Já se sabe a data certa da "Noite Estrelada" de Van Gogh?


Um novo documento divulgado pelo Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos, na tarde da última sexta-feira (23), expõe o avanço das operações no Rancho Skinwalker, uma fazenda isolada em Utah conhecida por décadas de eventos inexplicáveis. Um desses casos ocorreu durante uma viagem para a Califórnia, quando um orbe azul (objeto circular voador) atravessou o corpo de uma motorista, deixando sequelas graves e imediatas à saúde, segundo relatos da mesma.
Os documentos fazem parte da sétima leva de registros históricos divulgados pelo Pentágono sobre investigações militares envolvendo Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAP), ou os chamados “OVNIs” (Objetos Voadores Não-Identificados).
Este documento é o relatório mensal da BAASS (Bigelow Aerospace Advanced Space Studies) referente à investigação sobre UAP em novembro de 2009.
O caso aconteceu em agosto de 2007, próximo a Davis e Woodland, e envolveu uma mulher, que atuava como psicóloga clínica, e sua filha. Enquanto trafegavam em um veículo à noite, observaram três esferas de luz azul brilhante voando.
Segundo relatos, duas dessas esferas (descritas como do tamanho de bolas de softbol) invadiram o veículo em movimento. A primeira esfera cruzou o painel e saiu pelo lado oposto, já a segunda atravessou o corpo da mulher, que estava no banco do motorista.
A luz entrou pelo ombro esquerdo, navegou pelos tecidos do tórax — com a vítima relatando a sensação de uma “bolha” mudando de direção — e saiu pela parte superior do braço direito.
O documento que relata que o incidente resultou em uma “distorção temporal severa”, com um trajeto de 45 minutos levando três horas, além de forte náusea imediata.
Nos meses seguintes, a saúde da motorista acabou se degradando aos poucos:
A BAASS manteve patrulhas de vigilância 24 horas por dia na fazenda em Utah, Skinwalker Ranch a partir de agosto de 2009. Foi documentada uma série de pequenas anomalias que não possuem explicações comuns.
Guardas registraram rádios ligando sozinhos em estações locais no trailer da propriedade (Homestead 1). Já na área conhecida como Homestead 2, moedas alinhadas sobre blocos de cimento mudaram de posição, viraram ou desapareceram sem deixar vestígios de pegadas ou invasores.
Além disso, fotografias capturaram esferas luminosas em pontos estratégicos. Um dos oficiais relatou a sensação de uma presença ameaçadora e ar quente na linha de árvores, enquanto outro sentiu um “aperto congelante” no tornozelo, comparável a dedos muito longos, enquanto dormia.
Aos poucos, o Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos está divulgando sobre suas investigações relacionadas aos OVNIs. A medida ocorre após o presidente norte-americano Donald Trump instruir agências governamentais a divulgarem fotos, vídeos, relatórios e materiais sigilosos acumulados há décadas que sejam relacionados a objetos aéreos não identificados e a vida extraterrestre.
Os documentos estão se tornando públicos de forma gradual, com a publicação em meses de novos lotes de arquivos. Até o momento, sete lotes já foram divulgados.
Managua, 27 oct (Prensa Latina) La directora de la Agencia Federal Médico-Biológica de Rusia (AFMB), Veronika Skvortsova, destacó hoy los avances de la cooperación biofarmacéutica con Nicaragua y el papel estratégico del Instituto Latinoamericano de Biotecnología Mechnikov.
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Hay conversaciones que nunca llegan a pronunciarse. Las mantenemos mentalmente al preparar una respuesta, repasar una lista de la compra o contar números sin mover los labios. Aunque desde fuera parezca que no ocurre nada, los ojos pueden dar una pista: las pupilas reaccionan de forma diferente cuando hablamos en voz alta y cuando lo hacemos únicamente en nuestra cabeza.
Eso es precisamente lo que han observado investigadores de las universidades japonesas de Tsukuba y Ritsumeikan en un trabajo publicado en iScience. El experimento reunió a 80 universitarios, repartidos en tres pruebas, y examinó cómo cambiaba el tamaño de sus pupilas mientras contaban números. Las diferencias aparecieron incluso en las tareas más sencillas.
Los voluntarios realizaron ejercicios de dificultad creciente. Primero contaron del uno en adelante; después tuvieron que sumar nombres a las cifras, como “un gato, dos gatos”. En la última prueba avanzaron de dos en dos, de tres en tres o de cuatro en cuatro. En las tres pruebas participaron 23, 27 y 30 estudiantes, respectivamente.
