada la semana pasada al profesorado: el 50,2% del total de los participantes revelaron que no estarían dispuestos a hacer huelga, mientras que el 49,8% sí. En la encuesta, solamente participó un tercio del censo total de profesores y personal de atención educativa. "Fue muy ajustado. Nos planteamos que lo más oportuno era convocar un día de huelga. Si no convocas nada, corres el riesgo de perder un potencial dispuesto a movilizarse", analiza Segura para LA RAZÓN.

Los porcentajes, en efecto, contrastan con los aproximadamente 40.000 profesores que secundaban en junio esta medida de presión, tras el rechazo de los maestros al preacuerdo educativo del Govern. Esta división de opiniones llega tras más de 20 jornadas de protesta en el último trimestre del curso pasado y un paro el primer día del curso 2026-27 que no tuvo un seguimiento masivo por parte de los profesores, a diferencia de las convocadas en febrero o marzo.

La representante de Ustec reconoce que aquel "ciclo de lucha fue muy desgastador para todos", pero que lo "tiramos adelante porque el colectivo nos lo pidió". Admite también que activar a la comunidad en el primer trimestre "siempre es más costoso" y que se estudiará el "músculo" del paro general por la vivienda y del educativo, para evaluar los próximos avances reivindicativos. "Somos un motor un diésel. Veremos si este año va en crecimiento o no. Será el colectivo el que nos diga si está dispuesto a movilizarse".

Demandas

Desde el sindicato mayoritario de la escuela pública catalana, no obstante, afirman que solo a través de las protestas se pueden reabrir unas negociaciones con el Departamento de Educación que actualmente están encalladas. Durante la novena AEC, de hecho, se ratificó presentar el documento de objetivos de la comunidad educativa en el que exponen múltiples demandas a la Generalitat. Por ejemplo, más recursos para la educación inclusiva mediante el incremento de plantillas.

En concreto, exigen unos 34.000 profesionales más: 18.000 nuevas plazas estructurales de docentes y PAE, cinco dotaciones por centro (16.225) y refuerzo de los servicios educativos. Por otro lado, piden igualmente una bajada de ratios, una cláusula de garantía salarial (ligada al IPC) para todos los colectivos y equiparación salarial de los colectivos externalizados, entre otras peticiones. Pero la más importante, según Segura, es que se destine el 6% del PIB a educación: "Es la única forma de dar cabida a todas las carencias en las aulas".

© EUROPAPRESS

Manifestación de los sindicatos Ustec·Stes, CGT, Intersindical y COS en el marco de la huelga educativa

Polícia investiga 25 casos em clínica de SC onde mulher morreu após exame

30 October 2026 at 11:44

O número de pacientes que precisaram de atendimento médico após realizar exames de endoscopia e colonoscopia em uma clínica particular de Ibirama, em Santa Catarina, subiu para 25. Uma mulher de 38 anos que realizou exame no local no dia 22 deste mês morreu após sofrer uma parada cardiorrespiratória. 

Segundo a SES (Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina), os 25 pacientes apresentaram sintomas semelhantes, como dores abdominais, calafrios e vômitos após os procedimentos realizados na WS Centro Clínico & Diagnósticos. A maioria passou por avaliação médica e não precisou de internação, mas dois permanecem internados em estado estável.

A clínica foi interditada cautelarmente pela Vigilância Sanitária Municipal na sexta-feira (23). A Secretaria de Estado da Saúde acompanha as ocorrências e aguarda os resultados dos exames realizados no hospital e das amostras encaminhadas ao Lacen SC (Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina). As análises devem contribuir para esclarecer as possíveis causas das complicações.

Em nota, a WS Centro Clínico & Diagnósticos lamentou o ocorrido e manifestou solidariedade aos pacientes e familiares. O estabelecimento afirmou que realiza os procedimentos há três anos e que a situação é inédita em sua trajetória. A clínica também informou que está colaborando com as autoridades competentes para esclarecer os fatos.

A Polícia Civil de Santa Catarina informou que segue realizando diligências para investigar os casos. Segundo a corporação, familiares dos pacientes já foram ouvidos e documentos médicos relacionados às ocorrências estão sendo analisados.

A investigação também conta com o acompanhamento dos órgãos de Vigilância Sanitária e Epidemiológica, responsáveis pelas análises técnicas. Os resultados serão encaminhados à autoridade policial assim que concluídos, para dar continuidade à apuração.

