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La policía de Escocia investiga estancias de Epstein y el expríncipe Andrés en Balmoral

La policía escocesa está investigando las estancias del pederasta estadounidense Jeffrey Epstein, invitado por el entonces príncipe Andrés, hoy desposeído de su título, en el castillo de Balmoral (Escocia), una finca privada del rey Carlos III. Las fuerzas de seguridad han reconocido este viernes haber recibido información que le ha llevado a abrir lo que ha definido como “investigaciones activas” sobre esa visita del multimillonario, que se suicidió en la cárcel en 2019, al hermano del monarca británico. Sin embargo, la policía ha considerado “inapropiado” ofrecer más detalles sobre esa investigación, que está “en una fase muy inicial”, porque su prioridad es, ha dicho, proteger a las “víctimas supervivientes” del pederasta.

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© FOTO: SDNY (ZUMAPRESS/Cordon Press)

Epstein y Maxwell, en Balmoral (Escocia), en una imagen sin datar.
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Prazo para Fundo de Emergência Municipal será alargado

No dia 31 de julho o Governo publicou o despacho que permite a candidatura a um apoio máximo de 60% dos estragos comprovados. O alargamento visa reparar os estragos das tempestades do início do ano.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

"Nós não estamos cá para criar dificuldades aos municípios. Portanto, a nossa ideia é vir a prorrogar este prazo", afirmou o ministro
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Proteção Civil da Madeira alerta para chuva forte

IPMA prevê agravamento meteorológico na Madeira com chuva por vezes forte a partir de sábado. Aviso amarelo emitido para domingo de madrugada.

© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

O IPMA colocou o arquipélago da Madeira com aviso amarelo devido às previsões de precipitação, com aguaceiros por vezes fortes, podendo ser acompanhados de trovoada
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Tempestades absorveram mais de 3.000 milhões do PTRR

Transferências para municípios sobem 6% no OE2027, para 4.676 milhões. Governo diz que em três anos o crescimento real foi de 14%, acima da inflação acumulada.

© FILIPE AMORIM/LUSA

Manuel Castro Almeida sublinhou ainda que está previsto no PTRR, no próximo ano, um investimento de 970 milhões de euros
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Portugal redefine prioridades do Fundo de Modernização da UE

O Ministério do Ambiente e Energia adianta que a agência deverá identificar as áreas prioritárias para a apresentação de candidaturas ao Comité de Investimento do Fundo de Modernização em 2027.

© TIAGO PETINGA/LUSA

A orientação dada à Agência para o Clima, que assumirá a coordenação nacional desde fundo europeu, do qual Portugal beneficia desde 2024
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Estudo questiona papel de cometas na origem da vida na Terra e indica que impactos dificilmente forneceriam moléculas essenciais suficientes

Cometas podem ter contribuído muito menos do que se imaginava para o surgimento da vida na Terra. De acordo com o estudo publicado na última quarta-feira (28) na revista científica Scientific Reports, os impactos desses corpos celestes dificilmente teriam fornecido quantidades suficientes de moléculas essenciais às reações químicas que antecederam a vida.

A pesquisa utilizou simulações computacionais para analisar a evolução dos cometas de curto período, a passagem desses objetos pela atmosfera terrestre e a sobrevivência de compostos orgânicos durante o impacto.

Os resultados indicam que a entrega bem-sucedida dessas substâncias seria extremamente rara.

Cometas poderiam transportar ingredientes da vida

Cometas apresentam uma variedade de moléculas orgânicas voláteis e, por isso, são considerados possíveis veículos de transporte de ingredientes químicos para a Terra primitiva.

A hipótese é que esses corpos celestes tenham levado substâncias necessárias às reações que antecederam o surgimento dos primeiros organismos.

No entanto, a presença desses compostos nos cometas não garante que eles chegariam intactos à superfície do planeta. Para contribuir com a química pré-biótica, as moléculas precisariam sobreviver à passagem pela atmosfera e ao impacto.