Cada participante debía hacerlo unas veces en voz alta y otras mentalmente, mientras un dispositivo registraba sus pupilas. También hubo periodos en los que tenían que permanecer en reposo para poder comparar las respuestas.
Hablar en voz alta dilató las pupilas en los tres ejercicios. En cambio, al contar en silencio, el resultado dependió del esfuerzo: durante la tarea más sencilla se contrajeron, en la segunda apenas cambiaron y en la tercera se dilataron. Incluso entonces, el aumento fue menor que al pronunciar los números.
Esto refuerza la idea de que los ojos no solo reaccionan a la iluminación. Otras investigaciones ya habían relacionado la dilatación de las pupilas con la sorpresa y el aprendizaje.
Hablar exige mucho más que elegir qué decir. Hay que coordinar la respiración, mover los músculos de la boca y escuchar lo que acabamos de pronunciar. Todo ello podría explicar por qué el organismo muestra una respuesta más intensa cuando utilizamos nuestra voz.
El resultado encaja con el creciente interés por las pistas sobre la actividad cerebral que puede aportar nuestra forma de hablar, aunque se trata de investigaciones diferentes.
Los autores creen que medir las pupilas podría ayudar a estudiar el desarrollo del habla interior en niños pequeños, que no siempre saben explicar qué están pensando. Eso sí, no significa que un aparato pueda leer pensamiento mirando los ojos, pues el experimento solo detectó cambios asociados a tareas concretas.
Por ahora, los datos proceden de jóvenes que hacían ejercicios de contar en condiciones controladas. Falta averiguar si estas diferencias se mantienen cuando mantenemos una conversación interior más espontánea, como al tomar una decisión o ensayar mentalmente algo que queremos decir.


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O cientista Daniel Dahis, doutor em Engenharia Biomédica, tornou-se o primeiro brasileiro a receber o prêmio Wendy Schmidt Awards for Excellence in Science Communication, dos Estados Unidos. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (26).
A premiação é concedida pelas Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina dos EUA a pesquisadores, jornalistas científicos e comunicadores que desenvolvem trabalhos criativos para divulgar as diversas áreas da ciência ao público geral.
Com mais de 700 mil seguidores, Dahis, que mora nos EUA, atua na linha de frente em combate às fake news sobre ciência. Com frequência, ele publica vídeos em português sobre vacinas, SUS (Sistema Único de Saúde), doenças, saúde e outros temas científicos.
O pesquisador venceu em primeiro lugar a categoria “Research Scientist: Early Career” (cientista pesquisador em início de carreira, em português). A vitória foi concedida com base em três vídeos publicados por ele:
Na divulgação do resultado, a academia descreveu os conteúdos de Dahis como uma combinação de “conhecimento científico com uma narrativa digital refinada e acessível ao público”.
Seus vídeos unem recursos visuais impactantes e explicações baseadas em evidências para abordar temas que vão desde vacinas e prevenção do câncer até medicamentos emergentes. Ao combater a desinformação com clareza e credibilidade, Dahis demonstra o potencial das mídias sociais para disseminar informações práticas de saúde pública em uma escala notável.
Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina
Daniel Dahis é cientista e doutor em Engenharia Biomédica. Com passagem por Harvard e atuação em startups de biotecnologia, foi reconhecido pela MIT Technology Review na lista Innovators Under 35 Brasil, em 2024. Suas pesquisas envolvem novas tecnologias para o diagnóstico e tratamento do câncer, dispositivos médicos e monitoramento de pacientes.
Após receber a notícia, Dahis fez um relato aos seguidores nas redes sociais. Ele contou que não estava confiante e achou que não venceria, mas se inscreveu mesmo assim.
“Você tem que se inscrever no prêmio. Você descobre e se inscreve. Eu encontrei essa bolsa três dias antes do prazo final. Tem que mandar uma carta sobre você, seu conteúdo. Quando me inscrevi, achava que não ia ganhar: eu moro nos Estados Unidos, mas falo português. Me inscrevi mesmo assim, com força total. Escrevi a melhor proposta que pude, foram muitos meses de análise, e o resultado saiu agora”, conta.
Segundo ele, o reconhecimento pode inspirar outros cientistas brasileiros a acreditarem em suas propostas.
“O ‘não’ a gente já tem. Temos que tentar. Se eu não tivesse tentado só porque falo português, não receberia essa honraria imensa. O pior que pode acontecer é um ‘não’. Então esse é um aprendizado, pelo menos dessa experiência, que posso passar a vocês neste tempo curto, beleza? Tenta, o ‘não’ tu já tem”, ressalta o pesquisador.
