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David Schulner, guionista: “¿Por qué hay tantas series de ‘cowboys’ machitos? Por Trump”

David Schulner, creador de  la serie 'New Amsterdam', en el recinto del Hospital Vall d'Hebron de Barcelona.

El guionista David Schulner (Miami, 52 años) camina por los pasillos de Vall d’Hebron imaginándose tramas para un capítulo que nunca rodará. “New Amsterdam acabó en 2023, pero cada vez que piso un hospital me imagino que he vuelto al set porque rodábamos en dos hospitales de Nueva York. También pienso en todo lo que hicimos mal y podríamos haber hecho mejor”, explica en una sala del recinto sanitario público barcelonés. Lo hace pocas horas antes de ofrecer una charla sobre cómo usar la realidad en la ficción médica en el tercer Congreso Internacional de Comunicación en Salud.

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Schulner, fotografiado en el recinto del Hospital Vall d'Hebron de Barcelona. Ryan Eggold como el Dr. Max Goodwin en 'New Amsterdam'.
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Onde se esconde, afinal, o poder?

“People have the power”, canta Patti Smith e parecem acreditar os manifestantes que tumultuam as cidades europeias reclamando um futuro. Mas será mesmo assim nos dias de hoje? A democracia, na clássica definição de Abraham Lincoln, é “o governo do povo, pelo povo e para o povo.” Acontece que, na verdade, a democracia é o governo da maioria. Como elucida Alexis de Tocqueville na obra “Democracia na América”, “em todos os países onde o povo é soberano, é a maioria que governa em nome do povo.” O busílis está no facto de essa maioria ser a maioria dos que votam, o que pode levar a que muitos cidadãos não se sintam verdadeiramente representados pelas instituições democráticas.

Talvez seja esse o caso dos jovens que se manifestam nas cidades europeias, causando aquilo que António Guerreiro apelida de “guerra civil planetária”. O mal-estar social que faz emergir movimentos inorgânicos e leva a contestação às ruas expõe os limites da democracia liberal, num tempo em que o poder é cada vez mais difuso e fragmentado. A hiperpolítica, conceito popularizado pelo historiador Anton Jäger no livro homónimo, invadiu o espaço público entendido quer como conceito urbanístico, quer como conceito filosófico de lugar de debate e formação de opiniões.

A politização exacerbada e contínua do espaço público no seu duplo sentido não trará, muito provavelmente, reformas estruturais ou soluções concretas para problemas coletivos. Quando a maré descer, só ficarão na restinga os despojos da degradação das democracias liberais, bem patente na incapacidade dos governos de exercerem a sua autoridade e de conterem a fúria dos manifestantes dentro dos limites da civilidade democrática. Enquadrar a natureza inorgânica e muitas vezes violenta dos movimentos de rua na organização institucional das democracias é, hoje, um dos principais desafios do poder político nos países ocidentais.

Novas geografias do poder

Historicamente, o poder esteve sempre associado a lugares e símbolos identificáveis: o trono, o palácio, o parlamento, o quartel, a fábrica… O poder tinha um rosto, uma hierarquia e um território. Mesmo quando se encontrava disperso por diferentes instituições, era possível reconhecer os seus centros de gravidade e os limites da sua ação. Hoje, a geografia do poder tornou-se mais complexa. Embora o poder continue a habitar os lugares tradicionais, também circula, e cada vez mais, por redes financeiras, infraestruturas tecnológicas, sistemas de informação, plataformas digitais e mecanismos algorítmicos cuja influência nem sempre é visível.

É atribuída a William Shakespeare a frase “o horror visível tem menos poder sobre a alma do que o horror imaginado.” O problema contemporâneo com o poder é, justamente, a sua invisibilidade aos olhos da maioria dos cidadãos. A questão decisiva do nosso tempo já não consiste, por isso, em saber apenas quem governa. Consiste em perceber quem define as condições em que se governa, quem controla os instrumentos que permitem decidir e quem tem capacidade para impor limites aos decisores.

O poder formal nem sempre coincide com a capacidade real de influenciar os acontecimentos. Um governo empoderado pela legitimidade eleitoral pode, ainda assim, estar condicionado por múltiplos poderes difusos. A distância entre a titularidade formal do poder e a capacidade efetiva de intervenção constitui uma das questões centrais das democracias contemporâneas, como se vê pela inépcia dos governos europeus em encontrar respostas para quem protesta nas ruas.

