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Município de Mértola avança com primeira obra da Estratégia Municipal de Habitação

O Município de Mértola iniciou a reabilitação da Casa Fagulha, no Centro Histórico da vila, num investimento de 1,375 milhões de euros, naquela que será a primeira obra da estratégia municipal de habitação a entrar em funcionamento.

Com esta intervenção serão criadas seis novas habitações, distribuídas por duas frações T1 e quatro frações T2, reforçando a oferta de habitação acessível no concelho e contribuindo para responder às necessidades habitacionais identificadas no território.

A empreitada, com um prazo de execução de 730 dias, integra a estratégia local de habitação do Município, que tem vindo a desenvolver um conjunto de investimentos destinados a aumentar a oferta habitacional e a criar condições para a fixação de população, atração de novos residentes e valorização do Centro Histórico de Mértola.

Para além da importante recuperação de um edifício emblemático da vila, a intervenção permitirá devolver ao mercado novas habitações adequadas às necessidades de jovens, famílias e trabalhadores que procuram estabelecer-se no concelho.

A Casa Fagulha constitui apenas a primeira etapa de uma estratégia mais abrangente. Nos próximos meses, o Município prevê lançar a empreitada de reabilitação da Casa Anselmo, que permitirá disponibilizar mais seis habitações em formato apartamento, seguindo-se a construção de oito moradias no Bairro da Cooperativa.

Com estes investimentos, o Município de Mértola prevê disponibilizar, no médio prazo, um total de 20 novas habitações, reforçando significativamente a oferta habitacional pública e criando novas oportunidades de residência no concelho.

Paralelamente, encontra-se concluído o projeto de loteamento da expansão da Zona ZE3, que permitirá disponibilizar 16 lotes para autoconstrução, criando condições para que mais famílias possam construir a sua própria habitação e contribuindo para o crescimento sustentado da vila.

Segundo o Município, a habitação constitui atualmente uma das principais prioridades da ação municipal, assumindo-se como um fator determinante para a atração e fixação de população, para a dinamização da economia local e para a construção de um concelho mais coeso, inclusivo e sustentável.

Com o avanço destas intervenções, Mértola dá mais um passo na concretização de uma estratégia integrada que combina a reabilitação do património edificado, a criação de nova oferta habitacional e a disponibilização de solo urbano para construção, reforçando as condições para viver, trabalhar e investir no concelho.

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Município de Loulé inaugura website das suas Áreas Protegidas

Sítio na internet lançado a 18 de outubro, no 16º aniversário das Paisagens Protegidas Locais da Rocha da Pena e da Fonte Benémola

O Município de Loulé lançou hoje o website areasprotegidas.cm-loule.pt dedicado à promoção e divulgação das cinco áreas protegidas locais do concelho.

São cinco a áreas do concelho de Loulé que têm essa denominação: a Paisagem Protegida Local da Rocha da Pena, a Paisagem Protegida Local da Fonte Benémola, a Reserva Natural Local da Foz do Almargem e do Trafal, a Reserva Natural Local da Nave do Barão e ainda, o Monumento Natural Local da Gruta de Vale Telheiro.

Cada área protegida tem uma página dedicada, com o seu património natural e cultural, informação técnica e galerias de fotografias e vídeos. Estão também disponíveis os projetos científicos e de monitorização desenvolvidos nestas áreas, propostas para as explorar através de percursos pedestres, paisagens sonoras e rotas do Geoparque Algarvensis, e as notícias sobre a atividade nas áreas protegidas.

“Investir no ambiente e na preservação dos recursos naturais é investir num futuro de qualidade. Com este website, queremos aproximar as pessoas das nossas áreas protegidas, para que as conheçam, as valorizem e nos ajudem a cuidar delas”, afirma Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé.

O website responde a uma lacuna há muito identificada pelo Município de Loulé, agregando num só lugar toda a informação disponível sobre estas áreas e facilitando o seu acesso. Afirma-se, assim, como uma ferramenta de transparência e proximidade, que permite à população, à comunidade científica e a todas as entidades envolvidas consultar e acompanhar a informação e as atualizações sobre cada uma destas áreas.

