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“Muito prazer”. Regina lança nova imagem


A Regina está a renovar a sua oferta de chocolates com o lançamento de nove novas tabletes, uma identidade visual atualizada e a campanha “Muito prazer”, que terá presença em televisão, outdoor e digital. A operação pretende reposicionar a marca com uma linguagem mais contemporânea e sofisticada, colocando o prazer de consumo no centro da comunicação. A Nossa é responsável pela parte criativa e a Iniciative é a agência de meios.

A renovação abrange a identidade visual, com o azul Regina a ganhar protagonismo, numa tentativa de reforçar o reconhecimento da marca e a identificação dos produtos no linear.

“Esta gama representa muito mais do que o lançamento de nove tabletes. É a expressão de uma nova etapa para Regina”, afirma Francisco Pinho da Costa, head of marketing & product, citado em comunicado. O responsável destaca a ambição de apresentar propostas mais diferenciadoras e sofisticadas, mantendo a qualidade do chocolate como eixo da oferta.

A campanha “Muito prazer” dá expressão à nova fase da marca através de uma assinatura que joga com a apresentação de uma Regina renovada e com o prazer associado ao consumo dos chocolates. O plano de meios prevê presença nos principais canais generalistas de televisão e uma campanha nacional de outdoor, complementadas por ações nas redes sociais e em meios digitais.

A estratégia inclui ainda uma componente de influenciadores, com perfis como Joana Marques, Rebeca Caldeira e Catarina Gouveia, e comunicação nos pontos de venda, já com a nova identidade visual.

A marca não detalha o investimento associado ao lançamento nem a distribuição prevista para a nova gama.

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Secretário de Estado da Economia destaca “previsibilidade” de Portugal para atrair investimento


Portugal oferece “previsibilidade económica, financeira, política e social” aos investidores, afirmou o secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, num encontro com líderes empresariais internacionais do setor segurador organizado pela Verlingue Portugal, na passada terça-feira, em Lisboa.

Miguel Salema Garção, Chief Business Development Officer da Verlingue com o secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira e Benjamin Verlingue, presidente e CEO do Grupo Adelaïde.

Para o governante, esta característica pode ser uma vantagem para a captação de investimento estrangeiro. Na sua intervenção, João Rui Ferreira destacou ainda o “talento qualificado, as competências linguísticas, a conectividade, a segurança e a qualidade de vida” como fatores relevantes para a competitividade do país. O secretário de Estado afirmou que o Governo pretende criar condições para que as empresas invistam, exportem e expandam a sua atividade para outros mercados.

O encontro decorreu no Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras e reuniu clientes, parceiros institucionais, representantes do setor segurador na 74.ª Conferência Global da Worldwide Broker Network (WBN), que teve lugar em Lisboa entre os dias 21 e 24 de outubro.

A iniciativa assinalou a integração da Verlingue Portugal na WBN, uma rede internacional de corretagem de seguros e benefícios para colaboradores com presença em mais de 100 países, como ECOseguros já tinha noticiado.

“Portugal é um mercado-chave para a Verlingue e para o Grupo Adelaïde. Estamos presentes no país há mais de dez anos e é um lugar onde queremos investir e permanecer a longo prazo”, afirmou Benjamin Verlingue, presidente e CEO do Grupo Adelaïde, do qual a Verlingue faz parte.

O responsável acrescentou que a integração na WBN reconhece o trabalho desenvolvido pela equipa portuguesa e permite acompanhar os clientes nos mercados em que pretendam expandir-se.

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“Temos de ouvir a rua”, reconhece ministro da Habitação

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O ministro da Habitação afirma que o Governo tem de “ouvir a rua” nos seus alertas sobre a crise habitacional que Portugal enfrenta, mas critica os partidos que se estão a aproveitar dos protestos no centro de Lisboa e do Porto para instrumentalizar as manifestações.

“O Governo não legisla com gritos. O Governo está convicto do caminho que está a traçar, que passará por fazer mais casas sejam públicas ou privadas. Termos enorme serenidade, ouvirmos, termos tolerância. Esse tem sido o meu discurso. Temos de ouvir a rua. Temos de saber ouvir a rua”, disse Miguel Pinto Luz, em declarações ao podcast “Política com Assinatura” da rádio Antena 1.