Nota da clínica via Instagram:

Entenda o caso

A paciente que morreu foi identificada como Daiane Deucher dos Santos, de 38 anos. Ela era atleta de futsal e integrava a equipe Amigas da Bola, de Ibirama.

Daiane realizou uma colonoscopia na clínica na quinta-feira (22). Após o procedimento, passou mal e procurou atendimento no Hospital Doutor Waldomiro Colautti, onde foi medicada e liberada.

A paciente voltou ao hospital na sexta-feira (23), após apresentar piora no quadro de saúde. Ela chegou a sofrer uma convulsão e permaneceu internada. Na segunda-feira (26), Daiane morreu após uma parada cardiorrespiratória.

Uma amiga da vítima, que não quis se identificar, relatou à CNN Brasil que Daiane teria contraído uma bactéria após o exame. No entanto, essa informação ainda não foi confirmada pelas autoridades, e as circunstâncias da morte seguem sob investigação.

A Secretaria Municipal de Saúde orientou que pessoas que realizaram exames na clínica e apresentem sintomas procurem atendimento médico, mesmo que os sinais sejam leves.

A clínica também afirmou, em publicação nas redes sociais, que os pacientes foram liberados somente após acordarem da sedação e apresentarem condições consideradas adequadas. O responsável técnico informou que a equipe tenta identificar o que pode ter provocado os casos, mencionando possibilidades como bactéria, vírus, medicamento ou algum fator externo.

Como a IA é usada no dia a dia do paciente? Entenda

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Los presupuestos de Ayuso para la vivienda en 2027: 90 millones de euros para construir 2.700 viviendas destinadas a familias vulnerables

30 October 2026 at 11:44

La Comunidad de Madrid reforzará el próximo año sus políticas de vivienda con un incremento de los recursos destinados a ampliar la oferta de alquiler asequible, facilitar el acceso de los jóvenes a su primera casa y mejorar los edificios residenciales. El Gobierno regional destinará 552 millones de euros a estas actuaciones en 2027, lo que supone un aumento superior al 13% respecto al ejercicio anterior.

Las medidas forman parte del proyecto de Ley de Presupuestos Generales de la Comunidad de Madrid, aprobado este viernes por el Consejo de Gobierno. En conjunto, la Consejería de Vivienda, Transportes e Infraestructuras contará con 3.374,4 millones de euros, un 11,3% más que en 2026, incluidos los fondos europeos.

Uno de los principales incrementos se producirá en el fomento del parque de viviendas en alquiler. Esta partida pasará de los 38 millones de euros del presupuesto inicial de 2026 a 78,3 millones en 2027, lo que representa un aumento del 105,8%. El objetivo es incrementar la disponibilidad de inmuebles en arrendamiento a precios asequibles, especialmente para quienes tienen mayores dificultades económicas.

También ganará peso la Agencia de Vivienda Social, que dispondrá de 90,3 millones de euros para continuar con la construcción de 2.700 viviendas destinadas a familias vulnerables. Además, elevará de 10,8 a 25,2 millones la partida para adquirir inmuebles. Por otro lado, el mantenimiento y la mejora de las 25.000 viviendas que gestiona recibirán 36 millones de euros, un 55% más que en el ejercicio anterior.

La rehabilitación de edificios será otro de los ejes de las cuentas regionales. El Plan Rehabilitar Madrid contará con 112 millones de euros para actuaciones de rehabilitación y accesibilidad, de los que 30 millones se reservarán al Plan Regional de Ascensores, dirigido a facilitar la movilidad de los residentes en edificios que carecen de estos dispositivos.

36 MILLONES PARA EL ALQUILER Y LA EMANCIPACIÓN JUVENIL

El Ejecutivo autonómico también incrementará los recursos destinados a facilitar el acceso al alquiler y la emancipación de los jóvenes. Estas ayudas, junto con las vinculadas al Plan Alquila, sumarán 36 millones de euros, un 26,8% más que en el presupuesto inicial de 2026.

De esa cantidad, 29,7 millones se dedicarán directamente al arrendamiento y otros 6,4 millones a facilitar la independencia de los jóvenes. Esta última partida experimentará un crecimiento del 42,2%.

