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Uma fotografia mostra pela primeira vez o avião espacial secreto da China com nitidez

Relatório dos serviços secretos dos EUA mostra a primeira imagem nítida do avião espacial ultrassecreto da China — que anda a largar objetos não identificados por cima da Terra O último relatório “Challenges to Security in Space” da Defense Intelligence Agency (DIA) inclui uma foto de satélite desclassificada do avião espacial chinês Shenlong, ou “dragão divino“. A imagem mostra que o veículo ultra-secreto é muito parecido com o X-37B, o seu equivalente americano. O Shenlong está em ação há pouco mais de seis anos. Durante este tempo, a nave reutilizável largou objetos não identificados em órbita baixa. Desde 2022, libertou

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Artemis IV espera inspirar crianças como Apollo há 50 anos

Kelsey Young, que lidera a integração científica do programa Artemis, falou à Lusa na cimeira GLEX Ignition, em Coimbra, onde revelou surpresas da missão Artemis II.

© BILL STAFFORD/NASA

Antes do regresso à lua, Artemis III é uma missão tripulada da NASA planeada para 2027, que funcionará como um ensaio de testes em órbita baixa da Terra
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Empresa de satélites que ajudam no avanço do agro no Brasil e na prospecção de terras raras fecha parceria com a Nasa para monitoramento terrestre

A Nasa fechou um contrato de US$ 3 milhões com a EarthDaily, que vai fornecer dados sobre seus satélites para a agência espacial e ao USG (Serviço Geológico dos Estados Unidos), para criar novas formas de incorporar recursos comerciais aos programas federais de monitoramento da superfície terrestre.

A empresa canadense atua no Brasil e presta serviço para o agronegócio e exploração mineral, incluindo terras raras, do país e tem sede própria em São Paulo. Brasil tem a segunda maior reserva do mundo, ficando atrás apenas da China. 

A parceria será realizada avaliando os dados da constelação de satélites da EarthDaily com base nos padrões e requisitos do Landsat, que considera a qualidade dos dados, calibração o, estabilidade, desempenho radiométrico e geométrico, capacidade de harmonização e adequação às finalidades de uso.

A avaliação examinará se os dados podem oferecer produtos de reflectância da superfície e temperatura da superfície com qualidade equivalente aos padrões do Landsat.

O grupo também oferece serviços para mineradores, combinando sensoriamento remoto imagens, dados geológicos e geoquímicos e modelos de inteligência artificial para trabalhos que envolvam a exploração de minérios, como as terras raras, essenciais para economia global.

Imagens de campo de mineração • Earth Daily

“A tecnologia não significa que o satélite simplesmente “enxerga uma jazida de terras raras” no subsolo. O trabalho é mais sofisticado: sensores espectrais conseguem identificar assinaturas minerais e alterações geológicas presentes ou refletidas na superfície que podem estar associadas a determinados tipos de depósitos. Esses dados são combinados com outras informações geológicas, geofísicas e geoquímicas para selecionar áreas prioritárias para investigação em campo e, posteriormente, perfuração”, diz trecho da nota enviada à CNN Brasil.

A constelação de satélites também pode auxiliar no monitoramento de florestas, permitindo acompanhar mudanças na vegetação, estresse ambiental, incêndios e áreas queimadas. 

Além disso, as organizações irão analisar como as observações comerciais podem contribuir para o desenvolvimento de produtos de observação da Terra, que serão preparados para inteligência artificial, que utilizará eles para realizar o processamento de dados e aplicações de aprendizado de máquina.

Essa avaliação pode resultar em observações mais frequentes e em benefícios para usuários que precisam de medições consistentes das mudanças ocorridas entre as aquisições de imagens.

Para a EarthDaily, a colaboração com a Nasa e a USGS está centrada na avaliação de dados, demonstração de fluxos de processamento, avaliação e validação de produtos, estruturas padronizadas de dados e caracterização de incertezas.

Imagens do Aeroporto Internacional de Pequim-Capital gerada pelo satélite • Earth Daily

LEIA TAMBÉM: Ciência traça caminho para Brasil virar potência em terras raras até 2040

A empresa explica que o trabalho entre as organizações vai testar os dados da constelação de satélites juntamente com Landsat e dados de outras missões que são referência, além da avaliação da utilização desses fatores em luxos de processamento do USGS Analysis Ready Data e do NASA Harmonized Landsat and Sentinel-2.

A EarthDaily informou a CNN Brasil que serão analisadas a compatibilidade com séries, as séries históricas de longo prazo de observação da superfície terrestre e a possibilidade desses dados aumentarem a frequência de visitas e a melhora da resolução espacial.