A programação oficial do prêmio acontecerá em Washington, D.C., entre 17 e 20 de novembro de 2026, com uma série de atividades. A semana culminará na cerimônia de premiação, na noite de 20 de novembro, na sede das Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina.
Foram anunciados 24 prêmios, distribuídos em oito categorias: nove para pesquisadores, nove para jornalistas científicos e seis para comunicadores científicos. Em cada categoria, foram concedidos um prêmio principal de US$ 40 mil e dois de US$ 20 mil, totalizando US$ 640 mil. Dahis ficou com o prêmio principal da sua categoria.
“Os vencedores deste ano são notáveis pela amplitude de perspectivas, criatividade e abordagens que trazem para a comunicação científica”, disse a presidente do comitê de seleção, Megan L. Ranney, membro da Academia Nacional de Medicina e reitora da Escola de Saúde Pública de Yale.
As inscrições foram abertas em março de 2026 e ficaram disponíveis até abril. Nessa etapa, os participantes enviaram seus projetos e explicaram a importância deles para a disseminação da ciência. Depois de aceitos, os trabalhos passaram por uma segunda etapa de revisão, de cerca de sete meses. O anúncio dos vencedores ocorreu em 26 de outubro.
Ciudad de Guatemala, 27 oct (Prensa Latina) El Ministerio Público (MP) de Guatemala informó hoy siete capturas por presunto lavado de dinero tras 11 allanamientos efectuados en inmuebles de este departamento capital, Escuintla y San Marcos.
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El sonido del taladro, los pinchazos y la posibilidad de pasar mucho tiempo en el sillón convierten una visita al dentista en una experiencia difícil para muchos niños. Pero hay una manera mucho más sencilla de actuar sobre determinadas caries: aplicar un líquido directamente en el diente y dejar que frene el deterioro.
Se llama fluoruro diamino de plata y no es un invento recién salido del laboratorio. Lleva años utilizándose, aunque un amplio ensayo dirigido por la Universidad de Michigan aporta pruebas de su eficacia en los más pequeños. Su principal ventaja es que no necesita perforar el diente ni utilizar anestesia durante la aplicación.
El estudio, publicado en JAMA Pediatrics, incluyó a 830 niños de entre uno y seis años con caries avanzadas en dientes de leche. Unos recibieron una solución con un 38% de fluoruro diamino de plata y otros, un producto sin ingredientes activos. Los investigadores comprobaron después cómo evolucionaban las lesiones.
A los seis meses, el 54% de las caries tratadas había dejado de avanzar, frente al 22,5% del grupo de comparación. El producto se aplicaba con un pequeño instrumento parecido a un pincel, sin torno ni inyecciones, y podía repetirse seis meses después.
¿Y cómo funciona? La plata ayuda a combatir las bacterias responsables de las caries, mientras que el flúor refuerza la parte del diente debilitada. No tapa el agujero que ya existe, pero puede evitar que se haga mayor. Es una vía distinta a la de otros materiales que buscan reparar el esmalte dental.
El inconveniente más visible es que la parte dañada se vuelve negra de forma permanente. En un diente de leche que terminará cayéndose, puede ser aceptable para algunas familias, aunque en una pieza delantera el cambio se nota bastante.
Además, detener una caries no equivale a curar cualquier problema dental. Algunos pacientes seguirán necesitando empastes u otros procedimientos, y el ensayo no encontró diferencias en el dolor respecto al grupo que recibió el producto inactivo.
La posibilidad de tratar determinadas caries sin recurrir al taladro resulta especialmente útil para niños muy pequeños, personas con discapacidad o pacientes que tienen dificultades para soportar intervenciones largas.
En Estados Unidos, este líquido se utiliza desde hace años para las caries fuera de su indicación autorizada. Los resultados podrían facilitar su aprobación específica para ese uso, pero seguirán siendo los dentistas quienes decidan cuándo basta con aplicarlo y cuándo hace falta algo más.


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Ciudad de Guatemala, 27 oct (Prensa Latina) El presidente de Guatemala, Bernardo Arévalo, confirmó hoy cambios en altos mandos de la Policía Nacional Civil (PNC), tras 10 días del asesinato de dos personas que conmocionó al país.
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Londres, 27 oct (Prensa Latina) Un equipo científico relacionó un nuevo mecanismo clave implicado en el desarrollo de alteraciones neurodegenerativas y deterioro cognitivo provocados por un consumo continuado de una dieta rica en grasa, reveló hoy una fuente especializada.
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Santo Domingo, 27 oct (Prensa Latina) A 30 aumentaron hoy las comunidades incomunicadas en la República Dominicana a causa de las intensas precipitaciones que desde anoche afectan a gran parte del territorio nacional.