Cianeto de hidrogênio foi analisado

Uma das substâncias analisadas pelos pesquisadores foi o HCN (cianeto de hidrogênio), composto que pode participar de reações químicas capazes de produzir componentes fundamentais para a vida, como açúcares, lipídios e moléculas que integram o material genético.

A pesquisa investigou se os impactos de cometas poderiam fornecer esse composto em concentrações relevantes para as reações químicas associadas à origem da vida.

Atmosfera e impacto dificultam preservação

Os pesquisadores identificaram dois obstáculos principais para a entrega dessas moléculas: a fragmentação dos cometas durante a passagem pela atmosfera e a destruição térmica provocada pela colisão em alta velocidade com a superfície terrestre.

Corpos menores e com trajetórias mais inclinadas seriam particularmente vulneráveis à destruição atmosférica.

Já durante o impacto, as altas temperaturas podem decompor compostos orgânicos que sobreviveram à passagem pela atmosfera.

Simulações indicam eventos raros

Para estimar a frequência desses eventos, os pesquisadores combinaram modelos da evolução dos cometas com simulações de sua entrada na atmosfera e da sobrevivência do cianeto de hidrogênio após a colisão.

Mesmo em cenários considerados favoráveis à preservação das moléculas, as simulações registraram, em média, zero impactos capazes de fornecer concentrações de HCN consideradas relevantes para a química pré-biótica.

Em 54% das simulações, nenhum impacto atingiu esse patamar.

O estudo também indica que eventuais entregas bem-sucedidas teriam ocorrido, com maior probabilidade, nos primeiros períodos da história da Terra, quando o bombardeio por cometas era mais intenso.

Além disso, as moléculas que eventualmente sobrevivessem poderiam ser rapidamente diluídas pela água no ambiente após o impacto, reduzindo ainda mais as chances de participação nas reações químicas necessárias.

Marte teria condições mais favoráveis

A pesquisa também compara os resultados com os de Marte e Vênus. De acordo com as simulações, Marte teria apresentado condições mais favoráveis para receber moléculas preservadas em impactos de cometas, principalmente por causa da menor velocidade das colisões e de sua atmosfera mais rarefeita.

Os pesquisadores ressaltam que essa comparação depende das condições ambientais consideradas nos modelos e não comprova que a vida tenha surgido em Marte.

Estudo não descarta contribuição dos cometas

Os resultados desafiam a hipótese de que os cometas tenham sido uma fonte importante de moléculas concentradas necessárias ao surgimento da vida na Terra. O trabalho, porém, não demonstra que nenhum cometa tenha contribuído para esse processo.

A origem da vida continua sendo uma questão em aberto. O estudo indica que, ao menos para a Terra, os impactos de cometas podem ter sido uma via muito menos eficiente de fornecimento de ingredientes químicos do que se supunha, sem excluir outras possibilidades para o surgimento das primeiras formas de vida.

Cientistas recrutam voluntários para caçar novos buracos negros na Via Láctea

 *Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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Cometas não trouxeram a vida à Terra, diz estudo

Vida na Terra poderá ter surgido de processos internos do planeta ou através do impacto constante de asteroides, e não por cometas que transportavam moléculas contendo carbono e azoto.

Embora não se possa descartar totalmente a chegada bem-sucedida de moléculas prebióticas, tal seria extremamente improvável
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Temperaturas podem chegar aos 29 graus nos próximos dias

Temperaturas vão ser mais elevados na região sul, no norte e centro serão ligeiramente mais baixas. Segundo o IPMA, os valores mais elevados deverão manter-se até domingo e segunda-feira.

© SEBASTIEN NOGIER/EPA

Não está prevista chuva pelo menos até domingo ou segunda-feira e nos próximos dias o céu vai estar pouco nublado ou limpo
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Odivelas testa sistema para antecipar impactos das cheias

O projeto-piloto "Floodgate", da GMV e do LNEC, combina imagens de satélite, dados de radar e sensores nas linhas de água para mapear zonas inundadas e emitir alertas.