Os resultados do trabalho previsto no contrato poderão contribuir para identificar e aprimorar os requisitos que os recursos comerciais e os produtos de dados derivados devem atender para para permitir sua harmonização com o acervo histórico do Landsat.

 

*Sob supervisão de Thiago Félix 

Satélite “morto” da Nasa retorna à Terra após 38 anos

 

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“Temos empresas da área dos drones interessadas em estabelecer-se em Tires”


Sessão de abertura do ano letivo 2026/27 da licenciatura e do mestrado em Engenharia Aeroespacial, que decorreu esta quarta-feira no Aeródromo Municipal de Cascais, em Tires.

Empresas nacionais ligadas aos drones estão interessadas em instalar-se no Aeródromo de Tires, onde a Universidade NOVA de Lisboa quer criar um polo de ensino, investigação e desenvolvimento tecnológico para o setor aeroespacial: o NOVA Aerospace. A instituição de ensino superior está a preparar uma arena de drones, que funcionará como laboratório da faculdade, e garante que há empresas disponíveis não só para colaborar com a universidade, mas também para se estabelecerem no local.

“Temos empresas da área dos drones que estão interessadas, não só em colaborar connosco, mas que estão interessadas em estabelecer-se aqui”, afirma José Júlio Alferes, diretor da NOVA FCT, à margem da sessão de abertura da licenciatura e mestrado em Engenharia Aeroespacial, realizada esta quarta-feira no hangar 7 do aeródromo, ao ECO/eRadar.

Para já, não são conhecidos os nomes das empresas interessadas, nem os montantes que poderão investir ou os prazos para uma eventual instalação. Mas o interesse no segmento dos drones dá uma dimensão mais industrial ao projeto NOVA Aerospace, que pretende fazer de Tires um ponto de encontro entre empresas, estudantes e investigadores, num setor em que a ligação entre conhecimento e capacidade de produção é cada vez mais relevante.

“Vai-se montar aqui uma área de drones. A arena de drones é um laboratório nosso, da faculdade”, explica José Júlio Alferes. Entre as empresas que a universidade procura atrair, existem também interesses nas áreas dos satélites e de outras tecnologias aeroespaciais, explica o responsável.

José Júlio Alferes, diretor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa – NOVA FCT, durante a sessão de abertura do ano letivo 2026/27 da licenciatura e do mestrado em Engenharia Aeroespacial, que decorreu esta quarta-feira no Aeródromo Municipal de Cascais.

Cinco milhões para arrancar, empresas para captar

A NOVA FCT prevê investir cinco milhões de euros na construção do seu edifício e na aquisição de equipamentos. Esse valor não representa, contudo, o investimento total que poderá ser mobilizado para o polo, já que a instalação de empresas poderá exigir novas infraestruturas e a construção de hangares.

O projeto abrange 20 hectares cedidos pela Câmara Municipal de Cascais, em regime de direito de superfície por 50 anos, renovável. A ambição é criar um ecossistema em que o ensino e a investigação decorram junto de empresas e de atividade aeronáutica real, permitindo aos estudantes trabalhar mais perto dos desafios da indústria.

Vai-se montar aqui uma área de drones. Temos empresas da área dos drones que estão interessadas, não só em colaborar connosco, mas que estão interessadas em estabelecer-se aqui.

José Júlio Alferes

Diretor da NOVA FCT

“A nossa ideia é ensinar e investigar nesta área do aeroespacial dentro de um ecossistema que, desde logo, tem um aeroporto”, sucinta o diretor da NOVA FCT. A proximidade ao aeródromo deverá permitir o acesso a aeronaves e a condições para realizar testes, dando aos alunos contacto direto com aplicações práticas da engenharia.

O novo polo já recebe os alunos da licenciatura e do mestrado em Engenharia Aeroespacial da NOVA FCT, que terão aulas no aeródromo um dia por semana. O modelo permite aproximar a formação da realidade operacional do setor, com acesso a hangares, oficinas e laboratórios integrados na infraestrutura aeroportuária. A Câmara de Cascais assegura o transporte dos estudantes nas deslocações de ida e volta.

A criação deste polo já tinha sido anunciada pela universidade no início do ano. Em fevereiro, José Branco, pró-reitor da NOVA, esclareceu ao ECO/eRadar que o projeto pretendia reunir academia e empresas e que o investimento de cinco milhões de euros dizia respeito ao edifício e aos equipamentos da universidade, sendo o potencial global mais elevado à medida que as empresas se instalassem. A instituição tinha então apontado um horizonte de cerca de quatro anos para ter pelo menos uma empresa instalada no espaço.

