Quanto può cambiare il costo dell’energia quando un’innovazione passa dalla piccola scala alla produzione industriale? È da questa domanda che prende il via la terza puntata di Ecofuturo TV, intitolata “Dalla piccola scala all’industria”, dedicata alle tecnologie e alle esperienze che dimostrano come sostenibilità, efficienza e convenienza economica possano procedere insieme.
A introdurre il tema è Valerio Rossi Albertini, fisico e divulgatore scientifico, che accompagna il pubblico alla scoperta di un principio decisivo per la transizione ecologica: aumentare la scala delle soluzioni può ridurre i costi e renderle accessibili a un numero sempre maggiore di persone e imprese.
Nel corso della puntata, Elena e Michele guidano un viaggio tra innovazione industriale e tutela dell’ambiente. Si parla delle pompe di calore ad alta temperatura di TEON, capaci di sostituire i combustibili fossili in alcuni processi produttivi, e del fotovoltaico flottante di X-Green, che permette di produrre energia solare sfruttando le superfici d’acqua. Spazio anche alla gestione dei rifiuti nella discarica di Scapigliato, alle soluzioni di Mondo Verde contro il punteruolo rosso e al contributo della FAO, raccontato da Michela Morese, per comprendere le connessioni globali tra energia, agricoltura, clima e ambiente.
La puntata esplora inoltre l’Ortobioelettroattivo promosso da Holdim a Serra Lunga di Crea, in Piemonte, come esperienza di benessere aziendale, e la storia ottantennale della Cooperativa Olivicoltori di Vetralla, esempio di cooperazione e valorizzazione del territorio. Con Fabio Roggiolani, nella rubrica “Ecopresente è conveniente”, le soluzioni presentate vengono analizzate anche dal punto di vista economico.
A chiudere è il ricordo di Rachel Carson, autrice di Primavera silenziosa, il libro che ha segnato una svolta nella consapevolezza ambientale. Una puntata per scoprire perché la transizione ecologica non è soltanto una sfida, ma anche un’opportunità concreta di innovazione e sviluppo.
É a primeira vez no Canadá, e uma das primeiras no mundo, que um governo nacional enfrenta um julgamento pleno, com produção de prova, num processo movido por jovens que contestam as suas políticas climáticas. Um grupo de jovens canadianos está a levar o próprio governo a tribunal. O julgamento começa na segunda-feira, em Vancouver. Todos viveram na pele o que vão contar em tribunal. Sadie Vipond tinha poucos anos em 2013, quando as cheias históricas de Calgary obrigaram a família a fugir de casa. Hoje tem 20 anos, estuda ciências do ambiente e vai explicar como o calor, as
O Dia Internacional contra as Alterações Climáticas, que se assinala a 24 de outubro, cuja data foi estabelecida com origem associada a diretrizes da UNFCCC (Convenção – Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima), vai merecer especial atenção do Município de Moura, numa ação de sensibilização ambiental, que será realizada esta segunda-feira, dia 26 de outubro.
A iniciativa é dedicada aos cidadãos advertindo para a importância da adoção de comportamentos mais sustentáveis e à necessidade de combater os efeitos das alterações climáticas e pretende alertar para as principais causas e consequências deste fenómeno, impulsionado sobretudo pela atividade humana, nomeadamente através da queima de combustíveis fósseis, da desflorestação e de outras práticas que contribuem para o aumento da concentração de gases com efeito de estufa na atmosfera.
No âmbito desta ação, de acordo com a nota de imprensa emitida pela autarquia de Moura, são também divulgadas medidas que cada cidadão pode adotar no seu quotidiano para reduzir a pegada de carbono e contribuir para a mitigação das alterações climáticas.
A utilização de transportes públicos, as deslocações a pé ou de bicicleta, a poupança de água e eletricidade, a redução do desperdício alimentar, a valorização dos produtos locais e a reutilização e reciclagem de materiais são alguns dos comportamentos destacados.
Importa destacar, segundo a Câmara Municipal de Moura, que a sensibilização da população para estas questões constitui um contributo importante para a construção de uma comunidade mais consciente e responsável, reforçando a importância do envolvimento de todos na proteção do ambiente e na promoção de um modelo de desenvolvimento mais sustentável.
Esta iniciativa é financiada pelo Programa Regional Alentejo 2030, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Local da Bioregião da Margem Esquerda do Guadiana.
Com o encerramento de mais uma época balnear, o Município de Faro faz um balanço positivo das ativida-des de educação ambiental desenvolvidas no âmbito do programa Bandeira Azul, que, em 2026, registaram um número recorde de participantes.