Tradicionalmente, o poder é distribuído por diferentes esferas que se cruzam e ora cooperam, ora entram em conflito. Grosso modo, o Estado conserva os três monopólios legítimos: legislar, tributar e punir. O poder económico condiciona o investimento, o emprego, os salários e a distribuição da riqueza. O poder tecnológico controla infraestruturas essenciais à comunicação, ao acesso à informação e à gestão de dados. O poder mediático participa na definição dos assuntos que merecem atenção coletiva e influencia a formação da opinião pública. E o poder cultural contribui para estabelecer os valores, as aspirações e as representações através das quais uma sociedade questiona a sua própria condição.

Atualmente, estes poderes continuam a existir e a influenciar o modo de vida nas sociedades democráticas. Mas, entretanto, verificou-se a concentração num número restrito de pessoas, grupos ou instituições de poderes com menor visibilidade e, por isso, menos escrutináveis. O poder contemporâneo já não é piramidal, mas sim uma imbricada rede de relações e dependências. Neste sentido, o exercício do poder depende da posição ocupada nessa rede, dos recursos disponíveis e da capacidade de transformar esses recursos em influência.

Longa manus da tecnologia

Nas novas geografias do poder, o capital, a informação e a tecnologia estão, seguramente, entre os fatores que mais condicionam e influenciam quem decide. No caso da tecnologia, a inteligência artificial veio, aliás, acentuar o carácter concêntrico, etéreo, manipulador e inescrutável dos novos instrumentos de poder. De repente, os centros tradicionais de poder ficaram expostos a mecanismos de influência cuja lógica desconhecemos e muito menos controlamos. A inteligência artificial permite ampliar a vigilância, dificultar a identificação de manipulações e concentrar poder nas organizações que controlam os dados, os modelos e a infraestrutura digital.

O pequeno grupo de oligarcas tecnológicos acumula um poder económico, político e social sem precedentes, através do controlo dos sistemas digitais globais. Dispõe de uma extraordinária capacidade de moldar a opinião pública a partir das redes sociais, de avançar sem regras no desenvolvimento da superinteligência, de investir na reversão do envelhecimento celular, de esboroar as regras da privacidade ou de acelerar a crise ambiental. Tudo isto tem efeitos profundos no funcionamento das democracias liberais e até no equilíbrio geopolítico.

Há poucos dias, as forças militares ucranianas deram conta de que os terminais Starshield começaram, sem aviso prévio, a perder conectividade acima de 160 km/h, dificultando a ação dos drones intercetores usados contra os drones russos impulsionados a jato. As limitações à velocidade da rede de internet via satélite desenvolvida pela SpaceX, de Elon Musk, estão a servir para forçar a Ucrânia a ceder a um acordo de paz (ou de capitulação, na verdade) com a Rússia, como deseja a administração Trump.

Um tech oligarch é, portanto, capaz de influenciar decisivamente o desfecho de uma guerra que está a massacrar um povo e que tem implicações profundas na segurança da Europa. É um sinal dos tempos e representa a tendência para impor o poder pela superioridade tecnológica, através de parcerias entre governos e setor privado. Assim será cada vez mais no futuro, considerando a velocidade de desenvolvimento de tecnologias complexas com fins simultaneamente civis e militares.

É claro que a superioridade económica, tecnológica, energética ou militar sempre ditou as regras no mundo, ao longo da História. A diferença é que o poder hoje é cada vez mais difuso e fragmentado, o que torna difícil o seu controlo, limitação e escrutínio democráticos. Das ruas de Paris aos escritórios de Silicon Valley, das corretoras de Wall Street ao estreito de Ormuz, da linha da frente da Ucrânia às redes de bots, dos campos de morte de Gaza ao luxo de Mar-a-Lago, da opacidade dos offshores à sede da ONU, onde se esconde, afinal, o poder?