Refira-se ainda que esta iniciativa do Município de Loulé é apoiada pelos Fundos Europeus, no âmbito do Programa Regional ALGARVE 2030.
Para entrer no website das Áreas Protegidas louletanas clique aqui > areasprotegidas.cm-loule.pt

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Trabalhos na Cintura Verde de Mértola revelam núcleo romano-republicano

Obra revela vestígios mais antigos na Necrópole do Cerro das Neves

A Câmara Municipal de Mértola informa que os trabalhos de acompanhamento arqueológico na obra da empreitada da Cintura Verde permitiram identificar uma nova área da Necrópole do Cerro das Neves.

Esta descoberta vem complementar a intervenção já realizada no Largo da Feira, confirmando que se trata do mesmo complexo funerário de cremação, mas revelando agora uma dimensão e abrangência cronológica significativamente superiores às conhecidas até à data.

Os trabalhos, iniciados a 13 de agosto, resultaram até ao momento na escavação de 46 sepulturas de cremação. O grande destaque deste novo setorreside na identificação de um núcleo associado ao período romano-republicano (séculos II a I a.C.), que se junta aos vestígios da Idade do Ferro já documentados na área do Largo da Feira.

Adicionalmente, numa nova área de escavação que se encontra agora a ser iniciada, os dados preliminares apontam para a possível identificação de uma sepultura ainda mais antiga, cujo estudo em curso sugere poder recuar ao século VII a.C., indiciando a presença de um setor mais recuado da necrópole.

Esta nova área assume uma importância acrescida para o património do concelho, pois documenta materialmente um longo período de transição e a evolução dos rituais funerários entre a Idade do Ferro e o início do processo de romanização na região.

Com o objetivo de potenciar os resultados desta intervenção, o Município de Mértola, em estreita colaboração com equipas de investigadores, vai conjugar os dados arqueológicos de campo com outras especialidades científicas.

Esta abordagem interdisciplinar, assente nas arqueociências, incluirá trabalhos de gabinete e análises laboratoriais para aprofundar, validar e consolidar o conhecimento sobre este importante achado.

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Agricultor pede ajuda após incêndio ter destruído armazém

VTM

Noel Afonso, comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil das Terras de Trás-os-Montes, disse à VTM que quando os meios chegaram ao local, o armazém estava “tomado pelas chamas e os prejuízos são muito elevados”.

Acrescentou ainda que não se registaram feridos na sequência da ocorrência.

Dentro do armazém estavam diversas “máquinas agrícolas, tratores, feno, rações e ficou tudo destruído”, sublinhou o comandante.

Devido aos prejuízos elevados, o agricultor afetado, Celso Martins precisa de ajudar para recomeçar, já que só conseguiu salvar os animais e um trator agrícola, o restante ardeu por completo.

O prejuízo “é enorme” e o seguro só cobre uma pequena parte do que se perdeu. “Não chega para retomar a atividade, e é um processo que ainda vai demorar. O Celso, de um dia para o outro, ficou sem as máquinas, sem alimento para os animais e sem armazém, mesmo à entrada do inverno”, pode ler-se na página de Facebook Cultiva, que está a angariar fundos para ajudar este agricultor.


Pode ajudar através de: IBAN: PT50 0045 2260 4025 8897 3415 6 (TITULAR: CELSO MARTINS)
Crowdfunding: WWW. GOFUNDME.COM/F/VAMOSAJUDAR-A-RECONSTRUIR-OQUE-O-FOGO-DESTRUIU

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DR Congo’s deadliest Ebola outbreak kills over 4,200 as armed groups undermine response

In less than five months, the fastest-spreading Ebola outbreak in world history has killed at least 4,205 people in the conflict-ridden eastern region of the Democratic Republic of Congo (DRC) as of October 7.

It is the deadliest outbreak in the DRC since the disease was first discovered in the country in 1976, killing nearly one in two of the 8,728 people confirmed to be infected.

With treatment still in experimental stages, there is no specifically approved treatment for the particular Bundibugyo strain of the Ebola virus that caused this outbreak, declared on May 15. 

However, the virus had been circulating in communities in Ituri province since mid-February, three months before the outbreak was identified and officially declared.​

Aid cuts: unpaid frontline workers

When the health response started, already late, it was severely underfunded, as the UK, France and Germany have also followed in the footsteps of the US to slash humanitarian aid and increase military spending.​

The UN Office for the Coordination of Humanitarian Affairs (OCHA) said in late September that the Humanitarian Response Plan had only half the funding needed to counter the outbreak.​

Contact tracing is well below the Africa Centers for Disease Control and Prevention (CDC) and the WHO-recommended 95% to effectively break transmission. Only now in October, it has been built up to 80.4%, which still means that almost 20% of the people at risk of exposure to the virus due to contact with confirmed cases are off the radar of the health authorities, and could potentially be transmitting the disease further.