Entre as empresas já ligadas ao ecossistema está a Indra, que formalizou em março uma parceria com a NOVA Aerospace. A universidade refere também contactos com outras empresas, enquanto a TAP Academy já está presente nas imediações. O objetivo passa por atrair atividade empresarial para o aeródromo e desenvolver projetos conjuntos de investigação e formação, mas o interesse em instalar capacidades industriais terá ainda de se traduzir em decisões concretas.

O novo polo já recebe os alunos da licenciatura e do mestrado em Engenharia Aeroespacial da NOVA FCT, que terão aulas no aeródromo um dia por semana, sendo o transporte de ida e volta garantido pela Câmara de Cascais.

Indra mantém em aberto eventual expansão industrial

A associação da Indra à NOVA Aerospace deverá reforçar a colaboração com a universidade, sobretudo na área espacial. Para já, não existe um plano definido para a criação de novas instalações ou capacidades de fabrico em Tires, nem foi confirmada qualquer intenção de desenvolver ali atividade ligada a drones.

“Aquilo que pode ser no futuro ainda está por desenhar, não existe nenhum plano concreto”, refere Nuno Ávila, diretor da Indra/Deimos, ao ECO/eRadar. O responsável explicou que o grupo pretende avançar para atividades de maior valor acrescentado, incluindo a industrialização e a criação de produtos, mas sublinhou que qualquer expansão dependerá das competências disponíveis, da massa crítica e do foco do investimento.

Aquilo que pode ser no futuro ainda está por desenhar, não existe nenhum plano concreto. É no espaço que nós temos tido a relação com a NOVA Aerospace e eu acredito que é no espaço que vamos continuar a consolidar esta relação.

Nuno Ávila

Diretor da Indra / Deimos

A Indra tem vindo a desenvolver competências na área dos drones em Espanha, mas Nuno Ávila não adiantou se essa atividade poderá passar por Portugal. “É no espaço que nós temos tido a relação com a NOVA Aerospace e eu acredito que é no espaço que vamos continuar a consolidar esta relação”, frisa.

A parceria assinalada em março prevê colaboração em investigação aplicada, desenvolvimento tecnológico, formação avançada e participação de estudantes e investigadores em projetos industriais. Inclui também a ligação a projetos da Agência Espacial Europeia, mestrados e doutoramentos.

Agência Espacial antecipa novidades com colaboração

O desenvolvimento de empresas e startups é também uma das ambições para o ecossistema que está a nascer em Tires. Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial Portuguesa, destaca a importância de aproximar os estudantes do setor e criar condições para transformar projetos académicos em negócios.

“Muitos destes jovens que estão aqui vão ter as suas próprias empresas. Têm as suas ideias, vão fazer as suas startups e vão, obviamente, ser uma das empresas do ecossistema nacional”, diz o responsável, ao ECO/eRadar à margem do evento.

A Agência Espacial Portuguesa está também em conversações com a NOVA sobre formas de colaboração. Questionado sobre se o contacto poderia evoluir para uma parceria, Ricardo Conde confirma apenas que o assunto está a ser analisado e antecipa que “haverá surpresas”, sem adiantar pormenores.

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Já se sabe a data certa da "Noite Estrelada" de Van Gogh?

Estudo sugere que o céu representado por Van Gogh corresponde ao que se podia observar a 22 de julho de 1889. Os investigadores cruzaram astronomia, matemática, meteorologia e cartas do pintor.

O óleo de 73,7 por 92,1 cm de Van Gogh está exposto no Museum de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA)
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Airbus vai construir mais dois satélites de nova geração para a Constelação Galileo


A Airbus recebeu um novo contrato da Agência Espacial Europeia (ESA) para construir mais dois satélites de segunda geração da Constelação Galileo, o sistema europeu de navegação por satélite. O reforço da encomenda eleva para oito o número de satélites desta geração contratados à empresa e pretende aumentar a precisão, a robustez e a segurança dos serviços europeus de posicionamento e navegação.

“Estamos empenhados em entregar estes satélites de próxima geração, que são vitais para aumentar as capacidades de navegação para a segurança e defesa europeias, bem como para benefícios societais mais amplos”, afirmou Alain Fauré, Diretor de Sistemas Espaciais da Airbus, citado em comunicado.