Através da Unidade de Gestão Costeira, o Município promoveu um conjunto diversificado de iniciativas, que mobilizaram cerca de 1500 participantes ao longo da época balnear. Os resultados alcançados refletem o crescente interesse da comunidade pelas questões ambientais e a importância do trabalho desenvolvido em parceria com diversas entidades.
A criação do Polo Ambiental Municipal, localizado no Parque Natural da Ria Formosa, constituiu também um marco importante na estratégia municipal de sustentabilidade. Para além de uma nova infraestrutura de apoio à educação ambiental, este espaço passou a funcionar como centro logístico e pedagógico de suporte às associações parceiras, contribuindo para reforçar a eficácia e o alcance das iniciativas realizadas.
A época balnear de 2026 ficou ainda marcada pela instalação de uma pérgula de apoio à acessibilidade, destinada a melhorar as condições de acolhimento das pessoas com mobilidade reduzida, contribuindo para uma praia mais inclusiva.
No âmbito das medidas de sustentabilidade, foram também reutilizadas paletes abandonadas para a construção de assentos ecológicos, equipados com escovas para a remoção da areia dos pés sem recurso à água. Estes espaços de convívio e descanso incluíam ainda o código de conduta da praia, associando a reutilização de materiais à sensibilização ambiental. Face aos resultados desta iniciativa, o Município pretende alargá-la na próxima época balnear.
O Município de Faro agradece a todos os que contribuíram para o desenvolvimento destas iniciativas, destacando o papel fundamental das entidades parceiras: Red Seagull, Almargem – Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve, Clube da Agulha, Sciaena – Associação de Ciências Marinhas e Cooperação, SOMAR – Associação de Conservação Marinha e Bioacústica, AECO – Associação para o Estudo e Conservação dos Oceanos e RIAS – Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens.
O compromisso com a preservação ambiental, a sensibilização da comunidade e a promoção de práticas sustentáveis continuará a orientar a atuação do Município, contribuindo para um concelho mais sustentá-vel e para a proteção do património natural.
Prometiam salvar o ambiente do plástico. Afinal, ao longo de todo o ciclo de vida, poluem mais e são mais cancerígenas do que as de plástico comum. As palhinhas de papel chegaram às mesas do mundo inteiro como a alternativa amiga do ambiente. Mas um estudo encomendado pelo governo sul-coreano vem agora pôr essa ideia em causa: ao longo de todo o ciclo de vida, o papel pode fazer mais mal do que o plástico que veio substituir. O estudo foi divulgado na quarta-feira pelo deputado da oposição Kim Wi-sang, do People Power Party. Segundo o The Korea Herald, os
A Sesto San Giovanni, il Comune più popoloso della città metropolitana, dopo Milano, esiste un bosco. All’interno di uno dei settori occupati fino al 1995 dagli stabilimenti siderurgici della Falck. Un bosco che rischia di essere raso al suolo per lasciare spazio a nuove costruzioni. Per questo il Circolo sestese di Legambiente si è mobilitato.
“Nel complesso del Vittoria B, tra viale Italia e via General Cantore, c’è un’area pari a 40mila metri quadrati con piante d’alto fusto e arbusti, presenti da più di settant’anni”, scrive l’associazione ambientalista sui propri profili social, specificando che “per la legge regionale del 2008 è definibile bosco e come tale da proteggere ai sensi del decreto legislativo del 2004”.
Insomma, non potrebbe essere abbattuto. Anche se potrebbe accadere. Dal momento che si trova all’interno delle aree Falck, sito che il Ministero dell’Ambiente e della Tutela del Territorio ha inserito nel 2001 nell’elenco degli interventi di bonifica di interesse nazionale (SIN). Un sito interessato dal “progetto di riqualificazione più grande d’Europa”, gestito da Milanosesto spa, con la trasformazione di circa 1,4 milioni di mq in un nuovo polo residenziale, direzionale e sanitario. Oltre che in un parco urbano di 175mila mq, che “sarà elemento essenziale e principale della rigenerazione urbana dell’area”, per il sindaco leghista Roberto Di Stefano.
Il Piano Integrato di Intervento è stato definitivamente approvato dal Consiglio comunale ad aprile 2012, con la stipula della convenzione urbanistica a gennaio 2013. In un’area di circa 83mila mq, tra quella occupata dai due stabilimenti Vittoria, uno per la produzione del filo d’acciaio, l’altro specializzato nella trafilatura a freddo, e appunto il bosco, verrà realizzata edilizia residenziale, oltre a spazi “a verde”.