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RCR, los arquitectos españoles detrás del último e impactante museo de París: "No hay diferencia entre diseñar una plaza en Ripoll o una torre en Dubái"

Premio Pritzker en 2017, el estudio con sede en Olot inaugura Large, un impresionante centro de arte ubicado en una isla del Sena: "Es una prolongación de la ciudad hacia la naturaleza" Leer

Premio Pritzker en 2017, el estudio con sede en Olot inaugura Large, un impresionante centro de arte ubicado en una isla del Sena: "Es una prolongación de la ciudad hacia la naturaleza"
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Dispositivo policial reforzado para movilizaciones en Francia

París, 29 oct (Prensa Latina) Francia vuelve a blindarse con 70 mil efectivos de diferentes unidades de la policía y seguridad, de acuerdo con lo anunciado hoy por el ministro del Interior Laurent Nuñez, quien prometió “firmeza absoluta” para mantener el orden.

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El detenido por disparar a musulmanes y africanos cerca de París admite el móvil racista

Kevin T., el presunto autor del tiroteo el pasado viernes en las localidades de Trappes y La Verrière, a las afueras de París, en el que murió una persona y al menos cinco resultaron heridas, admite que seleccionó a sus víctimas por su color de piel y religión. No se arrepiente y niega que su acto sea terrorismo porque “fue legítimo”. El fiscal antiterrorista, Olivier Christen, ha dado detalles de la investigación este jueves y ha confirmado el carácter racista del atentado.

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© Pedro Nunes (REUTERS)

Bally Bagayoko, alcalde de Saint-Denis, participa en una marcha para rendir homenaje a la memoria del fallecido en el tiroteo de Trappes, Pengo Bossio Wangi (26 años), el 25 de octubre de 2026.
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The Rioters Who Destroy Europe’s Streets Must Be Made to Pay

There is something profoundly unjust about a society in which a shopkeeper can spend a lifetime building a business, only to see it wrecked in an afternoon by a mob, and then discover that the bill for putting things right falls largely on the taxpayer. The rioters who smashed the windows walk away. The innocent victim is left counting the cost.

This is precisely the injustice France must address. A proposed French law, debated by parliament this week, seeks to make those involved in rioting financially responsible for damage, with penalties potentially reaching €10,000. The legislation has provoked fierce opposition from civil liberties organisations and lawyers, who warn that it could threaten the democratic right to protest. On October 28th, the French Senate approved an expanded version of the bill, sending it on to the National Assembly for further consideration.

Those concerns deserve consideration. But they should not obscure a principle that ought to be uncontroversial: people who deliberately destroy other people’s property must be held accountable for what they do.

Democracy is not a licence for destruction

The right to demonstrate is one of the foundations of a free society. Citizens must be able to march against unpopular governments, demand better wages, protest rising living costs and challenge decisions they believe are unjust. Governments should protect that right, even when the message is uncomfortable.

But peaceful protest and criminal violence are not interchangeable. A legitimate grievance does not excuse arson. Anger about the cost of living does not justify looting a family-owned business. Nor does opposition to government policy grant anyone permission to attack police officers, intimidate residents or vandalise public buildings.

When violence erupts, the people who suffer are often those with the least power to absorb the losses. Independent retailers, restaurant owners, employees and local communities pay a price for disorder they neither organised nor encouraged.

Why should they be expected to bear that burden alone?

The taxpayer should not be the rioter’s insurance policy

France’s recent unrest has illustrated the scale of the problem. Reuters reported that businesses suffered substantial losses from looting and vandalism, while thousands of shops were damaged or forced to close amid the violence.

The consequences extend beyond broken windows. Businesses lose revenue, employees face uncertainty, insurance costs can rise and neighbourhoods acquire a reputation for instability. Public authorities must divert resources to policing and repairs instead of spending them on services citizens actually need.

Ultimately, the public pays repeatedly: first through the destruction itself, then through the cost of restoring order and rebuilding what has been damaged.

A system that makes offenders compensate their victims would help reverse that injustice. Courts should be able to order restitution, impose substantial fines and pursue offenders’ assets where the law permits. Where several people deliberately participate in a proven campaign of destruction, the law should provide effective ways of establishing their respective responsibilities.

A €10,000 ceiling may be inadequate when the damage runs into tens or hundreds of thousands of euros. Compensation should reflect the harm caused, subject to fair procedures and realistic arrangements for payment.

Make the punishment fit the crime

Financial liability alone will not deter everyone. For those who set fires, lead organised looting, inflict serious injuries or repeatedly engage in violent disorder, imprisonment must remain a genuine possibility.

The most serious offenders should face lengthy prison sentences proportionate to their crimes. A person who deliberately endangers lives by setting a building alight should not expect to receive little more than a symbolic penalty. Organisers who coordinate attacks and individuals who assault others should know that the consequences can be severe.