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Ciudad de Guatemala, 27 oct (Prensa Latina) El Parlamento Centroamericano (Parlacen) eligió a su nueva Junta Directiva (JD) para el período 2026-2027, encabezada por el político e ingeniero Samuel Armando Reyes por Honduras, trascendió hoy aquí.
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Uma noite de Halloween dedicada à ciência e à descoberta vai decorrer no Centro Ciência Viva de Tavira, no próximo sábado, 31 de outubro, entre as 18:00 e as 22:00. A iniciativa inclui experiências científicas, atividades de cozinha molecular e uma exposição preparada especialmente para a ocasião, num programa destinado a famílias e visitantes de todas as idades.
O evento pretende associar o ambiente misterioso característico do Halloween à exploração de fenómenos científicos, proporcionando aos participantes a oportunidade de aprender através da experimentação e da observação.
Ao longo da noite, os visitantes poderão explorar a exposição do Centro Ciência Viva de Tavira e participar em diferentes atividades, desafios e experiências, num ambiente especialmente preparado para a celebração.
Um dos principais destaques da programação será a atividade “Cozinha Molecular: Laboratório dos Cientistas Loucos”, que propõe uma abordagem à ciência através da preparação e transformação de alimentos.
Durante a experiência, os participantes terão a oportunidade de conhecer técnicas de cozinha molecular e explorar fenómenos científicos associados aos ingredientes utilizados, descobrindo como a ciência pode estar presente na gastronomia.
A atividade incluirá experiências e propostas gastronómicas inspiradas no Halloween, procurando despertar a curiosidade dos participantes através da observação e da experimentação.
De acordo com a organização, as sessões de cozinha molecular decorrerão em três horários específicos, sendo necessária inscrição prévia para garantir a participação.
Além das sessões de cozinha molecular, o Centro Ciência Viva de Tavira disponibilizará outras atividades científicas e uma exposição especialmente preparada para a noite de Halloween.
O acesso à exposição e às restantes atividades será livre, permitindo que os visitantes descubram diferentes experiências ao longo do período de funcionamento do evento.
A programação procura aproximar a ciência do público através de uma abordagem participativa, em que os visitantes são convidados a observar, experimentar e explorar fenómenos científicos num ambiente descontraído.
A iniciativa decorre no sábado, 31 de outubro, entre as 18:00 e as 22:00, no Centro Ciência Viva de Tavira.
A participação nas sessões de “Cozinha Molecular: Laboratório dos Cientistas Loucos” exige inscrição prévia, enquanto as restantes atividades e a exposição poderão ser visitadas livremente durante a celebração.
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O ufólogo Jaime Maussan divulgou um novo vídeo da criatura apontada por internautas como o “chupacabra”. A figura com rabo, unhas grandes e aparência clara viralizou na internet após ser supostamente flagrada atacando animais em uma área residencial de Ciudad Juarés, na fronteira do país com os Estados Unidos, no último dia 17 de outubro.
As novas evidências da circulação da criatura, de acordo com Jaime, foram registradas em 14 de outubro, entre 19h e 20h no Valle del Juárez.
O vídeo foi obtido por meio de uma câmera-trap instalada na área de mata dessa região, um tipo de dispositivo utilizado para monitorar a atividade da fauna silvestre e acompanhar a presença de cervos.
Um homem, chamado Armando Reséndiz, relatou que recuperou os cartões de memória para verificar o material e se surpreendeu com a presença da criatura.
Veja a gravação:
O ufólogo afirmou ter começado a investigar o caso depois que um garoto viu a criatura pegar uma galinha pela cabeça e correr em uma árvore.
Segundo as informações locais, uma equipe foi mobilizada para tentar localizar o “chupacabra”, instalando uma câmera de segurança próximo ao local.
Os pesquisadores dizem ter capturado provas da existência do bicho, após ele ser flagrado escalando um grande muro de tijolos.
Durante uma coletiva de imprensa, a equipe de quatro assistentes de pesquisa que trabalham com Maussan disse aos jornais locais que a criatura tinha quase 1,80 metro de comprimento (seis pés), da cabeça até a ponta da cauda, que eles acreditam ter, sozinha, aproximadamente um metro e meio de comprimento.
“É um predador. Não estou dizendo que é extraterrestre, mas é algo assustador”, disse Maussan à mídia local mexicana. Não há, até agora, qualquer confirmação científica de que se trate de um “chupacabra”.
O chupacabra, nome que significa “sugador de cabras”, é uma figura do folclore das Américas. A criatura é descrita como responsável por mortes de animais de criação, principalmente cabras, mas também ovelhas e galinhas.