Il bosco è di oltre 4 ettari, con alberi, di altezza fino a 22 metri, di olmo campestre, robinia, pioppo sia nero che bianco, tiglio e platano. Ai quali si aggiungono cespugli di olmo, alloro, sambuco, lauro ceraso, ligustro e ailanto. Un habitat naturale nel quale si segnala la presenza, tra gli altri, di fagiani e di piccoli rapaci. “L’area boscata è documentata da riprese aeree, almeno dagli anni Cinquanta del Novecento”, spiega a ilfattoquotidiano.it Alessio De Biasi, presidente del Circolo Legambiente Chico Mendes di Sesto San Giovanni, aggiungendo la descrizione delle azioni intraprese dall’associazione.
A partire, a novembre 2025, dalla richiesta al Comune, ma anche alla Città metropolitana di Milano, di valutazione dell’effettiva possibilità di definire bosco quell’area di circa 40mila mq e quindi di apporvi un vincolo. Una richiesta supportata da una perizia realizzata da botanici e agronomi. “La risposta del Comune è stata che, trattandosi di un Sito di Interesse Nazionale, e dunque dovendo presumibilmente anche l’area essere interessata dalle necessarie opere di bonifica, la presenza o meno del bosco non appariva rilevante”, racconta De Biasi, che si dice in disaccordo con l’interpretazione dell’amministrazione comunale, sostenendo che “anche se l’area fosse inquinata, si tratta in ogni caso di un bosco, a tutti gli effetti. E quindi andrebbe salvaguardato”.
Per molti motivi. Un bosco all’interno di un centro urbano abbassa la temperatura dell’aria circostante, assorbe gli inquinanti e garantisce la permeabilità del suolo. Salvaguardare il bosco nell’area ex Falck contribuirebbe a far respirare un Comune che, secondo i dati del Rapporto ISPRA sul consumo di suolo, è uno dei più cementificati d’Italia e tra i primi in Lombardia.
Il Circolo di Sesto San Giovanni ha avviato una raccolta firme per salvare l’area boschiva, per informare almeno la popolazione locale che proprio al centro della città esiste quello spazio. “Vorrei essere libero come un uomo … che ha di fronte solamente la natura, che cammina dentro un bosco”, cantava Giorgio Gaber. Già, salvaguardare quel bosco sarebbe anche un atto di libertà.
A intervenção prevê uma ligação entre São Luís e a Ribeira das Lavadeiras e será dividida em duas fases. Prevê uma resiliência para os próximos 100 anos.
O aquecimento movido a combustíveis fósseis dispara as mortes por calor na Europa. Cientistas pedem aos governos que alarguem as medidas de saúde dirigidas, para proteger melhor as populações vulneráveis. As mortes por calor nas zonas urbanas da Europa ultrapassaram as 50.000 no verão de 2026, com vagas sucessivas de temperaturas recorde a varrer o continente do final de maio a agosto. Mais de 32.000 dessas mortes foram atribuídas ao aquecimento global de origem humana, causado sobretudo pela queima de combustíveis fósseis, segundo um estudo publicados na Nature Health. As zonas urbanas das maiores economias europeias, a Itália, a França,
Il caldo della scorsa estate ha causato un numero di decessi record: 50mila persone nelle città europee sono morte e per gli scienziati la responsabilità di due terzi di questi decessi – pari a 32mila – è attribuibile al cambiamento climatico. A rivelarlo è un nuovo studio del Grantham Institute sui cambiamenti climatici e l’ambiente, secondo cui da giugno ad agosto i decessi sono avvenuti a causa del caldo torrido provocato dall’inquinamento che sta surriscaldando il pianeta. La città più colpita del continente europeo è Napoli, dove 815 persone su un milione sono morte a causa del caldo. Mario Guarino, medico del pronto soccorso dell’Ospedale Cto nella zona nord della città, ha affermato di aver assistito a un aumento del 15% degli accessi al pronto soccorso durante le settimane più calde.
I problemi di salute già esistenti sono stati aggravati dal caldo, ma anche dalla solitudine e dalla povertà, ha aggiunto Guarino. Lo studio ha rilevato che le persone di età superiore agli 85 anni rappresentano quasi la metà delle vittime, sebbene anche i più giovani non ne siano immuni: si stima infatti che 833 persone di età compresa tra i 20 e i 44 anni siano morte a causa del caldo. Le giornate con temperature costantemente alte hanno spinto gli organismi più vulnerabili a uno stato di iperattività, mentre le notti calde ne hanno impedito il recupero. Il bilancio delle vittime “sconvolgente” è stato il peggiore mai registrato e ha coinvolto 854 città. Per Malcolm Mistry, scienziato del clima e della salute della London School of Hygiene & Tropical Medicine, il numero di decessi è impressionante, “ma forse ciò che è ancora più allarmante è la percentuale di questi decessi che attribuiamo ai cambiamenti climatici di origine antropica”.