Swift justice matters, too. Cases should be investigated properly, evidence gathered carefully and proceedings concluded without unnecessary delay. Punishment must be certain enough to command respect, not merely spectacular enough to generate headlines.

There is, however, a crucial distinction between being present at a demonstration and participating in criminal violence. No one should be ordered to pay for damage simply because they attended a march or happened to be nearby. Prosecutors must establish the relevant conduct and culpability, and defendants must have a meaningful opportunity to challenge the evidence.

That is not softness. It is what separates the rule of law from mob justice.

Protect peaceful protest. Punish violent offenders.

Critics of France’s proposed law, including Amnesty International, argue that provisions imposing liability for damage committed by other members of a gathering risk punishing people for acts they did not personally commit. That is a serious concern that lawmakers should address rather than dismiss.

Legislation must be drafted precisely enough to distinguish genuine participation in organised violence from peaceful assembly. Collective punishment is not a substitute for effective policing, and the financial hardship of an offender’s family should not become a convenient additional penalty.

But the answer to a badly drafted law is better legislation, not resignation to the destruction of streets and businesses.

France and other European democracies need a clear message: protest is a right; violence is a choice. Those who make that choice must accept its consequences.

A society that fails to protect innocent people from deliberate destruction risks losing public confidence in its institutions. And a democracy that allows violent minorities to intimidate communities and impose enormous costs on everyone else risks surrendering its streets to those least entitled to control them.

The principle should be simple. If you smash it, you should pay for it. If you burn it, injure someone or organise the destruction, you should face the full weight of the law.

Freedom demands responsibility. Without it, the right to protest risks becoming an excuse for the destruction of the very society that makes peaceful protest possible.

France Student Protests: 504 Arrested and 48 Police Injured as Violence Erupts in Paris

Main Image: By JJxFile, Jorge Jaramillo, info@jjxfile.com – CC BY 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=202096512
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Calor extremo causa mais de 500 mil mortes por ano em todo o mundo, aponta relatório internacional

Um relatório internacional publicado nesta terça-feira (27) aponta que, em média, o calor esteve associado a 540.800 mortes por ano entre 2016 a 2023, das quais 68,4% (369.940) foram atribuídas às mudanças climáticas influenciadas pelo homem. Os dados demonstram ainda que países com baixo IDH (índice de Desenvolvimento Humano) são os locais com as maiores proporções relacionadas aos óbitos.

O levantamento é da Lancet Countdown, iniciativa internacional que monitora as mudanças climáticas e a saúde mundial, publicado na revista The Lancet. Foram analisados dados desde 2016 em meio a 400 referências de estudos internacionais.

Segundo a análise, os últimos 11 anos foram os mais quentes já registrados dos últimos tempos. Ondas de calor são frequentemente associadas as secas extremas que, por sua vez, representam uma ameaça à insegurança alimentar. Em 2025, as secas afetaram 51,8% da superfície mundial.

Paralelo a isso, também houve um aumento da frequência de dias com chuvas intensas, que afetaram 17,2% por ano da superfície terrestre global entre 2016 e 2025. Os temporais oferecem risco de inundações e deslizamentos de terra.

Os cientistas acreditam que o El Niño, considerado um dos mais devastadores das últimas décadas, influencie e agrave cada vez mais a saúde mundial. O fenômeno começou no segundo semestre de 2026 e deve se estender até o começo de 2027.

“Agora, um El Niño severo ameaça agravar os impactos das mudanças climáticas e desencadear crises humanitárias climáticas sem precedentes no mundo todo. Devido às ameaças crescentes na última década, as mudanças climáticas se tornaram uma emergência global de saúde. Enfrentá-la exige correção urgente de rumo para promover ações coordenadas e baseadas em evidências através das fronteiras, a fim de proteger a saúde e a sobrevivência”, aponta o relatório.

Além das mortes por desidratação e insegurança alimentar, o aumento das temperaturas é favorável para a transmissão de doenças como a dengue, visto que o mosquito aedes aegypti (vetor responsável pelo vírus) se reproduz em ambientes mais quentes e úmidos.