© Reprodução/ CM Odivelas

Paralelamente, o município de Odivelas instalou uma rede de sensores nas linhas de água, que servirá de complemento ao sistema
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Crisi climatica e agricoltura: a pagare il costo dell’adattamento gli ultimi anelli della filiera, piccole aziende e braccianti

Quando il cambiamento climatico colpisce l’agricoltura, il sistema applica un meccanismo distorto ormai ben noto: costi e rischi si scaricano sugli anelli più deboli, sui piccoli produttori e lavoratori spesso sfruttati. Le mobilitazioni di autotrasportatori e agricoltori contro il caro gasolio e, per quanto riguarda i coltivatori, la bassa redditività della filiera (Leggi l’approfondimento) stanno mettendo in luce ancora una volta le distorsioni del sistema. A dieci anni dall’approvazione della legge sul caporalato, però, c’è un tassello che all’epoca non aveva lo stesso peso specifico e che ora è importante analizzare: la crisi climatica sta ridisegnando l’economia strutturale e l’organizzazione del lavoro nelle campagne. Il cambiamento climatico non crea lo sfruttamento, ma lo rende più pericoloso. E rischia di renderlo più conveniente con stagioni più incerte, rese più instabili e margini più stretti per chi produce. Lo racconta il rapporto “Il cibo scotta – Gli effetti della crisi climatica su lavoro, agricoltura e filiere”, scritto da ‘Terra!’ ed EStà – Economia e Sostenibilità. Il dossier unisce per la prima volta in un’unica analisi l’impatto del riscaldamento climatico sulle imprese agricole e la tutela della salute e dei diritti dei lavoratori della terra. “Un decennio fa la normativa si concentrava opportunamente sull’impianto sanzionatorio penale e sul contrasto all’intermediazione illecita dei caporali, oltre che su quello alle disfunzioni di filiera, ma oggi la crisi climatica agisce come un formidabile moltiplicatore dello sfruttamento dei lavoratori e un ulteriore elemento di crisi che investe il mondo produttivo e aziendale” spiega Fabio Ciconte, presidente di ‘Terra!’.

La crisi climatica e gli effetti sulla filiera e sulle produzioni

Il dossier si sviluppa in tre parti. Nella prima, si ricostruisce lo stato delle conoscenze sui cambiamenti climatici in Italia e sui loro effetti, da un lato sulla salute e sui diritti di chi lavora nei campi, dall’altro sulle imprese agricole. Il lancio dell’indagine avviene in concomitanza con le manifestazioni dei produttori agricoli che denunciano un comparto al collasso e chiedono una giusta redistribuzione del valore lungo la filiera. In questo scenario già così vulnerabile, i dati economici raccolti dal rapporto sono impietosi, come quelli del Centro Euro-Mediterraneo sui cambiamenti climatici e del Piano Nazionale di Adattamento ai cambiamenti climatici (Leggi l’approfondimento): in assenza di pronti interventi di adattamento, entro il 2050 il calo della produzione agricola italiana è stimato in 12,5 miliardi di euro l’anno nello scenario più ottimistico, e supera i 30 miliardi di euro l’anno nelle proiezioni più severe. Il decremento del valore dei terreni agricoli entro fine secolo, inoltre, può arrivare tra gli 87 e i 162 miliardi di euro, negli scenari più pessimistici.