Por su parte, el programa Mi Primera Vivienda dispondrá de 35 millones de euros en garantías para ayudar a quienes quieran adquirir su primer inmueble y necesiten financiación hipotecaria. La iniciativa permite acceder a préstamos de hasta el 100% del precio de la vivienda, siempre que se cumplan los requisitos establecidos.

En paralelo, el Gobierno regional reforzará el Plan Vive, que ya ha entregado más de 6.500 viviendas en alquiler asequible en 14 municipios y tiene previsto alcanzar las 16.500 en un total de 28 localidades.

Parte de los recursos presupuestados se enmarcan en el Plan Estatal de Vivienda 2026-2030, al que la Comunidad de Madrid ha multiplicado por 5,5 su aportación.

© EUROPAPRESS

La presidenta de la Comunidad de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, y el consejero de Vivienda, Transportes e Infraestructuras, Jorge Rodrigo, en la M-607

El fiscal del juicio al bulo del 'Bar España' eleva la petición de penas de cárcel por el "linchamiento" salvaje a las víctimas

30 October 2026 at 11:37

El fiscal del juicio al bulo del 'Bar España' eleva la petición de penas de cárcel por el "linchamiento" salvaje a las víctimas

El representante del Ministerio Público argumenta que el infundio de "dimensiones colosales" en la red ha supuesto una ataque "despiadado e injusto" a la reputación de los perjudicados

El bulo del 'Bar España': una venganza nacida al calor del 'caso Alcàsser' y multiplicada hasta el infinito en redes

El fiscal del juicio a los difusores del bulo del 'caso Bar España' ha aumentado la petición de pena hasta los 36 años de prisión para los conspiranoicos acusados Ramón Valero Martín Consuegra, alias Un técnico preocupado; Juan Lankamp Riaza; Gabriel Hernández, del canal Las cloacas del Estado, y Pilar Baselga. Al letrado Javier Fernández Torres, que se defiende a sí mismo, también le pide inhabilitación especial para el ejercicio de la abogacía durante cuatro años.

El representante del Ministerio Fiscal, según ha afirmado en la sesión de este viernes de exposición de los informes de conclusiones, los considera autores de nueve delitos contra la integridad moral en concurso medial con cinco delitos continuados de calumnias e injurias con publicidad contra autoridad y funcionario y con cuatro delitos de calumnias con publicidad contra particular.

Los acusados propagaron en redes sociales el bulo fabulado por el fallecido peluquero Reinaldo Colás por venganza contra su exmujer, primero en una era analógica y posteriormente multiplicado hasta el infinito en redes sociales. Cinco testigos confirmaron que todo fue un invento y que Colás les obligó siendo menores de edad a mentir.

Además, el fiscal Javier Carceller ha doblado la petición de responsabilidad civil, de los 200.000 euros solicitados inicialmente a los 400.000 euros por cabeza para indemnizar conjunta y solidariamente a las principales víctimas del bulo: la magistrada Sofía Díaz; la exdirectora del centro de menores del Baix Maestrat, Gema R.; el expresidente de la Diputación de Castelló, Carlos Fabra; el expresident Francisco Camps; el excapitán de la Guardia Civil Santos F.; además de a varias enemistades personales del creador inicial del infundio: Francisco R. B., Juan M. C., Rodolfo B. C. y los descendientes del fallecido Carlos Y. A. E.

Por otro lado, el representante del Ministerio Público también aumenta su petición de indemnización —de 5.000 euros iniciales por cabeza a 25.000 euros— para las exconselleras Mónica Oltra y Gabriela Bravo y las exdirectoras generales Rosa Molero y Verónica López. El fiscal Carceller también ha solicitado que las costas de la publicación de la sentencia corran a cargo de los acusados.

Define la difusión del bulo como una “tropelía”

El fiscal ha definido la vista oral como el “primer juicio conocido” por la difusión “imparable” e “infinita” en la red de “noticias falsas” de “dimensiones colosales” y con efectos “indefinidos”. Javier Carceller ha aducido una “regulación penal obsoleta e insuficiente” para casos como el del bulo del 'caso del Bar España' (al no prever el legislador que reformó el Código Penal en 1995 un uso tan “maligno” de las nuevas tecnologías).

Las víctimas, ha remachado el fiscal, han sufrido en casi tres décadas un “linchamiento público despiadado e injusto” que ha “destrozado” la reputación personal y profesional de los perjudicados. La huella digital de las víctimas ha quedado “marcada para siempre”, ha apostillado.