Leia também: Mudanças climáticas impulsionam o avanço da dengue no Brasil, aponta estudo | CNN Brasil

Exposição ao calor influencia na perda financeira

De acordo com os pesquisadores, os impactos sobre a saúde associadas ao calor também provocaram efeitos nas condições econômicas mundiais. Em 2025, a exposição ao calor provocou a perda de 573 bilhões de horas potenciais de trabalho, resultando em perdas estimadas em US$ 1,07 trilhão.

Leia também: Análise: calor extremo ganha escala global e pressiona economia | Blogs | CNN Brasil

Emissões precisam cair 18% até 2030 para evitar agravamento da clise climática

Previsões meteorológicas indicam um aumento da temperatura global que deverá atingir o nível crítico de 1,5 °C em 2030. O número soa preocupante uma vez que o Acordo de Paris — assinado em 2015 e que tem como meta a redução das emissões de gases do efeito estufa — previa a redução da temperatura global, com o objetivo de não ultrapassar os 1,5°C acima do período pré-industrial.

Para tentar evitar esse cenário, a ONU indica que são necessários cortes de 18% nas emissões até 2030 e 45% até 2035, bem como a ampliação contínua da remoção de gás carbônico ao longo do século.

Segundo a organização, o aumento da temperatura global influencia para o desequilíbrio de estações climáticas, bem como o aumento de ondas de calor. Todos esses fatores influenciam em mais poluição, que por sua vez desencadeia em mortes e doenças.

Leia também: Aquecimento global chegou a 1,37°C em 2025 e deve atingir 1,5°C em 2030 | CNN Brasil

O que deve ser feito?

As duas organizações reconhecem que houve um avanço em energias renováveis e políticas climáticas em diversos países. A transição para uma energia mais limpa evitou cerca de 400.000 mortes em 2023 em comparação com 2016, graças à melhoria da qualidade do ar interno.

Mesmo assim, as medidas adotadas pelos países continuam insuficientes para evitar os impactos das mudanças climáticas sobre a saúde da população global.

Baseado nos critérios estabelecidos pela ONU, a Lancet apontou seis tópicos que precisam ser analisados e priorizados para evitar impactos catastróficos e que ultrapassem as normas que foram estabelecidas no acordo de Paris.

Veja:

 

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Calor, El Niño e tempestades: veja prognóstico para a primavera de 2026

 

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Jefatura de canal galo defiende pluralidad ante crítica de sindicatos

París, 28 oct (Prensa Latina) El director del canal BFMTV, Fabien Namias, debió defender hoy la existencia de un clima de pluralidad en ese medio, tras conocerse acusaciones de partidos y sindicatos franceses por tolerar ideas racistas y xenófobas.

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Quer um SUV, um monovolume e uma pick-up num só veículo?

O nome diz tudo: Multiplay. A Fiat surpreendeu ao conceber um veículo que tenta conciliar as vantagens dos monovolumes com as de um SUV e as de uma pick-up, para abranger um maior número de clientes.

O Multiplay é uma espécie de monovolume com ar de SUV e a capacidade de avançar a extremidade do habitáculo para dar origem a uma pick-up com caixa de carga atrás
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Os museus que se podem visitar à noite em Paris

 

 

A capital francesa está novamente a arder. O descontentamento social é bem visível nas ruas de Paris e as manifestações e protestos levaram a organização da Art Basel Paris a encerrar a feira mais cedo, algo que nem uma pandemia conseguira fazer. Mas isso não quer dizer que galerias e museus não cumpram com a programação prevista.

Se estiver por Paris e precisar de uma margem de tempo para visitar “aquela exposição imperdível”, aqui ficam algumas sugestões dos espaços culturais que prolongam o seu horário num dia específico da semana.

 

Segunda-feira. Musée du Luxembourg – até às 22h

O museu próximo do Jardim homólogo foi uma das primeiras instituições de arte antiga a abrir ao público na cidade das luzes. Ocupa uma parte do Palácio do Luxemburgo, onde se encontra o Senado francês, e deixou de ter uma coleção permanente. O foco passaram a ser duas exposições temporárias por ano em homenagem a grandes figuras da arte moderna e da fotografia. Neste momento, Andy Warhol é o artista em destaque.

Andy Warhol – A Linha e a Imagem | até 10 de janeiro de 2027

 

Terça-feira. Jeu de Paume – até às 21h

Em pleno coração de Paris, o Jeu de Paume é um lugar de experimentação por excelência no que à imagem diz respeito. Da fotografia histórica ao cinema experimental e criações digitais contemporâneas, todas as faces e facetas da imagem passam por aqui. Até janeiro de 2027, o canadiano Stan Douglas, questiona como nós, humanos, construímos a história, a representamos e transmitimos.

