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Rússia acusa Ucrânia de lançar explosivos com drones junto a escolas e creches

As autoridades da região russa de Bryansk acusaram as forças ucranianas de dispersar engenhos explosivos através de drones perto de três escolas e 17 creches no distrito de Bezhitski, levando à interdição de várias ruas e ao confinamento preventivo da população local enquanto decorrem trabalhos de desminagem.

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França. "Quem quer revolução é vítima de si próprio"

Major General Arnaut Moreira avisa que o colapso da polícia em França abre caminho para a revolução. Afirma ainda que a busca por igualdade fomenta nos revolucionários vítimas da sua própria revolta.

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La presencia de Lavrov agita la cita de ministros de Exteriores del G-20 en Atlanta

El jefe de la diplomacia rusa, Serguéi Lavrov, estará presente este fin de semana en la reunión de ministros de Exteriores del G-20 en Atlanta (Georgia, Estados Unidos). Y su presencia en esta cita anual, por primera vez desde el comienzo de la guerra en Ucrania en 2022, con la consternación de los representantes europeos y sin la participación de su homólogo ucranio —Kiev no forma parte del grupo de países con las mayores economías del mundo, pero había estado invitada a este tipo de citas en años previos—, agita un encuentro que comienza este viernes para tratar asuntos como ese conflicto y la ofensiva contra Irán.

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© Megan Varner (REUTERS)

Agentes de la Policía de Atlanta desplegados para proteger la reunión de ministros de Exteriores del G20 el viernes y sábado en esta ciudad.
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Jornal russo cofundado por Nobel da Paz fecha e denuncia censura de Putin

O jornal independente russo Novaya Gazeta anunciou nesta sexta-feira (30) que encerrará suas atividades após o que descreveu como uma campanha incessante das autoridades do governo de Vladimir Putin contra o veículo.

A ofensiva incluiu ações de promotores contra alguns de seus principais jornalistas e deixou o jornal sem apoio financeiro e sem sede.

O periódico, frequentemente crítico às autoridades, existe há mais de três décadas e já enfrentou sérios problemas no passado. Seis de seus jornalistas, incluindo a repórter investigativa Anna Politkovskaya, foram assassinados em diferentes circunstâncias.

O editor-chefe e cofundador da publicação, Dmitry Muratov, ganhou o Prêmio Nobel da Paz de 2021 por “esforços para salvaguardar a liberdade de expressão.”

Assim como outros veículos de comunicação independentes do Estado, o Novaya Gazeta passou a sofrer pressão cada vez maior das autoridades depois que a Rússia lançou sua invasão em grande escala da Ucrânia, em 2022, e introduziu amplas regras de censura.

As normas preveem longas penas de prisão para quem desacreditar o Exército russo ou divulgar informações que as autoridades considerem notícias falsas.

“Em 9 de novembro, apagaremos as luzes da casa onde vivemos por 30 anos, desligaremos nossos servidores e partiremos. O jornal não existe mais. As autoridades russas e os serviços de segurança do país obrigaram nossa equipe editorial a encerrar suas atividades”, afirmou o Novaya Gazeta em comunicado.

“Mais de 30 anos de nossas vidas compartilhadas com nosso país e seus cidadãos chegarão ao fim, deixando-nos sem lar, sem meios de subsistência e sob constante ameaça de repressão. Continuamos enquanto pudemos, mas fomos expulsos de nossa casa, e a plataforma de doações que nos permitia receber apoio financeiro de nossos leitores foi fechada. Fomos privados de todos os nossos recursos”, acrescentou o jornal.

Não houve comentário imediato das autoridades.

O Kremlin, no entanto, que acusa serviços de inteligência estrangeiros de tentar estimular o descontentamento na sociedade russa, já afirmou anteriormente que algum nível de censura é necessário em um momento em que a Rússia enfrenta o que descreve como uma luta existencial contra o Ocidente por causa da Ucrânia.

Entenda o que está por trás da tensão entre Trump e Zelensky

 

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Lagarde, el ‘búho’ que pilotó durante dos décadas las finanzas mundiales sin estar predestinada a ello

La presidenta del BCE, Christine Lagarde, junto a sus predecesores Mario Draghi (centro) y Jean-Claude Trichet, corta una tarta durante la celebración del 25 aniversario del BCE, en 2023.

A Christine Lagarde (París, 70 años, de soltera Christine Madeleine Odette Lallouette) le gusta enviar mensajes con su atuendo. Elige cuidadosamente sus pañuelos (hay quien cree adivinar en ellos sus intenciones) y, en momentos especialmente delicados, comparece en la rueda de prensa del BCE con un broche característico: un búho. En un mundo, el de la política monetaria, habitualmente dividido entre halcones, banqueros con poca tolerancia por la inflación y gatillo fácil a la hora de subir tipos, y palomas, más sensibles al efecto del dinero caro sobre la economía, Lagarde se desmarcaba con esta otra ave.