Lack of funds has meant that the understaffed and overworked frontline health workers – scores of whom have died in the line of duty – have been repeatedly forced to go on strike to protest unpaid wages. Their efforts are further impeded by the poor transport infrastructure and lack of healthcare facilities in the remote eastern region where the disease is spreading.​

Armed conflict complicating health response 

Armed conflict displacing millions on this mineral-rich land is another major hurdle in the way of effective health response. In Ituri, the epicenter of the outbreak, a key Ebola transit center in the fighting-affected Kigonze camp burnt down on September 29.​

The camp, which had housed 19,000 Internally Displaced People (IDPs) fleeing violence, was reportedly infiltrated by the Convention for the Popular Revolution (CRP).

Uganda​

This coalition of armed militias, formed in March 2025 at a hotel in Uganda’s capital, Kampala, is led by Thomas Lubanga, a former warlord, convicted by the International Criminal Court (ICC) of war crimes, released from prison in 2020 after serving 14 years. He resides in Uganda, where he is also known to have recruited fighters along ethnic lines.​

In a 2022 judgment, the International Court of Justice (ICJ) ordered Uganda to pay DRC USD 325 million in reparations. This included USD 225 million for killings, rapes, child soldier recruitment, and displacement, USD 40 million for damage to property, and USD 60 million for plundering its gold, diamonds, and timber as an “occupying power” in Ituri from 1998 to 2003.​

The nature of the occupation has since evolved. Under a bilateral agreement with the DRC, Uganda had deployed 2,000 troops to the country to jointly fight an Islamic State-affiliated group. However, Uganda deployed an additional 4,000 troops without the DRC’s consent in early 2025, around the time as the CRP’s formation in Kampala.  ​

Searching for CRP militants and weapons, soldiers and police entered the camp on September 20. When they came under fire, clashes erupted between the security forces and the militants. Thousands of IDPs fled again as gunfire continued rattling around the camp for days. Deaths, injuries, and arrests were reported.​

Ebola transit center burns down

Amid this violence, on September 29, fire engulfed the camp’s Ebola transit center. It is a facility for the isolation and care of suspected cases, until the results of the lab tests on their blood samples. If confirmed as positive, they are then transported to an Ebola treatment center.​

“It’s been a huge struggle to create Ebola transit centers [and] Ebola treatment centers; it’s required money, bringing in staff and it’s been a struggle all across the east. So, when we lose a center, that means we lose capacity, we lose investment and we have to start again,” said Julien Harneis, UN’s senior Ebola response official in the DRC.​

“Eastern DRC now faces a catastrophic collision of disease and conflict, with the Ebola outbreak in Ituri province outpacing the response,” the WHO’s director general, Tedros Ghebreyesus, had warned in May.​

The outbreak has since reached seven of DRC’s 26 provinces, predominantly in the east. About three-quarters of the confirmed cases remain concentrated in Ituri. However, its neighboring province, North Kivu, which has another 20% of confirmed cases, is emerging as the new hotspot.​

Rwanda

Large areas of this province are occupied by Rwandan troops and its proxy militias, the M23, which captured its capital, Goma, in January 2025, and went on to expand territorial control into South Kivu province.

​Without humanitarian access to these occupied areas, the government cannot mount a health response, Communications Minister Patrick Katembwe said in late May, second week after the outbreak was declared. He called for the “withdrawal of foreign forces and the removal of their auxiliaries.”

Instead, the M23’s parallel administration launched a separate health response in the areas under its control, independently of the DRC government, with which cooperation was limited to data sharing and lab testing. This severely hampered contact tracing, especially because people regularly travel between the M23-held areas and government-controlled territory.

“Multiple outbreaks are developing at the same time”

​The parallel M23 administration has also meant additional delays in diagnosis. With bed capacity in Ebola treatment centers stretched taut in North Kivu, medics in this province are forced to refer infected patients to general health facilities, where a third of all confirmed cases are being treated, posing further risk of transmission into the wider community.

​The spread has rapidly increased since September in this province, which now accounts for nearly 40% of all new confirmed cases, up from 24% in August-end, Doctors Without Borders (MSF) said on October 5.