La difusión del bulo, según concluye Carceller, ha sido una “tropelía” y una “salvajada” que merece una condena “contundente y enérgica”.

Jordi Rodríguez, asesor inmobiliario: "Tu próximo inquilino moroso podría ser la Administración Pública"

30 October 2026 at 11:35

Tanto el mercado del alquiler como el de compraventa atraviesan un escenario marcado por unos precios cada vez más difíciles de asumir, unas condiciones de acceso exigentes y una oferta insuficiente en las zonas con mayor demanda. La dificultad para emanciparse, encontrar un alquiler asequible o reunir los ahorros necesarios para comprar una casa ha terminado por trasladar el problema a las calles, donde las reivindicaciones por una vivienda digna han ganado protagonismo durante las últimas semanas.

El malestar social quedó especialmente patente el pasado 3 de octubre, cuando decenas de miles de personas salieron a manifestarse en más de 50 ciudades españolas para reclamar soluciones a la crisis habitacional. Las movilizaciones, convocadas por los sindicatos de inquilinos, coincidieron con el rechazo del Congreso al Real Decreto-ley 26/2026, que recogía distintas medidas para facilitar el acceso a la vivienda y reforzar la protección de los arrendatarios. Tras su derogación parlamentaria, el Gobierno aprobó el 6 de octubre un nuevo texto, el Real Decreto-ley 29/2026, publicado en el BOE el día 7 y en vigor desde el 8 de octubre.

La nueva norma recupera buena parte de las medidas anteriores e incorpora modificaciones destinadas a reforzar la protección de los colectivos más vulnerables. Sin embargo, su recorrido parlamentario todavía no ha terminado. Al encontrarse disueltas las Cortes Generales por la convocatoria de elecciones, la convalidación o derogación del nuevo decreto corresponde a la Diputación Permanente del Congreso, el órgano que mantiene determinadas funciones de la Cámara durante este periodo. Según establece la Constitución, este organismo puede debatir y votar la continuidad de los reales decretos ley dentro del plazo de 30 días desde su promulgación.

Su decisión será determinante para el futuro de unas medidas que afectan directamente al mercado inmobiliario y, especialmente, a quienes atraviesan dificultades para mantener una vivienda. Entre ellas destaca un nuevo mecanismo de protección para los inquilinos en situación de vulnerabilidad económica, que introduce una responsabilidad directa de la Administración cuando se produce un desahucio por impago.

Así actúa la Administración cuando hay un inquilino vulnerable

Jordi Rodríguez, asesor inmobiliario y experto en el mercado de la compra y venta de propiedades que se ha dado a conocer en redes sociales por su contenido divulgativo, expone los pasos que sigue la Administración cuando un inquilino se encuentra en una situación vulnerable. "Te voy a decir algo que, como propietario, te va a sonar a ciencia ficción, pero es real. Tu próximo moroso podría ser una Administración pública", comienza explicando el profesional. Esta actualización viene esclarecida en la normativa que entró en vigor el pasado 8 de octubre.

"Si tu inquilino no paga y acredita una situación de vulnerabilidad, la Administración tiene un plazo de dos meses para realojarlo o pagar la deuda. Si no actúa, asume la deuda y se frena el desahucio", agrega. De esta manera, es deber de la propia Administración hacerse cargo de la deuda en determinadas ocasiones y cuando las circunstancias son las correctas. No obstante, el experto incide en un factor que muchos no tienen en cuenta. "Pero ojo con la letra pequeña. No se fija cuándo cobrarás las siguientes mensualidades, aunque se contemplan unos intereses por demora y tu piso sigue ocupado", informa.

Esto es lo que pasa con los desahucios que no han llegado al lanzamiento

Rodríguez esclarece los casos en los que el organismo actúa de oficio para garantizar el bienestar de los inquilinos. Además, los fondos cuentan con un trato especial. "Para determinados fondos, se establece una suspensión hasta 2030 sin una compensación. También afecta a los desahucios iniciados que todavía no han llegado al lanzamiento", indica. Asimismo, compara esta situación con la sucedida en pandemia. "¿Recuerdas el COVID? Todavía hay unos propietarios esperando cobrar", concluye. De todas formas es preciso destacar que el paso por la Diputación Permanente podría ser clave.

© istock

Así puedes comprobar si tu casero puede subirte el alquiler con la nueva calculadora del Gobierno
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