Stan Douglas – Parallax | até 10 de janeiro de 2027

 

Quarta-feira. Museu do Louvre – até às 21h

É o maior e mais visitado museu do mundo! Antigo palácio real que remonta à Idade Média, o Louvre foi transformado ao longo do tempo até se tornar um museu aberto ao público em 1793. Possui um acervo de 500.000 obras, desde a Antiguidade até 1848 e da Europa Ocidental ao Irão, passando pela Grécia, Egito e Médio Oriente. O ideial é comprar bilhetes online com antecedência. Todas as quartas e sextas-feiras, dias em que o horário é alargado, são organizadas mini-visitas de 20 minutos com guias turísticos na exposição permanente e nas exposições atuais.

Zurbarán – 1598-1664 | até  25 de janeiro de 2027

 

Quinta-feira. Maison Européenne de la Photographie (MEP) – até às 22h

Situada numa mansão do século XVIII no coração do Marais, a Maison Européenne de la Photographie (MEP) tem uma coleção de mais de 12.000 obras, uma biblioteca especializada e livraria, e organiza workshops o ano todo. Este outono, a fotografia de moda pela lente do norte-americano Irving Penn, um dos nomes mais influentes da fotografia do século XX e colaborador de longa data – 60 anos! – da revista Vogue.

Penn & Fashion | até 17 de janeiro de 2027

 

Sexta-feira. Bourse de Commerce|Coleção Pinault – até às 21h

Em 2021, o edifício histórico da Bolsa de Paris, no bairro de Les Halles, reabriu as suas portas, transformado pelo renomado arquiteto japonês Tadao Ando para acolher parte da coleção de arte contemporânea do empresário e colecionador francês François Pinault. No bicentenário da invenção da fotografia, a efeméride é aqui assinalada através de 700 fotografias de 70 artistas. E também pela intervenção na Rotonde da artista norte-americana Barbara Kruger.

Remember Me – Obras-Primas da Fotografia da Coleção Pinault | até 18 de janeiro de 2027

 

Sábado. Palais de Tokyo – até às 22h

O Palais de Tokyo, todos os dias abre as suas portas até às 22h00, exceto à terça-feira. A programação de outono j´´a arrancou e dissemina-se, nada mais nada menos, do que por oito exposições, centradas no trabalho de Valérie John, Ali Cherri, Lassana Sarre, Rose Lowder, Sonia Gomes, Paul Kodjo e Céleste Richard-Zimmermann.

 

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Los gases que sobrecalientan la Tierra alcanzan máximos históricos mientras los países arrastran los pies con sus planes climáticos

Dos importantes informes que se difunden este martes muestran la peligrosa deriva que ha tomado el ser humano con el cambio climático. Uno se centra en el presente y el otro en el futuro. En ambos se describe un calentamiento global que se encamina hacia la zona roja de peligro, lo que hace que los eventos extremos —como olas de calor, sequías y lluvias torrenciales— sean más violentos y frecuentes. Por un lado, la Organización Meteorológica Mundial (OMM) ha publicado esta mañana su boletín anual de seguimiento de los principales gases de efecto invernadero. Están en máximos históricos y esto ya ha provocado, por ejemplo, que los últimos 11 años hayan sido los 11 años más calurosos en el planeta desde que hay registros. Esta “tendencia” se “prevé que continúe”, advierte la OMM. Unas horas antes, el área de Cambio Climático de la ONU ha difundido otro análisis, también anual, sobre los planes nacionales de los países para luchar contra el calentamiento. Y la trayectoria que esos programas dibujan para los próximos 10 años no supone el recorte urgente y rápido que se necesita para que el calentamiento se quede dentro de los límites de seguridad.

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© Usep Hariadi (REUTERS)

El humo de los incendios forestales cubre Palangka Raya, en Indonesia, el pasado fin de semana.
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Gobierno de Francia anuncia reformas educativas pero no logra frenar las protestas

El Gobierno francés planteó inversiones en infraestructura y un límite de 28 alumnos por aula para frenar un mes de protestas. Los gremios rechazaron los anuncios por considerarlos "migajas" y ratificaron el paro general.
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Journey to ground zero of the unrest in France

A drug-selling spot in Bobigny, a 'banlieue' north of Paris.