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Letonia fabrica un pequeño ejército de drones en secreto a las puertas del enemigo

Los letones no se fían de sus “simpáticos vecinos”. Tal es así que usan con cierto hábito este atajo lingüístico, lleno de retintín, antes que hablar a las claras de rusos y bielorrusos. Con estos dos viejos aliados de la vasta llanura, Letonia ― con 1,8 millones de habitantes― comparte más de 450 kilómetros de su frontera este. Es por esto que su linde forma parte de lo que, entre la tropa, se denomina flanco oriental de la OTAN y la Unión Europea. Consecuencia: está en la diana del enemigo número uno, esto es, de Rusia. En mayo, la colisión de tres drones que volaban desde el frente de batalla ucranio hizo saltar por los aires la coalición del Gobierno letón. En solo cinco meses, el país báltico se ha blindado defensivamente gracias, en parte, al empuje de la producción local de vanguardia de armas autónomas. Pero el temor continúa.

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Empleados del fabricante de drones Origin Robotics trabajan en unas instalaciones a las afueras de Riga, el pasado día 6.
Un empleado del fabricante de drones Origin Robotics trabaja en unas instalaciones a las afueras de Riga, el pasado día 6.
El teniente coronel Pedro Antonio Fuentes, jefe del contingente español de la base de la OTAN en Adazi, en Letonia, el pasado día 9.

Reportaje elaborado en el marco del proyecto ‘Europa Informada’, financiado por el Parlamento Europeo.

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© María Page

El comandante Modris Kairiss, jefe del Centro de competencias en sistemas autónomos de Letonia, muestra un dron, el pasado día 9.
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Las elecciones de mitad de mandato en Estados Unidos no son la panacea que los europeos esperan

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Cuando los estadounidenses voten en las elecciones de mitad de mandato del 3 de noviembre, los europeos esperarán con inquietud los resultados. Es comprensible que, después de casi dos años de abusos del Gobierno de Trump, estén ansiosos por un cambio de rumbo. Un buen resultado de los demócratas transmitirá una señal política importante, incluido el deseo de mejorar las relaciones con los aliados hoy menospreciados. Sin embargo, los europeos harían bien en moderar sus expectativas sobre los cambios que va a haber en la práctica, porque se tardará tiempo en reparar el daño causado.

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Putin diz que Rússia busca restaurar relações com Europa

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou, na noite desta quinta-feira (29), que apoia quaisquer medidas voltadas para a restauração das relações com os países europeus.

Putin também disse que o surgimento de qualquer conflito resultaria em uma situação sem vencedores.

Ao comentar a conversa telefônica que teve esta semana com os líderes da Noruega e da Finlândia, Putin disse que a Rússia está preparada para uma possível guerra com a Europa, embora não a deseje.

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“Apoiamos quaisquer medidas… apoiamos quaisquer ações voltadas para a restauração de relações plenas e completas com os países europeus”, disse Putin a repórteres após sediar uma cúpula com líderes africanos.

“Antes de tudo, estamos preparados, mas não queremos uma guerra com a Europa. E, se alguém a deseja, que se prepare; mas, até o momento, não alcançaram seu objetivo — infligir uma derrota estratégica à Rússia. E, se a situação for longe demais, não haverá vencedores. Que ninguém se esqueça disso.”

Putin afirmou que o presidente finlandês, Alexander Stubb, e o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, agiram corretamente ao realizar o contato, apesar das críticas de algumas capitais europeias, que acusaram os dois de romper a unidade ao iniciarem conversas com Moscou.

Ele declarou que a Rússia não deseja impedimentos à navegação no Mar Báltico e acrescentou que restringir a comunicação poderia levar a uma situação semelhante à observada no Estreito de Ormuz desde o início do conflito entre os Estados Unidos e o Irã, em fevereiro.

“Alguém deseja que ocorra no Báltico a mesma situação vista no Golfo ou no Estreito de Ormuz?”, questionou Putin. “Não sei. Nós não queremos isso, mas responderemos a qualquer desafio.”

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"Rússia a mediar no Médio Oriente é ficção cientifica"

​João Albuquerque diz que não faz sentido olhar para a Rússia como um possível mediador para o conflito no Médio Oriente. ​Sublinha que há cada vez mais sinais de um ataque dos EUA ao Irão em breve.

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General demitido por fuga de segredos sobre Irão

O tenente-general não passou a três testes do polígrafo, sendo que o caso está a ser investigado pelo Departamento de Justiça. Decisão segue uma política de "tolerância zero" a fugas de informação.

© Getty Images

Tenente-general não passou a três testes do polígrafo.
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Zapadores rusos desactivan artefactos explosivos en Aleshki

Moscú, 29 oct (Prensa Latina) Zapadores del grupo de tropas rusas Dniéper están desactivando artefactos explosivos y municiones sin detonar en los caminos adyacentes a la localidad de Aleshki, en Jersón, comunicó hoy el Ministerio de Defensa.

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Irão. "A mudança de regime foi completamente posta de lado"

Bruno Cardoso Reis aponta a aproximação dos EUA à ala dura do Irão no Estreito de Ormuz. O historiador destaca ainda o peso dos partidos árabes em Israel e a defesa da Ucrânia.

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Putin destaca papel de Melania Trump na trégua em Oleshky

Vladimir Putin enalteceu o papel da primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, na mediação de uma trégua temporária e na organização de uma missão humanitária na localidade ocupada de Oleshky, na região ucraniana de Kherson, num momento em que Moscovo e Kiev procuram aproximação a Washington antes de eventuais conversações tripartidas.

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