Miguel Pinto Luz considera que a preocupação sobre a habitação é transversal a todas as gerações, porém refere que há partidos que estão a instrumentalizar as ruas, principalmente o Bloco de Esquerda, que sempre foi um “partido de contestação”. “Há uma parte da rua que está instrumentalizada. Faz parte da vida pública, política e partidária”, declarou.

Questionado sobre se os protestos põem em causa a democracia, negou. “Estes partidos que utilizam este tipo de discussão, impedem a discussão saudável de um problema que devia ser um problema transversal de encontrarmos consensos. Impossibilitam a abertura de espaço para esses consensos“, respondeu o ministro durante a entrevista ao canal público.

Em relação à atitude de Luís Montenegro, o ministro das Infraestruturas e Habitação esclareceu que três dias de ausência não justificam a ideia de silêncio e defende que o Executivo comunica quando tem de comunicar, até porque pode fazê-lo através dos vários ministros. “Qual silêncio? O senhor primeiro-ministro é dos maiores interventores públicos neste momento. Vai estar no Parlamento horas a fio. Não existe um ministro da Habitação que tem falado recorrentemente? E um ministro da Administração Interna?”, exemplificou.

No que diz respeito à resposta de Belém, o governante com a pasta da Habitação considera que António José Seguro está a ter o “papel certo” e preocupou-se em seguir um caminho de debate, daí ter decidido reunir com os partidos e convocar o Conselho de Estado para o próximo dia 2 de novembro.

Confrontado com as críticas recentes do Chega à nova lei do arrendamento, Miguel Pinto Luz recordou que existe um acordo assinado com o PSD para fazer passar a lei das rendas e não coloca em cima da mesa um cenário de não ser cumprido, porque “há espaço para aqueles quatro pontos” que André Ventura exigiu que se fossem cumpridos, nomeadamente cauções e salvaguarda dos mais necessitados.

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Frasers Group detém, finalmente, mais de 50% da Hugo Boss


O Frasers Group anunciou a aquisição de 198.666 ações da Hugo Boss, por 7.630.761 euros. Com esta operação, a empresa britânica passou a deter 34.468.065 ações, equivalentes a 50,08% do capital da empresa alemã.

A Frasers tem ainda posições em opções de venda sobre até 15.050.100 ações da Hugo Boss, correspondentes a até 21,87% do capital. A aquisição foi financiada com os recursos de caixa da Frasers.

Com a operação, a marca alemã BOSS passa a ser uma subsidiária da Frasers e os seus resultados, ativos e passivos, deverão ser consolidados nas contas do grupo. A transação não está sujeita a aprovação dos acionistas, segundo as regras de admissão à cotação do Reino Unido.

No primeiro semestre de 2026, a Hugo Boss registou receitas de 1,81 milhões de euros e um EBITDA de 272 milhões de euros. A 30 de junho, os ativos brutos totalizavam 3,53 milhões de euros e os ativos líquidos ascendiam a 1,63 milhões de euros.

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TAP retoma voos para Caracas a 27 de outubro

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A TAP volta a ligar a capital portuguesa e a venezuelana a partir de amanhã, 27 de outubro, com duas frequências semanais, depois de ter interrompido a rota na sequência dos fortes sismos de 24 de junho, que danificaram o aeroporto de Caracas.

A companhia assinala, em comunicado, que se trata de “uma ligação de particular importância para a comunidade portuguesa e lusodescendente residente naquele país”.

A TAP informa haverá um voo às terças-feiras, com partida de Lisboa às 11h50 e chegada a Caracas às 17h00. No sentido inverso, parte da capital venezuelana às 21h00 e chega a Lisboa às 09h00 do dia seguinte. Aos domingos, a partida de Lisboa está programada para as 10h00, com chegada a Caracas às 15h05. O voo de regresso parte às 18h55 e aterra em Lisboa às 06h55 do dia seguinte. Os preços começam nos 669 euros.

A companhia portuguesa não deixou de voar para a Venezuela. Durante este período passou a operação para o aeroporto de Valência.

Além do regresso a Caracas, a TAP estreou no domingo uma nova ligação do Porto à Ilha do Sal, com partidas às quintas e domingos. Este mês iniciou também a rota entre Lisboa e São Luís do Maranhão, no Brasil.