Moktar, 21, pulls up his neck gaiter, tightens the hood of his puffer jacket and steps out of the house in the late afternoon, dressed in immaculate black from head to toe. Behind the little mustache and the thick-lensed glasses with gold-rimmed temples, he smiles — a third-year college student from a very modest Tunisian family. Friendly, sharp, with an unusually political sense for his age and skin toughened by his surroundings, Moktar grew up in one of the poorest buildings in the L’Abreuvoir neighborhood in Bobigny (population 48,873), right opposite one of the drug-dealing hotspots where traffickers, police, customers, and addicts come and go all day. “Ballon here,” reads graffiti on the wall, advertising the nitrous oxide gas sold for inhalation.

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Moktar talks with his friends in an abandoned apartment in Bondy, a 'banlieue' north of Paris.Street market in Saint-Denis, on the outskirts of Paris.Timeo, photographed in Bobigny, a 'banlieue' north of Paris.A mural in Saint-Denis reads: Didi, 27, in Saint-Denis, in the north of Paris.The Paul Éluard high school in Saint-Denis.

© Samuel Aranda

Ibrahima, in Saint-Denis.

© Samuel Aranda

Kenan, photographed in Bondy.

© Samuel Aranda

Qusei, in Bondy.

© Samuel Aranda

Lyes, A 38-year-old Algerian, in Saint-Denis.
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France’s Burning Warning: Macron Must Restore Order—and Public Trust

Nearly 1,000 arrests after another weekend of demonstrations expose a government squeezed between legitimate public anger and violent disorder. France requires a conservative response that defends taxpayers, businesses and the rule of law.

France’s latest weekend of protest presents Emmanuel Macron with a question that presidential speeches cannot settle: can his government protect ordinary citizens while addressing the grievances driving them onto the streets?

Nearly 1,000 arrests were reported after Saturday’s demonstrations, with clashes in Paris and other cities. Most participants protested peacefully over education and living costs. But masked groups again turned public mobilisation into confrontation, leaving police to restore order.

From a conservative perspective, this matters enormously. Peaceful assembly belongs to the democratic inheritance France should defend. Throwing projectiles at officers, intimidating businesses and destroying property belong in the criminal courts. Economic hardship explains anger; it does not confer permission to terrorise a neighbourhood.

The Interior Ministry counted 410,000 demonstrators nationwide, while the CGT union estimated nearly 800,000. Authorities deployed 70,000 officers, supported by helicopters and armoured vehicles. Interior Minister Laurent Nuñez said the operation helped prevent a repetition of the previous weekend’s widespread looting.

That offers some reassurance. Yet a country requiring such an extraordinary deployment to contain weekend demonstrations has a deeper problem than crowd management. Police can clear a junction. They cannot, by themselves, rebuild confidence in a political class that many citizens believe no longer understands their lives.

The most easily overlooked people are those with the least protection: independent shopkeepers, employees losing shifts, residents trapped behind barricades and taxpayers financing the response. Their interests deserve the same attention as the demands carried on banners. Keeping a business open is also a contribution to national life.

The BBC reported that shops were boarded up, cultural institutions closed and more than 20 Paris metro stations shut. These precautions may have been necessary, but they also demonstrate how disorder imposes costs far beyond those directly involved. A disrupted capital is a warning about the erosion of everyday freedom.

The government’s responsibility therefore extends beyond announcing arrest totals. Suspected offenders should face prompt, fair proceedings, with meaningful penalties where guilt is established. Where legally appropriate, those responsible for deliberate damage should contribute towards repairs. Public confidence depends on consequences that are visible, proportionate and consistently applied.

Consistency also requires rejecting violence from every political direction. Regional authorities reported that far-right extremists fought demonstrators in Nice, where 11 people were arrested. A credible conservative position cannot excuse street intimidation because its perpetrators claim patriotic motives. The law loses authority whenever political allegiance becomes an unofficial exemption.

Nevertheless, restoring order cannot substitute for governing competently. The movement grew from complaints about school staffing and resources into broader protests over household costs. Those concerns deserve answers. Parents expecting functioning classrooms and workers struggling to afford necessities are asking whether the state delivers what it promises.