Italia, Francia, Spagna, Germania e Regno Unito hanno registrato il numero assoluto di decessi, ma dato che sui certificati di morte raramente vengono inseriti anche i fattori che hanno contribuito al decesso – come le temperature pericolose che spingono oltre i limiti una persona colpita da ictus o un malato di cancro ai polmoni – le famiglie raramente sanno che il caldo, causato dalle attività inquinanti dell’uomo, ha accelerato la morte dei loro cari.
Ano de 2026 apresenta o quinto valor mais reduzido em número de incêndios e o sexto valor mais elevado de área ardida da década.
Por suspeitas de crime de incêndio florestal, mais de 250 pessoas foram detidas este ano, estando 31 em prisão preventiva e quatro em domiciliária, foi revelado esta quinta-feira o presidente da Proteção Civil.
Na cerimónia de apresentação do balanço do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) deste ano, o presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), José Manuel Moura, precisou que foram detidas 255 pessoas, 190 das quais pela Guarda Nacional Republicana e 65 pela Polícia Judiciária.
Dados avançados na cerimónia desta quinta-feira, segundo veicula o Correio da Manhã citando a Lusa, indicam que este ano deflagraram 8.573 fogos que consumiram 74.560 hectares, significando que a área ardida diminuiu 72% e os fogos aumentaram quase 6% em relação ao ano transato de 2025.
Assim, o presente ano de 2026 apresenta o quinto valor mais reduzido em número de incêndios e o sexto valor mais elevado de área ardida da década. No entanto, o número de incêndios aumentou este ano, o que já não acontecia desde 2022, quando deflagraram 10.368 fogos.
Segundo o ministro da Administração Interna, Luís Neves, estes resultados “mostram solidez desde o primeiro momento”, destacando a capacidade de “trabalhar em equipa” e o trabalho feito nos momentos iniciais dos incêndios.
Luís Neves considerou como “facto significativo” que 94% dos incêndios tenham este ano sido resolvidos na fase inicial de ataque, o que significa que a mobilização de meios foi mais rápida e eficaz.
No mesmo sentido, o comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, indicou que este ano foi reduzido em 59% as ocorrências de fogo com mais de 24 horas.
Um último dado deste balanço revela que há a lamentar a morte de três bombeiros, dois dos quais no combate aos fogos.
Il tetto ai prezzi dei carburanti deciso da Eni e da altre compagnie abbassa il conto alla pompa ma spiazza i distributori indipendenti, che comprano a prezzo pieno. Il rischio è che il mercato esca dalla crisi solo più concentrato, ma non più efficiente.
A Águas do Algarve recebeu mais de 50 participantes de várias zonas do país. A visita permitiu conhecer o projeto e o papel da nova infraestrutura na segurança do abastecimento à região.
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O engenheiro florestal Argemiro Teixeira Leite-Filho, do INPE, que há anos tem estudado os impactos do desmatamento da Amazônia sobre as chuvas que alimentam o Sudeste e o Centro-Oeste cunhou um termo que explica o risco do crescimento econômico a qualquer custo – o agrossuicídio.
O que esta palavra explica é como a perda da floresta influi diretamente na quantidade de água que cai sobre as maiores lavouras e pastagens do país. Provou com análises de imagens de satélite que, nas partes mais desmatadas de Rondônia e Mato Grosso, o clima está mais seco. Ou seja, aqueles produtores que derrubaram e queimaram por ganância, no longo prazo estão perdendo seu principal insumo – a água. Sem os rios voadores criados pela umidade da floresta, o agronegócio, considerado o motor econômico do Brasil, pode se tornar inviável.
Ao ouvir as propostas do candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL), tenho convicção de que o Brasil pode cometer um suicídio ecológico. Por trás de seus discursos que prometem simplificar a vida do empreendedor e do produtor rural, há uma mensagem de que um eventual governo vai liberar geral: pode desmatar que não haverá multas, pode garimpar que não haverá fiscalização, pode grilar que terra roubada vai ser regularizada.
Foi o que aconteceu no governo de Jair Bolsonaro. O antigo presidente perseguiu os fiscais do Ibama e congelou a cobrança de multas por crimes ambientais. As áreas de garimpo ilegal cresceram 92% em quatro anos, como mostrei em uma coluna há duas semanas. Muitas outras boiadas passaram e o resultado deste projeto destrutivo se revelou nas taxas de desmatamento: no governo Bolsonaro as derrubadas na Amazônia aumentaram 59,6%.
