A PSP avisou que a tolerância para novos acampamentos na Praça vai ser zero. As tendas têm de sair até à meia-noite e meia. Posição avançada ao Observador pelo Comando Metropolitano da PSP em Lisboa.
Neste jornal rumamos até ao Lardo de Camões para fazer um ponto de situação. Ainda, MAI apelou à tranquilidade à tranquilidade e ao cumprimento da lei.
Luís Neves garante articulação com a PSP durante carga policial do último domingo, posição criticada por João Veloso. Ainda, na Ucrânia e na Rússia, registaram-se novos ataques a infraestruturas.
Perante a ameaça de novo acampamento, as tendas serão aceites apenas como "elemento simbólico" do protesto. Ainda, André Ventura vai hoje a votos como candidato único à presidência do Chega.
As manifestações regressam em várias cidades do país, com promessas de montagem de tendas em Lisboa. Ventura pede aos manifestantes para não “transferirem a sua indignação para a polícia”.
No Porto, a concentração está marcada para a Batalha, em Lisboa, a manifestação começa no Chiado e termina no Rossio. Ainda, na saúde, governo prepara “mais uma vaga” de parcerias público-privadas.
Na véspera de mais uma manifestação, não se dormiu no Rossio. Foi dia de votações sobre o futuro da "Acampada de Lisboa". Há novos horários e um plenário de delegados para questões sensíveis.
Faltam 300 mil casas, queremos novo aeroporto, alta velocidade e pontes. Entre histeria partidária, hipocrisia sobre a imigração e centralismo, preferimos viver de miragens a encarar a realidade.
Poucos minutos após as 18h, a PSP referiu que a "tendinha de brincar para crianças”, como descreveram os manifestantes, era ilegal e deveria ser retirada. Obedeceram, mas denunciaram o caso online.
O artista português criticou a resposta das autoridades e do Governo às manifestações pela habitação em Lisboa e no Porto, especialmente as cargas policias registadas na semana passada.