O contrato foi atribuído pela ESA em nome da Agência da União Europeia para o Programa Espacial (EUSPA), ao abrigo de uma delegação da Comissão Europeia. A nova encomenda junta-se a um contrato anterior para seis satélites Galileo de segunda geração (G2), beneficiando das capacidades industriais já instaladas pela Airbus.

O valor do novo contrato não foi divulgado. A produção, integração e testes dos satélites vão mobilizar várias instalações da empresa na Alemanha, Espanha e França, incluindo Backnang, Friedrichshafen, Ottobrunn, Getafe e Toulouse.

“A ESA e a indústria europeia estão a salvaguardar a continuidade dos serviços de navegação por satélite da Europa, a responder às necessidades em constante evolução dos utilizadores e a reforçar a autonomia estratégica da Europa. Estes contratos representam um investimento na capacidade da Europa de navegar o seu próprio futuro, de forma independente e com confiança”, assinalou Laurent Jaffart, diretor de Resiliência, Navegação e Conectividade da ESA, citado na nota de imprensa.

Os novos satélites vão incorporar antenas de navegação melhoradas, destinadas a aumentar a precisão do Galileo, e cargas úteis totalmente digitais que poderão ser reconfiguradas em órbita.

Cada satélite contará também com relógios atómicos melhorados e ligações entre satélites, que permitirão trocar informação e cruzar dados, incluindo ainda tecnologias de proteção contra interferências (jamming) e falsificação de sinais (spoofing), ameaças relevantes para a fiabilidade dos sistemas de navegação, tanto em aplicações civis como militares.

O Galileo é um dos principais programas espaciais da UE e permite disponibilizar serviços globais de posicionamento, navegação e sincronização temporal sob controlo civil europeu. É uma alternativa ao GPS norte-americano e a outros sistemas globais de navegação por satélite.

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Voyager 1 será o primeiro objeto construído por humanos a ficar a um dia-luz da Terra

Passagem desta fronteira simbólica deverá acontecer a 18 de novembro. Recordemos a longa viagem da sonda que mudou a astronomia para sempre. A Voyager 1 está prestes a tornar-se o primeiro objeto construído pela Humanidade a atingir a distância de um dia-luz da Terra, quase 50 anos depois do lançamento. A velha sonda continua a enviar informações sobre uma região do Espaço que conhecemos muito pouco. No dia 18 de novembro deste ano, deverá atingir um marco histórico: estará tão longe da Terra que os seus sinais de rádio demorarão mais de 24 horas a chegar até nós. Segundo os

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Como um buraco negro estará a eliminar estrelas binárias do centro da Via Láctea

Estudo português ajuda a explicar os poucos sistemas de estrelas binárias junto ao buraco negro supermassivo. É um fenómeno que tem intrigado os cientistas: um conjunto de estrelas muito jovens orbita Sagittarius A*, o buraco negro supermassivo da nossa galáxia, no centro da Via Láctea, a escassos anos-luz de distância. Agora, um estudo revela que a influência gravitacional do próprio buraco negro é responsável por destruir e alterar uma grande parte dos sistemas estelares duplos (sistemas binários) naquela região. A análise foi feita por investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), em parceria com a

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Agricultor encontra no campo um objeto de 3,3 metros que pode ter caído do Espaço

Um agricultor que trabalhava na colheita do milho em Scott Township, no estado norte-americano do Minnesota, encontrou um objeto metálico entre as plantas. O Gabinete do Xerife do Condado de Stevens descreveu-o como “presumivelmente um objeto espacial”. A dimensão do objeto, a hora exata e o local em que foi encontrado, bem como a trajetória de lançamento espacial, levaram especialistas a associar destroços a um foguetão Zhuque-2E, desenvolvido pela empresa chinesa LandSpace. No entanto, a origem do objeto ainda não foi confirmada oficialmente. Segundo o Ars Technica, os indícios apontam para que os destroços pertençam ao estágio superior de um

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Habitação, bate-bocas e o drama de querer falar na televisão

Verdades sejam ditas: entre tentar acabar frases na TV, negociar tempo com jornalistas e falar para o céu, a política nacional provou que o verdadeiro desafio da habitação é conseguir espaço de antena

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Agência Espacial Europeia apoia competição em Portugal

European Rocketry Challenge (EuRoC) é uma competição que coloca estudantes a desenvolver foguetes em Constância. Apoio da agência reforça a ligação entre o ensino superior e o setor espacial europeu.

© PAULO CUNHA/LUSA

A sétima edição do European Rocketry Challenge (EuRoC) realiza-se de 15 a 21 de outubro em Constância, distrito de Santarém, com cerca de 600 participantes
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