Se il clima rende pericoloso il lavoro

Prima ancora di tradursi in una perdita di raccolto, in un aumento dei costi di produzione o in una riduzione della redditività delle imprese, il cambiamento climatico si manifesta come fatica, disidratazione, perdita di concentrazione e maggiore rischio di infortunio. A differenza di molti altri settori produttivi, l’agricoltura non può semplicemente spostare il lavoro al chiuso o rinviarlo a giorni migliori. “I tempi biologici delle colture e degli allevamenti continuano a dettare il calendario della produzione anche quando le condizioni climatiche diventano proibitive. È questa dipendenza dai cicli naturali – scrivono gli autori – a rendere il lavoro agricolo uno dei più vulnerabili agli effetti del cambiamento climatico”. Il 2 agosto scorso, Gheorghe Marian Burjan, un bracciante di 19 anni, cittadino straniero residente nel Piacentino, si è accasciato mentre raccoglieva pomodori in un campo di Stagno Lombardo, nel Cremonese. Soccorso dai colleghi e trasportato d’urgenza con l’elisoccorso all’ospedale Maggiore di Cremona, è morto in serata. Il 29 giugno 2026 Tahar El Haddad, bracciante marocchino di 55 anni, è morto a Borgocarbonara, nel Mantovano, mentre raccoglieva angurie per un’azienda agricola di Magnacavallo, in giorni in cui le temperature nella provincia hanno superato i 40°C. Pochi giorni prima, a Roverbella, sempre in provincia di Mantova a perdere la vita era stato Stefano Vicentini, agricoltore di 66 anni, mentre lavorava sul trattore, mentre a Rodigo un bracciante di 48 anni era stato ricoverato in gravi condizioni dopo un malore durante la raccolta dei meloni. Secondo la Flai Cgil, tra il 14 giugno e il 3 agosto 2026 almeno sedici lavoratori agricoli hanno perso la vita in Italia, di cui cinque a causa delle temperature estreme. Nell’Unione Europea la mortalità sul lavoro causata dal calore estremo è cresciuta del 42% dal 2000, segnando un incremento superiore a qualsiasi altra macro-regione del mondo.

Le zone d’ombra in assenza di regole

La seconda parte del dossier è un’inchiesta sul campo condotta in Puglia durante la scorsa estate, nelle aziende e negli insediamenti informali di questa regione, epicentro storico delle lotte sindacali e prima regione nel 2021 a introdurre una specifica ordinanza regionale “anti caldo”. Nel 2026, il territorio pugliese ha registrato perdite localizzate sui raccolti dal 50% al 60% nelle aree del tarantino e del brindisino e, nel 2025 (rispetto al 2023) un calo strutturale di 4mila ettari coltivati a pomodoro da industria a causa della siccità. L’alterazione termica ha scardinato i calendari fenologici: la vendemmia 2026 in Puglia è stata definita da agronomi e produttori come “la più precoce di sempre”, avviata per le varietà spumanti già nei primi giorni di agosto. Per sfuggire all’esposizione solare ed evitare che il pomodoro o la frutta si deteriorino istantaneamente sui nastri trasportatori a causa delle elevate temperature interne, nel Tavoliere si sta assistendo a una rapida riorganizzazione tecnologica, che nella filiera del pomodoro è già presente da tempo, e con lo spostamento delle attività di raccolta in piena notte, dalle 22 alle 9. Tuttavia, l’indagine mette a nudo l’inefficacia parziale delle ordinanze anti-caldo in assenza di controlli stringenti: nei contesti produttivi e territoriali dominati dal meccanismo di retribuzione a cottimo, si registra un’elusione dei divieti, con i lavoratori indotti ad aumentare l’intensità dello sforzo fisico nelle ore proibite pur di salvaguardare il salario giornaliero. “C’è poi il piano dei diritti: occorre regolare il lavoro notturno, senza farne la soluzione. Molte lavorazioni richiedono luce e di notte crescono i rischi. Dove è praticabile servono accordi sindacali – racconta Fabio Ciconte – illuminazione e dispositivi adeguati e sostegni pubblici agli investimenti, vanno pagate le maggiorazioni previste dai contratti e gli straordinari e valutati gli effetti sulla salute, prima che il lavoro notturno diventi la norma”.

