Um ataque russo com mísseis balísticos voltou a atingir a cidade de Kiev durante a noite, provocando ferimentos em pelo menos seis pessoas, quatro das quais crianças.
A reunião focou-se nas perspetivas para o relançamento de conversações de paz sobre a Ucrânia e na eventual realização de encontros diplomáticos trilaterais no futuro.
João Albuquerque considera que os EUA já não são um parceiro fiável. Sublinha o nervosismo de Trump com as eleições e os riscos de ataques híbridos russos aos europeus, apelando a uma defesa sem EUA.
António José Telo avisa para a falta de estratégia e de relevância da Europa nas decisões globais. Aponta ainda o foco de Trump nas eleições e os preparativos para atacar o Irão.
São chamados Jovens das Colinas, são judeus extremistas e vivem nos colonatos ilegais na Cisjordânia. Ainda, EUA e Israel estarão a preparar a retoma dos ataques contra o Irão.
A China e o Djibuti acordaram reforçar a cooperação em matéria de segurança face às ameaças às rotas marítimas do mar Vermelho, agravadas pelo alastramento dos conflitos no Médio Oriente.
O país africano acolhe, desde 2017, a primeira base militar chinesa no estrangeiro, criada para apoiar missões de escolta naval, manutenção da paz e assistência humanitária
Para o historiador Bruno Cardoso Reis, não há condições reais para se chegar a um acordo de paz. O historiador alerta que Vladimir Putin está apenas a tentar enganar Donald Trump nestas conversações.
Quatro navios atacados em duas semanas perto da costa búlgara, três afundados. Sofia coordena resposta com EUA, Turquia e Roménia para garantir a navegação.
Moscovo admite retomar negociações com Kiev e Washington em Abu Dhabi. Putin oferece ajuda para resolver conflito com o Irão e a Rússia prepara o envio do primeiro petroleiro com gasóleo para os EUA.
Ucrânia e Rússia aceitam proposta dos EUA para retomar negociações de paz. Zelensky admite "congelar" a guerra nas atuais linhas da frente. Ainda, Washington retoma a partilha de informações com Kiev.
Nuno Gouveia afirma que os americanos votam pelo bolso: a subida nos custos da energia, provocada pela guerra com o Irão, atinge o custo de vida e leva o eleitorado a castigar Trump nas intercalares.
Jorge Rodrigues alerta que a Ucrânia enfrenta uma pressão sufocante devido ao alinhamento entre Trump e Putin. Avisa que Moscovo dificilmente aceitará a NATO como garantia de segurança para Kiev.
O objetivo da reunião é tentar relançar os esforços para uma solução negociada para pôr fim à Guerra na Ucrânia. Ainda, foi agendada para esta tarde uma nova concentração na Praça Rossio.
O Coronel José do Carmo avisa que a Ucrânia vai ficar em desvantagem nas negociações de paz, já que a pressão dos Estados Unidos favorece a Rússia e obriga Kiev a ceder nas conversas.
Teerão mantém posição: urânio enriquecido fica no país e os EUA têm de cumprir as sete condições iranianas para a paz e reabertura do estreito de Ormuz.
"Nem sequer uma quantidade ínfima de materiais nucleares enriquecidos sairá do Irão", afirmou o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Mohsen Rezaei
O presidente ucraniano reuniu-se na Noruega com Steve Witkoff, enviado de Donald Trump, para debater a paz, perante preocupações com atrasos no fornecimento de defesa antiaérea.
O enviado norte-americano Steve Witkoff reúne-se em São Petersburgo com altos responsáveis do Kremlin. Moscovo está recetivo a ouvir Washington mas sem fazer concessões territoriais.
Martinho Lucas Pires afirma que um encontro sem Zelensky beneficia Moscovo. O professor alerta ainda para a interferência russa nas eleições e a estratégia do Irão contra Trump.
Ana Cavalieri considera que os EUA tentam forçar Kiev a ceder o Donbas por ser impossível travar a Rússia. Defende que a Europa não tem capacidade militar para substituir os EUA no apoio à Ucrânia.