The conservative answer should begin with value for money. Before reaching automatically for additional taxation or borrowing, ministers should explain where existing resources go, which programmes deliver results and which administrative burdens consume money better spent on essential services. Public expenditure should be judged by outcomes rather than the generosity of announcements.

There is an equally strong case for policies that reward employment, investment and enterprise. A government cannot sustainably improve living standards while treating the businesses creating jobs as an inexhaustible source of revenue. Nor can it promise every constituency protection from difficult choices. Credibility requires priorities, arithmetic and candour.

Macron’s political opponents will understandably seek advantage. But opposition leaders should be judged by whether they offer workable government, including a clear rejection of intimidation. Encouraging public anger is easier than reconciling demands for better services, affordable living and sound finances. France needs politicians prepared to explain those trade-offs honestly.

The immediate task is to keep streets safe. The larger task is to make democratic government effective enough that citizens trust its decisions. France needs firm policing, accountable institutions and economic realism. Unless its leaders provide all three, each weekend of unrest risks becoming another advertisement for the failure of the governing establishment.

France’s Unrest Exposes a New Front in Russia’s Information War Against Europe

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France Deploys 70,000 Officers Ahead of Protest Rallies

Businesses board up shopfronts in Paris ahead of protests in France as authorities deploy 70,000 police officers and gendarmes.

France mobilizes 70,000 police and gendarmes amid fears of renewed unrest, while authorities restrict demonstrations and tighten security.


France has deployed 70,000 police officers and gendarmes ahead of nationwide demonstrations on Saturday, with authorities warning of a heightened risk of unrest after vandalism and looting damaged about 3,000 businesses the previous week.

RELATED: France Reports 855 Arrests in Paris After Protests

Prime Minister Sébastien Lecornu warned late Friday that the threat remained high, particularly from radical far-left groups and criminal elements operating alongside demonstrations called by trade unions, students and the Yellow Vest movement.

Interior Minister Laurent Nuñez announced a large-scale security operation to prevent further violence and looting.

“We will show no mercy to looters and troublemakers,” Nuñez declared. He has faced criticism from the left over police tactics and from the right for failing to prevent the previous week’s unrest.

France to mobilise 70,000 security forces for Saturday protest, interior minister says https://t.co/ok4e8kEy5t https://t.co/ok4e8kEy5t

— Reuters World (@ReutersWorld) October 23, 2026

Authorities have banned gatherings in numerous cities and restricted the routes of other demonstrations on security grounds, prompting criticism from trade unions and human rights organizations.

In major cities, trade union demonstrations were authorized on Saturday only in Paris, Marseille, Strasbourg, Lille, Mulhouse, Grenoble, Toulouse and Amiens.

In Paris, a last-minute change to the union march’s route sparked a dispute between police officials and organizers. Authorities cited the heightened threat following a racist attack on the outskirts of the capital the previous day as they redirected the march from Place de la Nation to Place d’Italie, keeping it away from the city center.

Several museums in the capital, including the Louvre and the Musée d’Orsay, will remain closed, as will the nearby Palace of Versailles. A nighttime curfew in the areas around Place de la République and Les Halles will also remain in force until Monday.

Banks and businesses in central Paris were boarding up shopfronts and windows late Friday and early Saturday in anticipation of possible vandalism, according to observations by Spanish news agency EFE.

Security concerns also extend to Orléans, about 130 kilometers (81 miles) south of Paris, where the far-right National Rally (RN) is holding a congress to formally launch Marine Le Pen’s presidential candidacy, roughly six months before the election.

Authorities estimated that 11,000 people took part in a counter-demonstration in Orléans on Saturday against Le Pen’s party. Organized in opposition to racism, fascism and imperialism, the march proceeded peacefully in a festive atmosphere, according to EFE.

Photo: Orleans, France (October 24, 2026)

Protesters chanted slogans including “Macron resign, Le Pen to prison” and sang the French national anthem, La Marseillaise, as well as the Spanish-language protest song “The People United Will Never Be Defeated.”

Authorities deployed about 3,000 officers in Orléans to prevent clashes between demonstrators and attendees at the RN congress. The local prefecture authorized Saturday’s march but banned a separate demonstration planned for Sunday.

The security measures reflect the authorities’ efforts to prevent further disorder while allowing some demonstrations to proceed. Restrictions on public gatherings and the deployment of thousands of officers have shaped preparations for Saturday’s rallies across France.

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