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Fidelidade considera excessiva indemnização de 125 mil euros por morte no Elevador da Glória


A Fidelidade, seguradora da Carris, considera que o Elevador da Glória não podia ser visto como um meio de transporte «altamente confiável» à data do acidente de 3 de setembro de 2025, que provocou 16 mortos. Segundo noticia o Correio da Manhã (acesso pago), a posição consta da contestação apresentada pela seguradora no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, no âmbito de uma ação em que a família de uma das vítimas mortais exige uma indemnização de 1,05 milhões de euros à Carris, à MNTC – Serviços Técnicos de Engenharia, responsável pela manutenção do ascensor, e à Fidelidade.

Segundo o jornal, a Fidelidade contestou os valores reclamados pela família a título de indemnização pelos diferentes danos. Em particular, considera «manifestamente excessivo» o pedido de 125 mil euros pelo dano por morte, alegando que os tribunais portugueses têm fixado indemnizações entre 50 mil e 90 mil euros em casos semelhantes. A seguradora afirma ter apresentado uma proposta de indemnização alinhada com os valores atribuídos pela jurisprudência nacional, mas que esta não foi aceite pela família.

Contactada a Fidelidade por ECOseguros, fonte da companhia afirmou “não divulgar peças processuais de ações judiciais em curso” mas dispôs-se “a enquadrar a questão em termos gerais”. Segundo esta fonte “num pedido de indemnização por morte, o valor total reclamado resulta da soma de várias parcelas distintas, entre as quais a compensação pela perda do direito à vida, os danos não patrimoniais sofridos pela vítima e pelos seus familiares e os danos patrimoniais futuros“. Acrescentou que “a referência ao critério de uniformização respeita apenas à compensação pela perda do direito à vida e corresponde a um parâmetro seguido pelos tribunais portugueses, que procuram fixar valores equivalentes em situações semelhantes”, assegurando igualdade de tratamento entre todas as vítimas. Conclui a Fidelidade que este facto “não constitui, de forma alguma, um juízo sobre o valor de uma vida, nem diminui a perda irreparável sofrida por estas famílias”.

A seguradora contesta a alegação da família de que o acidente foi imprevisível, invocando a ocorrência de vários acidentes com o ascensor desde 2018. Na sua argumentação, a possibilidade de um desastre como o de setembro de 2025 não podia ser considerada totalmente imprevisível.

A Fidelidade defende que a ação cível seja suspensa até à conclusão do inquérito do Ministério Público e que o pedido indemnizatório seja tratado no âmbito do processo-crime, para evitar decisões contraditórias.

Notícia acrescentada às 17h30m com declarações da Fidelidade.

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Zurich lança novo seguro automóvel para empresas


A Zurich lançou um novo seguro automóvel destinado a empresas, com quatro planos de proteção e coberturas ajustáveis às características dos veículos e às necessidades de cada negócio.

José Coutinho, Chief Underwriting Officer da Zurich Portugal. “As empresas enfrentam hoje desafios complexos na gestão dos seus riscos, e muitas vezes existe um desajuste entre aquilo que está efetivamente protegido e aquilo que está em causa quando ocorre um imprevisto”.

Entre as novidades estão o apoio domiciliário em caso de incapacidade temporária do condutor, a proteção em caso de imobilização da viatura e a bonificação de franquias associada à utilização da rede convencionada de reparação.

A Assistência em Viagem passa também a estar disponível em três níveis de proteção, com capitais e garantias reforçados para veículos comerciais e pesados. A cobertura inclui ainda um capital específico para reboque em caso de rebentamento de pneu.

O seguro inclui garantias de danos próprios, como quebra de vidros, choque e colisão, fenómenos da natureza e alterações da ordem pública. As franquias têm valores definidos, permitindo às empresas conhecer antecipadamente o montante a suportar em caso de sinistro.

“As empresas enfrentam hoje desafios complexos na gestão dos seus riscos, e muitas vezes existe um desajuste entre aquilo que está efetivamente protegido e aquilo que está em causa quando ocorre um imprevisto”, afirma José Coutinho, Chief Underwriting Officer da Zurich Portugal.

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