​“It is like fighting a megafire,” said Stéphanie Hoffmann, MSF coordinator of the treatment center in Butembo, a major commercial city in the province. “Multiple outbreaks are developing at the same time, with varying intensity and in different locations. As long as new hotspots continue to emerge while the virus spreads across northern North Kivu, containing the epidemic will remain extremely difficult.”

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Lavoro agile, quando la priorità fa la differenza

In vari paesi a chi ha responsabilità di cura viene riconosciuta una priorità di accesso al lavoro da remoto. Dove ci sono le condizioni organizzative e tecnologiche per utilizzare effettivamente la flessibilità, il reddito delle madri aumenta.

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L’occasione persa per affrontare la segregazione scolastica

Il decreto sulla soglia di studenti stranieri per classe identifica situazioni eccezionali in poche zone con recenti e massicci flussi di ingresso. Parte da un’analisi sbagliata e non permette di affrontare il problema serio della segregazione scolastica.

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Kongo et Angola. 1650-1750. Une rencontre en images

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Les centaines de textes, dessins et gravures qui illustrent cet ouvrage lèvent le voile sur un pan méconnu de l'histoire de l'Afrique précoloniale. En 1645, des capucins franciscains abordent l'embouchure du fleuve Congo, afin d'évangéliser les populations du royaume du Kongo et de l'Angola. Ils multiplient les écrits, riches de très nombreuses images destinées à la hiérarchie papale et à l'instruction des futurs frères. Cécile Fromont, professeure d'histoire de l'art et d'architecture à Harvard, interroge ce « corpus visuel capucin » en le reliant aux contextes culturel, social et politique des peuples concernés. Elle note que l'enjeu central des capucins consistait à « extirper de cette région ce qu'ils jugeaient être de l'idolâtrie ». Certaines aquarelles montrent des scènes pacifiques et d'autres d'une extrême violence. L'historienne insiste sur le « processus de création transculturelle » qui fut mis en œuvre, les missionnaires ayant développé des échanges avec les érudits africains.

Voir en ligne : /2026/10/PIOT/70073

CNRS Éditions, Paris, 2026, 254 pages, 39 euros.

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La filiera dell’auto vista da dentro *

La filiera automobilistica italiana va ben oltre le case produttrici e i fornitori diretti. I legami indiretti sono altrettanto importanti. E la catena di fornitura comprende molti più settori di quelli tradizionalmente associati all’automotive.

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All’università più fondi, ma meno risorse reali per studente

La crescita nominale dei fondi universitari nasconde una riduzione delle risorse reali per studente. Durante il governo Meloni, gli aumenti dei finanziamenti hanno sostanzialmente compensato l’inflazione, ma non l’ampliamento del numero degli iscritti.

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Docenti universitari: concorso nazionale, ma inserimento locale

Una riforma approvata a luglio rende il sistema di reclutamento dei docenti universitari più nazionale. Ma per promuovere l’apertura all’esterno degli atenei, bisogna affrontare anche il tema dell’inserimento del nuovo arrivato nell’organizzazione locale.

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Otto grafici dal Report Pisa

I dati Pisa mostrano un calo diffuso nelle competenze di base dei giovani. Tra divari socioeconomici, ritardi nel pensiero computazionale e uso dell’IA, emerge l’urgenza di ripensare la scuola per dar loro gli strumenti necessari nel mondo di oggi. Ne parliamo in otto grafici.

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Il bonus asilo nido aiuta le madri a lavorare, ma da solo non basta *

Il bonus asilo nido funziona: riduce i costi dei servizi per la prima infanzia e aiuta le madri a rimanere occupate dopo la nascita di un figlio. Ma proprio le famiglie che ne avrebbero più bisogno lo utilizzano di meno. Il Piano per i nidi del Pnrr.

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Peso das mochilas continua a ser um desafio no regresso às aulas

Com o aproximar de um novo ano letivo, a campanha “Olhe pelas Suas Costas” volta a sensibilizar pais, encarregados de educação e escolas para a importância da utilização correta das mochilas escolares. Apesar de fazerem parte da rotina diária dos alunos, as mochilas continuam a representar um fator de risco para a saúde da coluna […]
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Perché le scuole al caldo sono un problema da risolvere

I periodi di caldo si allungano e interessano mesi in cui le scuole sono aperte. Ciò ha conseguenze sugli apprendimenti e sul benessere degli studenti. Ci sono buone ragioni per investire subito in misure di raffrescamento degli edifici scolastici.

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