Chi paga la riorganizzazione del lavoro

La terza parte del report è un’analisi quantitativa della Pianura Padana, uno dei motori agricoli del paese, mettendo in relazione i dati meteorologici con i risultati economici delle aziende agricole tra il 2019 e il 2023. Qui i dati mostrano che, oltre certe soglie di temperatura, redditività e produttività tendono a calare. Le ordinanze regionali che sospendono il lavoro nelle ore più calde hanno prodotto risultati documentati e nelle campagne sono conosciute e in larga parte rispettate. L’adattamento sta avvenendo, ma in modo spontaneo e senza regole. Le giornate cominciano alle tre o alle quattro del mattino senza che nessuno degli intervistati riferisca di ricevere una maggiorazione, la giornata spezzata in due turni si allunga fino a nove o dieci ore pagate come ordinarie, mentre il doppio viaggio verso i campi raddoppia la spesa per il trasporto richiesta dal caporale. E ancora, le ore di riposo si passano in baracche di lamiera senza acqua né elettricità, il cottimo, anche dove non è più previsto dai contratti, spinge a rinunciare alle pause, mentre la cassa integrazione per il caldo, estesa ai lavoratori stagionali, di fatto non viene chiesta. “A sostenere i costi dell’adattamento ci sono anche le imprese – racconta il report – soprattutto le più piccole, che investono in acqua, coperture, nuove pratiche senza che questo produca valore aggiunto immediato e senza un sostegno pubblico adeguato”. Le misure del Piano nazionale di adattamento per l’agricoltura, in larga parte, restano sulla carta. Quello che però è evidente è che, in assenza di scelte pubbliche, il costo della crisi climatica tende a scaricarsi sugli anelli più deboli della filiera. “Per far fronte agli impatti dei cambiamenti climatici sul settore agricolo servono politiche e contributi pubblici” spiega Francesca Federici, ricercatrice di EStà Economia e Sostenibilità, sottolineando che “la velocità e l’imprevedibilità di tali fenomeni rendono infatti insufficiente la naturale capacità di adattamento di agricoltori e allevatori”.

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36% mais mortes por calor desde Acordo de Paris

Mais de 70% das 710.000 mortes por calor em 2023 foram causadas pela ação humana. Investigadores de 100 instituições defendem que o ritmo de redução de emissões é insuficiente.

© NUNO VEIGA/LUSA

No total, os cálculos apontam para quase três milhões de mortes por calor provocadas pelas alterações climáticas entre 2016 e 2023
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Já se sabe a data certa da "Noite Estrelada" de Van Gogh?

Estudo sugere que o céu representado por Van Gogh corresponde ao que se podia observar a 22 de julho de 1889. Os investigadores cruzaram astronomia, matemática, meteorologia e cartas do pintor.

O óleo de 73,7 por 92,1 cm de Van Gogh está exposto no Museum de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA)
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Seca arrasa época de cogumelos em Trás-os-Montes

Tempo quente e seco está a dificultar o desenvolvimento de fungos e a comprometer aparecimento de cogumelos comestíveis no interior norte. Turismo micológico poderá sentir uma forte quebra este ano.

© PAULO NOVAIS/LUSA

As espécies mais predominantes na região num ano normal são as sanchas ou setas, boleto, repolgas, línguas de vaca, frades ou míscaros
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Pavilhão das Travessas em obras mas sem solução para o piso

Encerrado desde janeiro por danos causados pelo mau tempo, o pavilhão tem reparação do piso a decorrer por ajuste direto após concurso público falhar por falta de requisitos legais.

© Câmara Municipal de Aveiro

A câmara decidiu, por isso, recorrer à alternativa prevista "nos termos da legislação": aprovou um ajuste direto "a uma empresa ou consórcio que deem garantias de qualidade e experiência"
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Kristin. Leiria quer alargar prazo para candidaturas a fundo

A CIM da Região de Leiria quer prorrogar candidaturas ao FEM e simplificar a plataforma. Deve ainda 300 mil euros a técnicos das ordens profissionais.

© PAULO CUNHA/LUSA

"Temos a consciência de que existem alguns pagamentos em atraso, pretendemos pagar", garantiu o presidente da CIM, Jorge Vala
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Leiria: 9,3 milhões em resíduos após Kristin

Nove meses após a tempestade, o município ainda regista custos com recolha de resíduos, incluindo amianto — despesa não elegível no Fundo de Emergência Municipal.

© VASCO COELHO/OBSERVADOR

Dia 28 de janeiro de 2026 a depressão Kristin destruiu várias habitações em Leiria e nos concelhos vizinhos
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