Nas redes de desinformação bolsonaristas há uma tentativa de emplacar a mentira de que foi no governo Lula que aconteceu a tragédia dos garimpos na Terra Indígena Yanomami. Ou ainda que, nestes últimos anos, o desmatamento bateu recordes. Apenas dando um google, pode-se checar estes dados e comprovar que políticos aliados de Flávio seguem mentindo sem pudor.
Foi a fiscalização do Ibama e do Exército do atual governo que conseguiu expulsar os garimpeiros do território Yanomami. Foi no governo Lula que as derrubadas voltaram a cair. Na semana passada, tivemos a ótima notícia de que o desmatamento na Amazônia e no Cerrado chegou ao nível mais baixo da história.
É possível dizer que, durante o governo de Bolsonaro, o Brasil estava caminhando a passos largos para um ecocídio. Este também é um termo já existente. É utilizado como um conceito que embasa processos levados à Corte Penal Internacional. Juristas e ONGs buscam neste momento imputar responsabilidade a governos e empresas que, com suas atividades destrutivas, tornam a vida no planeta insustentável.
Pense nas mudanças climáticas. Nunca estivemos num momento tão crítico no balanço entre o clima e a saúde humana. Nesta semana, por exemplo, uma análise de dados sobre a frequência e intensidade das ondas de calor revelou que, enquanto nos anos 1960 havia em média cinco eventos de calor extremo no mundo, no ano passado foram 102 episódios de “tempestades de calor”. Frente a este cenário de emergência, o que encontramos em Flávio Bolsonaro? Um negacionista desonesto que repete a ladainha de Trump que o mundo está esfriando. É uma postura ultrajante e perigosa. O Brasil, país que detém a maior floresta tropical úmida do planeta, não pode aderir a um governo que feche os olhos para a emergência climática.
Se já temos indícios de que a Amazônia, o Cerrado e o Pantanal estão sofrendo com a falta de chuvas, um projeto de poder bolsonarista, que não respeita as regras ambientais, apenas nos empurra para a beira do abismo. Não é exagero pensar que o suprimento de água, energia e mesmo a disponibilidade de comida barata estão diretamente ameaçadas pela eleição de Flávio Bolsonaro.
É muito grave sua afirmação de que, caso eleito, não vai demarcar novas terras indígenas. Se o Brasil ainda tem florestas preservadas e rios limpos, isso se deve em grande parte ao cuidado que os povos indígenas tiveram com seus territórios. Privá-los do que já é garantido pela Constituição já seria um crime de violação aos seus direitos. Mas promover a destruição e a invasão destes territórios é algo que afetará a todos os brasileiros, desta e das futuras gerações.
A mensagem de que a nossa legislação ambiental será desmontada já está clara nos discursos de Flávio Bolsonaro e seu programa de governo. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo do dia 9 de outubro, ele pretende revisar o papel do Ibama, do ICMBio e da Funai para facilitar a aprovação de novos empreendimentos. Já em evento nesta segunda (19/10) no Pará, prometeu fazer um programa para regularizar a propriedade de terras sem titularidade. Em outras palavras: anistiar grileiros que tomaram as florestas preservadas e as queimaram impunemente.
Os projetos autoritários que seguem ganhando espaço ao redor do mundo têm em comum uma utopia da refundação da sociedade. O conservadorismo como tal é uma promessa de futuro que olha para o passado. Assim avançou a plataforma MAGA (Make America Great Again), de Donald Trump, que se aproveita do desespero econômico gerado pela perda de competitividade americana frente à China para apelar aos desempregados.
Junto a esta falsa promessa de um passado glorioso, há um canto de ódio que promete a terra arrasada. A destruição e a guerra como uma forma de forjar a nação. Você já viu isso por aqui não viu? De maneira igualmente grotesca, a motosserra de Javier Milei traz essa mensagem: vamos destruir tudo. E agora infelizmente, a Argentina está pagando o preço com mais pobreza e caos econômico.
Se os impactos na economia de uma tática suicida como essa já estão se provando desastrosos, é importante alertar para o que isso pode representar para o meio ambiente. Uma plataforma de governo similar à que foi liderada no governo de Jair Bolsonaro levará o país a um colapso ambiental. Um voto como esse é um ecocídio.
As três empresas vão alterar as mensagens sobre reciclagem nas garrafas de plástico vendidas na União Europeia, na sequência de uma intervenção da Comissão Europeia e das autoridades de defesa do consumidor contra alegações ambientais potencialmente enganosas